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<title>Folha Online - Brasil - Especial - 2008 - Movimento Estudantil</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Brasil - Especial - 2008 - Movimento Estudantil</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<title>Maio de 68 permaneceu em relações humanas, diz psicanalista</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u403748.shtml</link>
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Testemunha do Maio de 68 na Europa, o psicanalista Contardo Calligaris disse que, para ele, o grande ganho do movimento foi a mudança nas relações humanas que gerou.
O psicanalista afirmou que foi a Paris para presenciar os protestos da época e que, no momento, estava mais ligado à contra-cultura norte-americana do que à política européia.
Calligaris, que também é colunista da &lt;b&gt;Folha de S.Paulo&lt;/b&gt;, deu as declarações durante sabatina realizada nesta terça-feira no Teatro Folha em São Paulo sobre o lançamento do primeiro livro de ficção do psicanalista, &amp;quot;Contos de Amor&amp;quot;, pela Companhia das Letras. O evento, iniciado às 11h, terminou às 13h04.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u403748.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/05/2008 - 14h04)</description>
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<title>Marco da movimentação trabalhista, greve da Scania completa 30 anos</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400408.shtml</link>
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Às seis da manhã do dia 12 de maio de 1978, mais de 3.000 metalúrgicos da Scania, em São Bernardo, entraram na fábrica, mas não ligaram as máquinas. Tinha início a primeira greve dez anos após a última mobilização, em 1968, ano da promulgação do AI-5 (Ato Institucional), que acabou com a liberdade de expressão e a representação política.
O país, sob a ditadura militar, era governado por Ernesto Geisel. Os metalúrgicos da empresa do ABC eram liderados pelo ferramenteiro Gilson Menezes. De um lado a luta por aumento salarial e melhores condições de trabalho, do outro, o medo da repressão, já que até reunião pública podia ser considerada ato subversivo.
Nesse clima, a greve &amp;quot;Braços cruzados, máquinas paradas&amp;quot; iniciaria um movimento que acabaria por inflamar os ânimos em outras empresas, que também pararam dias depois, e serviria de exemplo para outros movimentos, mais organizados e alastrados, em 1979 e 1980.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400408.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/05/2008 - 08h15)</description>
</item>
<item>
<title>Greves ajudaram na redemocratização do país</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400422.shtml</link>
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As reivindicações dos trabalhadores eram muitas, sociais, políticas e trabalhistas. Algumas foram atendidas, outras nunca saíram do papel. Bandeiras foram esquecidas. Mas uma contribuição daqueles movimentos é certa entre políticos e estudiosos: as greves e manifestações dos metalúrgicos do ABC, que começaram em 78 e se consolidaram no ano seguinte, ajudaram no processo de redemocratização do país, que seria concluído em 1984.
Para o sociólogo Francisco Weffort, ex-secretário-geral do PT (Partido dos Trabalhadores) e ex-ministro da Cultura do governo Fernando Henrique Cardoso, o movimento teve um peso importante no processo de redemocratização. &amp;quot;Logo a seguir [das greves de 78 e 79] veio o processo de reforma partidária, quando surge o PT. É um momento de recuperação do sistema partidário. Não é que a democracia dependa apenas disso, mas foi importante&amp;quot;, afirmou.
&lt;table class=&quot;fe230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Folha Imagem&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/galeria/galeria-20080509-greve.shtml&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/dinheiro/images/08130119.jpg&quot; alt=&quot;Lula discursa durante greve de metalúrgicos promovida 1979, em São Bernardo; veja fotos&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/galeria/galeria-20080509-greve.shtml&quot;&gt;Lula discursa durante greve de metalúrgicos promovida 1979, em São Bernardo; veja fotos&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u400422.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/05/2008 - 08h00)</description>
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<item>
<title>Movimento estudantil de 1968 representa luta contra opressão no mundo, diz professora</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397995.shtml</link>
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O movimento estudantil no Brasil e no mundo teve motivações políticas e reivindicações diferentes. Em comum, o sentimento de opressão e a disposição em lutar por seus ideais. A avaliação é da professora de História Contemporânea Maria Aparecida de Aquino, da USP (Universidade de São Paulo), sobre a onda de protestos de jovens em diversas cidades da Europa, América e Ásia.
&amp;quot;Foi uma geração generosa, que deu a vida pela causa e o respeito pelo ser humano contra a repressão. O sentimento comum que existia em todas as manifestações era contra a guerra do Vietnã. Todos são contra&amp;quot;, afirmou a professora.
Na década de 60, países latino-americanos como Argentina, Chile, México e Brasil enfrentavam o regime militar. Mas, segundo Maria Aparecida, não houve relação entre os movimentos estudantis deflagrados em 1968.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397995.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/05/2008 - 16h45)</description>
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<item>
<title>Para Angeli, repertório ideológico de personagem está datado</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u398393.shtml</link>
<description>
Meiaoito morreu. Criado pelo cartunista Angeli em suas tiras para a &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; nos anos 1980, é baseado no típico revolucionário comunista de botequim, um tipo cada vez mais difícil de achar. Nas páginas do jornal, talvez só apareça como fantasma: Meiaoito foi atropelado por um caminhão em tira publicada no dia 20 de julho de 2007.
Seu criador reconhece que, como tipo urbano, o pseudoguerrilheiro está datado, apesar de ver &amp;quot;resquícios&amp;quot; recorrentes, por exemplo nas invasões a universidades públicas brasileiras: &amp;quot;No meio da ocupação, há um teatro muito bem armado, de uma peça já um pouco antiga. A função do humor é mostrar esse teatro&amp;quot;.
&lt;b&gt;Folha - O que Meiaoito tem a ver com Maio de 68?&lt;/b&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u398393.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/05/2008 - 10h43)</description>
</item>
<item>
<title>Para Zuenir Ventura, espírito libertário de Maio de 68 resiste</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u398387.shtml</link>
<description>
A nostalgia dos tabus que organizavam a vida social, as saudades da família estruturada em casamentos que obrigatoriamente duravam para sempre, o repúdio às drogas, a ojeriza à política e o ostracismo das utopias igualitárias --um sonho &amp;quot;regressista&amp;quot;, uma onda conservadora parece ter varrido como tsunami os rastros deixados por 1968 no Brasil.
&amp;quot;Só parece. A tendência é atribuir a 1968 o papel de berço de todos os desregramentos, todas as permissividades, todos os desrespeitos à regras e hierarquias, a crise da família&amp;quot;, admite o jornalista Zuenir Ventura, ele mesmo um legítimo &amp;quot;meia-oito&amp;quot;, além de autor de alentado tratado comportamental sobre a época e suas heranças (&amp;quot;1968 - O Ano Que Não Acabou&amp;quot; e &amp;quot;1968 - O Que Fizemos de Nós&amp;quot;).
&amp;quot;Mas o respeito à diferença, os direitos das minorias e das mulheres são tributários diretos dos acontecimentos de 68. Não por acaso, a Parada Gay, que em São Paulo, por exemplo, chega a mobilizar centenas de milhares de pessoas, tem tanto do espírito libertário de 1968, apesar de ser um movimento bem mais recente&amp;quot;, diz.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u398387.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/05/2008 - 10h24)</description>
</item>
<item>
<title>Leia correspondência inédita entre Hannah Arendt e o estudante Hans-Jürgen Benedict</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u397646.shtml</link>
<description>
Em carta de 1967, a pensadora antecipa questões que estariam no centro dos acontecimentos do Maio de 68.
Hans-Jürgen Benedict
355 Marburg
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u397646.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/05/2008 - 02h29)</description>
</item>
<item>
<title>Artistas e políticos são retratados em mostra sobre a ditadura</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u398046.shtml</link>
<description>
Um período de manifestações contra o regime militar que significou a tortura de muitas pessoas, incluindo estudantes e políticos. Um Brasil em tempos pouco democráticos está exposto na mostra fotográfica &amp;quot;Direito à Memória e à Verdade - a Ditadura no Brasil: 1964-1985&amp;quot;.
As imagens que retratam os 21 anos nos quais o país ficou sob o comando dos militares podem ser conferidas no recém-inaugurado Memorial da Resistência, em São Paulo. Muitos artistas que lutaram pelo fim da ditadura, como Chico Buarque, Glauber Rocha, além de políticos, como o presidente Lula, também estão expostos.
&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/05/02/noticiario-memorial_resistencia.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u398046.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/05/2008 - 19h16)</description>
</item>
<item>
<title>Antigas celas do Dops dão lugar a Memorial da Resistência, em SP</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397920.shtml</link>
<description>
As antigas celas do Dops (Departamento de Ordem Política e Social), palco de um dos piores momentos da história do país, deram lugar ao Memorial da Resistência, em São Paulo. O local havia sido reaberto em 2002 com o nome de Memorial da Liberdade. Mas mudou de nome a pedido de ex-presos políticos que discordavam do &amp;quot;liberdade&amp;quot;. Era lá que os presos políticos eram levados para serem interrogados --e acabavam sendo torturados.
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Arquivo Nacional&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/movimentoestudantil/&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/brasil/images/0812353.jpg&quot; alt=&quot;Imagem dos presos políticos que foram trocados pelo embaixador americano Elbrick&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/movimentoestudantil/&quot;&gt;Imagem dos presos políticos que foram trocados pelo embaixador americano Elbrick&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
A mudança de nome ocorreu nesta quinta-feira (1º), quando Secretaria de Estado da Cultura inaugurou a exposição fotográfica &amp;quot;Direito à Memória e à Verdade - a Ditadura no Brasil: 1964-1985&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397920.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/05/2008 - 13h12)</description>
</item>
<item>
<title>Espírito de uma geração é traduzido em 1968; ouça Oscar Pilagallo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u397381.shtml</link>
<description>
Alguns movimentos que marcaram a década de 1960, como o Tropicalismo (1967) e Woodstock (1969), foram incorporados ao clima do &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/maiode68/&quot;&gt;ano de 68&lt;/a&gt;, que traduz o espírito de uma geração.
As informações são do jornalista e escritor &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/438/&quot;&gt;Oscar Pilagallo&lt;/a&gt;. Ele diz que a atitude contestadora dos estudantes brasileiros estava em perfeita sintonia com o clima dos anos 60 em várias partes do mundo.
&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/mundo/2008/04/30/oscar_pilagallo-espirito_traduzido.mp3&quot;&gt;Oscar Pilagallo&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u397381.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/05/2008 - 10h31)</description>
</item>
<item>
<title>Há 40 anos, trabalhadores se reuniram na Praça da Sé contra ditadura</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u397258.shtml</link>
<description>
Há 40 anos, no dia 1º de maio, trabalhadores da região do ABC e da Grande São Paulo se reuniram em uma manifestação na Praça da Sé contra a ditadura, que caminhava para o seu endurecimento.
O jornalista Antonio Roberto Espinosa, professor de política internacional na Escola de Sociologia e Política de São Paulo e na Escola Superior de Diplomacia, conta que na época era estudante de filosofia, morava em Osasco e foi para o local.
&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/brasil/2008/04/30/antonio_espinosa-dia_trabalho_1968.mp3&quot;&gt;Antonio Roberto Espinosa&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u397258.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (01/05/2008 - 09h42)</description>
</item>
<item>
<title>Batalha da Maria Antonia resultou na morte de um estudante secundarista</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397429.shtml</link>
<description>
O confronto entre os alunos da Faculdade de Filosofia da USP e os estudantes do Mackenzie, em 3 de outubro de 1968, entrou para a história como a Batalha da Maria Antonia. O nome é uma referência ao endereço das duas universidades, que em 1968 eram vizinhas na rua Maria Antonia, no centro de São Paulo.
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Folha Imagem&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/brasil/images/08121275.jpg&quot; alt=&quot;Briga começou com ovos que eram atirados contra estudantes que cobravam pedágio&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Briga começou com ovos que eram atirados contra estudantes que cobravam pedágio&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
O saldo da batalha foi trágico: o estudante secundarista José Carlos Guimarães foi morto aos 20 anos com um tiro na cabeça. Outros três universitários foram baleados e dezenas ficaram feridos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397429.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/04/2008 - 21h00)</description>
</item>
<item>
<title>Saiba mais sobre os caras-pintadas</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397259.shtml</link>
<description>
Caras-pintadas foi o nome dado aos jovens e estudantes que, em agosto e setembro de 1992, pintaram o rosto de verde e amarelo e organizaram passeatas pelo impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello. O primeiro presidente eleito pelo voto direto desde 1961 --quando Jânio Quadros saiu vencedor das urnas-- foi acusado pelo próprio irmão, Pedro Collor de Melo, de cumplicidade com seu tesoureiro de campanha, Paulo César Farias, acusado de cometer crimes como enriquecimento ilícito, evasão de divisas e tráfico de influência.
As denúncias, que se intensificaram por todo o mês de maio, culminaram com a formação do Movimento pela Ética na Política, composto por 18 entidades civis, como centrais sindicais, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;18.set.92/Folha Imagem&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/brasil/images/08078149.jpg&quot; alt=&quot;Estudantes saíram às ruas em 1992 paea pedir o impeachment de Fernando Collor&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Estudantes saíram às ruas em 1992 para pedir o impeachment de Fernando Collor&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397259.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/04/2008 - 18h36)</description>
</item>
<item>
<title>Envolvidos no seqüestro de embaixador americano se dividem sobre eficácia da ação</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397279.shtml</link>
<description>
Um dos episódios mais tensos da história do Brasil foi o seqüestro do embaixador americano Charles Burke Elbrick, 1969, no Rio de Janeiro. Depois de 39 anos, os seqüestradores se dividem sobre a eficácia da ação. Alguns dizem não se arrepender da ação. O deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), não só se arrepende como não gosta nem de falar do assunto.
Gabeira afirma que sua imagem ficou muito ligada ao seqüestro, do qual se arrepende de ter participado. &amp;quot;Aquela ação e todo o processo de luta armada minou a possibilidade de uma resistência pacífica&amp;quot;, diz.
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Folha Imagem&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/brasil/images/08121288.jpg&quot; alt=&quot;Após ser libertado, Charles Burke dá entrevista no centro do Rio de Janeiro&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Após ser libertado, Charles Burke dá entrevista no centro do Rio de Janeiro &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397279.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (30/04/2008 - 18h28)</description>
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<item>
<title>Movimento estudantil ressurge 40 anos depois de seu auge</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/movimentoestudantil/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u383070.shtml</link>
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A história do movimento estudantil no Brasil poderia ser dividida em antes e depois de 1968. Foi naquele ano que o regime militar aumentou a repressão, o que fez emergir a UNE (União Nacional dos Estudantes) como uma das protagonistas da resistência. Quarenta anos depois, o movimento estudantil ressurge com a invasão da reitoria da UnB (Universidade de Brasília), em abril deste ano, que culminou com a renúncia do então reitor Timothy Mullholand, suspeito de usar recursos de pesquisa na reforma do apartamento funcional.
De acordo com especialistas, o movimento só renasceu porque mudou o discurso e se afastou da UNE, que na década de 80 se partidarizou e, nos últimos anos, aderiu ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O período de maior atividade da UNE foi entre 1964 e 1968, quando, mesmo na clandestinidade, lutou contra o regime militar. Em 1968, a polícia invadiu o 30º Congresso da entidade --que acontecia em Ibiúna, no interior de São Paulo-- e prendeu cerca de 800 estudantes.
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