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<title>Folha Online - Colunas - Fernando Canzian     </title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Colunas - Fernando Canzian     </title>
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<title>Aviso</title>
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Excepcionalmente, a coluna de &lt;b&gt;Fernando Canzian&lt;/b&gt; não será publicada nesta semana.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u656076.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (23/11/2009 - 03h11)</description>
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<title>Aviso</title>
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Excepcionalmente, a coluna de &lt;b&gt;Fernando Canzian&lt;/b&gt; não será publicada nesta semana.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u653141.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (16/11/2009 - 10h17)</description>
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<title>Monstruosidades</title>
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NOVA YORK - Há alguns anos, conversava sobre a cidade com a moça que cortava meu cabelo. Ela se dizia cheia de Nova York e que se mudaria em breve para Miami.
Tudo o que tinha no apartamento caberia em uma espécie de container com rodas da U-Haul que alugaria. Engancharia aquilo no carro e ia embora. Finalizava um contrato de aluguel de imóvel na Flórida. E emprego? Não era problema. Pensaria nisso lá.
Corriam os anos de &amp;quot;pleno emprego&amp;quot; nos EUA. Durante quase toda a segunda metade do governo Bill Clinton (1993-2001), o desemprego estacionou entre 4% e 5%. Trabalho era questão secundária.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u649494.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/11/2009 - 00h19)</description>
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<title>Poeira baixando</title>
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&lt;b&gt;NOVA YORK&lt;/b&gt; - Uma renovada onda de euforia se forma mais um vez nos mercados financeiros.
Desta vez, há sinais consistentes de que a produção industrial e os pedidos das lojas crescem não só na maioria das economias maduras. Isso também ocorre nos EUA, epicentro de uma crise que muitos acreditam ter ficado para trás.
Com a poeira da crise ainda assentando após 13 meses, já se pode distinguir (e acompanhar) pelo menos dois vetores para um futuro ainda incerto.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u648238.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/11/2009 - 18h34)</description>
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<title>Travessuras e gostosuras</title>
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&lt;b&gt;NOVA YORK&lt;/b&gt; - Há um ano, centenas de fantasias na famosa &amp;quot;Halloween Parade&amp;quot; em Nova York mostravam &amp;quot;banqueiros&amp;quot; com dólares falsos estufando bolsos ou caindo de guarda-chuvas dourados. Outras traziam os mesmos &amp;quot;executivos&amp;quot; com sacolas brancas com um grande $ preto iguais às carregadas pelos Irmãos Metralha.
Foi uma bem humorada e aguda manifestação da indignação popular a respeito das irresponsabilidades de Wall Street, que levaram o mundo à maior crise financeira desde os anos 1930.
Na mesma parada deste ano, no final de semana, os banqueiros sumiram. Para a sorte deles, parecem ter caído no esquecimento entre o imaginário popular.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u646673.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/11/2009 - 18h52)</description>
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<title>Trem-bala perdida</title>
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&lt;b&gt;SÃO PAULO -&lt;/b&gt; De passagem rápida pelo Brasil, ouço que as principais mazelas que aterrorizam as classes média e rica continuam as mesmas: violência e trânsito. O último também sempre à beira de uma explosão de violência.
Mas, em conversa com o economista-chefe de um dos maiores bancos do país, também ouço a previsão de que o Brasil pode crescer 5,5% em 2010. Um geólogo de uma grande empreiteira fala em iminente falta de engenheiros para tocar projetos a caminho. Um funcionário do setor de energia diz que poderia optar por morar em vários Estados, tamanhas as opções de trabalho.
No Rio, porém, o tráfico ainda derruba helicópteros, adolescentes se jogam no chão para se proteger de balas perdidas e apareceu até corpo em carrinho de supermercado. Teve também o caso do bem-feitor social morto por bandidos depois roubados por policiais militares.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u643104.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/10/2009 - 00h03)</description>
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<title>Canibais em Wall Street</title>
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&lt;b&gt;NOVA YORK&lt;/b&gt; - Há algo de sinistro na forte recuperação do principal mercado acionário do mundo, concentrado na Bolsa de Valores de Nova York, e na comemoração dos que veem nisso um bom sinal.
As forças que atualmente jogam os preços das ações para cima, produzindo valorização de mais de 50% desde março, são deletérias. E parecem não ter como sustentar uma recuperação sadia de lucros e resultados --que, no fim das contas, justificariam a alta do mercado.
São dois os principais vetores que levaram o índice Dow Jones a ultrapassar a barreira de 10 mil pontos na semana passada, algo que não se via há mais de um ano.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u639782.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/10/2009 - 00h01)</description>
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<title>Apelando a Allah</title>
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ISTAMBUL - Além de Afeganistão, Irã, Iraque e Paquistão, uma pequena mas latente dor de cabeça vem entrando no radar dos Estados Unidos e de seu aliado Israel.
Candidata a entrar com plenos direitos na União Europeia, a Turquia vem dando sinais cada vez mais perceptíveis de uma tendência a se aproximar de outros Estados considerados &amp;quot;problemas&amp;quot; e voltados a um islamismo mais radical.
O mais recente ocorreu no fim de semana, quando o país eliminou Israel da lista de países que fariam um exercício militar de 11 dias em seu território. Israel e Turquia já foram considerados durante anos aliados estratégicos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u636988.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/10/2009 - 17h01)</description>
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<title>Gogó canarinho</title>
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&lt;b&gt;ISTAMBUL&lt;/b&gt; - Depois da sede da Copa em 2014, o Brasil levou as Olimpíadas em 2016.
Ajudou também a aposentar o poderoso grupo de países do G7 em favor do emergente G20.
Agora, acaba de ganhar direito futuro a uma participação maior no FMI. E luta para, desde já e junto aos outros Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), ter poder de veto sobre as decisões relativas a um caixa de US$ 500 bilhões do Fundo Monetário Internacional.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u633431.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/10/2009 - 06h08)</description>
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<title>Passando o bastão</title>
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ISTAMBUL - O FMI revisou um pouco para cima a expectativa de crescimento mundial e reduziu o pessimismo em relação ao Brasil. O Fundo está reunido nesta semana e na próxima em Istambul, na Turquia.
Mais do que os números, revisados a toda hora e sempre incertos, o que importa é entender como o mundo está saindo da crise. E se a saída é sustentável.
Sobre esse ponto, o FMI levanta dúvidas. E diz claramente que o mundo pode ter de enfrentar o que os gringos chamam de &amp;quot;double-dip recession&amp;quot;. Ou seja, uma crise em forma de W --com queda, recuperação e nova queda mais à frente.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u631718.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (01/10/2009 - 07h07)</description>
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<title>Inveja dos turcos</title>
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ISTAMBUL - Há 20 anos não pisava em Istambul, maior cidade da Turquia.
Na última vez, passei vários dias na cidade, assim como ao redor do país e em suas maravilhosas praias. A Turquia era e ainda é barata para os estrangeiros, especialmente para quem chegava ao país com libras inglesas no bolso. E parecia um país atrasado.
&lt;table class=&quot;fe230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Fernando Canzian/Folha Imagem&lt;/td&gt;
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&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/colunas/images/0927340.jpeg&quot; alt=&quot;Uma das várias linhas de bondes fechados que cortam a maior cidade da Turquia; Istambul tem 13 milhões de habitantes&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Uma das várias linhas de bondes fechados que cortam a maior cidade da Turquia; Istambul tem 13 milhões de habitantes&lt;/td&gt;
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<title>Um homem esmagado</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u629921.shtml</link>
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&lt;b&gt;NOVA YORK -&lt;/b&gt; Nunca havia estado por tanto tempo e tão perto de Barack Obama quanto na semana passada, na entrevista de encerramento da reunião do G20 com o norte-americano em Pittsburgh (Pensilvânia).
Obama é um craque. Mas é também um homem sob visível e inimaginável pressão.
Suas mandíbulas e dentes se espremem a ponto de notarmos as contrações internas em sua pele escura do lado de fora. É visível também o esforço de concentração, com o olhar no vazio, que antecede cada uma de suas palavras.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u629921.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (28/09/2009 - 00h01)</description>
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<title>Conversa de surdos?</title>
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&lt;b&gt;PITTSBURGH&lt;/b&gt; - Nestas quinta e sexta-feiras em Pittsburgh, nos EUA, os líderes da economias que representam 85% do PIB mundial, reunidos no G20, tentarão chegar a acordos para evitar novas crises como a atual. E tentar corrigir desequilíbrios globais.
De um lado, os EUA gostariam muito de resolver os desequilíbrios em suas contas externas, empurrando mais de suas exportações para o colo dos países emergentes ou de economias avançadas superavitárias, como Japão e Alemanha.
&lt;table class=&quot;fe330&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
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&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/colunas/images/09267274.jpeg&quot; alt=&quot;Polícia montada de Pittsburgh, no Estado da Pensilvânia (EUA) patrulha as ruas no primeiro dia da reunião do G20&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Polícia montada de Pittsburgh, no Estado da Pensilvânia (EUA) patrulha as ruas no primeiro dia da reunião do G20 &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u628694.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/09/2009 - 15h23)</description>
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<title>Nó global</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u626698.shtml</link>
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&lt;b&gt;NOVA YORK&lt;/b&gt; - Os chefes de Estado das maiores economias do mundo participantes do G-20 têm encontro marcado nesta semana em Pittsburgh, nos EUA, para discutir assuntos pendentes trazidos pela &amp;quot;Grande Recessão&amp;quot;.
A crise aos poucos perde sua força. Mas deixa, além de milhões de desempregados (quase 10% nos EUA), uma série de megadesafios pela frente.
Os problemas centrais são:
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u626698.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (21/09/2009 - 00h01)</description>
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<title>Parabéns, Wall Street</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u623346.shtml</link>
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&lt;b&gt;NOVA YORK&lt;/b&gt; - E a crise fez aniversário: 1 ano desde a quebra do banco Lehman Brothers e do início do que agora chamamos de &amp;quot;A Grande Recessão&amp;quot;.
Nos últimos 12 meses, os governos estiveram tão ocupados em evitar um colapso ainda maior que mal tiveram braços para atacar os problemas de fundo, que originaram a crise.
Com o passar do tempo, e com a sensação de que o pior passou, é capaz que tudo fique como está. Até a eclosão de uma nova turbulência.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u623346.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (14/09/2009 - 00h01)</description>
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