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<title>Folha Online - Brasil - Principal</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Brasil - Principal</title>
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<title>Estudantes reclamam da precariedade do campus inaugurado por Lula em Minas</title>
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Estudantes do campus avançado da Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha e Mucuri, em Minas, onde o presidente Lula inaugurou nesta terça-feira o segundo de dez prédios previstos, distribuíram manifesto alegando falta de estrutura e professores para o devido funcionamento do campus, criado há três anos na periferia de Teófilo Otoni.
Três integrantes do DCE (Diretório Central dos Estudantes), credenciados pela segurança da Presidência, fizeram o protesto. Disseram que o diretório é &amp;quot;apartidário e independente&amp;quot; e que estavam ali por conta da &amp;quot;indignação&amp;quot;, segundo Marcos Malaquias, 22, estudante de serviço social.
Os alunos se queixaram de falta de água para beber, falta de professores nos seis cursos oferecidos, falta de biblioteca, moradia e restaurante e do acesso --no semestre passado foram 15 dias sem aulas por causa das chuvas, o que empurrou o fim do período para 2010.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691872.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 21h41)</description>
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<title>Para prefeito petista, PT paulista já esperou demais por Ciro Gomes</title>
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O prefeito de Osasco, Emidio de Souza (PT), pré-candidato ao governo de São Paulo, avaliou nesta terça-feira que o seu partido já esperou demais por uma decisão do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) sobre sua candidatura ao governo paulista.
&amp;quot;Um partido como é o PT já esperou tempo demais pela vontade dele&amp;quot;, afirmou o prefeito durante a posse do Diretório Estadual do partido em cerimônia na Assembleia Legislativa. Ele lembra que o deputado declarou diversas vezes que não é candidato em São Paulo e ainda costuma fazer críticas ao PT.
Nesta terça-feira, o novo presidente do PT-SP, Edinho Silva, afirmou que Ciro pediu para adiar para depois do Carnaval uma reunião com os dirigentes de oito partidos --PSB, PT, PDT, PC do B, PTC, PRB, PSC e PTN--, que estava marcado para quinta-feira (11).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691892.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 21h30)</description>
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<title>Ciro pede para adiar reunião que irá discutir sua candidatura em São Paulo</title>
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O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) pediu o adiamento, para depois do Carnaval, da reunião que discutirá sua candidatura ao governo de São Paulo. O encontro com os dirigentes de oito partidos --PSB, PT, PDT, PC do B, PTC, PRB, PSC e PTN-- estava marcado para quinta-feira (11).
Segundo o presidente do PT paulista, Edinho Silva, Ciro pediu mais tempo para conversar com os partidos já que não descartou candidatura. As legendas, que fazem oposição em São Paulo ao governador José Serra (PSDB), acertaram que Ciro é um nome de consenso para o governo paulista.
Nesta terça-feira, Edinho Silva tomou posse de seu segundo mandato à frente do Diretório Estadual do PT de São Paulo em uma cerimônia na Assembleia Legislativa. Segundo o dirigente petista, Ciro continua ser o nome preferencial da base aliada. Juntos, os nove partidos têm mais de nove minutos de tempo de propaganda eleitoral gratuita.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691879.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 20h59)</description>
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<title>Lula diz que fará seu sucessor para o país não retroceder como &quot;um caranguejo&quot;</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691852.shtml</link>
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender na tarde desta terça-feira a continuidade de seu governo. Ele também disse estar certo de que conseguirá fazer seu sucessor na Presidência da República.
&amp;quot;Nós vamos fazer a sucessão neste país para dar continuidade ao que nós estamos fazendo, porque este país não pode retroceder. Este país não pode voltar para trás como se fosse um caranguejo&amp;quot;, disse o presidente durante inauguração de campus de uma universidade em Teófilo Otoni (MG).
A declaração do presidente veio depois dele enumerar uma série de ações de seu governo na área da educação e dizer que &amp;quot;não consegue resolver tudo em oito anos&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691852.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 20h06)</description>
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<title>Após pressão da oposição, Congresso analisa vetos de Lula ao Orçamento</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691857.shtml</link>
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Por pressão da oposição, o Congresso analisa nesta terça-feira os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Orçamento de 2010 que liberam obras da Petrobras embargadas pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Em votação secreta, os deputados e senadores deram início à análise de 74 vetos, dos quais 71 são referentes às obras da Petrobras.
Apesar de somente quatro obras terem sido liberadas por Lula, as votações chegam a 71 porque cada contrato firmado nas obras foi embargado individualmente no Orçamento da União de 2010 --o que aumenta a quantidade de vetos. Os deputados e senadores ainda vão analisar outros três vetos de um anexo da lei orçamentária que liberou a criação de cargos em ano eleitoral.
A base aliada do governo no Congresso aceitou colocar os vetos em votação depois que a oposição ameaçou paralisar as votações da Casa --especialmente os projetos do pré-sal. Com a análise dos vetos, os governistas esperam retomar as votações da Câmara a partir desta quarta-feira.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691857.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 20h00)</description>
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<title>Advogado diz que ação da OAB contra Arruda é oportunista e covarde</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691844.shtml</link>
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A defesa governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido) reagiu nesta terça-feira às ações que pediram a perda do mandato, o afastamento do cargo ou a prisão preventiva.
Segundo o advogado, Nélio Machado, as ações são improcedentes. Machado subiu o tom do discurso contra a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) que solicitou ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, o afastamento ou a prisão preventiva de Arruda por obstruir as investigações do esquema de arrecadação e pagamento de propina ao tentar subornar uma das testemunhas do caso.
Para o advogado, a ação da OAB é oportunista, covarde e foi motivada por representantes da entidade que estão atrás de minutos de fama.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691844.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 19h35)</description>
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<title>&quot;Temos orgulho de nosso nosso líder&quot;, afirma Dilma</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u691649.shtml</link>
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A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, provável candidata do PT ao Palácio do Planalto, rebateu novamente as críticas feitas por Fernando Henrique Cardoso a ela e ao presidente Lula. Ela afirmou nesta terça-feira que se for necessário, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691608.shtml&quot;&gt;vai comparar &amp;quot;obra por obra&amp;quot;&lt;/a&gt; dos referentes governos.
A ministra discursou durante uma visita a obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) em Governador Valadares (MG) e em nenhum momento citou o nome do ex-presidente da República.
&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=1342902&quot;&gt;Vídeo&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u691649.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 19h17)</description>
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<title>Câmara cria grupo para discutir projeto que veta &quot;ficha suja&quot; nas eleições</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691835.shtml</link>
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A Câmara criou nesta terça-feira um grupo de trabalho para discutir os projetos que vetam a participação de políticos &amp;quot;ficha suja&amp;quot; nas eleições. Como não há consenso entre os deputados para a votação dos projetos, o grupo vai tentar reunir as propostas em um texto único para ser submetido à análise do plenário da Casa.
O presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), trabalha para conseguir aprovar no primeiro semestre uma agenda de votações de apelo popular. Temer quer ganhar força na Casa para ser indicado à vice-presidência na chapa da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) na corrida presidencial.
O projeto dos &amp;quot;ficha limpa&amp;quot; está na lista do peemedebista. Apresentado em setembro passado com 1,3 milhão de assinaturas, o texto prevê que condenados em primeira ou única instância por crimes graves não possam disputar eleições.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691835.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 19h17)</description>
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<title>Oposição endossa discurso de FHC e classifica Dilma de &quot;liderança de silicone&quot;</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691793.shtml</link>
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Parlamentares da oposição ocuparam a tribuna do Senado nesta terça-feira para criticar a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) numa tentativa de demonstrar que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não está isolado nos ataques à pré-candidata petista. Depois de líderes do PT afirmarem que FHC partiu para o ataque sozinho, os tucanos reagiram classificando Dilma de &amp;quot;liderança de silicone&amp;quot;.
&amp;quot;Essa liderança de silicone que está construída, falsa, bonita por fora, mas falsa por dentro, sem dúvida nenhuma precisa começar a ser desmascarada adequadamente. A ministra Dilma não significa, em termos de liderança popular, coisa alguma nesse país. Sobrevive apenas na liderança de um terceiro&amp;quot;, disse o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).
Tasso acusou Dilma de inflar números do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e outros programas do governo Luiz Inácio Lula da Silva, por isso desafiou os petistas a realizarem uma comparação direta com a gestão tucana sem &amp;quot;inflacionar&amp;quot; números. &amp;quot;A ministra tem faltado com a verdade em frequência recorrente para inflar números, como fez com o seu currículo.&amp;quot;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691793.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 18h43)</description>
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<title>Temer quer participação do PMDB no programa de governo de Dilma</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691718.shtml</link>
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O PMDB prepara uma ofensiva para impedir que o PT domine a elaboração do programa de governo para a campanha presidencial da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata à Presidência. O presidente do PMDB e presidente da Câmara, Michel Temer (SP), convocou lideranças do partido para que trabalhem em um texto que será apresentado aos petistas.
A ideia dos peemedebistas é que o programa de governo tenha propostas dos dois partidos. Segundo Temer, principal nome do partido para disputar a vice, a aliança entre as duas legendas não pode começar após a disputa eleitoral apenas para garantir a governabilidade, se forem eleitos.
&amp;quot;A coalizão não começa no governo. Tem que começar durante a campanha eleitoral e o primeiro ponto de uma coalizão séria, grandiosa, decente é estabelecer um programa conjunto&amp;quot;, disse.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691718.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 18h12)</description>
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<title>&quot;É melhor um cabra arretado do que um picolé de chuchu&quot;, diz Marta</title>
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A ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy (PT) decidiu sair em defesa do nome do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) para disputar o governo de São Paulo nas próximas eleições. Recentemente, a petista havia se mostrado descontente com a possibilidade de o partido não ter uma candidatura própria para concorrer ao governo do Estado.
Entretanto, após a desistência do deputado Antônio Palocci (PT-SP) e as incertezas sobre o nome do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), a ex-prefeita resolveu mudar o discurso.
&amp;quot;É melhor um cabra arretado [Ciro Gomes] do que um picolé de chuchu [apelido de Geraldo Alckmin, um dos pré-candidatos do PSDB ao governo de São Paulo]&amp;quot;, disse ela durante a posse do Diretório Municipal do PT de São Paulo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691713.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 18h07)</description>
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<title>OAB pede prisão preventiva ou afastamento de Arruda do governo do DF</title>
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O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Cavalcante, pediu nesta terça-feira providências ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, para a prisão preventiva ou o afastamento do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido).
Para o advogado, não existe mais ambiente para a permanência de Arruda. &amp;quot;Sua permanência no cargo poderá ensejar dano efetivo à instrução processual&amp;quot;, afirmou Cavalcante. O governo do DF ainda não se pronunciou sobre o pedido.
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/brasil/2010/02/09/pedido_da_oab.pdf&quot;&gt;Leia a íntegra do pedido da OAB&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691710.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 18h05)</description>
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<title>Relatório do TCU apontando irregularidades na Conab está correto, diz Stephanes</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691674.shtml</link>
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O relatório do TCU (Tribunal de Contas da União) apontando irregularidades na Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) está correto, afirmou o ministro Reinhold Stephanes (Agricultura). Segundo ele, os problemas detectados pelo TCU já são conhecidos e estão sendo resolvidos.
&amp;quot;O que existe na Conab são problemas estruturais e gerenciais que são conhecidos e têm origem há mais de dez anos&amp;quot;, afirmou o ministro nesta terça-feira na divulgação da previsão da safra 2009/2010.
O TCU divulgou na semana passada relatório apontando problemas como a contratação pela Conab de 48 empresas que tinham débitos para a armazenagem de estoques públicos. O documento afirma que a Conab sequer tem um sistema de gerenciamento adequado, o que resulta em diferença entre os estoques mantidos na sede principal e nas superintendências regionais.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691674.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 17h24)</description>
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<title>Temer propõe redução da jornada de trabalho para 42 horas semanais</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u691686.shtml</link>
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O presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), irá propor um caminho do meio para solucionar a contenda sobre a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 231/95, que propõe a diminuição da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais e o aumento da hora extra de 50% para 75%.
&amp;quot;Para o setor empresarial não ter prejuízo, é preciso alguma compensação fiscal, tributária, talvez na folha de pagamento. Seria uma proposta intermediária porque a redução seria para 42 horas e manter o valor da hora extra&amp;quot;, afirmou. A mudança seria feita de forma gradual, em dois anos.
Temer entrou em campo para tentar viabilizar a aprovação da matéria, que divide os empresários e os sindicalistas. Em ano eleitoral, o deputado trabalha nos bastidores para ganhar força na Casa para ser indicado à vice-presidência da República na chapa da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u691686.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 17h12)</description>
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<item>
<title>Dilma e Lula enfrentam oposição; ministra diz que vai comparar &quot;obra por obra&quot;</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691669.shtml</link>
<description>
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata do PT à Presidência da República, adotaram nesta terça-feira discurso de enfrentamento da oposição. Dilma ratificou a ideia de comparações entre os governos Lula e Fernando Henrique Cardoso e o presidente afirmou que a oposição não tem discurso e por isso tenta impedir suas viagens pelo país.
&amp;quot;Quando um partido de oposição não tem o que propor, não tem discurso, fica difícil a situação e eles tentam impedir que o outro time jogue. [...] Vou continuar viajando até 31 de dezembro, meia-noite. E vou fazer muita força para eleger minha sucessora, para depois ir para casa desligado e não dar palpite no governo&amp;quot;, disse Lula em entrevista a rádios de Governador Valadares (MG).
Dilma disse que, se quiserem, vai comparar &amp;quot;obra por obra&amp;quot;. &amp;quot;Se quiserem comparar, nós vamos comparar. Número por número, casa por casa, obra por obra&amp;quot;, afirmou, sem citar nenhum nome da oposição.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/brasil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u691669.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/02/2010 - 16h53)</description>
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