<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1" ?>
<rss version="0.91">
<channel>
<title>Folha Online - Colunas - Gilberto Dimenstein  </title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<docs>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/conheca/arquivo_e_copyright.shtml</docs>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
<image>
<title>Folha Online - Colunas - Gilberto Dimenstein  </title>
<url>http://www1.folha.uol.com.br/folha/images/logo-folha_online-88x31.gif</url>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/</link>
<width>88</width>
<height>31</height>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
</image>
<item>
<title>A lei não é seca</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u419427.shtml</link>
<description>
Crescem ataques contra a lei que inibe o motorista de beber e dirigir --alguns deles, com razão. Pessoalmente, temo que o excesso de rigor inviabilize sua aplicação. Também tenho dúvidas sobre a legalidade de exigir que alguém se submeta ao bafômetro. Em essência, porém, sou dos que apóiam a dureza contra os irresponsáveis do trânsito. Por isso, fico muito incomodado com o apelido &amp;quot;lei seca&amp;quot; --é um apelido tendencioso, abençoado por nós, jornalistas.
Fico incomodado por dois motivos:
1) Não existe nenhuma proibição à bebida. Mas apenas a se dirigir depois de bebida. É muitíssimo diferente da vivida pelos Estados Unidos. Erro, portanto, conceitual. Não tem nada a ver com aquela maluquice dos americanos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u419427.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (04/07/2008 - 20h15)</description>
</item>
<item>
<title>O risco de um &quot;cindicato&quot;</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u417015.shtml</link>
<description>
O prosseguimento da greve dos professores em São Paulo aumentou ainda mais o risco de desmoralização do seu sindicato. Isso pelo simples motivo de a greve ter sido decretada na defesa de algo indefensável --na prática, estão defendendo a alta rotatividade dos professores em escola pública. Se uma fosse uma greve por melhores salários, tudo bem, os salários estão mesmo defasados.
O decreto do governo pede, em essência, que os professores fiquem pelo menos um ano na escola antes de mudarem para outra escola. Apenas um ano --o que já seria pouco. Afinal, não se fazem boas escolas com muita mudança de professor, impedindo a formação de uma equipe.
Pergunte a qualquer educador sério, qualquer um, e ele vai dizer a mesma coisa: a alta rotatividade é uma das causas da baixa qualidade de ensino.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u417015.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (27/06/2008 - 19h16)</description>
</item>
<item>
<title>Gilberto Dimenstein: Ruth Cardoso é personagem por trás do Bolsa Família</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u415856.shtml</link>
<description>
Ruth Cardoso é um dos personagens discretos por trás da maior realização social da gestão Lula: a Bolsa Família.
Como uma das mais notáveis estudiosas brasileiras da questão social, Ruth Cardoso ajudou, quando era primeira-dama, na implementação de ações governamentais que fossem focadas e envolvendo diferentes esferas de poder, num esforço para evitar a superposição da tarefas e desperdício de recursos.
Havia tempo, ela observava a pulverização inconseqüente de planos oficiais. Até então praticamente não existiam no país projetos envolvendo tantos e tão diversos ministérios e secretarias, centrados no município.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u415856.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (25/06/2008 - 00h29)</description>
</item>
<item>
<title>Petróleo contra a ignorância</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u415364.shtml</link>
<description>
Há tempos eu não gostava tanto de uma idéia lançada por políticos brasileiros: criar um fundo extraído da prospecção do petróleo para financiar a melhoria da educação. Dessa vez, o projeto vem apoiado por PT e PSDB, nas figuras de Lula e FHC.
Sou dos que têm sentimentos dúbios em relação às descobertas de petróleo. Isso porque quando se olha o mapa do mundo, encontramos uma relação entre excesso de riquezas minerais, baixo desenvolvimento humano, alta corrupção e atraso político --fala-se que a riqueza fácil acaba por desistir o investimento em capital humano e inovação. Basta ver também como, no Brasil, muitos municípios desperdiçam os royalties que ganham do petróleo --aliás, a Petrobras faria um grande serviço se promovesse cursos de gestão pública nas cidades beneficiadas pelos royalties.
Um recurso carimbado para melhorar as escolas talvez sirva se bem aplicado, para ajudar a tirar a educação pública do caos, sofisticando e democratizando a nação com a produção de cérebros. A inspiração vem da Noruega, um dos países com maior desenvolvimento social do mundo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u415364.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (23/06/2008 - 19h07)</description>
</item>
<item>
<title>Sindicato quer motel em escola</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u413516.shtml</link>
<description>
O sindicato dos professores de São Paulo decidiu decretar uma greve para evitar que se implementem medidas destinadas a reduzir a rotatividade dos docentes nas escolas públicas --uma das pragas, entre tantas, que explicam a péssima qualidade de ensino. É um caso explícito de greve contra o pobre.
É impossível oferecer aos mais pobres boa educação com tanta rotatividade de professores e diretores. Tal rotatividade destruiria rapidamente até mesmo as empresas mais eficientes. Há casos, neste ano, de escolas que tiveram até cinco diretores.
Como o aluno pode respeitar uma escola em que tantos professores mudam --e, pior, tantos professores faltam às aulas?
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u413516.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (18/06/2008 - 08h59)</description>
</item>
<item>
<title>A luta de 3.000 candidatos por uma vaga</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u412745.shtml</link>
<description>
Pegue o vestibular mais concorrido do Brasil --e, agora, multiplique por 25 vezes a dificuldade de entrar nesse curso. Daí se pode imaginar a batalha para ser aceito num programa de trainee das melhores empresas, em que, em média, 3.000 candidatos disputam uma única vaga. A informação espantosa não é essa guerra por uma vaga. Mas o fato de que, mesmo assim, as empresas não conseguem fazer o recrutamento, obrigadas a apelar para a repescagem.
Esse é o mais preciso (e terrível) indicador educacional --é o que mostra, de fato, a exclusão. Só é beneficiada a parcela, ínfima, de candidatos, que sabe inglês, tem base cultural, capacidade de articulação verbal, conhecimentos gerais e habilidade na escrita. O detalhamento dessas exigências está no &lt;a href=&quot;http://www.dimenstein.com.br&quot;&gt;www.dimenstein.com.br&lt;/a&gt;.
Os indicadores educacionais lançados pelos diferentes governos mede apenas o básico dos básicos --conhecimentos em português e matemática. O problema é que para ter um bom emprego é preciso muito, mas muito mais. É preciso ter autonomia de aprendizado, saber lidar com desafios e propor soluções, tem de saber trabalhar em grupo, lidar com a diversidade. Saber sintetizar. Exige-se assim toda uma série de atitudes.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u412745.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (16/06/2008 - 09h19)</description>
</item>
<item>
<title>Melhorou, mas está péssimo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u411328.shtml</link>
<description>
O ranking de qualidade do ensino (Ideb) divulgado pelo Ministério da Educação pode ser comemorado porque se atingiu uma meta prevista para 2009. Mas ninguém pode ser iludir --o resultado é péssimo. Terrivelmente péssimo: os jovens saem da escola, no final do ensino médio, sem saber ler e escrever direito.
A melhoria pode ser atribuída a uma série de fatores: 1)os esforços de governos para formar os professores e aprimorar os currículos; 2) a valorização das metas; 4) pressões de toda a sociedade para evitar o abandono; 4) por questões demográficas, há menor taxa de natalidade, logo menos pressões por matrícula no ensino fundamental.
Há quem argumente (e com razão) que a meta estabelecida para 2007 era baixa. Com isso, se facilitou o pulo para 2009.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u411328.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (11/06/2008 - 17h03)</description>
</item>
<item>
<title>Lula e o segredo de uma celebridade</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u408048.shtml</link>
<description>
O Brasil acaba de ganhar uma nova celebridade artística internacional --Sandra Corveloni ganhou o prêmio de melhor atriz em Cannes, o que só está abaixo do Oscar. Chamou-me a atenção o seu passado: migrante, de família pobre, moradora da periferia, com pouca escolaridade, estudante de escola pública. Como conseguiu ir tão longe? Tirando a área dos esportes, raros brasileiros conseguiram vir de tão baixo e subir tão alto --um deles é Lula.
Fui entrevistar Sandra apenas para confirmar minhas suspeitas sobre o segredo de seu sucesso --e confirmei. O talento não seria descoberto e lapidado se não houvesse outros estímulos, a começar da família, para superar tantos obstáculos. É o que ocorreu com Lula, que repete sempre como a mãe, analfabeta, era um estímulo permanente ao aprendizado.
O que tenho visto é que esse tipo de gente sempre tem um exemplo bem próximo, muito próximo, de um adulto com apego notável à importância do conhecimento. Durante a conversa, ela me falou de seu avô, um agricultor sem escolaridade que se tornou um veterinário autodidata --um livro velho de veterinária era sua bíblia. Também falou da inventividade de sua mãe, Clarice, que, apesar do pouco estudo, tinha uma eterna curiosidade e um rigor diante das obrigações escolares da filha.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u408048.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/06/2008 - 19h50)</description>
</item>
<item>
<title>Um bom exemplo da USP</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u405571.shtml</link>
<description>
Na semana passada, relatei aqui um péssimo exemplo da USP --sua Escola de Aplicação, apesar de estar dentro de um dos principais centros de saber do mundo, dispondo, em seu entorno, de bibliotecas, de museus e laboratórios, está longe de ser um modelo de excelência. Agora, cito um bom exemplo daquela universidade, justamente por significar uma invenção para melhorar a educação pública.
Resultado da experimentação de diversas turmas da pós-graduação da Fundação Vanzolini, ligada à Poli, será apresentado nesta semana um software destinado a exibir para uma escola o que existe ao seu entorno e que poderia ser utilizado por pais, alunos e professores. É uma espécie de Google de bairro, voltado às possibilidade de aprendizado aproveitando-as as redes de saúde, de cultura, de geração de renda, de assistência social, de esportes e lazer.
Esse programa (detalhado no www.dimenstein.com.br), ainda em fase de testes, já chamou a atenção do Ministério da Educação e do Unicef, interessados em usá-lo, inicialmente, em regiões metropolitanas. Motivo: talvez sirva como um mecanismo de baixo custo para aproximar a escola da comunidade, além de aumentar o horário de aprendizado. Com um simples apertar de um botão, um professor poderia saber a quem encaminhar um aluno com problemas auditivos. Ou, para alunos mais agressivos, saberia oferecer programas de esporte ou apoio psicológico. Assim como teria a alista de atividades culturais e profissionalizantes gratuitas.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u405571.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/05/2008 - 17h31)</description>
</item>
<item>
<title>USP dá um péssimo exemplo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u403103.shtml</link>
<description>
Imagine uma universidade com sofisticados laboratórios e bibliotecas, nos quais se reúnem professores, pesquisadores e alunos da elite econômica de um país. Imagine também que, nesse lugar, além da excelência acadêmica, as pessoas sejam preocupadas com a inclusão social. Finalmente, imagine que, ali, seja considerado um dos principais centros de conhecimento da América Latina e até do mundo. Está pronto?
Agora, imagine que, nesse espaço, se coloque uma escola pública gerida por uma faculdade de Educação, destinada majoritariamente aos filhos e funcionários da universidade. Como você acha que seria essa escola pública? Lamento, mas você, caro leitor, errou.
Existe uma escola pública, com apenas 733 alunos, dentro da USP, a principal referência brasileira de ensino superior. Mas essa escola não está nem mesmo entre as 40 melhores do Estado de São Paulo, a julgar por um indicador que acaba de ser divulgado (o detalhamento está no &lt;a href=&quot;http://www.dimenstein.com.br&quot;&gt;www.dimenstein.com.br&lt;/a&gt;).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u403103.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (18/05/2008 - 17h57)</description>
</item>
<item>
<title>A ignorância é só dos pernambucanos?</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u401649.shtml</link>
<description>
O governo de Pernambuco informa que 94% dos professores não foram aprovados num concurso para admissão na rede estadual de ensino --eles precisariam acertar no mínimo 60% das questões. O professor mal sabe, como mostrou essa prova, português.
Nem de longe é uma ignorância restrita aos pernambucanos. Vemos, nessa catástrofe, uma das principais razões por que a educação brasileira vai tão mal --é o despreparo do professor. O ensino público, por sua baixa atratividade (salários ruins, salas lotadas, infra-estrutura ruim, carga horário pesada) não tem como atrair as pessoas mais talentosas e esforçadas. Cria-se, assim, um círculo vicioso, propagando-se na qualidade dos cursos de formação de professor.
Esse concurso pernambucano mostrou que se houvesse para professor um teste semelhante ao feito pela OAB com os alunos de direito iriam ter de fechar escola por falta de quem dar aula.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u401649.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (14/05/2008 - 09h13)</description>
</item>
<item>
<title>Um oásis de emprego para jovens</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u400776.shtml</link>
<description>
Quem estiver interessado em modelos para geração de empregos para jovens --um dos grandes problemas nacionais-- deve prestar atenção na cidade de Indaiatuba, uma região industrial no interior de São Paulo, próxima de Campinas. Lá se criou uma espécie de oásis para emprego juvenil.
A prefeitura já tinha uma escola técnica em parceria com o governo federal, aproveitando as vocações econômicas locais, de onde 98% dos alunos saíam empregados; os 2% restantes só não pegavam emprego porque não queriam, oferta não falta.
A cidade foi mais longe, ao fazer uma parceria com o governo estadual, mais uma vez orientada pelas vocações da região. Fizeram uma lista das demandas das empresas e montaram-se cursos técnicos dentro das escolas estaduais, aproveitando espaço ocioso, com ensino a distância combinado com monitoria presencial --esse modelo é inusitado, já que mistura a formação técnica com o ensino regular. A experiência está mais detalhada em meu site &lt;a href=&quot;http://www.dimenstein.com.br&quot;&gt;www.dimenstein.com.br.&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u400776.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (11/05/2008 - 19h08)</description>
</item>
<item>
<title>Déficit de QI baiano é verdade</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u398811.shtml</link>
<description>
Criou-se uma imensa polêmica em torno do suposto &amp;quot;déficit de inteligência&amp;quot; do baiano para explicar por que os alunos da Faculdade de Medicina da UFBA foram tão mal nas provas nacionais. A polêmica foi tão grande que o autor da frase e então coordenador do curso, Antônio Dantas, renunciou ao cargo. Há mesmo um déficit de inteligência baiano. Mas muito longe daquele citado pelo professor.
O déficit de inteligência da Bahia é, na verdade, a avassalodora perda de cérebros que, por falta de alternativa, se mudam para outras cidades do Brasil e do exterior.
Há uma leva crescente de empresários, executivos, médicos, publicitários, engenheiros, designers ou produtores culturais. Uma série de ícones da publicidade paulistana é baiana. Nizan Guanaes é apenas a estrela mais reluzente de uma crescente constelação de migrantes.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u398811.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (05/05/2008 - 17h49)</description>
</item>
<item>
<title>A aventura dos jovens mestres</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u396533.shtml</link>
<description>
Uma experiência iniciada neste mês por um dos mais renomados colégios brasileiros (Santa Cruz), em São Paulo, tenta desenvolver nos estudantes habilidades profissionais e ao mesmo tempo fazer a diferença na sua cidade. É a experiência dos jovens mestres.
Na condição de auxiliares de professores, um grupo de 19 adolescentes do ensino médio daquele colégio começou a dar aulas numa escola pública, preparados por orientadores que ensinam a lidar com as mais diferentes questões: do funcionamento de uma rede oficial de ensino até didática, com todas as suas carências, passando pelo conhecimento de indicadores de aprendizado. Assim vão aprender a observar números para montarem sistemas de avaliação --daí que o nome do programa é &amp;quot;gestão comunitária&amp;quot;.
Não é, portanto, uma intervenção pontual. Os estudantes são convidados a empreender um mergulho de um ano e, na adversidade, tocarem um projeto. Serão assim obrigados a se orientarem por metas, aprendendo a trabalhar em equipe.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u396533.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (28/04/2008 - 17h33)</description>
</item>
<item>
<title>Isabella mora ao lado</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u394176.shtml</link>
<description>
A violência doméstica é pior do que se imagina --aliás, muito pior. É o que se conclui de uma investigação em andamento feita pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) com 800 famílias na periferia da cidade de São Paulo. É a primeira pesquisa de que se tem notícia feita de casa em casa, e não apenas com bases nos falhos registros oficiais.
Os pesquisadores estão constatando uma incidência de 20% de agressões graves contra as crianças, o que significa queimaduras, asfixia ou espancamento, resultando em fraturas e lesões que, muitas vezes, acabam no hospital, mas não punem o agressor, protegido por um manto de silencio familiar. Mas deixam seqüelas psicológicas profundas.
Essa pesquisa, que detalhei em meu site (www.dimenstein.com.br), mostra que o drama da menina Isabella, que parece tão distante, mora, na verdade, ao lado. A criança vira a depositária do estresse da pobreza combinada com o desequilíbrio emocional de adultos --e, claro, é vítima da ignorância. Os pesquisadores da Unifesp ouvem a desculpa das mães e pais de que estão apenas educando seus filhos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u394176.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (21/04/2008 - 11h28)</description>
</item>
</channel>
</rss>
