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<title>Folha Online - Ilustrada - Especial - 2009 - Festa Literária Paraty</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Ilustrada - Especial - 2009 - Festa Literária Paraty</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<title>Romance de Edna O'Brien traz história de mulher dividida entre a família e o amor; leia trecho</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u588537.shtml</link>
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Criada em um vilarejo irlandês extremamente religioso, sem acesso a livros que não fossem a Bíblia, Edna O&apos;Brien escandalizou a comunidade ao lançar livros que tratavam de seu cotidiano. Sem conhecer muita coisa além do local em que morava, suas primeiras obras traziam um tom de diário que as levou a serem banidas da Irlanda.
Ao utilizar mulheres como protagonistas, a autora descrevia as suas vidas particulares com a precisão de quem viveu no mesmo ambiente. O que acabou irritando as autoridades religiosas, que viam suas obras como imorais. Hoje, já aceita, aproveita a receptividade de seus textos que são transformados em filmes e séries de televisão locais.
Convidada para participar da 7ª edição da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) O&apos;Brien poderá ver seu sucesso com o público feminino. Como seus livros apresentam protagonistas femininas fortes, a escritora costuma ser recebida pelas mulheres como libertadora.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u588537.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (23/07/2009 - 00h30)</description>
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<title>Escritora francesa que descreveu orgias sexuais diz não se importar com críticas</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u592373.shtml</link>
<description>
&amp;quot;As críticas aos meus livros me divertem e, ao mesmo tempo, me causam indiferença. Não me ferem, na verdade me dão uma ideia do estado de espírito dos meus contemporâneos&amp;quot;. É dessa forma que a crítica de arte Catherine Millet define o que sente em relação às avaliações já recebidas por seus dois livros autobiográficos, &lt;a href=&quot;http://livraria.folha.com.br/catalogo/1022271&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;A Vida Sexual de Catherine M.&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; (Ediouro, 2001) e &lt;a href=&quot;http://livraria.folha.com.br/catalogo/1022275&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;A Outra Vida de Catherine M.&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; (Agir, 2009).
&lt;table class=&quot;fd175&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Arnaud Frévier/Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://livraria.folha.com.br/busca?q=catherine+millet&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/publifolha/images/09189148.jpg&quot; alt=&quot;Escritora e crítica de arte, Catherine Millet lança segundo livro no Brasil&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://livraria.folha.com.br/busca?q=catherine+millet&quot;&gt;Escritora e crítica de arte, Catherine Millet lança segundo livro no Brasil&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
Com a primeira obra, a intelectual causou alvoroço na Europa. Sem pudores, revelou detalhes de sua movimentada vida sexual, iniciada aos 18 anos, e descreveu minúcias de orgias das quais participou --algumas delas envolviam até 150 pessoas. Depois do constrangimento inicial da opinião pública, veio a resposta: desde o lançamento, em 2001, os direitos autorais foram comprados por vários países e cerca de 1,2 milhão de exemplares foram vendidos em todo o mundo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u592373.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/07/2009 - 15h27)</description>
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<item>
<title>EUA e Obama dominam apresentação de Simon Schama na Flip</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590959.shtml</link>
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O historiador, professor, pesquisador e jornalista inglês Simon Schama abriu o último dia das mesas de discussões da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), neste domingo, e dividiu a conversa com a também historiadora Lilia Moritz Schwarcz. Ao se dirigir ao público pela primeira vez, disse &amp;quot;como era maravilhoso estar no Brasil&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/flip/&quot;&gt;Veja a cobertura da 7ª Festa Literária Internacional de Paraty&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590695.shtml&quot;&gt;Folha sabatina o historiador Simon Schama&lt;/a&gt;
Schama falou sobre seu mais recente livro &amp;quot;O Futuro da América&amp;quot; (Cia. Das Letras) e transcorreu sobre quatro temas: guerra, religião, raça e tradição. Em seu discurso, Barack Obama esteve presente o tempo todo, como exemplo de retórica e de um homem que entende exatamente como funciona o poder da palavra --e foi comparado a seu antecessor, George W. Bush, que usava como &amp;quot;exposição&amp;quot; de seus atos justamente o silêncio e a omissão.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590959.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/07/2009 - 14h45)</description>
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<title>Flip destaca HQs; veja entrevista com quadrinistas gêmeos</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u590927.shtml</link>
<description>
A produção de histórias em quadrinhos feita por brasileiros tem ganhado destaque no país e no mundo. Prova disso foi a criação de uma mesa inteiramente dedicada ao tema durante a 7ª Flip (Festa Literária Internacional de Paraty). Os premiados cartunistas Os Gêmeos --Gabriel Bá e Fábio Moon-- não só participaram deste debate como também fizeram parte da programação da Flipzona, novo espaço do evento que visa contemplar o público jovem.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u590698.shtml&quot;&gt;Veja a cobertura sobre a 7ª Festa Literária de Paraty&lt;/a&gt;
No vídeo a seguir, os irmãos --que conquistaram recentemente o Prêmio Eisner, uma espécie de Oscar dos Quadrinhos-- contam que o destaque dado ao assunto chega em um bom momento. &amp;quot;Hoje a gente tem autores que têm o que dizer, pois não adianta ter o que mostrar se não há maturidade nos trabalhos&amp;quot;, afirma Moon.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u590927.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/07/2009 - 11h53)</description>
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<item>
<title>Especialista em Gilberto Freyre fala sobre amizade com Manuel Bandeira na Flip; leia trecho de livro</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590229.shtml</link>
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Neste domingo (5), às 16h15, o professor Edson Nery da Fonseca participa da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), na mesa &amp;quot;Antologia pessoal&amp;quot; ao lado de Zuenir Ventura. Amigo e correspondente de Manuel Bandeira, Nery relembra momentos de convivência com o poeta no Rio e em Pernambuco.
Especialista a obra do sociólogo Gilberto Freyre, de quem também foi amigo e compadre, Edson Nery da Fonseca é considerado por muitos como o maior &amp;quot;gilbertólogo&amp;quot; e tornou-se reconhecido por seu olhar crítico e direto que transporta para seus trabalhos.
Em razão do centenário de Gilberto Freyre em 2000, Nery da Fonseca escreveu &amp;quot;Gilberto Freyre de A a Z&amp;quot;. O autor também reuniu ensaios, textos, conferências e fotos de sociólogo no livro &lt;a href=&quot;http://livraria.folha.com.br/catalogo/1022881&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;Em Torno de Gilberto Freyre&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; (Massangana, 2007). Neste, o escritor procura observar não apenas a obra, mas também o sociólogo que &amp;quot;amava os paradoxos porque era, ele mesmo, um ser Paradoxal&amp;quot;, como diz Fonseca na introdução de seu livro.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590229.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/07/2009 - 11h48)</description>
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<title>Para ser bom escritor, é preciso ver Garrincha jogando, diz Lobo Antunes na Flip</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590817.shtml</link>
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O jornalista e escritor norte-americano Gay Talese, 76, e o escritor português António Lobo Antunes, 67, encerraram as mesas de literatura deste sábado na Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), que termina neste domingo. Ambos fizeram suas apresentações em formato de conversa, e não de debate.
O português Lobo Antunes, autor de 21 romances e que não visitava o Brasil havia 26 anos, falou com o público da Flip, que lotou a sala da Tenda dos Autores para vê-lo, como se estivesse batendo um papo com amigos.
&lt;table class=&quot;fe175&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Reprodução&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/09155348.jpg&quot; alt=&quot;Português António Lobo Antunes, que participou da Flip&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Português António Lobo Antunes, que participou da Flip&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590817.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/07/2009 - 22h17)</description>
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<item>
<title>Educar é tentar fazer uma pessoa feliz, diz escritora na Flipinha</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590810.shtml</link>
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No ano em que Ruth Rocha comemora 40 anos de produção de literatura infantil, a Flipinha --versão da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) voltada ao público infantil e a profissionais da área de educação-- faz uma homenagem para a autora. Além da decoração especial feita por alunos das escolas de Paraty, com criações artísticas e referenciais embasados nas personagens e mundos criados pela escritora, Rocha participou de uma conversa com Bia Hetzel, na tarde deste sábado (4).
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/flip/&quot;&gt;A cobertura da 7ª Festa Literária Internacional de Paraty&lt;/a&gt;
Após o bate-papo que reuniu pais, crianças e educadores e da sessão de autógrafos, Rocha falou à &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt; sobre o evento. Leia íntegra da entrevista.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590810.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/07/2009 - 21h26)</description>
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<item>
<title>Autobiografia conta trajetória do norte-americano Gay Talese no jornalismo; veja trecho do livro</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u588538.shtml</link>
<description>
O escritor e jornalista norte-americano Gay Talese é um dos nomes mais conhecidos do chamado &amp;quot;new journalism&amp;quot;. O movimento, criado na década de 60, incorporou características do texto literário às estruturas formais da linguagem jornalística e inovou na abordagem do fatos por descrever cenas, reproduzir diálogos e, também, mostrar o ponto de vista dos personagens nos textos.
Mas a trajetória de Talese até chegar ao posto de protagonista desta revolução na forma de se fazer jornalismo começou muito antes, no jornalzinho da faculdade de baixa reputação que cursou no Alabama, nos Estados Unidos. Lá, escrevia sobre esportes no semanário da instituição e, não raramente, suavizava na hora de passar para o papel os fiascos cometidos pelos times dentro das quadras e estádios. Mais tarde, como repórter do &amp;quot;The New York Times&amp;quot;, o jornalista ficou conhecido pela longa apuração de matérias, o que contrariava a rapidez exigida nas redações de jornais diários.
Momentos importantes da carreira de Gay Talese estão descritos no livro &lt;a href=&quot;http://livraria.folha.com.br/catalogo/1012942&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;Vida de Escritor&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; (Companhia das Letras, 2009), lançado no Brasil neste ano. Muito mais que uma autobiografia, a obra traz uma reflexão profunda do autor sobre sua trajetória profissional, com exemplos de como encontrar uma boa história em meio a tantas outras.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u588538.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/07/2009 - 16h56)</description>
</item>
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<title>Crítico de música americano inova leitura durante a Flip e agrada</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590748.shtml</link>
<description>
O crítico de música e escritor norte-americano Alex Ross inovou a tradicional leitura que dá início às mesas da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty). Durante sua apresentação neste sábado, ele colocou música de fundo para sua leitura, leu trecho de seu livro &amp;quot;O Resto é Ruído&amp;quot; embalado por Stravinsky.
A mesa mediada pelo jornalista Arthur Dapieve tratou sobre o processo de construção do livro, a escolha das personagens, a relação da composição musical erudita com a história, a política e a sociedade.
Uma das preocupações apresentada por Ross, crítico musical da respeita revista norte-americana &amp;quot;The New Yorker&amp;quot;, foi sobre a mudança de pensamento das pessoas a respeito da linguagem musical. &amp;quot;Eu já fui a centenas de concertos e fico na esperança que as pessoas façam um escândalo. As pessoas são muito educadas, elas apenas tossem ou vão embora. O público é inseguro e não quer estar do outro lado da história, já que daqui 50 anos isso pode virar arte&amp;quot;. Depois disso, educadamente, pediu para o público fazer barulho.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590748.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/07/2009 - 16h39)</description>
</item>
<item>
<title>Briga de casal francês vira fetiche em palestra na Flip</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590745.shtml</link>
<description>
Não havia cadeira vazia, e pelos corredores dezenas de pessoas sentadas no chão. No palco, além do mediador da conversa, Sophie Calle e Grégorie Bouillier, dois franceses que resolveram lavar a &amp;quot;roupa suja&amp;quot; do fim de seu relacionamento de sete anos em plena mesa de discussão da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), neste sábado, com a proposta anunciada de que este seria o primeiro encontro público dos dois desde a separação.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/flip/&quot;&gt;Veja a cobertura da 7ª Festa Literária Internacional de Paraty&lt;/a&gt;
Divertida, a mesa teve ares de programa de auditório, e prendeu o público até o final. Mas eles são bons. Trocaram &amp;quot;farpinhas&amp;quot; e gentilezas. Ela disse que retomaria o romance se ele a tivesse procurado, mas queria que a iniciativa partisse dele --recebeu aplausos pela fala. Ele disse que todos têm o direito legítimo de amar e de deixar de amar. Também recebeu aplausos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590745.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/07/2009 - 16h05)</description>
</item>
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<title>Para Talese, conceito de notícia mudou após chegada das mulheres no jornalismo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u590744.shtml</link>
<description>
Um dos principais nomes do chamado &amp;quot;new journalism&amp;quot;, o escritor e jornalista norte-americano Gay Talese é um dos destaques da 7ª Flip (Festa Literária Internacional de Paraty). O movimento, criado na década de 1960 e que incorpora características do texto literário às estruturas formais da linguagem jornalística, inovou na abordagem por descrever cenas, reproduzir diálogos e, também, mostrar o ponto de vista dos personagens nos textos.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u590698.shtml&quot;&gt;Veja a cobertura sobre a 7ª Festa Literária de Paraty&lt;/a&gt;
No vídeo a seguir, Talese critica a falta de precisão nos termos usados no jornalismo e usa como exemplo as notícias relacionadas a Michael Jackson e seus supostos abusos sexuais. Além disso, Talese conta que o conceito de notícia mudou após a invasão das mulheres às redações. O fato fez com que casos de adultério entre políticos e celebridades passassem a ter a relevância na mídia que antes não tinham.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u590744.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/07/2009 - 15h58)</description>
</item>
<item>
<title>Flip discute cultura e espaços urbanos em debate sobre políticas públicas</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u590388.shtml</link>
<description>
Ações educacionais como a formação de bibliotecas, iniciativas culturais e de inclusão social são alguns dos destaques da programação da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), para o domingo (5), às 9h30.
A proposta organizada pela Casa Azul, associação que coordena a festa literária, tem como tema &amp;quot;Zé Kleber - Como a cultura desenha a cidade&amp;quot; e reúne o Secretário de Desenvolvimento Social de Medellín (Colômbia), Jorge Melguizo Posada, o diretor executivo do Instituto Sou da Paz, Denis Mizne (São Paulo), e o Secretário Municipal de Cultura de São Paulo, Carlos Augusto Calil.
&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2009/07/03/mauro_munhoz.mp3&quot;&gt;Mauro Munhoz&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u590388.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/07/2009 - 15h24)</description>
</item>
<item>
<title>Anne Enright explora hoje na Flip a sensualidade da mulher irlandesa</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590726.shtml</link>
<description>
A irlandesa &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u578788.shtml&quot;&gt;Anne Enright&lt;/a&gt; nunca pensou em fazer outra coisa que não fosse escrever. Foi um casamento arranjado, diz ela, que a faz hoje muito feliz. Mas nem sempre foi assim: os anos que passou na faculdade no EUA foram solitários anos de fracasso, experiência que ela descreve como horrível e fundamental. A escritora, conhecida por seu domínio da linguagem e da escrita de contos, foi premiada com seu último romance, &amp;quot;O Encontro&amp;quot; (Alfaguara, 2007), um texto que achou particularmente difícil de escrever. Para ela, os romances são impossíveis de não escrever e assombram o autor até que estejam prontos.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/flip/&quot;&gt;Veja a cobertura da 7ª Festa Literária Internacional de Paraty&lt;/a&gt;
&lt;table class=&quot;fe175&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/09155294.jpg&quot; alt=&quot;Anne Enright é uma das atrações da Flip neste sábado (4)&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Escritora Anne Enright é uma das atrações da Flip neste sábado (4)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590726.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/07/2009 - 14h50)</description>
</item>
<item>
<title>Tumulto marca passagem de Chico Buarque por Paraty; veja imagens</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u590698.shtml</link>
<description>
Confusão e tumulto marcaram a passagem do cantor, compositor e escritor Chico Buarque na sétima edição da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty). Após participar da mesa &amp;quot;Sequências Brasileiras&amp;quot; junto com o também escritor Milton Hatoum, o cantor seguiu para outra tenda para autografar seu mais recente trabalho, o livro &amp;quot;Leite Derramado&amp;quot;, para um grupo restrito de fãs providos de senha.
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590584.shtml&quot;&gt;&amp;quot;Não sei se Guimarães Rosa é melhor que João Gilberto&amp;quot;, diz Chico&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590591.shtml&quot;&gt;Noite de autógrafos de Chico na Flip leva mulheres à histeria&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/flip/&quot;&gt;Veja a cobertura sobre a 7ª Festa Literária de Paraty&lt;/a&gt;
O vídeo a seguir mostra a confusão que cada deslocamento de Chico causou no pequeno centro histórico de Paraty, na noite desta sexta-feira (3).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u590698.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/07/2009 - 11h28)</description>
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<title>Obra de Marina Colasanti vira teatro na Flipinha; veja trecho de livro</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590576.shtml</link>
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Marina Colasanti, 72, está entre os autores homenageados na Flipinha --versão da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) voltada ao público infantil e a profissionais da área de educação. Neste sábado (4), às 14h30, está marcada uma apresentação de teatro musical, que faz referência à literatura poética da escritora. A coordenação é de Andréa Marinelli.
&lt;table class=&quot;fe175&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Reprodução&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://livraria.folha.com.br/catalogo/1018764&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/publifolha/images/09184452.jpg&quot; alt=&quot;Volume reúne 35 poemas com versos curtos e poucas estrofes&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
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&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://livraria.folha.com.br/catalogo/1018764&quot;&gt;Volume reúne 35 poemas com versos curtos e poucas estrofes&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
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Nascida na Eritreia, Marina viveu na Itália por 11 anos e veio para o Brasil em 1948. Estudou pintura, fez Belas Artes e se especializou em gravura.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/especial/2009/flip/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590576.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/07/2009 - 10h47)</description>
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