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<title>Folha Online - Colunas - Brasília Online</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Colunas - Brasília Online</title>
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<title>Ala do governo defende acordo com Honduras</title>
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Na cúpula do governo, há ministros que dizem que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá suavizar a posição do Brasil em relação a Honduras. Ou seja: reconhecer o resultado das eleições gerais de hoje.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u659187.shtml&quot;&gt;Amorim reitera que Brasil não considera legítimas as eleições&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u658582.shtml&quot;&gt;Eleição livre força Brasil a ceder, dizem analistas&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u658638.shtml&quot;&gt;Com histórico golpista, reeleição é proibida por lei em Honduras&lt;/a&gt;
Após a forte manifestação do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, de que o Brasil não acataria o resultado, auxiliares presidenciais entraram em campo. Tentam convencer Lula de que o país foi ao limite no apoio a Manuel Zelaya, presidente deposto de Honduras, e que correrá o risco de ficar falando sozinho se insistir nesse caminho.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u659190.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (29/11/2009 - 13h23)</description>
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<title>FHC faz a coisa certa</title>
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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso vai oficializar o reconhecimento do filho que tem com a jornalista Mirian Dutra, da Rede Globo, como revelou a colunista &lt;b&gt;Mônica Bergamo&lt;/b&gt; na edição de hoje da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u652666.shtml&quot;&gt;FHC decide reconhecer oficialmente filho que teve há 18 anos com jornalista&lt;/a&gt;
FHC decidiu fazer a coisa certa. As críticas de que deveria ter agido assim faz tempo ou de que escondeu do Brasil um fato de sua vida privada são totalmente descabidas e injustas. A situação não pode ser comparada à de outros políticos que tiveram casos semelhantes expostos nos últimos anos na imprensa brasileira.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u652726.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (15/11/2009 - 12h44)</description>
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<title>Dias Toffoli começa mal no Supremo</title>
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José Antonio Dias Toffoli começou muito mal no Supremo Tribunal Federal. Sua festa de posse, patrocinada parcialmente com dinheiro de banco público, é exemplo das mordomias e relações promíscuas que ameaçam a independência do Judiciário brasileiro.
O repórter &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u646197.shtml&quot;&gt;Frederico Vasconcelos&lt;/a&gt;, da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, vem prestando enorme serviço ao distinto público ao noticiar as mazelas de nossa magistratura. Toffoli estreou com uma festa de arromba, bem ao estilo deslumbrado que reforça os argumentos de quem não vê nele credenciais para integrar o STF.
Ex-advogado-geral da União, chegou à mais alta corte do país exclusivamente pela ligação política com o PT e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foi critério político. Tivessem sido levados em conta apenas os aspectos jurídicos, Toffoli não seria o indicado da vez. Tal circunstância exigia e exige do novo ministro do Supremo comportamento mais discreto na função e disponibilidade de dar explicações à opinião pública com rapidez.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u646276.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (01/11/2009 - 13h13)</description>
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<title>Lula tem o dever de debater rumo da Vale</title>
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O presidente da República está certo ao querer discutir as diretrizes da Vale. Ela é uma empresa privada que tem bastante capital de origem pública. Os fundos de pensão de estatais federais e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) são sócios da companhia.
Mais do que isso: ela explora riqueza naturais não renováveis. De acordo com a Constituição, no artigo 20, &amp;quot;os recursos minerais, inclusive os do subsolo&amp;quot; são &amp;quot;bens da União&amp;quot;. A Vale, portanto, explora essa riqueza por meio de autorização da União.
Isso significa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem o direito de derrubar o presidente da empresa? Que deve discutir detalhes da administração cotidiana?
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u639588.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (18/10/2009 - 00h02)</description>
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<title>Dilma tenta ganhar musculatura política</title>
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A entrada da senadora Marina Silva (PV-AC) na disputa presidencial e a volta do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) à ribalta nacional bagunçaram o coreto da provável candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef (PT), ao Palácio do Planalto.
Nas três últimas semanas, Dilma buscou uma resposta política ao bons momentos de Ciro e Marina nas pesquisas sobre a sucessão de outubro do ano que vem. E ela vem obtendo êxito.
A aliança com o PMDB está praticamente selada. Hoje, os governistas do PMDB têm maioria para bancar um acerto nacional com o PT. O noivado foi feito. O casamento precisará ser confirmado em junho, mês das convenções que oficializam candidaturas e alianças.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u636385.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (11/10/2009 - 00h02)</description>
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<title>Dilma será única defensora do governo em 2010</title>
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Inteligente, o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) encontrou espaço para sua provável candidatura ao Palácio do Planalto em 2010. Não será um oposicionista ferrenho. Tampouco se comportará como um defensor do governo. Esse papel será unicamente exercido pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, virtual candidata do PT à Presidência.
Ciro conquistou de forma legítima o direito de criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governo federal e o Partido dos Trabalhadores. Recusou um ministério no segundo mandato. Manteve nos últimos anos a lealdade da época do mensalão, comportamento contabilizado como crédito no caderno presidencial. Lula não tem como vetar sua aspiração presidencial.
Ciro ficou mais livre ainda com a opção do presidente e do PT por transformar o PMDB em aliado preferencial, uma necessidade política que trouxe paz a Lula no Congresso no segundo mandato.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u629694.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (27/09/2009 - 00h01)</description>
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<title>Kassab valoriza mais política do que administração</title>
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O presidencialismo meio parlamentarista do Brasil, herança da Constituição de 1988, não atormenta somente a vida do ocupante do Palácio do Planalto. Governadores e prefeitos precisam e devem ter bom trânsito com o Poder Legislativo, sob pena de inviabilizar suas administrações.
O prefeito Gilberto Kassab (DEM) não é uma exceção à regra. Pelo contrário. Ele se dedica com afinco à articulação política. Exemplo: seu bom trânsito na Câmara Municipal de São Paulo levou vereadores a aprovar o projeto &apos;Cidade Limpa&apos;. A ideia foi do ex-prefeito José Serra (PSDB), atual governador de São Paulo. Mas Kassab convenceu vereadores a peitar o comércio. Foi à luta. Portanto, é justo reconhecer que ele é cordato, pessoa agradável no contato pessoal e hábil nos bastidores.
Se o forte do prefeito é a política, na qual exagera e reproduz as práticas atrasadas do toma-lá-dá-cá nacional, o fraco é seu pendor pelo marketing. Kassab ainda precisa provar que é bom administrador. Por ora, ela se esforça bastante para aparentar isso.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u626547.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/09/2009 - 10h31)</description>
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<title>Chile opta por modelo nipo-brasileiro de TV digital</title>
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O governo chileno informou o governo brasileiro que vai adotar o padrão nipo-brasileiro de televisão digital. O anúncio deve ser feito pela presidente Michelle Bachelet nos próximos dias.
O Chile é o quarto país a adotar o sistema --Peru e Argentina também escolheram este modelo.
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, também afirmou que está na fase final de negociações com Brasil e Japão para a aquisição do sistema de TV digital. O Equador também já disse que estuda utilizar o modelo nipo-brasileiro de televisão digital.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u623628.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (14/09/2009 - 12h07)</description>
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<title>Para Lula, Sarkozy é o cara</title>
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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, diz que Luiz Inácio Lula da Silva &amp;quot;é o cara&amp;quot;. No entanto, ignora o pedido do presidente do Brasil para participar de uma reunião da Unasul (União das Nações Sul-Americanas), a fim de discutir o polêmico uso de bases da Colômbia por militares americanos.
Obama afirma que vai priorizar uma economia com menos emissão de carbono e flerta com os biocombustíveis. Mas reduzir as restrições à importação do etanol brasileiro será muito difícil, praticamente impossível. O americano promete olhar mais para a América Latina. No entanto, duas guerras (Afeganistão e Iraque) e uma agenda interna complicada (sistema de saúde e discurso presidencial nas escolas) concentram sua atenção.
Quem realmente tem feito parceria internacional com o Brasil é a França de Nicolas Sarkozy. Lula propõe na ONU (Organização das Nações Unidas) um fundo internacional de combate à pobreza, a França dá gás e dinheiro à iniciativa. Nas reuniões do G8 mais emergentes e do G20, Sarkozy joga mais afinado com o brasileiro.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u620517.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (07/09/2009 - 15h54)</description>
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<title>Para Serra, regras do pré-sal não serão definitivas</title>
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O governo Lula proporá nesta semana uma nova Lei do Petróleo. O objetivo é mudar as regras para a exploração de cerca de 70% do petróleo descoberto na camada pré-sal.
Amanhã, segunda-feira, 31 de agosto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende anunciar os projetos do novo marco regulatório para o setor.
A intenção de Lula é aprovar essas regras no Congresso ainda no seu mandato, a fim de carimbar com legitimidade política e jurídica a forma como ele acha que essa riqueza deva ser explorada.
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<title>Após pré-sal, Vale é &quot;alvo&quot; de ação de Lula</title>
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Ao anunciar a sua proposta de nova Lei do Petróleo no final do mês, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializará uma inflexão no papel do Estado brasileiro: o governo passará a ter maior ação na economia.
Nos seis anos e oito meses de governo, Lula aumentou a influência do Palácio do Planalto sobre a Petrobras. Concluída a proposta de novo marco regulatório para o petróleo, Lula deverá aumentar a pressão sobre a Companhia Vale do Rio Doce.
A Petrobras é uma estatal de capital misto na qual o governo tem a maioria das ações com direito a voto. O governo indica o seu presidente. No entanto, do capital total, 60% estão em mãos privadas.
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<title>Pesquisa traz preocupações a Serra e Dilma</title>
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A mais recente pesquisa Datafolha sobre a sucessão presidencial mostra um quadro de estabilidade que deverá preocupar os dois principais pré-candidatos ao Palácio do Planalto: o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT).
Aos olhos de hoje, a pesquisa reforça a ideia de que o mais provável será um duelo entre Serra e Dilma no segundo turno de outubro do ano que vem. Por ora, apostar nesse cenário parece ser o mais sensato.
Mas faltam quase 14 meses para a disputa em primeiro turno. É tempo suficiente para surpresas. E há fatos novos em campo.
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<title>Marina no PV é boa novidade na sucessão</title>
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A possibilidade de a senadora Marina Silva se candidatar à Presidência da República pelo PV é a única novidade do debate sucessório que desperta esperança de alguma inovação na política brasileira. Tem sido desalentador constatar a pobreza de ideias de nossos principais presidenciáveis.
Guardadas as devidas proporções, Marina pode dar ao Brasil um choque positivo semelhante ao de Barack Obama na política americana. Sua eventual candidatura obrigaria os partidos &amp;quot;favoritos&amp;quot; a vencer a eleição presidencial de 2010 a modernizar discursos. E não convém descartar a força de um fato novo em tempos de descrédito da classe política.
Potenciais candidatos à Presidência, José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Ciro Gomes (PSB), Aécio Neves (PSDB), Heloísa Helena (PSOL) ignoram a agenda ambiental. É triste constatar isso. No atual padrão da política brasileira, eles estão entre os melhores quadros.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/brasiliaonline/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u607004.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/08/2009 - 00h03)</description>
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<title>Lula e DEM tentam salvar Sarney</title>
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Sobrevivência política. Essa é razão que une o DEM e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na operação desencadeada nos últimos dias para tentar segurar José Sarney (PMDB-AP) na cadeira de presidente do Senado Federal.
Lula orientou o PT e aliados políticos no Senado a apoiar Sarney. Ruim com ele, pior sem ele. O presidente teme que o enfraquecimento do PMDB no Senado, Casa do Congresso na qual tem maioria instável desde o primeiro mandato, leve a uma crise política na reta final do seu governo.
Exemplo: a CPI da Petrobras ainda deverá ser instalada. Se o PMDB do Senado for estraçalhado pela crise, há boa chance de o governo pagar o pato numa investigação congressual que nasceu por iniciativa do PSDB.
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<title>Banco do Brasil amplia crédito para micro e pequenas empresas</title>
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&lt;p class=&quot;tagline&quot;&gt;
Atualizada às 14h55
O Banco do Brasil anuncia hoje a ampliação de crédito para 300 mil micro e pequenas empresas que são clientes da instituição. Cerca de R$ 11 bilhões serão colocados à disposição para empréstimos que terão como contrapartida os chamados recebíveis dessas empresas. Por exemplo: receita com vendas em cartões de crédito, cheques, duplicatas.
Na avaliação do banco, há uma cenário de progressiva retomada da atividade econômica que deverá levar os clientes a tomar mais empréstimos. A medida de hoje é parecida com a adotada no mês passado para ampliar crédito de pessoas físicas clientes do banco.
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