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<title>Folha de S.Paulo - Ambiente - Principal</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha de S.Paulo. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@grupofolha.com.br (Webmaster Folha de S.Paulo)</webMaster>

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<title>Folha de S.Paulo - Ambiente - Principal</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<title>Proposta de plantio de cana na Amazônia é aprovada em comissão do Senado</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1278504-proposta-de-plantio-de-cana-na-amazonia-e-aprovada-em-comissao-do-senado.shtml</link>
<description>
O Senado aprovou nesta terça-feira projeto que autoriza o plantio de cana-de-açúcar na Amazônia Legal, em áreas desmatadas. O objetivo da proposta, atacada por ambientalistas, é ampliar a produção de biocombustíveis no país --especialmente o etanol.
Além das terras desmatadas, o projeto também autoriza o plantio da cana nos biomas cerrado e campos gerais da Amazônia. Como foi aprovado em caráter terminativo pela Comissão de Meio Ambiente do Senado, segue para votação na Câmara se não houver recurso para ser votado em plenário.
Autor do projeto, o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) defende o plantio na Amazônia para estimular a produção de biocombustíveis. Ele diz que decreto editado em 2009 pelo governo federal aprovou o zoneamento agroecológico da cana-de-açúcar no país, mas excluiu a Amazônia --área que, segundo ele, tem o potencial para o plantio por ter terras desmatadas e biomas de cerrado e campos gerais.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1278504-proposta-de-plantio-de-cana-na-amazonia-e-aprovada-em-comissao-do-senado.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (14/05/2013 - 16h55)</description>
<pubDate>14 May 2013 16:55:00 -0300</pubDate>
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<title>Marcelo Leite: Pesquisa reforça desconfiança de que novas barragens chegarão ao Xingu</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1278094-pesquisa-reforca-desconfianca-de-que-novas-barragens-chegarao-ao-xingu.shtml</link>
<description>
O estudo da equipe liderada por Britaldo Soares-Filho, da Universidade Federal de Minas Gerais, na revista da Academia Nacional de Ciência dos EUA, acrescenta um grão de dúvida sobre o ponto nevrálgico da usina de Belo Monte: sua eficiência.
A perda adicional de energia prevista no trabalho torna mais plausível a ideia de construir outras barragens no Xingu, de modo a aproveitar melhor seu potencial. Para isso, seria preciso revogar decisão de 2008 do Conselho Nacional de Política Energética de que Belo Monte seria a única usina no rio.
No cerne da questão está a sazonalidade do Xingu. Da estação chuvosa para a seca, a vazão da bacia cai 90%, de 20,8 mil m&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt; para 1.280 m&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1278094-pesquisa-reforca-desconfianca-de-que-novas-barragens-chegarao-ao-xingu.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (14/05/2013 - 03h22)</description>
<pubDate>14 May 2013 03:22:00 -0300</pubDate>
</item>
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<title>Desmatamento pode reduzir capacidade da usina de Belo Monte, diz estudo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1278086-desmatamento-pode-reduzir-capacidade-da-usina-de-belo-monte-diz-estudo.shtml</link>
<description>
A construção de hidrelétricas na Amazônia, como a polêmica Belo Monte, tem sido atacada pelos seus impactos ecológicos e sociais, notadamente entre os povos da região, como tribos indígenas.
Agora, um novo estudo publicado por pesquisadores brasileiros e americanos mostra que usinas na bacia do rio Xingu tendem a ser menos eficazes se a região em torno sofrer grandes índices de desmatamento.
Sem floresta, costumava-se pensar, não haveria grande problema. Afinal, as árvores consomem a água que é essencial para as usinas e que iria parar nos rios que alimentam os reservatórios.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1278086-desmatamento-pode-reduzir-capacidade-da-usina-de-belo-monte-diz-estudo.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (14/05/2013 - 03h18)</description>
<pubDate>14 May 2013 03:18:00 -0300</pubDate>
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<item>
<title>Agência da ONU defende consumo de insetos no combate à fome</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/05/1277862-agencia-da-onu-defende-consumo-de-insetos-no-combate-a-fome.shtml</link>
<description>
Relatório da FAO (agência da ONU de combate à fome) divulgado nesta segunda-feira, em Roma, afirma que os insetos são uma fonte de proteínas importante e têm um potencial inexplorado não só como alimento mas também como ração para gado. A criação é de baixo custo, ecológico e &amp;quot;delicioso&amp;quot;, afirma.
De acordo com a agência, 2 bilhões de pessoas em culturas tradicionais já consomem mais de 1.900 espécies de insetos, sendo os mais utilizados os besouros, as lagartas, as abelhas, as vespas, as formigas, os grilos e os gafanhotos --que, por exemplo, têm mais conteúdo em ferro que a carne bovina.
Segundo o estudo, realizado em colaboração com a holandesa Universidade de Wageningen, os insetos são uma fonte facilmente acessível de alimentos nutritivos e ricos em proteínas que são facilmente encontrados nas florestas. O nicho gera empregos e renda em nível familiar, mas possui potencial em nível industrial.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/05/1277862-agencia-da-onu-defende-consumo-de-insetos-no-combate-a-fome.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (13/05/2013 - 16h35)</description>
<pubDate>13 May 2013 16:35:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Plantas e animais podem perder metade de suas zonas climáticas</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1277589-plantas-e-animais-podem-perder-metade-de-suas-zonas-climaticas.shtml</link>
<description>
Um estudo publicado no domingo (12) no periódico &amp;quot;Nature Climate Change&amp;quot; prevê que cerca de 55% das espécies vegetais e 35% das espécies animais do planeta terão sua faixa climática adequada reduzida pela metade até 2080 se medidas para a diminuição de emissões de gases-estufa não forem tomadas.
As previsões indicam que, se mantido o ritmo atual de emissões, poderá haver um aumento de 4º C na temperatura do planeta até o fim do século.
Os pesquisadores da Universidade britânica East Anglia estudaram o impacto de tal aumento de temperatura nas &amp;quot;zonas climáticas&amp;quot; de 48.786 espécies. Cada zona climática permite o desenvolvimento de determinados tipos de espécies de animais e plantas, incluindo o seu processo de adaptação às condições biológicas e climáticas, como as de precipitação de chuvas e de temperatura.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1277589-plantas-e-animais-podem-perder-metade-de-suas-zonas-climaticas.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (13/05/2013 - 02h30)</description>
<pubDate>13 May 2013 02:30:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Aposentado planta 16 mil árvores em áreas abandonadas na zona leste de SP</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/2013/05/1276610-aposentado-planta-16-mil-arvores-em-areas-abandonadas-na-zona-leste-de-sp.shtml</link>
<description>
Caminhando pela parte mais fechada da vegetação até o local onde as mudas são recém-plantadas, o administrador aposentado Hélio da Silva, 62, sabe dizer a idade de quase todas as árvores do parque linear Tiquatira, na Penha, zona leste. É ele quem vem plantando exemplares na região há dez anos.
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://folha.com/no1275473&quot;&gt;Conheça as regras para plantar árvores na cidade&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/1261638-saiba-como-funciona-a-poda-de-arvores-na-capital-paulista.shtml&quot;&gt;Saiba como funciona a poda na capital paulista&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/1261452-programa-da-prefeitura-de-sp-para-censo-de-arvores-esta-ultrapassado.shtml&quot;&gt;Programa da prefeitura para censo de árvores está ultrapassado&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/1261455-o-paulistano-e-o-verde.shtml&quot;&gt;O paulistano e o verde&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
Jequitibá, ingá, pitangueira, jacarandá... Hélio aponta suas favoritas e conta história. &amp;quot;Essa aqui é uma imbaúba. Essa outra, calabura, atrai 52 espécies de passarinho.&amp;quot;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/2013/05/1276610-aposentado-planta-16-mil-arvores-em-areas-abandonadas-na-zona-leste-de-sp.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (11/05/2013 - 22h55)</description>
<pubDate>11 May 2013 22:55:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Fazendas interditadas por irregularidade ambiental no Brasil equivalem a 5 Holandas</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/05/1277062-fazendas-interditadas-por-irregularidade-ambiental-no-brasil-equivalem-a-5-holandas.shtml</link>
<description>
Cerca de 43 mil propriedades rurais estão embargadas por irregularidades ambientais no Brasil, segundo levantamento inédito do Ibama.
Considerando a média de 500 hectares por fazenda, são 21,5 milhões de hectares interditados pelo órgão ambiental, o equivalente a cinco vezes o tamanho da Holanda, estima a Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais).
A área também corresponde a 8,5% da área total destinada à agricultura e à pecuária no país --258 milhões de hectares, dos quais 190 milhões são pastagens.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/05/1277062-fazendas-interditadas-por-irregularidade-ambiental-no-brasil-equivalem-a-5-holandas.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (11/05/2013 - 03h00)</description>
<pubDate>11 May 2013 03:00:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Vídeo mostra desmatamento da Amazônia e outras transformações nas últimas décadas</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1277002-video-mostra-desmatamento-da-amazonia-e-outras-transformacoes-nas-ultimas-decadas.shtml</link>
<description>
Uma parceria do Google com a Nasa, o Serviço de Pesquisa Geológica dos EUA e a revista &amp;quot;Time&amp;quot; permite acompanhar imagens de grandes transformações na Terra nos últimos 25 anos.
Segundo a empresa de tecnologia, o projeto usou &amp;quot;milhões de imagens de satélite e trilhões de pixels&amp;quot; para tornar possível essa retrospectiva visual.
Além do desmatamento na floresta amazônica no Brasil, é possível acompanhar também a construção das ilhar artificiais em Dubai, o derretimento de geleiras, a expensão urbana de Las Vegas e outros fenômenos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1277002-video-mostra-desmatamento-da-amazonia-e-outras-transformacoes-nas-ultimas-decadas.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (10/05/2013 - 22h11)</description>
<pubDate>10 May 2013 22:11:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Nível de gás carbônico no ar atinge marca histórica</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1276619-nivel-de-gas-carbonico-no-ar-passa-marca-historica.shtml</link>
<description>
Pela primeira vez na história humana, a concentração do dióxido de carbono na atmosfera passou a marca das 400 ppm (partes por milhão). A última vez que tanto gás-estufa estava no ar foi há muitos milhões de anos, quando o Ártico não era coberto de gelo, o Saara era coberto por savana e o nível do mar era até 40 metros mais elevado do que hoje.
A medição não significa que, instantaneamente, haverá mais problemas ou doenças relacionadas ao CO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;. A questão tem todo um contexto simbólico.
Nas últimas décadas, os cientistas assinalaram que, para evitar um aquecimento excessivo da Terra, esse limite não deveria ser ultrapassado. O resultado de agora demonstra, em um certo sentido, que os esforços para controlar as emissões de carbono provocadas pelo homem estão falhando.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1276619-nivel-de-gas-carbonico-no-ar-passa-marca-historica.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (10/05/2013 - 16h13)</description>
<pubDate>10 May 2013 16:13:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Derretimento de geleiras da Groenlândia pode desacelerar</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1275580-derretimento-de-geleiras-da-groelandia-pode-desacelerar.shtml</link>
<description>
Um novo estudo publicado na revista &amp;quot;Nature&amp;quot; usou uma sofisticada modelagem de computador para simular os efeitos do aquecimento global no degelo de quatro grandes geleiras da Groenlândia e sua consequente interferência na elevação do nível do oceano.
&lt;table class=&quot;fe300&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Dirk van As/Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ambiente/images/13128713.jpeg&quot; alt=&quot;Gelo se parte na geleira Kangiata Nunata Sermia, uma das estudadas pelos cientistas&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Gelo se parte na geleira Kangiata Nunata Sermia, uma das estudadas pelos cientistas&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
O grupo verificou que o ritmo de derretimento não deve acompanhar as rápidas taxas dos últimos anos, mas isso não significa que as geleiras irão parar de diminuir.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1275580-derretimento-de-geleiras-da-groelandia-pode-desacelerar.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/05/2013 - 03h15)</description>
<pubDate>09 May 2013 03:15:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Coletivo promove concurso de fotos de cães</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2013/05/1274068-coletivo-promove-concurso-de-fotos-sobre-caes.shtml</link>
<description>
Eles sãos conhecidos como os melhores amigos do homem, mas também são encontrados abandonados pelas ruas e lotam as ONGs de proteção animal. Dentro desse contexto, qual é o papel social do cachorro no dia a dia do ser humano?
Para inspirar essa reflexão, o coletivo Matilha Cultural promove, pela primeira vez, o Cãocurso. A ação faz parte da programação da quarta edição do PráCachorro, projeto que, de 28 de maio a 7 de julho, traz diversas atividades para celebrar essa parceria tão antiga e, ao mesmo tempo, alertar sobre os problemas enfrentados pelos cães.
&lt;p class=&quot;gallery&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/15861-exposicao-pracachorro&quot;&gt;Veja fotos&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2013/05/1274068-coletivo-promove-concurso-de-fotos-sobre-caes.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (07/05/2013 - 06h55)</description>
<pubDate>07 May 2013 06:55:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Oded Grajew: O que é (e o que não é) sustentabilidade</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2013/05/1274399-oded-grajewo-o-que-e-e-o-que-nao-e-sustentabilidade.shtml</link>
<description>
Embora em voga, o conceito de sustentabilidade ainda é pouco compreendido tanto por quem fala sobre ele quanto por quem o ouve.
Nos últimos anos, intensificou-se a discussão a respeito do aquecimento global e do esgotamento dos recursos naturais. São preocupações legítimas e inquestionáveis, mas que geraram distorção no significado de sustentabilidade, restringindo-o às questões ambientais.
Não é só isso. A sustentabilidade está diretamente associada aos processos que podem se manter e melhorar ao longo do tempo. A insustentabilidade comanda processos que se esgotam. E isso depende não apenas das questões ambientais. São igualmente fundamentais os aspectos sociais, econômicos, políticos e culturais.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2013/05/1274399-oded-grajewo-o-que-e-e-o-que-nao-e-sustentabilidade.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (07/05/2013 - 03h30)</description>
<pubDate>07 May 2013 03:30:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Planalto diz que índios que invadiram Belo Monte 'não são sérios' e rejeita diálogo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/05/1274329-planalto-diz-que-indios-que-invadiram-belo-monte-nao-sao-serios-e-rejeita-dialogo.shtml</link>
<description>
A Secretaria-Geral da Presidência da República informou nesta segunda-feira (6) que não irá negociar com índios que invadiram um dos canteiros da obra da hidrelétrica de Belo Monte (PA), paralisando parcialmente a obra pelo quinto dia consecutivo.
Ao menos 80% dos 180 índios que invadiram a obra são da etnia mundurucu, de aldeias situadas ao longo do rio Tapajós, a centenas de quilômetros de distância de Belo Monte.
Dizem ter uma pauta de reivindicações para o governo federal, como a regulamentação do mecanismo de consulta prévia sobre obras que interfiram em terras indígenas, paralisação de obras e estudos de hidrelétricas nos rios Xingu, Tapajós e Teles Pires, e suspensão do envio de tropas da Força Nacional de Segurança às comunidades.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/05/1274329-planalto-diz-que-indios-que-invadiram-belo-monte-nao-sao-serios-e-rejeita-dialogo.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/05/2013 - 20h07)</description>
<pubDate>06 May 2013 20:07:00 -0300</pubDate>
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<item>
<title>Contemplando a vida sem petróleo e gás</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1272811-contemplando-a-vida-sem-petroleo-e-gas.shtml</link>
<description>
Até que ponto nós realmente &amp;quot;precisaremos&amp;quot; de combustíveis fósseis nos próximos anos?
À medida que a energia renovável fica mais barata e que máquinas e edifícios se tornam mais eficientes em termos energéticos, vários países estão reduzindo o uso de combustíveis fósseis. Os EUA, por outro lado, continuam sendo o segundo maior emissor de gases do efeito estufa, atrás da China.
&lt;table class=&quot;articleGraphic&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td rowspan=&quot;3&quot; class=&quot;articleGraphicSpace&quot;&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td class=&quot;articleGraphicCredit&quot;&gt;Robert Samuel Hanson/The New York Times&lt;/td&gt;
&lt;td rowspan=&quot;3&quot; class=&quot;articleGraphicSpace&quot;&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;articleGraphicImage&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ambiente/images/13125279.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1272811-contemplando-a-vida-sem-petroleo-e-gas.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/05/2013 - 03h03)</description>
<pubDate>06 May 2013 03:03:00 -0300</pubDate>
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<title>Nova tecnologia dificulta reciclagem de TVs</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1272819-nova-tecnologia-dificulta-reciclagem-de-tvs.shtml</link>
<description>
No ano passado, dois inspetores da agência de lixo tóxico da Califórnia visitaram uma empresa de reciclagem perto de Fresno e toparam com um depósito abarrotado com dezenas de milhares de velhos televisores e monitores de computador.
A camada de vidro quebrado e a poeira carregada de chumbo eram tão espessas que os inspetores foram embora por razões de segurança. Semanas depois, o dono da empresa sumiu, deixando para trás um risco tóxico e uma custosa operação de limpeza.
A reciclagem desses monitores e TVs era lucrativa há poucos anos. Os grandes funis vítreos do interior -chamados tubos de raios catódicos, ou CRTs,- eram derretidos e transformados em peças novas.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/05/1272819-nova-tecnologia-dificulta-reciclagem-de-tvs.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/05/2013 - 03h01)</description>
<pubDate>06 May 2013 03:01:00 -0300</pubDate>
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