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<title>Folha Online - Colunas - Fernando Canzian     </title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Colunas - Fernando Canzian     </title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<title>A crise chega à rua</title>
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&lt;b&gt;NOVA YORK&lt;/b&gt; - A Bolsa de Valores de Nova York não fica na Wall Street, mas na Broad Street. E a economia dos EUA também não está em Wall Street, mas no que os norte-americanos chamam de &amp;quot;Main Street&amp;quot;, ou Rua Principal. É na rua que estão as lojas, as fábricas e os consumidores.
&lt;table class=&quot;fe230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Fernando Canzian/Folha Imagem&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/colunas/images/08276277.jpg&quot; alt=&quot;Prédio da Bolsa de Valores de Nova York, localizado ao sul da ilha de Manhattan&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Prédio da Bolsa de Valores de Nova York, localizado ao sul da ilha de Manhattan&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
Nesta semana ficou claro que a crise financeira já chegou à &amp;quot;Main Street&amp;quot;, e o principal meio de contágio foi o mercado de crédito. Com bancos quebrando ou sendo fundidos em efeito dominó, o mercado de crédito nos EUA se transformou em um &amp;quot;Vale da Morte&amp;quot;, seco em dinheiro para fazer a economia rodar.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u451571.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/10/2008 - 18h48)</description>
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<title>Ladeira abaixo</title>
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NOVA YORK - A derrota do governo George W. Bush em aprovar o pacote de US$ 700 bilhões congelou qualquer resto de otimismo para uma resolução em bons termos da atual crise financeira. As Bolsas desabaram como reflexo, colocando o dia 29 de setembro de 2008 como mais um ponto negro no calendário financeiro de Wall Street.
O pacote entrou em votação nos EUA totalmente desidratado e, mesmo assim, foi rejeitado. Em vez dos US$ 700 bilhões e carta branca para o Tesouro atuar, o Congresso decidiu votar a liberação imediata de apenas US$ 250 bilhões, com mais US$ 100 bilhões engatilhados caso fossem necessários. Mesmo assim, não passou (228 votos contra e 205 a favor).
Enquanto tentarão negociar um novo pacote, o Tesouro e o Fed (o banco central norte-americano) terão de se virar sozinhos com os recursos que têm. O mais plausível é que tentem coordenar uma série de fusões e vendas de instituições micadas _se der tempo. O resultado, muito provavelmente, será uma forte concentração do setor financeiro nos EUA.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u450134.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (29/09/2008 - 15h59)</description>
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<title>A crise longe do fim</title>
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Antes de mais nada, um show de didatismo (desconheço o autor) sobre a atual crise financeira dos EUA:
&amp;quot;O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça &apos;na caderneta&apos; aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.
Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u447350.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (22/09/2008 - 00h15)</description>
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<title>Lula na crista da onda</title>
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O PIB brasileiro e a popularidade do presidente Lula estão nas alturas.
&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Ricardo Stuckert/Presidência da República&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/colunas/images/08256308.jpg&quot; alt=&quot;Lula em praia no Piauí em fevereiro de 2006, logo após a fase das denúncias do mensalão&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Lula em praia no Piauí em fevereiro de 2006, logo após a fase das denúncias do mensalão &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
O Brasil cresceu 6% no primeiro semestre do ano e Lula atingiu um recorde histórico e absoluto de popularidade. Segundo o Datafolha, 64% dos eleitores apóiam seu governo. A distância é enorme em relação ao seu piso de aprovação (28%) no auge do escândalo do mensalão, em 2005.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u444449.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (15/09/2008 - 00h01)</description>
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<title>Chamaram a cavalaria</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u442345.shtml</link>
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Entre 1778 e 1890, os EUA foram sacudidos por guerras não formalmente declaradas e massacres de lado a lado entre europeus, os novos norte-americanos e os índios nativos, os verdadeiros donos da terra que os brancos tomariam ao longo de sangrentos anos.
É desse período o mar de histórias dos índios navarros e comanches e de ícones como Touro Sentado, Cavalo Louco e do aventureiro independente Buffalo Bill. Mas entre as figuras mais emblemáticas da época consta o grande general Custer, eternizado por Hollywood em grandes &amp;quot;far western&amp;quot; onde a cavalaria norte-americana sempre salva a tudo e a todos no último minuto.
Na pele de Custer, acaba de surgir com esse mesmo propósito o secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, mais conhecido como Hank. O general das finanças da maior economia do mundo baixou neste domingo (7.set.) carga total contra a ameaça de os EUA afundarem em uma crise cujo fundo continua cada vez mais difícil de ser arranhado.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u442345.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (07/09/2008 - 17h09)</description>
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<title>Caro e ruim</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u439921.shtml</link>
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A &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; de domingo revelou que a gasolina consumida pelos motoristas em São Paulo joga na atmosfera 43% mais do nocivo gás ozônio do que o combustível que os norte-americanos consomem na Califórnia. Nessa comparação, nossa gasolina é suja por ser pouco refinada.
A gasolina de má qualidade é vendida com a anuência da ANP (Agência Nacional de Petróleo) e engrossa o característico &amp;quot;smog&amp;quot; paulistano, nuvem acinzentada que com freqüência embaça a visão e envenena os pulmões dos contribuintes.
Mas a gasolina brasileira não é apenas suja. Ela também é cara. Seu preço por galão (3,8 litros) eqüivale ao que o Japão, um dos países mais caros do mundo, paga pelo produto. Em dólares, custa entre US$ 6 e US$ 6,9 o galão. Nos EUA, a mesma quantidade sai por menos, US$ 3,96. No México, US$ 2,62.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u439921.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (01/09/2008 - 00h01)</description>
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<title>Brodagem cultural</title>
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Não fui ao show de João Gilberto em São Paulo na semana passada. Mas li a respeito. Com estranha curiosidade.
Sabia que alguns ingressos custaram mais que o dobro do que os norte-americanos pagaram, em junho, para ver João no Carnegie Hall, em Nova York. Outros, via cambistas, mais de R$ 1.200.
Apesar do preço, o artista chegou 97 minutos atrasado para o show na quinta. É tempo suficiente para ir e voltar na ponte-aérea Rio-SP. Mas João veio a jato, fretado.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u434583.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (18/08/2008 - 00h06)</description>
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<title>Hora da verdade</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u431837.shtml</link>
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O cineasta espanhol Luis Buñuel (1900-1983), diretor de &amp;quot;O Anjo Exterminador&amp;quot; e de &amp;quot;A Bela da Tarde&amp;quot;, entre outros, é autor de uma das melhores frases sobre a mutabilidade do mundo:
&amp;quot;Lamento uma coisa: não saber o que vai acontecer. Abandonar o mundo em pleno movimento, como no meio de uma novela... Gostaria de poder levantar-me de entre os mortos a cada dez anos e ir a uma banca de jornais. Não pediria mais nada. Com meus jornais embaixo do braço, pálido, roçando as paredes, regressaria ao cemitério e leria os desastres do mundo antes de voltar a dormir, satisfeito, no refúgio tranqüilizador de minha tumba&amp;quot;.
Voltar do mundo dos mortos não é o mesmo que retornar das férias, que também não duram dez anos, infelizmente. Mas é igualmente incrível, nos dias de hoje, como períodos tão curtos podem fazer tanta diferença e ser reveladores, especialmente no campo econômico.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u431837.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (11/08/2008 - 00h30)</description>
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<title>Aviso</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u421813.shtml</link>
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O jornalista Fernando Canzian está de férias.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u421813.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/07/2008 - 15h24)</description>
</item>
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<title>No Suvaco da Cobra</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u417283.shtml</link>
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O Suvaco da Cobra é uma favela imunda e miserável em Jaboatão dos Guararapes, cidade vizinha ao sul de Recife (PE). Absurdo como o próprio nome, é um oásis ao contrário: tem várias lagoas e muito verde, mas tudo é sujo, fétido e salpicado de lixo.
&lt;table class=&quot;fe230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Fernando Canzian/Folha Imagem&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/colunas/images/0818113.jpg&quot; alt=&quot;Sueli Dumont, 36, 8 filhos e 4 netos, trabalha em lixão para complementar o Bolsa Família&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Sueli Dumont, 36, 8 filhos e 4 netos, trabalha em lixão para complementar o Bolsa Família&lt;/td&gt;
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&lt;/table&gt;
Milhares de famílias moram no local em casebres caindo aos pedaços. E grande parte delas é atendida pelo Bolsa Família. O principal programa social do governo Lula paga um benefício médio de R$ 85 ao mês a 11 milhões de famílias em todo o país. Só em Jaboatão, 77 mil dessas famílias são beneficiárias.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u417283.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (29/06/2008 - 11h53)</description>
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<title>Lula sabe o que fez</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u415033.shtml</link>
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O advogado Roberto Teixeira é amigo do presidente Lula há mais de 25 anos. Nessas duas décadas e meia prestou vários serviços ao presidente, pessoais e financeiros.
Além de ser padrinho de Luís Cláudio, filho mais novo do presidente, Roberto Teixeira tem a sua filha Valeska como afilhada de Lula. Por oito anos, Teixeira também cedeu à família Lula da Silva (sem cobrar nada) uma casa para que ela pudesse morar.
Quando Lula finalmente decidiu comprar um imóvel em 1996 (uma cobertura em São Bernardo do Campo), foi Teixeira quem o ajudou a fechar o negócio. O advogado chegou a comprar um carro de Lula para que o presidente pudesse &amp;quot;inteirar&amp;quot; a compra do imóvel. Outros dois apartamentos de Lula também já pertenceram a uma empresa que foi de Roberto Teixeira.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u415033.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (23/06/2008 - 00h10)</description>
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<title>Um novo velho Brasil</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u412568.shtml</link>
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Nos últimos anos, o setor agroindustrial tem sido a salvação da lavoura para o Brasil. Os preços dos alimentos estão nas alturas em todo o mundo e o país, como grande produtor, tem se beneficiado muito dessa tendência.
A situação das contas externas brasileiras (que voltou ao vermelho) só não é pior hoje por conta desse boom do agronegócio. Como se diz, as exportações do setor estão &amp;quot;bombando&amp;quot;.
Há duas semanas, visitei com o amigo e colega da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; Mauro Zafalon, especialista na área, um dos locais onde o agronegócio mais cresce no Brasil: a região oeste da Bahia, onde Barreiras (130 mil habitantes) e Luís Eduardo Magalhães, ou LEM (40 mil), são as duas principais cidades.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u412568.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (15/06/2008 - 11h44)</description>
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<title>O grande teste de Lula</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u410356.shtml</link>
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Até aqui, a vida foi relativamente fácil para a administração Lula.
Tirando os dois primeiros anos (2003 e 2004) do mandato do presidente, quando o país tentava se levantar da crise financeira pós-eleitoral de 2002, Lula teve um cenário externo extremamente favorável para tocar o país --e o fez.
Já nos dois primeiros anos, o Brasil foi &amp;quot;administrado&amp;quot; praticamente de fora, pela ingerência e regras impostas pelo FMI. Foi o período em que passou a fazer superávits primários (economia para pagar juros) maiores e equilibrar suas contas, tudo por exigência do Fundo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u410356.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/06/2008 - 11h02)</description>
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<title>Fala o sr. Brics</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u407695.shtml</link>
<description>
O economista-chefe do banco Goldman Sachs, Jim O&apos;Neill, criou a expressão Brics há seis anos e meio. Com ela, deu nova relevância aos quatro principais mercados emergentes do mundo (Brasil, Rússia, Índia e China).
Em entrevista com ele na semana passada (e publicada na Folha de domingo), O&apos;Neill deu a sua visão otimista do Brasil. Mas alerta que &apos;a vida está fácil demais&apos; para o país por causa do bom momento dos preços internacionais das commodities. Para ele, saberemos se a economia brasileira de fato mudou de patamar quando os preços dos principais produtos exportados pelo Brasil começarem a cair.
Para quem não leu na Folha, vale conferir:
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u407695.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/06/2008 - 00h30)</description>
</item>
<item>
<title>Kassab, Lula e Serra: rindo de quê?</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u405450.shtml</link>
<description>
&lt;table class=&quot;articleGraphic&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;articleGraphicImage&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/brasil/images/0814795.jpg&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&amp;quot;Política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e já mudou&amp;quot;, dizia o mineiro e udenista Magalhães Pinto (1909-96), fundador do finado banco Nacional.
A questão em relação à foto acima é se ela é somente produto dessa instável meteorologia política ou de uma mudança mais estrutural, como o aquecimento global. Seria finalmente a convergência das três principais forças políticas mais ou menos organizadas e representativas do país?
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/fernandocanzian/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/fernandocanzian/ult1470u405450.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/05/2008 - 12h30)</description>
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