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<title>Folha de S.Paulo - Colunas - Eliane Cantanhêde    </title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha de S.Paulo. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@grupofolha.com.br (Webmaster Folha de S.Paulo)</webMaster>

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<title>Folha de S.Paulo - Colunas - Eliane Cantanhêde    </title>
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<title>Tão longe, tão perto</title>
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&lt;b&gt;BRASÍLIA&lt;/b&gt; - A posição e os percalços da presidente Dilma e do governador Alckmin em 2014 guardam semelhanças. E não são poucas.
Ambos têm máquina, popularidade, partidos fortes, bases de apoio folgadas e caixas de campanha recheadas. Mas vão enfrentar problemas parecidos: alguma fadiga de material do PT no plano nacional, em mais de 12 anos no poder, e muita do PSDB no paulista, depois de 20 anos.
Cada um dos favoritos para os dois cargos mais cobiçados da República tem também o seu calcanhar de aquiles: contra Dilma, incertezas na economia, com um índice pior do que o outro; contra Alckmin, a escalada da violência, com uma morte macabra atrás da outra no Estado.
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<pubDate>05 May 2013 03:01:00 -0300</pubDate>
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<title>Triângulo mineiro</title>
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&lt;b&gt;BRASÍLIA -&lt;/b&gt; A guerra eleitoral foi transferida hoje para Uberaba, no rico Triângulo Mineiro, onde estarão, para a abertura da tradicional Expozebu, a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula e o senador e presidenciável tucano Aécio Neves. Taí, vai ser divertido.
O cenário e o ambiente de agropecuaristas favorecem Aécio, que já governou o Estado e estará em casa. Já Dilma, que nasceu em Minas, mas fez carreira no Sul, convive com uma má notícia atrás da outra na economia e acaba de receber vaias de ruralistas em Mato Grosso do Sul.
Mas serão dois contra um, reproduzindo a propaganda eleitoral de rádio e TV do PT, na qual é sugerida uma simbiose entre Lula e Dilma, o abstrato e o concreto.
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<pubDate>03 May 2013 03:30:00 -0300</pubDate>
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<title>Escapando das armadilhas</title>
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&lt;b&gt;BRASÍLIA -&lt;/b&gt; A pressão funcionou e o Congresso pôs duas propostas incendiárias em banho-maria: a que tira do Supremo a última palavra em algumas questões e a que subtrai o poder de investigação do Ministério Público. Mas uma terceira ainda está pegando fogo --a que asfixia novos partidos.
A proposta sobre o Supremo passou a ser uma guerra retórica no próprio Congresso e a que restringe o Ministério Público ganhou uma dessas comissões criadas para dar em nada. Nos dois casos, prevaleceram os bombeiros do Legislativo, do Judiciário e até do Executivo (caso do ministro da Justiça).
Já o projeto que atinge a Rede Sustentabilidade, de Marina Silva, o Solidariedade, de Paulinho da Força Sindical, e a Mobilização Democrática, da fusão PPS-PMN, gerou romarias ao Supremo, pró e contra, mas não se chegou a uma conclusão, ou a um jeitinho para entrar na gaveta.
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<pubDate>02 May 2013 03:30:00 -0300</pubDate>
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<title>A nova polarização</title>
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&lt;b&gt;BRASÍLIA -&lt;/b&gt; Enquanto Judiciário e Legislativo se digladiavam, a eleição presidencial avançava bastante na semana passada, com ações e reações do governo e das oposições.
Aécio Neves, do PSDB, lançou a ideia de um mandato presidencial de cinco anos, sem direito a reeleição. Eduardo Campos, do PSB, mordeu a isca e ligou ao &amp;quot;concorrente&amp;quot; para endossar a ideia, que tem lá sua serventia simbólica, como mote para unir a oposição, mas nenhuma serventia prática. Que Congresso vai aprová-la? Só se for o de Marte, quem sabe o de Saturno?
Um movimento na mesma direção, a da união, mas em sentido contrário, de Aécio para Campos, foi quando o socialista apresentou-se no programa do seu partido na TV e não deixou dúvidas --é candidato e, apesar dos cargos do PSB no governo, está na oposição. Foi a vez de Aécio retribuir e dar as &amp;quot;boas-vindas&amp;quot; a ele na seara oposicionista.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1270876-a-nova-polarizacao.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/04/2013 - 03h30)</description>
<pubDate>30 Apr 2013 03:30:00 -0300</pubDate>
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<title>Tiro de canhão, tiro no pé</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1269932-tiro-de-canhao-tiro-no-pe.shtml</link>
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&lt;b&gt;BRASÍLIA&lt;/b&gt; - A semana passada foi de crise e esta será de sorrisos e salamaleques, mas a crise continua.
O grande problema não é de forma e de retórica apenas, mas sim de conteúdo. Logo, a crise só acaba com o fim de seus dois pivôs.
São eles um projeto que visa aniquilar uma candidatura e enfraquecer a oposição em favor da reeleição da presidente e outro que dá ao Congresso poder de veto em decisões tomadas pelo Supremo Tribunal Federal (Supremo Tribunal Federal!). Seria cômico, não fosse trágico.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1269932-tiro-de-canhao-tiro-no-pe.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (28/04/2013 - 03h30)</description>
<pubDate>28 Apr 2013 03:30:00 -0300</pubDate>
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<title>Crise</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1268960-crise.shtml</link>
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&lt;b&gt;BRASÍLIA -&lt;/b&gt; &amp;quot;Episódio desgastante, complicado; situação de tensão, disputa, conflito.&amp;quot; Essa é uma das definições do Houaiss para &amp;quot;crise&amp;quot; e, apesar de os ministros Toffoli e Lewandowski dizerem o contrário, não deixa dúvidas: há, sim, uma crise entre o Legislativo e o Judiciário, e de boas proporções.
O Congresso acusa o Judiciário de invasão de competência e &amp;quot;fúria legislante&amp;quot;, por usar julgamentos para cobrir lacunas legislativas, e tenta usurpar-lhe a última palavra em questões constitucionais.
Já o Supremo interfere na tramitação de um projeto parlamentar sobre criação de partidos, considerado pró-Dilma e anti-Marina, e chama de &amp;quot;molecagem&amp;quot; a votação da proposta que confere poder ao Congresso de vetar decisões do Supremo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1268960-crise.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/04/2013 - 03h30)</description>
<pubDate>26 Apr 2013 03:30:00 -0300</pubDate>
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<title>Rolo compressor</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1268290-rolo-compressor.shtml</link>
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&lt;b&gt;BRASÍLIA -&lt;/b&gt; Olho vivo, porque estão votando restrições ao partido de Marina Silva e duas emendas constitucionais intrigantes. Uma retira o papel de investigação do Ministério Público e outra dá poderes ao Congresso para vetar algumas decisões do Supremo Tribunal Federal!
Quem são &amp;quot;eles&amp;quot;, o sujeito oculto da frase --ou os sujeitos mesmo-- no parágrafo anterior? Deduza o que quiser. O fato é que o Congresso, onde o governo, o PT e o PMDB têm imensa maioria, dá corda a projetos que prejudicam adversários ou têm caráter óbvio de retaliação.
Procuradores reagem à mudança no Ministério Público e os ministros Gilmar Mendes e Marco Aurélio reagiram duramente à proposta, aprovada na CCJ da Câmara, de submeter ao Legislativo as súmulas vinculantes e as ações de inconstitucionalidade da corte.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1268290-rolo-compressor.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/04/2013 - 03h30)</description>
<pubDate>25 Apr 2013 03:30:00 -0300</pubDate>
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<title>De ponta cabeça</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1267084-de-ponta-cabeca.shtml</link>
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&lt;b&gt;BRASÍLIA&lt;/b&gt; - As bombas nos EUA ainda não totalmente explicadas, a economia da Europa devagar, as ameaças da Coreia do Norte, as incertezas em relação ao Irã, as intempéries na Ásia e a fome na África.
Não bastasse, temos agora na América do Sul dois polos que se contrapõem ferrenhamente. De um lado, a Venezuela chavista está vazia de Chávez e entupida de problemas. De outro, o Paraguai volta aos poucos à Unasul e ao Mercosul com um presidente eleito, Horacio Cartes, podre de rico num país muito pobre, além de suspeito de contrabando, lavagem de dinheiro e &amp;quot;otras cositas más&amp;quot;.
Tempos difíceis virão. O Brasil precisa urgentemente recuperar a força e o equilíbrio da sua diplomacia, para exercer a liderança que lhe cabe naturalmente, como país maior, mais populoso, mais rico e de maior inserção internacional na região.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1267084-de-ponta-cabeca.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (23/04/2013 - 03h30)</description>
<pubDate>23 Apr 2013 03:30:00 -0300</pubDate>
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<title>Serra e Ciro</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1266163-serra-e-ciro.shtml</link>
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&lt;b&gt;BRASÍLIA -&lt;/b&gt; Não precisa muita coisa para tirar José Serra e Ciro Gomes do sério, mas, se há algo em particular que irrita os dois, é dizer que eles têm muito em comum. E não é que têm mesmo?
Vejamos agora. Serra se recusa a apoiar o tucano Aécio Neves para a Presidência e até mesmo a comparecer em eventos para divulgar a candidatura. E Ciro se recusa a apoiar o correligionário Eduardo Campos, do PSB, e leva junto seu irmão, o governador do Ceará, Cid Gomes.
As motivações são as mesmas: no plano político, disputa de poder; no pessoal, ressentimento. Aliás, façamos justiça: até com boas razões.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1266163-serra-e-ciro.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/04/2013 - 22h00)</description>
<pubDate>20 Apr 2013 22:00:00 -0300</pubDate>
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<title>A quem interessa</title>
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&lt;b&gt;BRASÍLIA&lt;/b&gt; - O projeto que restringe o financiamento e a participação de novos partidos na TV é um claro lance da campanha eleitoral, uma guerra do governo contra as oposições.
Ponto para o governo, que conseguiu aprová-lo na Câmara, mas é também um indicador de que a candidatura Dilma não está tranquila quanto à vitória e teme a multiplicação de adversários no primeiro turno.
Com as devidas ressalvas de que a pulverização partidária é danosa e de que a vitória do projeto foi expressiva --240 a 30--, a mudança peca num ponto vital: o da oportunidade, que resvala para o oportunismo e desaba num casuísmo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1265106-a-quem-interessa.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/04/2013 - 03h30)</description>
<pubDate>19 Apr 2013 03:30:00 -0300</pubDate>
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<title>3 versus 30</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1264435-3-versus-30.shtml</link>
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&lt;b&gt;BRASÍLIA&lt;/b&gt; - Com a Comissão de Direitos Humanos da Câmara fechada e 93% dos paulistanos defendendo a redução da idade penal, 29 moradores de rua e mais um viciado são mortos em Goiânia, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Com razão, o planeta está em choque com a morte de três pessoas na maratona nos EUA. E quem está em choque com a morte de 30 infelizes sem amor-próprio e sem proteção do Estado brasileiro?
Ontem, houve uma debandada de deputados da Comissão de Direitos Humanos e dezenas de pessoas continuaram gritando para afugentar o deputado e pastor Marco Feliciano. Nem a portas fechadas a comissão consegue funcionar.
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<pubDate>18 Apr 2013 03:30:00 -0300</pubDate>
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<title>Partida ao meio</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1263164-partida-ao-meio.shtml</link>
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&lt;b&gt;BRASÍLIA&lt;/b&gt; - O chavismo manteve o governo, mas a grande vencedora na Venezuela foi a oposição.
Mesmo emparedado pelo mito Chávez, pela magia da sua morte prematura e por uma campanha agressiva, o candidato Henrique Capriles perdeu por uma margem muito mais estreita do que previam todas as pesquisas: menos de dois pontos percentuais.
Isso significa que a Venezuela está dividida ao meio e que o presidente Nicolás Maduro terá tempos difíceis pela frente. Sem Chávez e sem a retórica do líder, capaz de desfocar erros e desviar críticas, só resta a Maduro arregaçar as mangas e apresentar resultados.
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<pubDate>16 Apr 2013 03:30:00 -0300</pubDate>
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<title>Um Chávez que não é Chávez</title>
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&lt;b&gt;BRASÍLIA&lt;/b&gt; - Dias depois de publicar na &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; a primeira entrevista do presidente Hugo Chávez a um jornal brasileiro, em agosto de 1999, escrevi uma reportagem com o seguinte título: &amp;quot;Economia ameaça &apos;revolução&apos; de Chávez&amp;quot;.
Com um salto de quase 14 anos e trocando o nome de Chávez por Nicolás Maduro, o texto continua atualíssimo. Ou seja, muita coisa mudou profundamente na Venezuela de Chávez, mas os desafios resistem.
Primeiro parágrafo: &amp;quot;Chávez assumiu há seis meses e governa com alta taxa de aprovação, mas depende de melhoras na economia para manter o apoio popular à sua &apos;revolução&apos;&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1262244-um-chavez-que-nao-e-chavez.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (14/04/2013 - 03h01)</description>
<pubDate>14 Apr 2013 03:01:00 -0300</pubDate>
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<title>Tudo de tudo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1261224-tudo-de-tudo.shtml</link>
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&lt;b&gt;BRASÍLIA&lt;/b&gt; - De um analista de poder: &amp;quot;Um problema da Dilma é que ela acha que sabe tudo de tudo, mas o pior é que a Dilma acha que só ela sabe tudo de tudo&amp;quot;.
O autor do diagnóstico é do setor elétrico, área que alavancou a carreira política de Dilma: o seu cargo no governo gaúcho, o ministério no governo Lula e, enfim, a candidatura à Presidência. Mas o diagnóstico não é só para o setor elétrico, vale para &amp;quot;tudo de tudo&amp;quot;, como ele frisou. E tem sido um complicador, particularmente, na gestão da economia.
O Brasil vive a curiosa situação de crescimento raquítico, com investimentos e indústria em baixa, ao lado de níveis pujantes de emprego e inflação preocupante. Com a palavra, o Banco Central, certo? Não, errado.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1261224-tudo-de-tudo.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/04/2013 - 03h30)</description>
<pubDate>12 Apr 2013 03:30:00 -0300</pubDate>
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<title>Toma lá, vota cá</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1260669-toma-la-vota-ca.shtml</link>
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&lt;b&gt;BRASÍLIA&lt;/b&gt; - Ao dizer que o ministro Luiz Fux tomou a iniciativa de prometer absolvê-lo caso ganhasse a vaga no Supremo Tribunal Federal, José Dirceu não deixa só Fux mal. Faz um mea-culpa, deixa outros ministros constrangidos e lança suspeitas sobre negociações nada republicanas do governo Dilma para nomear ministros do STF. Toma lá, vota cá?
Dirceu, claro, declarou não acreditar que a promessa de absolvição tenha pesado para Dilma nomear Fux, mas a dedução lógica do que ele disse --aliás, de tudo o que vem sendo dito-- é que essa negociação valeu não só para Fux, mas para outros, desde o governo Lula. A diferença é que ele, em vez de absolver, condenou.
Já no julgamento, quando os ministros passaram a votar contra os réus, um atrás do outro, a ira nos bastidores do Planalto era dirigida particularmente a Fux, acrescentada de um adjetivo: traidor.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/elianecantanhede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/1260669-toma-la-vota-ca.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (11/04/2013 - 03h30)</description>
<pubDate>11 Apr 2013 03:30:00 -0300</pubDate>
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