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<title>Folha Online - Deutsche Welle - Principal</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Deutsche Welle - Principal</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<title>Fronteira da Alemanha dividida tinha 1.400 km; veja mais números</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u648441.shtml</link>
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Por mais de 28 anos, o Muro de Berlim foi o símbolo da divisão das duas Alemanhas. A fortaleza se estendia por 155 km e separava Berlim Ocidental de Berlim Oriental. Muito maior era a fronteira interalemã, isto é, entre a República Federal da Alemanha (RFA) e a República Democrática Alemã (RDA), de regime comunista. Ela somava 1.400 km, indo da baía de Lübeck, no norte, até Hof, no sul, na fronteira com a Tchecoslováquia.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u648435.shtml&quot;&gt;Conheça as mais espetaculares tentativas de fuga&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u647198.shtml&quot;&gt;Superprodução recria o Muro em detalhes; assista&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u646989.shtml&quot;&gt;Após 20 anos da queda do Muro, divisões persistem na Alemanha&lt;/a&gt;
Somente na região metropolitana de Berlim, o Muro tinha mais de 43 km de comprimento. Ao longo de seu percurso na cidade ele interrompia oito linhas de trens urbanos, quatro de metrô e 193 ruas e avenidas. Em sua extensão, o &amp;quot;gigante de concreto&amp;quot; atravessava 24 km de rios e cruzava 30 km de bosques.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u648441.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (07/11/2009 - 10h44)</description>
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<title>Conheça as mais espetaculares tentativas de fuga da Berlim dividida</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u648435.shtml</link>
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Sempre houve quem tentasse fugir cruzando o Muro de Berlim das mais variadas formas: por meio de túneis, carros, barcos, aviões ou simplesmente escadas. Alguns tiveram sucesso. Outros não conseguiram vencer a barreira.
Conheça casos curiosos que ilustram o que foi a vida na fronteira:
&lt;b&gt;5 de dezembro de 1961-&lt;/b&gt; Com uma locomotiva e alguns vagões, seis homens, dez mulheres e sete crianças partiram da estação ferroviária Albrechtshof, no Leste, rumo a Spandau, em Berlim Ocidental;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u648435.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/11/2009 - 09h15)</description>
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<title>Veto a crucifixos em colégios da Itália repercute na Alemanha</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u648191.shtml</link>
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Decisão sobre crucifixos nas salas de aula das escolas públicas causa polêmica na Itália. Padres alemães lamentam sentença de tribunal europeu. Alemanha teve mesmo debate 13 anos atrás.
As críticas não param, mesmo dias após a decisão do Tribunal Europeu de Direitos Humanos proibindo crucifixos nas salas de aula escolas públicas italianas. O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, afirmou que o veredicto é um motivo para se &amp;quot;duvidar da sanidade mental da Europa&amp;quot;.
A edição desta quinta-feira (05/10) do renomado jornal católico Avvenire também atacou a conclusão dos juízes, dizendo que ela cria uma onda de animosidade em relação à cruz e faz do continente uma &amp;quot;terra de ninguém&amp;quot;. A decisão repercutiu também na Alemanha, onde nos anos 90 Tribunal Constitucional Federal decidiu que crucifixos devem ser retirados da decoração das salas de aula, caso os alunos se sintam incomodados.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u648191.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/11/2009 - 08h44)</description>
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<title>Alemanha inaugura acelerador de íons para terapia do câncer</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u647433.shtml</link>
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Foi inaugurado nesta segunda-feira (2) na cidade de Heidelberg, no Estado alemão de Baden-Württemberg, um acelerador de íons pesados para ser usado na terapia contra o câncer.
O equipamento faz parte do Centro de Terapia Iônica da Clínica Universitária de Heidelberg (Heilderberger Ionentherapie-Zentrum: HIT), o maior complexo deste tipo na Europa.
Do tamanho de um campo de futebol, o acelerador tem como finalidade combater tumores geralmente incuráveis, tais como tumores do cérebro, olhos, nervo óptico, cerebelo, pâncreas e intestino, através da radiação direta e precisa.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u647433.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/11/2009 - 16h29)</description>
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<title>Superprodução recria Muro de Berlim em detalhes; veja vídeo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u647198.shtml</link>
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Como era o Muro de Berlim de verdade? A animação produzida pela Deutsche Welle responde a essa pergunta com riqueza de detalhes. Uma câmera subjetiva viaja pela fronteira de Berlim, partindo da rua Bernauer Strasse --onde fica hoje o Memorial do Muro de Berlim-- e passando pelas cercas que dividiam as antigas Alemanha Ocidental e Oriental.
&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://storage.mais.uol.com.br/player_video.swf?mediaId=368736&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Veja vídeo&lt;/a&gt;
O que pode ser visto hoje no local são apenas ruínas do Muro e da faixa chamada &amp;quot;terra de ninguém&amp;quot; (o terreno vigiado entre os dois Estados alemães na época da divisão). São fragmentos que não traduzem todo o sofrimento e o medo pelo qual passaram várias gerações. A animação desenvolvida pela Deutsche Welle revisita esse capítulo da história com precisão.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u647198.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/11/2009 - 15h39)</description>
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<title>Jovens alemães desconhecem a história da Alemanha comunista</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u646652.shtml</link>
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A divisão da Alemanha é um dos períodos mais documentados da história do país. Porém o nível de consciência histórica coletiva é baixo. E os eventos sobre os 20 anos da queda do Muro pouco contribuem para mudar o quadro.
Professores alemães alertam que o currículo de História nas escolas do país não reserva muito tempo para discutir a República Democrática Alemã (RDA), a parte oriental do país mantida sob um regime comunista de 1949 a 1990.
O pouco conhecimento sobre o período em questão foi confirmado também por Hans-Michael Schulze, guia do Museu da RDA (DDR-Museum), que admite haver muitas perguntas que o museu ajuda a responder pouco a pouco.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u646652.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/11/2009 - 14h36)</description>
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<title>Jovens dramaturgos apresentam Europa após a queda do Muro de Berlim</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u647030.shtml</link>
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O Festival de Teatro Europeu After the Fall Europa nach 1989 (Depois da Queda Europa após 1989) começou um uma &amp;quot;longa noite teatral&amp;quot; no Staatsschauspielhaus de Dresden. Até 8 de novembro, oito peças contemporâneas estrearão naquela cidade do Leste alemão e em Mülheim an der Ruhr, na Renânia do Norte-Vestfália.
Ideia para projeto transnacional partiu do Instituto Goethe de Londres: festival com peças da Polônia, Reino Unido, Dinamarca, Suécia, Sérvia e Romênia busca expressão artística para a queda do Muro e suas consequências.
Segundo o diretor do teatro nacional de Dresden, Wilfried Schulz, trata-se de uma cooperação sem precedentes entre o Instituto Goethe, o Theaterbüro Mülheim an der Ruhr e a Central Federal de Formação Política (BPB) da Alemanha.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u647030.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/11/2009 - 14h34)</description>
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<title>Debate sobre identidade nacional levanta críticas na França</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u646941.shtml</link>
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Para os adeptos do presidente Nicolas Sarkozy, trata-se de &amp;quot;fortalecer os valores republicanos&amp;quot;. A esquerda francesa vê manipulação eleitoral e um perigoso empréstimo da retórica de extrema direita.
O governo da França lançou nesta segunda-feira (02/11) um debate público sobre a identidade nacional, que deverá durar três meses. O apoio da população é maciço, porém são também duras as críticas à iniciativa, considerada parte de uma política cínica e, até mesmo, perigosa.
&lt;b&gt;Sarkozy entusiasmado&lt;/b&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u646941.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (03/11/2009 - 13h51)</description>
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<title>Alemães aprovam Obama mas são céticos quanto à política externa dos EUA</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u646849.shtml</link>
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As altas taxas de popularidade do presidente Barack Obama entre os alemães não se traduzem em aprovação à sua política externa. Especialistas veem crescente distanciamento entre Europa e EUA nas questões internacionais.
A popularidade do presidente Barack Obama continua em alta na Alemanha, mas cresce no país uma certa desilusão em relação à política externa do novo governo dos Estados Unidos, principalmente no que diz respeito a questões como Afeganistão, proteção climática e combate ao terrorismo.
Na opinião da especialista em política internacional e de segurança Constanze Stelzenmüller, do German Marshall Fund (GMF), em Berlim, o fenômeno não é recente e já faz tempo que Europa e Estados Unidos estão se afastando um do outro.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u646849.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (03/11/2009 - 13h44)</description>
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<title>Alemanha cortará ajuda para desenvolvimento a emergentes</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u646086.shtml</link>
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Novo ministro alemão da Cooperação Econômica e Desenvolvimento, Dirk Niebel, diz que potências econômicas como China e Índia não preenchem mais critérios para receber ajuda ao desenvolvimento para combate à miséria.
Poucos dias após assumir o Ministério alemão da Cooperação Econômica e Desenvolvimento, o político liberal Dirk Niebel anunciou nesta sexta-feira (30/10) um novo curso para a ajuda alemã ao desenvolvimento.
Em entrevista exclusiva à DW-TV, Niebel disse que, em primeiro plano, as novas estratégias do governo vão girar em torno &amp;quot;da concentração dos recursos disponíveis, da fusão da ajuda técnica e financeira e da concentração em determinados países parceiros&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u646086.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (03/11/2009 - 09h36)</description>
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<title>Alemanha e França pedem a Karzai que busque unidade no Afeganistão</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u646651.shtml</link>
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Comunidade internacional parabeniza o presidente Hamid Karzai após a comissão eleitoral do Afeganistão cancelar o segundo turno e declarar a vitória do atual mandatário.
Após a desistência do rival Abdullah Abdullah, a Comissão Eleitoral Independente (CEI) do Afeganistão cancelou nesta segunda-feira (02/11) a realização do segundo turno previsto para o próximo sábado e proclamou o atual presidente do país, Hamid Karzai, vencedor das eleições presidenciais.
Abdullah, ex-ministro afegão do Exterior, havia instado Karzai a destituir o presidente da CEI, Azizullah Ludin. Como Karzai não atendeu o pedido, Abdullah se recusou a participar das eleições presidenciais alegando que persistia o risco de fraudes no processo eleitoral.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u646651.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (03/11/2009 - 09h34)</description>
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<title>Falta sensibilidade para outras culturas na política externa de países ocidentais</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u646311.shtml</link>
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Democracia, crimes de guerra, terrorismo: não importa em que âmbito, os países ocidentais são acusados de conduta injusta. O que está em jogo quando se fala de critérios morais na política internacional?
Num ensaio recentemente publicado pelo diário alemão &lt;i&gt;Süddeutsche Zeitung&lt;/i&gt;, o escritor egípcio Alaa Al Aswany chamou a atenção para o fato de que quando os governos e a mídia ocidentais falam de democracia no mundo islâmico, o que eles querem, na verdade, é outra coisa.
Por que, pergunta Al Aswany, o Ocidente esteve tão ávido em criticar irregularidades nas eleições iranianas, realizadas há poucos meses, quando ninguém, nos países ocidentais, protesta contra manipulações eleitorais no próprio país? &amp;quot;A resposta é que lamentos por causa da injustiça não promovem a democracia&amp;quot;, escreve Al Aswany.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u646311.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (03/11/2009 - 09h33)</description>
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<title>Chanceler alemã fará discurso histórico no Congresso dos EUA</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u646579.shtml</link>
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Falar às duas câmaras do Congresso dos Estados Unidos é alta honra para Merkel. Antes, apenas Konrad Adenauer fora convidado para tal, em 1957. Mas distinção é também convite para que Alemanha faça mais por Afeganistão, Guantánamo e Irã.
Antes mesmo de seu primeiro pronunciamento ao Bundestag, na qualidade de chefe de governo alemã reeleita, Angela Merkel partiu nesta segunda-feira (02) para uma visita a Washington, nos Estados Unidos.
Nesta terça-feira, ela se pronunciará diante das duas câmaras do Congresso norte-americano o Senado e a Casa dos Representantes.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u646579.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (03/11/2009 - 09h28)</description>
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<title>Anistia Internacional da Alemanha define combate contra pobreza como meta</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u645543.shtml</link>
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Monika Lüke esteve na Deutsche Welle para explicar as metas e desafios das seções internacional e nacional da organização nos próximos anos e suas demandas ao governo de Angela Merkel.
Monika Lüke, desde julho último secretária-geral da divisão alemã da Anistia Internacional (AI), falou à Deutsche Welle sobre as metas da organização, tanto na Alemanha como no âmbito internacional.
Fundada em 1961, a organização que luta pelos direitos humanos no mundo mantém sua quarta maior seção na Alemanha, com 700 grupos e 100 mil integrantes. Um total de 2,2 milhões de pessoas apoia a AI em todo mundo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u645543.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/10/2009 - 13h28)</description>
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<title>Cúpula da União Europeia gira em torno do Tratado de Lisboa</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/dw/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dw/ult1908u645117.shtml</link>
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A cúpula da União Europeia que acontece em Bruxelas a partir desta quinta-feira (29) deverá terminar como mais um encontro sem resultados claros.
Pois até agora continuam indefinidos os rumos do bloco, uma vez que não se sabe quando e nem pelo menos se vai entrar em vigor o Tratado de Lisboa o qual deveria, em tese, tornar a UE mais apta a agir e mais eficiente.
Até há pouco, acreditava-se que o Tribunal Constitucional tcheco iria tomar a decisão rápida, abrindo caminho para o presidente do país, Václav Klaus, assinar o documento ratificando-o. Pois a aprovação de Praga é a última que falta para a ratificação do Tratado. Todos os demais países do bloco já aprovaram o documento.
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