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<title>Folha Online - Brasil - Especial - 2008 - Fóruns Globais</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<title>Folha Online</title>
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<title>Kassab diz que não vai à festa da Força para não constranger o PDT</title>
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O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), disse hoje que não iria participar da festa de 1º de Maio da Força Sindical para não constranger o PDT. A cúpula do PDT decidiu deixar o governo de Kassab --onde controlava a Secretaria do Trabalho-- alegando motivos políticos --o PDT lançaria candidato à Prefeitura de São Paulo com o bloco PSB e PC do B.
&amp;quot;Até para não constrager o PDT, que através dos seus dirigentes, há algumas semanas atrás, se afastou do nosso governo, do projeto político. E os dirigentes da Força são do PDT. É uma questão de respeito da minha parte&amp;quot;, disse Kassab, que participou da festa da CUT.
Paulinho, por sua vez, disse que foi ele que não convidou Kassab para a festa de 1º de Maio promovida pela central sindical na praça Campo de Bagatelle, na zona norte da cidade.
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<title>Japão propõe melhorar uso de tecnologias para reduzir emissões</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u367359.shtml</link>
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O primeiro-ministro do Japão, Yasuo Fukuda, propôs neste domingo fixar o objetivo de melhorar em 30% o uso de tecnologias que reduzam as emissões de CO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt; até 2020, como forma de combater a mudança climática.
Em discurso no Fórum Econômico Mundial de Davos, Fukuda disse que não se pode perder tempo para combater a mudança climática, e que já há &amp;quot;meios de atuar sem ter de esperar um acordo pós-Kyoto&amp;quot;, em referência ao protocolo que tem metas estabelecidas até 2012.
O premiê japonês fez referência a três países que não assinaram o protocolo, dizendo que, &amp;quot;se Estados Unidos, Índia e China alcançarem o nível de eficiência das fábricas japonesas, as reduções resultantes de emissões de CO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt; chegariam a 1,3 bilhão de toneladas, o equivalente a todas as emissões anuais do Japão&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u367359.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (27/01/2008 - 17h40)</description>
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<title>Fórum de Davos termina em meio a temor de recessão</title>
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O Fórum Econômico Mundial de Davos (Suíça) encerrou neste domingo (27) os cinco dias de debates entre políticos e líderes empresariais, com o temor sobre o início de um freio do crescimento global e a dúvida sobre se China e Índia serão os motores da economia mundial, caso os Estados Unidos entrem em recessão.
Mesmo com a declaração da secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, na terça-feira (22) --dia da abertura da reunião-- de que a economia americana &amp;quot;continuará sendo o motor que guia o crescimento econômico mundial&amp;quot;, os debates entre políticos, empresários e especialistas não dissiparam os temores.
A presidente da multinacional PepsiCo, Indra Nooyi, co-presidente desta reunião do Fórum Econômico Mundial e considerada a mulher mais poderosa no mundo dos negócios, afirmou, no debate final, que &amp;quot;este será o primeiro grande teste&amp;quot; para as grandes economias asiáticas.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u367340.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (27/01/2008 - 15h01)</description>
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<title>Fórum Social Mundial promove ações de mobilização popular no Rio</title>
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O Rio de Janeiro é uma das cidades brasileiras em que ocorrem neste sábado atividades no 7º Fórum Social Mundial. No Dia da Mobilização e Ação Global, diversas tendas temáticas foram montadas ao ar livre no Parque do Flamengo, no Rio, para discutir os temas de interesse do fórum, que é um contraponto ao Fórum Econômico de Davos, na Suíça.
São um total de oito tendas, que têm os seguintes temas: Idéias, Trocas e Economia Solidária, Alimentação, Conexão Mundial, Audiovisual, Artes Cênicas, Crianças e Ponto de Encontro. Há também diversas tendas menores, que contam com a presença de representantes da sociedade civil mundial, que abordam assuntos como educação, questão indígena, sindicalismo e até religião.
O coordenador do movimento Rio Com Vida --nome do evento do Fórum Social Mundial no Rio--, Bruno Cattoni, explica que o objetivo da manifestação de hoje é divulgar o significado do Fórum Social Mundial. &amp;quot;É uma mobilização de todos os povos que pensam um mundo livre, um outro mundo possível, no mesmo dia da conferência de Davos, em que estão discutindo o futuro do dinheiro e esquecendo o futuro do ser humano&amp;quot;, disse.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u367170.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/01/2008 - 14h20)</description>
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<title>Fórum Social Mundial tem versão descentralizada</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u367116.shtml</link>
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O Fórum Social Mundial, que surgiu em 2001 como contraponto ao Fórum Econômico Mundial de Davos, terá a sua primeira versão &amp;quot;descentralizada&amp;quot; neste sábado.
Diferentemente de anos anteriores, quando o Fórum se desenrolava em um único megaevento para onde convergiam diversos movimentos sociais, este ano serão realizadas 800 ações espalhadas por 81 países, grande parte delas no Brasil.
O evento voltará a ocorrer no formato original em 2009, em Belém. Segundo os organizadores, a idéia é alternar edições &amp;quot;policêntricas&amp;quot; com reuniões em um só local, como as que eram realizadas em Porto Alegre e como a que ocorreu em Nairóbi, no Quênia, no ano passado.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u367116.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/01/2008 - 13h48)</description>
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<title>Autoridades e empresários se unem em Davos para enfrentar mudança climática</title>
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Prefeitos e governadores em colaboração com o setor privado lançaram durante o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suiça, a iniciativa SlimCity, com o objetivo de melhorar a mobilidade urbana e conseguir a sustentabilidade ambiental das grandes cidades do mundo.
Os promotores da iniciativa partem da premissa de que, pela primeira vez na história, mais da metade da população mundial --quase 3,3 bilhões de pessoas-- vive em zonas urbanas, o que chama a atenção para o papel vital das cidades em relação aos futuros desafios globais.
Até 2030, este número deve crescer para 5 bilhões de pessoas; em 2050, tudo indica que 80% da população do planeta estará vivendo em áreas urbanas.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u367156.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/01/2008 - 12h15)</description>
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<title>Recessão nos EUA não afetará preço médio do petróleo, diz Gabrielli</title>
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Uma eventual recessão econômica nos Estados Unidos não deve provocar uma queda acentuada no preço do petróleo, na avaliação do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, para quem o valor médio do barril no mercado internacional deve se manter entre US$ 75 e US$ 85 nos próximos dois anos.
Para ele, porém, a volatilidade das cotações deve permanecer alta, com novos picos de até US$ 100 e baixas até US$ 70. Gabrielli fez a previsão durante entrevista nesta sexta-feira após participar de um painel de debates no Fórum Econômico Mundial, em Davos.
Depois de ultrapassar a marca dos US$ 100 pela primeira vez na história, no início do ano, a cotação do barril vem caindo nos últimos dias, em grande parte por conta dos temores de uma desaceleração econômica nos Estados Unidos, que poderia levar a uma queda no consumo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u367015.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/01/2008 - 17h52)</description>
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<title>Comissão Européia pede diálogo sobre petróleo; preço sobe em NY</title>
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A Comissão Européia reivindicou mais diálogo entre países produtores e consumidores de petróleo para enfrentar o &amp;quot;preocupante&amp;quot; aumento dos preços e convidou a China e a Índia a participarem de futuros debates sobre o tema.
Com o objetivo de avaliar a situação atual do mercado do petróleo, o comissário europeu de Energia, Anders Piebalgs, falou na quinta-feira por telefone com os responsáveis governamentais do setor de Japão, Reino Unido e Estados Unidos, presentes no Fórum Econômico Mundial de Davos.
Piebalgs disse a seus interlocutores que a Comissão Européia compartilha a preocupação manifestada em Davos com o aumento crescente dos preços de petróleo, que poderia desacelerar o crescimento econômico dos países consumidores de petróleo e prejudicar os produtores.
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<title>Personalidades pedem em Davos mais ações contra pobreza</title>
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Um grupo eclético formado por personalidades que incluíam o presidente da Microsoft, Bill Gates, o vocalista do U2, Bono Vox, o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, e o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, fez um apelo nesta sexta-feira em Davos, na Suíça, para que empresas, organizações e governos de todo o mundo aumentem seus esforços de combate à pobreza no mundo.
O grupo advertiu que, se esses esforços se mantiverem em seu nível atual, não será possível cumprir o objetivo de reduzir pela metade a extrema pobreza no mundo até 2015, em relação aos níveis de 1990, de acordo com as Metas de Desenvolvimento do Milênio, estabelecidas pela ONU.
&amp;quot;Muitas nações estão ficando para trás. Precisamos de novas idéias e ações&amp;quot;, afirmou o secretário-geral da ONU.
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<title>Bill Gates pede o início do &quot;capitalismo criativo&quot; em Davos</title>
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O fundador da Microsoft, Bill Gates, pediu aos líderes econômicos e empresariais reunidos no Fórum Econômico Mundial, na cidade suíça de Davos, para iniciar uma nova aproximação ao capitalismo &amp;quot;criativo&amp;quot; no século 21.
Em um debate da reunião anual do evento, Gates pediu aos líderes para &amp;quot;colaborar e usar um capitalismo criativo&amp;quot; para reduzir as desigualdades no mundo.
&amp;quot;A comunidade empresarial internacional pode trabalhar ativamente em colaboração com os governos e as organizações para impulsionar a inovação tecnológica e reduzir as desigualdades&amp;quot;, afirmou.
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<title>Uribe reforça em Davos proposta de zona de encontro com Farc</title>
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O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, reafirmou nesta quinta-feira sua oferta de criar uma &amp;quot;zona de encontro&amp;quot; neutra em território colombiano para discutir com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) um possível acordo para a libertação de reféns.
Uribe disse que, se for criada essa zona, sem a presença do Exército ou da guerrilha, a Colômbia aceitaria a presença de observadores internacionais para acompanhar as negociações.
Diante de uma pergunta da &lt;b&gt;BBC Brasil&lt;/b&gt; sobre as ofertas já feitas pelo governo brasileiro de ajuda nas negociações com os rebeldes, Uribe evitou dizer se aceita esse tipo de assistência do Brasil.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u366671.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/01/2008 - 18h14)</description>
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<title>Lula regulamenta portaria que pune o desmatamento</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u366701.shtml</link>
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Cerca de um mês depois de publicar um decreto com uma série de punições contra os que desmatam na Amazônia, o governo anunciou nesta quinta-feira a regulamentação da portaria que define as penalidades. A ministra Marina Silva (Meio Ambiente) disse que a portaria deverá ser publicada amanhã no &amp;quot;Diário Oficial&amp;quot; da União.
Na portaria, o governo informa que serão embargadas as propriedades em que for identificado desmatamento --o responsável ficará impedido de vender a propriedade, obter financiamentos e créditos, além de não poder transportar os produtos oriundos da área envolvida.
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Alan Marques/Folha Imagem&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Após reunião com ministra Marina Silva, Lula aperta o cerco contra o desmatamento&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
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<title>Lula é 11º em lista de popularidade nas Américas</title>
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece em 11º lugar entre os líderes mais populares das Américas, de acordo com um levantamento divulgado nesta quarta-feira por um instituto de pesquisas mexicano.
O levantamento, do instituto Consulta Mitofsky, reúne dados de pesquisas realizadas entre setembro de 2007 e janeiro deste ano em 20 países americanos e publicadas em meios de comunicação locais.
No caso de Lula, o estudo leva em conta a popularidade de 50% revelada em pesquisa do Instituto Datafolha, realizada em novembro passado.
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<title>Colunista do &quot;Guardian&quot; defende entrada do Brasil no G8</title>
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O escritor Timothy Garton Ash, que mantém uma coluna semanal no jornal britânico &amp;quot;The Guardian&amp;quot;, defendeu a entrada do Brasil e outros cinco países no G8 --que reúne os líderes das nações mais industrializadas do mundo --como forma de melhorar a situação do planeta.
Na coluna publicada nesta quinta-feira, de Davos, na Suíça, Ash afirma que uma maneira prática de cumprir o slogan da edição em andamento do Fórum Econômico Mundial em Davos, &amp;quot;Comprometido em melhorar o estado do mundo&amp;quot;, é expandir o G8 para G14, com a adição do Brasil, além da China, Índia, México, África do Sul e Indonésia.
&amp;quot;Arbitrário? Com certeza. Falta de tato? Pode apostar. Profundamente ofensivo para alguns importantes países que não estão na lista? Obviamente --e eles vão reclamar. Mas às vezes, se você está comprometido em melhorar o estado do mundo, você tem que ser um pouco bruto.&amp;quot;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u366463.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/01/2008 - 10h32)</description>
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<title>Comissão Européia reduzirá previsões de crescimento para região, diz Almunia</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u366510.shtml</link>
<description>
O comissário europeu de Assuntos Econômicos e Monetários, Joaquín Almunia, afirmou nesta quinta-feira em Davos (Suíça) que a Comissão Européia vai revisar para baixo, em alguns décimos, suas previsões de crescimento para a zona do euro e a para a UE (União Européia) em 2008 devido às turbulências financeiras.
Após discursar em um debate realizado no Fórum Econômico Mundial, Almunia considerou que, &amp;quot;sem dúvida, estas turbulências nos mercados financeiros afetam a economia real e o crescimento econômico.&amp;quot;
&amp;quot;Nós vamos publicar as previsões em 21 de fevereiro, até então não posso dar um número exato. Nas últimas previsões de novembro do ano passado, falamos de um crescimento para a UE de 2,4% e para a zona do euro de 2,2% em 2008, mas nas seguintes previsões haverá reduções de alguns décimos&amp;quot;, acrescentou.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/forunsglobais/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u366510.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/01/2008 - 10h27)</description>
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