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<title>Folha Online - Brasil - Especial - 2008 - Fóruns Globais</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<title>Folha Online - Brasil - Especial - 2008 - Fóruns Globais</title>
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<title>Temporão diz em Belém que apoia proposta para que SUS seja patrimônio da humanidade</title>
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O ministro José Gomes Temporão (Saúde) disse ontem em Belém que apoiará politicamente a proposta para que o SUS (Sistema Único de Saúde) seja tombado pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) como um patrimônio da humanidade.
A ideia foi lançada por movimentos sociais no Fórum Mundial da Saúde, evento ligado ao Fórum Social Mundial, que se inicia hoje na capital do Pará.
Temporão disse ter ouvido a proposta com &amp;quot;muito interesse&amp;quot; e que ela indica que &amp;quot;alguma coisa de muito diferente está acontecendo neste país&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u494796.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (27/01/2009 - 08h15)</description>
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<title>Falta de estadia em Belém atinge comitiva de Hugo Chávez</title>
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O problema de estadia para os participantes do Fórum Social Mundial em Belém atingiu até a comitiva do presidente venezuelano Hugo Chávez.
Devido à demora da confirmação da vinda de Chávez, os assessores e os seguranças que prepararão a chegada do presidente, a chamada de &amp;quot;equipe precursora&amp;quot;, não conseguiram achar vagas em hotéis, e por isso foram obrigados a alugar um imóvel em Benevides, na região metropolitana de Belém e a 34 km da capital paraense.
O cerimonial do governo do Pará não quis dar detalhes da localização e do tipo de imóvel, &amp;quot;por motivos de segurança&amp;quot;. Mas o presidente venezuelano conseguiu vaga num hotel em Belém.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u494788.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (27/01/2009 - 08h01)</description>
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<title>Fórum Social Mundial reunirá cinco presidentes da América Latina no Pará</title>
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A nona edição do Fórum Social Mundial, que começa hoje em Belém (PA), reunirá os cinco principais presidentes de esquerda da América Latina. Mas eles devem encontrar um clima de cobranças sobre a crise econômica global e a preservação da Amazônia, afirmam os organizadores do encontro.
Estão confirmados para participar do evento, além do brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, Hugo Chávez (Venezuela), Evo Morales (Bolívia), Rafael Correa (Equador) e Fernando Lugo (Paraguai).
Eles devem ficar na capital paraense entre os dias 29 e 30 deste mês. Antes, o maior número de presidentes reunidos em só um fórum ocorreu em 2005, em Porto Alegre (RS), com Lula e Chávez.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u494783.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (27/01/2009 - 07h52)</description>
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<title>Marina Silva propõe mudança positiva na organização da sociedade</title>
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Com um discurso emocionado que arrancou aplausos da plateia, a senadora Marina Silva (PT-AC) participou nesta segunda-feira da plenária Educação, Transgressão e Construção da Cidadania Planetária, durante os debates do Fórum Mundial da Educação, que antecede o Fórum Social Mundial, em Belém. A senadora falou sobre sua saída do Ministério do Meio Ambiente e afirmou que é necessária uma mudança positiva no modo de viver, pensar e de organizar da sociedade.
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Eunice Pinto/Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/brasil/images/09026337.jpg&quot; alt=&quot;Marina disse que em alguns momentos foi ridicularizada como a ministra dos bagres&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Marina disse que em alguns momentos foi ridicularizada como a ministra dos bagres&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&amp;quot;Às vezes a gente é o arco que empurra a flecha e às vezes a gente é a flecha que é empurrada. Eu no MMA [Ministério do Meio Ambiente] me senti muitas vezes como uma flechinha que é empurrada pela sociedade brasileira. Quando quiseram revogar as medidas do plano de combate ao desmatamento, e eu pedi para sair, foi a sociedade brasileira que se colocou na posição de arco e não permitiu a revogação dessas medidas&amp;quot;, afirmou.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u494776.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/01/2009 - 20h39)</description>
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<title>Crise mundial será o foco das discussões do Fórum Social</title>
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Depois de três edições debatendo rachas internos e buscando novos formatos, o Fórum Social Mundial, cuja nona edição começa nesta terça-feira, em Belém (PA), vai ter como principal foco a crise financeira mundial. A edição deste ano terá menos atividades ligadas a autocríticas e mais discussões relacionadas à crise.
&amp;quot;Esta é a edição mais importante depois da primeira, em 2001&amp;quot;, afirma Oded Grajew, do Movimento Nossa São Paulo e idealizador do evento. Grajew diz que o colapso financeiro confirmou as previsões que o fórum fazia. &amp;quot;É só recuperar toda a nossa história. Sempre falamos isso. Mas a gente não fica feliz e contente com a crise. Queremos é um mundo com qualidade de vida.&amp;quot;
Para ele, a eleição de Barack Obama nos EUA e a ofensiva de Israel em Gaza também aproximam o contexto internacional de assuntos que sempre estiveram no foco do fórum.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u494217.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/01/2009 - 10h34)</description>
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<title>Às vésperas do Fórum Social, Pará vê explosão de violência</title>
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Levantamento feito pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) para a Secretaria da Segurança Pública do Pará mostra que os registros de homicídios, latrocínios, estupros, roubos e extorsões subiram, juntos, 38,1% no ano passado em relação a 2007. No período anterior, a variação foi bem menor: 18,5%.
Desses crimes, os assassinatos tiveram a maior variação: 39,2%. Em 2008, foram 1.057 pessoas mortas na região metropolitana de Belém --formada por outros quatro municípios e que concentra 2 milhões de habitantes--, contra 759 no período anterior.
Os roubos também tiveram um aumento percentual parecido: 38,6%. Foram de 32.232 para 44.673 registros.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u493931.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (23/01/2009 - 21h57)</description>
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<title>Antes do Fórum Social, Boff defende modelos econômicos diferentes para cada região</title>
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Na semana que antecede o 9º Fórum Social Mundial, em Belém (PA), um dos idealizadores do encontro tem atraído as atenções de militantes e jornalistas que já chegaram para os eventos paralelos. O teólogo Leonardo Boff, que participa do 3º Fórum Mundial de Teologia e Libertação, caminha sempre acompanhado por curiosos e seguidores, que pedem autógrafos e fotos. A cada palestra, muitos aplausos e emoção.
Boff acredita que o Fórum Social Mundial ocorre este ano em um momento especial, no qual ficou comprovado o fracasso do sistema neoliberal e em que a eleição de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos mostra que outro mundo é efetivamente possível.
&amp;quot;Precisamos buscar saída na economia plural&amp;quot;, alerta o teólogo, para quem a nova economia vai se opor ao globalismo e será cada vez mais ligada à produção regional e à reciclagem de materiais.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u493924.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (23/01/2009 - 21h40)</description>
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<title>Governo veta festa na periferia durante Fórum Social no Pará</title>
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O governo do Pará proibiu a realização de festas em seis bairros da periferia de Belém (PA) enquanto durar o Fórum Social Mundial --que começa no próximo dia 27.
A portaria começa a valer hoje e vai até o dia 2 de fevereiro, quando o encontro já estará terminado. Ela também proíbe o funcionamento de bares depois das 22h nessas áreas.
A justificativa da Secretaria da Segurança Pública Estadual para a proibição é que esses bairros têm índices de violência &amp;quot;críticos&amp;quot; e estão no entorno dos dois principais pontos de eventos do fórum --os campi da UFPA (Universidade Federal do Pará) e da UEPA (Universidade do Estado do Pará).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u492004.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/01/2009 - 07h49)</description>
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<title>Kassab diz que não vai à festa da Força para não constranger o PDT</title>
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O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), disse hoje que não iria participar da festa de 1º de Maio da Força Sindical para não constranger o PDT. A cúpula do PDT decidiu deixar o governo de Kassab --onde controlava a Secretaria do Trabalho-- alegando motivos políticos --o PDT lançaria candidato à Prefeitura de São Paulo com o bloco PSB e PC do B.
&amp;quot;Até para não constrager o PDT, que através dos seus dirigentes, há algumas semanas atrás, se afastou do nosso governo, do projeto político. E os dirigentes da Força são do PDT. É uma questão de respeito da minha parte&amp;quot;, disse Kassab, que participou da festa da CUT.
Paulinho, por sua vez, disse que foi ele que não convidou Kassab para a festa de 1º de Maio promovida pela central sindical na praça Campo de Bagatelle, na zona norte da cidade.
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<title>Japão propõe melhorar uso de tecnologias para reduzir emissões</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u367359.shtml</link>
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O primeiro-ministro do Japão, Yasuo Fukuda, propôs neste domingo fixar o objetivo de melhorar em 30% o uso de tecnologias que reduzam as emissões de CO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt; até 2020, como forma de combater a mudança climática.
Em discurso no Fórum Econômico Mundial de Davos, Fukuda disse que não se pode perder tempo para combater a mudança climática, e que já há &amp;quot;meios de atuar sem ter de esperar um acordo pós-Kyoto&amp;quot;, em referência ao protocolo que tem metas estabelecidas até 2012.
O premiê japonês fez referência a três países que não assinaram o protocolo, dizendo que, &amp;quot;se Estados Unidos, Índia e China alcançarem o nível de eficiência das fábricas japonesas, as reduções resultantes de emissões de CO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt; chegariam a 1,3 bilhão de toneladas, o equivalente a todas as emissões anuais do Japão&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u367359.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (27/01/2008 - 17h40)</description>
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<title>Fórum de Davos termina em meio a temor de recessão</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u367340.shtml</link>
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O Fórum Econômico Mundial de Davos (Suíça) encerrou neste domingo (27) os cinco dias de debates entre políticos e líderes empresariais, com o temor sobre o início de um freio do crescimento global e a dúvida sobre se China e Índia serão os motores da economia mundial, caso os Estados Unidos entrem em recessão.
Mesmo com a declaração da secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, na terça-feira (22) --dia da abertura da reunião-- de que a economia americana &amp;quot;continuará sendo o motor que guia o crescimento econômico mundial&amp;quot;, os debates entre políticos, empresários e especialistas não dissiparam os temores.
A presidente da multinacional PepsiCo, Indra Nooyi, co-presidente desta reunião do Fórum Econômico Mundial e considerada a mulher mais poderosa no mundo dos negócios, afirmou, no debate final, que &amp;quot;este será o primeiro grande teste&amp;quot; para as grandes economias asiáticas.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u367340.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (27/01/2008 - 15h01)</description>
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<title>Fórum Social Mundial promove ações de mobilização popular no Rio</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u367170.shtml</link>
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O Rio de Janeiro é uma das cidades brasileiras em que ocorrem neste sábado atividades no 7º Fórum Social Mundial. No Dia da Mobilização e Ação Global, diversas tendas temáticas foram montadas ao ar livre no Parque do Flamengo, no Rio, para discutir os temas de interesse do fórum, que é um contraponto ao Fórum Econômico de Davos, na Suíça.
São um total de oito tendas, que têm os seguintes temas: Idéias, Trocas e Economia Solidária, Alimentação, Conexão Mundial, Audiovisual, Artes Cênicas, Crianças e Ponto de Encontro. Há também diversas tendas menores, que contam com a presença de representantes da sociedade civil mundial, que abordam assuntos como educação, questão indígena, sindicalismo e até religião.
O coordenador do movimento Rio Com Vida --nome do evento do Fórum Social Mundial no Rio--, Bruno Cattoni, explica que o objetivo da manifestação de hoje é divulgar o significado do Fórum Social Mundial. &amp;quot;É uma mobilização de todos os povos que pensam um mundo livre, um outro mundo possível, no mesmo dia da conferência de Davos, em que estão discutindo o futuro do dinheiro e esquecendo o futuro do ser humano&amp;quot;, disse.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u367170.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/01/2008 - 14h20)</description>
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<title>Fórum Social Mundial tem versão descentralizada</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u367116.shtml</link>
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O Fórum Social Mundial, que surgiu em 2001 como contraponto ao Fórum Econômico Mundial de Davos, terá a sua primeira versão &amp;quot;descentralizada&amp;quot; neste sábado.
Diferentemente de anos anteriores, quando o Fórum se desenrolava em um único megaevento para onde convergiam diversos movimentos sociais, este ano serão realizadas 800 ações espalhadas por 81 países, grande parte delas no Brasil.
O evento voltará a ocorrer no formato original em 2009, em Belém. Segundo os organizadores, a idéia é alternar edições &amp;quot;policêntricas&amp;quot; com reuniões em um só local, como as que eram realizadas em Porto Alegre e como a que ocorreu em Nairóbi, no Quênia, no ano passado.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u367116.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/01/2008 - 13h48)</description>
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<title>Autoridades e empresários se unem em Davos para enfrentar mudança climática</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u367156.shtml</link>
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Prefeitos e governadores em colaboração com o setor privado lançaram durante o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suiça, a iniciativa SlimCity, com o objetivo de melhorar a mobilidade urbana e conseguir a sustentabilidade ambiental das grandes cidades do mundo.
Os promotores da iniciativa partem da premissa de que, pela primeira vez na história, mais da metade da população mundial --quase 3,3 bilhões de pessoas-- vive em zonas urbanas, o que chama a atenção para o papel vital das cidades em relação aos futuros desafios globais.
Até 2030, este número deve crescer para 5 bilhões de pessoas; em 2050, tudo indica que 80% da população do planeta estará vivendo em áreas urbanas.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u367156.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/01/2008 - 12h15)</description>
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<title>Recessão nos EUA não afetará preço médio do petróleo, diz Gabrielli</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u367015.shtml</link>
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Uma eventual recessão econômica nos Estados Unidos não deve provocar uma queda acentuada no preço do petróleo, na avaliação do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, para quem o valor médio do barril no mercado internacional deve se manter entre US$ 75 e US$ 85 nos próximos dois anos.
Para ele, porém, a volatilidade das cotações deve permanecer alta, com novos picos de até US$ 100 e baixas até US$ 70. Gabrielli fez a previsão durante entrevista nesta sexta-feira após participar de um painel de debates no Fórum Econômico Mundial, em Davos.
Depois de ultrapassar a marca dos US$ 100 pela primeira vez na história, no início do ano, a cotação do barril vem caindo nos últimos dias, em grande parte por conta dos temores de uma desaceleração econômica nos Estados Unidos, que poderia levar a uma queda no consumo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u367015.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/01/2008 - 17h52)</description>
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