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<title>Folha Online - Mundo - Principal</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<title>Folha Online - Mundo - Principal</title>
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<title>Chanceler peruano diz que Brasil e Chile se somam a proposta de desarmamento</title>
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Os governos do Brasil e Chile se somaram à iniciativa peruana de desarmamento na América do Sul, com propostas e opiniões sobre o tema, informou nesta terça-feira (24) o ministro das Relações Exteriores do Peru, José García Belaúnde.
O chanceler peruano confirmou, em entrevista coletiva, que o tema será tratado na reunião que realizará Unasul na sexta-feira em Quito, onde o Peru espera a contribuição dos outros países da região.
&amp;quot;Houve uma proposta similar do Brasil e o Chile também fez chegar sua opinião&amp;quot;, adiantou García Belaúnde, que destacou que a proposta do presidente peruano, Alan García, &amp;quot;foi bem amparada&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657189.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/11/2009 - 01h50)</description>
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<title>Ministros de Saúde da Unasul unificarão esforços para melhorar serviços</title>
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A III Reunião do Conselho de Saúde de Unasul terminou nesta terça-feira (24) no Equador com o compromisso de unificar os esforços de seus governos para melhorar os serviços sanitários para a população, informou o governo equatoriano.
Com esse objetivo, os ministros do ramo dos países-membros da Unasul (União de Nações Sul-americanas) reconheceram a &amp;quot;necessidade de contar com um plano quinquenal&amp;quot; para projetar as ações conjuntas, afirmou o Ministério da Saúde equatoriano em comunicado.
Esse plano será elaborado por um grupo técnico que apresentará suas conclusões ao Comitê Coordenador do Conselho Sul-americano de Saúde, na reunião que se desenvolverá no Rio de Janeiro em fevereiro de 2010.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657188.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/11/2009 - 01h30)</description>
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<title>Micheletti oficializa afastamento temporário a partir de hoje</title>
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O presidente interino de Honduras, Roberto Micheletti, oficializou nesta terça-feira (24) perante o Conselho de Ministros seu afastamento temporário das atividades públicas a partir de quarta-feira pelas eleições do próximo domingo, informou o ministro da Presidência, Rafael Pineda.
&amp;quot;O senhor presidente oficializou sua decisão de retirar-se da atividade pública&amp;quot; a partir de amanhã (hoje, quarta-feira) &amp;quot;até 2 de dezembro&amp;quot;, disse Pineda em entrevista coletiva após a reunião do gabinete na Casa Presidencial.
O Conselho de Ministros ficará &amp;quot;em alerta permanente para atuar imediatamente caso necessário&amp;quot;, acrescentou, e indicou que Micheletti se reintegrará se a situação do país o requer.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657179.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/11/2009 - 00h28)</description>
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<title>EUA reiteram que não assinarão tratado que proíbe minas terrestres</title>
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Os Estados Unidos reiteraram nesta terça-feira (24) sua posição de que não assinarão o tratado internacional de proibição de minas terrestres, informou o porta-voz do Departamento de Estado, Ian Kelly.
O governo do presidente Barack Obama finalizou recentemente uma revisão do tratado e optou por não mudar a política de seu antecessor, George W. Bush.
&amp;quot;Decidimos que nossa política sobre minas terrestres seguirá vigente&amp;quot;, disse o porta-voz em entrevista coletiva, na qual anunciou que os EUA enviarão um grupo de especialistas em minas à conferência que será realizada na Colômbia na semana que vem para revisar o tratado.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657176.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/11/2009 - 00h16)</description>
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<title>Obama recebe premiê indiano em primeiro jantar de gala de seu governo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657173.shtml</link>
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O presidente americano, Barack Obama, recebeu na noite desta terça-feira o primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, no primeiro jantar de gala oferecido em seu governo.
Diferentemente dos seis jantares de gala oferecido pelo antecessor, Obama decidiu servir o jantar desta terça-feira para 339 pessoas em uma enorme tenda branca no gramado sul, com vista para o Monumento Washington e o Memorial Lincoln, em um aparente esforço para mostrar a Singh quanto os EUA valorizam as relações com seu país.
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Susan Walsh/AP&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/mundo/images/09328404.jpeg&quot; alt=&quot;Obama e Michelle Obama recebem primeiro-ministro indiano e a mulher, Gursharan Kaur&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Obama e Michelle Obama recebem primeiro-ministro indiano e a mulher, Gursharan Kaur&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657173.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/11/2009 - 00h06)</description>
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<title>Lula mundo afora</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/elianecantanhede/ult681u657147.shtml</link>
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Judeus, Baha&apos;i, gays, feministas e acadêmicos protestaram democraticamente de norte a sul do país, mas Lula não estava nem aí. Recebeu o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, na segunda-feira, 23/11, deu todos os recados que quis dar, aproximou os empresários dos dois países, disse &amp;quot;tchau&amp;quot; e ficou por isso mesmo. Mais um lance ousado da diplomacia brasileira e do próprio Lula.
O próximo, três dias depois, será em Manaus, quando Lula vai botar o presidente da França, Nicolas Sarkozy, debaixo do braço e levá-lo a uma reunião de presidentes dos países amazônicos, como os adversários Venezuela e Colômbia, por exemplo.
Lula e Sarkozy claramente fazem um contraponto aos Estados Unidos. Além do pacotaço já selado de submarinos e de helicópteros e além da forte possibilidade do anúncio já da compra de caças Rafale, eles também fecharam uma proposta comum para levar à Conferência do Clima em Copenhague, em dezembro.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/elianecantanhede/ult681u657147.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/11/2009 - 00h03)</description>
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<title>Lula se reúne com candidato de oposição à Presidência chilena</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657170.shtml</link>
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O candidato da direita à Presidência do Chile, Sebastián Piñera, se reuniu nesta terça-feira com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou após o encontro que está convencido de que &amp;quot;trabalharão juntos&amp;quot; no ano que vem.
&amp;quot;Tenho certeza de que vamos ganhar&amp;quot; as eleições de 13 de dezembro, disse Piñera. Caso o direitista de fato vença, será o presidente chileno no último ano de mandato de Lula.
O postulante pela oposicionista Coalizão para a Mudança disse que teve uma &amp;quot;reunião muito fértil&amp;quot; com Lula, na qual foram abordados &amp;quot;todos os temas que interessam a ambos os países&amp;quot;, entre os quais citou &amp;quot;a integração física e comercial&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657170.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 23h52)</description>
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<title>Pai de refém mais antigo das Farc recebe informação sobre possível fuga do filho</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657148.shtml</link>
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O professor Gustavo Moncayo, pai do refém há mais tempo em poder da guerrilha das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), o soldado Pablo Emilio Moncayo, recebeu uma ligação na qual foi informado sobre uma suposta fuga de seu filho.
A informação foi confirmada à agência de noticias Efe por Yuri Moncayo, uma das filhas de Gustavo, que não quis entrar em detalhes.
No entanto, o general Freddy Padilla de León, comandante das Forças Militares colombianas, disse a jornalistas no Departamento de Vichada (leste), que não há nenhuma confirmação sobre a suposta fuga.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657148.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 22h44)</description>
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<title>Oposição venezuelana chama Ahmadinejad de &quot;indesejável ditador&quot; e repudia visita</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657142.shtml</link>
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Partidos políticos de oposição e a comunidade judaica na Venezuela repudiaram a visita ao país do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que chega a Caracas nesta terça-feira para a última escala de uma viagem pela América Latina.
&amp;quot;Os democratas venezuelanos repudiam a visita à Venezuela do indesejável ditador iraniano Mahmoud Ahmadinejad, com quem o atual governo venezuelano veio construindo uma suposta &apos;aliança estratégica&apos; que desperta suspeitas fundadas e temores em diversos setores do país&amp;quot;, afirmou em comunicado a Mesa de Unidade, entidade que reúne a oposição venezuelana.
Está previsto que Ahmadinejad chegue na noite desta terça-feira a Caracas, depois de ter visitado Bolívia e Brasil. O presidente iraniano deve assinar devem assinar novos acordos de cooperação com o presidente Hugo Chávez nesta quarta-feira, apesar de a agenda não ter sido divulgada.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657142.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 22h20)</description>
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<title>EUA reafirmam apoio à eleição em Honduras, sob críticas de Zelaya e do Brasil</title>
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Os Estados Unidos reafirmaram nesta terça-feira seu apoio às eleições em Honduras no próximo domingo (29), mesmo sem a resolução prévia da crise política, posição que segundo o presidente hondurenho deposto, Manuel Zelaya, abre um &amp;quot;grave precedente&amp;quot; para a democracia no continente americano. Um assessor da Presidência brasileira disse que a atitude americana é &amp;quot;equivocada&amp;quot;.
O porta-voz do Departamento, Ian Kelly, disse que a posição americana sobre as eleições não mudou e que o país defende a formação de um governo de união nacional.
&amp;quot;Estamos fornecendo assistência técnica para ajudar os hondurenhos a garantir que esta seja uma eleição livre, justa e transparente&amp;quot;, disse o porta-voz em declarações à imprensa. &amp;quot;Nós, naturalmente, temos uma embaixada no terreno, e a embaixada está acompanhando de perto os preparativos para as eleições, que acontecerão no domingo.&amp;quot;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657133.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 21h48)</description>
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<title>Retirar tropas do Afeganistão é a melhor saída para Obama; ouça a análise</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u657100.shtml</link>
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A Casa Branca informou hoje que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciará sua decisão sobre o futuro da estratégia americana no Afeganistão em &amp;quot;alguns dias&amp;quot;. O país mantêm 68 mil militares no país. Se somado as tropas sob o comando da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), o número ultrapassa 100 mil.
Para o professor de História da UnB (Universidade de Brasília) &lt;b&gt;Anderson Batista&lt;/b&gt;, a melhor saída para os Estados Unidos seria retirar as tropas do Afeganistão. O especialista defende a assinatura de pactos de cooperação entre Obama e o presidente afegão Hamid Karzai.
&amp;quot;O ônus desses anos de ocupação é cobrado de um presidente que não participou da autorização da invasão do Afeganistão nem da deposição do grupo Taleban do poder. A história nos ensina que tropas de ocupação só geram insucessos em ações militares e diplomáticas&amp;quot;, completa Batista.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u657100.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 21h42)</description>
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<title>Ex-presidente colombiano rejeita mediação do Brasil no conflito com Venezuela</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657126.shtml</link>
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O ex-presidente da Colômbia, Ernesto Samper, defendeu nesta terça-feira uma &amp;quot;mediação política e não diplomática&amp;quot; entre seu país e a Venezuela, cujas relações estão congeladas desde julho passado, e rejeitou a intervenção do Brasil no caso.
Samper, que participa da comissão de relações exteriores do governo do presidente Alvaro Uribe, assinalou que não acredita que o Brasil &amp;quot;possa exercer verdadeiramente uma função de liderança neutra&amp;quot; na questão.
Segundo o ex-presidente, a mediação política consistiria em se &amp;quot;encontrar pessoas, tanto na Colômbia como na Venezuela, que possam abrir caminhos entre os dois países a partir de questões concretas, como a zona de fronteira&amp;quot;.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657126.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 21h29)</description>
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<title>Gazprom aceita reduzir fornecimento de gás à Ucrânia em quase 50%</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u657120.shtml</link>
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A estatal russa Gazprom anunciou nesta terça-feira que chegou a um acordo com a ucraniana Naftogaz para reduzir em quase 50% o fornecimento de gás para o país em 2010, tentando evitar uma nova crise.
&amp;quot;O volume de fornecimento foi modificado de acordo com as necessidades reais da Ucrânia em tempos de crise&amp;quot;, ressaltou Alexei Miller, presidente da Gazprom, citado pelas agências russas.
Com isso, a Gazprom venderá à Naftogaz 33,750 bilhões de metros cúbicos de gás no próximo ano --bem abaixo dos 52 bilhões estipulados no contrato assinado em janeiro de 2009.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u657120.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 21h18)</description>
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<title>Abbas diz que só Obama pode pressionar Israel</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657104.shtml</link>
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O presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, afirmou nesta terça-feira que ninguém pode pressionar Israel a cumprir os compromissos adquiridos no Mapa do Caminho a não ser o presidente americano, Barack Obama.
Em discurso em Buenos Aires, Abbas destacou as &amp;quot;boas intenções&amp;quot; do presidente americano para que palestinos e israelenses retomem as conversas de paz.
O líder palestino disse, em uma conferência perante o Conselho Argentino para as Relações Internacionais (Cari), que Obama &amp;quot;demonstrou que quer a paz&amp;quot; quando falou a favor de que Israel freie a expansão de seus assentamentos nos territórios palestinos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u657104.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 20h50)</description>
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<title>Obama promete &quot;terminar o trabalho&quot; no Afeganistão</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u657094.shtml</link>
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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta terça-feira que vai &amp;quot;terminar o trabalho&amp;quot; no Afeganistão, depois de oito anos de envolvimento militar americano no país centro-asiático.
Obama fez a declaração em Washington, em meio à crescente expectativa de que ele anuncie uma decisão sobre o envio de mais tropas americanas ao país.
&amp;quot;Nós iremos desmantelar e degradar suas capacidades e, no final, desmantelar e destruir suas redes (de operação)&amp;quot;, disse o presidente americano, se referindo aos militantes do Taleban que lutam contra as forças dos Estados Unidos no país.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/mundo/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u657094.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/11/2009 - 20h35)</description>
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