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<title>Folha Online - Dinheiro - Especial - 2008 - Crise dos Alimentos</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Dinheiro - Especial - 2008 - Crise dos Alimentos</title>
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<title>França e Brasil apoiam regulação mundial dos mercados agrícolas</title>
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França e Brasil pretendem estimular uma iniciativa conjunta para uma regulação mundial dos mercados agrícolas na Cúpula sobre Segurança Alimentar que acontecerá na próxima semana em Roma, na sede da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação).
&amp;quot;Essa iniciativa conjunta pretende dar a prova da determinação da França e do Brasil para adotar uma regulação mundial dos mercados agrícolas&amp;quot;, afirmou o ministro francês da Agricultura, Bruno Le Maire.
Ele disse ainda que os detalhes da iniciativa, que busca uma estabilização dos preços agrícolas, serão revelados na segunda-feira em Roma.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u651512.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/11/2009 - 16h04)</description>
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<title>Preço dos alimentos ainda castiga países pobres, diz ONU</title>
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O preço dos alimentos nos países pobres importadores &amp;quot;permanece obstinadamente alto&amp;quot;, apesar da boa colheita mundial de cereais em 2009, alertou hoje a FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação) em relatório.
O estudo, intitulado Perspectivas de Colheita e Situação Alimentícia, é publicado às vésperas da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar, que acontecerá em Roma de 16 a 18 de novembro.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u643888.shtml&quot;&gt;ONU quer prioridade à posse da terra no combate à fome&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u637830.shtml&quot;&gt;Com crise, fome atinge mais de 1 bilhão de pessoas no mundo em 2009&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u636872.shtml&quot;&gt;Preços dos alimentos devem continuar altos e instáveis, diz ONU&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u650380.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (10/11/2009 - 17h30)</description>
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<title>Países pobres pagam mais por alimentos apesar da queda dos preços</title>
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Os preços dos alimentos subiram nos países em desenvolvimento apesar da queda dos preços mundiais pela crise econômica global, revelou hoje na Austrália o PMA (Programa Mundial de Alimentos) da ONU (Organização das Nações Unidas).
A diretora da agência, Josette Sheeran, explicou que a mudança climática elevou os custos dos combustíveis e isto reduziu os salários. &amp;quot;Apesar dos preços terem caído nos mercados globais, nos países em desenvolvimento os preços dos alimentos estão 80% mais altos que há um ano&amp;quot;, declarou.
Recém-chegada das Filipinas, a diretora da PMA disse que naquele país asiático uma colheita de 1,1 milhão de toneladas de arroz corre o risco de ser perdida por causa dos tufões e ressaltou que atualmente os desastres naturais são mais frequentes e destrutivos que no passado. No mundo há 1,020 bilhão de pessoas famintas.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u643236.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/10/2009 - 10h20)</description>
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<title>Preços dos alimentos devem continuar altos e instáveis, diz ONU</title>
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Os preços dos alimentos no mercado mundial devem continuar altos e instáveis no médio prazo, e uma repetição do ocorrido entre 2007 e 2008, quando atingiram um pico, é uma possibilidade realista, segundo relatório da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, na sigla em inglês) divulgado nesta segunda-feira.
Entre 2006 e 2008, segundo a organização, os preços de alimentos básicos subiram cerca de 60%, enquanto os preços dos grãos chegaram a dobrar. Em meados do ano passado, os preços dos alimentos nos mercados internacionais atingiram seu maior patamar em quase 30 anos, o que provocou revoltas e tumultos em alguns dos países mais pobres.
Embora tenham registrado um retrocesso, os preços continuam altos e não devem cair para os níveis vistos em 2006, diz o documento, publicado por ocasião de um fórum em Roma, que ocorre entre hoje e amanhã (13), com cerca de 300 especialistas em agricultura e desenvolvimento.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u636872.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/10/2009 - 11h01)</description>
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<title>ONU quer US$ 83 bi por ano para combater fome em países pobres</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u635371.shtml</link>
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Os países em desenvolvimento precisam de investimento líquido de US$ 83 bilhões por ano na agricultura para garantir alimentos para 9,1 bilhões de pessoas em 2050, diz um relatório da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), divulgado nesta quinta-feira.
No documento, a FAO assegura que é necessário aumentar os investimentos em agricultura em cerca de 50%. Entre os setores que requerem investimentos estão o de agricultura e pecuária, além dos serviços de apoio, como os de refrigeração, armazenamento e os mercados.
A projeção dos investimentos anuais necessárias até 2050 inclui US$ 20 bilhões para a produção agrícola e US$ 13 bilhões para a pecuária, segundo o documento da FAO.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u635371.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (08/10/2009 - 13h40)</description>
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<title>Produção agrícola tem de crescer 70% até 2050 para atender demanda, diz ONU</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u627938.shtml</link>
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A produção agrícola mundial deve aumentar 70% até 2050 para alimentar a população do planeta que, com 2,3 bilhões de pessoas a mais, chegará a 9,1 bilhões, destaca um relatório da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação).
A FAO convocou para os dias 12 e 13 de outubro um fórum de especialistas, que tem como título &amp;quot;Como alimentar o mundo em 2050&amp;quot;, para estudar os desafios dos próximos anos.
&amp;quot;A FAO tem um otimismo prudente sobre a capacidade do mundo para garantir a alimentação até 2050&amp;quot;, afirmou Hafez Ghanem, subdiretor geral da organização da ONU.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u627938.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (23/09/2009 - 09h12)</description>
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<title>Economia da Alemanha está longe de voltar a crescer, diz BC alemão</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u622100.shtml</link>
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A Alemanha, embora em situação melhor que a de outros países da zona do euro, ainda está longe de voltar a crescer e só poderá recuperar em 2013 o nível do PIB (Produto Interno Bruto) que tinha em 2008, disse nesta quinta-feira o presidente do Bundesbank (banco central alemão), Axel Weber.
&amp;quot;Ainda não está claro se a Alemanha superará ou não a barreira dos 3% de deficit fixado no Tratado de Maastricht&amp;quot;, mas será preciso esperar até 2013 para que o PIB volte ao nível de 2008, afirmou Weber, em um simpósio econômico na cidade de Plön, no Estado federado de Schleswig-Holstein.
Ele acrescentou que, para voltar ao nível de endividamento de 2008, o país pode levar entre dez e 20 anos, pois a dívida alemã crescerá de forma acentuada nos próximos anos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u622100.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (10/09/2009 - 15h52)</description>
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<title>Preços de alimentos se estabilizam mas não devem cair, diz ONU</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u606571.shtml</link>
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Os preços mundiais dos alimentos estabilizaram-se, mas não voltarão aos níveis registrados antes de 2008, quando os preços das commodities subiram às alturas pressionando a inflação em vários mercados emergentes, disse nesta sexta-feira a agência da ONU (Organização das Nações Unidas) responsável pela ajuda alimentar.
Embora os preços tenham caído em diversos mercados do mundo, em muitos países em desenvolvimento eles permanecem altos e a situação foi agravada pela desaceleração econômica global, que atingiu as exportações e o investimento.
&apos;O sistema alimentar mundial se ajustou mesmo com os estoques na maior baixa em 20 anos...o mercado refinou seu nível para um possível de ser mantido&apos;, disse a diretora-executiva adjunta do PAM (Programa Alimentar Mundial), Sheila Sisulu.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u606571.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (07/08/2009 - 16h21)</description>
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<title>ONU defende intervenção estatal em países menos desenvolvidos</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u596002.shtml</link>
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Os países menos avançados do mundo requerem uma forte intervenção estatal para gerar excedentes agrícolas e neutralizar o círculo vicioso no qual se encontra esse setor, devido a seus baixos níveis de produtividade, investimentos em retrocesso, e escassez de terras e água.
Assim afirma o relatório anual sobre esse grupo de países da Unctad (Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento), que adverte que o desenvolvimento da agricultura será um assunto praticamente de sobrevivência para essas nações.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa da crise financeira global&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u572552.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u596002.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (16/07/2009 - 17h15)</description>
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<title>Políticas nacionais pioraram crise de alimentos, diz ONU</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u594415.shtml</link>
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A ONU (Organização das Nações Unidas) disse que a crise de alimentos iniciada no ano passado, que levou preços de alimentos a alcançar altas recordes no mundo, foi piorada por medidas adotadas por alguns governos.
Um alto oficial do órgão da ONU para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), Alexander Sarris, disse à BBC que o preço do arroz dobrou quando a Índia e o Vietnã cortaram exportações e o governo das Filipinas estocou importações.
&amp;quot;A alta nos preços do arroz no final do ano passado não resultou de uma queda na oferta&amp;quot;, disse Sarris. &amp;quot;Ela foi devida a acúmulos por uma variedade de países e outros agentes que consumem arroz, que pensaram que não ia haver arroz suficiente no mercado&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u594415.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (13/07/2009 - 17h49)</description>
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<title>G8 eleva para US$ 20 bilhões seu plano de segurança alimentar</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u593257.shtml</link>
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O plano de luta contra a fome elaborado pelo G8 --grupo das sete maiores economias do mundo e a Rússia-- e outros países desenvolvidos será de US$ 20 bilhões, ou US$ 5 bilhões a mais que o anunciado antes, informou nesta sexta-feira o chefe de governo italiano, Silvio Berlusconi.
&amp;quot;Nós tivemos a satisfação de sermos capazes de aumentar de US$ 15 para US$ 20 bilhões em três anos&amp;quot;, afirmou Berlsuconi, o anfitrião da reunião de cúpula na cidade de Áquila.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa da crise nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u572552.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u498780.shtml&quot;&gt;Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u593257.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (10/07/2009 - 09h51)</description>
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<title>G8 promete US$ 15 bilhões para garantir combate à fome</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u593221.shtml</link>
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Os membros do G8 (grupo das sete maiores economias do mundo e a Rússia) e outros países participantes da reunião de cúpula de Áquila (Itália) se comprometeram nesta sexta-feira a liberar pelo menos US$ 15 bilhões em três anos para garantir o abastecimento de alimentos no mundo, segundo uma declaração conjunta.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa da crise nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u572552.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u498780.shtml&quot;&gt;Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil&lt;/a&gt;
&amp;quot;Celebramos os compromissos adotados pelos países representados em Áquila, de mobilizar pelo menos US$ 15 bilhões em três anos para assegurar o desenvolvimento duradouro da agricultura, ao mesmo tempo que mantêm a determinação de fornecer uma ajuda alimentar de urgência adequada&amp;quot;, afirmam os líderes do G8, as potências emergentes e os países africanos presentes em Áquila.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u593221.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (10/07/2009 - 08h05)</description>
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<title>Vendas mundiais da Peugeot Citroën caem 14% no semestre</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u591640.shtml</link>
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As vendas mundiais do grupo francês PSA Peugeot Citroën caíram 14% durante o primeiro semestre de 2009, segundo resultados da montadora divulgados nesta terça-feira.
O grupo vendeu no período 1,587 milhão de unidades. A marca Citroën foi a que sofreu uma maior queda nas vendas, 15% ou 650 mil unidades.
Já a Peugeot vendeu entre janeiro e junho 937 mil veículos, 13,2% menos que no semestre anterior.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u591640.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (07/07/2009 - 07h24)</description>
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<title>Crise deixará até 90 milhões a mais de pessoas desnutridas, diz ONU</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u591237.shtml</link>
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A atual recessão global, que ganhou força a partir de setembro do ano passado, reverteu 20 anos de declínio na pobreza mundial e deve elevar em até 90 milhões de pessoas o número de desnutridos, disse nesta segunda-feira o secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Ban Ki-moon.
A estimativa, que consta do &amp;quot;Relatório das Metas de Desenvolvimento do Milênio&amp;quot;, divulgado hoje em Genebra (Suíça), sugere que 17% da população mundial (estimada em 6,8 bilhões) estará em condição de pobreza extrema até o fim deste ano.
&amp;quot;Em 2009, estarão vivendo na pobreza extrema entre 55 milhões e 90 milhões de pessoas a mais que o estimado antes da crise mundial&amp;quot;, diz o documento. As Metas do Milênio são um conjunto de diretrizes fixadas pela ONU para reduzir pela metade, até 2015, os níveis da pobreza extrema de 1990. O programa inclui ainda a redução da mortalidade infantil e a garantia da sustentabilidade ambiental, entre outros objetivos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u591237.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/07/2009 - 12h20)</description>
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<title>Crise deve levar número de desnutridos a mais de 1 bilhão em 2009, diz ONU</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u583427.shtml</link>
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A barreira de 1 bilhão de pessoas que sofrem desnutrição será superada em 2009 em consequência da crise econômica mundial, anunciou nesta sexta-feira a FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação). A entidade define como subnutrida a pessoa que ingere menos de 1.800 calorias por dia.
&amp;quot;Pela primeira vez na história da humanidade, mais de 1 bilhão de pessoas, concretamente 1,02 bilhão, sofrerão de desnutrição em todo o mundo&amp;quot;, adverte a FAO em um relatório sobre a segurança alimentar mundial.
&amp;quot;O número supera em quase 100 milhões o do ano passado e equivale a uma sexta parte aproximadamente da população mundial&amp;quot;, destaca a agência especializada da ONU, que tem sede em Roma.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisedosalimentos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u583427.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/06/2009 - 10h15)</description>
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