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<title>Folha Online - Brasil - Especial - 2008 - Voto feminino</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br</webMaster>
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<title>Folha Online</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<title>Brasil é 146º em ranking de mulheres no Parlamento</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u378738.shtml</link>
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O Brasil ocupa a 146ª posição em um ranking sobre a participação das mulheres nos Parlamentos em 192 países do mundo, divulgado pela organização internacional União Interparlamentar, com sede em Genebra, na Suíça.
O ranking, que considera os Parlamentos unicamerais ou as Câmaras Baixas nos países com duas Casas no Parlamento, mostra ainda que na América Latina o Brasil fica à frente apenas de Haiti e Colômbia no que se refere à proporção de mulheres deputadas.
Segundo os cálculos da organização, baseados nos dados de 1º de janeiro deste ano, a Câmara dos Deputados do Brasil conta com 9% de mulheres (46 dos 513 deputados).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u378738.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/03/2008 - 09h16)</description>
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<title>TSE apresenta sistema de identificação biométrico que será usado em eleições</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u376945.shtml</link>
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O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) apresentou nesta quinta-feira em Brasília o &amp;quot;Kit Bio&amp;quot;, um conjunto de equipamentos que serão utilizados para cadastrar o eleitorado brasileiro por leitura biométrica nas eleições municipais deste ano.
Os eleitores terão seus dados pessoais, impressões digitais e fotografia coletados pelo sistema. A previsão do TSE é de que em dez anos 100% dos eleitores do país já estejam cadastrados no novo sistema que, de acordo com o órgão, será o maior do mundo em número de registros biométricos.
&lt;table class=&quot;fe175&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/informatica/images/0805983.jpg&quot; alt=&quot;&amp;quot;Bio Kit&amp;quot; será usado para cadastrar eleitores nas próximas eleições&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&amp;quot;Bio Kit&amp;quot; será usado para cadastrar eleitores nas próximas eleições&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u376945.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (28/02/2008 - 14h42)</description>
</item>
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<title>Procurador-geral diz que cotas para mulheres nas eleições é constitucional</title>
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O procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, emitiu parecer pela improcedência da ação direta de inconstitucionalidade ajuizada pelo PSC contra a lei que reserva uma cota mínima de 30% para cada sexo na composição das listas de registro de candidaturas.
Em 1996, o Congresso Nacional instituiu o sistema de cotas na Legislação Eleitoral --que obrigava os partidos a inscreverem, no mínimo, 20% de mulheres nas chapas proporcionais. No ano seguinte, o sistema foi revisado e o mínimo passou a ser de 30%.
Na ação, o partido contestava o princípio da isonomia entre homens e mulheres. Segundo o procurador, a visão formalista do PSC não leva em conta o compromisso democrático assumido pela Constituição de ampliar a inserção e o direito à participação das mulheres e de outras minorias na sociedade brasileira.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u376212.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/02/2008 - 15h44)</description>
</item>
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<title>Senadora do RN critica ausência de mulheres em cargos de comando no Congresso</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u375189.shtml</link>
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A líder da bancada feminina no Senado, Rosalba Ciarlini (DEM-RN), disse ter orgulho da história do primeiro voto de uma mulher no país. É que Celina Viana dos Guimarães --primeira mulher a tirar o título de eleitor no Brasil-- era de Mossoró (RN), cidade natal da senadora. Segundo ela, Mossoró tem orgulho de Celina e reverencia a precursora do voto feminino.
&amp;quot;Em Mossoró, temos muito orgulho da professora de artes, Celina Viana dos Guimarães. Ela era uma vanguardista em tudo: além de ser responsável pelo primeiro voto feminino, também era juíza de futebol, em um tempo que o preconceito era muito maior do que agora&amp;quot;, disse Rosalba.
A própria senadora tem uma história política que a diferencia. Foi a primeira mulher eleita para o Senado no Rio Grande do Norte (em 2006) e a primeira prefeita de Mossoró (em 1988).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u375189.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/02/2008 - 08h05)</description>
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<title>Erundina diz que mulher é sub-representada na política nacional</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u368695.shtml</link>
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O fato de as mulheres representarem mais de 50% do eleitorado brasileiro não reflete a participação feminina na política nacional. As mulheres ainda são minoria no Senado, na Câmara, nos governos estaduais e nas prefeituras. Para a deputada Luiza Erundina (PSB-SP), as mulheres ainda são sub-representadas na política devido a questões culturais, sociais e econômicas, além do preconceito e do machismo. &amp;quot;A mulher não é educada e preparada para conquistar e exercer o poder&amp;quot;, afirma.
Na avaliação de Erundina, a cultura brasileira não estimula o exercício do poder pelas mulheres porque no inconsciente da sociedade está embutido que política é &amp;quot;coisa para homem&amp;quot; e que não seria um trabalho indicada para elas.
Erundina também acredita que o fato de a mulher ter que dividir seu tempo com a família, o serviço doméstico e o trabalho fora de casa dificulta o envolvimento com questões coletivas e acaba se excluindo da disputa pelo poder.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u368695.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/02/2008 - 08h04)</description>
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<title>Mulher ainda sofre preconceito na política, diz especialista</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u373483.shtml</link>
<description>
Apesar de apresentar um crescimento significativo desde 1990, as mulheres ainda são minoria na política brasileira. A justificativa para o fato, segundo a pesquisadora Fabrícia Pimenta, mestre em Ciência Política pela UnB (Universidade de Brasília) e doutoranda em História na linha de pesquisa &amp;quot;Estudos Feministas e de Gênero&amp;quot;, é de que as mulheres ainda sofrem preconceito.
&amp;quot;Há preconceito, com certeza. Contudo, a arena política, tradicionalmente vista como local de debates arraigados de valores patriarcais, tem sido, aos poucos, conquistado pelas mulheres. De um modo geral, já se pode falar da visibilidade, ainda que diminuta, feminina nos processos eleitorais, atividades no Parlamento, no aparelho estatal; enfim, no campo político brasileiro.&amp;quot;
Para Pimenta, o Brasil está preparado para ter uma mulher na Presidência da República. &amp;quot;Creio que existem mulheres capacitadas para assumir a Presidência da República, contudo, caso uma mulher seja eleita para o cargo máximo do Executivo brasileiro, espera-se que ela aja com justiça social e igualdade, apresentando uma série de desafios urgentes que precisam ser enfrentados pela sociedade e pelo Estado, visando assegurar a concretização do que já foi conquistado pelas mulheres e buscando o que ainda falta alcançar.&amp;quot;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u373483.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/02/2008 - 08h03)</description>
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<title>Mulher ainda é minoria no Congresso Nacional</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u367852.shtml</link>
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Apesar de apresentar um crescimento significativo desde 1990, as mulheres ainda são minoria no Congresso Nacional. Hoje, dos 513 deputados na Câmara, apenas 46 são mulheres, ou seja, 8,97%. No Senado, dos 81 parlamentares, 10 são mulheres (12,34%).
Segundo o professor do Instituto de Ciência Política da UnB (Universidade de Brasília), Leonardo Barreto, apesar de o Congresso ter instituído, em 1996, cotas na Legislação Eleitoral --que, hoje, obriga os partidos a inscreverem, no mínimo, 30% de mulheres nas chapas proporcionais--, o sistema ainda é pouco eficiente.
&amp;quot;A cota não resolveu, o sistema é pouco eficiente. Hoje, o Congresso é representado por entre 8% e 12% das mulheres.&amp;quot;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u367852.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/02/2008 - 08h02)</description>
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<title>Mulheres representam maioria do eleitorado brasileiro</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u365871.shtml</link>
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Do total de 127,4 milhões de eleitores brasileiros, 65,9 milhões (51,7%) são mulheres, segundo balanço do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
O levantamento indica ainda que as mulheres também estão à frente dos homens quando considerados os níveis de escolaridade dos eleitores por sexo. No Brasil, há mais eleitoras com nível superior, com segundo grau e com primeiro grau completo do que eleitores homens. No entanto, elas também são maioria entre os analfabetos.
No Brasil, há 4,384 milhões de eleitoras analfabetas contra 3,840 milhões de eleitores homens. As regiões mais ricas e desenvolvidas concentram os piores indicadores de alfabetização para as mulheres.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u365871.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/02/2008 - 08h01)</description>
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<title>Direito de voto feminino completa 76 anos no Brasil; saiba mais sobre essa conquista</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u367001.shtml</link>
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Faz só 76 anos que a mulher brasileira ganhou o direito de votar nas eleições nacionais. Esse direito foi obtido por meio do Código Eleitoral Provisório, de 24 de fevereiro de 1932. Mesmo assim, a conquista não foi completa. O código permitia apenas que mulheres casadas (com autorização do marido), viúvas e solteiras com renda própria pudessem votar.
As restrições ao pleno exercício do voto feminino só foram eliminadas no Código Eleitoral de 1934. No entanto, o código não tornava obrigatório o voto feminino. Apenas o masculino. O voto feminino, sem restrições, só passou a ser obrigatório em 1946.
&lt;table class=&quot;fe175&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Reprodução&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/08053171.jpg&quot; alt=&quot;Alzira Soriano foi eleita prefeita de Lajes (RN) em 1928&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Alzira Soriano foi eleita prefeita de Lajes (RN) em 1928&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u367001.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/02/2008 - 08h00)</description>
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<title>Roseana diz que preconceito contra mulher na política ainda existe</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u374697.shtml</link>
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Roseana Sarney, 54, nasceu em uma família de políticos. Estudou Ciências Sociais e fez especialização em Ciências Políticas. Mas não tinha certeza que iria seguir a carreira do pai, o senador e ex-presidente José Sarney (PMDB-AP). Quando decidiu participar do processo político-eleitoral, a ex-governadora e atual senadora pelo PMDB do Maranhão percebeu que realmente existe preconceito à participação da mulher na política.
A senadora disse que não sofreu preconceito, mas reconheceu que ele existe. Segundo ela, em sua primeira eleição, para deputada federal, em 1990, não levantou a bandeira sobre a condição da mulher. &amp;quot;Queria discutir o progresso do Maranhão&amp;quot;, recorda a parlamentar, que foi a mais votada no Estado naquela eleição.
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Lula Marques/Folha Imagem&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/brasil/images/0805312.jpg&quot; alt=&quot;Roseana disse que não tinha certeza que seguiria a carreira do pai, José Sarney&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Roseana disse que não tinha certeza que seguiria a carreira do pai, José Sarney&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2008/votofeminino/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u374697.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/02/2008 - 08h00)</description>
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