<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1" ?>
<rss version="0.91">
<channel>
<title>Folha Online - Esporte - Especial - 2008 - 50 Anos da Copa de 1958</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/50anoscopa1958/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<docs>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/conheca/arquivo_e_copyright.shtml</docs>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
<image>
<title>Folha Online - Esporte - Especial - 2008 - 50 Anos da Copa de 1958</title>
<url>http://www1.folha.uol.com.br/folha/images/logo-folha_online-88x31.gif</url>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/50anoscopa1958/</link>
<width>88</width>
<height>31</height>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
</image>
<item>
<title>Em elenco de estrelas, coadjuvantes de 58 foram espectadores privilegiados</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416380.shtml</link>
<description>
Time cheio de protagonistas, com craques em todas as posições. Era inevitável que a seleção de 58 tivesse coadjuvantes de luxo, em campo e fora dele.
&amp;quot;Eram 22 grandes jogadores. Os que entravam não iam sair nunca&amp;quot;, diz Dino Sani, cerebral meio-campista que se contundiu na Copa e foi para a reserva.
&amp;quot;O Pelé entrou no lugar do Dida, o Garrincha entrou no lugar do Joel, eu me machuquei [atuou contra Áustria e Inglaterra], o De Sordi se contundiu no penúltimo jogo. Mas o Feola escolheu bem os jogadores&amp;quot;, afirma Dino, ídolo de clubes como Boca Juniors e Milan, que vive hoje sozinho em São Paulo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416380.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/06/2008 - 07h24)</description>
</item>
<item>
<title>Finalizadora, seleção campeã de 1958 também desarmava</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416372.shtml</link>
<description>
A seleção brasileira de 50 anos atrás driblava mais, finalizava mais, e para quem pensa que o time jogava só no ataque, desarmava mais também. De acordo com a análise feita pelo Datafolha, as funções eram bem distintas na equipe comandada por Vicente Feola.
Cabia à defesa só desarmar, com Nilton Santos tendo um pouco de liberdade no apoio pelo setor esquerdo.
Em contraste com os brucutus de hoje, Zito e Didi estavam entre os melhores passadores da seleção, e dali surgia o esboço de um Brasil ofensivo. Era comum ver a dupla na área adversária para ajudar o ataque.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416372.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/06/2008 - 07h21)</description>
</item>
<item>
<title>Xerifes de 1958 garantiram as estripulias do ataque brasileiro</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416371.shtml</link>
<description>
O ataque, beneficiado por um jogador genial com nome de passarinho (Garrincha), que tinha como pérola o futuro &amp;quot;Rei&amp;quot; do futebol (Pelé) e que trazia um trio de alcunha telegráfica como Didi, Vavá e Zagallo, todo mundo sabe de cor. Mas, para bancar essa tropa e suas estripulias na frente, era a turma do fundão que fazia valer a força e a liderança em campo. E sempre fazendo prevalecer um espírito de companheirismo quase familiar no elenco da seleção brasileira campeã mundial em 1958.
Gilmar, Djalma Santos --que só jogou a final, na vaga de De Sordi-- Bellini, Orlando e Nilton Santos cumpriram bem a função de manter a &amp;quot;cozinha&amp;quot; brasileira sempre arrumada. Somado a esse quinteto, a defesa ainda tinha a supervisão do volante Zito, um dos xerifes.
Tamanha vigilância rendeu à seleção eficiência quando foi pressionada e resultado prático em campo: a equipe não levou gol nos quatro primeiros jogos e só foi vazada na penúltima partida, nos 5 a 2 nos franceses.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416371.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/06/2008 - 07h18)</description>
</item>
<item>
<title>Herdeiro sueco de Garrincha sonha em ver filho atuando no Brasil</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416159.shtml</link>
<description>
Martin, 19, Henrik, 10, Linnea, 10... O clã Garrincha na Suécia não só cresce como entra em campo, dribla e promete até no futebol feminino.
&amp;quot;Minha filha [Linnea] é muito boa. Faz gols, chuta de esquerda e de direita. Acho que é a melhor dos meus filhos&amp;quot;, diz Ulf Lindberg, 48, o filho sueco do lendário ponta. Fruto de excursão de Garrincha à Suécia após a Copa-58, hoje ele trata mais de acompanhar os filhos aos treinos do que qualquer coisa. E a &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; o acompanhou por um dia aos treinamentos de Martin, Henrik e Linnea.
Todos têm seus clubes e relativo destaque. Martin, 19, foi ao treino do Astrio com uma camisa do Real Madrid com o nome Garrincha nas costas. Ele é quem está mais perto de seguir os passos do avô. Atacante, mostra habilidade, mas, segundo o técnico dele, precisa aprimorar o &apos;&apos;jogo de conjunto&apos;&apos;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416159.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/06/2008 - 07h15)</description>
</item>
<item>
<title>Ex-presidente da CBD, João Havelange diz que foi ridicularizado em 58</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416148.shtml</link>
<description>
João Havelange, 92, presidente de honra da Fifa, falou à &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; sobre o que ele reputa como sua maior contribuição ao país: a Copa de 1958. Dezesseis anos depois, ele assumiria a Fifa.
&lt;b&gt;FOLHA -&lt;/b&gt; O senhor mantém contato com os campeões de 1958?
&lt;b&gt;JOÃO HAVELANGE -&lt;/b&gt; O jogador com quem tinha mais contato era o Didi. Enquanto ele viveu, sempre o primeiro cartão de Natal que eu recebia era dele. O Pelé está aí, o Zagallo, com quem tenho muito contato, o Nilton Santos, que está um pouco doente, o Bellini, cuja saúde caiu um pouco. Os outros quase nunca mais vi. O De Sordi, o Djalma Santos vi uma vez, o Zito uma vez. Quase todos moram em Estados diferentes.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416148.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/06/2008 - 07h12)</description>
</item>
<item>
<title>Pelé lembra seu melhor ano e conta que pagou promessa de título ao pai</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416144.shtml</link>
<description>
Em 1958, o mundo descobriu o Brasil. Em 1958, o mundo descobriu Pelé. Para muitos, este texto parece redundante, já que Brasil e Pelé são sinônimos em várias partes do planeta. Em Santos, no escritório do &amp;quot;Rei&amp;quot;, Pelé falou à Folha como chegou à majestade na Suécia.
&lt;b&gt;FOLHA -&lt;/b&gt; Temeu não ir à Copa por ser jovem ou por estar lesionado?
&lt;b&gt;PELÉ -&lt;/b&gt; Podia esperar não ser convocado, pois tinha 16 para 17 anos, mas, como tinha jogado a Copa Roca, estava muito confiante na minha convocação. Só não tinha certeza. Havia muitos jogadores na época, rivalidade danada entre Rio e São Paulo, e tinha o Luizinho, que estava arrebentando no Corinthians. Todo mundo queria que o Luizinho fosse convocado. Aí convocaram o Dida e o Moacir, do Flamengo. Pensei que iam convocar o Luizinho porque era do Corinthians.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416144.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/06/2008 - 07h09)</description>
</item>
<item>
<title>Montevidéu teve comemoração pelo título em amistoso do Flu</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416127.shtml</link>
<description>
A relação entre Uruguai e Brasil na Copa de 1958 não termina na incrível história do contador Lorenzo J. Vilizio, o homem que distribuiu os números das camisas da seleção.
Outro detalhe saboroso da união dos dois países em torno da inédita conquista foi testemunhado pelo estádio Centenário em 29 de junho, onde horas depois da final da Copa do Mundo jogaram, amistosamente, Peñarol e Fluminense.
O confronto se transformou num grande tributo ao futebol brasileiro. Começou com a execução do Hino Nacional e com o hasteamento da bandeira do país na imponente torre olímpica do mitológico estádio.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416127.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/06/2008 - 07h06)</description>
</item>
<item>
<title>Dirigente da Conmebol numerou escrete e evitou eliminação do Brasil</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416124.shtml</link>
<description>
Nem mesmo os uruguaios sabem dizer com detalhes quem foi Lorenzo J. Vilizio. Há registros dispersos, nenhum parente direto localizado, pouca informação disponível. Contador de ofício e dirigente esportivo por vocação, esse homem evitou que a seleção brasileira --que conquistou sua primeira Copa do Mundo há exatos 50 anos-- fosse desclassificada antes mesmo de o torneio começar.
Representante da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) no comitê organizador da Fifa na Suécia, Vilizio foi o responsável pelo maior enigma do torneio: a numeração das camisas dos brasileiros.
Por que o goleiro Gilmar usava a camisa 3? Por qual motivo Garrincha, ponta-direita, vestia a 11, que deveria ser do colega Zagallo, ponta-esquerda que envergava a 7? Os jogadores não têm a menor idéia. Durante décadas, cartolas da CBD cultivaram a versão de que a Fifa impusera a esdrúxula decisão.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416124.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/06/2008 - 07h03)</description>
</item>
<item>
<title>Copa conquistada na Suécia pôs o Brasil no mapa e consagrou geração</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416123.shtml</link>
<description>
Em Brasília, meio-dia. É 29 de junho de 1958, e o presidente Juscelino Kubitschek está de braços erguidos, esticando o bem cortado terno cinza. O futebol acaba de antecipar em dois anos seu sonho de grandeza, inserindo de vez o país no mapa-múndi.
Até então, o Brasil insinuara-se ao planeta apenas com Carmem Miranda e sua derivação, o personagem de quadrinhos Zé Carioca. A bossa nova dava seus primeiros passos e uma Copa depois, em 1962, alcançaria a consagração, após histórico concerto em Nova York.
A Copa do Mundo da Suécia serviu como afirmação para o país e lhe deu a certeza de que aqueles anos significavam sua época de ouro. A magia e o brilhantismo de jogadores como Pelé e Garrincha eram a mais clara demonstração do ciclo virtuoso social e cultural que o Brasil de então experimentava.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416123.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/06/2008 - 07h00)</description>
</item>
<item>
<title>Festa pela conquista da Copa-58 teve dois long plays; ouça trechos</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u417002.shtml</link>
<description>
A conquista da Copa do Mundo da Suécia pela seleção brasileira, em 1958, que neste domingo completa exatos 50 anos, foi comemorada, no Brasil, com a confecção em tempo de recorde de dois discos long play que ficaram prontos tão logo o torneio acabou. Um deles, da gravadora Odeon, trazia apenas narrações dos jogos.
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Reprodução&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/esporte/images/08179226.jpg&quot; alt=&quot;Capa do disco de marchinhas&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Capa do disco de marchinhas&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
O outro é &amp;quot;Brasil Campeão do Mundo&amp;quot;, com marchinhas de Denis Brean e de seu parceiro Oswaldo Guilherme compostas especialmente para a Copa do Mundo da Suécia e também trechos de jogos, nas vozes de Edson Leite e Pedro Luiz.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u417002.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (29/06/2008 - 08h03)</description>
</item>
<item>
<title>Trauma do Maracanazo atormentou na final de 1958, diz Zagallo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416570.shtml</link>
<description>
Cinqüenta anos após a conquista da primeira Copa do Mundo para o Brasil, na Suécia, o ex-ponta-esquerda Zagallo admite ter pensado que o fracasso da seleção oito anos antes, no próprio país, atormentou sua cabeça na decisão contra os anfitriões suecos, que terminaria com o placar de 5 a 2 para o Brasil.
Mesmo entrando como favorita, a seleção brasileira foi surpreendida aos 4min do primeiro tempo, quando Liedholm abriu o placar para a Suécia, o que trouxe a Zagallo a lembrança do trauma do Maracanazo na Copa-1950.
&amp;quot;Dentro de campo, pensei na Copa de 50. Eu estava servindo o Exército como soldado e vi aquele desastre que foi a derrota do Brasil para o Uruguai por 2 a 1. Quando a Suécia fez o primeiro gol, eu pensei: &apos;será que vai acontecer a mesma coisa?&apos;&amp;quot;, disse Zagallo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416570.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (29/06/2008 - 08h02)</description>
</item>
<item>
<title>&quot;Comentarista&quot;, Pepe vê 1958 como marco para o futebol brasileiro</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416574.shtml</link>
<description>
Peça importante do goleador ataque santista no final da década de 1950, José Macia, o Pepe, perdeu a chance de participar da Copa de 1958 por conta de uma torção no joelho direito, sofrida a dez dias do início do torneio. Suplente de Zagallo no Mundial, o futuro treinador observou o primeiro título da seleção fora do gramado.
Hoje, analisa o título histórico praticamente como um comentarista.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u416461.shtml&quot;&gt;Assista a entrevista com Pelé e Pepe&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416574.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (29/06/2008 - 08h01)</description>
</item>
<item>
<title>Criação de comissão técnica ajudou na conquista de 58; veja o ex-jogador Zito</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u416058.shtml</link>
<description>
Em 1958, a seleção brasileira de futebol ganhava o primeiro título de Copa do Mundo. Os ex-jogadores ainda recordam com emoção a trajetória do time na Suécia, 50 anos após a conquista.
Neste videocast especial da Copa-1958, o ex-jogador Zito relembra que o time brasileiro chegou na Europa desacreditado, reflexo do fracasso da Copa de 1950, no Brasil.
&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/06/27/noticiario-zito_elenco_1958.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u416058.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (29/06/2008 - 08h00)</description>
</item>
<item>
<title>Após 50 anos, Zito derruba lenda sobre jogadores e Feola</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416569.shtml</link>
<description>
José Eli de Miranda, o Zito, foi imortalizado na Copa do Mundo de 1958 como um dos quatro jogadores que começaram como reservas e terminaram sendo titulares. Ao lado de Pelé, Garrincha e Vavá, ele ajudou a reverter um início de competição mediano e a sacramentar uma trajetória vitoriosa e histórica da seleção brasileira.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u416058.shtml&quot;&gt;Assista a entrevista com Zito&lt;/a&gt;
Do time que jogou a estréia no Mundial (vitória por 3 a 0 sobre a Áustria), o primeiro a entrar foi Vavá, no lugar de Dida. Após o empate com a Inglaterra em 0 a 0, na segunda rodada da fase inicial, o técnico Vicente Feola resolveu alterar três jogadores para o jogo com a URSS, sacando Dino Sani, Mazola e Joel para colocar Zito, Pelé e Garrincha.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u416569.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (29/06/2008 - 08h00)</description>
</item>
<item>
<title>Homenagem ao título da Copa-58 teve disco de marchinhas; ouça as músicas</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u415590.shtml</link>
<description>
Após a conquista da Copa do Mundo de 1958 pela seleção brasileira, na Suécia, foi lançado um disco chamado &amp;quot;Brasil Campeão do Mundo&amp;quot;, com marchinas compostas especialmente para a ocasião por Denis Brean. O disco trazia também trechos de jogos, nas vozes de Edson Leite e Pedro Luiz.
Ouça abaixo os 30 segundos iniciais de cada faixa.
&amp;quot;Os Reis do Futebol&amp;quot;:
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/50anoscopa1958/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u415590.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (29/06/2008 - 02h30)</description>
</item>
</channel>
</rss>
