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<title>Folha Online - Colunas - Gilberto Dimenstein  </title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Colunas - Gilberto Dimenstein  </title>
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<title>Enfim, uma boa notícia em São Paulo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u690889.shtml</link>
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São tantas notícias ruins em tão pouco tempo na cidade de São Paulo --enchentes, aumento da violência, congestionamentos recordes, mais moradores de rua-- que parece uma brisa num dia quente a inauguração de uma biblioteca onde antes estava o Carandiru, símbolo da selvageria. Não é uma biblioteca qualquer, daí o motivo de comemoração.
É um lugar bonito, colorido, repleto de computadores com jogos, com uma proposta moderna. Uma ala é dedicada apenas à leitura adulta --ou seja, entre outras coisas, revistas de mulher pelada. Estão programadas para ocorrer no local oficinas de grafite para atrair jovens e contação de histórias. Haverá lá dentro até baile para a terceira idade. Os funcionários são treinados para dar dicas, orientar, seduzir par a leitura.
O projeto é que ela seja a biblioteca de todas as bibliotecas, capacitando mão de obra em todo o Estado e difundindo novas práticas para atrair leitores, especialmente os mais jovens.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u690889.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (08/02/2010 - 08h53)</description>
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<title>O pior resultado de Serra</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u687999.shtml</link>
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O pior resultado de toda a gestão Serra está num emaranhado de números publicados no &amp;quot;Diário Oficial&amp;quot;: o aumento da violência, especialmente de roubos, comparando-se 2009 com o ano anterior. Foi batido o recorde de roubos no ano passado, com 257 mil registros.
Pioraram, no Estado, além dos indicadores de roubo, os de latrocínio (roubo seguido de morte), de sequestros, de furtos e de assassinatos --os homicídios só não foram piores porque o índice caiu na capital e na região metropolitana.
A explicação oficial é de que a crise econômica está por trás desses números. Até pode ser, em parte. Estudiosos dizem que falta entrosamento entre as policiais civis e militares --ou seja, gestão.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u687999.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (02/02/2010 - 07h42)</description>
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<title>Desmoralizaram os professores</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u687441.shtml</link>
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Apenas 2% dos estudantes do ensino médio querem ser professores --esse índice se aproxima de zero quando computados os alunos de maior aquisitivo, que estudam em escolas privadas. Esse fato mostra que a profissão de professor está em baixa, diria até desmoralizada.
Há dados ainda piores no relatório sobre a atratividade da carreira de professor que a Fundação Victor Civita encomendou à Fundação Carlos Chagas.
O pior dos dados: os futuros professores são recrutados entre os alunos com as piores notas, sendo que quase 90% são de escolas públicas. Portanto, o curso de licenciatura e pedagogia é, para muitos, a opção de quem não tem opção. O resto é apenas consequência.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u687441.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (01/02/2010 - 08h59)</description>
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<title>Um computador por R$ 9 mensais</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u685996.shtml</link>
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Ex-catador de latas e garrafas, Jair Martinkovic aprendeu no lixo como poderia fazer um computador para estudantes em 24 parcelas de R$ 9, com acesso a internet e garantia de um ano. E, mesmo assim, ganhar dinheiro. O valor à vista é de R$ 199.
Essa é mais daquelas inovações que mostram como se pode, em educação, fazer muito com pouco --o detalhamento da história está no &lt;a href=&quot;http://www.catracalivre.com.br&quot;&gt;www.catracalivre.com.br&lt;/a&gt;.
Ele convenceu grandes empresas a lhe dar os computadores velhos que iriam ficar jogados em um depósito. Com todo esse material, montou uma empresa de remanufatura --ou seja, o computador saiu dali recauchutado. Apesar das limitações, dá para entrar na internet e serve para estudo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u685996.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (28/01/2010 - 15h12)</description>
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<title>Muito pior do que enchente</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u683684.shtml</link>
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Cerca de 40% dos professores temporários da rede pública de São Paulo &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u683664.shtml&quot;&gt;não passaram no teste de conhecimento&lt;/a&gt;. O resultado só não foi pior porque parte da nota é composta por tempo de serviço.
Mesmo assim --e por falta de alternativa-- muitos deles vão dar aulas. Essa notícia é pior (muito pior, diga-se) do que enchente. As enchentes vão e voltam, mas o professor sem capacitação fica, causando danos diários.
Não poderia deixar de reconhecer que merece apoio a decisão do governo estadual de fazer a prova, enfrentando o corporativismo. Até compreendo o anúncio de que os professores reprovados vão continuar dando aula --é isso ou nada. Melhor isso.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u683684.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (23/01/2010 - 08h30)</description>
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<title>Caetano vira funk na periferia</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u682685.shtml</link>
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&amp;quot;Sampa&amp;quot;, de Caetano Veloso, foi adaptada para o ritmo funk e transformada em aula na periferia de São Paulo --a música está no &lt;a href=&quot;http://www.catracalivre.com.br&quot;&gt;www.catracalivre.com.br&lt;/a&gt;. Muita gente pode não gostar do resultado musical, mas é daquelas belas ideias educacionais. Inclusive para combater a violência.
Jovens da periferia paulistana (Cidade de Tiradentes) estudaram a letra de &amp;quot;Sampa&amp;quot; como parte da comemoração do 456º aniversário da cidade. Identificaram-se com a estranheza e o deslumbramento de Caetano, que morou em São Paulo --e assim puderam discutir a cidade.
Mas acharam que para a música pegar entre os jovens daquela região tinham de dar uma mãozinha para Caetano. Assim, resolvem transformá-la em funk para tocar nas baladas. &amp;quot;Ronda&amp;quot;, de Paulo Vanzolini, acabou em baião.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u682685.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (21/01/2010 - 13h07)</description>
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<title>Você sabe o nome de um ministro?</title>
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Se você sabe, parabéns, você não é um brasileiro comum.
A Ipsos colocou esta questão a pessoas de 70 cidades brasileiras, envolvendo nove regiões metropolitanas. Mesmo nas classes A/B, mais escolarizadas, metade (48%) não sabia --a média geral é de 34%, sendo que entre os mais pobres o percentual cai para 20%. Dados semelhantes foram encontrados quando se perguntou o nome de um deputado e um senador.
A tradução disso é óbvia --e mais uma vez mostra como estamos longe de uma democracia mais participativa. Se os indivíduos, mesmo os mais escolarizados, desconhecem o nome do ministro, certamente acompanham ainda menos sua atuação.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u680851.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (18/01/2010 - 08h57)</description>
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<title>Zilda Arns: uma paixão à primeira vista</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u678688.shtml</link>
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Apaixonei-me pela pediatra Zilda Arns à primeira vista --ou melhor, à primeira entrevista.
Eu morava em Brasília e ela, que estava interessada em ajudar a divulgação do trabalho da Pastoral da Criança --ainda em fase inicial e quase exclusivamente bancada pelo Unicef--, gostaria de conversar com jornalistas.
Perguntei-lhe qual era o orçamento do projeto, localizado em algumas comunidades do interior, e quantas crianças eram atendidas --e assim saiu o &amp;quot;lead&amp;quot; do meu primeiro artigo sobre a pediatra. Cada criança atendida saía, pelos valores de hoje, cerca de R$ 0,50. O título da coluna era: uma vida por 50 centavos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u678688.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (13/01/2010 - 15h22)</description>
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<title>Novela da Globo mente sobre São Paulo?</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u677883.shtml</link>
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Podem me chamar de ingênuo ou até desinformado, mas considero que o cenário retocado, limpo, do centro de São Paulo apresentado em &amp;quot;Tempos Modernos&amp;quot;, a nova novela da Globo, está muito longe do real --mas tem tudo para ser o nosso futuro. A emissora talvez esteja apenas antecipando o que vamos ser.
Sou dos que amam São Paulo, por onde costumo caminhar sempre. Tenho visto, em meio aos caos e seus nóias, a cidade mudar --e para melhor. Há cada vez mais gente educada e mais opções culturais, como vemos no Baixo Augusta. Está aí a vocação de São Paulo.
O paulistano está cada vez mais exigente e crítico --e todos os prefeitos terão que investir no centro. Por uma questão simplesmente de mercado (falta de espaços na cidade), áreas como a Luz serão revitalizadas, atraindo mais moradores.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u677883.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/01/2010 - 07h59)</description>
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<title>Desinformação ajuda Serra</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u670425.shtml</link>
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Se alguém quiser saber a relação entre eleições e escolaridade, basta ler o artigo publicado por Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha.
Segundo seu artigo, se os eleitores fossem mais informados, a eleição presidencial já estaria empatada --com Dilma e Serra em torno de 37%.
Chega-se a essa conclusão a partir de uma informação: o número de eleitores que votariam, com certeza, num candidato indicado por Lula. Ocorre que uma percentagem deles não sabe que Dilma é candidata de Lula --isso depois de tantas imagens dos dois juntos, bombardeadas há tanto tempo.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u670425.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (23/12/2009 - 08h57)</description>
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<title>Um professor contra a violência</title>
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O governo de São Paulo informa que vai colocar, em cada escola, um professor comunitário. Pela minha experiência dentro e fora do Brasil, posso garantir o seguinte: se esse profissional for bem treinado e tiver um mínimo de apoio, haverá a redução da violência na sociedade em geral e na escola, em particular. Além disso, com a melhora do ambiente, haverá mais chances para o estudante progredir.
A ideia é que esse professor seja um intermediador de conflitos --coisa abundante na escola--, atue para envolver a família e a comunidade. Um de seus papéis seria visitar as famílias, a exemplo do que ocorre (e com ótimos resultados) em Taboão da Serra.
Já se podem encontrar professores comunitários em áreas conflagradas do Rio, como a Cidade de Deus, onde a matrícula escolar cresceu 30% nos últimos 12 meses. E o assassinato caiu mais de 90%.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u669944.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (22/12/2009 - 08h11)</description>
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<title>Saúde é o ponto fraco de Lula</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u669675.shtml</link>
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Dados ainda inéditos da pesquisa Datafolha, divulgada neste domingo, mostra que a saúde é a área mais vulnerável da gestão Lula --o que abre uma brecha para o pré-candidato José Serra (PSDB), bem avaliado como ministro da Saúde.
Para 24% dos entrevistados, a saúde, considerado o mais grave problema brasileiro, é a pior atuação do governo Lula. Em segundo e terceiros lugares, com larga distância, estão violência (15%) e combate à corrupção.
Uma novidade, segundo a pesquisa, é que Lula, cuja baixa escolaridade sempre foi motivo de debate no país, tem na educação a sua melhor pontuação (13%), empatado com os programas sociais e, em seguida, economia (12%).
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u669675.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (21/12/2009 - 17h53)</description>
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<title>Twitter cria Papai Noel inteligente</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u668458.shtml</link>
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Provavelmente, nunca em toda a história do Natal no Brasil, tantas crianças pobres receberão tantos livros --e tudo isso graças à invenção do Twitter. Já são 78 mil livros, e sem que ninguém tenha que pagar nada. Ou quase nada.
O detalhamento da experiência está no &lt;a href=&quot;http://www.catracalivre.com.br&quot;&gt;www.catracalivre.com.br&lt;/a&gt;.
A história começou, em outubro, sem grandes pretensões, com três pessoas (Heber Dias, Laura Furquim e José Luiz Golfarb) pedindo que, neste Natal, as pessoas doassem livros para comunidades pobres. As mensagens foram enviadas pelo Twitter.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u668458.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (18/12/2009 - 11h17)</description>
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<title>A invenção do celular gratuito</title>
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Sempre tenho tentado mostrar, de diferentes formas, que a maior riqueza de uma nação não são seus recursos naturais, mas sua capacidade de inovar --e daí minha insistência em alertar para o problema da educação. Um exemplo popular bem didático é o projeto, patenteado por uma empresa brasileira, da ligação gratuita no celular.
A Freakom está testando, no Paraná, anúncios para serem ouvidos em celulares pré-pagos --a maioria dos brasileiros tem este tipo de celular. Se a pessoa topa ouvir o anúncio, terá um minuto de ligação gratuita --o detalhamento está no &lt;a href=&quot;http://www.catracalivre.com.br&quot;&gt;www.catracalivre.com.br&lt;/a&gt;.
Ganha a empresa que faz o anúncio e ganha o consumidor que não paga a ligação.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u667205.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (16/12/2009 - 08h42)</description>
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<title>Educação entra na agenda dos candidatos</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u662986.shtml</link>
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A pesquisa CNI/Ibope mostra que a educação entrou no topo da agenda do brasileiro --o que é uma notícia extraordinária sobre a mudança de mentalidade.
De acordo com os entrevistados, a principal preocupação nacional é a segurança. E, em segundo lugar, aparece educação. Até pouco tempo atrás, segundo o Ibope, educação chegava a, no máximo, sétimo lugar.
Isso se deve à percepção popular de que a abertura do mercado de trabalho está condicionada à escolaridade.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u662986.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (07/12/2009 - 16h24)</description>
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