<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1" ?>
<rss version="0.91">
<channel>
<title>Folha Online - Ambiente - Principal</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<docs>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/conheca/arquivo_e_copyright.shtml</docs>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
<image>
<title>Folha Online - Ambiente - Principal</title>
<url>http://www1.folha.uol.com.br/folha/images/logo-folha_online-88x31.gif</url>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/</link>
<width>88</width>
<height>31</height>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
</image>
<item>
<title>ONG pede que igreja proteste contra CO2</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u655660.shtml</link>
<description>
Os organizadores da campanha 350 (&lt;a href=&quot;http://www.350.org/&quot;&gt;www.350.org&lt;/a&gt;) estão planejando um novo protesto contra o fiasco anunciado para o acordo do clima, a ser negociado dezembro em Copenhague.
Os ambientalistas, que já tinham feito uma manifestação global em outubro, vão convocar para 11 desse mês um evento maior. Pedem que as pessoas acendam velas em monumentos famosos, como a Torre Eiffel, a Estátua da Liberdade e o Cristo Redentor, numa &amp;quot;vigília pela sobrevivência&amp;quot;.
Os manifestantes também pedem que, no dia 13 de dezembro, um domingo, igrejas, mesquitas, sinagogas e outros templos toquem seus sinos. Nesse dia, a conferência de Copenhague --encontro de duas semanas programado para estabelecer o novo tratado do clima- já estará na sua metade.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u655660.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (21/11/2009 - 12h24)</description>
</item>
<item>
<title>Adiar o acordo do clima não garante êxito, diz analista</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u655659.shtml</link>
<description>
Mesmo com a decisão de limitar o resultado da conferência de Copenhague a um acordo político para dar tempo aos EUA, não há garantia de que um tratado legal contra as mudanças climáticas seja fechado no ano que vem e que o maior poluidor histórico da Terra se junte a ele. A opinião é de especialistas em negociação do clima ouvidos pela &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;.
Nesta semana, os presidentes de EUA e China, Barack Obama e Hu Jintao, juntamente com o premiê dinamarquês, Lars Rasmussen, anunciaram que Copenhague produziria apenas um acordo &amp;quot;politicamente vinculante&amp;quot;. Isso porque não há tempo hábil para concluir um tratado completo e a meta americana de redução de emissões de gases-estufa depende da aprovação da lei de mudança climática do país pelo Senado, que ficou para 2010.
A expectativa era que Copenhague fosse produzir um tratado com valor de lei, que pudesse ser já no ano que vem encaminhado para ratificação pelos parlamentos de cada país e entrasse em vigor após 2012, quando o primeiro período do Protocolo de Kyoto expira.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u655659.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (21/11/2009 - 12h20)</description>
</item>
<item>
<title>Aplicativo para smartphone mede poluição sonora</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u655341.shtml</link>
<description>
Aparelhos celulares podem ser usados, em breve, para combater a poluição sonora --algo irônico, tendo em vista a direção distraída pelos toques de celular.
Em uma tentativa de fazer com que cidades fiquem mais silenciosas, a União Europeia solicitou para que os países-membros criassem mapas de barulho das suas áreas urbanas, atualizados em um intervalo de cinco anos.
&lt;table class=&quot;fe330&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Lucas Jackson -20.nov.08/Reuters&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/dinheiro/images/0928288.jpeg&quot; alt=&quot;Aplicativo é usado em celulares inteligentes com intuito de monitorar a poluição sonora de grandes centros urbanos&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Aplicativo NoiseTube é usado em celulares inteligentes, e tem o intuito de monitorar a poluição sonora de grandes centros urbanos&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u655341.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/11/2009 - 15h29)</description>
</item>
<item>
<title>Índia diz que emissões de gases do país seguirão crescendo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u655280.shtml</link>
<description>
O ministro indiano do Meio Ambiente, Jairam Ramesh, declarou que as emissões de gases do efeito estufa da Índia seguirão crescendo e que entre os problemas ambientais mais preocupantes em seu governo estão à gestão de água, a sujeira das grandes cidades e a proteção às florestas.
Em entrevista coletiva para apresentar o relatório do Instituto de Pesquisa e Energia de Tata (Teri, na sigla em inglês), um instituto dedicado ao estímulo do desenvolvimento sustentável, Ramesh afirmou que as emissões da Índia &amp;quot;crescerão&amp;quot; nos próximos anos, embora não tenha detalhado a que ritmo.
&amp;quot;Nosso objetivo é manter o nível de absorção de CO2 das florestas em 10 %&amp;quot;, disse o ministro, cujo governo é reticente em comprometer-se com uma redução de emissões na cúpula de Copenhague, que ocorre em dezembro.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u655280.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/11/2009 - 12h52)</description>
</item>
<item>
<title>Cientistas encontram sete rinocerontes de Java em parque nacional do Vietnã</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u655187.shtml</link>
<description>
Um grupo de cientistas encontrou, com a ajuda de cães adestrados, sete rinocerontes de Java em uma selva do Vietnã, uma espécie que era considerada extinta desde 1998, quando um caçador matou o que seria o último exemplar nesse país, informou nesta sexta-feira (20) o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês).
A responsável de imprensa do WWF no Vietnã, Julianne Becker, explicou que em colaboração com as autoridades começaram a usar os cães dia 10 de novembro para recensear a população de rinocerontes no parque nacional, cujo nome preferiu não revelar para proteger a esta espécie.
&lt;table class=&quot;fe330&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Efe&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ambiente/images/0932466.jpeg&quot; alt=&quot;Um dos sete rinocerontes de Java, que foram encontrados em uma selva do Vietnã; espécie era considerada extinta desde 1989&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Um dos sete rinocerontes de Java, que foram encontrados em uma selva do Vietnã; espécie era considerada extinta desde 1998&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u655187.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/11/2009 - 10h56)</description>
</item>
<item>
<title>Meta voluntária estará na lei do clima, afirma governo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u655189.shtml</link>
<description>
Numa mudança de estratégia do governo, começaram a virar lei ontem os compromissos de corte de emissões de gases de efeito estufa anunciados na semana passada. Com a condição de que o corte teria caráter &amp;quot;voluntário&amp;quot; e seria baseado nas emissões de carbono estimadas para 2020, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concordou em que a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u652157.shtml&quot;&gt;redução entre 36,1% e 38,9%&lt;/a&gt; das emissões fosse mais do que um manifesto de intenções e ganhasse status de lei.
O texto da emenda à Política Nacional de Mudanças Climáticas foi aprovado ontem pela Comissão de Infraestrutura do Senado. &amp;quot;Discutimos palavrinha por palavrinha: não é uma meta, é compromisso voluntário, sem obrigatoriedade, sem monitoramento&amp;quot;, afirmou a relatora Ideli Salvatti (PT-SC).
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Efe&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/homepage/images/09320259.jpeg&quot; alt=&quot;Começaram a virar lei ontem os compromissos de corte de emissões de CO2&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Começaram a virar lei ontem os compromissos de corte de emissões de CO2&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u655189.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/11/2009 - 09h04)</description>
</item>
<item>
<title>Grupo de icebergs da Antártida se aproxima da Nova Zelândia</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u655155.shtml</link>
<description>
Um grupo de quatro icebergs da Antártida se aproxima da Nova Zelândia e se encontra a cerca de 400 quilômetros de distância do sul do país, indicaram hoje cientistas neozelandeses.
Os quatro blocos de gelo foram vistos por Rodney Russ, da companhia Heritage Expeditions, quando se encontrava a bordo do navio turístico Spirit of Enderby.
Russ indicou em comunicado de imprensa publicado pela empresa que os icebergs se estão deslocando rumo ao norte a uma velocidade de 1,25 km/h, embora pela maior temperatura de água também começam a deteriorar-se e romper-se.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u655155.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/11/2009 - 05h38)</description>
</item>
<item>
<title>UE vê acordo político sobre clima em Copenhague</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654781.shtml</link>
<description>
Os líderes mundiais devem chegar a um acordo político sobre o combate às mudanças climáticas quando se reunirem em Copenhague no próximo mês.
O pacto, entretanto, pode não ser muito preciso, afirmou uma autoridade da União Europeia nesta quinta-feira (19).
&amp;quot;Alguns tipos de acordos políticos sairão&amp;quot;, afirmou Joaquin Almunia, comissário de Relações Monetárias e Econômicas da UE, durante seminário.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654781.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/11/2009 - 15h23)</description>
</item>
<item>
<title>Aquecimento custará 7% do PIB à Indonésia em 2100, diz Banco Mundial</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654685.shtml</link>
<description>
As colheitas ruins, a proliferação de doenças e os desastres naturais por causa da mudança climática custarão à Indonésia até 7% de seu Produto Interno Bruto (PIB) em 2100, afirmou nesta quinta-feira (19) o Banco Mundial.
O novo relatório da instituição multilateral, intitulado Análise Ambiental de Países, referente à Indonésia, destaca &amp;quot;os desafios do país para alcançar a sustentabilidade&amp;quot; e pede para o governo atuar política e financeiramente, segundo o comunicado divulgado.
&amp;quot;A degradação ambiental tem um alto custo para a Indonésia&amp;quot;, disse Joachim von Amsberg, diretor do Banco Mundial no país, e ressaltou a necessidade de &amp;quot;adequar as capacidades e incentivos&amp;quot; da administração e implementar medidas de mitigação.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654685.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/11/2009 - 12h09)</description>
</item>
<item>
<title>Rússia se diz disposta a reduzir emissões em até 25%</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654626.shtml</link>
<description>
Com vistas à conferência de Copenhague, que começa no dia 7 de dezembro, a Rússia elevou nesta quarta-feira (18) sua meta de redução de emissões de gases de efeito estufa para entre 20% e 25% até 2020 em relação a 1990, anunciou a Comissão Europeia.
O objetivo anterior da Rússia era uma redução de 15%.
&amp;quot;Realizamos [...] pouco mais de duas semanas antes da conferência de Copenhague, importantes progressos, e quero saudar aqui a intenção do presidente (russo Dimitri) Medvedev de sugerir uma meta de redução das emissões de entre 20% e 25%&amp;quot;, declarou o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654626.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/11/2009 - 10h02)</description>
</item>
<item>
<title>Indígenas devem participar do debate sobre o clima, diz Banco Mundial</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654618.shtml</link>
<description>
O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, afirmou nesta quarta-feira (18) que os povos indígenas devem ser ouvidos no debate mundial sobre o aquecimento climático.
Esses povos, que &amp;quot;possuem longa experiência na gestão de recursos naturais e na adaptação à mudança climática, podem, também, contribuir para nosso conhecimento e compreensão sobre a melhor forma de enfrentar este problema complexo&amp;quot;, explicou Zoellick durante encontro em Washington.
O presidente do Banco Mundial falou sobre o assunto a menos de três semanas da abertura da conferência das Nações Unidas sobre a mudança climática, em Copenhague.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654618.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/11/2009 - 09h44)</description>
</item>
<item>
<title>ONU pede atenção a refugiados do clima</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654609.shtml</link>
<description>
O aquecimento global aumentará o número de migrantes em todo o mundo e exigirá de todos os países que estejam preparados para dar condições de vida dignas a essas populações. O alerta consta do relatório mundial do UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas), divulgado na quarta-feira (18).
O documento também defende mais investimentos em saúde reprodutiva, para que cada família tenha melhores condições de planejar, livremente, o número de filhos desejados. Uma população crescendo em ritmo menor é um dos fatores que podem contribuir para desacelerar o aquecimento global.
Apesar de não haver estatística sobre o número de pessoas que já se deslocam por consequências do aquecimento global, o relatório diz não haver dúvidas de que esse é um movimento crescente.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654609.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/11/2009 - 09h27)</description>
</item>
<item>
<title>Marina Silva diz que quer lei para meta brasileira de CO2</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654598.shtml</link>
<description>
A ex-ministra do Meio Ambiente e senadora Marina Silva (PV-AC) defendeu nesta quarta-feira (18), durante uma comissão geral na Câmara, a institucionalização das metas brasileiras de emissões de gases. Uma das ideias da pré-candidata à presidência é apresentar um projeto de lei específico para, assim, obter o comprometimento dos próximos governos com o assunto.
Para Marina, a meta não &amp;quot;pode ser protocolar, só para aproveitar a conjuntura política em que esse assunto possa render algum tipo de visibilidade para as lideranças políticas&amp;quot;.
&amp;quot;Não podemos chegar a Copenhague apenas com uma proposta dizendo que fizemos o nosso dever, para não nos indispormos com os países desenvolvidos, nem com os emergentes&amp;quot;, afirmou ela durante a reunião, que discutiu a posição brasileira na Conferência do Clima, a ser realizada no mês que vem, em Copenhague, Dinamarca.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654598.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/11/2009 - 09h07)</description>
</item>
<item>
<title>Líderes da ONU, França e Dinamarca apoiarão tratado de mudança climática</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654540.shtml</link>
<description>
O presidente da França, Nicholas Sarkozy, o primeiro-ministro da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, apoiarão um novo tratado sobre a mudança climática na Cúpula da Comunidade das Nações em Trinidad e Tobago na próxima semana.
O primeiro-ministro de Trinidad e Tobago, Patrick Manning, informou nesta quarta-feira (18) que Sarkozy, Rasmussen e Ban Ki-moon participarão das discussões sobre a mudança climática na cúpula que será realizada em 27 ao 29 de novembro nesta ilha caribenha.
Os chefes de Estado e de governo do mundo se reunirão em Copenhague em dezembro na conferência sobre mudança climática e discutirão um novo acordo que substitua ao Protocolo de Kioto, que expira em 2011.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654540.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/11/2009 - 02h18)</description>
</item>
<item>
<title>Brasileiro emite o dobro de CO2 em relação à média mundial</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654226.shtml</link>
<description>
Cada brasileiro é responsável pela emissão de 10 toneladas de gás carbônico (CO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;) por ano, em média. O número é duas vezes maior do que a média mundial. Os dados são da Rede-Clima, ligada ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
&amp;quot;Somos o país em desenvolvimento com a maior média mundial&amp;quot;, disse Carlos Nobre, um dos coordenadores da Rede-Clima, ao participar de comissão geral na Câmara para discutir a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15). O encontro será realizado em dezembro, em Copenhague (Dinamarca).
A meta é de que a média mundial de emissão de CO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt; seja de 1,2 tonelada por ano até 2050, para que a temperatura global não aumente 2ºC. &amp;quot;Ela já subiu 0,8ºC nos últimos 100 anos. Falta 1,2ºC. Já chegamos muito próximo do limite&amp;quot;, disse Carlos Nobre.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ambiente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654226.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (18/11/2009 - 16h01)</description>
</item>
</channel>
</rss>
