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<title>Folha Online - Ilustrada - Especial - 2008 - 80 Anos de Macunaíma</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Ilustrada - Especial - 2008 - 80 Anos de Macunaíma</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>Macunaíma é a síntese do Brasil desde o século 17</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u390058.shtml</link>
<description>
É difícil saber se o livro &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135566/&quot;&gt;Macunaíma&lt;/a&gt; retratou ou inventou o Brasil moderno. A obra condensa de forma crítica contradições características da literatura brasileira e, por outro lado, depois de sua publicação, a narrativa serviu como modelo de obras literárias, cinematográficas, teatrais e musicais.
O programa da série &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/olharliterario/&quot;&gt;&amp;quot;Olhar Literário&amp;quot;&lt;/a&gt;, apresentada pelo músico e editor &lt;b&gt;Arthur Nestrovski&lt;/b&gt;, traz entrevista com a professora da língua e literatura Noemi Jaffe. Veja outras edições do &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/olharliterario/&quot;&gt;&amp;quot;Olhar Literário&amp;quot;&lt;/a&gt;.
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u352099.shtml&quot;&gt;&lt;b&gt;-- Leia um capítulo de &amp;quot;Folha Explica &amp;quot;Macunaíma&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u390058.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (01/06/2009 - 12h31)</description>
</item>
<item>
<title>Para Antunes Filho, &quot;Macunaíma&quot; marcou o fim de seu trabalho com peças comerciais</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u446537.shtml</link>
<description>
Antunes Filho é um diretor que forma atores. Raul Cortez, Paulo Autran, Eva Wilma são alguns dos nomes que já passaram por suas mãos. Participou do movimento que renovou a cena teatral brasileira, nos anos 60 e 70. No final da década de 70, encenou &lt;i&gt;Macunaíma&lt;/i&gt;, espetáculo histórico que mudou seu caminho no teatro e marcou o momento em que abandonou os trabalhos que chama de &amp;quot;comerciais&amp;quot;.
&lt;table class=&quot;fe175&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135723/&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/07059100.jpg&quot; alt=&quot;&amp;quot;Conhecimentos das Artes&amp;quot; reúne cinema e música, entre outros&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135723/&quot;&gt;&amp;quot;Conhecimentos das Artes&amp;quot; traz entrevista com Antunes Filho&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
Antunes explicou o processo de produção de &lt;i&gt;Macunaíma&lt;/i&gt; em entrevista concedida a Nelson de Sá e Marcelo Rubens Paiva para o caderno &lt;i&gt;Mais!&lt;/i&gt;, da &lt;b&gt;Folha de S.Paulo&lt;/b&gt;, publicada em 6 de fevereiro de 2000. A sabatina está no livro &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135723/&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;Conhecimento das Artes&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, da &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135723/&quot;&gt;&lt;b&gt;Publifolha&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, que reúne também entrevistas com personalidades do cinema, da literatura, da fotografia, da música e das artes plásticas. Leia o trecho da entrevista abaixo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u446537.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (08/03/2009 - 09h50)</description>
</item>
<item>
<title>Entenda Macunaíma, seus mitos e lendas; leia trecho</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u352099.shtml</link>
<description>
Lançada em 1928, &amp;quot;Macunaíma&amp;quot;, a obra-prima de Mário de Andrade, conta a vida do herói sem nenhum caráter, personagem síntese do homem brasileiro e ainda se mantém como um dos livros mais atuais da literatura brasileira. Uma viagem pelo universo do personagem e do próprio livro estão na obra &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135566/&quot;&gt;&amp;quot;Macunaíma&amp;quot;&lt;/a&gt;, da professora da língua e literatura Noemi Jaffe, cujo primeiro capítulo pode ser lido abaixo. O volume integra a coleção &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u66918.shtml&quot;&gt;&amp;quot;Folha Explica&amp;quot;&lt;/a&gt;.
&lt;table class=&quot;fe175&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135566/&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/publifolha/images/08123134.jpg&quot; alt=&quot;Livro desvenda Macunaína, o herói sem nenhum caráter&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135566/&quot;&gt;Livro desvenda Macunaína, o herói sem nenhum caráter&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
A obra comenta em detalhes cada capítulo do livro, analisando todos os mitos e lendas que Mário de Andrade adaptou do folclore indígena, africano e europeu, além de discutir os desdobramentos da produção literária na cultura brasileira.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u352099.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (15/02/2009 - 11h16)</description>
</item>
<item>
<title>No cinema, &quot;Macunaíma&quot; de Grande Otelo ganha feições sociológicas</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u380359.shtml</link>
<description>
Em 1969, o diretor Joaquim Pedro de Andrade filmou &amp;quot;Macunaíma&amp;quot;, baseado na obra de Mário de Andrade. O filme contou com a participação de atores como Grande Otelo, Paulo José, Milton Gonçalves, Joana Fomm e Hugo Carvana.
&lt;table class=&quot;fe175&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135566/&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/publifolha/images/08123134.jpg&quot; alt=&quot;Livro desvenda Macunaína, o herói sem nenhum caráter&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135566/&quot;&gt;Livro desvenda Macunaína, o herói sem nenhum caráter&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
Na época do lançamento, a censura impôs 16 cortes de seqüências inteiras de nus. Após negociações, este número foi reduzido para três. O filme foi lançado em sua versão censurada no Rio de Janeiro, no dia 03 de setembro.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u380359.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (11/02/2009 - 10h53)</description>
</item>
<item>
<title>Programa desconstrói mito de &quot;Macunaíma&quot;</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u447745.shtml</link>
<description>
O programa &amp;quot;De Lá Pra Cá&amp;quot; desta segunda-feira, na TV Brasil, faz uma análise do livro &amp;quot;Macunaíma&amp;quot;, de Mário de Andrade. O romance é um dos marcos do modernismo brasileiro.
O personagem principal, cujo nome é o título do livro, tem a preguiça como seu principal traço. Chamado de herói &amp;quot;sem caráter&amp;quot;, Macunaíma representa a idéia de uma nação ainda em formação.
Na atração, Vera Barroso entrevista o poeta e crítico Ferreira Gullar que destaca a importância de Macunaíma para o Movimento Modernista de 1922.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u447745.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (22/09/2008 - 21h29)</description>
</item>
<item>
<title>Ruth Guimarães, discípula de Mario de Andrade, toma posse na APL</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u446544.shtml</link>
<description>
A escritora Ruth Guimarães foi empossada na Academia Paulista de Letras na noite desta quinta-feira. Ela foi eleita imortal em 5 de junho, com 30 dos 34 votos válidos. A escritora foi aluna e discípula de Mário de Andrade, que a iniciou nos estudos de folclore e literatura popular.
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/08262395.jpg&quot; alt=&quot;Ruth Guimarães, discípula de Mario de Andrade, tomou posse na APL nesta quinta&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Ruth Guimarães, discípula de Mario de Andrade, tomou posse na APL nesta quinta &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
Guimarães nasceu em Cachoeira Paulista, no dia 13 de junho de 1920 e aos dez anos publicou seus primeiros versos nos jornais locais &amp;quot;A Região&amp;quot; e &amp;quot;A Notícia&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u446544.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (18/09/2008 - 22h47)</description>
</item>
<item>
<title>Crianças de 6 a 10 anos descobrem &quot;Macunaíma&quot; em SP</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u443557.shtml</link>
<description>
Crianças de seis a dez anos são convidadas a entrar no universo de &amp;quot;Macunaíma&amp;quot; por meio de oficinas que a educadora Elly Rozo Ferrari desenvolve em São Paulo.
Apesar de considerar o texto difícil, Ferrari, que é pesquisadora do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (USP), prefere trabalhar com o original, nada de imitações.
&amp;quot;O trabalho consiste em explorar o imaginário da situação, que é de aventura&amp;quot;, comenta a pesquisadora. A aventura de Macunaíma, no caso, não se restringe à busca da muiraquitã, mas passa pela língua oral, a língua oral escrita e a culta misturadas em um texto, uma característica que marcou os escritores modernistas.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u443557.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (10/09/2008 - 21h50)</description>
</item>
<item>
<title>Saiba mais sobre o escritor Mário de Andrade</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u443511.shtml</link>
<description>
Mário Raul de Morais Andrade nasceu em 1893 em São Paulo, cidade onde morreu em 1945. Desde a infância estudou música e chegou a ser professor de história da música no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo.
&lt;table class=&quot;fe175&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Reprodução&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/0704378.jpg&quot; alt=&quot;Escritor Mário de Andrade retratado pelo artista Lasar Segall&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Escritor Mário de Andrade retratado pelo artista Lasar Segall&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
A carreira literária começou em 1917 com a publicação de &amp;quot;Há Uma Gota de Sangue em Cada Poema&amp;quot;, segundo a Biblioteca Municipal Mário de Andrade.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u443511.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (10/09/2008 - 21h40)</description>
</item>
<item>
<title>Exposição mostra bonecas indígenas de Mário de Andrade em SP</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u443467.shtml</link>
<description>
A exposição &amp;quot;A Arte Brasileira pelo Olhar de Mário de Andrade - As Licocós de Mário&amp;quot; está aberta ao público até o dia 30 deste mês.
Com entrada gratuita, a mostra acontece na sala Marta Rossetti Batista no Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP (Universidade de São Paulo).
&lt;table class=&quot;fe230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/08254113.jpg&quot; alt=&quot;&amp;quot;A Arte Brasileira pelo Olhar de Mário de Andrade - As Licocós de Mário&amp;quot; fica até dia 30&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&amp;quot;A Arte Brasileira pelo Olhar de Mário de Andrade - As Licocós de Mário&amp;quot; fica até dia 30 &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u443467.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (10/09/2008 - 21h35)</description>
</item>
<item>
<title>Cineasta de &quot;Macunaíma&quot; morria há duas décadas no Rio</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u443245.shtml</link>
<description>
O cineasta Joaquim Pedro de Andrade, um dos maiores nomes do cinema novo, morreu no Rio em 10 de setembro de 1988 após lutar contra um diagnóstico de câncer nos pulmões. Além de filmes como &amp;quot;O Padre e a Moça&amp;quot; (1965), &amp;quot;Os Inconfidentes&amp;quot; (1971) e &amp;quot;Cinco Vezes Favela&amp;quot; (1961), ele dirigiu &amp;quot;Macunaíma&amp;quot; (1969).
A adaptação do livro de Mário de Andrade se tornou um dos filmes mais conhecidos do cinema novo.
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/08254154.jpg&quot; alt=&quot;Pôster de &amp;quot;Macunaíma&amp;quot;, do cineasta Joaquim Pedro de Andrade, que morreu em 1988&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Pôster de &amp;quot;Macunaíma&amp;quot;, do cineasta Joaquim Pedro de Andrade, que morreu em 1988&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u443245.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (10/09/2008 - 21h29)</description>
</item>
<item>
<title>São Paulo recebe versão musical de &quot;Macunaíma&quot;</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u429916.shtml</link>
<description>
&amp;quot;Macunaíma Ópera Tupi&amp;quot; (ou seu anagrama &amp;quot;Macunaó.peraí.matupí&amp;quot;) foi como Iara Rennó batizou sua versão musical para &amp;quot;Macunaíma, o Herói sem Nenhum Caráter&amp;quot;, de Mário de Andrade (1893-1945). Concluído em março, com apoio da Petrobras, o álbum ganha agora tiragem comercial e, sobre o palco do Sesc Vila Mariana, em São Paulo, vira apenas &amp;quot;MacunaÓpera&amp;quot;.
O nome serve para ressaltar o tratamento que a cantora pretende dar ao trabalho no show.&lt;br/&gt;
É como uma &amp;quot;ópera moderna, e não tradicional&amp;quot;, que ela apresenta as 14 faixas do disco solo, composições próprias sobre trechos da obra do modernista.
&amp;quot;Tem cenário, jogo de luz, projeção, dança, mas quero usar tudo aos poucos, para não ficar uma coisa caricata, meio chacrete&amp;quot;, argumenta Rennó, filha da cantora Alzira Espíndola com o letrista e jornalista Carlos Rennó, e uma das vocalistas do grupo DonaZica. A dança, por exemplo, sob comando do coreógrafo Irineu Nogueira, aparece só em duas músicas, ligadas ao candomblé.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u429916.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/08/2008 - 16h04)</description>
</item>
<item>
<title>Wagner Moura critica política de enfrentamento do Bope</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u392584.shtml</link>
<description>
No dia em que o Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais da PM do Rio) matou ao menos nove pessoas no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio, o cinema brasileiro consagrou o sucesso do capitão Nascimento. No filme &amp;quot;Tropa de Elite&amp;quot;, ele é um integrante do Bope adepto a técnicas de tortura contra criminosos e moradores de favelas cariocas. Foi entregue nessa terça (15), no Rio, o Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro.
&lt;table class=&quot;fd230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/galeria/galeria-20071004-tropa.shtml&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/0725685.jpg&quot; alt=&quot;Wagner Moura vive capitão do Bope em &amp;amp;quot;Tropa de Elite&amp;amp;quot;; veja galeria de imagens sobre o filme&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/galeria/galeria-20071004-tropa.shtml&quot;&gt;Wagner Moura vive capitão do Bope em &amp;quot;Tropa de Elite&amp;quot;; veja galeria de imagens sobre o filme&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
O ator Wagner Moura, que viveu o personagem no filme, foi eleito o melhor ator pelo papel e, em discurso, criticou a política de enfrentamento adotada pelo governo do Rio.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u392584.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (16/04/2008 - 08h29)</description>
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<title>&quot;Macunaíma&quot; vira música em CD da cantora Iara Rennó</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u384415.shtml</link>
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&amp;quot;Me espanca devagar que isto dói dói dói...&amp;quot; Com levada ragga, a faixa &amp;quot;Dói Dói Dói&amp;quot;, do primeiro CD solo de Iara Rennó, não dá pista do caráter octogenário de seu refrão. Ele foi extraído de &amp;quot;Macunaíma: o Herói sem Nenhum Caráter&amp;quot;, de Mário de Andrade (1893-1945).
O inegável ar &amp;quot;um tapinha não dói&amp;quot; do trecho foi um dos primeiros sinais de musicalidade que a cantora avistou, há nove anos, na obra-prima do modernista. Desde então, este e mais 13 excertos do livro a levaram a gestar o recém-concluído álbum &amp;quot;Macunaó.peraí.matupi ou Macunaíma Ópera Tupi&amp;quot;.
&amp;quot;O próprio Mário de Andrade assumiu esse caráter musical ao definir a obra como rapsódia, remetendo aos cantos populares&amp;quot;, diz Iara, 31, uma das três vocalistas do grupo DonaZica, sobre o projeto idealizado durante a faculdade de letras na USP. &amp;quot;Isso era latente nas estrofes do livro, mas só então vi que a prosa também tinha ritmo&amp;quot;, conta.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u384415.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (21/03/2008 - 09h39)</description>
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<title>Há 30 anos, Antunes Filho encenava &quot;Macunaíma&quot; pela primeira vez</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u371630.shtml</link>
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Há trinta anos, em 1978, foi encenada pela primeira vez no teatro São Pedro, em São Paulo, a peça &amp;quot;Macunaíma&amp;quot;, adaptação da obra de Mário de Andrade, dirigida por Antunes Filho.
&lt;table class=&quot;fe175&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135566/&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/publifolha/images/08123134.jpg&quot; alt=&quot;Livro desvenda Macunaína, o herói sem nenhum caráter&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
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&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135566/&quot;&gt;Livro desvenda Macunaína, o herói sem nenhum caráter&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
A peça contou com bastante improvisação e até mesmo com a presença de índios durantes os ensaios.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u371630.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (10/03/2008 - 09h20)</description>
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<title>Entenda o contexto histórico da época em que &quot;Macunaíma&quot; foi lançado</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u377602.shtml</link>
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&lt;table class=&quot;fe175&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135566/&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/publifolha/images/08123134.jpg&quot; alt=&quot;Livro desvenda Macunaína, o herói sem caráter de Mário de Andrade&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
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&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135566/&quot;&gt;Livro desvenda Macunaína, o herói sem caráter de Mário de Andrade&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
A obra &amp;quot;Macunaíma&amp;quot;, de Mário de Andrade, foi lançada em um período de transição. Em 1928, São Paulo começava a se industrializar e se desenvolver, mas o Rio de Janeiro ainda era o principal pólo político e econômico do país. &amp;quot;São Paulo ainda era uma cidade provinciana em relação ao Rio de Janeiro, mas já havia muitos imigrantes começando eventos anarco-sindicalistas&amp;quot; explica Noemi Jaffe, autora de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135566/&quot;&gt;&amp;quot;Folha Explica - Macunaíma&amp;quot;&lt;/a&gt;. Ainda segundo a autora, isto foi muito importante para Mário de Andrade, que rapidamente aderiu ao comunismo.
Ainda com relação à política, o país vivia o fim da República Velha. O presidente da época era Washington Luís, o último presidente antes de Getúlio Vargas, que subiu ao poder em 1930. &amp;quot;Em termos políticos, o desgaste daquele modelo baseado no rodízio entre São Paulo e Minas Gerais no poder só iria ser explicitado no ano seguinte, com o surgimento da Aliança Liberal, uma resposta aos compromissos do café-com-leite&amp;quot;, conta Oscar Pilagallo, autor da série &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/categorias/94/&quot;&gt;&amp;quot;Folha Explica - História&amp;quot;&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/438/&quot;&gt;outros livros&lt;/a&gt; da &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt; .
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/80anosdemacunaima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u377602.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (03/03/2008 - 09h02)</description>
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