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<title>Folha Online - Mundo - Especial - 2008 - Maio de 68</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Mundo - Especial - 2008 - Maio de 68</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<title>Festival de Woodstock será lembrado em museu</title>
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Um museu vai recordar, a partir de 2 de junho, o lendário festival de Woodstock, quando meio milhão de hippies se reuniram, em agosto de 1969, para assistir a apresentação dos grandes nomes do rock e o nascimento da contracultura americana.
O festival marcou toda uma geração de &amp;quot;baby boomers&amp;quot; no mundo, quando Jimmi Hendrix, Joe Cocker, The Who, Joan Baez e Ravi Shankar fizeram shows de graça que duravam até o raiar do dia.
&amp;quot;Woodstock&amp;quot;, uma pequena cidade situada ao norte de Nova York, onde viviam ou gravavam dezenas de artistas como Bob Dylan e Janis Joplin, não é, na verdade, o lugar onde o evento aconteceu.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u407142.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/05/2008 - 15h10)</description>
</item>
<item>
<title>Para filósofo, rebeliões estudantis dos anos 60 começaram em Berkeley</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u404879.shtml</link>
<description>
As rebeliões estudantis que varreram universidades da Europa, EUA e América Latina nos anos 60 não tiveram como ponto de partida o Maio de 68 francês na Sorbonne e em Nanterre, mas no &amp;quot;Free Speech Movement&amp;quot; --Movimento pela Liberdade de Expressão-- na Universidade de Berkeley (Califórnia), em outubro de 1964.
Esta é a opinião de John Searle, filósofo e professor da Universidade de Berkeley. &amp;quot;Eu estive na França em 68 e todos sabiam o que tinha acontecido em Berkeley. Muitos na França consideravam Berkeley como o &apos;centro da revolução&apos;&amp;quot;, diz.
&lt;table class=&quot;fe230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Acervo virtual da Universidade de Berkeley &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/mundo/images/08144145.jpg&quot; alt=&quot;Free Speech&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Estudantes pedem o &amp;quot;free speech&amp;quot; (liberdade de expressão) em Berkeley (CA), em 1964 &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u404879.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/05/2008 - 16h25)</description>
</item>
<item>
<title>&quot;Continuo um otimista&quot;, diz Zuenir Ventura</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u404401.shtml</link>
<description>
O professor de ética e filosofia política da USP Renato Janine Ribeiro veio com a provocação: &amp;quot;Zuenir, achei seu livro novo um tanto melancólico&amp;quot;. Foi a deixa para o jornalista Zuenir Ventura, que acaba de lançar &amp;quot;1968 - O que Fizemos de Nós&amp;quot; (Planeta), rebater: &amp;quot;Continuo um otimista incorrigível&amp;quot;.
&lt;table class=&quot;fe230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Jair Bertolucci/Divulgação/TV Cultura&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/0810661.jpg&quot; alt=&quot;O jornalista e escritor Zuenir Ventura&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Jornalista e escritor Zuenir Ventura, autor de &amp;quot;1968...&amp;quot;, diz que é &amp;quot;um otimista incorrigível&amp;quot;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
Foi entre dois extremos de interpretação sobre o ano bissexto que se tornou sinônimo da rebeldia juvenil que transcorreu o debate realizado na última terça no auditório da Folha. Integraram a mesa ainda os jornalistas Roberto D&apos;Ávila e Mário Magalhães (mediador).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u404401.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (22/05/2008 - 08h46)</description>
</item>
<item>
<title>Maio de 68 permaneceu em relações humanas, diz psicanalista</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u403748.shtml</link>
<description>
Testemunha do Maio de 68 na Europa, o psicanalista Contardo Calligaris disse que, para ele, o grande ganho do movimento foi a mudança nas relações humanas que gerou.
O psicanalista afirmou que foi a Paris para presenciar os protestos da época e que, no momento, estava mais ligado à contra-cultura norte-americana do que à política européia.
Calligaris, que também é colunista da &lt;b&gt;Folha de S.Paulo&lt;/b&gt;, deu as declarações durante sabatina realizada nesta terça-feira no Teatro Folha em São Paulo sobre o lançamento do primeiro livro de ficção do psicanalista, &amp;quot;Contos de Amor&amp;quot;, pela Companhia das Letras. O evento, iniciado às 11h, terminou às 13h04.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u403748.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/05/2008 - 14h04)</description>
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<item>
<title>Movimento estudantil de 1968 representa luta contra opressão no mundo, diz professora</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397995.shtml</link>
<description>
O movimento estudantil no Brasil e no mundo teve motivações políticas e reivindicações diferentes. Em comum, o sentimento de opressão e a disposição em lutar por seus ideais. A avaliação é da professora de História Contemporânea Maria Aparecida de Aquino, da USP (Universidade de São Paulo), sobre a onda de protestos de jovens em diversas cidades da Europa, América e Ásia.
&amp;quot;Foi uma geração generosa, que deu a vida pela causa e o respeito pelo ser humano contra a repressão. O sentimento comum que existia em todas as manifestações era contra a guerra do Vietnã. Todos são contra&amp;quot;, afirmou a professora.
Na década de 60, países latino-americanos como Argentina, Chile, México e Brasil enfrentavam o regime militar. Mas, segundo Maria Aparecida, não houve relação entre os movimentos estudantis deflagrados em 1968.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397995.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/05/2008 - 16h45)</description>
</item>
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<title>Para Angeli, repertório ideológico de personagem está datado</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u398393.shtml</link>
<description>
Meiaoito morreu. Criado pelo cartunista Angeli em suas tiras para a &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; nos anos 1980, é baseado no típico revolucionário comunista de botequim, um tipo cada vez mais difícil de achar. Nas páginas do jornal, talvez só apareça como fantasma: Meiaoito foi atropelado por um caminhão em tira publicada no dia 20 de julho de 2007.
Seu criador reconhece que, como tipo urbano, o pseudoguerrilheiro está datado, apesar de ver &amp;quot;resquícios&amp;quot; recorrentes, por exemplo nas invasões a universidades públicas brasileiras: &amp;quot;No meio da ocupação, há um teatro muito bem armado, de uma peça já um pouco antiga. A função do humor é mostrar esse teatro&amp;quot;.
&lt;b&gt;Folha - O que Meiaoito tem a ver com Maio de 68?&lt;/b&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u398393.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/05/2008 - 10h43)</description>
</item>
<item>
<title>Para Zuenir Ventura, espírito libertário de Maio de 68 resiste</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u398387.shtml</link>
<description>
A nostalgia dos tabus que organizavam a vida social, as saudades da família estruturada em casamentos que obrigatoriamente duravam para sempre, o repúdio às drogas, a ojeriza à política e o ostracismo das utopias igualitárias --um sonho &amp;quot;regressista&amp;quot;, uma onda conservadora parece ter varrido como tsunami os rastros deixados por 1968 no Brasil.
&amp;quot;Só parece. A tendência é atribuir a 1968 o papel de berço de todos os desregramentos, todas as permissividades, todos os desrespeitos à regras e hierarquias, a crise da família&amp;quot;, admite o jornalista Zuenir Ventura, ele mesmo um legítimo &amp;quot;meia-oito&amp;quot;, além de autor de alentado tratado comportamental sobre a época e suas heranças (&amp;quot;1968 - O Ano Que Não Acabou&amp;quot; e &amp;quot;1968 - O Que Fizemos de Nós&amp;quot;).
&amp;quot;Mas o respeito à diferença, os direitos das minorias e das mulheres são tributários diretos dos acontecimentos de 68. Não por acaso, a Parada Gay, que em São Paulo, por exemplo, chega a mobilizar centenas de milhares de pessoas, tem tanto do espírito libertário de 1968, apesar de ser um movimento bem mais recente&amp;quot;, diz.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u398387.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/05/2008 - 10h24)</description>
</item>
<item>
<title>Leia correspondência inédita entre Hannah Arendt e o estudante Hans-Jürgen Benedict</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u397646.shtml</link>
<description>
Em carta de 1967, a pensadora antecipa questões que estariam no centro dos acontecimentos do Maio de 68.
Hans-Jürgen Benedict
355 Marburg
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u397646.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/05/2008 - 02h29)</description>
</item>
<item>
<title>Espírito de uma geração é traduzido em 1968; ouça Oscar Pilagallo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u397381.shtml</link>
<description>
Alguns movimentos que marcaram a década de 1960, como o Tropicalismo (1967) e Woodstock (1969), foram incorporados ao clima do &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/maiode68/&quot;&gt;ano de 68&lt;/a&gt;, que traduz o espírito de uma geração.
As informações são do jornalista e escritor &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/438/&quot;&gt;Oscar Pilagallo&lt;/a&gt;. Ele diz que a atitude contestadora dos estudantes brasileiros estava em perfeita sintonia com o clima dos anos 60 em várias partes do mundo.
&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/mundo/2008/04/30/oscar_pilagallo-espirito_traduzido.mp3&quot;&gt;Oscar Pilagallo&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u397381.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/05/2008 - 10h31)</description>
</item>
<item>
<title>Há 40 anos, trabalhadores se reuniram na Praça da Sé contra ditadura</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u397258.shtml</link>
<description>
Há 40 anos, no dia 1º de maio, trabalhadores da região do ABC e da Grande São Paulo se reuniram em uma manifestação na Praça da Sé contra a ditadura, que caminhava para o seu endurecimento.
O jornalista Antonio Roberto Espinosa, professor de política internacional na Escola de Sociologia e Política de São Paulo e na Escola Superior de Diplomacia, conta que na época era estudante de filosofia, morava em Osasco e foi para o local.
&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/brasil/2008/04/30/antonio_espinosa-dia_trabalho_1968.mp3&quot;&gt;Antonio Roberto Espinosa&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u397258.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (01/05/2008 - 09h42)</description>
</item>
<item>
<title>Análise: Maio de 1968. Viva a Revolução</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u397526.shtml</link>
<description>
Quando se fala em maio de 68 a primeira conexão é Paris, onde os protestos, os confrontos com a polícia e as greves assumiram ares revolucionários e ninguém sabia de onde vinham nem para onde iam.
Tudo começou quando um estudante franco-alemão --Daniel Cohn-Bendit-- organizou um protesto na universidade em Nanterre, perto de Paris, contra a proibição de estudantes de ambos os sexos freqüentarem o mesmo dormitório (a pílula anticoncepcional, esta sim, revolucionária, tinha sido liberada na França no ano anterior).
Cohn-Bendit e a turma dele queriam namorar e quase derrubaram o governo. Pensando bem, era uma boa causa. Hoje Cohn-Bendit é membro do Partido Verde no Parlamento Europeu e os franceses não chegam a uma conclusão se maio de 68 foi bom ou ruim para a França.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u397526.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (01/05/2008 - 08h36)</description>
</item>
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<title>Saiba mais sobre os caras-pintadas</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397259.shtml</link>
<description>
Caras-pintadas foi o nome dado aos jovens e estudantes que, em agosto e setembro de 1992, pintaram o rosto de verde e amarelo e organizaram passeatas pelo impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello. O primeiro presidente eleito pelo voto direto desde 1961 --quando Jânio Quadros saiu vencedor das urnas-- foi acusado pelo próprio irmão, Pedro Collor de Melo, de cumplicidade com seu tesoureiro de campanha, Paulo César Farias, acusado de cometer crimes como enriquecimento ilícito, evasão de divisas e tráfico de influência.
As denúncias, que se intensificaram por todo o mês de maio, culminaram com a formação do Movimento pela Ética na Política, composto por 18 entidades civis, como centrais sindicais, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;18.set.92/Folha Imagem&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/brasil/images/08078149.jpg&quot; alt=&quot;Estudantes saíram às ruas em 1992 paea pedir o impeachment de Fernando Collor&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Estudantes saíram às ruas em 1992 para pedir o impeachment de Fernando Collor&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397259.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/04/2008 - 18h36)</description>
</item>
<item>
<title>Envolvidos no seqüestro de embaixador americano se dividem sobre eficácia da ação</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397279.shtml</link>
<description>
Um dos episódios mais tensos da história do Brasil foi o seqüestro do embaixador americano Charles Burke Elbrick, 1969, no Rio de Janeiro. Depois de 39 anos, os seqüestradores se dividem sobre a eficácia da ação. Alguns dizem não se arrepender da ação. O deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), não só se arrepende como não gosta nem de falar do assunto.
Gabeira afirma que sua imagem ficou muito ligada ao seqüestro, do qual se arrepende de ter participado. &amp;quot;Aquela ação e todo o processo de luta armada minou a possibilidade de uma resistência pacífica&amp;quot;, diz.
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Folha Imagem&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/brasil/images/08121288.jpg&quot; alt=&quot;Após ser libertado, Charles Burke dá entrevista no centro do Rio de Janeiro&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Após ser libertado, Charles Burke dá entrevista no centro do Rio de Janeiro &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397279.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/04/2008 - 18h28)</description>
</item>
<item>
<title>Movimento estudantil ressurge 40 anos depois de seu auge</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u383070.shtml</link>
<description>
A história do movimento estudantil no Brasil poderia ser dividida em antes e depois de 1968. Foi naquele ano que o regime militar aumentou a repressão, o que fez emergir a UNE (União Nacional dos Estudantes) como uma das protagonistas da resistência. Quarenta anos depois, o movimento estudantil ressurge com a invasão da reitoria da UnB (Universidade de Brasília), em abril deste ano, que culminou com a renúncia do então reitor Timothy Mullholand, suspeito de usar recursos de pesquisa na reforma do apartamento funcional.
De acordo com especialistas, o movimento só renasceu porque mudou o discurso e se afastou da UNE, que na década de 80 se partidarizou e, nos últimos anos, aderiu ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O período de maior atividade da UNE foi entre 1964 e 1968, quando, mesmo na clandestinidade, lutou contra o regime militar. Em 1968, a polícia invadiu o 30º Congresso da entidade --que acontecia em Ibiúna, no interior de São Paulo-- e prendeu cerca de 800 estudantes.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u383070.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/04/2008 - 18h17)</description>
</item>
<item>
<title>&quot;Movimento estudantil está parado no tempo&quot;, diz protagonista da resistência de 1968</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397274.shtml</link>
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Vladimir Gracindo Soares Palmeira, 63, foi um dos principais líderes estudantis durante o regime militar. Entre outros feitos, Palmeira ajudou a organizar da Passeata dos Cem Mil. Por esse e outros motivos, ele acabou preso pelos militares três vezes.
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;17.dez.2005/Folha Imagem&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/brasil/images/08121133.jpg&quot; alt=&quot;Wladimir Palmeira foi um dos líderes do movimento estudantil em 1968 no Rio&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Wladimir Palmeira foi um dos líderes do movimento estudantil em 1968 no Rio &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
Sua última prisão ocorreu durante um congresso clandestino da UNE (União Nacional dos Estudantes) em Ibiúna (SP) em 1968, quando o ex-ministro José Dirceu também foi detido.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/maiode68/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397274.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/04/2008 - 18h02)</description>
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