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<title>Folha Online - Brasil - Especial - 2007 - Novas Eleições no Senado</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br</webMaster>
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<title>Folha Online</title>
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<title>Blog do Josias: No discurso inaugural, Lobinho pede fim do suplente</title>
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O senador Lobão Filho (DEM-MA) ocupou há pouco, pela primeira vez, a tribuna do Senado e anunciou a apresentação de um projeto que modifica o modelo político que o conduziu ao Senado sem ter obtido um mísero voto, informa o &lt;b&gt;blog do Josias&lt;/b&gt;. Lobinho defende que os suplentes sejam votados.
Pelo projeto, os suplentes comporiam a chapa partidária, mas só chegariam ao Senado caso viessem a obter votos para tanto. &amp;quot;Ou seja, se o projeto do neo-senador estivesse em vigor, o Senado não teria ouvido o seu discurso&amp;quot;, diz o blog.
Leia matéria completa no &lt;a href=&quot;http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2008-02-17_2008-02-23.html#2008_02-18_18_57_11-10045644-0&quot;&gt;&lt;b&gt;blog do Josias&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2007/novaseleicoesnosenado/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u373623.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (18/02/2008 - 19h04)</description>
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<title>Lobão Filho atribui denúncias a clima de intimidação política</title>
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Acusado de utilizar laranja para ocultar dívidas, o empresário Edison Lobão Filho (DEM-MA) negou nesta segunda-feira que tenha cometido irregularidades para &amp;quot;fugir do fisco&amp;quot;. Mas manteve a confirmação de que suas cotas numa empresa distribuidora de bebidas foram transferidas para uma terceira pessoa --a qual diz não conhecer. Em nota oficial, o empresário que é suplente do pai, o senador Edison Lobão (PMDB-MA) --que nos próximos dias deve ser nomeado ministro de Minas e Energia-- atribuiu as denúncias ao fato de ele vir a assumir a uma vaga no Senado.
&amp;quot;Acredito que fatos antigos só estão sendo remexidos para tentar criar um clima de intimidação em virtude da minha condição de suplente de senador&amp;quot;, disse Lobão Filho, na nota oficial.
Lobão Filho é acusado de transferir ações da empresa de bebidas Bemar para o nome da empregada doméstica Maria Lúcia Martins --que trabalhava para seu ex-sócio, Marco Antonio da Costa, que era casado com Maria Luiza Thiago de Almeida.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2007/novaseleicoesnosenado/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u363346.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (14/01/2008 - 17h31)</description>
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<title>Após ano de escândalos, Senado busca retomar a credibilidade e a ética</title>
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Depois de enfrentar um ano de desgaste político provocado pela crise envolvendo o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o Senado Federal vai priorizar em 2008 o chamado &amp;quot;resgate ético&amp;quot; da Casa Legislativa. Com a imagem arranhada após o episódio --que se arrastou de maio até dezembro deste ano-- os senadores querem agora retomar a credibilidade perdida ao longo de 2007.
&amp;quot;Queremos construir no ano que vem um Senado melhor do que foi este ano. Vamos trabalhar duro em 2008. É fundamental restabelecer uma nova dinâmica de trabalhos no Legislativo, sem a tentativa de cooptação do governo&amp;quot;, disse o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE).
Grande parte dos senadores avalia que, com o fim do episódio envolvendo o ex-presidente da Casa, o Senado terá condições de retomar a agenda de trabalhos legislativos --que ficou praticamente parada ao longo de 2007.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2007/novaseleicoesnosenado/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u358213.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/12/2007 - 12h36)</description>
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<title>Natal e recesso esvaziam Congresso; oito senadores participam da última sessão plenária</title>
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Na véspera do Natal, oito dos 81 senadores compareceram ao Senado Federal para participar da última sessão plenária do ano, que durou pouco mais de duas horas. O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), convocou os parlamentares para trabalharem no dia 24 de dezembro por se tratar do último dia do ano legislativo. Apesar do apelo, nem o próprio peemedebista ficou em Brasília para abrir a sessão.
Segundo assessores, Garibaldi antecipou seu retorno ao Rio Grande do Norte porque não conseguiria vôos disponíveis a tempo de passar o Natal com a família. Antes de viajar, teria pedido aos senadores do Distrito Federal para abrirem a sessão e encerrarem oficialmente os trabalhos do Senado deste ano.
Os senadores Cristovam Buarque (PDT-DF), Gim Argello (PTB-DF) e Adelmir Santana (DEM-DF) atenderam ao chamado de Garibaldi ao lado de Sibá Machado (PT-AC), Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), Edison Lobão (PMDB-MA), Epitácio Cafeteira (PTB-MA) e João Ribeiro (PR-TO). Os oito senadores aproveitaram a sessão esvaziada para fazer discursos --a maioria com desejos de fim de ano.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2007/novaseleicoesnosenado/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u357813.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/12/2007 - 11h54)</description>
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<title>Maioria das matérias aprovadas na Câmara veio do Executivo, diz Diap</title>
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As matérias discutidas pela Câmara dos Deputados ao longo de 2007 tiveram origem, em sua maioria, no Poder Executivo. Segundo levantamento realizado pelo Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), apenas 65 sessões deliberativas (com votações) da Casa neste ano --das 192 realizadas-- não estiveram bloqueadas por medidas provisórias editadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O levantamento aponta que 75% das matérias aprovadas pelos deputados em 2007 tiveram origem no Poder Executivo. Das 72 matérias enviadas pelo governo federal à Câmara, 61 foram MPs (medidas provisórias). As matérias apresentadas pelos próprios deputados --como projetos de lei, decretos legislativos, projetos de lei complementar e emendas à Constituição-- representaram somente 25% do total discutido na Casa.
&amp;quot;Pode-se concluir que a Câmara consumiu 75% das suas atividades discutindo e deliberando sobre matérias de interesses do Poder Executivo, ou seja, a pauta da Câmara é comandada pelo Executivo&amp;quot;, diz Marcos Verlaine, assessor parlamentar do Diap.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2007/novaseleicoesnosenado/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u357355.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (21/12/2007 - 19h39)</description>
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<title>Fernando Collor lidera lista de ausências do Senado, diz levantamento</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2007/novaseleicoesnosenado/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u357327.shtml</link>
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O senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) foi o parlamentar mais ausente no Senado Federal ao longo deste ano. Segundo levantamento realizado pelo site Congresso em Foco, Collor não compareceu a 42,11% das sessões plenárias realizadas na Casa Legislativa --o cálculo considera o período em que ele ocupava uma cadeira na Casa, ou seja, antes de pedir licença do mandato em agosto deste ano.
O alagoano foi seguido por outros cinco senadores que registraram índice de ausência maior que 33,33%: seu suplente, Euclydes Mello (PRB-AL), Efraim Morais (DEM-PB), Sérgio Guerra (PSDB-PE), Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) e Rosalba Ciarlini (DEM-RN).
Pela Constituição Federal, os seis parlamentares correriam o risco de perder o mandato --já que a pena está prevista para os senadores que não comparecem a um terço das sessões plenárias da Casa.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2007/novaseleicoesnosenado/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u357327.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (21/12/2007 - 17h58)</description>
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<title>Presidente do Senado, Garibaldi é citado em ação no Supremo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2007/novaseleicoesnosenado/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u354457.shtml</link>
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O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), é citado em uma petição sigilosa que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) como relacionado a um esquema de desvios em um programa social no Rio Grande do Norte, entre 1995 e 2002, informa nesta quinta-feira reportagem da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1312200718.htm&quot;&gt;íntegra&lt;/a&gt; disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Eleito nesta quarta-feira (12), Garibaldi aparece ligado a empresários e altos servidores do governo acusados de desvios no programa do leite, ação social das gestões de Garibaldi.
Gravações mostram que o senador afirmou que costumava pagar &amp;quot;advogados para defender amigos que eu julgo que são inocentes&amp;quot;. Nesta terça, o senador disse à &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; que não ajudou a pagar defensores no caso do leite.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2007/novaseleicoesnosenado/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u354457.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (13/12/2007 - 03h51)</description>
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<title>Garibaldi se reúne com Lula após ser eleito presidente do Senado</title>
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O primeiro compromisso externo do novo presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), será uma conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto, ainda nesta quarta-feira. O senador prometeu que na sua gestão o Senado será independente em relação ao governo. Mas ressaltou que independência não deve ser confundida com espírito de combate.
&amp;quot;Tem de ter independência e harmonia. Mas para ser independente não precisa viver às turras&amp;quot;, afirmou Garibaldi. Cerca de três horas e meia depois de ser eleito, o senador foi convidado para ir ao Planalto acompanhado do líder do PMDB no Senado, Valdir Raupp (RO), o líder do governo na Casa, Romero Jucá (RR), o presidente nacional da legenda, Michel Temer (SP), e também o líder da bancada na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (RN).
Garibaldi afirmou que pretende se empenhar no esforço de melhorar a imagem externa do Senado --atingida pelas denúncias contra o ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL). Mas afirmou não será possível promover &amp;quot;as mudanças&amp;quot; de forma rápida.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2007/novaseleicoesnosenado/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u354300.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/12/2007 - 16h57)</description>
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<title>DEM e PSDB pedem para Garibaldi resgatar a imagem do Senado</title>
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O presidente eleito do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), recebeu elogios e uma série de conselhos dos senadores nesta quarta-feira. Em discursos no plenário, integrantes do DEM, PSDB e PT, além do próprio PMDB, apelaram para que o peemedebista trabalhe pelo resgate da imagem do Senado, mantenha a independência e autonomia da Casa e atue pela unidade da instituição.
Derrotado por Garibaldi na eleição interna do PMDB, o senador Pedro Simon (RS) apelou para que o novo presidente &amp;quot;não rompa&amp;quot; com o governo federal, mas mantenha a independência do Senado. &amp;quot;Espero que Vossa Excelência mantenha a independência [do Senado]. Não seja um apêndice do presidente da República&amp;quot;, disse.
Na eleição interna do PMDB, Garibaldi venceu Simon por 13 votos a 6. Depois, Garibaldi foi eleito pelo plenário do Senado por 68 votos favoráveis, oito contrários e duas abstenções.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2007/novaseleicoesnosenado/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u354235.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/12/2007 - 15h16)</description>
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<title>Simon cobra explicações a Lula e diz que presidente não foi fiel a seu passado</title>
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O senador Pedro Simon (PMDB-RS) ocupou a tribuna do Senado nesta quarta-feira para cobrar explicações ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre eventuais críticas que teria recebido dele. Segundo o peemedebista, surgiram informações atribuídas ao Palácio do Planalto de que ele --Simon-- não seria confiável.
Em discurso, Simon criticou ainda o comando do PMDB, citando os senadores José Sarney (AP) e Renan Calheiros (AL), além do deputado Jader Barbalho (PA). Ele disse que não sai do PMDB porque sabe que certas situações são mutáveis. &amp;quot;[Se deixar o PMDB] não terei como dizer como dizer aos meus filhos que saí por causa do Sr. Sarney. O Sr. Sarney passa, o PMDB fica&amp;quot;, afirmou.
&amp;quot;Por que o Lula não confia no Pedro Simon? Ontem poderia ser ministro e hoje não pode? Por que?&amp;quot;, questionou Simon, em discurso no plenário, logo depois da eleição do novo presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN).
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<title>Garibaldi diz que assume com missão de reerguer imagem do Senado</title>
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No primeiro discurso após ser eleito o novo presidente do Senado, o senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) disse nesta quarta-feira que assume o cargo com a missão de reerguer a imagem da Casa após a crise política que a atingiu neste ano. O peemedebista disse que vai tirar do episódio que &amp;quot;aproximou o Senado de limites que jamais poderiam ser ultrapassados&amp;quot; lições que serão aplicadas no comando da Casa --mesmo admitindo que assume o cargo em um momento &amp;quot;traumático&amp;quot; para o Senado.
&amp;quot;Convoco a todos os senadores a partilhar comigo a agoniação de devolver ao Senado perante o país toda a credibilidade que conquistou em sua quase bicentenária trajetória histórica&amp;quot;, afirmou. No final do discurso, disse que o Senado &amp;quot;vai escrever uma nova página na história brasileira&amp;quot;.
Garibaldi garantiu aos líderes partidários que, no comando da Casa, vai respeitar as legendas governistas e de oposição com o cumprimento restrito da Constituição Federal e do regimento interno do Senado.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2007/novaseleicoesnosenado/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u354202.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/12/2007 - 14h21)</description>
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<title>Candidato único, Garibaldi é eleito presidente do Senado</title>
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Candidato único, Garibaldi Alves (PMDB-RN) foi escolhido hoje presidente do Senado. O nome dele foi referendado pelo plenário do Senado com 68 votos favoráveis, oito contrários e duas abstenções.
Ele vai assumir o restante do mandato de Renan Calheiros (PMDB-AL), que renunciou ao cargo em meio a uma série de acusações de quebra de decoro parlamentar. A presidência da Casa vinha sendo ocupada interinamente por Tião Viana (PT-AC). O mandato de Garibaldi vai até fevereiro de 2009 --quando se encerraria a presidência de Renan.
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
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<title>Se eleito, Garibaldi presidirá votação da CPMF no Senado</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2007/novaseleicoesnosenado/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u354148.shtml</link>
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O senador Garibaldi Alves (PMDB-RN), candidato único à presidência do Senado, disse que vai presidir os trabalhos da Casa na votação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) esta tarde se for escolhido pelos colegas para assumir o cargo. Garibaldi havia pedido para não presidir o Senado na votação da CPMF para evitar entrar na polêmica sobre a matéria.
Ao ser informado que só poderia abrir mão da presidência se pedisse licença do cargo --poucas horas depois de ser eleito-- Garibaldi voltou atrás e aceitou a função. &amp;quot;Me reservaram para a festa da posse esse trabalho. Eu não fui poupado, não. O ideal é você receber o cargo e partir para o abraço. No meu caso, vou ter que dirigir essa importante votação, mas que já está numa fase avançada&amp;quot;, afirmou.
Garibaldi disse acreditar, porém, que não haverá impasses na votação da CPMF. &amp;quot;Já estamos no encaminhamento da votação, o que significa dizer que nós vamos ter menos trabalho. Será uma tarefa bastante árdua para quem assume os trabalhos e vê pela frente logo isso.&amp;quot;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2007/novaseleicoesnosenado/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u354148.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/12/2007 - 12h07)</description>
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<title>Garibaldi nega caixa dois e diz que denúncia é &quot;inócua&quot;</title>
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O senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) minimizou nesta quarta-feira a denúncia de que teve gastos de sua campanha de 2002 cobertos por um suposto esquema de desvio de recursos públicos investigado pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte --como revelado por reportagem da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. O senador disse que &amp;quot;quem não deve não teme&amp;quot; ao reafirmar que não cometeu irregularidades em sua prestação de contas.
&amp;quot;O Ministério Público constatou que eu não era ordenador de despesas, apenas fiz parte da chapa da campanha&amp;quot;, afirmou.
Garibaldi considerou a denúncia &amp;quot;inócua&amp;quot; e disse que a própria reportagem afasta seu envolvimento no caso. &amp;quot;Não houve caixa dois. Fiz minha prestação de contas. Ela foi aprovada pelo TRE [Tribunal Regional Eleitoral]. É o que posso dizer a respeito disso&amp;quot;, afirmou.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2007/novaseleicoesnosenado/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u354142.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/12/2007 - 11h54)</description>
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<title>Senado Federal escolhe hoje novo presidente</title>
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O Senado Federal vai eleger nesta quarta-feira seu novo presidente. Ontem, a bancada do PMDB na Casa decidiu indicar Garibaldi Alves (RN) para o comando do Senado.
Como é dona da maior bancada do Senado, a liderança do PMDB diz ter o direito de indicar o presidente da Casa. O lugar ficou vazio após a renúncia de Renan Calheiros (PMDB-AL).
Garibaldi disse estar disposto a aceitar as condições impostas pelo PSDB para conquistar o apoio dos tucanos nas eleições para a presidência do Senado. O peemedebista disse acreditar no apoio de todos os partidos à sua candidatura, sem o lançamento de outros nomes na disputa no momento da votação.
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