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<title>Folha Online - Ambiente - Principal</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Ambiente - Principal</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<title>Baía de Guanabara (RJ) segue poluída após 15 anos de obras</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u691542.shtml</link>
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Após 15 anos do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG) divide opiniões, os envolvidos concordam que os resultados aparecem de maneira mais tímida do que era de se esperar. Mas eles também superam obstáculos que vão da burocracia ao desvio de verbas.
&amp;quot;A baía sofre pela posição estratégica, pelo tamanho e pela profundidade&amp;quot;, resume José Maria Pugas, presidente da Federação dos Pescadores do Rio de Janeiro (Feperj). &amp;quot;São cinco mil indústrias potencialmente poluidoras, e mais de 70% não têm tratamento de resíduos de qualquer ordem&amp;quot;.
&lt;table class=&quot;fe330&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Rafael Andrade-18.dez.2007/Folha Imagem&lt;/td&gt;
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&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ciencia/images/0902931.jpg&quot; alt=&quot;Navio transatlântico atravessa a Baía de Guanabara, perto da Ilha Fiscal, no Rio de Janeiro (RJ); despoluição após 15 anos atrasou&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Navio transatlântico atravessa a Baía de Guanabara, perto da Ilha Fiscal, no Rio de Janeiro (RJ); despoluição após 15 anos atrasou&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u691542.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 12h41)</description>
</item>
<item>
<title>Ecólogo defende dendê no lugar do biodiesel de soja</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u691532.shtml</link>
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O estudo de David Lapola, que &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u691496.shtml&quot;&gt;indica&lt;/a&gt; que biocombustível empurra a pecuária para a mata, também toca no delicado debate sobre qual planta será a melhor para produzir biodiesel no Brasil.
Segundo o trabalho, quase toda a pressão indireta que a soja produziria sobre a mata seria eliminada caso o combustível oriundo dela fosse trocado pelo de dendê.
&amp;quot;Para atender a mesma demanda de biodiesel, o dendê requer uma área muito menor, porque produz mais&amp;quot;, explica Lapola. &amp;quot;Com ele, o biodiesel ajudaria a promover a agricultura familiar e de pequena escala, sobretudo no Nordeste.&amp;quot;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u691532.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 12h13)</description>
</item>
<item>
<title>Biocombustível empurra boi para a mata</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u691496.shtml</link>
<description>
Ao aumentar a produção de biocombustíveis para substituir o petróleo, o Brasil pode dar grande contribuição para o mundo reduzir as emissões de gases-estufa, mas essa política pode acabar sendo um tiro pela culatra, indica um novo estudo.
Se a tendência atual de mudanças no uso da terra continuar, plantações de cana-de-açúcar e soja tomarão o lugar de pastagens, e estas serão empurradas para áreas de floresta, desmatando e emitindo carbono.
Isso é o que indica uma projeção feita pelo ecólogo paulista David Lapola, da Universidade de Kassel (Alemanha), autor principal de um estudo publicado na edição de hoje da revista &amp;quot;PNAS&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u691496.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 10h59)</description>
</item>
<item>
<title>Peixe gigante é registrado pela 1ª vez a 1.500 m de profundidade</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u691454.shtml</link>
<description>
Cientistas americanos conseguiram filmar o raríssimo peixe-remo, que pode atingir 17 metros de comprimento, no golfo do México. Essa pode ser a primeira filmagem já feita do &lt;i&gt;Regalecus glesne&lt;/i&gt; em seu habitat.
O grupo de pesquisadores utilizou veículos não tripulados emprestados por empresas petrolíferas para encontrar esse peixe, que normalmente só é visto na superfície do mar quando está próximo da morte.
&amp;quot;Nós vimos essa coisa vertical, clara e brilhante. Aproximamos um pouco a imagem e dissemos &apos;isso é um peixe!&apos;&amp;quot;, disse o coordenador da pesquisa Mark Benfield em entrevista ao repórter da BBC Jody Bourton.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u691454.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 10h23)</description>
</item>
<item>
<title>China enfrenta dilema sobre destino de 6.000 tigres em cativeiro</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u691410.shtml</link>
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Os especialistas se perguntam o que pode fazer a China com os 6.000 tigres que mantém em cativeiro em condições deploráveis e incapazes de se readaptarem à vida selvagem no período de um ano, no Ano do Tigre, no qual os preservacionistas tentarão salvar da extinção o símbolo mais poderoso da Ásia.
A população de tigres em cativeiro da China é a maior do mundo, após superar em 2007 os Estados Unidos, onde, segundo a organização Traffic, a rede mundial de vigilância sobre flora e fauna, há outros 5.000 deles entre muros e cercas.
A situação é um paradoxo, levando em conta que o felino se extinguirá em seu habitat em menos de três décadas se não forem tomadas medidas, segundo a organização ambiental WWF. No entanto, estes tigres domados são incapazes de aprender a caçar e seu habitat e presas praticamente desapareceram.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u691410.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 07h54)</description>
</item>
<item>
<title>Philips planeja aproveitar onda ecológica com sistemas LED de luz</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u691073.shtml</link>
<description>
Mais de um século após sua fundação, a Philips uma vez mais está apostando pesadamente nos semicondutores. Desta vez, a fabricante de bens eletrônicos de consumo deseja aproveitar o potencial deles como fonte de luz.
A fabricante de uma em cada quatro lâmpadas em uso no mundo, que vendeu sua divisão de semicondutores em 2006 porque não conseguiu mais concorrer com os rivais asiáticos, investiu mais de 4 bilhões de euros (US$ 5,47 bilhões) para aproveitar a onda da tecnologia ecológica e defender sua posição mundial.
A empresa está apostando em uma mudança no mercado da iluminação, com o abandono das ineficientes lâmpadas incandescentes. Investe agora nos diodos emissores de luz --LEDs-- mais conhecidos até o momento por seu uso nas telas iluminadas encontradas na maior parte dos produtos eletrônicos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u691073.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (08/02/2010 - 15h25)</description>
</item>
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<title>Seca na Austrália e nevasca na Antártida têm ligação, diz estudo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u691060.shtml</link>
<description>
Existe uma estreita relação entre a seca do sul da Austrália e as fortes nevascas no cume de Law Dome, na parte leste da Antártida, revela um estudo publicado pela revista &amp;quot;Nature&amp;quot; no domingo (7).
O fenômeno seria causado por um modelo de circulação atmosférica em que um vento frio e seco chega à Austrália enquanto o ar úmido e quente se dirige à zona antártica.
&lt;table class=&quot;fe330&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Reprodução&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ambiente/images/10039181.jpeg&quot; alt=&quot;Cume de Law Dome, na parte leste da Antártida; nevascas na região e seca do sul da Austrália têm ligação, dizem cientistas&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Cume de Law Dome, na parte leste da Antártida; nevascas na região e seca do sul da Austrália têm ligação, dizem cientistas&lt;/td&gt;
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&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u691060.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (08/02/2010 - 14h58)</description>
</item>
<item>
<title>Meio Ambiente age como organização paraestatal, diz deputado</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u691017.shtml</link>
<description>
Dois dias depois de dizer que o Ministério Público age como &amp;quot;braço jurídico&amp;quot; das ONGs ambientalistas, o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP) alvejou o Ministério do Meio Ambiente, chamando-o de &amp;quot;meio governo&amp;quot; e &amp;quot;organização paraestatal&amp;quot;.
As críticas vêm a propósito das posições dos dois órgãos sobre o Código Florestal, a lei de proteção às matas.
&lt;b&gt;Vote na enquete&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;http://polls.folha.com.br/poll/1004003/&quot;&gt;Você acha que o Código Florestal deve ser reformado?&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u691017.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (08/02/2010 - 13h23)</description>
</item>
<item>
<title>Corujas que se aproximam de humanos relutam em voltar à natureza</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u690919.shtml</link>
<description>
Joly não quer ir embora. A coruja é hóspede da Fazenda Capoava há sete meses e, mesmo depois de duas tentativas de soltura, ela se recusa a retornar para a mata. Por ter adotado o endereço como lar, a ave se transformou em xodó dos funcionários do hotel fazenda em Itu, no interior de São Paulo.
Mais curioso ainda é que ela passou a dormir à noite, contrariando os hábitos noturnos da espécie, só para conviver com as pessoas durante o dia. Outra característica assimilada é sempre aparecer quando ouve alguma voz.
Com um ano de idade, a coruja suindara foi encontrada ainda filhote nas ruas de Sorocaba, também no interior do Estado. Resgatada pelo Corpo de Bombeiros, foi levada ao zoológico local e, de lá, entregue à Capoava. &amp;quot;Temos uma parceria com o zoo&amp;quot;, conta o biólogo da fazenda, Ayo Miranda. &amp;quot;Como eles não têm tempo de trabalhar todo o processo de soltura, entregam o animal para nós.&amp;quot;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u690919.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (08/02/2010 - 12h07)</description>
</item>
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<title>Derretimento do Ártico pode custar US$ 24 tri até 2050, diz estudo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u690385.shtml</link>
<description>
O derretimento das geleiras no Ártico pode custar de US$ 2,4 trilhões a US$ 24 trilhões até 2050 em danos à agricultura global, aos imóveis e às seguradoras causados pelo aumento do nível dos oceanos, enchentes e ondas de calor, informou um estudo divulgado na sexta-feira.
&amp;quot;Todos ao redor do mundo irão carregar esses custos&amp;quot;, afirmou Eban Goodstein, um economista do Bard College, no Estado de Nova York, e co-autor do estudo chamado &amp;quot;Tesouro Ártico, Ativos Mundiais Derretendo&amp;quot;.
Ele afirmou que o relatório, revisado por mais de uma dezena de cientistas e economistas e financiado pelo Pew Environment Group, um braço do Pew Charitable Trusts, é a primeira tentativa de calcular o tamanho das perdas de uma das regiões mais importantes para o clima mundial.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u690385.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/02/2010 - 11h17)</description>
</item>
<item>
<title>Esgotos aquecem piscinas em cidade próxima de Paris</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u689933.shtml</link>
<description>
A água de duchas e banheiras, de lavadoras e máquinas de lavar pratos chega aos esgotos das cidades a uma temperatura média entre 15ºC e 20ºC, uma energia geralmente desperdiçada, mas um sistema inovador sugere aproveitar o recurso hídrico para aquecer piscinas em um município perto de Paris.
Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, é pioneira na França no aproveitamento da energia dos esgotos, com o qual pretende economizar na conta de energia elétrica e reduzir as emissões de gases do efeito estufa.
&lt;table class=&quot;fe330&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ambiente/images/10036191.jpeg&quot; alt=&quot;A cidade Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, é pioneira no aproveitamento de energia de esgotos&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;A cidade Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, é pioneira no aproveitamento de energia de esgotos&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u689933.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/02/2010 - 13h40)</description>
</item>
<item>
<title>Maior anfíbio do mundo, salamandra gigante ganha estudo; veja vídeo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u689433.shtml</link>
<description>
Um grupo de pesquisadores e ambientalistas está pesquisando uma espécie de salamandra gigante, com 1,7 metro de comprimento.
Além de seu tamanho, a salamandra &lt;i&gt;Andrias japonicus&lt;/i&gt;, conhecida como hanzaki no Japão, chamou a atenção de ambientalistas internacionais e cientistas japoneses pelo seu status de fóssil vivo e pelo fato de não ser atingida por um fungo que está devastando muitas outras espécies de anfíbios no mundo todo.
&lt;table class=&quot;fe330&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;BBC&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://www.bbc.co.uk/worldservice/emp/pop.shtml?l=pt&amp;amp;t=video&amp;amp;r=1&amp;amp;p=/portuguese/meta/dps/2010/02/emp/100204_salamandra_video.emp.xml&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/bichos/images/10036102.jpeg&quot; alt=&quot;Salamandra gigante considerada o maior anfíbio do mundo vem sendo estudada por pesquisadores no Japão; assista ao vídeo&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.bbc.co.uk/worldservice/emp/pop.shtml?l=pt&amp;amp;t=video&amp;amp;r=1&amp;amp;p=/portuguese/meta/dps/2010/02/emp/100204_salamandra_video.emp.xml&quot;&gt;Salamandra gigante considerada o maior anfíbio do mundo vem sendo estudada por pesquisadores no Japão; assista ao vídeo&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u689433.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/02/2010 - 11h40)</description>
</item>
<item>
<title>Cisnes são socorridos em lago congelado; assista ao vídeo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u689866.shtml</link>
<description>
Moradores e equipes de resgate salvaram cerca de cem cisnes em um lago congelado no oeste da Ucrânia.
&lt;table class=&quot;fe330&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;BBC&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://www.bbc.co.uk/worldservice/emp/pop.shtml?l=pt&amp;amp;t=video&amp;amp;r=1&amp;amp;p=/portuguese/meta/dps/2010/02/emp/100204_cisnes_gelo_video.emp.xml&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/bichos/images/1003683.jpeg&quot; alt=&quot;Cisnes foram socorridos de um lago congelado no oeste da Ucrânia por moradores e equipes de resgate; assista ao vídeo da BBC&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.bbc.co.uk/worldservice/emp/pop.shtml?l=pt&amp;amp;t=video&amp;amp;r=1&amp;amp;p=/portuguese/meta/dps/2010/02/emp/100204_cisnes_gelo_video.emp.xml&quot;&gt;Cisnes foram socorridos de um lago congelado no oeste da Ucrânia por moradores e equipes de resgate; assista ao vídeo da BBC&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
Usando motosserras e ferramentas, eles abriram o gelo, que dificulta o acesso das aves aos alimentos e as impede de nadar para enfrentar o frio.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u689866.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/02/2010 - 11h35)</description>
</item>
<item>
<title>Índia inaugura fórum ambiental com pedido aos países ricos</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u689839.shtml</link>
<description>
O primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, pediu nesta sexta-feira (5) aos países ricos que tomem medidas intensas na luta contra a mudança climática, incluindo especialmente maior assistência financeira e técnica aos países pobres para conseguir um acordo internacional satisfatório.
&amp;quot;A falta de consenso global é uma barreira grande para alcançar um acordo. Os países industrializados devem reconhecer claramente seu papel histórico&amp;quot;, disse Singh, em Nova Déli.
Singh inaugurou na capital indiana a 10ª edição do Fórum de Desenvolvimento Sustentável de Délhi com um longo discurso em que manifestou sua &amp;quot;decepção&amp;quot; pelas &amp;quot;conquistas limitadas&amp;quot; da conferência do clima de Copenhague de dezembro de 2009.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u689839.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/02/2010 - 10h24)</description>
</item>
<item>
<title>El Niño começa a se dissipar, mas efeitos deverão perdurar</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u689612.shtml</link>
<description>
O fenômeno climático El Niño está lentamente se dissipando, mas a duração de seus efeitos ainda é algo incerto, informou nesta quinta-feira o Centro de Previsão Climática (CPC) do governo norte-americano.
O aquecimento excepcional das águas do Pacífico Equatorial, marca registrada do El Niño, deve dar lugar a um resfriamento gradual entre abril e junho, disse o boletim mensal do CPC, ligado à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica. Isso indica &amp;quot;uma transição para [...] condições neutras durante a primavera do Hemisfério Norte. Entretanto, prever o momento desta transição é altamente incerto&amp;quot;, disse o boletim.
O El Niño (Menino, em espanhol) provoca turbulências climáticas em todo o mundo, especialmente na região da Ásia-Pacífico. Ele foi notado pela primeira vez por pescadores latino-americanos de anchovas no século 19, que o batizaram em homenagem ao Menino Jesus, já que normalmente começa na época do Natal.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u689612.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/02/2010 - 19h57)</description>
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