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<title>Folha Online - Colunas - Brasília Online</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<title>Folha Online - Colunas - Brasília Online</title>
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<title>Belluzzo defende mais restrições a capital externo</title>
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A Internet mudou hábitos do leitor. Na última semana, chegaram muitas mensagens eletrônicas indagando se seria publicada uma versão mais ampla da entrevista do economista Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo, que saiu na edição impressa da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; no último dia 16 de junho, uma segunda-feira. A possibilidade de &amp;quot;ganhar espaço&amp;quot; na Internet permite íntegras ou versões mais amplas do que as do noticiário impresso.
A &amp;quot;Brasília Online&amp;quot; desta semana traz trechos que não foram publicados na versão impressa. O economista pregou mais restrições à entrada de capital internacional de curto prazo. Belluzzo disse que seria ideal evitar que a carga tributária se aproxime dos 40%, como tem acontecido. No entanto, opinou que o atual estágio de desenvolvimento do país comportaria uma carga tributária na casa dos 35%.
Defendeu uma moeda internacional em substituição ao dólar. Na sua opinião, o euro não irá substituir a moeda americana como padrão de reserva internacional.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u414971.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (22/06/2008 - 16h09)</description>
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<title>Marta cria estratégia para vencer no 2º turno no olho mecânico</title>
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A ex-ministra do Turismo Marta Suplicy (SP) sabe que será difícil conquistar a Prefeitura de São Paulo. Tem dito isso nas conversas reservadas. Mas avalia que terá três aliados para tentar ganhar no segundo turno no olho mecânico, pois a resistência ao PT e a ela entre os paulistanos é bastante significativa.
Esses aliados são a boa avaliação do governo Lula, a péssima avaliação do trânsito paulistano e a divisão do PSDB, partido rachado entre os defensores da candidatura do ex-governador e correligionário Geraldo Alckmin e da reeleição do aliado Gilberto Kassab (DEM). O Estado de São Paulo e a sua capital têm sido praças difíceis para o petismo. Mas os índices recordes de popularidade de Lula podem amenizar a rejeição à ex-prefeita, que faz e fará campanha colada no governo federal.
De acordo com pesquisa Datafolha de 15 de maio, Marta é a candidata com maior rejeição _ 31% dos entrevistados disseram que não votariam nela de jeito nenhum. A taxa do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) ficou em 16%, bem abaixo do índice de 27% do atual prefeito da capital, Gilberto Kassab (DEM).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u412502.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (15/06/2008 - 00h15)</description>
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<title>Assustado com inflação e juros em alta, Lula aperta &quot;cinto fiscal&quot;</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u407340.shtml</link>
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A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de elevar o superávit primário em mais 0,5 ponto percentual do PIB (Produto Interno Bruto) é resultado da seguinte conclusão: há mesmo uma ameaça inflacionária e, sem ajuda da política fiscal, restaria ao Banco Central pegar pesado na política monetária. Ou seja, elevar os juros até a Lua.
É nesse contexto que deve ser entendida a decisão presidencial de apertar o &amp;quot;cinto fiscal&amp;quot;. Havia sugestão para um aperto maior. O economista Luiz Gonzaga Belluzzo sugeriu ao presidente uma meta de superávit primário de até 5% do PIB. A meta atual é de 3,8%. Lula já topou passá-la para 4,3%. E provavelmente vai terminar 2008 na casa dos 4,5%. Grosso modo, o superávit é toda a economia do setor público para pagar os juros de sua dívida.
A marca de fantasia &amp;quot;Fundo Soberano&amp;quot; vai servir para divertir o esquerdismo do ministro da Fazenda, Guido Mantega. O que interessa é que Lula vai frear a tendência de elevação dos gastos públicos. Isso é bem importante.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u407340.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (31/05/2008 - 23h51)</description>
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<title>Ação de Dilma junto a Lula foi decisiva para queda de Marina</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u402986.shtml</link>
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Marina Silva não acumulou apenas derrotas no governo enquanto foi ministra do Meio Ambiente. É simplista a explicação de que ela pediu demissão porque só perdia embates.
No modo Lula de governar, sempre na busca do meio-termo, ela arrancou concessões em algumas batalhas que travou e que pareceram perdidas, como na questão dos transgênicos e de obras de geração de energia do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Então, por que ela saiu?
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u402986.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (18/05/2008 - 00h10)</description>
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<title>Para Lula, oposição apagará marcas de seu governo se vencer em 2010</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u400542.shtml</link>
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Em conversas reservadas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva diz que, se a oposição vencer a eleição de 2010, vai &amp;quot;apagar&amp;quot; ações de seu governo e &amp;quot;mudar&amp;quot; programas em andamento. Por isso, fala tanto que se empenhará para eleger o sucessor na disputa que acontecerá daqui a dois anos e meio.
Lula chega a dizer que acha que o seu antecessor, o tucano Fernando Henrique Cardoso, cometeu o erro de não batalhar a favor do candidato do governo em 2002 porque desejava retornar à Presidência em 2006. Segundo expressão de Lula a dois interlocutores freqüentes, &amp;quot;o Fernando Henrique Cardoso apostou no quanto pior melhor&amp;quot;.
O petista afirma que FHC bombardeou de forma calculada a candidatura de José Serra, então o postulante do PSDB. Lula diz que FHC imaginou que o petista não saberia conduzir a economia e que criaria uma crise econômica e política em pouco tempo. &amp;quot;Em seis meses&amp;quot;, costuma dizer Lula, &amp;quot;ele achou que ia ser chamado de volta&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u400542.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (11/05/2008 - 00h01)</description>
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<title>Grau de investimento tende a acirrar tensões no governo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u398336.shtml</link>
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A concessão do grau de investimento ao Brasil não deve reduzir a tensão entre o Banco Central e a Fazenda. Pelo contrário. A tendência é de aumento das divergências.
Na semana que passou, o presidente do BC, Henrique Meirelles, faturou o selo de qualidade dado ao Brasil por uma agência de classificação de riscos dos Estados Unidos, a Standard &amp;amp; Poors. O país passou a ser visto como um porto mais confiável para investimentos estrangeiros. Passou a ser visto como um bom pagador de seus compromissos externos.
Os lados positivos da notícia são a provável atração de mais investimentos e a possibilidade de empresas brasileiras captarem recursos no exterior de forma mais barata. Mas há um aspecto negativo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u398336.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/05/2008 - 00h01)</description>
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<title>Lula vê ofensa do STF; guerra Serra x Aécio tende a esquentar</title>
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se sentiu ofendido pelos discursos do novo presidente do STF, Gilmar Mendes, e do ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello, pronunciados na quarta-feira (23/05) durante solenidade em Brasília.
Segundo auxiliares, Lula julgou desrespeitoso o tom dos discursos, já que ele não pôde se manifestar devido ao rito da posse do novo presidente do Supremo.
Mais: Lula considerou indelicados os discursos porque também foram feitos na presença de outros ex-presidentes --sobretudo porque Fernando Henrique Cardoso, seu antecessor, estava no ato. Lula e FHC trocam farpas freqüentemente.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u396000.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (27/04/2008 - 00h38)</description>
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<title>Presidenciável favorito, Serra teme crise econômica pós-Lula</title>
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O governador de São Paulo, o tucano José Serra, tem mantido uma boa interlocução com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nos últimos meses, não se viu crítica de Serra a Lula. Quando faz reparos, Serra ataca decisões do governo petista, mas nunca a pessoa do presidente.
Serra está certo. Como Aécio Neves, governador de Minas e seu rival pela candidatura tucana à Presidência, ele enxergou que não adianta dar murro em ponta de faca. Lula é um presidente popular e tende a sair do cargo, na virada de 2010 para 2011, com força política talvez maior do que possui hoje.
Em conversas reservadas, o governador paulista tem uma grande crítica a Lula. Avalia que o presidente não conduz bem a economia. Para Serra, o Banco Central de Lula criará uma crise econômica futura ao manter uma política monetária rigorosa.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u393898.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/04/2008 - 00h30)</description>
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<title>Erramos: Aécio cria em BH embrião de aliança para disputar Planalto</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u391838.shtml</link>
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Diferentemente do publicado em &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u389297.shtml&quot;&gt;&amp;quot;Aécio cria em BH embrião de aliança para disputar Planalto&amp;quot;&lt;/a&gt; (Brasília Online - 06/04/2008), Ciro Gomes é filiado pelo PSB, e não PSDB. O texto já foi corrigido.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u391838.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (14/04/2008 - 09h06)</description>
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<title>PMDB sonha lançar Aécio em 2010 com o petista Déda de vice</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u391554.shtml</link>
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O &amp;quot;Plano A&amp;quot; do PMDB é filiar o tucano Aécio Neves ao partido e lançá-lo à Presidência em 2010. A direção peemedebista chega a sonhar com a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convencer o PT a dar um vice a Aécio: o governador de Sergipe, Marcelo Déda.
A cúpula peemedebista se sente tão ligada ao projeto de Aécio em 2010 que admite, reservadamente, apoiar o mineiro até mesmo se ele for o candidato do PSDB à Presidência. Obviamente, seria feita consulta a Lula para o partido tentar obter uma espécie de aval. E o partido não vai admitir isso de público, pois deseja filiar o mineiro.
A Lula interessaria um candidato da oposição com o perfil de Aécio --o tucano que tem maior proximidade com o presidente e com o PT. Mas o presidente avalia que, no PSDB, o candidato tende a ser José Serra, governador de São Paulo e hoje o político que lidera as pesquisas sobre a sucessão de 2010. Para Lula, Serra tende a ter uma atitude mais hostil em relação a ele do que Aécio, mas acha que o paulista também não o atacará pesadamente.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u391554.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (13/04/2008 - 00h01)</description>
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<title>Aécio cria em BH embrião de aliança para disputar Planalto</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u389297.shtml</link>
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O governador de São Paulo, José Serra, é o favorito nas pesquisas sobre a sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que acontecerá em outubro de 2010. Esse é o maior trunfo do tucano paulista.
Mas o governador de Minas, o tucano Aécio Neves, conseguiu uma façanha política que lhe dá um trunfo de peso para a corrida pelo Palácio do Planalto. Na articulação política, Aécio hoje tem franca vantagem em relação a Serra, que sofre com uma crise política na tradicional PSDB-DEM em São Paulo.
Alternando-se no poder federal desde 1994, PT e PSDB vivem às turras no cenário nacional. A principal jogada de Aécio foi demonstrar que essa guerra pode ser superada. E fechou com o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, uma aliança para apoiar Márcio Lacerda (PSB) na eleição municipal de outubro.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u389297.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/04/2008 - 00h01)</description>
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<title>Turbulência política dá novo fôlego a BC</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u387100.shtml</link>
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O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e os diretores da instituição têm um aliado que aparece de vez em quando para salvá-los de &amp;quot;conspirações&amp;quot; que nascem no próprio governo para interferir na política monetária. Esse salvador é a explosão de alguma crise ou turbulência política na administração Luiz Inácio Lula da Silva.
Nos últimos dois meses, ganhou força o grupo que tenta persuadir Lula de que o BC não pode elevar os juros em 2008. Essa ala argumenta que a taxa básica, a Selic, já está suficientemente alta (11,25% ao ano) e que elevá-la traria mais danos do que benefícios.
Segundo essa visão, o dólar se enfraqueceria ainda mais em relação ao real. Isso prejudicaria mais os setores exportadores. Elevaria um provável déficit comercial. E geraria uma fragilidade econômica que afetaria o crescimento da economia e a capacidade de o país enfrentar crises externas.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u387100.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/03/2008 - 00h01)</description>
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<title>Crise Serra-Alckmin beneficia Aécio</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u384754.shtml</link>
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Não é segredo para ninguém que o governador tucano de São Paulo, José Serra, preferia que o PSDB apoiasse a candidatura do prefeito paulistano, Gilberto Kassab (DEM), à reeleição.
Kassab foi vice de Serra em 2004. Quando o tucano deixou a prefeitura para concorrer ao governo paulista, em 2006, o democrata ficou no comando da maior cidade do país com grande número de integrantes do PSDB no secretariado.
Candidato derrotado a presidente em 2006, o ex-governador paulista Geraldo Alckmin tem cacife para concorrer à prefeitura paulistana em outubro próximo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u384754.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (23/03/2008 - 00h01)</description>
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<title>Depois de abrir balcão, Lula tenta frear fisiologia</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u382343.shtml</link>
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Na crise do mensalão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva temeu que prosperasse na Câmara dos Deputados um processo de impeachment. Na época, ano de 2005, a oposição avaliou que seria melhor deixar Lula sangrando na Presidência do que incendiar o país com uma tentativa de tirá-lo do cargo. Pensou que o petista chegaria fraco à eleição de 2006 e que seria facilmente batido.
A oposição acertou ao considerar que Lula não era Fernando Collor de Mello. Mas errou ao julgá-lo carta fora do baralho.
O susto levou Lula a dedicar mais atenção à articulação política, atitude correta. No presidencialismo meio parlamentarista do Brasil, o eleito para o Palácio do Planalto não tem maioria no Congresso. Precisa fazer alianças políticas. José Sarney, Fernando Henrique Cardoso e Lula as fizeram. E os três caíram no mais desabrido fisiologismo. Com o tempo, postos na área econômica ficaram fora da cota política, mas o grosso dos cargos de confiança é distribuído entre os partidos que apóiam o presidente de plantão.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u382343.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (16/03/2008 - 00h15)</description>
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<title>Erramos: Toshiba abandona projeto de semicondutor no Brasil</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u380143.shtml</link>
<description>
Diferentemente do informado na coluna &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u379998.shtml&quot;&gt;Toshiba abandona projeto de semicondutor no Brasil&lt;/a&gt; (09/03/2008 ), em 2007 foram investidos pouco mais de US$ 500 milhões, não bilhões. O texto foi corrigido.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u380143.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/03/2008 - 16h22)</description>
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