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<title>Folha Online - Colunas - Futebol na Rede</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<title>Folha Online - Colunas - Futebol na Rede</title>
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<title>Árbitros: discussões eternas</title>
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Não passamos uma rodada sem comentar os erros da arbitragem. Agora, na fase final do Campeonato Brasileiro, os erros são amplificados. Um equívoco pode decidir o campeão ou o rebaixamento de uma equipe. Antes de tudo é preciso dizer que não é exclusividade da atual geração de árbitros brasileiros cometer erros históricos.
Na história do torneio, desde 1971, não faltam casos de campeonatos que foram decididos por erros graves pelos homens do apito --com certeza você já pensou em pelo menos dez jogos em que o seu time foi prejudicado.
Não defendo a tese de que os erros do árbitro são bons para o futebol porque garantem discussão durante a semana. Muito menos sou um daqueles que adoram que o time vença mesmo que seja &amp;quot;roubado&amp;quot;. Sou partidário de que as vitórias da minha equipe sejam incontestáveis, sem que ninguém possa questionar o triunfo.
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<title>O que pode fazer diferença num jogo de futebol</title>
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Ainda bem que não inventaram uma fórmula exata que defina um vencedor numa partida de futebol. Por isso, o jogo se torna interessante e tão imprevisível. Mas, principalmente em jogos decisivos como estamos tendo agora no Campeonato Brasileiro, é bom ficar atento a certos aspectos --jogadores e técnicos preferem dizer detalhes-- que aumentam muito as possibilidades de vitória, principalmente quando estão em campo duas equipes equilibradas.
&lt;b&gt;Bolas paradas&lt;/b&gt;
Eu, como amante do futebol bem jogado, com bola no chão e de toques, não gostaria de colocar esse tópico. Mas as jogadas de bolas paradas passaram a ter importância fundamental nas partidas. Sem exagero nenhum, atualmente, elas decidem as partidas tanto ou mais do que uma jogada individual ou numa boa troca de passes. Por isso é preciso ser muito eficiente quando o time ataca e criar um sistema para evitar que o adversário se aproveite desse tipo de jogada.
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<title>Muita gente entende</title>
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No Brasil, muita gente que acompanha futebol entende do assunto. Uma pena que alguns perdem a razão quando tentam explicar que sabem mais da matéria que o restante, ou se perdem inteiramente levados pela paixão. Aliás, só quem conhece mesmo do esporte sabe que existem várias maneiras de se analisar uma partida de futebol. Da mesma maneira que não existe apenas uma fórmula correta para se armar um time.
Por tudo isso, fico irritado com as declarações dos treinadores --aqui neste texto quando falo dos técnicos me refiro a todos eles-- que adoram se defender das críticas afirmando que os jornalistas não acompanham os treinos e não conseguem analisar um time de futebol.
O que os treinadores não falam é que os principais treinos das equipes hoje são secretos. Quando se treina alguma formação diferente é impossível acompanhar as experiências que são feitas. No momento em que os jornalistas têm acesso aos treinos, eles podem, no máximo, acompanhar um rachão ou um treino de finalização.
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<title>Números, exceções e não regras</title>
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Leio, mas confesso que não dou a mínima importância para as probabilidades de título e rebaixamento que nos são apresentadas após o final de cada rodada do Campeonato Brasileiro. Agora, então, com o torneio na fase decisiva e tão equilibrado, a cada dia somos bombardeados com porcentagens diferentes.
Respeito quem faz essas análises, mas eu acho que quem publica esse tipo de informação deveria, no mínimo, dizer que a informação que está sendo apresentada é apenas um retrato do que acontece no momento e que não passa apenas de previsão.
Na verdade, apesar dos números imponentes --como 53% e 98%-- eles só dizem o óbvio. É lógico que matematicamente um time que tenha cinco pontos de vantagem tem muito mais chances de ficar com a taça. A mesma coisa para o último colocado que está a oito pontos de escapar dos últimos quatro piores --ele tem muitas chances de cair para a Série B.
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<title>Vida de torcedor: a maldição da feijoada</title>
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No futebol não faltam torcedores supersticiosos. Quase todos têm uma mania ou ritual que acreditam piamente vão ajudar seu time chegar à vitória. Mas, de todos os fãs, não conheço algum que tenha mais manias que o meu amigo Carlos.
Palmeirense formado durante os anos em que o time amargava um enorme período sem títulos, Carlos, a cada ano que o time aumentava sua fila, foi criando uma série de superstições que iam deixando o time cada vez mais perto do título. No seu fanatismo, Carlos tem a absoluta certeza de que graças aos seus amuletos e manias o Palmeiras conseguiu ganhar o Campeonato Paulista de 1993 e acabar com os 17 longos anos sem dar uma volta olímpica.
Antes de qualquer coisa é sempre bom dizer que os rituais --se podemos chamar assim-- de Carlos não envolvem religião ou qualquer ritual de magia. &amp;quot;Deus tem muito mais coisas que se preocupar que uma partida de futebol&amp;quot;, gosta de afirmar sempre.
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<title>Mudança vai gerar retrocesso</title>
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Se aprovada a mudança de regulamento do Campeonato Brasileiro de pontos corridos para a volta do sistema com &amp;quot;mata-mata&amp;quot;, o nosso futebol estará dando um gigantesco passo para trás. Não tenho dúvida de que a mudança no Nacional vai terminar com qualquer esperança de que os nossos clubes possam finalmente ter um mínimo de organização, ser viáveis economicamente e se planejar durante uma temporada.
Só interessa a mudança para clubes que sempre mascararam seus resultados por campeonatos com regulamentos absurdos que nem sempre premiaram as melhores equipes. Acho que já escrevi isso aqui neste espaço, por isso vale a pena lembrar. No Campeonato Brasileiro já tivemos distorções absurdas.
- Em sete oportunidades, nas edições de 1974, 1977, 1981, 1983, 1985, 1986 e 1992, o vice-campeão brasileiro acabou fazendo mais pontos que o clube que ficou com a taça. O pior aconteceu com o Atlético-MG, em 1978, e com o Internacional, nove anos depois, que mesmo fazendo mais pontos do que o campeão terminaram apenas na terceira colocação.
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<title>Baseado apenas em fatos reais</title>
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O futebol jogado aqui no Brasil vem melhorando a cada ano. Nas últimas temporadas os clubes estão mais estruturados, se planejam melhor e estão conseguindo arrecadar mais dinheiro. Os campeonatos, principalmente o Brasileiro, acabam despertando o interesse das torcidas pelo equilíbrio verificado tanto na parte de cima da tabela quanto na luta pelo rebaixamento. Aprendemos a respeitar os regulamentos e até aprendemos a valorizar a Série B.
Mas, mesmo com todos esses avanços, não é nenhum exagero dizer que tecnicamente o futebol jogado no país está muito abaixo das principais ligas disputadas na Europa. Exemplos disso não faltam, já que continuamos exportando nossos melhores jogadores.
Um caso do baixo nível do futebol praticado no nosso país atualmente é o meia --ou seria ex-lateral-- Gilberto, do Cruzeiro. Nada contra o jogador, que desde que voltou aos gramados brasileiros está fazendo boas partidas, mas sempre é bom lembrar que o atleta em nenhum momento foi titular absoluto na Alemanha e, ultimamente, disputava uma vaga no time B do Tottenham, de Londres, que pode ter tradição mas faz tempo é um clube apenas mediano da liga inglesa.
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<title>Apitos em xeque e seleção</title>
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A arbitragem no Campeonato Brasileiro está um desastre. Isso não é nenhuma novidade. Em todas as rodadas acontecem várias reclamações e os árbitros interferem diretamente no resultado das partidas. O erro de arbitragem sempre vai acontecer no futebol, mas no atual momento os árbitros e seus auxiliares cometem falhas além do que seria aceitável.
Está certo que os mais desesperados conseguem observar, no mínimo, cinco pênaltis, a favor do seu time de coração, mas olhando com o máximo de imparcialidade é possível observar vários erros. Os equívocos não se restringem apenas aos lances de pênalti ou gols irregulares, mas também em lances que são fáceis para a arbitragem e que os árbitros não poderiam errar.
Tudo bem que é muito difícil ser árbitro no Brasil. Além de os jogadores não colaborarem, não existe nenhuma barreira para proteger o árbitro. No nosso futebol, eles recebem pressão de todos os lados --nos estádios, dos dirigentes, da torcida e até de ex-colegas de profissão agora transformados em comentaristas de arbitragem.
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<title>O crítico e o torcedor</title>
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Todo mundo já sabe para que time eu torço. Também nunca escondi --nem faço questão-- de fazer isso. Mas, semanalmente, recebo mensagens de leitores que expõem suas críticas, mas gostam de exaltar minha imparcialidade. E lógico que existem aqueles que me chamam de corintiano, são-paulino, colorado, flamenguista ou vascaíno, mas aí todos estão errados.
Mas todos os elogios ou insinuações erradas do time de minha preferência funcionam como um excelente parâmetro se eu estou fazendo bem o meu trabalho. Ou seja, saber diferenciar muito bem o que é ser torcedor e qual a função de crítico.
Eu não seria um crítico se eu nunca tivesse sido um torcedor. Já disse neste espaço como sou viciado e gosto de futebol. Não poderia escrever nada sobre esporte se em algum momento eu não tivesse sido um torcedor.
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<title>No futebol, pensar ainda é preciso</title>
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É incontestável. Hoje o futebol é jogado com muito mais rapidez do que há 20 ou 30 anos. O jogo tem muito mais contato, pois os atletas têm uma condição física espetacular e se movimentam o tempo todo para fugir da marcação do adversário. Mas se agora as partidas têm uma intensidade muito grande, falta um pouco na parte técnica, do toque mais refinado.
Por isso, com as partidas ficando cada vez mais rápidas, aos poucos foram sumindo os armadores do nosso futebol. Hoje, por exemplo, os jogadores que atuam no meio-de-campo são volantes que correm muito para marcar, ou carregadores de bola, aqueles que partem para cima dos adversários tentando uma sequência de dribles.
Temos a mania de confundir esses carregadores de bola como armadores. Em várias oportunidades são eles que dão um passe importante para um gol. Vamos a um exemplo prático. Kaká, hoje no Real Madrid, está muito longe de ser um armador. Apesar de ser um grande jogador, é difícil ver o craque mudando o ritmo da partida, acalmando a equipe, ou, o que é a característica de um armador clássico, estando sempre livre para receber a bola para servir de opção para um zagueiro ou volante que tenha dificuldade para sair jogando.
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<title>O futebol carioca parou no tempo</title>
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Não dá para esconder a decadência do futebol carioca. Atualmente, os quatro grandes times do Rio de Janeiro vivem em péssimas situações. O Flamengo, o melhor time do Estado no Campeonato Brasileiro, não tem a mínima chance de conquistar o título ou uma vaga na Taça Libertadores.
Outros dois times cariocas, Botafogo e Fluminense --que a cada rodada se afunda mais na lanterna do torneio--, lutam desesperadamente para escapar do rebaixamento. Já a torcida do Vasco comemora a boa fase, mas esquece que o time está na Série B.
O grande problema que eu vejo na situação atual dos times cariocas é que eles pararam no tempo, tanto fora do campo quanto dentro.
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<title>A questão não está nos esquemas</title>
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Na última semana falei dos problemas que o uso errado do 3-5-2 causaram no nosso futebol. Nada contra o esquema, que, quando bem utilizado, com os três zagueiros não jogando em linha, com um líbero que saiba sair jogando, com os alas atuando como autênticos armadores pelos lados do campo e sem três volantes defensivos no meio, pode ter sucesso contra o 4-4-2 por uma razão muito simples: o domínio do setor de meio-de-campo, local onde se decidem as partidas.
Há muito tempo eu penso da seguinte forma. O bom esquema é aquele que casa com as características do time. Por exemplo: não adianta nada escalar um time com três zagueiros pesados e lentos em linha. O ataque adversário vai fazer a festa, usando a velocidade.
Mas, independentemente do esquema usado, influencia muito mais na partida como o técnico coloca seu time em campo. Me incomoda muito os técnicos brasileiros armarem suas equipes com poucas ambições ofensivas. Eles sempre pensam em proteger a defesa antes de qualquer coisa. Em qualquer esquema, ele sempre é usado da maneira mais defensiva possível.
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<title>3-5-2 como (mau) legado</title>
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Considero uma excelente coluna, quando a lemos e ficamos um bom tempo pensando sobre o que foi dito. Foi o que aconteceu com o texto do Eduardo Vieira da Costa, na sua última &lt;b&gt;Regra 10&lt;/b&gt;, que está aqui na &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. Depois de ler o texto do Edu em que ele fala sobre a implantação do 3-5-2 no Brasil pelo técnico Sebastião Lazaroni, fiquei o último final de semana pensando sobre o esquema --tanto que peço licença para usar quase o mesmo título que ele.
Falando no esquema, ao meu ver, os defensivistas técnicos brasileiros nunca usaram o 3-5-2, mas sim o 5-3-2. Considero que as únicas tentativas corretas de armar um time nesse esquema que entrou na moda graças à seleção da Dinamarca em 1986 foram o Mogi Mirim, comandado por Oswaldo Álvares, no início da década de 1990, e o Grêmio, treinado por Tite, que conquistou a Copa do Brasil em 2001.
Vocês devem estar se perguntando qual a razão para eu citar apenas esses dois times. Simples: eles tinham a presença de líberos, que são fundamentais para que o esquema não se transforme no 5-3-2. Para os nossos treinadores imitadores, o líbero é apenas o jogador de espera, o último zagueiro --isso quando os três beques não jogam em linha--, que fica apenas confinado na defesa. Para que o sistema funcione é fundamental que um dos zagueiros tenha a capacidade de articular ataques, finalizar e aparecer como elemento surpresa.
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<title>Os novos solitários do futebol</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/futebolnarede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/futebolnarede/ult868u611363.shtml</link>
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Sempre se disse que a posição de goleiro é a mais solitária do futebol. Também pudera: os arqueiros ficam debaixo das traves e durante boa parte da partida não têm nenhuma companhia ao seu lado. Mas, da maneira que o futebol está se desenvolvendo e do jeito que os técnicos insistem em armar suas equipes, não é nenhum exagero dizer que em um curto espaço de tempo os centroavantes --ou atacantes-- vão ficar tão isolados quanto os goleiros.
Hoje, os atacantes se tornaram uma ilha cercada por zagueiros por todos os lados.
Já faz tempo existiam dois pontas abertos, um meia-armador e um ponta de lança para municiar o atacante para que ele finalizasse. Nem gostaria que se voltasse a falar da linha de ataque com cinco atacantes, como Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe, nem sonharia com um ataque formado por Valdomiro, Dario e Lula, mas já sinto falta de equipes com pelo menos dois jogadores ofensivos.
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<title>Os clubes precisam reagir</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/futebolnarede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/futebolnarede/ult868u608547.shtml</link>
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O fato de a direção do Palmeiras conseguir sentar e discutir com o seu parceiro a manutenção de seus principais jogadores durante a janela de transferência pode ser considerado um marco. O fato revela que os nossos clubes não precisam ser tão submissos, aliás, como todos se acostumaram a ser com parceiros, empresários, jogadores, federações, patrocinadores e até televisão.
Está certo que essa condição de inferioridade dos clubes é culpa das próprias equipes. Digo, sem nenhum medo de errar, que mesmo com um pequeno avanço e alguns poucos atos positivos, os clubes continuam sendo administradas muito mal. Só vou conseguir acreditar em alguma administração quando um clube conseguir sobreviver sem a venda de jogadores para se manter com sucesso.
Esse modelo já foi adotado faz tempo pelos clubes e fez com que os nossos jogadores ficassem cada vez menos valorizados. Com a necessidade de fazer dinheiro, os clubes perderam poder de negociação e praticamente entregam de graça seus principais jogadores. Isso é fácil de se perceber. Não faz muito tempo as nossas equipes vendiam um atleta e conseguiam se manter em uma boa situação por alguns anos. Hoje, com o dinheiro das transferências, em que apenas uma pequena parte fica com o clube, mal dá para pagar a folha de pagamento do próximo mês.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/futebolnarede/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/futebolnarede/ult868u608547.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/08/2009 - 10h33)</description>
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