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<title>Folha Online - Mundo - Especial - 2008 - Fidel Castro</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
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<title>Folha Online - Mundo - Especial - 2008 - Fidel Castro</title>
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<title>Organização diz que direitos humanos em Cuba continuam desfavoráveis</title>
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A Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional declarou nesta terça-feira que a situação na ilha continua sendo muito desfavorável após a chegada à Presidência do general Raúl Castro, e que é &amp;quot;pouco provável&amp;quot; que melhore a curto prazo.
Um comunicado divulgado pelo ex-preso político Elizardo Sánchez Santa Cruz, dirigente da comissão, afirma que &amp;quot;nada fundamental mudou na ilha quanto aos direitos civis, políticos, econômicos e culturais, dois anos após certos reajustes na alta cúpula do governo&amp;quot;.
O líder da revolução cubana, Fidel Castro, que completará 82 anos nesta quarta-feira, adoeceu no fim de julho de 2006. Na época, ele cedeu o comando do governo de forma provisória a seu irmão Raúl, 77, o qual assumiu em fevereiro de maneira definitiva.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/fidelcastro/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u432301.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/08/2008 - 01h27)</description>
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<title>Exilados criticam retirada de sanções a Cuba pela UE</title>
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Dois grupos de exilados cubanos em Miami criticaram nesta sexta-feira a decisão da UE (União Européia) de retirar as sanções diplomáticas a Cuba, embora tenham chamado de &amp;quot;aceitável&amp;quot; o reconhecimento outorgado à oposição interna da ilha.
Carlos Alberto Montaner, presidente da União Liberal Cubana, disse à agência Efe que &amp;quot;teria preferido que fossem mantidas as sanções&amp;quot;.
No entanto, &amp;quot;acho que o compromisso conseguido é aceitável na medida em que se defendem claramente os direitos e um espaço político para a oposição democrática&amp;quot;, apontou.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/fidelcastro/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u414293.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/06/2008 - 01h58)</description>
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<title>Cuba convoca novo Congresso do Partido Comunista</title>
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O presidente de Cuba, Raúl Castro, anunciou nesta segunda-feira a convocação para o primeiro Congresso do Partido Comunista a ser realizado em mais de uma década.
A reunião será realizada no segundo semestre de 2009 e, segundo analistas, irá definir a futura agenda política e econômica da ilha.
Desde que assumiu oficialmente o lugar de seu irmão, Fidel Castro, em fevereiro, o presidente Raúl Castro introduziu uma série de reformas e de medidas de liberalização da economia de Cuba.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/fidelcastro/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u396657.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (29/04/2008 - 03h48)</description>
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<title>Raúl Castro anula pena de morte de grupo de condenados em Cuba</title>
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O presidente de Cuba, Raúl Castro, anunciou nesta segunda-feira (28) que anulou a pena de morte de um grupo de condenados, e disse que analisará os casos de um salvadorenho e de um guatemalteco acusados de atentados com bomba em 1997.
Raúl Castro, que não citou o número de beneficiados com a medida, disse ao plenário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba que a pena capital será comutada para prisão perpétua ou 30 anos de prisão, dependendo do caso.
&amp;quot;Adotamos esta decisão não por pressão, mas por um ato soberano em consonância com a conduta humanitária e ética&amp;quot; do país, afirmou Raúl Castro, que assumiu a presidência em 24 de fevereiro, no lugar do irmão Fidel, que deixou o poder após quase meio século por problemas de saúde.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/fidelcastro/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u396653.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (29/04/2008 - 02h30)</description>
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<title>Governo cubano decreta aumento das aposentadorias e assistência social</title>
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O presidente de Cuba, Raúl Castro, decretou um aumento geral das aposentadorias e pensões por assistência social às famílias com poucos recursos em até 20%, que beneficia mais de dois milhões de cubanos e significa um gasto adicional de 34 milhões de dólares anuais.
Uma &amp;quot;Informação à População&amp;quot;, publicada neste domingo no jornal Juventude Rebelde, assinala que a medida é &amp;quot;um justo reconhecimento para milhões de homens e mulheres que dedicaram grande parte da sua vida ao trabalho e que, hoje, se mantém firmem defendendo nosso socialismo.&amp;quot;
Também foi decidido aumentar o salário, em até 55%, dos funcionários dos tribunais e promotoria, que beneficia quase 10.000 pessoas.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/fidelcastro/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u396145.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (27/04/2008 - 09h53)</description>
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<title>Fidel diz não acreditar no dalai-lama, mas na vitória da China</title>
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O líder cubano Fidel Castro disse que não é &amp;quot;obrigado&amp;quot; a acreditar no dalai-lama, que recebeu homenagens dos Estados Unidos, mas que tem &amp;quot;muitas razões para acreditar na vitória chinesa&amp;quot;, em mais um artigo publicado nesta terça-feira pela imprensa oficial.
&amp;quot;Respeito o direito de crer no dalai -lama, mas não sou obrigado a crer nele&amp;quot;, afirmou Fidel a respeito do líder espiritual tibetano.
Em seu artigo, o líder cubano lembra que o dalai-lama foi condecorado com a Medalha de Ouro do Congresso dos Estados Unidos, e &amp;quot;elogiou George W. Bush por seus esforços em favor da liberdade, democracia e todos os direitos humanos&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/fidelcastro/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u387782.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (01/04/2008 - 10h33)</description>
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<title>&quot;Reflexões&quot; de Fidel Castro completam um ano</title>
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O ex-presidente cubano Fidel Castro completa nesta sexta-feira (28) um ano de &amp;quot;reflexões&amp;quot;, a coluna de opinião publicada na imprensa oficial da ilha, que o acompanhou durante sua convalescença e sua renúncia, após quase meio século no poder.
No dia 28 de março do ano passado, Fidel escreveu sob o título &amp;quot;Condenados à morte prematura por fome e sede mais de três bilhões de pessoas no mundo&amp;quot; seu primeiro artigo, publicado no dia seguinte no jornal oficial &amp;quot;Granma&amp;quot; e que iniciou uma série que já conta com uma centena de textos publicados.
Fidel não escondeu que as limitações do papel não se adaptam às necessidades de um homem acostumado durante décadas com o tempo de oratória diante de multidões.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/fidelcastro/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u386550.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (27/03/2008 - 22h33)</description>
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<title>Fidel critica dirigentes dos EUA e pré-candidato republicano</title>
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O líder cubano &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u373808.shtml&quot;&gt;Fidel Castro&lt;/a&gt;, 81, criticou com ironia os principais dirigentes dos Estados Unidos e o provável candidato republicano &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378236.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt;, que não &amp;quot;detêm seu andar agitado&amp;quot;, em um artigo publicado neste domingo pela imprensa local.
Fidel criticou a viagem da secretária de Estados dos EUA, Condoleezza Rice, que, depois de Brasil e Chile, seguiu para Moscou para &amp;quot;sondar&amp;quot; o novo presidente, Dmitri Medvedev. &amp;quot;Ela quer saber o que ele pensa&amp;quot;, afirmou Fidel. Durante os 49 anos que ele passou no poder de Cuba, enfrentou todos os governos de Washington.
Na primeira parte de seu artigo, intitulado &amp;quot;Bush no céu&amp;quot;, Castro diz que o vice-presidente Dick Cheney e o provável candidato John McCain &amp;quot;competem, um como pai da criatura e o outro como padrasto&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/fidelcastro/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u384888.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (23/03/2008 - 09h48)</description>
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<title>Fidel diz que Raúl Castro tem méritos para ser presidente</title>
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O ex-ditador cubano Fidel Castro afirmou que, apesar de ser consultado sobre o novo governo, não impôs seu critério e considera que seu irmão, Raúl, tem todas as qualidades necessárias para dirigir Cuba, segundo um novo artigo publicado nesta sexta-feira, o primeiro depois da nomeação do novo presidente no domingo passado.
&amp;quot;Raúl conta com todas as faculdades e prerrogativas legais e constitucionais para dirigir nosso país&amp;quot;, afirmou Fidel, classificando de &amp;quot;palavras inteligentes e serenas&amp;quot; o discurso do irmão ao ser nomeado presidente na sessão parlamentar.
O líder cubano comentou que foi consultado sobre a designação como primeiro vice-presidente --no lugar de Raúl-- de José Ramón Machado, médico de 77 anos e dirigente histórico da linha dura do Partido Comunista.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/fidelcastro/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u377315.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (29/02/2008 - 13h51)</description>
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<title>Cuba assina pactos internacionais de direitos humanos</title>
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O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Felipe Pérez Roque, assinou nesta quinta-feira na sede da ONU, em Nova York, dois tratados internacionais que ampliam as garantias de respeito aos direitos humanos na ilha caribenha.
A assinatura dos acordos --o Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais e o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos-- foi prometida em dezembro pelo governo cubano e pode significar uma mudança de postura do país em relação aos direitos humanos.
Os documentos, com efeito vinculante, incluem garantias previstas na Declaração dos Direitos Humanos da ONU, estabelecendo que o país terá de permitir a liberdade de expressão e associação e assegurar a seus cidadãos o direito de viajar ao exterior.
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<title>Bush rejeita diálogo com Raúl Castro sem democratização em Cuba</title>
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O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, reiterou nesta quinta-feira que não manterá um diálogo com o novo chefe de Estado de Cuba, Raúl Castro, enquanto não ocorrer uma verdadeira democratização nessa ilha caribenha.
Em coletiva, Bush afirmou que uma reunião com Raúl Castro enviaria &amp;quot;a mensagem errada&amp;quot; aos defensores dos direitos humanos, e serviria para dar prestígio a &amp;quot;um tirano&amp;quot;.
&amp;quot;Manteremos o embargo e continuaremos insistindo [na democratização], até que Cuba comece a alcançar a liberdade&amp;quot;, disse ele.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/fidelcastro/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u376951.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (28/02/2008 - 14h49)</description>
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<title>Raúl Castro recebe secretário de Estado do Vaticano em Havana</title>
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O presidente de Cuba, Raúl Castro, recebeu nesta terça-feira o secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, em seu primeiro encontro com uma autoridade estrangeira após ser eleito para substituir Fidel Castro.
Raúl Castro, 76, se reuniu com Bertone no Palácio da Revolução, em Havana, ao final de uma visita de seis dias à Ilha, na qual o número dois do Vaticano celebrou missas na capital, Santa Clara, Santiago de Cuba e Guantánamo.
O líder cubano, que vestia um terno azul, recebeu Bertone ao lado do vice-presidente, Carlos Lage, do chanceler Felipe Pérez Roque e de outros funcionários do governo cubano.
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<title>Análise: Qualquer mudança em Cuba será gradual</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/fidelcastro/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u376010.shtml</link>
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Quando Fidel Castro anunciou sua aposentadoria, alguns analistas especularam --e muitos cubanos esperaram-- que seu irmão, Raúl, iria introduzir mudanças na economia estatal de Cuba.
Houve rumores de que Raúl Castro iria adotar o modelo chinês ou o vietnamita, em que o controle político do Partido Comunista permaneceria, mas a economia seria aberta a reformas de livre mercado.
Afinal, desde que se tornou chefe de Estado de fato, há 19 meses, Raúl Castro falou de &amp;quot;mudanças estruturais&amp;quot; por vir e admitiu que os trabalhadores cubanos não recebiam o suficiente para adquirir necessidades básicas. Ele também promoveu um processo de consultas nos locais de trabalho.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/fidelcastro/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u376010.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/02/2008 - 07h47)</description>
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<title>Vaticano diz que libertações de presos em Cuba são &quot;gesto positivo&quot;</title>
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O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, afirmou nesta segunda-feira que libertações de presos em Cuba são &amp;quot;gestos positivos&amp;quot; e declarou que a igreja não pediu às autoridades da ilha uma anistia, e sim &amp;quot;gestos de reconciliação&amp;quot;.
Bertone, que se reuniu nesta segunda com o chanceler cubano, Felipe Pérez Roque, no âmbito de uma visita oficial a Cuba que começou na última quinta-feira e terminará amanhã, no 10º aniversário da viagem à ilha por parte do papa João Paulo 2º, comentou que a Igreja não pediu &amp;quot;exatamente uma anistia&amp;quot;.
&amp;quot;Gestos bons, como os promovidos na época de João Paulo 2º, como os que foram feitos no mês passado, acredito, com a libertação de alguns presos, são gestos positivos que levam à reconciliação, que ajudam, que dão sinais de esperança&amp;quot;, disse Bertone em entrevista coletiva após o encontro.
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<title>Raúl Castro deve diminuir a burocracia em Cuba, diz professor</title>
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Em seu discurso de posse como novo presidente de Cuba, Raúl Castro, 76, disse neste domingo (24) que Fidel é insubstituível e que deve consultá-lo para assuntos mais importantes nas futuras decisões do governo, como a questão da defesa, da política externa e da economia.
Wagner de Melo Romão, coordenador do curso de Relações Internacionais da Faculdade Santa Marcelina, diz que algumas medidas anunciadas por Raúl, na ocasião, devem diminuir a extrema burocratização da vida social e econômica dos cubanos.
&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/02/25/wagner_romao-medidas_anunciadas_cuba.mp3&quot;&gt;Wagner de Melo Romão - 26/02/08&lt;/a&gt;
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