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<title>Folha Online - Dinheiro - Especial - 2008 - Greve no ABC</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<docs>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/conheca/arquivo_e_copyright.shtml</docs>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Dinheiro - Especial - 2008 - Greve no ABC</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<title>Brasil e Argentina discutem sobre comércio em cúpula do Mercosul</title>
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua colega argentina, Cristina Fernández de Kirchner, se reuniram nesta sexta-feira em Assunção, no encerramento da Cúpula do Mercosul, onde analisaram temas comerciais, entre outros assuntos.
&amp;quot;Discutimos sobre todas as questões bilaterais e concordamos que os ministros dos dois países se reunirão para repassar a agenda comum&amp;quot;, disse a presidente argentina à imprensa, no final da reunião.
Ela se referiu às medidas não tarifárias impostas em seu país no início do ano e que obrigaram acordos de quotas de comércio entre empresários argentinos e brasileiros. Esclareceu também que são &amp;quot;restrições ao comércio, mas instrumentos que estão de acordo com o Mercosul e com a OMC [Organização Mundial do Comércio]&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u599844.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/07/2009 - 16h02)</description>
</item>
<item>
<title>Fed pede a instituições financeiras que participem de medidas contra crise</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u458216.shtml</link>
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O Federal Reserve (Fed, o BC americano) pediu nesta segunda-feira às instituições financeiras americanas que participem dos programas do governo federal para reforçar o sistema financeiro do país e restaurar a circulação normal de crédito. O apelo vem quase uma semana depois de o presidente americano, George W. Bush, ter anunciado o uso de US$ 250 bilhões para comprar ações de bancos.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa da crise nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u454948.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u454748.shtml&quot;&gt;Veja os países e instituições financeiras afetados diretamente pela crise dos EUA&lt;/a&gt;
&amp;quot;As agências reguladoras encorajam todas as instituições a utilizarem o Programa de Compra de Capital, do Departamento do Tesouro, e o Programa Temporário de Garantia de Liquidez, da FDIC [órgão garantidor dos depósitos bancários nos EUA]&amp;quot;, diz o comunicado do Fed. A data limite para participar do programa é 14 de novembro.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u458216.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/10/2008 - 15h04)</description>
</item>
<item>
<title>Lula diz que Brasil está sólido, mas crise nos EUA afeta o mundo todo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u449990.shtml</link>
<description>
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje, no programa &amp;quot;Café com o Presidente&amp;quot;, que o Brasil será afetado pela crise que atinge a economia dos Estados Unidos. Segundo Lula, apesar de o Brasil estar &amp;quot;numa situação tão sólida&amp;quot;, é impossível que problemas na maior economia do mundo não se reflitam aqui.
&amp;quot;Você percebe que a crise americana já está aí há quase um ano, e até agora não houve nenhum problema com a economia brasileira. Por quê? Porque estamos exportando mais, a economia está crescendo, então nós estamos preparados para crescer, mesmo com a crise americana&amp;quot;, disse Lula.
&amp;quot;Agora, é importante que o povo brasileiro saiba que uma crise de recessão num país importante como os Estados Unidos pode trazer problemas a todos os países do mundo. Eu estou convencido de que o Brasil, se tiver que passar por algum aperto, será muito pequeno, porque o Brasil diversificou a sua balança comercial&amp;quot;, ponderou o presidente.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u449990.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (29/09/2008 - 10h17)</description>
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<item>
<title>Lula fala que greves ajudaram na redemocratização do país</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u401314.shtml</link>
<description>
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve nesta segunda em São Bernardo (Grande São Paulo) para comemorar os &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/grevenoabc/&quot;&gt;30 anos da greve na Scania&lt;/a&gt;. Durante o evento, Lula lembrou das manifestações de trabalhadores na época das greves no fim da década de 70 e começo da década de 80 e afirmou que foi um momento importante para a redemocratização do país.
&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/brasil/2008/05/13/noticiario-greves_na_scania.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
Além de Lula, participam do evento os ministros Luiz Marinho (Previdência) e Marta Suplicy (Turismo), além de prefeitos petistas, diretores e ex-diretores do sindicato.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u401314.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (13/05/2008 - 14h00)</description>
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<item>
<title>Cobertura jornalística em 1978; ouça Frederico Vasconcelos</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u401029.shtml</link>
<description>
A cobertura da imprensa sofreu dificuldades em 1978, período em que a região do ABC, em São Paulo, era o centro das atenções do país e das decisões políticas.
A informação é de Frederico Vasconcelos, repórter especial da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e responsável por um &lt;a href=&quot;http://blogdofred.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;blog&lt;/a&gt; que reúne textos investigativos. Ele diz que havia militância política dos repórteres que escreviam sobre o movimento sindical e que os jornalistas que cobriam esta área eram marginalizados nas redações. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/fredericovasconcelos&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/cotidiano/2008/05/12/frederico_vasconcelos-cobertura_jornalistica_1978.mp3&quot;&gt;Frederico Vasconcelos&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u401029.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (13/05/2008 - 10h12)</description>
</item>
<item>
<title>Lula quer pagar diárias a ministros para controlar gastos e acabar &quot;com sacanagens&quot;</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u401170.shtml</link>
<description>
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira que quer retomar o pagamento de diárias no governo federal como já fez em sua gestão como presidente do Sindicado dos Metalúrgicos do ABC. Em evento que comemora 30 anos da &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/grevenoabc/&quot;&gt;greve na Scania&lt;/a&gt;, em São Bernardo (Grande São Paulo), Lula citou um ex-diretor do sindicato --Mariano Palma Vilalta-- que na época cuidava da área fiscal.
&amp;quot;Ele [Vilalta] brigou tanto para que as notas do sindicato estivessem em dia que me obrigou a instituir as diárias no sindicato, coisa que eu quero fazer no governo federal para acabar com as sacanagens&amp;quot;, afirmou.
O presidente Lula lembrou durante o evento das manifestações de trabalhadores na época das greves no fim da década de 70 e começo da década de 80 e afirmou que foi um momento importante para a redemocratização do país. Além de Lula, participam do evento os ministros Luiz Marinho (Previdência) e Marta Suplicy (Turismo), além de prefeitos petistas, diretores e ex-diretores do sindicato.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u401170.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/05/2008 - 21h28)</description>
</item>
<item>
<title>Líder da greve da Scania foi ameaçado; veja relato de Gilson Menezes</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u400990.shtml</link>
<description>
Há exatamente 30 anos tinha início a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400408.shtml&quot;&gt;greve da Scania&lt;/a&gt;. Cerca de 3.000 metalúrgicos, da fábrica de São Bernardo cruzaram os braços durante o horário de trabalho. O Brasil estava na época da ditadura militar e era governado por Ernesto Geisel.
Neste videocast especial sobre os &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/grevenoabc/&quot;&gt;30 anos da greve na Scania&lt;/a&gt; acompanhe o depoimento de Gilson Menezes, o ferramenteiro que comandou a manifestação.
&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/dinheiro/2008/05/12/noticiario-greve_78.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u400990.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/05/2008 - 16h46)</description>
</item>
<item>
<title>Greve de 78 teve &quot;efeito detonador&quot; para mobilizar o país, diz Lula</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400933.shtml</link>
<description>
Para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a greve que se iniciou em &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400408.shtml&quot;&gt;12 de maio de 1978&lt;/a&gt; teve um &amp;quot;efeito detonador extraordinário&amp;quot; de um processo de mobilização no país. Trinta anos depois, Lula afirma que, no &amp;quot;essencial&amp;quot;, sua percepção sobre as greves não mudou.
&amp;quot;Se hoje o Brasil é o que é, se sou o que sou, devemos muito àquela companheirada&amp;quot;, disse, em resposta por e-mail à Folha, enviado por sua assessoria.
Segundo o presidente, a greve permitiu que sua formação política não nascesse de um &amp;quot;aprendizado meramente intelectual&amp;quot;, mas de uma elaboração a partir da &amp;quot;prática de luta&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400933.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/05/2008 - 11h28)</description>
</item>
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<title>Sindicalização cai pela metade depois da década de 80</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400883.shtml</link>
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A taxa de sindicalização atual é quase metade da verificada na década de 1980. Nos anos 1990, chegou a ser ainda menor. A explicação, para alguns, foi o aumento do desemprego, que gerou apreensão entre os trabalhadores. Para outros, o sindicalismo enfraqueceu porque abandonou algumas bandeiras.
De acordo com o economista Marcio Pochmann, presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), a taxa de sindicalização no Brasil era de 11% ao final do anos 1970. Na década de 1980, chegou a 32%, caiu para 15% na década de 1990 e, atualmente, está em 18%.
&amp;quot;Houve reestruturação da produção das empresas. O país mudou e diminuiu o poder sindical&amp;quot;, explica Pochmann.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400883.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/05/2008 - 09h37)</description>
</item>
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<title>Líder da greve da Scania se tornou primeiro prefeito do PT</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400454.shtml</link>
<description>
Gilson Correia de Menezes, 58, era ferramenteiro em 1978 e &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400408.shtml&quot;&gt;liderou mais de 3.000 metalúrgicos&lt;/a&gt; na greve da Scania, a primeira depois do AI-5 (Ato Institucional) e que seria um marco do movimento pelas melhorias nas condições de trabalho e de resistência ao regime militar.
&amp;quot;A greve foi organizada com lideranças das seções nos banheiros da Scania. Nada podia vazar, era muito arriscado. Se alguém soubesse, eu seria preso e levaria um pau no Dops&amp;quot;, lembra Gilson Menezes.
Os encontros secretos começaram na segunda-feira daquela ano, dia 7 de maio, e a greve foi marcada para a sexta-feira. &amp;quot;Eu cheguei no sindicato [dos metalúrgicos] na quinta e disse que na sexta nós iríamos parar na Scania. Teve companheiro que não acreditou e alguns nem me deram muita atenção. Mas eu sabia que tinha de fazer aquilo&amp;quot;, lembra Gilson.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400454.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/05/2008 - 08h18)</description>
</item>
<item>
<title>Marco da movimentação trabalhista, greve da Scania completa 30 anos</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400408.shtml</link>
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Às seis da manhã do dia 12 de maio de 1978, mais de 3.000 metalúrgicos da Scania, em São Bernardo, entraram na fábrica, mas não ligaram as máquinas. Tinha início a primeira greve dez anos após a última mobilização, em 1968, ano da promulgação do AI-5 (Ato Institucional), que acabou com a liberdade de expressão e a representação política.
O país, sob a ditadura militar, era governado por Ernesto Geisel. Os metalúrgicos da empresa do ABC eram liderados pelo ferramenteiro Gilson Menezes. De um lado a luta por aumento salarial e melhores condições de trabalho, do outro, o medo da repressão, já que até reunião pública podia ser considerada ato subversivo.
Nesse clima, a greve &amp;quot;Braços cruzados, máquinas paradas&amp;quot; iniciaria um movimento que acabaria por inflamar os ânimos em outras empresas, que também pararam dias depois, e serviria de exemplo para outros movimentos, mais organizados e alastrados, em 1979 e 1980.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400408.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/05/2008 - 08h15)</description>
</item>
<item>
<title>Movimento organiza sindicalismo, mas parte das bandeiras fica para trás</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400450.shtml</link>
<description>
As greves dos metalúrgicos do ABC de 1978, 1979 e 1980 resultaram no chamado novo sindicalismo. Os protestos, manifestações e discussões levantaram bandeiras que foram encampadas, defendidas, viraram grito de guerra. Trinta anos depois, algumas dessas pautas foram acatadas, como a recuperação dos salários e a redução da jornada de trabalho, outras, no entanto, ficaram nas faixas.
&lt;table class=&quot;fe230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Luiz Carlos Murauskas/Folha Imagem&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u308768.shtml&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/dinheiro/images/0718348.jpg&quot; alt=&quot;Em evento da Scania, no ano passsado, Lula relembrou a greve realizada em 1978&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u308782.shtml&quot;&gt;Em evento da Scania, no ano passsado, Lula relembrou a greve realizada em 1978&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
Entre as principais queixas da época estava a autonomia e absoluta independência dos sindicatos, mantidos apenas pelas contribuições dos associados. &amp;quot;Alguns eram contra o imposto sindical, mas sempre mantiveram&amp;quot;, critica o sociólogo Francisco Weffort., ex-secretário-geral do PT e ex-ministro da Cultura do governo Fernando Henrique Cardoso.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400450.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/05/2008 - 08h10)</description>
</item>
<item>
<title>Leia o decreto de 1964, conhecido como lei antigreve</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400448.shtml</link>
<description>
O direito de greve é uma garantia constitucional assegurada ao trabalhador. No entanto, em 1º de junho de 1964, decreto sancionado pelo presidente Castello Branco detalhou tanto as regras para a realização de greve, que na prática elas ficam proibidas. Se a ditadura impedia reuniões públicas, por exemplo, ficava impossível realizar uma simples assembléia. Confira, abaixo, a íntegra da lei número 4.330, que foi apelidada de &amp;quot;lei &amp;quot;antigreve&amp;quot;.
&lt;p class=&quot;star&quot;&gt;
*
LEI Nº 4.330 - DE 1 DE JUNHO DE 1964 - DOU DE 3/6/64
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400448.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/05/2008 - 08h03)</description>
</item>
<item>
<title>Leia o decreto de 1989 que regula o direito à greve</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400440.shtml</link>
<description>
O direito de greve é uma garantia constitucional assegurada ao trabalhador. Confira, abaixo, a íntegra da lei número 7.783, conhecida como Lei de Greve, de 28 de junho de 1989. A lei define greve como &amp;quot;a suspensão coletiva, temporária e pacífica, total ou parcial, de prestação pessoal de serviços a empregador&amp;quot;.
&lt;p class=&quot;star&quot;&gt;
*
&lt;b&gt;LEI Nº 7.783 - DE 28 DE JUNHO DE 1989 - DOU DE 29/6/89&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
Dispõe sobre o exercício do direito de greve, define as atividades essenciais, regula o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade, e dá outras providências.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400440.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/05/2008 - 08h02)</description>
</item>
<item>
<title>Greves ajudaram na redemocratização do país</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/grevenoabc/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400422.shtml</link>
<description>
As reivindicações dos trabalhadores eram muitas, sociais, políticas e trabalhistas. Algumas foram atendidas, outras nunca saíram do papel. Bandeiras foram esquecidas. Mas uma contribuição daqueles movimentos é certa entre políticos e estudiosos: as greves e manifestações dos metalúrgicos do ABC, que começaram em 78 e se consolidaram no ano seguinte, ajudaram no processo de redemocratização do país, que seria concluído em 1984.
Para o sociólogo Francisco Weffort, ex-secretário-geral do PT (Partido dos Trabalhadores) e ex-ministro da Cultura do governo Fernando Henrique Cardoso, o movimento teve um peso importante no processo de redemocratização. &amp;quot;Logo a seguir [das greves de 78 e 79] veio o processo de reforma partidária, quando surge o PT. É um momento de recuperação do sistema partidário. Não é que a democracia dependa apenas disso, mas foi importante&amp;quot;, afirmou.
&lt;table class=&quot;fe230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Folha Imagem&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
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