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<title>Folha Online - Ilustrada - Especial - 2008 - FLIP</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Ilustrada - Especial - 2008 - FLIP</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<title>Briga de casal francês vira fetiche em palestra na Flip</title>
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Não havia cadeira vazia, e pelos corredores dezenas de pessoas sentadas no chão. No palco, além do mediador da conversa, Sophie Calle e Grégorie Bouillier, dois franceses que resolveram lavar a &amp;quot;roupa suja&amp;quot; do fim de seu relacionamento de sete anos em plena mesa de discussão da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), neste sábado, com a proposta anunciada de que este seria o primeiro encontro público dos dois desde a separação.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/flip/&quot;&gt;Veja a cobertura da 7ª Festa Literária Internacional de Paraty&lt;/a&gt;
Divertida, a mesa teve ares de programa de auditório, e prendeu o público até o final. Mas eles são bons. Trocaram &amp;quot;farpinhas&amp;quot; e gentilezas. Ela disse que retomaria o romance se ele a tivesse procurado, mas queria que a iniciativa partisse dele --recebeu aplausos pela fala. Ele disse que todos têm o direito legítimo de amar e de deixar de amar. Também recebeu aplausos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590745.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/07/2009 - 16h05)</description>
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<title>Inscrições para sabatina de Simon Schama estão abertas</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u588647.shtml</link>
<description>
A &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; sabatina no próximo dia 6 de julho, das 15h às 17h, o historiador britânico Simon Schama, autor do livro &amp;quot;O Futuro da América&amp;quot; (Companhia das Letras), recém-publicado no Brasil. As inscrições para participar do evento são gratuitas e estão abertas para os leitores do jornal.
Schama responderá a perguntas de entrevistadores e da plateia. Haverá tradução simultânea. Os interessados em assistir podem se inscrever de segunda a sexta-feira, das 14h às 19h, pelo telefone 0/xx/11/ 3224-3473, ou pelo e-mail eventofolha@grupofolha.com.br. É preciso informar nome completo, RG e telefone.
Schama, 64, que já investigou em obras anteriores a Revolução Francesa, a história da arte e a da Inglaterra, busca retratar em seu novo livro a transformação pela qual os EUA passam. O historiador viajou pelo país acompanhando os candidatos à Presidência e visitando sítios históricos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u588647.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/06/2009 - 16h19)</description>
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<title>&quot;Fazer arte é uma mentira&quot;, diz Bob Wilson</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u471608.shtml</link>
<description>
Bob Wilson afirmou durante a sabatina realizada pela &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; nesta terça-feira que seu trabalho é contra o realismo, uma vez que &amp;quot;fazer arte é algo artificial. Estar num palco não é natural. É uma mentira&amp;quot;.
O fotógrafo é entrevistado por Marcos Augusto Gonçalves, editor da &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/ilustrada50anos/&quot;&gt;Ilustrada,&lt;/a&gt; Nelson de Sá, colunista da Folha, Marcos Flamínio Peres, editor do caderno Mais! e Fábio Cypriano, crítico de arte da Folha. O evento integra as comemorações dos 50 anos da Ilustrada e acontece no auditório do Masp.
O dramaturgo explicou que o espaço do palco e o da platéia são diferentes e, por isso, considera mais &amp;quot;honesto&amp;quot; o ator se movimentar de forma artificial no teatro.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u471608.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/11/2008 - 19h38)</description>
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<title>Tom Stoppard fala sobre seu processo criativo no &quot;Roda Viva&quot;</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u421198.shtml</link>
<description>
Na segunda-feira (14), às 22h40, o programa &amp;quot;Roda Viva&amp;quot;, da TV Cultura, recebe o escritor e dramaturgo inglês &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u419605.shtml&quot;&gt;Tom Stoppard&lt;/a&gt;, um dos nomes mais destacados da sexta edição da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty).
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/08192191.jpg&quot; alt=&quot;Escritor e dramaturgo inglês Tom Stoppard fala sobre seu processo criativo no &amp;quot;Roda Viva&amp;quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Escritor e dramaturgo inglês Tom Stoppard fala sobre processo criativo no &amp;quot;Roda Viva&amp;quot; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
A entrevista, mediada por Lillian Witte Fibe, foi gravada no estúdio montado na tenda da TV Cultura em Paraty durante o evento, que ocorreu entre 2 e 6 de julho.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u421198.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (10/07/2008 - 17h53)</description>
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<title>Globo News exibe entrevista com Neil Gaiman</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u420760.shtml</link>
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O jornalista Edney Silvestre entrevistou o escritor Neil Gaiman durante a Flip (Festa Literária Internacional de Paraty). O escritor, romancista e roteirista britânico é o autor da HQ &amp;quot;Sandman&amp;quot;, obra cultuada internacionalmente.
Na conversa, Gaiman contou que já foi rejeitado por várias editoras.
A entrevista aborda a passagem do autor pelo Brasil, que foi sensação no evento que terminou no último domingo (6).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u420760.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/07/2008 - 15h27)</description>
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<title>Cartas e minissérie pretendem lançar novo olhar sobre Machado</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u419782.shtml</link>
<description>
As cartas de Machado de Assis comprovam que aconteceu uma ruptura em 1879 (antes de publicar &amp;quot;Memórias Póstumas de Brás Cubas&amp;quot;), que o escritor não era alienado politicamente e que gostava de atrizes francesas. São algumas das conclusões do diplomata &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u417252.shtml&quot;&gt;Sergio Paulo Rouanet&lt;/a&gt;, que lança até o final do ano o primeiro volume da correspondência reunida do autor, homenageado da Flip.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/&quot;&gt;&lt;b&gt;Veja especial sobre a 6ª Flip&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
Rouanet debateu ontem na mesa &amp;quot;Papéis Avulsos&amp;quot;, dedicada a Machado, com o cineasta Luiz Fernando Carvalho e com a escritora &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u417249.shtml&quot;&gt;Ana Maria Machado&lt;/a&gt;. Carvalho comentou a minissérie &amp;quot;Capitu&amp;quot;, que será exibida pela Globo: &amp;quot;Não acredito na adaptação no sentido clássico do termo&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u419782.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (07/07/2008 - 07h59)</description>
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<item>
<title>Futebol do Brasil é jogado em poesia, analisa José Wisnik</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u419779.shtml</link>
<description>
O escritor e compositor &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u416919.shtml&quot;&gt;José Miguel Wisnik&lt;/a&gt; e o antropólogo &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u417240.shtml&quot;&gt;Roberto DaMatta&lt;/a&gt; promoveram uma análise sociocultural do Brasil através do futebol. O esporte é tema de livros recém-lançados por Wisnik (&amp;quot;Veneno Remédio&amp;quot;, Companhia das Letras) e por DaMatta (&amp;quot;A Bola Corre Mais do que os Homens&amp;quot;, Rocco). Os dois se apresentaram ontem na mesa &amp;quot;Folha Seca&amp;quot;, que teve mediação do jornalista Matthew Shirts.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/&quot;&gt;&lt;b&gt;Veja especial sobre a 6ª Flip&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
Torcedor do Fluminense, DaMatta ressaltou que a força do futebol no Brasil destrói &amp;quot;o mito de que somos fracos&amp;quot;. Segundo o ele, em vez de destruir a cultura do país, o jogo vindo da Inglaterra foi &amp;quot;canibalizado&amp;quot; e virou paixão nacional.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u419779.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (07/07/2008 - 07h50)</description>
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<title>Para francês, canonização da leitura traumatiza e ameaça a cultura</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u419668.shtml</link>
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A primeira mesa do último dia da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) teve como palestrantes o psicanalista e escritor francês Pierre Bayard, autor do recém-lançado &amp;quot;Como Falar dos Livros que Não Lemos&amp;quot; (Objetiva, 2008), e &lt;a href=&quot;http://marcelocoelho.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;Marcelo Coelho&lt;/a&gt;, autor de &amp;quot;Noturno&amp;quot; (Iluminuras, 1992), &amp;quot;Jantando com Melvin&amp;quot; (Imago, 1998) e &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135917/&quot;&gt;&amp;quot;Crítica Cultural: Teoria e Prática&amp;quot;&lt;/a&gt; (Publifolha, 2006) e colunista da &lt;b&gt;Folha de S.Paulo&lt;/b&gt;. A mediação da conversa foi feita pelo psicanalista e também colunista da &lt;b&gt;Folha de S.Paulo&lt;/b&gt; Contardo Calligaris.
Bayard leu trecho do seu livro, que analisa a necessidade ou a obrigatoriedade da leitura e a discussão que isso pode gerar. Podemos falar ou refletir sobre livros que não lemos? E que tal a discussão entre duas pessoas sobre um determinado livro não-lido? Para Bayard, a nossa relação com o livro não pode estar relacionada com a imposição que é feita pela leitura.
Coelho tirou risos do público ao dizer que havia lido o livro de Bayard, mas como já fazia tempo esquecera parte do conteúdo. Ele comentou uma passagem do livro em que Bayard fala das dificuldades que enfrentamos quando temos de discutir coisas sobre as quais não temos conhecimento ou falar com o próprio autor de um livro não-lido.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u419668.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/07/2008 - 12h56)</description>
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<title>Encontro do aguardado Stoppard com Veríssimo encerra quarta noite da Flip</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u419605.shtml</link>
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Um senhor de 71 anos, alto, cabeludo, com jeitão de holandês, embora seja tcheco naturalizado inglês, e com sapatos combinando com a roupa. Esse é Tom Stoppard, que foi apresentado de forma encantadora ao público nesta noite na Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) por Luis Fernando Veríssimo.
Autor de inúmeras peças, no Brasil --como ele próprio disse-- Stoppard é mais conhecido por um de seus roteiros para o cinema: &amp;quot;Shakespeare Apaixonado&amp;quot;, filme de 1998, vencedor de sete estatuetas do Oscar. Mas sua estréia se deu mesmo com &amp;quot;Rosencrantz e Guildenstern Estão Mortos&amp;quot; (1966), peça em que questiona duas personagens de uma das mais conhecidas obras de William Shakespeare, &amp;quot;Hamlet&amp;quot;.
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Rogerio Cassimiro/Folha Imagem&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/homepage/images/0818784.jpg&quot; alt=&quot;Luis Fernando Veríssimo (à esq) e Tom Stoppard, durante a Flip, em Paraty&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Luis Fernando Veríssimo (à esq) e Tom Stoppard, durante a Flip, em Paraty &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u419605.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/07/2008 - 21h42)</description>
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<item>
<title>Tom Stoppard e Neil Gaiman falam sobre seus trabalhos na Flip; veja entrevista</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u419567.shtml</link>
<description>
A 6ª edição da &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/&quot;&gt;Flip&lt;/a&gt; (Festa Literária Internacional de Paraty) chega ao seu quarto e penúltimo dia, neste sábado, com duas das mais esperadas mesas de discussão. Uma com a participação do dramaturgo britânico Tom Stoppard e outra com o criador de quadrinhos Neil Gaiman.
Confira, neste videocast, trechos das entrevistas realizadas com estes dois premiados autores. Gaiman é detentor de 13 Eisner (quadrinhos) e Stoppard de quatro Tony (teatro), além de um Oscar de melhor roteiro do filme &amp;quot;Sheakespeare Apaixonado&amp;quot;, prêmio este que dividiu com Marc Norman.
&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/07/05/noticiario-flip_gaiman_e_stoppard.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u419567.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/07/2008 - 17h39)</description>
</item>
<item>
<title>Mesa sobre literatura italiana na Flip reúne Baricco e Calligaris</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u419570.shtml</link>
<description>
A mesa Fábulas Italianas da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) reuniu neste sábado o escritor italiano Alessandro Baricco e o psicanalista, escritor e colunista da &lt;b&gt;Folha de S.Paulo&lt;/b&gt;, Contardo Calligaris. Após lerem trecho de seus livros, os dois falaram sobre a forma como usam o distanciamento para escrever seus livros, ambientados em lugares distantes de onde estão.
&amp;quot;Para mim seria impossível escrever um romance com uma pessoa com nome italiano, que almoça em uma tratoria. Quando eu era criança, eu lia romances em inglês. Então eu acho que eu aprendi que as histórias pertencem à mente. Acho que fazer literatura tem a ver com um gesto infantil, de imaginar&amp;quot;, disse Baricco.
Já Calligaris, que vive em São Paulo e em outras cidades, escreveu seu primeiro romance &amp;quot;Conto do Amor&amp;quot; (Cia. das Letras, 2008) todo ambientado na Itália, com nomes de ruas, de restaurantes, de locais específicos. &amp;quot;Escrevi sobre a itália sem estar na Itália. Talvez se eu estivesse lá também escrevesse sobre outros lugares&amp;quot;, afirmou.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u419570.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/07/2008 - 16h57)</description>
</item>
<item>
<title>Encontro de Gaiman e Price na Flip explora técnica de diálogos e criação</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u419554.shtml</link>
<description>
Uma das mais esperadas mesas de discussão desta edição da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) ocorreu neste sábado, quando reuniu o roteirista e escritor de ficção Richard Price e o criador de quadrinhos inglês Neil Gaiman. A conversa foi mediada por Marcelo Tas.
Após a leitura de trechos de livros dos dois escritores, Tas começou a conversa abordando o emprego do diálogo, tipo de narrativa que ambos dominam bem. Price disse que o diálogo real é um pesadelo, pois para ficar bom ele tem de ser limpo, trabalhado. &amp;quot;Você tem de tirar todos os &amp;quot;ãh&amp;quot;, &amp;quot;uhm&amp;quot;. É preciso que as coisas sejam um pouco mais ordenadas que a vida real, sem perder a realidade.&amp;quot;
Gaiman fez coro à fala de Price, acrescentando que aprendeu a fazer diálogo quando era jornalista e tinha de transcrever entrevistas gravadas. &amp;quot;As pessoas quando falam nunca terminam seus pensamentos, não falam frases inteiras. Então aprendi a interpretar e a transformar os diálogos naquilo que as pessoas queriam dizer, e não no que disseram&amp;quot;, disse Gaiman.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u419554.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/07/2008 - 15h02)</description>
</item>
<item>
<title>Filme argentino tem pré-estréia neste sábado durante a Flip; veja imagens</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u419522.shtml</link>
<description>
O terceiro dia da &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/&quot;&gt;Flip&lt;/a&gt;, (Festa Literária Internacional de Paraty) teve, em seu primeiro debate na Tenda dos Autores, a presença do escritor alemão Ingo Schulze, o escritor Modesto Carone, além do crítico de arte Rodrigo Naves. Entre os assuntos discutidos na mesa, intitulada &amp;quot;Formas breves&amp;quot;, estava a leveza na maneira de escrever do autor alemão e os tempos de repressão do Brasil, vividos por Carone.
Já a segunda mesa do dia foi composta pelo autor João Gilberto Noll e pela cineasta argentina Lucrecia Martel. O diálogo, que recebeu o nome de &amp;quot;Ficções&amp;quot;, contou também com a exibição do trailer do filme da cineasta, &amp;quot;La mujer sin cabeza&amp;quot;, produção que tem pré-estréia no Brasil neste sábado (5), durante a programação da Flip. Lucrecia também elogiou o evento brasileiro durante entrevista para o videocast. Acompanhe.
&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/07/05/noticiario-flip_filme_de_cineasta.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u419522.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/07/2008 - 12h43)</description>
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<title>Mesa da Flip com africanos explora a influência da guerra na literatura</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/festaliterariaparaty/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u419527.shtml</link>
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A primeira mesa da Flip (Feira Literária Internacional de Paraty) deste sábado, Guerra e Paz, foi composta por dois africanos, o angolano Pepetela e a nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie.
Em sua leitura, Pepetela escolheu trecho em que homenageia Jorge Amando, cujo trabalho disse ter causado grande influência em sua vida e sua carreira. Adichie apresentou trecho de seu primeiro livro publicado no Brasil, &amp;quot;Meio Sol Amarelo&amp;quot; (Cia. das Letras, 2008).
A discussão dos dois escritores abordou temas como guerras, guerrilhas e violência e a forma como esses temas influenciam a literatura africana.
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<title>&quot;O terror me intimida&quot;, diz Neil Gaiman</title>
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&amp;quot;O terror me intimida&amp;quot;, disse ontem (4) em Paraty o escritor e quadrinista Neil Gaiman. Esbanjando bom humor e simpatia, o inglês afirmou que sempre foi fascinado por histórias de terror, mas que, em seus livros, o gênero é apenas um &amp;quot;tempero&amp;quot;, nunca o prato principal. &amp;quot;Por isso não escrevo todo um romance ou graphic novel no gênero. Não quero passar oito meses ou um ano aí [numa história de terror]. O prato principal é uma mistura de várias outras coisas.&amp;quot;
Gaiman participou ontem à tarde da mais concorrida entrevista coletiva da Flip. Ao final, os mais de 50 repórteres, fotógrafos e cameramen que lotaram a sala acompanharam o escritor até a saída. Alguns continuaram a conversa, muitos outros começaram a sacar livros e pedir autógrafos a Gaiman. Em seu blog, ele escreveu que pretende dar autógrafos a quem quer que esteja em Paraty.
Na entrevista, o escritor afirmou que, assim como o cinema, quadrinhos não são literatura nem aspiram a ser prosa. Para ele, são uma combinação específica de imagens e palavras.
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