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<title>Folha Online - Dinheiro - Especial - 2008 - Crise nos EUA</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Dinheiro - Especial - 2008 - Crise nos EUA</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<title>Japão registra superávit comercial pelo 9º mês consecutivo</title>
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Japão registrou em outubro um superávit comercial de 807,09 bilhões de ienes (6,087 bilhões de euros), pelo nono mês consecutivo, informou hoje o governo japonês.
O aumento das exportações ao resto de países da Ásia foi uma das causas que motivaram a alta deste indicador, indicou o Ministério japonês de Finanças em um relatório preliminar.
As exportações caíram em outubro 23,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior, ficando em 5,3 trilhões de ienes (40,074 bilhões de euros), enquanto o descenso das importações foi de 35,6 %, alcançando 4,5 trilhões de ienes (33,974 bilhões de euros).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u657193.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/11/2009 - 02h55)</description>
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<title>Emissão de dívida pública aumenta 45% no mundo, diz Moody's</title>
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A dívida pública emitida no mundo todo nos últimos três anos aumentará 45% entre 2007 e 2010, em grande parte pelo efeito da crise nas contas dos países, segundo um relatório semestral publicado hoje pela agência de qualificação de risco Moody&apos;s.
&amp;quot;O aumento em nível mundial da dívida soberana é notável, com um aumento de US$ 15,3 trilhões, ou 45%, entre 2007 e 2010, o que representa mais de cem vezes o orçamento do Plano Marshall uma vez ajustado à inflação&amp;quot;, explicou o analista Jaime Reusche em comunicado.
Segundo os dados, 78 % da nova dívida emitida foi levada ao mercado pelos membros do G7 (grupo dos sete países mais desenvolvidos do mundo). Isso se deve ao fato de as contas públicas desses Estados serem as que mais se viram afetadas pela recessão econômica.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u657106.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 20h53)</description>
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<title>Bolsas de NY recuam com revisão para baixo no PIB americano</title>
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Os principais índices acionários norte-americanos fecharam em baixa nesta terça-feira, diante de dados econômicos sem brilho num pregão marcado por baixo volume e volatilidade. Mas as perdas diminuíram depois que o Fed (Federal Reserve, o BC americano) elevou suas perspectivas para o crescimento da economia dos Estados Unidos em 2010.
O Dow Jones Industrial Average --principal indicador da Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês)-- recuou 0,16%, para 10.433,71 pontos, enquanto o ampliado S&amp;amp;P 500 perdeu 0,05%, para 1.105,65 unidades. Na Bolsa tecnológica Nasdaq, o indicador Nasdaq Composite teve baixa de 0,31%, para 2.169,18 pontos.
As ações caíram no início da sessão, abatidas por dados revisados do governo sobre o PIB (Produto Interno Bruto), que mostraram um crescimento menor que o esperado na economia no terceiro trimestre. O PIB cresceu 2,8% entre julho e setembro, frente ao número anterior de 3,5%.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u657081.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 20h13)</description>
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<title>Mantega contradiz Lobão e nega que Citigroup tenha oferecido ações ao governo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u657045.shtml</link>
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O ministro Guido Mantega (Fazenda) negou nesta terça-feira que o banco americano Citigroup tenha oferecido uma participação minoritária ao governo brasileiro, contradizendo o colega Edison Lobão (Minas e Energia).
Lobão disse no início da tarde, em conferência com investidores em Nova York, que a proposta foi feita ao setor público no início do ano, mas foi rejeitada.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656843.shtml&quot;&gt;Citigroup tentou vender participação ao Brasil, diz Lobão&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u654073.shtml&quot;&gt;Citigroup eleva salários, mas executivo-chefe receberá US$ 1 por ano&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u657045.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 19h48)</description>
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<title>Preços do petróleo recuam em Nova York e Londres</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656975.shtml</link>
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Os preços do petróleo fecharam em baixa nesta terça-feira em Nova York e em Londres, abalados por um crescimento menor do que o esperado no terceiro trimestre nos Estados Unidos e pela perspectiva de aumento dos estoques.
Na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês), o barril de petróleo bruto tipo WTI para entrega em janeiro perdeu 2,01%, fechando a US$ 76,02. Já em Londres, o barril de Brent do Mar do Norte com igual vencimento perdeu 1,29%, tendo sido negociado a US$ 76,46.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656939.shtml&quot;&gt;Redistribuição de royalties de áreas já licitadas não é quebra de contrato, diz Gabrielli&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656844.shtml&quot;&gt;Unica defende mistura atual de álcool, apesar de produção menor&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656801.shtml&quot;&gt;Anadarko anuncia nova descoberta de petróleo no litoral brasileiro&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656975.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 19h03)</description>
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<item>
<title>Bovespa fecha com avanço de 0,76%, em segundo maior &quot;pico&quot; do ano</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656955.shtml</link>
<description>
Os investidores voltaram às compras perto do encerramento do pregão de hoje, levando a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) para seu segundo maior &amp;quot;pico&amp;quot; do ano. Analistas atribuíram às previsões mais positivas do banco central americano a disparada dos preços. A taxa de câmbio doméstica cravou R$ 1,73.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u341389.shtml&quot;&gt;O Ibovespa&lt;/a&gt;, índice que reflete os preços das ações mais negociadas, subiu 0,76% no fechamento, aos 67.317 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,44 bilhões, ainda abaixo da média do mês (em torno de R$ 6 bilhões/dia). Ainda operando, a Bolsa de Nova York reduz suas perdas, mas ainda opera em terreno negativo (queda de 0,25%).
&amp;quot;A Bolsa começou a subir claramente depois da ata do Fomc. Depois, havia notícias de possíveis medidas para ajudar o setor automobilístico, o que deve ter ajudado também na recuperação. O investidor está cauteloso sim, mas os últimos dados têm vindo positivos, e o mercado corre para a ponta de compra&amp;quot;, comenta Paulo Hegg, analista da Um Investimentos. &amp;quot;E amanhã, nós devemos ver essa cautela de novo: acho que as principais Bolsas devem abrir um pouco &apos;de lado&apos; [sem tendência definida], aguardando os novos números dos EUA&amp;quot;, acrescenta, numa referência às estatísticas sobre renda e consumo do trabalhador americano.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656955.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 18h40)</description>
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<item>
<title>BNDES libera R$ 107 bilhões no ano em créditos, alta de 50%</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656922.shtml</link>
<description>
Os desembolsos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) nos dez primeiros meses deste ano atingiram R$ 107,5 bilhões, alta de 50% sobre o mesmo período do ano passado e o dobro (106%) do registrado em todo o ano de 2006, de R$ 52,3 bilhões.
Segundo o banco, os valores aprovados entre janeiro e outubro de 2009 também atingiram valor recorde, de R$ 129,9 bilhões, o que corresponde a um aumento de 40% ante os mesmos meses do ano anterior.
Os enquadramentos, de R$ 150,2 bilhões, e as consultas, de R$ 183,5 bilhões representaram alta de 16% e 20%, respectivamente.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656922.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 17h41)</description>
</item>
<item>
<title>Fed aumenta previsão do PIB de 2010 e vê redução lenta do desemprego</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656918.shtml</link>
<description>
O Fed (Federal Reserve, o BC americano) reviu para cima sua previsão de crescimento da economia global para 2010, mas em compensação previu que a taxa de desemprego se reduzirá lentamente e permanecerá alta por mais alguns anos, segundo a ata da última reunião do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês) realizada no início de novembro.
Segundo o documento, o PIB (Produto Interno Bruto) dos Estados Unidos deverá crescer entre 2,5% e 3,5% no próximo ano, contra uma previsão anterior entre 2,1% e 3,3%, segundo o núcleo das projeções --que elimina as três maiores e menores projeções feitas pelos participantes da reunião. Na previsão completa, passou de uma faixa entre 0,8% e 4% para uma entre 2% e 4%.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656858.shtml&quot;&gt;Montadora sueca Koenigsegg desiste de comprar Saab da General Motors&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656843.shtml&quot;&gt;Citigroup tentou vender participação ao Brasil, diz Lobão&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656834.shtml&quot;&gt;EUA têm 552 bancos perto da falência, maior número desde 1993&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656918.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 17h27)</description>
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<item>
<title>Dólar fecha a R$ 1,73; Bovespa opera instável</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656899.shtml</link>
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A taxa de câmbio doméstica teve um repique após dois dias de queda, sob a expectativa do mercado quanto a ata do Fomc (o equivalente americano do Copom), com divulgação prevista para as 17h (hora de Brasília). Frente ao euro, a moeda americana também teve um dia de valorização.
O dólar comercial foi cotado por R$ 1,735 nas últimas operações desta terça-feira, em alta de 0,40%. Os preços da moeda americana oscilaram entre R$ 1,737 e R$ 1,723. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi vendido por R$ 1,840, estável.
Ainda aberta, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) tem leve alta de 0,02%, aos 66.825 pontos. O giro financeiro é de R$ 3,93 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York cai 0,36%.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656899.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 16h38)</description>
</item>
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<title>Bancos devem financiar seus seguros no caso de outra crise, diz FMI</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656897.shtml</link>
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Os bancos têm que financiar seus próprios seguros para fazer frente a riscos sistêmicos futuros porque os cidadãos não estariam dispostos a deixar o dinheiro público salvar o sistema financeiro mais uma vez, segundo o FMI (Fundo Monetário Internacional).
No caso de uma nova crise financeira, &amp;quot;a reação seria extremamente violenta&amp;quot;, com um recuo de países ou blocos econômicos, advertiu o diretor-gerente do FMI, o francês Dominique Strauss-Kahn, em uma conferência organizada pela revista inglesa &amp;quot;The Economist&amp;quot; em Paris.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656858.shtml&quot;&gt;Montadora sueca Koenigsegg desiste de comprar Saab da General Motors&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656843.shtml&quot;&gt;Citigroup tentou vender participação ao Brasil, diz Lobão&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656834.shtml&quot;&gt;EUA têm 552 bancos perto da falência, maior número desde 1993&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656897.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 16h36)</description>
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<item>
<title>BC britânico emprestou em segredo US$ 102 bi para bancos no auge da crise</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656891.shtml</link>
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O Banco da Inglaterra (o BC do Reino Unido) revelou nesta terça-feira que, no segundo semestre de 2008, emprestou secretamente 61,6 bilhões de libras (US$ 102 bilhões) aos bancos locais RBS (Royal Bank of Scotland) e HBOS para evitar que &amp;quot;a perda de confiança se estendesse a todo o sistema financeiro&amp;quot;.
Assim afirmou o presidente do Banco da Inglaterra, Mervyn King, em uma comissão parlamentar, diante da qual deu novos detalhes sobre a intervenção estatal de um ano atrás para evitar o colapso dos bancos, após a crise gerada pelas hipotecas de alto risco.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656858.shtml&quot;&gt;Montadora sueca Koenigsegg desiste de comprar Saab da General Motors&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656843.shtml&quot;&gt;Citigroup tentou vender participação ao Brasil, diz Lobão&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656834.shtml&quot;&gt;EUA têm 552 bancos perto da falência, maior número desde 1993&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656891.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 16h28)</description>
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<title>Bolsas europeias caem com PIB mais fraco dos EUA</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656877.shtml</link>
<description>
As Bolsas europeias fecharam em baixa nesta terça-feira, seguindo o mau humor dos investidores americanos após a divulgação de um crescimento menos robusto no terceiro trimestre.
A Bolsa de Londres caiu 0,59%, indo para 5.323,96 pontos no índice FTSE 100; a Bolsa de Frankfurt perdeu 0,55% no índice DAX, para 5.769,31 pontos; a Bolsa de Zurique teve baixa de 0,20%, indo para 6.397,53 pontos no índice Swiss Market; a Bolsa de Amsterdã fechou com perda de 0,37%, com 315,86 pontos no índice AEX General; e a Bolsa de Madri teve queda de 0,32%, com 1.243,36 pontos no índice Madrid General.
A divulgação da segunda estimativa do PIB (Produto Interno Bruto) dos Estados Unidos no terceiro trimestre afetou os investidores: o país cresceu 2,8% anuais no período, abaixo dos 3,5% vistos na estimativa inicial. Embora indique crescimento, o dado foi recebido como sinal de que a recuperação da economia americana será mais lenta que o previsto.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656877.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 15h46)</description>
</item>
<item>
<title>Montadora sueca Koenigsegg desiste de comprar Saab da General Motors</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656858.shtml</link>
<description>
A montadora sueca Koenigsegg, especializada em carros de alta-performance, anunciou nesta terça-feira que cancelou a compra da também sueca Saab, subsidiária da americana GM (General Motors).
&amp;quot;Lamentamos que depois de seis meses de intensos trabalhos, tenhamos que chegar à difícil e dolorosa conclusão de que não vamos ser capazes de concretizar a aquisição da Saab Automobile&amp;quot;, indicou o fundador e diretor-geral do grupo, Christian von Koenigsegg, em um comunicado citado em reportagem no site do diário americano &amp;quot;The Wall Street Journal&amp;quot;.
Em junho, a GM já havia anunciado um acordo preliminar para vender a Saab à Koenigsegg. À época, a GM informou que a venda deveria ser concluída até o terceiro trimestre deste ano.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656858.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 15h09)</description>
</item>
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<title>Em dia de mau humor externo, Bovespa cai 0,92%; dólar vale R$ 1,73</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656846.shtml</link>
<description>
A opção pela venda predomina no mercado brasileiro de ações nesta terça-feira, de agenda carregada pelos indicadores mais importantes da semana. Nos EUA, a nova estimativa de crescimento do PIB veio um pouco abaixo das expectativas de alguns analistas. Internamente, os números do Banco Central mostraram recorde de investimento estrangeiro no mercado financeiro. A taxa de câmbio bate R$ 1,73.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u341389.shtml&quot;&gt;O Ibovespa&lt;/a&gt;, índice que reflete os preços das ações mais negociadas, cai 0,92%, aos 66.225 pontos. O giro financeiro é de R$ 2,67 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York perde 0,52%.
O dólar comercial é vendido por R$ 1,733, em um avanço de 0,28% sobre a cotação final de ontem. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u306262.shtml&quot;&gt;A taxa de risco-país&lt;/a&gt; marca 214 pontos, número 0,94% acima da pontuação anterior.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656846.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 14h35)</description>
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<title>Citigroup tentou vender participação ao Brasil, diz Lobão</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656843.shtml</link>
<description>
O Citigroup ofereceu uma participação do banco ao governo brasileiro no início do ano, quando a crise financeira atingia o sistema bancário norte-americano, afirmou o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, nesta terça-feira.
Contudo, o governo brasileiro rejeitou a oferta, entendendo que a economia precisava se recuperar da crise primeiro, disse Lobão em conferência com investidores em Nova York.
&amp;quot;Acho que foi uma boa oportunidade que perdemos&amp;quot;, disse Lobão durante a conferência. &amp;quot;Mas qualquer governo prudente teria cautela naquele momento. E o Brasil foi cauteloso&amp;quot;, acrescentou.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u656843.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 14h32)</description>
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