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<title>Folha Online - Mundo - Especial - 2008 - Colômbia tensão na fronteira</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
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<title>Folha Online - Mundo - Especial - 2008 - Colômbia tensão na fronteira</title>
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<title>Análise: Uribe e Chávez tentam recuperar confiança perdida</title>
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De &amp;quot;mafioso&amp;quot; e &amp;quot;peão do império&amp;quot; a &amp;quot;irmãozão&amp;quot;. De &amp;quot;imperialista tropical&amp;quot; a &amp;quot;Senhor Presidente&amp;quot;. Houve notáveis mudanças na retórica da relação Colômbia-Venezuela. Espera-se que essas mudanças possam se cristalizar nesta sexta-feira, quando os presidentes dos dois países se encontram pessoalmente pela primeira vez desde o começo da crise andina, em março passado.
Nesta sexta, o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, viaja para a Venezuela, onde se encontrará com seu homólogo, Hugo Chávez. Ambos líderes tentam recuperar a confiança perdida.
Há poucos meses, um choque armado na fronteira entre Colômbia e Venezuela parecia iminente.
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<title>Equador adia indefinidamente reatamento de relações com Colômbia</title>
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O presidente do Equador, Rafael Correa, anunciou nesta quarta-feira que seu governo adiou indefinidamente o restabelecimento de relações diplomáticas com a Colômbia.
Durante uma cerimônia oficial na cidade de Portoviejo, Correa afirmou ainda que as relações com o país vizinho serão reatadas somente que houver em Bogotá &amp;quot;um governo decente com o qual seja possível discutir o problema&amp;quot;.
&amp;quot;O Equador adia indefinidamente o restabelecimento das relações até que em Bogotá haja um governo sério com o qual discutir, verdadeiramente, com vontade de obter a paz, e não governos tão carentes de credibilidade, que enganam a cada instante, que apenas pensam em bombas e metralhadoras&amp;quot;, disse.
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<title>Equador pode impor sanções comerciais contra Colômbia, diz ministra</title>
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O governo do Equador anunciou nesta terça-feira que irá avaliar a possibilidade de impor sanções comerciais à Colômbia, após os dois países terem interrompido os esforços para normalizar suas relações diplomáticas.
&amp;quot;Não descartaríamos, no futuro, se as coisas não correrem bem, impor restrições&amp;quot;, disse a ministra de Relações Exteriores do Equador, María Isabel Salvador, ao afirmar que o comércio entre os dois países seguiu normalmente apesar da tensão política dos últimos meses.
As declarações da ministra equatoriana foram feitas depois de o ministro de Relações Exteriores da Colômbia, Fernando Araújo, ter anunciado, na segunda-feira, que seu governo decidiu adiar o restabelecimento de laços diplomáticos com o Equador.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/colombiatensaonafronteira/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u415858.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/06/2008 - 00h58)</description>
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<title>Equador adia retomada de relações diplomáticas com Colômbia</title>
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A ministra de relações Exteriores do Equador, María Isabel Salvador, afirmou que &amp;quot;congelou&amp;quot; as tentativas de reaproximação com a Colômbia.
O compromisso de restabelecer relações diplomáticas sem condições prévias, em nível de encarregados de negócios, deveria ser formalizada no decorrer desta semana. Ontem, a Colômbia divulgou o adiamento por tempo indeterminado a retomada de laços com o país vizinho, em razão dos comentários &amp;quot;agressivos&amp;quot; do governo (Rafael) Correa&amp;quot;.
A relação entre os dois países foi estremecida pelo ataque da Colômbia em um acampamento pertencente às Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em solo equatoriano no dia 1 de março. A Colômbia afirmou que Equador &amp;quot;fez muito pouco&amp;quot; para combater os rebeldes. Os equatorianos, por sua vez, acusaram a Colômbia de quebra de soberania.
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<title>Chefe das Farc que desertou é processada na Colômbia</title>
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<description>
Um promotor de direitos humanos da Colômbia processou nesta segunda-feira a líder rebelde Nelly Ávila Moreno, conhecida como Karina, que desertou das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em maio. Ela enfrentará acusações de homicídio múltiplo e terrorismo, entre outros delitos.
As acusações têm base em um ataque rebelde ocorrido há nove anos que deixou 16 mortos, entre policiais e civis, informou a Procuradoria Geral.
O ataque foi registrado em 31 de julho e 1º de agosto de 1999 em Nariño, localidade no noroeste de país e foi cometido pelas frentes 9 e 47 das Farc, o segundo dos quais estava ao comando de Karina.
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<title>Venezuela distribui livro que enumera &quot;mentiras&quot; de Bush e Uribe</title>
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<description>
Um livro que enumera as &amp;quot;mentiras&amp;quot; contidas nos computadores que, segundo o governo colombiano pertenciam ao dirigente das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) Raúl Reyes, tomados como base para fazer acusações ao Equador e a Venezuela, será distribuído gratuitamente pelo governo de Caracas.
O livro, intitulado &amp;quot;As mentiras do supercomputador&amp;quot;, inclui artigos de jornalistas e intelectuais venezuelanos e de outros países. Em resumo, sustenta que a versão da descoberta dos supostos computadores de Reyes e toda a informação contida neles constituem &amp;quot;a farsa do milênio, montada por Uribush&amp;quot;, ou seja pelos presidentes da Colômbia, Álvaro Uribe, e dos Estados Unidos, George W. Bush.
&lt;table class=&quot;fe175&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Reprodução&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/mundo/images/08163107.jpg&quot; alt=&quot;Capa do livro &amp;quot;As mentiras do supercomputador&amp;quot;, da Venezuela&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Capa do livro &amp;quot;As mentiras do supercomputador&amp;quot;, da Venezuela&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/colombiatensaonafronteira/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u411177.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (11/06/2008 - 11h46)</description>
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<title>EUA e Colômbia elogiam pedido de Chávez às Farc</title>
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<description>
Os governos dos Estados Unidos e da Colômbia elogiaram, nesta segunda-feira, o pedido do presidente da da Venezuela, Hugo Chávez, para que as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) encerrem a luta armada iniciada há mais de 40 anos.
Chávez direcionou seu pedido ao novo líder da guerrilha, Alfonso Cano, durante seu programa semanal de rádio e TV Alô Presidente, transmitido no domingo.
O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Sean McCormack, afirmou que o pedido foi bem recebido pelo governo americano.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/colombiatensaonafronteira/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u410639.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (10/06/2008 - 02h36)</description>
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<title>Chávez pede às Farc libertação incondicional de todos os reféns</title>
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<description>
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pediu neste domingo ao novo líder da guerrilha colombiana das Farc, Alfonso Cano, que liberte sem impor condições todos os reféns em poder do grupo.
&amp;quot;Acho que chegou a hora das Farc libertarem todos os (seqüestrados) que mantêm na montanha a troco de nada. Seria um grande gesto humanitário&amp;quot;, afirmou Chávez no &amp;quot;Alô Presidente&amp;quot;, seu programa dominical de rádio e TV.
O presidente venezuelano disse ainda que &amp;quot;a essa altura na América Latina, está fora de ordem um movimento guerrilheiro armado e isso deve ser dito às Farc&amp;quot;.
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<title>Caracas nega que acusado de vender munição às Farc seja militar</title>
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O homem preso na Colômbia acusado de vender munição para as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) não fazia parte da Guarda Nacional (GN, Polícia militarizada), disse neste domingo o general Fredys Alonso Carrión, comandante da corporação. Ao ser preso, o suspeito disse ser membro da Guarda Nacional (GN, polícia militarizada).
&amp;quot;Quando recebemos a informação, imediatamente começamos a investigar e posso dizer com toda segurança que não existe dentro da relação da guarda um efetivo, nem aposentado, com o nome de Manuel Agudo Escalona&amp;quot;, informou o general à rede estatal VTV.
A Agência Bolivariana de Notícias informou que &amp;quot;o governo colombiano, em franca campanha contra a Venezuela, se dedica a divulgar nos últimos anos supostos casos que mostrem nexos do governo venezuelano com as guerrilhas colombianas, acusação que foi rejeitada pelo presidente Hugo Chávez e seu ministério&amp;quot;.
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<title>Colômbia e Equador restabelecem relações diplomáticas</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/colombiatensaonafronteira/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u409826.shtml</link>
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Os governos da Colômbia e do Equador anunciaram o restabelecimento de suas relações diplomáticas nesta sexta-feira, três meses depois de terem sido suspensas por causa da ação militar colombiana contra um acampamento das Farc no Equador, que resultou na morte do número dois da guerrilha, Raúl Reyes.
A reaproximação entre os dois governos foi mediada pelo ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter, que teria convencido os presidentes do Equador, Rafael Correa, e da Colômbia, Álvaro Uribe, a reabrir os canais diplomáticos.
&amp;quot;No dia de hoje ambos presidentes confirmaram sua disposição em dar esse passo de imediato através de suas respectivas chancelarias&amp;quot;, disse um comunicado emitido pela organização Centro Carter, presidida pelo ex-presidente norte-americano.
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<title>Senadora colombiana compara governo de Álvaro Uribe com o de Hitler</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/colombiatensaonafronteira/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u409438.shtml</link>
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A senadora de oposição colombiana Piedad Córdoba comparou o governo do presidente Álvaro Uribe com o de Adolf Hitler, durante conversa com jornalistas no país. A congressista é investigada por supostas ligações com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).
Para ela, as recentes críticas do governo de Uribe à oposição pretendem esconder o escândalo da chamada parapolítica --como chamam em seu país os supostos vínculos de políticos colombianos com forças paramilitares de direita.
No processo da parapolítica mais de 60 congressistas, a maioria pertencente à coalizão de governo, estão sendo investigados pela justiça e 33 deles já foram presos.
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<title>EUA dizem que Farc buscaram refúgio na Venezuela</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/colombiatensaonafronteira/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u408131.shtml</link>
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O subsecretário de Estado americano, John Negroponte, afirmou nesta segunda-feira que as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) buscaram abrigo em território venezuelano.
Em coletiva de imprensa no marco da 38ª Assembléia Geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), Negroponte disse que é &amp;quot;importante lembrar a todos os países a obrigação de respeitar a soberania e a integridade territorial dos vizinhos&amp;quot;.
O subsecretário americano afirmou que deveriam ser &amp;quot;evitadas situações nas quais se dê refúgio a organizações terroristas (...) como as Farc em outros países&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/colombiatensaonafronteira/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u408131.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (03/06/2008 - 04h45)</description>
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<title>PSDB quer explicação sobre suposta contratação da mulher de representante das Farc</title>
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O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio Netto (AM), protocolou nesta segunda-feira um requerimento na Mesa Diretora da Casa solicitando informações do ministro Altemir Gregolin (Pesca) sobre a suposta contratação da mulher do representante das Farc (Forças Armadas Revolucionárias Colombianas). Reportagem da revista &amp;quot;Veja&amp;quot; desta semana informa que Ângela Maria Solongo, mulher de Olivério Medina, representante da força no Brasil, seriam contratada por Gregolin.
No requerimento, Virgílio questiona se Slongo é ou foi contratada do ministério, qual cargo ocupa e quando foi a nomeação. Virgílio também quer saber quais critérios ele adotou para a contratação da mulher da representante das Farc e se os dados dela foram examinados pela Abin (Agência Brasileira de Inteligência).
O documento --encaminhado pelo líder do PSDB-- deve ser submetido à análise e votação da Mesa Diretora do Senado. Só depois do aval dos integrantes do comando da Casa é que o requerimento será enviado ao ministro.
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<title>Alvaro Uribe pede que se trate guerrilha como terrorista</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/colombiatensaonafronteira/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u407705.shtml</link>
<description>
O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, pediu neste domingo (1) na inauguração da 38ª Assembléia Geral da OEA (Organização dos Estados Americanos) que os países do continente americano considerem terroristas os grupos rebeldes e não lhes concedam o status de beligerantes, já que são &amp;quot;uma ameaça&amp;quot; para elas mesmas.
Uribe fez estas declarações ante delegados dos 34 países da OEA, que os movimentos insurgentes, entre os quais citou as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), não merecem o status de beligerantes que reivindicam a alguns países.
&amp;quot;A Colômbia enfrentou o maior dos desafios com o terrorismo mais rico, por causa do narcotráfico. Avançamos muitíssimo, mas reconhecemos que ainda algo falta para a paz total&amp;quot;, disse.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/colombiatensaonafronteira/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u407705.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/06/2008 - 00h43)</description>
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<title>Chávez lamenta não ter se reunido com líder das Farc</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/colombiatensaonafronteira/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u406933.shtml</link>
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Após dias de silêncio em relação à morte do líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Manuel Marulanda, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse &amp;quot;lamentar&amp;quot; não ter se reunido com o chefe guerrilheiro para discutir a paz e o acordo para a libertação de reféns do grupo rebelde.
&amp;quot;Eu lamento não ter podido me reunir com Manuel Marulanda para falar da paz, do acordo humanitário&amp;quot;, disse Chávez nesta quinta-feira, durante um ato público do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV).
A morte de Marulanda foi anunciada no último fim de semana.
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