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<title>Folha Online - Dinheiro - Especial - 2008 - Crise dos Alimentos</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<title>Folha Online - Dinheiro - Especial - 2008 - Crise dos Alimentos</title>
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<title>Ministro diz que Brasil está protegido da crise de alimentos, mas não imune</title>
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O Brasil está protegido da crise mundial de alimentos, graças ao progresso da agricultura familiar, mas não está imune às ameaças. A avaliação é do ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. Para ele, o governo precisa agir com responsabilidade e &amp;quot;tomar todos os cuidados&amp;quot;.
&amp;quot;Quando há uma crise de preços de alimentos, a gente sabe que quem sofre primeiro e sofre mais são as camadas mais pobres da população&amp;quot;, disse.
&amp;quot;A gente tem que impedir que isso aconteça produzindo mais alimentos, alimentos que a gente consome no dia-a-dia&amp;quot;, acrescentou, ao participar de entrevista a emissoras de rádio no estúdio da Empresa Brasil de Comunicação, em Brasília.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u419202.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/07/2008 - 11h50)</description>
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<title>Fatores globais e locais devem aumentar preços de cereais na China</title>
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Os preços dos cereais poderão continuar subindo neste ano, apesar de um quase equilíbrio entre demanda e oferta na China, disse nesta sexta-feira a subdiretora da Administração de Cereais do Estado, Zeng Liying, em um seminário realizado em Pequim (capital do país).
&amp;quot;As pressões para a alta dos preços de cereais persistirão na China neste ano, como resultado dos crescentes custos agrícolas, altos preços no mercado internacional e receios sobre mais altas no valor das compras mínimas&amp;quot;, explicou a dirigente chinesa.
O país dobrou os preços de compra mínimos do arroz e trigo este ano, para incentivar a produção de grãos e deter a inflação, que atingiu 8,7% em fevereiro, uma alta recorde nos últimos 11 anos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u419154.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/07/2008 - 10h06)</description>
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<title>Empresas dos EUA pedem fim da tarifa sobre álcool de cana</title>
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Em meio a uma campanha da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar) para promover o álcool de cana brasileiro nos Estados Unidos, um grupo de empresas do setor de alimentos pede a redução da tarifa sobre o produto no país. Entre as companhias que querem o fim da tarifa de US$ 0,54 por galão de álcool, estão Coca-Cola, Pepsico e Tyson Foods.
O grupo argumentou, em nota, que a isenção &amp;quot;vai beneficiar os norte-americanos por introduzir concorrência a um produto que tem grande demanda, além de reduzir a pressão sobre o álcool feito de milho e os estoques do grão&amp;quot;. Eles também acreditam que a liberação da taxa sobre o álcool de cana reduziria os preços do milho.
Para o grupo, a lei agrícola aprovada recentemente, que determina a tarifa, eleva a competição por álcool de milho, levando a uma &amp;quot;imprevisível e severa inflação de alimentos&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u419117.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/07/2008 - 08h44)</description>
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<title>Banco Mundial culpa biocombustíveis por alta dos preços dos alimentos</title>
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Os biocombustíveis fizeram com que os preços dos alimentos subissem 75% no mundo todo, segundo um relatório do Banco Mundial citado pelo jornal britânico &amp;quot;The Guardian&amp;quot; que &amp;quot;absolve o álcool brasileiro&amp;quot;.
Os dados desmentem as afirmações do governo americano, que alega que os combustíveis de origem vegetal contribuem com menos de 3% para a falta de alimentos, assinala o jornal.
Segundo algumas fontes, o relatório, concluído em abril, não foi publicado até agora para não complicar a situação do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, que atribuiu essa alta fundamentalmente ao crescimento do consumo de alimentos na China e Índia, e para evitar tensões entre a Casa Branca e o Banco Mundial --o presidente do banco é o ex-representante de comércio dos EUA, Robert Zoellick.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u419111.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/07/2008 - 08h10)</description>
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<title>Lula visita 1º beneficiado por novo programa de agricultura familiar</title>
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O presidente Luis Inácio Lula da Silva visitou nesta quinta-feira o primeiro agricultor que obteve financiamento com recursos do Plano Safra Mais Alimentos -- plano do governo para ampliar para 18 milhões de toneladas a produção da agricultura familiar no país.
O beneficiado foi o agricultor Fernando Kubota, que possui uma propriedade rural de cinco hectares em Brazlândia, no Distrito Federal.
No final da manhã de hoje, Lula irá lançar oficialmente o Plano Safra Mais Alimentos. Além disso, ele também irá assinar acordos de cooperação com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) e a Abimaq (Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u418821.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (03/07/2008 - 12h12)</description>
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<title>UE quer ajudar países pobres a produzir mais alimentos</title>
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A Comissão Européia anunciou nesta quinta-feira que vai propor a utilização de até 1 bilhão de euros (US$ 1,57 bilhão) de fundos excedentes da Política Agrícola Comum (PAC) para apoiar a produção de agrícola dos países pobres mais afetado pela crise dos alimentos.
&amp;quot;A agricultura, na ajuda ao desenvolvimento, tem sido uma prioridade secundária há mais de 20 anos. Devemos recuperar o tempo perdido&amp;quot;, declarou a comissária européia da Agricultura, Mariann Fischer Boel, durante a conferência &apos;Quem vai alimentar o mundo?&amp;quot; organizada em Bruxelas.
A comissária não quis detalhar o total desses fundos, apesar de uma fonte européia indicar que a soma citada.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u418818.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (03/07/2008 - 12h01)</description>
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<title>G8 e produtores precisam frear preços de petróleo e alimentos, diz Banco Mundial</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u418491.shtml</link>
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O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, pediu nesta quarta-feira ao G8 (grupo dos sete países mais ricos e a Rússia) que atuem junto aos produtores para controlar a alta do petróleo e dos alimentos, que pode levar a &amp;quot;uma situação perigosa&amp;quot;.
&amp;quot;O que observamos hoje não é uma catástrofe natural --uma tsunami ou um furacão-- e sim uma catástrofe gerada pelo homem e que, por isso, deve ser controlada pelo homem&amp;quot;, afirmou Zoellick. &amp;quot;Convoco os países membros do G8, em ação conjunta com os principais produtores de petróleo, a atuar para atacar esta crise&amp;quot;, acrescentou, em declarações feitas dias antes da abertura da cúpula do grupo.
&amp;quot;Trata-se de um teste para o sistema mundial em termos de ajuda aos mais vulneráveis e não se pode permitir o fracasso&amp;quot;, afirmou.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u418491.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/07/2008 - 14h38)</description>
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<title>Resposta à crise de alimentos será incentivo à produtividade, afirma Lula</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u418489.shtml</link>
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a resposta brasileira à crise mundial de alimentos não deve ser a retenção da capacidade de consumo ou produção, mas sim o incentivo à produtividade. &amp;quot;É criar condições para que as pessoas plantem&amp;quot;, disse hoje ao lançar o Plano Agrícola e Pecuário 2008/2009, em Curitiba.
O PAP 2008/2009 &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u418410.shtml&quot;&gt;prevê R$ 65 bilhões&lt;/a&gt; para financiar a próxima safra da agricultura empresarial. Os recursos serão aplicados no custeio, comercialização e investimento.
&amp;quot;Lula convocou os agricultores a aproveitarem o atual cenário mundial para suprirem a demanda por alimentos e transformar o Brasil numa potência. &amp;quot;Quando o mundo quiser comer temos que dizer: venha comprar que o Brasil tem para vender.&amp;quot;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u418489.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/07/2008 - 14h32)</description>
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<title>Megainvestidor defende proibir fundos de pensões de investir em matérias-primas</title>
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O investidor multimilionário de origem húngara George Soros disse acreditar que, diante da forte alta do preço do petróleo, seria preciso proibir os fundos de pensões dos Estados Unidos de fazer negócios com matérias-primas.
&amp;quot;São os especuladores que criaram a bolha que nos cerca&amp;quot;, e isso leva à distorção dos preços, principalmente no mercado de matérias-primas, afirma Soros, em entrevista que será publicada amanhã pela revista alemã &amp;quot;Stern&amp;quot;.
Na opinião do megainvestidor, &amp;quot;isso é como se, durante uma crise de fome, se armazenasse às escondidas comida para depois tirar lucro com a alta dos preços&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u418421.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/07/2008 - 11h45)</description>
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<title>Plano Agrícola libera R$ 65 bilhões para conter alta dos alimentos</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u418410.shtml</link>
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Para financiar a próxima safra da agricultura empresarial, o Plano Agrícola e Pecuário 2008-2009 (PAP) terá R$ 65 bilhões, valor 12,1% superior ao da safra atual e 217% maior que o ofertado na safra 2002/2003. Um dos objetivos do governo com a liberação é elevar a produção de grãos no país e ajudar na contenção da alta dos preços mundiais. Amanhã, em Brasília, será anunciado o Plano de Agricultura Familiar, que prevê mais R$ 13 bilhões.
Do total liberado, R$ 45,4 bilhões serão a juros controlados, ou seja, com encargo financeiro de 6,75% ao ano. Isso representa 20% a mais em relação ao ciclo 2007-2008. O plano foi lançado nesta quarta-feira (2), em Curitiba (PR), pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes.
Stephanes disse, durante o lançamento, que a agricultura brasileira está sendo estruturada de uma forma geral com medidas de médio e longo prazos. Ele citou ainda que deve ser lançado até dezembro um programa de incentivo a produção de adubos e fertilizantes. Conforme o ministro, em um prazo de cinco a dez anos Brasil deve conquistar mais autonomia com relação a esses insumos básicos --hoje o país importa mais de 70% dos fertilizantes que consome.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u418410.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/07/2008 - 11h26)</description>
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<title>Brasil e Argentina acertam fornecimento de trigo e energia</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u418352.shtml</link>
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A Argentina liberou meio milhão de toneladas de trigo para atender às necessidades do Brasil, revelou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta terça-feira (1º), ao final da Cúpula do Mercosul, em Tucumán.
Lula disse ainda que o Brasil está pronto para vender energia elétrica à Argentina para enfrentar a elevada demanda no inverno.
As exportações de trigo argentino ao Brasil foram interrompidas em duas ocasiões este ano, devido a problemas internos na Argentina, o que gerou complicações no mercado brasileiro.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u418352.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/07/2008 - 09h11)</description>
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<title>Plano Agrícola prevê elevar cultivo de grãos e participação do Brasil</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u418090.shtml</link>
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O Plano Agrícola e Pecuário 2008/2009 para a agricultura empresarial, que será anunciado hoje pelo governo em Curitiba (PR), tem o objetivo de aumentar a participação do Brasil no fornecimento mundial de alimentos. A afirmação é do secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Edilson Guimarães.
Guimarães disse que o novo direcionamento do PAP para a safra 2008/2009 se deve à conjuntura mundial no mercado de alimentos. &amp;quot;O plano anterior foi feito num momento em que o setor estava saindo de uma crise. Agora, os preços dos alimentos estão altos e o país tem que aproveitar as oportunidades&amp;quot;, afirmou.
O secretário explicou que o PAP 2007/2008 visava a retomada da atividade agropecuária, depois que registrou-se uma queda do PIB (Produto Interno Bruto) do Agronegócio, em 2005, de 4,66% em relação ao ano anterior, e, na seqüência, em 2006, um crescimento de 0,45% em relação a 2005.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u418090.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/07/2008 - 09h02)</description>
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<title>Presidentes do Mercosul culpam subsídios dos países ricos por crise dos alimentos</title>
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Os presidentes dos países do Mercosul demonstraram preocupação com a crise dos alimentos, atacaram a União Européia e agora buscam alternativas para a criação de fundos que combatam o desabastecimento mundial.
No comunicado conjunto emitido ao fim da 35ª Cúpula do Mercosul, realizada hoje na província argentina de Tucumán, os presidentes expressaram &amp;quot;preocupação pela crise mundial dos alimentos, com 900 milhões de famintos&amp;quot;.
A reunião de hoje mostrou uma sintonia política profunda entre os vários participantes, incluindo pedidos por um Mercosul mais &amp;quot;político e unido&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u418245.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (01/07/2008 - 20h16)</description>
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<title>Produtores de alimentos não podem ser culpados por crise, diz Lula</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u418145.shtml</link>
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira na Argentina, onde participa da cúpula do Mercosul, que os países da América do Sul, grandes produtores e de alimentos e de energia, devem estar atentos para que não terminem sendo responsabilizados pela instabilidade econômica nos países desenvolvidos.
&amp;quot;Há muita coincidência entre a crise da especulação imobiliária nos Estados Unidos, que envolve bancos europeus, e a situação atual&amp;quot;, disse Lula, diante dos presidentes do Mercosul, além dos sócios do bloco, Chile e Bolívia.
&amp;quot;E até agora o FMI não deu um palpite de como os Estados Unidos devem fazer para consertar sua economia.&amp;quot;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u418145.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (01/07/2008 - 16h10)</description>
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<title>Alta dos alimentos pode levar países a situação-limite, avalia FMI</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u418139.shtml</link>
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O FMI (Fundo Monetário Internacional) divulgou um relatório nesta terça-feira na qual afirma que a alta mundial de preços de alimentos e de combustíveis pode levar diversos países de renda média e baixa a uma &apos;&apos;situação-limite&apos;&apos;.
De acordo com o diretor do fundo, Dominique Strauss-Kahn, &apos;&apos;se os preços de alimentos aumentarem e os do petróleo permanecerem os mesmos, alguns governos não serão mais capazes de alimentar suas populações e, ao mesmo tempo, manter a estabilidade de suas economias&apos;&apos;.
O relatório Preços de Alimentos e Combustíveis - Desenvolvimentos Recentes, Impactos Macroeconômicos e Ações Políticas afirma que o contínuo crescimento global, em especial nas economias emergentes, vem provocando o aumento de diversas commodities.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u418139.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (01/07/2008 - 15h54)</description>
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