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<title>Folha Online - Equilíbrio - Especial - 2008 - Mães e Filhos</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Equilíbrio - Especial - 2008 - Mães e Filhos</title>
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<title>Brincadeiras reduzem dor e ansiedade de crianças internadas</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u647579.shtml</link>
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Samuel Mateus de Oliveira Silva, 4, está internado há seis dias para tratar um tumor na cabeça. Sente dor frequentemente por causa de uma cirurgia para drenar líquidos --mas não na hora de brincar com os terapeutas ocupacionais. Depois de participar do chamado brinquedo terapêutico, sente-se mais animado e não reclama do incômodo.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/maesefilhos/&quot;&gt;&lt;b&gt;Saiba mais sobre maternidade e infância&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&amp;quot;As brincadeiras ajudam muito. Ele fica mais esperto, não quer ficar deitado no quarto, não fica mais retraído, porque deseja se divertir&amp;quot;, conta a mãe, a ajudante-geral Vaneza de Oliveira Silva, 26.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u647579.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/11/2009 - 15h55)</description>
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<title>Antibióticos na gravidez podem causar malformação</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u647352.shtml</link>
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O uso de algumas classes de antibióticos no tratamento de infecções urinárias durante os três primeiros meses de gravidez pode aumentar o risco de o bebê nascer com malformações, diz estudo publicado na revista &amp;quot;Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/maesefilhos/&quot;&gt;&lt;b&gt;Saiba mais sobre maternidade e infância&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
Os defeitos congênitos foram relacionados ao uso de sulfonamidas e nitrofurantoinas. Já a penicilina e seus derivados foram considerados seguros.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u647352.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/11/2009 - 12h52)</description>
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<title>Dor ao tomar vacina ainda é mistério para médicos</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u647334.shtml</link>
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Por que algumas pessoas ficam com o braço dolorido após uma injeção de vacina contra gripe e outras não?
&amp;quot;A resposta mais simples é que não sabemos ao certo&amp;quot;, disse Dr. E. Yoko Furuya, diretor assistente de epidemiologia do NewYork-Presbyterian Hospital/Columbia University Medical Center. &amp;quot;Não há muitos dados disponíveis sobre este tema.&amp;quot;
Porém, Furuya sugeriu várias explicações. A mais provável, disse ele, é que a injeção causa uma reação inflamatória do sistema imunológico, seja ao material morto do vírus da gripe usado para produzir a vacina, seja à proteína do ovo que permanece na vacina. A vacina contra a gripe é tipicamente incubada ao injetar o vírus morto de influenza em ovos de galinhas, e alergias a ovos são comuns.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u647334.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/11/2009 - 07h42)</description>
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<title>Pesquisas refutam relação entre autismo e exposição ao mercúrio</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u646975.shtml</link>
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Muitos pais se preocupam com uma possível ligação entre o autismo e a exposição ao mercúrio. Porém, a maioria das pesquisas descarta esse temor como sem fundamento, e um novo estudo diz que, na realidade, as crianças autistas possuem níveis de mercúrio no sangue mais baixos do que as crianças que se desenvolvem normalmente.
Os níveis de mercúrio estão intimamente relacionados à ingestão de peixe, segundo o estudo, e crianças com autismo e doenças relacionadas tendem a ser muito exigentes em relação à comida --e acabam evitando peixes.
Depois que os pesquisadores ajustaram para o menor consumo de peixe das crianças autistas, eles não encontraram diferenças entre seus níveis de mercúrio e os de outras crianças.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u646975.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (03/11/2009 - 14h48)</description>
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<title>Durante os primeiros anos de vida dos gêmeos um é o espelho do outro; leia trecho</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u646877.shtml</link>
<description>
Os pais de filhos gêmeos sabem bem o trabalho que dá criá-los. Mas para quem está descobrindo esta aventura agora, o livro &lt;a href=&quot;http://livraria.folha.com.br/catalogo/1025590/filhos-gemeos&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;Filhos Gêmeos&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; (Publifolha, 2009) pode ajudar. Escrito por 53 especialistas ligados ao Departamento Materno Infantil do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, o livro aborda de maneira clara e objetiva, todas as etapas da criação dos gêmeos -- desde os cuidados durante a gestação e os primeiros dias de vida até o crescimento, o ingresso na escola e a vida social.
São médicos, pediatras, obstetras e outros especialistas que, em linguagem clara e objetiva, trazem orientações para que os pais possam conhecer e entender todos os cuidados essenciais na gravidez e criação de gemelares, de forma que eles cresçam saudáveis e felizes. Leia um trecho do livro abaixo.
&lt;p class=&quot;star&quot;&gt;
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&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u646877.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (03/11/2009 - 11h13)</description>
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<item>
<title>Operar varicocele aumenta chances de fertilização</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u646828.shtml</link>
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A cirurgia de varicocele, formação de varizes nos testículos, melhora a chance de fertilização em 69% em homens que são submetidos à técnica de reprodução assistida conhecida como injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI).
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/maesefilhos/&quot;&gt;Saiba mais sobre fertilidade, gestação e infância&lt;/a&gt;
Sabe-se que a cirurgia para corrigir o problema --que consiste na dilatação anormal de veias-- aumenta a chance de o casal conseguir engravidar naturalmente. Isso porque essa dilatação anormal provoca disfunção do testículo, o que afeta a qualidade do sêmen.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u646828.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (03/11/2009 - 10h28)</description>
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<item>
<title>OMS e Unicef lançam plano contra morte infantil por pneumonia</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u646527.shtml</link>
<description>
O objetivo marcado pela ONU de reduzir a mortalidade infantil em dois terços até 2015 está, por enquanto, longe de ser alcançado e continuará assim se não forem destinados recursos para combater a pneumonia infantil, uma doença que mata a cada ano 1,8 milhão de menores de 5 anos no mundo.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u643443.shtml&quot;&gt;Frequentar creche pública eleva risco de pneumonia e dor de ouvido&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u614070.shtml&quot;&gt;Brasil adota vacina infantil não aprovada nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u614237.shtml&quot;&gt;Paracetamol pode reduzir efeito de vacina infantil, diz Europa&lt;/a&gt;
Esta é a principal mensagem lançada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) ao apresentar ontem, por ocasião do primeiro Dia Mundial contra a Pneumonia, seu plano de ação global para a prevenção e controle da doença.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u646527.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/11/2009 - 12h19)</description>
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<title>Exercício na gravidez reduz risco de sobrepeso no bebê</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u646507.shtml</link>
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Praticar exercícios durante a gravidez diminui o risco de dar à luz um bebê com excesso de peso ao nascer. A conclusão é de um estudo norueguês, feito pelo Instituto de Saúde Pública da Noruega, em Oslo.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/maesefilhos/&quot;&gt;&lt;b&gt;Saiba mais sobre maternidade e infância&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
Para chegarem ao resultado, os pesquisadores avaliaram dados de 36.869 mulheres que tiveram gestações a termo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u646507.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/11/2009 - 11h37)</description>
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<title>Doador de esperma passa doença cardíaca para nove filhos</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u645495.shtml</link>
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Especialistas estão questionando o quão rigorosamente devem ser checados os doadores de esperma, depois que um deles passou uma doença cardíaca genética para nove filhos biológicos, causando a morte de um deles.
O homem de 23 anos de idade desconhecia ter a doença, uma cardiomiopatia, que afeta o músculo do coração.
Quando doam esperma, os candidatos respondem a perguntas sobre o histórico de doenças na família, mas algumas não são óbvias ou conhecidas.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u645495.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/10/2009 - 10h38)</description>
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<title>Criança doente sem plano de saúde tem 60% mais chance de morrer, diz estudo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u645052.shtml</link>
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A falta de cobertura médica adequada pode ter contribuído para a morte de 17 mil crianças nos Estados Unidos ao longo da últimas duas décadas, segundo um estudo do Centro Infantil Johns Hopkins.
O documento, que será publicado na sexta-feira (30) no &amp;quot;Journal of Public Health&amp;quot;, foi compilado de mais de 23 milhões de fichas médicas de 37 estados entre 1988 e 2005. Segundo as conclusões, as crianças sem plano de saúde têm muito mais probabilidades de sucumbir às doenças que aquelas que têm cobertura.
&amp;quot;Se você é uma criança sem cobertura, se fica gravemente doente e termina no hospital, tem 60% a mais de possibilidades de morrer que uma criança enferma ao lado que tem plano de saúde&amp;quot;, afirma Fizan Abdullah, coordenador do estudo e cirurgião pediátrico no Hopkins.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u645052.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (29/10/2009 - 14h16)</description>
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<title>Antipsicótico faz criança engordar 8 kg em 12 semanas</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u644340.shtml</link>
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Crianças e adolescentes estão ficando obesos ou com sobrepeso em razão do uso de antipsicóticos. O alerta vem de dois estudos, um deles financiado pelo Instituto de Saúde Mental dos EUA, que apontam ganho de peso de até 8,5 kg com 12 semanas de tratamento.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/maesefilhos/&quot;&gt;&lt;b&gt;Saiba mais sobre maternidade e infância&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
Os chamados antipsicóticos atípicos (drogas que modificam a atividade das células nervosas) são indicados para tratar vários transtornos psiquiátricos, entre eles, a esquizofrenia, o autismo e o transtorno bipolar com ou sem hiperatividade.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u644340.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (28/10/2009 - 10h08)</description>
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<title>Maternidade tardia eleva índice de síndrome de Down nos últimos 20 anos</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u644305.shtml</link>
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A decisão de muitas mulheres de ter filhos em uma faixa etária mais elevada contribuiu para aumentar, nos últimos 20 anos os diagnósticos de síndrome de Down, segundo um relatório divulgado ontem pela Queen Mary University de Londres.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/maesefilhos/&quot;&gt;&lt;b&gt;Saiba mais sobre maternidade e infância&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
Publicado no &amp;quot;BMJ&amp;quot; (&amp;quot;British Medical Journal&amp;quot;), o estudo apontou que o número de casos identificados entre 1989 e 1990 na Inglaterra e em Gales foi de 1.075. No período de 2007 e 2008, no entanto, o mesmo dado saltou para 1.843, um aumento de 71% atribuído à maternidade mais tardia.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u644305.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (28/10/2009 - 08h40)</description>
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<title>Criança que ronca e sofre apneia rende menos na escola</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u643733.shtml</link>
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Crianças que roncam ou que sofrem apneia do sono (interrupções da respiração) apresentam menor rendimento escolar e alterações na memória e atenção, aponta estudo do Ambulatório de Otorrinolaringologia Pediátrica da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) apresentado no Congresso Mundial de Otorrinolaringologia Pediátrica.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/maesefilhos/&quot;&gt;&lt;b&gt;Saiba mais sobre maternidade e infância&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
Estima-se que de 15% a 28% das crianças com até 10 anos respirem pela boca e ronquem. E acredita-se que de 1% a 3% delas também tenham apneia.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u643733.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (27/10/2009 - 08h31)</description>
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<title>Frequentar creche pública eleva risco de pneumonia e dor de ouvido</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u643443.shtml</link>
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A ciência confirma o que muitas famílias já sabem: crianças que frequentam creches estão mais suscetíveis a doenças como pneumonia, meningite, sinusite e otite. E a situação é pior para os filhos de famílias de baixa renda que ficam em creches públicas.
Longe de estar relacionado ao amor da mãe ou ao cuidado da avó, esse quadro é resultado de diversos fatores, todos relacionados a questões financeiras --entre eles, a maior incidência da bactéria pneumococo, cuja vacina só deve estar disponível gratuitamente no próximo ano na rede pública.
&amp;quot;Frequentar creche abaixo de dois anos é fator de risco&amp;quot;, diz Marco Aurélio Safadi, membro do Departamento Científico de Infectologia da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria). &amp;quot;Especialmente na rede pública, onde há um número maior de crianças em cada sala e maior chance de entrar em contato com a bactéria.&amp;quot;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u643443.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/10/2009 - 18h18)</description>
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<title>Clínicas não informam risco de teste genético em embrião</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u642157.shtml</link>
<description>
Clínicas de fertilidade não informam os pacientes sobre os riscos do teste genético em embriões. A conclusão é de uma pesquisa publicada na revista &amp;quot;Fertility and Sterility&amp;quot;, referência na área de reprodução, que avaliou as informações disponíveis nos sites de 83 instituições americanas.
No Brasil, a situação é parecida. A &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; pesquisou 12 sites de clínicas de reprodução humana que oferecem o teste e constatou que nenhum deles menciona os riscos do procedimento. Nos EUA, apenas 35% das instituições pesquisadas informavam sobre os riscos.
Conhecido como PGD (diagnóstico genético pré-implantacional), o teste se propõe a evitar a transmissão de doenças hereditárias, identificadas previamente na família. Após tratamento de reprodução assistida, são retiradas uma ou duas células de um embrião de três dias (estágio de 6 a 12 células).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maesefilhos/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u642157.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (23/10/2009 - 10h06)</description>
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