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<title>Folha Online - Mundo - Especial - 2008 - Obama Presidente</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Mundo - Especial - 2008 - Obama Presidente</title>
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<title>Oprah irá à Casa Branca para programa especial de Natal</title>
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A rainha da televisão norte-americana Oprah Winfrey vai entrevistar o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em um especial de Natal da rede ABC.
A rede anunciou que vai exibir o programa &amp;quot;Natal na Casa Branca: Um Especial de Horário Nobre de Oprah&amp;quot; na noite de 13 de dezembro, um domingo.
O programa vai incluir uma entrevista com o presidente, um bate-papo com o casal Obama e um passeio pela Casa Branca. O especial também visitará os bastidores da Casa Branca para ver os preparativos para as festas de fim de ano.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u658497.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (27/11/2009 - 14h03)</description>
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<title>Obama promete recuperação econômica no Dia de Ação de Graças</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u657921.shtml</link>
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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu arrumar a economia dos Estados Unidos durante um discurso no Dia de Ação de Graças, mas admitiu que o país ainda está criando poucos empregos.
Ao reconhecer que milhões de americanos estão desempregados e enfrentam um momento econômico muito difícil, Obama disse que não descansará até que a economia seja reconstruída com mais força que antes.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u657857.shtml&quot;&gt;Dívida pública de países ricos é novo problema da economia, diz OCDE&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u657787.shtml&quot;&gt;Real é a moeda mais sobrevalorizada do mundo, diz banco Goldman Sachs&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u657749.shtml&quot;&gt;Dubai pede prazo para pagamento de dívida de US$ 59 bilhões&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u657921.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/11/2009 - 12h36)</description>
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<title>Obama concede perdão a peru de Ação de Graças pela 1ª vez</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657485.shtml</link>
<description>
Barack Obama concedeu nesta quarta-feira, pela primeira vez, o seu &amp;quot;perdão&amp;quot; de presidente dos Estados Unidos a um peru que poderia ter sido devorado por ocasião do feriado nacional do Dia de Ação de Graças, que será comemorado pelos americanos nesta quinta-feira (26).
Na verdade, foram dois perus, apelidados Courage e Carolina, que Obama e suas duas filhas, Malia e Sasha, salvaram da execução durante uma cerimônia nos jardins da Casa Branca.
Tradicionalmente, desde Abraham Lincoln (1861-1865), os presidentes americanos ganham um peru de presente e &amp;quot;perdoam&amp;quot; o animal. A Federação Nacional do Peru apresenta a cada ano dois de seus mais belos animais, que depois da graça presidencial são enviados para um parque da Disney, na Califórnia (oeste dos EUA).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657485.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/11/2009 - 17h10)</description>
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<item>
<title>EUA vão propor corte de 17% na emissão de gases até 2020</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u657384.shtml</link>
<description>
O presidente Barack Obama apresentará na conferência de Copenhague sobre o clima a meta de redução de 17% das emissões de gases de efeito estufa nos Estados Unidos em 2020. A meta se amplia para 30% em 2025 e 42% em 2030. Todas elas são em relação aos níveis de 2005, anunciou nesta quarta-feira (25) a Casa Branca.
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u657339.shtml&quot;&gt;Mesmo após promessa de meta dos EUA, Greenpeace acusa Obama de &amp;quot;sabotagem&amp;quot;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u657350.shtml&quot;&gt;Obama estará na cúpula de Copenhague dia 9, diz Casa Branca&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u657381.shtml&quot;&gt;Cúpula de Copenhague coloca liberdade em risco, diz presidente tcheco&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
A presidência americana não respondeu de imediato a correspondência dessas reduções em relação a 1990, ano de referência escolhido pela maior parte dos países associados nas negociações da ONU sobre o clima.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u657384.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/11/2009 - 14h04)</description>
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<item>
<title>Obama estará na cúpula de Copenhague dia 9, diz Casa Branca</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u657350.shtml</link>
<description>
O presidente americano, Barack Obama, viaja no próximo dia 9 para participar da conferência de Copenhague sobre as mudanças climáticas, que acontecerá entre os dias 7 e 18, anunciou a Casa Branca. Os EUA são, ao lado da China, os maiores poluidores do planeta e, com as negociações por um acordo climático mundial travadas, o anúncio tem grande peso político.
Mais de 60 chefes de Estado e de governo --incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva-- aceitaram o convite da Dinamarca, o anfitrião da cúpula. Obama já iria para a Europa dia 10 de dezembro para receber em Oslo o seu Prêmio Nobel da Paz.
Em comunicado, a Casa Branca informou que Obama está &amp;quot;ansioso para trabalhar com a comunidade internacional e dirigir o progresso por um acordo abrangente e operacional&amp;quot;. Conforme a Casa Branca, o presidente &amp;quot;tem trabalhado consistentemente em nome de um resultado positivo em Copenhague&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u657350.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/11/2009 - 12h57)</description>
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<title>Obama escreveu carta para Lula antes da visita de Ahmadinejad, diz &quot;NYT&quot;</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657256.shtml</link>
<description>
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, enviou uma carta no domingo passado (22) para o colega Luiz Inácio Lula da Silva sobre a posição americana sobre o programa nuclear do Irã, informa reportagem do jornal americano &amp;quot;The New York Times&amp;quot;, que cita um assessor de Lula.
A carta foi entregue um dia antes da chegada ao Brasil do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, que deixou Brasília na manhã de terça-feira com um discurso de apoio de Lula ao seu programa nuclear --desde que com fins pacíficos.
Segundo o jornal, Obama não criticou explicitamente Lula pela polêmica recepção, mas disse esperar que o brasileiro aproveitasse a oportunidade para reiterar os esforços liderados pelos EUA pela desnuclearização de Teerã.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657256.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/11/2009 - 09h03)</description>
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<title>EUA reiteram que não assinarão tratado que proíbe minas terrestres</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657176.shtml</link>
<description>
Os Estados Unidos reiteraram nesta terça-feira (24) sua posição de que não assinarão o tratado internacional de proibição de minas terrestres, informou o porta-voz do Departamento de Estado, Ian Kelly.
O governo do presidente Barack Obama finalizou recentemente uma revisão do tratado e optou por não mudar a política de seu antecessor, George W. Bush.
&amp;quot;Decidimos que nossa política sobre minas terrestres seguirá vigente&amp;quot;, disse o porta-voz em entrevista coletiva, na qual anunciou que os EUA enviarão um grupo de especialistas em minas à conferência que será realizada na Colômbia na semana que vem para revisar o tratado.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657176.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/11/2009 - 00h16)</description>
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<item>
<title>Obama recebe premiê indiano em primeiro jantar de gala de seu governo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657173.shtml</link>
<description>
O presidente americano, Barack Obama, recebeu na noite desta terça-feira o primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, no primeiro jantar de gala oferecido em seu governo.
Diferentemente dos seis jantares de gala oferecido pelo antecessor, Obama decidiu servir o jantar desta terça-feira para 339 pessoas em uma enorme tenda branca no gramado sul, com vista para o Monumento Washington e o Memorial Lincoln, em um aparente esforço para mostrar a Singh quanto os EUA valorizam as relações com seu país.
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Susan Walsh/AP&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/mundo/images/09328404.jpeg&quot; alt=&quot;Obama e Michelle Obama recebem primeiro-ministro indiano e a mulher, Gursharan Kaur&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Obama e Michelle Obama recebem primeiro-ministro indiano e a mulher, Gursharan Kaur&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657173.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/11/2009 - 00h06)</description>
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<item>
<title>Proposta de enviar mais tropas ao Afeganistão divide EUA, diz pesquisa</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u656819.shtml</link>
<description>
Sob a expectativa do anúncio &amp;quot;em alguns dias&amp;quot; do presidente americano, Barack Obama, sobre a estratégia do país no Afeganistão, os americanos estão divididos sobre a questão central em discussão: o envio de até 40 mil tropas adicionais para a Guerra do Afeganistão.
Segundo uma pesquisa da Opinion Research Corporation publicada nesta terça-feira pela rede de TV CNN, 50% dos americanos são favoráveis ao envio de 34 mil soldados extras, enquanto 49% são contra. Uma diferença que, dentro da margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, leva a um empate estatístico.
Em agosto passado, o comandante dos Estados Unidos no Afeganistão, o general Stanley McChrystal, advertiu sobre uma deterioração da situação e disse que seriam necessários ao menos 40 mil soldados para evitar um fracasso da missão. Desde então, os altos comandantes militares apresentaram ao presidente Obama planos alternativos que incluem a adição de entre 10 mil até 45 mil soldados.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u656819.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 13h58)</description>
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<item>
<title>Obama decidirá sobre Afeganistão em &quot;alguns dias&quot;, diz Casa Branca</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u656810.shtml</link>
<description>
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciará sua decisão sobre o futuro da estratégia americana no Afeganistão em &amp;quot;alguns dias&amp;quot;, informou a Casa Branca nesta terça-feira. O anúncio é aguardado há semanas, enquanto Obama se reúne com assessores, conselheiros e militares para definir, entre outras coisas, sobre o pedido de aumento das tropas americanas no país.
&amp;quot;Depois de concluir uma rigorosa reunião final, o presidente Obama possui as informações de que necessita para tomar sua decisão e a anunciará em alguns dias&amp;quot;, declarou o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs.
Gibbs não deu uma data, mas fontes do governo citadas por agências e jornais americanos afirmam que o anúncio será feito na noite da próxima terça-feira (1º).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u656810.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 13h37)</description>
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<title>Com Obama, premiê da Índia pede mundo sem armas nucleares</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u656807.shtml</link>
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Na sua primeira visita aos Estados Unidos sob Barack Obama, o premiê da Índia, Manmohan Singh, ecoou seu anfitrião e pediu &amp;quot;um mundo livre de armas nucleares&amp;quot;. É o mesmo discurso que justificou, em grande parte, o Nobel da Paz entregue para o americano em outubro, mas dirigido a uma Índia que, embora tenha um arsenal nuclear, se recusa a assinar o Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP).
Além do mais, nesta segunda-feira (23), a Índia testou um míssil com alcance de mais de 2.000 km e capacidade para levar ogivas nucleares, informou o seu Ministério da Defesa.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u595874.shtml&quot;&gt;Saiba mais sobre as relações EUA-Índia&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u656807.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 13h29)</description>
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<item>
<title>Obama enfrenta batalha no Senado por reforma da Saúde</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u655992.shtml</link>
<description>
A reforma da Saúde nos Estados Unidos, prioridade do presidente Barack Obama, superou um obstáculo importante no Senado, mas a forte oposição neste domingo a pontos-chave da proposta oficial permitem prever uma dura batalha.
Com uma pequena margem, o Senado norte-americano votou no sábado à noite em favor do início formal do debate sobre o projeto de lei da reforma do sistema de Saúde promovida por Obama.
Mas neste domingo os republicanos já traçaram a sua estratégia de batalha, e o líder republicano no Congresso, Mitch McConnell, do Kentucky, advertiu aos democratas que ainda resta um longo caminho pela frente.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u655992.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (22/11/2009 - 19h04)</description>
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<title>Dalai-lama nega que postura de Obama com China seja branda</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u655857.shtml</link>
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O dalai-lama, líder espiritual dos tibetanos, considera que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tem um estilo &amp;quot;diferente&amp;quot;, mas disse que não considera que tenha uma postura branda a respeito da China.
Em entrevista concedida ao canal NDTV, que será transmitida amanhã (23) e da qual a rede antecipou hoje alguns trechos, o dalai-lama disse não estar decepcionado por não ter se reunido pessoalmente com o presidente dos Estados Unidos.
Questionado se a postura de Obama a respeito da China não tem contundência suficiente, o dalai-lama rejeitou essa afirmação e disse não estar preocupado com a relação entre os EUA e o gigante asiático. &amp;quot;Ele tem um estilo diferente. Mas, como presidente da América, é um defensor da democracia e da liberdade&amp;quot;, disse o líder tibetano, acrescentando que Obama &amp;quot;às vezes é mais duro, às vezes é mais brando&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u655857.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (22/11/2009 - 08h33)</description>
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<title>Obama pede paciência aos americanos na questão econômica</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u655661.shtml</link>
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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu neste sábado aos norte-americanos que tenham paciência em relação à situação da economia. Ele argumentou que sua recém-concluída viagem à Ásia foi importante para as exportações do país, rebatendo, assim, as críticas de que tenha voltado sem alcançar resultados concretos.
Com a taxa de desemprego no país em 10,2% e a alta popularidade do início do mandato agora caindo, Obama disse que um fórum da Casa Branca em dezembro discutirá a questão profundamente.
&amp;quot;Mesmo que leve tempo, posso lhes prometer isto: estamos seguindo na direção certa. As medidas que estamos adotando estão ajudando&amp;quot;, disse Obama em seu pronunciamento semanal de rádio, em meio a sinais de que a população está ficando impaciente com a crise.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u655661.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (21/11/2009 - 12h28)</description>
</item>
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<title>Aprovação a Obama cai a menos de 50%, mostra pesquisa</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u655624.shtml</link>
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A taxa de aprovação ao governo do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, caiu abaixo dos 50%, em uma segunda pesquisa nesta semana, numa indicação de que sua popularidade está sendo afetada por um longo debate sobre o sistema de saúde e pelo enfraquecimento da economia, informou nesta sexta-feira (20) o Instituto Gallup.
Segundo o instituto, 49% dos norte-americanos aprovam o desempenho de Obama. Uma outra sondagem divulgada na quarta-feira (18), da Universidade Quinnipiac, mostrou números semelhantes, apontando 48% de apoio a seu governo.
É a primeira vez que Obama não tem o apoio da maioria. Depois de tomar posse, em janeiro, com taxa de aprovação pouco abaixo de 70%, ele ficou meses um pouco acima de 50%.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/obamapresidente/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u655624.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (21/11/2009 - 09h58)</description>
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