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<title>Folha Online - Colunas - Regra 10</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<title>Folha Online - Colunas - Regra 10</title>
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<title>Só um craque fora da Copa</title>
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Mais do que os sete países campeões do mundo, a Copa da África do Sul-2010 terá o privilégio de contar com a presença de praticamente todos os melhores jogadores do mundo na atualidade. Se levarmos em conta a lista dos 23 indicados pela Fifa ao prêmio de melhor do ano, apenas um não poderá estar em campo no primeiro mundial africano: Ibrahimovic.
A Suécia, país do excelente centroavante do Barcelona, não conseguiu se classificar. Alguém até poderia dizer que ele, sozinho, não poderia fazer muita coisa, já que o time sueco não tem lá muitos grandes jogadores fora ele. Para se ter uma ideia, o veteraníssimo Henrik Larsson, aos 38 anos, participou da campanha, o que já indica que eles não têm muitas outras opções.
De qualquer forma, Ibrahimovic, que fez (justa) fama na Inter de Milão, não foi capaz de levar o time nas costas, em um grupo muito equilibrado. Uma vitória diante da Dinamarca, na penúltima rodada, por exemplo, mudaria completamente a situação --os suecos seriam os primeiros do grupo, e os dinamarqueses é que estariam fora.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u654960.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/11/2009 - 07h00)</description>
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<title>E agora, Belluzzo, Simon está certo?</title>
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Toda a celeuma em torno da arbitragem de Carlos Eugênio Simon na vitória do Fluminense sobre o Palmeiras teve como base uma certeza, a de que o juiz errou ao apitar falta do Obina e invalidar o gol. Vou na contramão. O suposto erro é altamente discutível.
Na maior parte das imagens de TV, é impossível identificar falta do Obina. Mas após ver por um novo ângulo filmado pela Band (&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=erboeTmgbDU&amp;amp;feature=player_embedded&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt; ver no Youtube), a impressão que tenho é de que o atacante palmeirense de fato impediu Maicon de subir para tentar cabecear.
É claro que cada pessoa diferente que assistir ao lance terá uma opinião. Assista e tire suas conclusões. Não é uma jogada fácil de analisar. Mas acho que o que não pode acontecer é decretar que o Simon roubou, como disse o presidente palmeirense, Luiz Gonzaga Belluzzo.
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<title>Como driblar um bruxo?</title>
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No filme &amp;quot;Boleiros&amp;quot; há uma história sobre um jogador que sofre com um problema de contusão e que custa a voltar. Todo mundo já começa a olhar torto, achando que o cara é &amp;quot;chinelinho&amp;quot;. Fazem os melhores tratamentos médicos e nada resolve. Parece que não tem mais jeito, o craque está acabado. Até que uns torcedores o levam a uma espécie de pai de santo, que receita umas mandingas. Milagrosamente, ele volta a jogar.
Não duvide, essas coisas acontecem também na vida real. Não, não quero dizer que jogadores se curam ou se machucam por obra de forças ocultas - embora haja quem acredite nisso também. O que quero dizer é que não é raro que clubes e atletas profissionais recorram a recursos deste tipo.
Até mesmo quando se trata do jogador mais caro da história do futebol. Afinal, Cristiano Ronaldo custou cerca de R$ 230 milhões ao Real Madrid e até agora não conseguiu mostrar muita coisa. Fez alguns bons jogos e depois se machucou em uma partida da seleção portuguesa.
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<title>Por Portugal, Hulk não joga</title>
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A presença de Hulk na convocação da seleção brasileira para amistosos chocou bastante gente. Mas minha aposta é de que o choque vai ser breve. Ele não deverá ir para a Copa, mesmo se tiver bom desempenho diante de Inglaterra e Omã, em novembro.
O destino do Incrível Hulk deverá ser se juntar a jogadores como Afonso Alves, Bobô, Jô, Lincoln, Ilsinho, Tinga, Rafinha, Henrique, Dudu Cearense, Fernando, Daniel Carvalho etc.
A lista dos jogadores já convocados por Dunga e hoje esquecidos pelo treinador é grande. Em toda a era Dunga já foram convocados 85 jogadores, e 64 chegaram a entrar em campo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u645076.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/10/2009 - 07h00)</description>
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<title>Sobre beleza e fritura</title>
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Existem homens que preferem evitar mulheres muito bonitas com o argumento de que dão muita preocupação. O inverso também é válido. Pura insegurança, obviamente. Transposto o conceito para o mundo do futebol, tipos assim poderiam, por exemplo, recusar um emprego como técnico do Real Madrid. Nesse caso, porém, teriam elementos para comprovar que o &amp;quot;bonito&amp;quot; nem sempre é o melhor.
A rotatividade no Real Madrid, aliás, chega a ser maior do que a folha corrida de atrizes/modelos em seus affairs de capa de revista de fofoca com atores/modelos.
Quem assume o time madrileno tem que ter um olho no peixe e outro no gato, sempre. Basta dizer que nos últimos sete anos o clube teve nada menos que dez treinadores --incluindo aí um certo Vanderlei Luxemburgo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u641890.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (23/10/2009 - 07h00)</description>
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<title>Maradona, tatua o Dunga</title>
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Maradona carrega no ombro direito a imagem tatuada de Che Guevara. Na perna esquerda, leva Fidel Castro. Em comum com os líderes da revolução cubana, muito além de qualquer tipo de ideologia, o ex-jogador argentino tem a aura de mito. Por isso mesmo, ele próprio é tema de inúmeras tatuagens não só na Argentina mas também mundo afora.
Exemplo emblemático: o meia Lucho Gonzalez, que tem sido convocado regularmente pelo técnico argentino, tem na perna esquerda uma &lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/photos/36126832@N00/3208131268&quot;&gt;tatuagem de Maradona&lt;/a&gt; com a camisa da seleção nacional.
Alguém já imaginou um atleta da atual seleção brasileira --ou qualquer pessoa no gozo de perfeitas faculdades mentais-- com uma imagem do Dunga eternizada em tinta no próprio corpo?
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u638590.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (16/10/2009 - 07h00)</description>
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<title>El Tanque: fundo do poço argentino</title>
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O fundo do poço do futebol argentino é realmente muito fundo. Além da possibilidade de a seleção do &amp;quot;técnico&amp;quot; Maradona ficar fora da Copa-2010, da dívida enorme dos clubes, da má fase dos maiores times do país e de um início de Torneio Apertura com uma classificação maluca, o campeonato nacional ainda tem como artilheiro ninguém menos que Santiago Silva.
O glorioso Santiago Silva é aquele uruguaio que tinha (ou tem) o apelido de El Tanque. Ele teve passagem marcante pelo Corinthians em 2002. Cravou seu nome na história como um dos piores jogadores que já vestiram a camisa do clube.
Na época da contratação pelo Corinthians ele até chegou com moral, talvez pelo apelido curioso e por ter saído diretamente da Itália (Chievo) para o Brasil. O técnico Carlos Alberto Parreira colocou o então jovem de 21 anos em campo umas três ou quatro vezes.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u635497.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/10/2009 - 07h00)</description>
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<title>Avaí dá aula a Botafogo e Flu</title>
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Pouco antes do início do Campeonato Brasileiro, o técnico Silas, do Avaí, deu uma declaração que causou certa polêmica. Para ele, o objetivo do clube catarinense no Brasileiro de 2009 era simplesmente não cair para a Série B.
Matematicamente, esse objetivo ainda não foi alcançado. Mas só uma sequência inacreditável de derrotas poderá tirar o equipe de Florianópolis da elite do futebol nacional.
Mais do que confortável, a posição do Avaí permite até mesmo sonhar com uma vaga na Libertadores, ainda que seja difícil --até o início da 27ª rodada, a diferença para o último do G4 era de sete pontos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u632132.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/10/2009 - 07h00)</description>
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<title>Honduras, Brasil e a Copa do Mundo</title>
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Pode parecer estranho, mas a crise política em Honduras pode mexer com a Copa da África do Sul de 2010. Com o temor pela segurança dos jogadores diante do caos vivido no país, cogita-se mudar o mando de campo de um jogo decisivo das eliminatórias da Concacaf.
A partida entre Honduras e Estados Unidos, pela próxima (e penúltima) rodada do torneio, marcada para o dia 10 de outubro na cidade hondurenha de San Pedro Sula, seria transferida para outro país da América Central ou até mesmo para os EUA --sugestão dos americanos, segundo reportagem da &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk2409200910.htm&quot;&gt;&lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.
Essa absurda inversão de mando poderia ser determinante na classificação. Uma vitória colocaria os EUA no Mundial. Um triunfo hondurenho deixaria o país caribenho muito perto da vaga, feito que só conseguiram uma vez na história, na Espanha-1982.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u628919.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/09/2009 - 07h00)</description>
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<title>Ídolo brasileiro no Boca Juniors</title>
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Se de fato vier a jogar pelo Corinthians, Riquelme será o décimo argentino a vestir a camisa alvinegra nos 99 anos de história do clube. Não é muita coisa, principalmente se compararmos com a quantidade de brasileiros que já atuaram pelo Boca Juniors, por exemplo. Até hoje, 24 atletas nascidos por aqui envergaram o uniforme azul e ouro.
O clube do Parque São Jorge chegou a ser chamado de Timón recentemente devido à presença de vários argentinos, mas até menos de uma década atrás apenas dois hermanos haviam passado pelo time, o goleiro Buttice (1974) e o meia Veira (1976). Ávalos foi o terceiro, no ano 2000.
A partir de 2005, outros seis argentinos foram contratados: Sebá, Mascherano, Carlitos Tevez, Herrera, Escudero e Defederico.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u625582.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (18/09/2009 - 07h00)</description>
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<title>A zaga de Charles Miller a Dunga</title>
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O estereótipo foi formado ao longo de mais de um século. Desde que Charles Miller voltou ao Brasil da Inglaterra, em 1894, trazendo na bagagem duas bolas de football, o abrasileirado futebol desenvolveu seu ataque tanto quanto os japoneses desenvolveram tecnologia e relegou zagueiros e defensores a segundo plano mais do que os chineses desprezaram a democracia.
Futebol brasileiro é sinônimo de dribles, golaços, tudo em meio a muito samba e displicência. Pergunte a qualquer inglês ou alemão.
Ingleses ou alemães menos desavisados dirão que isso é apenas uma ideia concebida por quem não tem conhecimento real do futebol brasileiro --ou pelo menos do que tem sido praticado pelo país nas últimas décadas.
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<title>E esse Defederico, hein?</title>
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Conversas sobre futebol só perdem para considerações sobre o clima nos encontros casuais, em geral bastante constrangedores, nas padarias, em volta de bebedouros, em cafés ou, especialmente, nos elevadores. Pelo menos com os homens costuma ser assim.
Se o sujeito não tem absolutamente nada o que dizer, quase sempre saca um &amp;quot;Será que vai chover?&amp;quot; ou um &amp;quot;Está quente hoje, não?&amp;quot;. A variante futebolística vem na forma de &amp;quot;E o Bonsucesso, hein?&amp;quot;.
No lugar de Bonsucesso é possível colocar o nome de qualquer outro time. E assim está garantida a interação social desnecessária.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u619004.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/09/2009 - 07h00)</description>
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<title>Confundir, e não explicar</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u615963.shtml</link>
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&lt;p class=&quot;tagline&quot;&gt;
&amp;quot;Tornar o simples&lt;br/&gt;
complicado é lugar comum.&lt;br/&gt;
Fazer o complicado simples,&lt;br/&gt;
impressionantemente simples,&lt;br/&gt;
isso é criatividade.&amp;quot;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Charles Mingus&lt;/b&gt;, compositor de jazz americano
O apresentador de TV Chacrinha tinha um bordão que dizia: &amp;quot;Eu vim para confundir, não para explicar&amp;quot;. Tudo a ver com a natureza anárquica de seus programas, em que distribuía abacaxis e bacalhaus para a plateia.
A exemplo do Velho Guerreiro, o regulamento da Série D veio para confundir. Mas ao contrário do que pretendia (e conseguia) o lendário comunicador, a confusão criada na quarta divisão do Campeonato Brasileiro nada tem de pitoresca --tem, e muito, de dantesca.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u615963.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (28/08/2009 - 08h00)</description>
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<title>Lazaronês e 3-5-2 como legado</title>
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Na galeria dos grandes vilões do futebol brasileiro, Sebastião Lazaroni só perde para o goleiro Barbosa. Mas se o arqueiro da Copa de 1950 também pode ser considerado o maior injustiçado da história ludopédica nacional, o técnico, nesta categoria, fica mais uma vez com o segundo lugar.
Acusado ferozmente por ter sofrido o gol de Ghiggia que deu o título do Mundial ao Uruguai, na derrota por 2 a 1 em pleno Maracanã, Barbosa viveu uma verdadeira maldição nos 50 anos restantes de sua vida, sempre sendo lembrado como culpado pela tragédia. Pouco antes de morrer, disse uma frase emblemática:
&amp;quot;No Brasil, a pena máxima para quem comete um crime é de 30 anos. Eu, que não cometi crime nenhum, pago faz 50 anos.&amp;quot;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u612759.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (21/08/2009 - 08h00)</description>
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<title>Campeões fora de campo</title>
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O último título de grande expressão do Atlético-MG foi o Campeonato Brasileiro de 1971, primeira edição do torneio, há 38 anos. Ou seja, ninguém que tenha menos de 40 anos viu o time levantar um troféu nacional.
Ainda assim, a Massa Atleticana é a torcida mais fiel do Brasil. Pelo menos no que se refere à presença no estádio no primeiro turno do atual Brasileirão.
O Galo é o único clube da Série A com média de público superior a 40 mil pagantes nos jogos em casa. Atingiu a marca no empate por 1 a 1 com o Palmeiras, que levou 51.532 pessoas ao estádio.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/colunas/regra10/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/regra10/ult3255u609336.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (14/08/2009 - 08h00)</description>
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