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<title>Folha.com - Colunas - Gilberto Dimenstein  </title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha.com - Colunas - Gilberto Dimenstein  </title>
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<title>Serra jogou dinheiro fora</title>
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Quando começaram as obras de ampliação da marginal, ao custo de R$ 1,3 bilhão, eu apenas escrevi aqui o óbvio --é dinheiro jogado fora. Mais cedo ou mais tarde, como ocorre em vários países, os carros iriam ocupar o espaço e o congestionamento voltaria. Fui acusado até de fazer campanha contra a candidatura Serra. Pelo jeito, foi mais cedo que se imaginava.
Reportagem do jornal &amp;quot;O Estado de S. Paulo&amp;quot; informa que, depois do alívio, os congestionamentos voltaram neste mês a níveis indecentes --uma piora em relação a abril.
Isso só mostra que a única saída para a cidade é investir em transporte público (metrô e corredores de ônibus) e ter coragem de brigar com a classe média.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/741466-serra-jogou-dinheiro-fora.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (27/05/2010 - 08h25)</description>
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<title>Descobriram a cura do crack?</title>
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Um grupo de 50 viciados em crack se submeteu a um experimento comandado por psiquiatras da Universidade Federal de São Paulo: altas doses de maconha combinadas com terapia. Resultado: 68% deixaram o crack. Desse total, 100% deixaram a maconha --o detalhamento está no &lt;a href=&quot;www.catracalivre.com.br&quot;&gt;www.catracalivre.com.br&lt;/a&gt;.
Diante dos indícios positivos, os psiquiatras queriam dar mais consistência à pesquisa, ampliando o atendimento e controlando a qualidade da maconha.
O mais incrível dessa história é que, como no Brasil é proibido o uso medicinal da maconha, a experiência foi suspensa. Os psiquiatras poderiam ser enquadrados como traficantes.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/739803-descobriram-a-cura-do-crack.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (24/05/2010 - 11h09)</description>
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<title>O direito de fumar maconha</title>
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As pessoas podem ser contra a descriminalização da maconha --e com bons argumentos. Mas ninguém pode ser contra as evidências científicas de que, em determinados casos, seu uso é medicinal. Não podemos condenar pacientes a comprar a droga de traficantes. Esse é o tema de um congresso internacional que ocorre em São Paulo, liderado por nomes reconhecidos por sua preocupação com a saúde pública.
O que eles querem é criar uma agência para que se reconheça, oficialmente no Brasil, o direito de pesquisa dos princípios da maconha e liberação para pacientes com câncer, por exemplo, obrigados a sessões de quimioterapia.
Proibir o uso medicinal da maconha é um sinal de ignorância. Ninguém é a favor do uso recreativo da morfina --mas ninguém vai bani-la do uso médico.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u737303.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/05/2010 - 08h09)</description>
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<title>Minha madrugada inesquecível</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u735923.shtml</link>
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Tenho o hábito de caminhar pela cidade de São Paulo. Além do prazer de flanar (meu único prazer aeróbico), esse foi jeito que encontrei de sentir e descobrir a cidade para minhas reportagens. Flano pelos piores lugares, inclusive a Cracolândia, onde já presenciei imagens que pareciam exageradas num filme de ficção. Por isso, a madrugada de domingo entra na minha história como um dos momentos inesquecíveis.
Voltei a caminhar pela Cracolândia. Estavam lá os meninos e meninas com o crack, nenhuma novidade. Mas também estavam nas ruas centenas de milhares de pessoas despreocupadas (vi mães com carrinhos de bebês). As imagens se misturavam com os sons de uma Céu, Zélia Duncan, os dos palcos de dança e das orquestras. Sombras eram projetadas nas paredes da Estação da Luz durante a execução de uma ópera Carmina Burana, cuja apoteose traduzindo com perfeição o que eu estava sentindo.
Tinha a sensação de que as pessoas reconquistavam um território ocupado por muito tempo por uma nação estrangeira. Redescobriam novos limites.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u735923.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (16/05/2010 - 13h02)</description>
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<title>A melhor grife do shopping Iguatemi</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u733831.shtml</link>
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Vou logo dizendo que não gosto de ir a shopping center. Além de me sentir enclausurado, acho tudo isso uma cidade artificial e pasteurizada. Gosto, muito menos, de produtos de grife. Acredito que os shoppings pioram as cidades ao empobrecer o comércio de rua. Feitas essas considerações, gostaria de registrar aqui que a rede de shoppings Iguatemi está ajudando a construir uma valiosa grife na cidade de São Paulo --na minha visão, muitíssimo mais importante do que todas aquelas marcas de lojas caríssimas.
Formado em administração de empresas, o presidente do grupo, Carlos Jereissati Filho, decidiu apoiar a gestão de uma escola pública próxima do seu escritório, chamada Luis Arrobas Martins, com apoio de pedagogos. Teve a sorte de encontrar uma diretora (Deise Tannous). Além das obras de infraestrutura, os professores foram capacitados --o detalhamento da experiência está no &lt;a href=&quot;http://catracalivre.folha.uol.com.br/&quot;&gt;www.catracalivre.com.br/&lt;/a&gt;.
As notas melhoraram muito. Hoje, a média da escola é 6,2. É um nível dos países mais desenvolvidos. Como a educação é o problema mais sério do país, Luis Arrôbas Martins é a grife mais importante que podemos valorizar.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u733831.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/05/2010 - 08h38)</description>
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<title>O discurso vazio de João Sayad</title>
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Tenho observado uma onda contra as atitudes politicamente corretas. Em geral, são ataques irritadiços disparados por homens, brancos, aparentemente heterossexuais e sem deficiência física --e com bom poder aquisitivo. É o caso de João Sayad, convidado agora para ocupar a presidência da Fundação Padre Anchieta.
Em entrevista ao &amp;quot;Estado&amp;quot; ele disse: &amp;quot;Detesto o politicamente correto. Discursos por cidadania, sustentabilidade, dignidade, tudo isso me soa vazio.&amp;quot; Isso significa que ele vai tentar implantar essa visão na TV Cultura?
Minha pergunta é a seguinte: por que tenho de pagar impostos para uma emissora que não tem como preocupação essencial a cidadania, a sustentabilidade e a dignidade?
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u733230.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (11/05/2010 - 08h53)</description>
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<title>Dilma é vítima de machismo?</title>
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Nesses primeiros passos eleitorais, já deu para perceber que o foco dos ataques dos tucanos contra o PT será a suposta falta de experiência de Dilma Rousseff em comparação com José Serra. A ideia é mostrar a ex-ministra como uma dependente química de Lula. Será que pega?
É preciso ser um ignorante para deixar de reconhecer a qualificação de José Serra. Poucos brasileiros estariam hoje tão preparados como ele para ser presidente. Mas o fato é que Dilma passou toda a sua vida envolvida na política e, na gestão Lula, conheceu a intimidade da máquina administrativa: faz parte de um time que com bons resultados a mostrar.
Já comentei aqui que considero Fernando Henrique Cardoso um injustiçado. Os efeitos de sua administração são mais importantes do que a população reconhece, a começar do controle da inflação, melhor controle dos gastos públicos e a arquitetura de programas sociais --um dos efeitos, inclusive, foi a base para Lula alcançar tanta popularidade.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u732675.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (10/05/2010 - 08h53)</description>
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<title>Favela testa vacina contra álcool</title>
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No noite de sábado passada testemunhei uma experiência na favela de Heliópolis (a maior de São Paulo) que pode resultar numa espécie de vacina contra o alcoolismo e, talvez, abuso de drogas --o detalhamento está no &lt;a href=&quot;http://www.catracalivre.com.br&quot;&gt;www.catracalivre.com.br&lt;/a&gt;.
Era uma balada de funk e rap em que estava proibida a entrada de bebidas, cigarro e drogas. Ao final da festa, entre centenas de latinhas de refrigerantes, encontrou-se apenas uma de cerveja.
A balada faz parte de um projeto em que jovens são remunerados e treinados em comunicação (marketing, publicidade e jornalismo) para mostrar a outros da comunidade os perigos das substâncias psicoativas --o que se traduzir em consumo consciente. Parte da campanha é voltada aos donos de bares, para convencê-los a não vender bebidas para menores de 18 anos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u725899.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (26/04/2010 - 08h25)</description>
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<title>Se todas fossem iguais a você</title>
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A jornalista Vanessa Cabral é uma mãe de classe que média que resolveu matricular seus dois filhos na escola pública (brigadeiro Faria Lima) mais próxima de sua casa, em São Paulo. Muita gente disse que ela estava com algum problema psicológico. A partir daí, montou um blog para relatar sua experiência --o detalhamento está no &lt;a href=&quot;http://www.catracalivre.com.br&quot;&gt;www.catracalivre.com.br&lt;/a&gt;.
Além de montar a blog (de altíssima qualidade, aliás), entrou no conselho da escola e fez um acerto na empresa em que trabalha para ter mais tempo e acompanhar melhor a vida escolar dos filhos. Não é à toa que muito especialista diz que a escola pública perdeu qualidade quando os mais ricos foram para os colégios particulares.
Está aí um dos jeitos de se melhorar, de forma consistente, a educação pública: a participação dos pais, capazes de pressionar a escola e os governantes. Não só pressionar, mas se envolver no aprendizado dos filhos. Para mim, isso é mais importante, muito mais importante, que qualquer reforma educacional.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u724232.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (22/04/2010 - 08h45)</description>
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<title>Um filme para Serra e Dilma</title>
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Um dos mais famosos cineastas brasileiros, Cacá Diegues nunca estudou pedagogia, mas acaba de mostrar, aos 70 anos de idade, como se ensina o prazer de aprender e, ao mesmo tempo, como combater a violência. Sua experiência se chama &amp;quot;5xFavela&amp;quot; --as imagens e o detalhamento estão no &lt;a href=&quot;http://www.catracalivre.com.br&quot;&gt;www.catracalivre.com.br&lt;/a&gt;. É algo que deveria ser acompanhado por todos os governantes preocupados com educação.
Ele chamou centenas de jovens dos morros do Rio para produzirem cinco histórias sobre as favelas. Participaram não só como autores, mas da criação do argumento, do roteiro, da fotografia, cenário, figurino, num processo colaborativo, no qual Cacá Diegues foi uma espécie de facilitador.
O resultado é extraordinário --e, por isso, acaba de ser selecionado para o festival de Cannes.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u722750.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/04/2010 - 08h22)</description>
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<title>A ignorância e o câncer</title>
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Uma ótima tradução do que vivo martelando aqui sobre a importância da educação é traduzido, com perfeição, por uma experiência no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, ligado à USP. Eles estão usando a acupuntura --e com sucesso-- para minimizar os efeitos da quimioterapia, conseguindo efeitos também contra depressão, fadiga e insônia. O detalhamento está no &lt;a href=&quot;http://www.catracalivre.com.br&quot;&gt;www.catracalivre.com.br&lt;/a&gt;.
Até chegar lá, médicos sérios e comprometidos decidiram romper preconceitos e trabalhar com evidências.
Mostra-se aí como é vital o desenvolvimento de habilidades e a construção de centros de pesquisa como o Instituto do Câncer, cada vez mais uma referência. Daí se vê o quanto perdemos pela nossa educação pública indigente, já que deixamos de produzir cientistas e inventores.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u720587.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (14/04/2010 - 09h03)</description>
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<title>Assassinos contra Serra</title>
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O slogan &amp;quot;Pode Mais&amp;quot; de José Serra é, do ponto de vista de marketing, ótimo. Um fato, porém, é capaz de arranhar a força dessa mensagem: os assassinos de São Paulo.
Tenho comentado aqui por várias vezes que a pior notícia da gestão Serra foi o aumento da violência, especialmente o roubo, que, no passado, bateu recorde. Na semana seguinte em que Serra oficializa sua candidatura presencial, sabemos que a taxa de homicídio aumentou 12% nos três primeiros meses deste ano em relação ao mesmo período de 2009.
Uma das grandes conquistas de São Paulo --e, em especial da cidade-- foi a queda contínua dos homicídios, agora revertida. Diga-se que, em comparação com as grandes cidades, o índice é baixo. Mas é um tema que, certamente, vai entrar no debate sucessório, caso as estatísticas não mudem rapidamente.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u719415.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (12/04/2010 - 08h54)</description>
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<title>Professor é a profissão mais importante</title>
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Sempre digo que professor é a profissão mais importante porque ele forma do médico ao engenheiro, passando pelos cientistas --nenhuma atividade é tão essencial a uma sociedade como a educação. É por isso também que o professor tem de ser cada vez mais valorizado, até porque é a forma de atrairmos talentos para a sala de aula.
Tenho defendido essa posição toda a minha vida. Daí minha perplexidade ao ler muitos dos e-mails --alguns deles apenas insultos-- enviados por causa de minha posição sobre a greve dos professores, que acabou sem nenhuma reivindicação atendida.
Se tivessem lido os comentários com atenção, veriam que minhas posições ajudam muito mais o professor do que a defesa de posições corporativistas extremadas.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u718463.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (09/04/2010 - 08h45)</description>
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<title>Daisdoida: loucura de grife</title>
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Um grupo de pacientes psiquiátricos está criando uma nova grife da cidade de São Paulo, com direito a abertura de uma loja no centro, prevista para o fim deste mês. Nome da grife: Dasdoida. Essa é daquelas invenções que mostram o poder mágico da educação --mais detalhes estão no &lt;a href=&quot;http://www.catracalivre.com.br&quot;&gt;www.catracalivre.com.br&lt;/a&gt;.
Pacientes de um Centro de Atenção Psicossocial (Itapeva) produziam, nas oficinas, peças de decoração, acessórios e roupas. Daí veio a ideia da grife, da loja e, claro, do bem-humorado nome.
Os modelos --os próprios pacientes com suas criações--- se apresentaram nesta semana num desfile no centro de São Paulo. Tema do desfile: Fantasmas. A proposta foi convidar os espectadores a soltar suas próprias loucuras.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u716747.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (06/04/2010 - 09h04)</description>
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<title>Não sou nem PT nem PSDB</title>
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Como venho recebendo críticas de petistas me acusando de tucano e de tucanos me chamando de petista, fiz uma enquete irônica aqui para que se resolvessem sobre, afinal, a quem eu seria subordinado. A resposta certa: nem PT nem PSDB. Ou, talvez, PT e PSDB. Nem Dilma nem Serra ou, talvez, Dilma e Serra.
O que faço é o óbvio: apontar erros e acertos dos governantes, independentemente de partidos ou ideologias.
Gosto, especialmente, de mostrar soluções, venham de onde venham. Ser independente é poder igualmente criticar e mostrar acertos. Um acerto é tão notícia quanto erro. O essencial é medir seu impacto. Será que é tão difícil assim entender algo tão simples?
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/gilbertodimenstein/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u714975.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (01/04/2010 - 07h06)</description>
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