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<title>Folha Online - Colunas - Regra 10</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Colunas - Regra 10</title>
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<title>Como driblar um bruxo?</title>
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No filme &amp;quot;Boleiros&amp;quot; há uma história sobre um jogador que sofre com um problema de contusão e que custa a voltar. Todo mundo já começa a olhar torto, achando que o cara é &amp;quot;chinelinho&amp;quot;. Fazem os melhores tratamentos médicos e nada resolve. Parece que não tem mais jeito, o craque está acabado. Até que uns torcedores o levam a uma espécie de pai de santo, que receita umas mandingas. Milagrosamente, ele volta a jogar.
Não duvide, essas coisas acontecem também na vida real. Não, não quero dizer que jogadores se curam ou se machucam por obra de forças ocultas - embora haja quem acredite nisso também. O que quero dizer é que não é raro que clubes e atletas profissionais recorram a recursos deste tipo.
Até mesmo quando se trata do jogador mais caro da história do futebol. Afinal, Cristiano Ronaldo custou cerca de R$ 230 milhões ao Real Madrid e até agora não conseguiu mostrar muita coisa. Fez alguns bons jogos e depois se machucou em uma partida da seleção portuguesa.
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<title>Por Portugal, Hulk não joga</title>
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A presença de Hulk na convocação da seleção brasileira para amistosos chocou bastante gente. Mas minha aposta é de que o choque vai ser breve. Ele não deverá ir para a Copa, mesmo se tiver bom desempenho diante de Inglaterra e Omã, em novembro.
O destino do Incrível Hulk deverá ser se juntar a jogadores como Afonso Alves, Bobô, Jô, Lincoln, Ilsinho, Tinga, Rafinha, Henrique, Dudu Cearense, Fernando, Daniel Carvalho etc.
A lista dos jogadores já convocados por Dunga e hoje esquecidos pelo treinador é grande. Em toda a era Dunga já foram convocados 85 jogadores, e 64 chegaram a entrar em campo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u645076.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/10/2009 - 07h00)</description>
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<title>Sobre beleza e fritura</title>
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Existem homens que preferem evitar mulheres muito bonitas com o argumento de que dão muita preocupação. O inverso também é válido. Pura insegurança, obviamente. Transposto o conceito para o mundo do futebol, tipos assim poderiam, por exemplo, recusar um emprego como técnico do Real Madrid. Nesse caso, porém, teriam elementos para comprovar que o &amp;quot;bonito&amp;quot; nem sempre é o melhor.
A rotatividade no Real Madrid, aliás, chega a ser maior do que a folha corrida de atrizes/modelos em seus affairs de capa de revista de fofoca com atores/modelos.
Quem assume o time madrileno tem que ter um olho no peixe e outro no gato, sempre. Basta dizer que nos últimos sete anos o clube teve nada menos que dez treinadores --incluindo aí um certo Vanderlei Luxemburgo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u641890.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (23/10/2009 - 07h00)</description>
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<title>Maradona, tatua o Dunga</title>
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Maradona carrega no ombro direito a imagem tatuada de Che Guevara. Na perna esquerda, leva Fidel Castro. Em comum com os líderes da revolução cubana, muito além de qualquer tipo de ideologia, o ex-jogador argentino tem a aura de mito. Por isso mesmo, ele próprio é tema de inúmeras tatuagens não só na Argentina mas também mundo afora.
Exemplo emblemático: o meia Lucho Gonzalez, que tem sido convocado regularmente pelo técnico argentino, tem na perna esquerda uma &lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/photos/36126832@N00/3208131268&quot;&gt;tatuagem de Maradona&lt;/a&gt; com a camisa da seleção nacional.
Alguém já imaginou um atleta da atual seleção brasileira --ou qualquer pessoa no gozo de perfeitas faculdades mentais-- com uma imagem do Dunga eternizada em tinta no próprio corpo?
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u638590.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (16/10/2009 - 07h00)</description>
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<title>El Tanque: fundo do poço argentino</title>
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O fundo do poço do futebol argentino é realmente muito fundo. Além da possibilidade de a seleção do &amp;quot;técnico&amp;quot; Maradona ficar fora da Copa-2010, da dívida enorme dos clubes, da má fase dos maiores times do país e de um início de Torneio Apertura com uma classificação maluca, o campeonato nacional ainda tem como artilheiro ninguém menos que Santiago Silva.
O glorioso Santiago Silva é aquele uruguaio que tinha (ou tem) o apelido de El Tanque. Ele teve passagem marcante pelo Corinthians em 2002. Cravou seu nome na história como um dos piores jogadores que já vestiram a camisa do clube.
Na época da contratação pelo Corinthians ele até chegou com moral, talvez pelo apelido curioso e por ter saído diretamente da Itália (Chievo) para o Brasil. O técnico Carlos Alberto Parreira colocou o então jovem de 21 anos em campo umas três ou quatro vezes.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u635497.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/10/2009 - 07h00)</description>
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<title>Avaí dá aula a Botafogo e Flu</title>
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Pouco antes do início do Campeonato Brasileiro, o técnico Silas, do Avaí, deu uma declaração que causou certa polêmica. Para ele, o objetivo do clube catarinense no Brasileiro de 2009 era simplesmente não cair para a Série B.
Matematicamente, esse objetivo ainda não foi alcançado. Mas só uma sequência inacreditável de derrotas poderá tirar o equipe de Florianópolis da elite do futebol nacional.
Mais do que confortável, a posição do Avaí permite até mesmo sonhar com uma vaga na Libertadores, ainda que seja difícil --até o início da 27ª rodada, a diferença para o último do G4 era de sete pontos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u632132.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/10/2009 - 07h00)</description>
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<title>Honduras, Brasil e a Copa do Mundo</title>
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Pode parecer estranho, mas a crise política em Honduras pode mexer com a Copa da África do Sul de 2010. Com o temor pela segurança dos jogadores diante do caos vivido no país, cogita-se mudar o mando de campo de um jogo decisivo das eliminatórias da Concacaf.
A partida entre Honduras e Estados Unidos, pela próxima (e penúltima) rodada do torneio, marcada para o dia 10 de outubro na cidade hondurenha de San Pedro Sula, seria transferida para outro país da América Central ou até mesmo para os EUA --sugestão dos americanos, segundo reportagem da &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk2409200910.htm&quot;&gt;&lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.
Essa absurda inversão de mando poderia ser determinante na classificação. Uma vitória colocaria os EUA no Mundial. Um triunfo hondurenho deixaria o país caribenho muito perto da vaga, feito que só conseguiram uma vez na história, na Espanha-1982.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u628919.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/09/2009 - 07h00)</description>
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<title>Ídolo brasileiro no Boca Juniors</title>
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Se de fato vier a jogar pelo Corinthians, Riquelme será o décimo argentino a vestir a camisa alvinegra nos 99 anos de história do clube. Não é muita coisa, principalmente se compararmos com a quantidade de brasileiros que já atuaram pelo Boca Juniors, por exemplo. Até hoje, 24 atletas nascidos por aqui envergaram o uniforme azul e ouro.
O clube do Parque São Jorge chegou a ser chamado de Timón recentemente devido à presença de vários argentinos, mas até menos de uma década atrás apenas dois hermanos haviam passado pelo time, o goleiro Buttice (1974) e o meia Veira (1976). Ávalos foi o terceiro, no ano 2000.
A partir de 2005, outros seis argentinos foram contratados: Sebá, Mascherano, Carlitos Tevez, Herrera, Escudero e Defederico.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u625582.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (18/09/2009 - 07h00)</description>
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<title>A zaga de Charles Miller a Dunga</title>
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O estereótipo foi formado ao longo de mais de um século. Desde que Charles Miller voltou ao Brasil da Inglaterra, em 1894, trazendo na bagagem duas bolas de football, o abrasileirado futebol desenvolveu seu ataque tanto quanto os japoneses desenvolveram tecnologia e relegou zagueiros e defensores a segundo plano mais do que os chineses desprezaram a democracia.
Futebol brasileiro é sinônimo de dribles, golaços, tudo em meio a muito samba e displicência. Pergunte a qualquer inglês ou alemão.
Ingleses ou alemães menos desavisados dirão que isso é apenas uma ideia concebida por quem não tem conhecimento real do futebol brasileiro --ou pelo menos do que tem sido praticado pelo país nas últimas décadas.
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<title>E esse Defederico, hein?</title>
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Conversas sobre futebol só perdem para considerações sobre o clima nos encontros casuais, em geral bastante constrangedores, nas padarias, em volta de bebedouros, em cafés ou, especialmente, nos elevadores. Pelo menos com os homens costuma ser assim.
Se o sujeito não tem absolutamente nada o que dizer, quase sempre saca um &amp;quot;Será que vai chover?&amp;quot; ou um &amp;quot;Está quente hoje, não?&amp;quot;. A variante futebolística vem na forma de &amp;quot;E o Bonsucesso, hein?&amp;quot;.
No lugar de Bonsucesso é possível colocar o nome de qualquer outro time. E assim está garantida a interação social desnecessária.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u619004.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/09/2009 - 07h00)</description>
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<title>Confundir, e não explicar</title>
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&lt;p class=&quot;tagline&quot;&gt;
&amp;quot;Tornar o simples&lt;br/&gt;
complicado é lugar comum.&lt;br/&gt;
Fazer o complicado simples,&lt;br/&gt;
impressionantemente simples,&lt;br/&gt;
isso é criatividade.&amp;quot;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Charles Mingus&lt;/b&gt;, compositor de jazz americano
O apresentador de TV Chacrinha tinha um bordão que dizia: &amp;quot;Eu vim para confundir, não para explicar&amp;quot;. Tudo a ver com a natureza anárquica de seus programas, em que distribuía abacaxis e bacalhaus para a plateia.
A exemplo do Velho Guerreiro, o regulamento da Série D veio para confundir. Mas ao contrário do que pretendia (e conseguia) o lendário comunicador, a confusão criada na quarta divisão do Campeonato Brasileiro nada tem de pitoresca --tem, e muito, de dantesca.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u615963.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (28/08/2009 - 08h00)</description>
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<title>Lazaronês e 3-5-2 como legado</title>
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Na galeria dos grandes vilões do futebol brasileiro, Sebastião Lazaroni só perde para o goleiro Barbosa. Mas se o arqueiro da Copa de 1950 também pode ser considerado o maior injustiçado da história ludopédica nacional, o técnico, nesta categoria, fica mais uma vez com o segundo lugar.
Acusado ferozmente por ter sofrido o gol de Ghiggia que deu o título do Mundial ao Uruguai, na derrota por 2 a 1 em pleno Maracanã, Barbosa viveu uma verdadeira maldição nos 50 anos restantes de sua vida, sempre sendo lembrado como culpado pela tragédia. Pouco antes de morrer, disse uma frase emblemática:
&amp;quot;No Brasil, a pena máxima para quem comete um crime é de 30 anos. Eu, que não cometi crime nenhum, pago faz 50 anos.&amp;quot;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u612759.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (21/08/2009 - 08h00)</description>
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<title>Campeões fora de campo</title>
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O último título de grande expressão do Atlético-MG foi o Campeonato Brasileiro de 1971, primeira edição do torneio, há 38 anos. Ou seja, ninguém que tenha menos de 40 anos viu o time levantar um troféu nacional.
Ainda assim, a Massa Atleticana é a torcida mais fiel do Brasil. Pelo menos no que se refere à presença no estádio no primeiro turno do atual Brasileirão.
O Galo é o único clube da Série A com média de público superior a 40 mil pagantes nos jogos em casa. Atingiu a marca no empate por 1 a 1 com o Palmeiras, que levou 51.532 pessoas ao estádio.
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<title>Bobby, Ronaldo e Romário</title>
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Dirão os ingleses que os maiores feitos da carreira de Sir Bobby Robson, que morreu no último dia 31 de julho, aos 76 anos, foram os improváveis títulos da Copa da Inglaterra e da Copa da Uefa comandando o modesto Ipswich Town, em 1978 e 1981. Ou os troféus levantados como técnico do PSV, do Porto ou do Barcelona.
Mas Robson teve também em seu currículo algo que não se guarda na estante, mas que é uma honraria que nenhum outro técnico do mundo alcançará. Ele teve o privilégio de ter sob seu comando, em momentos distintos, os dois maiores centroavantes da história do futebol, Romário e Ronaldo. Tanto um quanto o outro no auge de suas carreiras.
E teve o mérito de saber lidar com ambos, sendo decisivo na carreira dos dois.
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<title>Futebol é momento?</title>
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Existe uma máxima que diz que futebol é momento. É chavão, lugar-comum, clichê. Por isso mesmo, tem pouco valor. Bom, deveria ter. Porque futebol, no final das contas, é... momento.
Com base nisso, e isso não é base para muita coisa, admito, é possível identificar pelo menos quatro tipos de jogadores, a saber a seguir.
&lt;b&gt;Promessas falsas&lt;/b&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u602814.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (31/07/2009 - 08h00)</description>
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