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<title>Folha Online - Mundo - Especial - 2003 - Guerra no Iraque                               </title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Mundo - Especial - 2003 - Guerra no Iraque                               </title>
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<title>Relatório britânico sobre guerra no Iraque revela erros &quot;atrozes&quot;, diz jornal</title>
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Um relatório do governo britânico sobre as lições aprendidas com a guerra no Iraque revela erros &amp;quot;atrozes&amp;quot; na preparação da invasão para derrubar Saddam Hussein, em 2003, e tramitar a posterior ocupação, segundo reportagem do jornal &amp;quot;The Sunday Telegraph&amp;quot;, publicada hoje.
Segundo este jornal, o relatório contém entrevistas com altos comandantes do Exército, que explicam que as tropas britânicas foram expostas a &amp;quot;riscos significativos&amp;quot; por causa de uma operação &amp;quot;precipitada&amp;quot;, que &amp;quot;não teve coerência e recursos&amp;quot;.
São centenas de páginas com dados classificados como &amp;quot;secretos&amp;quot;, nos quais os responsáveis da invasão no terreno expressam sua frustração e insatisfação com o governo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u655861.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (22/11/2009 - 09h23)</description>
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<title>Comissão Eleitoral iraquiana suspende preparativos das eleições</title>
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A Comissão Eleitoral do Iraque anunciou nesta quarta-feira a suspensão dos preparativos para as eleições gerais, o que dificulta a realização na data prevista, em 21 de janeiro de 2010.
Segundo disse à imprensa o membro da Comissão, Qasem al Abudi, a decisão foi adotada após a rejeição pública à lei eleitoral mostrada pelo vice-presidente sunita, Tareq al Hashemi.
&amp;quot;A Comissão decidiu paralisar todas as atividades vinculadas ao pleito até que sejam cumpridas todas as reformas à lei eleitoral&amp;quot;, disse Abudi.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u654119.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (18/11/2009 - 12h35)</description>
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<title>Vice-presidente sunita do Iraque veta lei eleitoral</title>
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O vice-presidente sunita do Iraque, Tariq al Hashemi, vetou a nova lei eleitoral do país, colocando em dúvida a realização das eleições parlamentares iraquianas marcadas para janeiro de 2010.
De acordo com o correspondente da BBC em Bagdá Jim Muir, Al Hashemi quer uma maior representação para a 4 milhões de iraquianos que deixaram o país, a maioria sunita.
A nova lei, que levou vários dias para ser aprovada pelo Parlamento em Bagdá, prevê uma representação de apenas 5% das cadeiras da Casa para a representação de refugiados.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u654037.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (18/11/2009 - 11h05)</description>
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<item>
<title>Curdos ameaçam boicotar eleições parlamentares no Iraque</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u653514.shtml</link>
<description>
O governo da região autônoma do Curdistão iraquiano ameaçou nesta terça-feira boicotar as eleições gerais no país --previstas para ocorrer em 21 de janeiro de 2010-- se não for revisado o número de cadeiras correspondentes a cada uma das Províncias. Segundo a lei eleitoral, o novo Parlamento iraquiano contará com uma cadeira para cada 100 mil habitantes.
&amp;quot;Se não houver a revisão da divisão de cadeiras por Província, o povo do Curdistão será obrigado a não participar das eleições&amp;quot;, afirmou Fouad Hussein, presidente do gabinete da Presidência do Curdistão, citado pela site do partido União Patriótica do Curdistão.
Segundo Hussein, o presidente do Curdistão iraquiano, Massoud Barzani, &amp;quot;reiterou a impossibilidade de aceitar a divisão de cadeiras por Província, baseando-se em relatórios sobre as cartilhas de raciocínio do Ministério de Comércio iraquiano&amp;quot;. O método foi contemplado na lei eleitoral aprovada pelo Parlamento na semana passada.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u653514.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (17/11/2009 - 11h21)</description>
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<title>Carro-bomba mata ao menos seis em mercado no Iraque</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u653107.shtml</link>
<description>
Um carro-bomba explodiu em um mercado lotado do norte de Kirkuk nesta segunda-feira, matando ao menos seis pessoas e ferindo outras seis, afirmaram fontes da polícia e dos hospitais locais.
&amp;quot;Muitos carros foram incendiados e muitas lojas foram gravemente danificadas graças à forte explosão&amp;quot;, disse p major general Torhan Abdul-Rahman, vice-chefe de polícia da cidade.
&lt;table class=&quot;fe330&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Ako Rasheed /Reuters&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/mundo/images/09320209.jpeg&quot; alt=&quot;Pessoas observam danos causados pela explosão de um carro-bomba em um mercado da cidade iraquiana de Kirkuk&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Pessoas observam danos causados pela explosão de um carro-bomba em um mercado da cidade iraquiana de Kirkuk &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u653107.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (16/11/2009 - 14h58)</description>
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<item>
<title>Grupo armado com uniforme militar mata 12 pessoas no Iraque</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u652918.shtml</link>
<description>
Um grupo de homens armados e vestidos com uniforme militar atirou e matou 12 homens em um ataque pouco antes do amanhecer em uma vila perto da capital do Iraque, Bagdá, informou a polícia.
Segundo os policiais, o ataque ocorreu no povoado de Zubaa, local que, em pleno conflito pela Guerra do Iraque, era considerado reduto de insurgentes sunitas. A vila fica na comarca de Abu Ghraib, 25 quilômetros a oeste de Bagdá.
Na versão da polícia, os homens armados irromperam nesta madrugada no povoado e, após revistarem várias casas, fizeram as 12 pessoas reféns antes de matá-las.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u652918.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (16/11/2009 - 07h56)</description>
</item>
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<title>Reino Unido investiga denúncias de abusos por tropas no Iraque</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u652460.shtml</link>
<description>
O Ministério britânico da Defesa está investigando novas denúncias de abusos cometidos por tropas britânicas no Iraque.
Os advogados que representam ex-detentos iraquianos estão pedindo a abertura de um inquérito público para investigar 33 supostos casos de abusos que teriam ocorrido durante a passagem das tropas britânicas pela cidade de Basra, de 2003 até junho deste ano.
Em um dos casos, dois soldados britânicos teriam estuprado um adolescente iraquiano de 16 anos em 2003.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u652460.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (14/11/2009 - 10h03)</description>
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<item>
<title>Condenação a jornal por artigo sobre premiê iraquiano gera críticas</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u652001.shtml</link>
<description>
A condenação imposta por um tribunal do Iraque ao jornal inglês &amp;quot;The Guardian&amp;quot; por um artigo crítico ao primeiro-ministro iraquiano, Nouri al Maliki, recebeu fortes críticas ao redor do mundo, informa nesta sexta-feira a própria publicação.
Escrito por seu correspondente Ghaith Abdul Ahad, o texto denunciava, citando funcionários dos serviços de inteligência, o crescente autoritarismo do chefe de governo.
A condenação do &amp;quot;Guardian&amp;quot; foi criticada, entre outros, pelo jornalista Seymour Hersh, da revista &amp;quot;New Yorker&amp;quot;, que vê nesse veredicto um ataque à liberdade de imprensa.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u652001.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (13/11/2009 - 12h31)</description>
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<item>
<title>Empresa dos EUA tentou subornar funcionários do governo iraquiano, diz jornal</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u650756.shtml</link>
<description>
Executivos da empresa americana privada de segurança Blackwater aprovaram pagamentos secretos de quase US$ 1 milhão (R$ 1,7 milhão) para &amp;quot;silenciar o espírito crítico&amp;quot; de funcionários do governo iraquiano após a descoberta de que guardas da companhia mataram 17 civis em 2007 no Iraque, informa a edição digital do jornal &amp;quot;New York Times&amp;quot;.
A Blackwater era uma das três firmas privadas de segurança contratadas pelos EUA para atuar no Iraque e recebia a maioria dos US$ 2 bilhões do contrato. A empresa, com sede na Carolina do Norte, anunciou em fevereiro passado a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u504063.shtml&quot;&gt;mudança&lt;/a&gt; de seu nome para XE, em uma tentativa de abandonar a polêmica causada pela morte de civis iraquianos por agentes da empresa.
O jornal, que cita entrevistas com ex-executivos da Blackwater, afirma que o presidente da empresa na época, Gary Jackson, aprovou o suborno. O dinheiro foi enviado da vizinha Jordânia ao principal executivo em Bagdá, mas as pessoas entrevistadas pelo jornal não souberam informar se os recursos foram efetivamente desembolsados.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u650756.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (11/11/2009 - 10h26)</description>
</item>
<item>
<title>Corte condena jornal &quot;The Guardian&quot; a indenizar premiê iraquiano</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u650684.shtml</link>
<description>
O jornal britânico &amp;quot;The Guardian&amp;quot; foi condenado a pagar uma indenização ao premiê iraquiano, Nouri Al Maliki, por ter afirmado em um artigo que ele estava cada vez mais autoritário, informa &lt;a href=&quot;http://www.guardian.co.uk/world/2009/nov/10/guardian-nour-al-maliki-iraq&quot;&gt;reportagem&lt;/a&gt; do próprio jornal publicada nesta quarta-feira.
Um tribunal iraquiano determinou que o &amp;quot;The Guardian&amp;quot; deve pagar a Al Maliki US$ 86 mil (R$ 147 mil) como indenização por difamação.
&lt;table class=&quot;fe175&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;AP-25out.09&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/mundo/images/0931562.jpeg&quot; alt=&quot;Premiè iraquiano, Nouri al-Maliki, receberá indenização&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Premiè iraquiano, Nouri al-Maliki, receberá indenização &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u650684.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (11/11/2009 - 07h55)</description>
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<item>
<title>Parlamento iraquiano aprova reforma eleitoral</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u649425.shtml</link>
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Depois de semanas de impasse, o Parlamento do Iraque aprovou neste domingo uma reforma eleitoral que abre caminho para a realização de eleições no país em janeiro, conforme previsto.
A votação do projeto havia sido adiada mais de 10 vezes devido a divergências dos parlamentares. Analistas temiam que a lei não fosse aprovada a tempo de permitir a realização do pleito de janeiro, o que que poderia ameaçar o recente progresso conquistado pelo país em busca de maior estabilidade.
As eleições de janeiro ainda não têm uma data definida, mas são consideradas cruciais para fortalecer a democracia no Iraque e, segundo analistas, podem afetar os planos de retirada das tropas americanas.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u649425.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (08/11/2009 - 19h21)</description>
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<item>
<title>Frustrados no Iraque, soldados dos EUA querem ir ao Afeganistão</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u646286.shtml</link>
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Frustrados com o papel militar decrescente que estão exercendo no Iraque, à medida que entregam o controle para as forças de segurança iraquianas, muitos soldados americanos não veem a hora de entrar em ação na guerra no Afeganistão.
Quando chegam a esse país, porém, alguns se chocam com a violência crescente e as condições de vida relativamente espartanas.
O derramamento de sangue caiu acentuadamente no Iraque nos últimos dois anos, e as forças americanas estão reduzindo suas tropas e seus equipamentos no país. Muitos recursos militares americanos estão sendo transferidos para o Afeganistão, onde a contagem de mortos entre as forças da Otan lideradas pelos EUA teve um aumento grande nos meses recentes.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u646286.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (01/11/2009 - 14h12)</description>
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<item>
<title>Saddam Hussein tinha planos de fugir da prisão, diz advogado</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u645101.shtml</link>
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O ex-ditador iraquiano Saddam Hussein elaborou um plano para fugir da prisão em 2006 --ano em que acabou sendo executado-- revelou seu advogado, Khalil al Doulaimi, em um livro intitulado &amp;quot;Saddam Hussein fora da prisão americana: o que aconteceu&amp;quot;.
&amp;quot;O plano de fuga de Saddam foi elaborado durante o ano de 2006, com ajuda da resistência iraquiana e de uma força especial formada por membros do exército&amp;quot;, escreveu Doulaimi nas memórias que contêm ainda cartas, poemas e outros textos do ditador executado.
&amp;quot;Segundo os planos, os combatentes iraquianos deveriam receber a ordem de atacar a Zona Verde (o setor ultraprotegido de Bagdá) e a sede dos soldados americanos no aeroporto internacional, antes de lançar o assalto contra a prisão em que ele se encontrava&amp;quot;, explicou o advogado e autor do livro de 480 páginas, lançado em árabe em Cartum.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u645101.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (29/10/2009 - 15h53)</description>
</item>
<item>
<title>Iraque prende mais de 60 agentes de segurança por ataque que matou 155</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u644924.shtml</link>
<description>
Mais de 60 agentes dos serviços de segurança que trabalham no bairro de Salhiya, na capital Bagdá, foram detidos como parte de uma investigação por falhas na segurança no domingo passado (25), quando um duplo atentado deixou 155 mortos no pior ataque terrorista ao país em dois anos.
O governador de Bagdá, Salah Abdel Razzak, já havia dito na segunda-feira passada (26) que as forças de segurança têm responsabilidade no duplo atentado contra o Ministério da Justiça e a sede do governo da capital.
&amp;quot;Se trata de uma falha humana. Uma câmera de segurança no edifício do ministério filmou o atentado suicida. Era um caminhão Renault da companhia de água Fallujah. Como conseguiu chegar até ali e passar por todos os postos de controle?&amp;quot;, questionou. &amp;quot;Ou foi negligência ou o motorista tinha cúmplices&amp;quot;, completou Razzak.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u644924.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (29/10/2009 - 09h01)</description>
</item>
<item>
<title>Série de ataques deixa ao menos sete mortos no Iraque</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u644448.shtml</link>
<description>
Ao menos sete pessoas morreram e outras 16 ficaram feridas nesta quarta-feira em três atentados na capital iraquiana Bagdá e em Mossul, capital da Província de Nínive, no norte do país, informou o Ministério do Interior. Os ataques ocorrem três dias depois de um duplo atentado que deixou ao menos 155 mortos em Bagdá, no mais violento ataque em solo iraquiano nos últimos dois anos.
A explosão de uma bomba em um mini-ônibus em Sadr City, bairro xiita do norte de Bagdá, matou três mulheres e feriu outras quatro, segundo a agência de notícias France Presse, que cita policiais locais.
Em Mossul, a explosão de uma bomba na passagem de uma patrulha do Exército --alvo frequente de ataques de grupos militantes radicais-- deixou quatro civis mortos. Outras seis pessoas, entre elas um soldado iraquiano, ficaram feridas.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2003/guerranoiraque/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u644448.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (28/10/2009 - 13h28)</description>
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