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<title>Folha Online - Dinheiro - Especial - 2008 - Crise nos EUA</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<title>Folha Online - Dinheiro - Especial - 2008 - Crise nos EUA</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<title>FMI planeja cobrar taxa de bancos proporcional ao risco assumido</title>
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O diretor-geral do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, disse neste sábado, após a reunião dos ministros das Finanças do G20 em Saint Andrews (Reino Unido), que sua organização está avaliando a implementação de uma taxa que seria aplicada aos bancos para compensar o risco que cada um assume com suas operações, mas rejeitou o pedido do G20 de estudar uma taxa para transações financeiras internacionais.
O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, havia indicado previamente que o grupo estudava uma proposta de taxação sobre transações financeiras para que os bancos se responsabilizem por uma parte do que custaram ao contribuinte durante a crise, mas Strauss Kahn defendeu que, por motivos técnicos, esta não seria a melhor solução.
&amp;quot;Por muitas razões [uma taxa como a proposta por Brown] é muito difícil; na verdade, é impossível&amp;quot;, estimou, afirmando que &amp;quot;preferia uma segunda melhor solução que seja possível aplicar&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u649200.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (07/11/2009 - 18h01)</description>
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<title>G20 se compromete a manter estímulos e pede taxa para transações internacionais</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u649174.shtml</link>
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Os ministros da área econômica do G20 (grupo dos países mais desenvolvidos e as principais nações em desenvolvimento) combinaram hoje, em Saint Andrews (Reino Unido), manter as medidas de estímulo à economia e pedir ao FMI (Fundo Monetário Internacional) que estude a possibilidade taxar as transações financeiras internacionais.
Ao término da reunião, iniciada ontem, o ministro de Finanças do Reino Unido e anfitrião do encontro, Alistair Darling, disse que seus colegas também se comprometeram a apoiar as medidas de estímulo, a estabilidade financeira e o crescimento, assuntos que classificou como prioritários.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u649133.shtml&quot;&gt;Premiê britânico propõe novo contrato social para os bancos&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648668.shtml&quot;&gt;União Europeia diz que conseguiu evitar &amp;quot;escalada protecionista&amp;quot;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648508.shtml&quot;&gt;G20 diz que é cedo para tirar estímulos à economia, afirma ministro&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u649174.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (07/11/2009 - 15h47)</description>
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<title>Secretário dos EUA defende manutenção de estímulo econômico</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u649172.shtml</link>
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O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, afirmou que altas taxas de desemprego mostram que a recuperação econômica ainda está sob risco e que os governos precisam manter o programas de estímulo o quanto for necessário para assegurar o crescimento sustentado.
O secretário também manifestou ser contrário à proposta britânica de criação de um imposto sobre transações financeiras direcionado a criar um fundo de apoio para futuros períodos de estresse no sistema financeiro.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u465626.shtml&quot;&gt;Entenda o que é e quem integra o G20 financeiro&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u649133.shtml&quot;&gt;Premiê britânico propõe novo contrato social para os bancos&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648508.shtml&quot;&gt;G20 diz que é cedo para tirar estímulos à economia, afirma ministro&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u649172.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (07/11/2009 - 15h37)</description>
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<title>Premiê britânico propõe novo contrato social para os bancos</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u649133.shtml</link>
<description>
O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, propôs um novo &amp;quot;contrato social&amp;quot; para os bancos que os tornariam mais responsáveis diante da sociedade.
Na cúpula dos ministros das Finanças do G20 em Saint Andrews, na Escócia, o premiê britânico disse neste sábado que é inaceitável que os benefícios do sucesso dos bancos sejam aproveitados apenas por alguns, mas que seus prejuízos pesem sobre toda a sociedade.
Brown propôs a criação de um fundo para a ajuda a bancos em dificuldades no futuro, que poderia ser financiado por um imposto global sobre transações financeiras.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u649133.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (07/11/2009 - 12h36)</description>
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<title>Cesta básica pesa menos no orçamento dos pobres</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u649080.shtml</link>
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A fatia do salário mínimo necessária para comprar a cesta básica é uma das menores em mais de uma década, segundo reportagem de &lt;b&gt;Verena Fornetti&lt;/b&gt; na &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; deste sábado (&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0711200902.htm&quot;&gt;íntegra&lt;/a&gt; disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Com isso, o peso dos gastos com alimentação no orçamento das famílias de menor renda tem caído.
Segundo dados do Dieese, a compra da cesta básica toma 44,99% da renda líquida (descontada a parcela da Previdência) do trabalhador que recebe salário mínimo. O resultado é melhor que o do ano passado, quando eram necessários 50,25% do rendimento para fazer essa compra. Em 1995, os produtos básicos comprometiam quase 89% da renda.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u649080.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (07/11/2009 - 08h42)</description>
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<title>Após sessão instável, Bolsas de NY fecham em alta</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648930.shtml</link>
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As Bolsas americanas fecharam em alta nesta sexta-feira, influenciado principalmente por boas notícias corporativas. Porém, o movimento foi fraco e passou todo o dia com forte volatilidade devido ao aumento da taxa de desemprego no país --que chegou ao patamar dos 10%, ao qual não voltava desde 1983.
O Dow Jones Industrial Average --principal indicador da Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês)-- teve alta de 0,17%, para 10.023,42 pontos, enquanto o ampliado S&amp;amp;P 500 ganhou 0,25%, para 1.069,30 unidades. Na Bolsa tecnológica Nasdaq, o indicador Nasdaq Composite avançou 0,34%, para 2.112,44 pontos.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa da crise nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648930.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/11/2009 - 20h22)</description>
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<title>Taxa de desemprego dos EUA faz petróleo recuar quase 3% em NY</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648828.shtml</link>
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O preço do petróleo no mercado americano recuou quase 3% nesta sexta-feira, atingido pelo aumento da taxa de desemprego nos EUA no mês de outubro, que passou dos 10% e chegou ao ponto mais alto em 26 anos.
Na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês), o barril de petróleo bruto tipo WTI para entrega em dezembro caiu 2,75%, para US$ 77,43. No acumulado da semana, a commodity teve alta de 0,55%.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648322.shtml&quot;&gt;Álcool sobe 10% em outubro e perde vantagem em dez Estados&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648648.shtml&quot;&gt;Indústria quer ampliar para 10% a mistura obrigatória de biodiesel&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648470.shtml&quot;&gt;Brasil não sucumbirá à &amp;quot;maldição do petróleo&amp;quot;, diz Lula&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648828.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/11/2009 - 19h12)</description>
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<title>GM afasta presidente da Opel após decidir ficar com empresa</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648813.shtml</link>
<description>
O presidente da General Motors Europa, Carl-Peter Forster, deixará o grupo após a decisão da GM de conservar suas marcas europeias Opel e Vauxhall, confirmou a companhia nesta sexta-feira em um comunicado.
&amp;quot;Carl-Peter Forster, vice-presidente da GM e presidente da Opel Europa, será afastado de suas funções à frente das operações europeias do grupo&amp;quot;, mas continuará colaborando durante &amp;quot;um período de transição&amp;quot;, indicou a GM.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648109.shtml&quot;&gt;GM diz ter recursos para financiar reestruturação da Opel&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648101.shtml&quot;&gt;Trabalhadores da Opel na Alemanha se mobilizam contra a GM&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u647627.shtml&quot;&gt;General Motors diz que prevê 10 mil demissões na Opel&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648813.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/11/2009 - 18h41)</description>
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<title>Bovespa fecha em queda de 0,54% e acumula ganho de 4,75% na semana</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648806.shtml</link>
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As ordens de venda predominaram no pregão desta sexta-feira na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), após três pregões consecutivos de valorização das ações. A Bolsa brasileira, que esboçou recuperação logo pela manhã, mudou de tom após a revelação de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648554.shtml&quot;&gt;números piores do que previsto&lt;/a&gt; a respeito do mercado de trabalho americano. A taxa de câmbio caiu pelo quarto dia, atingindo R$ 1,71.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u341389.shtml&quot;&gt;O Ibovespa&lt;/a&gt;, principal índice de ações da Bolsa paulista, recuou 0,54% no fechamento, aos 64.466 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,78 bilhões. Ainda operando, a Bolsa de Nova York tem perda de 0,13%.
Alvo de quase R$ 800 milhões em negócios, a ação preferencial da Vale desvalorizou 0,69% no pregão de hoje. Outro papel bastante negociado, a ação da Petrobras, teve baixa de 0,96%.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648806.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/11/2009 - 18h20)</description>
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<title>Dólar fecha a R$ 1,71 e cai 2,16% na semana; Bovespa cede 0,13%</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648738.shtml</link>
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Em seu quarto dia consecutivo de queda, a taxa cambial ficou 2,16% mais barata nesta semana. O relatório do Federal Reserve (banco central dos EUA) sinalizou que os juros americanos ainda devem continuar muito baixos, apontando, na visão de muitos analistas, que o fluxo externo para os ativos no Brasil deve continuar, derrubando o preço do dólar.
E nas últimas operações de hoje, o dólar comercial foi vendido por R$ 1,719, em baixa de 0,17%. Os preços da moeda americana oscilaram entre R$ 1,729 e R$ 1,713. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado por R$ 1,820, estável.
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera em queda de 0,13%, aos 64.730 pontos. O giro financeiro é de R$ 4,55 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York avança 0,12%.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648738.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/11/2009 - 16h32)</description>
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<title>Preço do ouro bate novo recorde em Londres</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648733.shtml</link>
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O preço do ouro bateu nesta sexta-feira mais um recorde absoluto ao atingir US$ 1.101,42 por onça (31,104 gramas) no mercado londrino, na esteita das seguidas desvalorizações do dólar ante outras moedas fortes.
Hoje, os investidores se apoioaram novamente no câmbio para elevar o preço da commodity metálica. O euro valia US$ 1,4907 --ante US$ 1,4868 do fechamento de quinta-- quando os negócios se encerraram.
A alta no preço ainda coincidiu com o anúncio do Banco Central do Sri Lanka de comprar outro para diversificar suas reservas --o que força ainda mais a alta no preço porque cria uma nova demanda.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648733.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/11/2009 - 16h19)</description>
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<title>Taxa de desemprego do Canadá sobe e fica em 8,6% em outubro</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648720.shtml</link>
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A taxa de desemprego no Canadá subiu para 8,6% em outubro, contra 8,4% em setembro. A economia do país perdeu 43.200 empregos no mês passado. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pelo governo
O declínio se segue a dois meses de aumento moderado. A expectativa dos analistas era de criação de 10 mil vagas no mês passado.
O Canadá tem registrado fraqueza em seus setores manufatureiro e de recursos naturais, ambos muito ligados ao desempenho da economia dos Estados Unidos --principal parceiro comercial do país.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648720.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/11/2009 - 15h56)</description>
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<title>Bolsas da Europa fecham em alta com ganhos entre bancos</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648706.shtml</link>
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As Bolsas europeias fecharam em alta nesta sexta-feira, depois que investidores consideraram que os números mensais sobre emprego nos Estados Unidos não foram tão ruins quando se temia inicialmente. O país perdeu 190 mil postos de trabalho no mês passado e a taxa de desemprego chegou a 10,2%, a maior em 26 anos.
A Bolsa de Londres subiu 0,33%, indo para 5.142,72 pontos no índice FTSE 100; a Bolsa de Frankfurt subiu 0,13% no índice DAX, para 5.488,25 pontos; a Bolsa de Zurique teve alta de 0,13%, indo para 6.293,61 pontos no índice Swiss Market; e a Bolsa de Madri fechou em alta de 0,27%, com 1.209,50 pontos no índice Madrid General.
Na contramão ficaram a Bolsa de Paris, com ligeira perda de 0,04% no índice CAC 40, que ficou com 3.707,29 pontos; e a Bolsa de Amsterdã, com perda de 0,22% no índice AEX General, que encerrou o dia aos 307,14 pontos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648706.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/11/2009 - 15h33)</description>
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<title>Desemprego em 10% nos EUA é &quot;grave&quot;, diz Obama</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648689.shtml</link>
<description>
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira ser &amp;quot;grave&amp;quot; ver que a taxa de desemprego no país tenha chegado à marca de dois dígitos --ficou em &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648554.shtml&quot;&gt;10,2% em outubro&lt;/a&gt;, a maior desde abril de 1983-- e que o governo vem trabalhando duro para restaurar a economia.
&amp;quot;Não vou descansar até que todos os americanos que queiram trabalho encontrem trabalho&amp;quot;, afirmou, em um breve pronunciamento no &amp;quot;Rose Garden&amp;quot; da Casa Branca.
Obama destacou que os dados sobre o mercado de trabalho divulgados hoje mostram que muito mais precisa ser feito para estimular os negócios e os gastos do consumidor. Ele disse que vai assinar uma nova legislação que vai garantir benefícios adicionais para desempregados.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648689.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/11/2009 - 14h59)</description>
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<title>Estoques do atacado nos EUA têm 13ª queda consecutiva em setembro</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648680.shtml</link>
<description>
Os estoques do setor atacadista nos Estados Unidos tiveram queda de 0,9% em setembro, marcando o 13º mês consecutivo de declínio. Trata-se do maior período de recuo nesse segmento já registrado na série iniciada em 1992. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pelo Departamento do Comércio.
Ao mesmo tempo, as vendas no atacado tiveram alta de 0,7% em setembro, sexto avanço consecutivo. O aumento nas vendas, segundo analistas, deve levar as redes de varejo a interromperem suas estratégias de redução de estoques e passem a fazer mais encomendas aos atacadistas, o que ajudaria a impulsionar a atividade produtiva no país.
Analistas destacam, no entanto, que o desempenho dos gastos do consumidor pode comprometer a recuperação --o consumo responde por cerca de 70% de toda a atividade econômica americana.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/crisenoseuarss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648680.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/11/2009 - 14h37)</description>
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