<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1" ?>
<rss version="0.91">
<channel>

<title>Folha de S.Paulo - Colunas - Marcelo Leite</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha de S.Paulo. Todos os direitos reservados.</copyright>
<docs>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/conheca/arquivo_e_copyright.shtml</docs>
<webMaster>webmaster@grupofolha.com.br (Webmaster Folha de S.Paulo)</webMaster>

<image>
<title>Folha de S.Paulo - Colunas - Marcelo Leite</title>
<url>http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/5.2/images/lgo-folha_de_spaulo-167x31.gif</url>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/</link>
<width>88</width>
<height>31</height>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
</image>

<item>
<title>Raios e trovoadas em 2013</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/1213750-raios-e-trovoadas-em-2013.shtml</link>
<description>
Ninguém precisa ser meteorologista para prever que a mudança do clima produzirá um dilúvio de notícias em 2013, após a estiagem criada pela alta pressão conservadora. O debate vai trovoar porque começam a reunir-se os fatores para uma tempestade perfeita.
Com exceção de 1998, os dez anos mais quentes da história foram registrados neste século. O de 2012 foi o mais escaldante dos EUA, castigado pelo furacão Sandy em outubro. Em setembro, o oceano Ártico bateu o recorde de menor extensão da calota de gelo em sua superfície.
Ganha impulso a guerrilha ideológica contra o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima). O colegiado de centenas de cientistas apresentará em setembro seu quinto relatório de avaliação (AR5), com o estado da arte das previsões para o aquecimento global.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/1213750-raios-e-trovoadas-em-2013.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/01/2013 - 03h30)</description>
<pubDate>12 Jan 2013 03:30:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Sem remédio</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/879402-sem-remedio.shtml</link>
<description>
Se você tem risco elevado de desenvolver câncer ou doença cardíaca, não conte demais com a tecnologia do futuro, ao menos do futuro à vista, para aliviar seu padecimento. Os medicamentos para essas enfermidades têm as piores taxas de sobrevivência no percurso entre pesquisa e aprovação oficial para venda e consumo.
O dado desanimador consta de &lt;a href=&quot;http://bio.org/news/pressreleases/newsitem.asp?id=2011_0214_02&quot;&gt;levantamento&lt;/a&gt; da Organização da Indústria de Biotecnologia (BIO, na abreviação em inglês). Foram considerados 4.275 medicamentos em qualquer fase do processo de licenciamento no período 2003-2011.
Estudos clínicos de segurança e eficácia de novas drogas passam por três fases de testes, com exigências científicas e estatísticas crescentes (como número de pacientes participantes). Depois, elas são submetidas à aprovação final de órgãos reguladores como a poderosa FDA (agência de fármacos e alimentos dos Estados Unidos).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/879402-sem-remedio.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (23/02/2011 - 07h02)</description>
<pubDate>23 Feb 2011 07:02:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>A ilha dos caranguejos vermelhos</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/876033-a-ilha-dos-caranguejos-vermelhos.shtml</link>
<description>
Quem disse que na internet se encontra de tudo?
Após uns 30 minutos de tentativas, desisti de descobrir o nome da espécie de caranguejo que infesta a ilha de Trindade, pouco mais que um rochedo 1.200 km a leste de Vitória, capital do Espírito Santo. Achei graça na indicação do bicho como principal característica da ilhota de 10 quilômetros quadrados no meio do Atlântico, habitada apenas por uma guarnição da Marinha brasileira, e queria saber o nome científico do animal. Nada.
Tenho esperança de que, com esta coluna, venha a descobrir sua identidade e suas características. Seria legal saber, por exemplo, se é endêmico de Trindade, ou se existe também na ilha &amp;quot;vizinha&amp;quot; de Martim Vaz (a 48 km de distância). Como é possível que um bicho desses tome conta de uma ilha, a ponto de colonizar até mesmo seus picos mais altos, de 600 metros de altura?
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/876033-a-ilha-dos-caranguejos-vermelhos.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (16/02/2011 - 07h07)</description>
<pubDate>16 Feb 2011 07:07:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>E se a Amazônia morrer?</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/872192-e-se-a-amazonia-morrer.shtml</link>
<description>
Foi só com uns 40 anos de idade, ali por 1997, que tive o privilégio de ver o chão de um pedaço de floresta amazônica forrado com as flores do piquiá, no mês de setembro. Num livrinho de 2001 (A Floresta Amazônica, da série &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135492&quot;&gt;Folha Explica&lt;/a&gt;), registrei o desejo de que minhas filhas pudessem um dia ter a mesma visão da gigantesca árvore.
Elas já são adultas e não tiveram tal sorte, embora já tenham ido à Amazônia. Mas suas chances diminuem a cada dia.
É só uma possibilidade. Mas aprendi a temer a Lei de Murphy (algo como: &amp;quot;tudo que pode dar errado acaba dando errado&amp;quot;).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/872192-e-se-a-amazonia-morrer.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2011 - 07h09)</description>
<pubDate>09 Feb 2011 07:09:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Espiritismo galopante</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/869229-espiritismo-galopante.shtml</link>
<description>
Talvez por excesso de otimismo, tendo a encarar a proliferação de filmes, livros e minisséries de TV sobre espiritismo e Chico Xavier como frutos maduros do oportunismo comercial. A credulidade do homem comum, afinal, precisa ser reavivada de tempos em tempos pela indústria cultural com novas doses de vampiros e zumbis, premonições e psicografias.
Surge agora a dúvida: quando produtores culturais mais &amp;quot;sérios&amp;quot; e reconhecidos também sucumbem às forças do além, haverá aí um fenômeno mais profundo da época, digno da atenção de ateus, céticos e admiradores das ciências naturais? Uma pergunta para Clint Eastwood e Alejandro González Iñárritu.
Aproveitando um raro fim de semana em São Paulo, no meu programa estava uma dose dupla de cinema: &amp;quot;Além da Vida&amp;quot;, de Eastwood, e &amp;quot;Biutiful&amp;quot;, de Iñárritu. Resultou numa dose dupla de espiritismo. No primeiro caso, pelo menos, era óbvia --a começar pelo título-- a vinculação com a morte.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/869229-espiritismo-galopante.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/02/2011 - 07h04)</description>
<pubDate>02 Feb 2011 07:04:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>As proteínas salvadoras do Dr. Hecht</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/866070-as-proteinas-salvadoras-do-dr-hecht.shtml</link>
<description>
Posso ter deixado escapar, mas não vi em lugar nenhum da imprensa brasileira, com o devido destaque, a notícia do ano em biologia: cientistas de Princeton (EUA) criaram 1 milhão de proteínas artificiais e conseguiram provar que algumas delas funcionam em organismos vivos. Melhor: demonstraram que elas podem salvar a vida de bactérias marcadas para morrer.
É um grande feito da biologia sintética, nova moda no campo das biotecnologias. Esse ramo de pesquisa se dedica a projetar e construir componentes e sistemas biológicos que não existem na natureza. Coisas como a bactéria &amp;quot;sintética&amp;quot; anunciada por Craig Venter em maio do ano passado, na realidade um carcaça de bactéria na qual se injetou todo um genoma (coleção de genes de uma espécie ou indivíduo) construído em laboratório.
A nova façanha, realizada pelo grupo de Michael Hecht, fez coisa diferente. Enquanto Venter se limitou, em grande parte, a copiar sequências de genes existentes na natureza, Hecht construiu DNA com conteúdo inteiramente inédito. Usou, no entanto, conhecimento acumulado por sua equipe para fazê-lo de modo que as proteínas resultantes se enovelassem de forma previsível e se tornassem funcionais.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/866070-as-proteinas-salvadoras-do-dr-hecht.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/01/2011 - 09h50)</description>
<pubDate>26 Jan 2011 09:50:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Austrália testa mosquito antidengue</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/862553-australia-testa-mosquito-antidengue.shtml</link>
<description>
Não é nova a ideia de modificar mosquitos transmissores de moléstias como dengue e malária para que parem de fazê-lo e, assim, possibilitar o controle dessas doenças. No Brasil, por exemplo, Margareth de Lara Capurro pesquisou mosquitos anofelinos transgênicos para combater malária.
Agora, na Austrália, pesquisadores se preparam para testar uma bactéria excêntrica na luta contra a dengue, sem lançar mão de controversas modificações genéticas. Eles contam com ajuda de pelo menos um brasileiro, Luciano Moreira, do Instituto de Pesquisas René Rachou (MG), da Fiocruz (se você é assinante, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0901201001.htm&quot;&gt;leia aqui&lt;/a&gt; reportagem de Reinaldo José Lopes na &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; sobre a pesquisa, publicada um ano atrás).
A proposta é tornar os insetos resistentes ao parasita causador da doença. No caso da dengue, um flavivírus; no da malária, micro-organismos do gênero Plasmodium. Se o corpo do mosquito se torna um ambiente inóspito para o agente, a doença fica sem vetor e a transmissão se interrompe.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/862553-australia-testa-mosquito-antidengue.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/01/2011 - 03h30)</description>
<pubDate>19 Jan 2011 03:30:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>EUA podem rever liberalismo transgênico</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/858879-eua-podem-rever-liberalismo-transgenico.shtml</link>
<description>
Quando surgiram as primeiras controvérsias sobre a liberação de organismos geneticamente modificados -ou transgênicos- no ambiente, nos anos 1990, duas escolas de regulação se cristalizaram: a americana, muito liberal e baseada em verificação &amp;quot;a posteriori&amp;quot;, e a europeia, mais inclinada para o princípio da precaução e testes de segurança anteriores ao licenciamento.
No Brasil, como seria talvez de prever, nenhum modelo chegou a cristalizar-se. Instituiu-se um cabo de guerra entre biotecnólogos, cultuadores do liberalismo americano, e altermundistas, fervorosos defensores de provas da ausência de risco (como se isso fosse possível). Aos poucos o primeiro time foi conquistando terreno, como já prenunciavam a criação e o batismo da CTNBio - aquela comissão de biossegurança que é técnica antes mesmo de ser nacional.
Os críticos e céticos dos transgênicos tornaram-se minoria na comissão, no governo de Lula e, hoje em dia, na própria comunidade científica (que um dia também já foi quase unanimemente contrária ao programa nuclear brasileiro). Ainda contam com alguns quixotes na CTNBio e aliados no Judiciário e no Ministério Público. No geral, contudo, vêm perdendo quase todas as batalhas. Soja, milho e algodão transgênicos avançam pelos campos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/858879-eua-podem-rever-liberalismo-transgenico.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/01/2011 - 07h01)</description>
<pubDate>12 Jan 2011 07:01:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Grão de sal na biologia sintética</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/849315-grao-de-sal-na-biologia-sintetica.shtml</link>
<description>
No campo das biotecnologias, as modas prometeicas se sucedem com promessas renovadas de soluções para todos os problemas do mundo --ou quase.
A genômica resolverá o problema do câncer e da AIDS. A transgenia salvará a agricultura da insustentabilidade e a humanidade, da fome. A nanotecnologia criará veículos perfeitos para ministrar remédios teleguiados, que só alvejarão tecidos e órgãos doentes.
A biologia sintética, última promessa, se propõe a solucionar nada menos que os maiores problemas ambientais da Terra: energia (isto é, aquecimento global) e poluição.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/849315-grao-de-sal-na-biologia-sintetica.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (22/12/2010 - 07h05)</description>
<pubDate>22 Dec 2010 07:05:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Pacote de Cancún</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/844965-pacote-de-cancun.shtml</link>
<description>
Não se esperava da 16ª Conferência das Partes (COP-16) da Convenção da ONU sobre Mudança do Clima, no México, que resultasse em um novo tratado para substituir o Protocolo de Kyoto. O mau resultado de Copenhague (COP-15), há um ano, contaminara toda a atmosfera de negociação. Com expectativas tão rebaixadas, o Pacote de Cancún --como está sendo chamado-- até que não decepcionou por inteiro.
A meta da negociação é chegar a um acordo internacional para redistribuir entre os 194 membros da convenção parcelas no esforço de conter o aquecimento global. O meio são cortes nas emissões de gases como o dióxido de carbono (CO2), que retêm radiação do Sol na atmosfera e a esquentam. Em Kyoto, só países desenvolvidos assumiram compromissos de redução.&lt;br/&gt;
Tais reduções exigem grandes investimentos, como na migração para fontes renováveis de energia. Dependendo do grau de dependência de uma nação em relação a combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás natural, grandes fontes de CO2), sua competitividade internacional pode ser afetada de modo significativo.
Kyoto expira em 2012, e seu substituto já deveria estar pronto para detalhamento em cada país e adoção como lei pelos respectivos Parlamentos (ratificação). Os EUA nunca ratificaram o protocolo, e o Japão chegou a Cancún dizendo que não aceitaria um segundo período do tratado se na COP-16 não surgisse um acordo com obrigações para os americanos e grandes países em desenvolvimento, como China, Índia e Brasil.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/844965-pacote-de-cancun.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (13/12/2010 - 15h28)</description>
<pubDate>13 Dec 2010 15:28:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Tudo errado em Cancún</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/842211-tudo-errado-em-cancun.shtml</link>
<description>
Fora as cerca de 9.000 pessoas que circulam como formigas pelo resort Moon Palace, em Cancún (México), ninguém mais está prestando muita atenção ao que se passa por aqui. Deveriam.
Primeiro, porque é a qualidade do futuro da vida na Terra que se discute nesta 16a. Conferência das Partes (COP-16) da Convenção da ONU sobre Mudança do Clima. Segundo, porque está tudo errado nessa discussão.
(A começar, claro, pelo lugar: Cancún é uma gigantesca infra-estrutura hoteleira alienígena aterrissada sobre um ambiente frágil de restinga, mangues e lagunas, que passará um mau bocado com a elevação do nível do mar e o possível aumento da força e do número de furacões.)
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/842211-tudo-errado-em-cancun.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (08/12/2010 - 07h09)</description>
<pubDate>08 Dec 2010 07:09:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Clima e saúde andam juntos</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/838655-clima-e-saude-andam-juntos.shtml</link>
<description>
A 16ª Conferência das Partes da Convenção da ONU sobre Mudança do Clima (COP-16) começou anteontem em passo de cágado, no México. Lamento predizer que será mais um fracasso na série de COPs que vem claudicando desde Bali (2008) e Copenhague (2009).
Lamento mesmo: preferiria mil vezes morder a língua e ver Cancún produzir um acordo global de redução de emissões de gases do efeito estufa, com força jurídica e maior ambição que o Protocolo de Kyoto. São múltiplas as indicações, porém, de que isso não vai acontecer.
O ideal seria um compromisso capaz de restringir o aquecimento médio da atmosfera a 1,5°C ou no máximo 2°C neste século, pois esquentar vai de qualquer jeito (ou melhor, já esquentou, 0,7°C). Considera-se que esse é um limite razoavelmente seguro, dentro do qual seria possível adotar medidas de adaptação de custo não proibitivo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/838655-clima-e-saude-andam-juntos.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (01/12/2010 - 07h23)</description>
<pubDate>01 Dec 2010 07:23:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Bacalhau, atum e cia.</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/835109-bacalhau-atum-e-cia.shtml</link>
<description>
Do jeito que a coisa vai, todo mundo vai ter de virar vegetariano. Não por opção, mas por falta dela. Mesmo quem andava pensando em escapar da carne vermelha, em favor do peixe, vai precisar rever posição, mais dia menos dia, com a crise dos estoques de pescado.
Carne vermelha, para esta coluna, é bovina, suína ou galinácea. Bichos criados em escala industrial, o que ocasiona um monte de problemas ambientais --destruição de florestas (o rebanho brasileiro que mais cresce é o da Amazônia) à contaminação de mananciais com efluentes (esterco). Oxalá ovinos e caprinos tenham menos impacto, rogam os mais crédulos.
Mesmo frangos, que já foram considerados carne &amp;quot;branca&amp;quot; e saudável, são para lá de problemática. O jeito como são criados nas grandes granjas costuma ser aterrador, para quem se dá ao trabalho de buscar saber de onde vem a comida. Mesmo sem simpatia pelo bicho em si, dá para compadecer-se diante da informação de que os bicos são decepados para impedir automutilação.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/835109-bacalhau-atum-e-cia.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2010 - 07h01)</description>
<pubDate>24 Nov 2010 07:01:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>A flor do genoma</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/831492-a-flor-do-genoma.shtml</link>
<description>
&lt;table class=&quot;fe300&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Mirela Andronescu/Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/colunas/images/10320451.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
A imagem que você vê ao lado é a mais nítida representação já obtida para a distribuição de cromossomos dentro de um núcleo celular. Seus autores a compararam com um nenúfar, a flor aquática imortalizada nos quadros do impressionista Claude Monet. Pode não ser tão bonita quanto as dele, mas tem lá sua beleza.
Para admirar a flor do genoma plenamente, é preciso contemplá-la com os olhos do intelecto --armados com os binóculos da história da ciência. Alguns conceitos e descrições também ajudarão a entendê-la.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/831492-a-flor-do-genoma.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (17/11/2010 - 07h00)</description>
<pubDate>17 Nov 2010 07:00:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Uma pajelança para Claudia Andujar</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/828153-uma-pajelanca-para-claudia-andujar.shtml</link>
<description>
Quem nasceu depois de 1970 provavelmente perdeu a chance de conhecer a revista &amp;quot;Realidade&amp;quot; e, nela, o trabalho da fotógrafa Claudia Andujar, suíça de nascimento que adotou o Brasil nos anos 1950. Foi ao realizar uma reportagem sobre a Amazônia para a publicação que Andujar --um nome espanhol, recebido do primeiro marido-- conheceu os ianomâmis. E nunca mais se separou deles.
Pouca gente fez mais pelos ianomâmis. Com suas fotos, ela deu uma cara para esse povo isolado nos contrafortes das montanhas de Roraima e do sul da Venezuela. As imagens correram o mundo. Aqueles rostos serenos, orgulhosos e corajosos, com varetas de madeira graciosamente espetados junto aos lábios das mulheres, ajudaram a desfazer a impressão de &amp;quot;povo feroz&amp;quot; disseminada por uns poucos antropólogos.
A fotojornalista acabou por relegar a profissão para dedicar-se em tempo integral à criação da Comissão pela Criação do Parque Yanomami (CCPY), em 1978. Uma ONG do tempo em que a sigla nem existia direito, e que só deixou de existir em 2008.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/colunas/marceloleite/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/828153-uma-pajelanca-para-claudia-andujar.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (10/11/2010 - 07h05)</description>
<pubDate>10 Nov 2010 07:05:00 -0300</pubDate>
</item>
</channel>
</rss>
