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<title>Folha Online - Colunas - Kennedy Alencar      </title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Colunas - Kennedy Alencar      </title>
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<title>O gol contra do Itamaraty e do PT</title>
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Correndo o risco de soar como engenheiro de obra feita, parece razoável considerar que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva acumulou mais erros do que acertos ao tratar do imbróglio Colômbia-Farc. Um dos acertos evidentes foi ter atuado como mediador da recente crise entre os presidentes da Colômbia, Equador e Venezuela --respectivamente, Álvaro Uribe, Rafael Corrêa e Hugo Chávez.
Mostrou-se correta a estratégia de evitar a internacionalização de um conflito após a incursão militar colombiana em território equatoriano em 1º de março para matar Raul Reyes, então número dois das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).
No calor daquela crise, era fundamental impedir que a retórica incendiária de Chávez envenenasse ainda mais as relações entre Uribe e Corrêa. No entanto, o Brasil destacou mais a violação territorial do Equador do que a condescendente relação daquele país com uma guerrilha contaminada pelo narcotráfico. O Brasil pegou leve com as Farc, pressionando para que ela fosse aceita como ator político na Colômbia em troca da libertação de reféns. Uma condenação mais firme do governo Lula à guerrilha, sinalizando a elevação de seu isolamento internacional, teria sido a coisa certa naquele momento. Mas a ação brasileira soou algo solidária à guerrilha.
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<title>Lula fez a coisa certa</title>
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É fato que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva elevou muito os gastos públicos no segundo mandato. Seria uma decisão acertada apertar os cintos e aumentar ainda mais o superávit primário --a economia de todo o poder público para pagar a sua dívida.
Lula já aumentou a meta de superávit de 3,8% para 4,3% do PIB (Produto Interno Bruto, a soma de todas as riquezas produzidas em um ano no país). Com arrecadação de tributos em alta, o presidente poderia economizar mais. Quem sabe uns 5% do PIB. Nos bastidores, já autorizou uma meta de 4,5% de superávit.
O governo petista tem atuado com responsabilidade fiscal no atacado. Peca aqui e ali no varejo, mas tem mais créditos nessa área do que outros governos.
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<title>Brasil tenta ressuscitar acordo com Japão; assista Kennedy Alencar</title>
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Em 2006, o governo brasileiro negociou com o governo do Japão um novo padrão de TV digital para o país. Na época, houve tratativas para que em contrapartida o Japão trouxesse para o Brasil uma fábrica de semicondutores, inclusive havia negociação com a empresa Toshiba.
Kennedy Alencar é &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/kennedyalencar/&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt; e repórter especial da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Brasília. Ouça também os &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/kennedyalencar/&quot;&gt;podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/brasil/2008/06/20/noticiario-brasil_tenta_ressucitar_acordo_japao_tv_digital.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
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<title>A visita da velha senhora</title>
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&amp;quot;Tudo dá certo até a hora em que algo dá errado&amp;quot;, diz, pedindo o perdão da obviedade, uma pessoa que acompanhou bem de perto os oito anos de poder do tucano Fernando Henrique Cardoso, presidente do início de 1995 ao final de 2002, eleito e reeleito no primeiro turno. O poder costuma ser tão inebriante que os poderosos muitas vezes não enxergam o óbvio, porque enfrentar problemas de frente tem lá o seu custo.
No primeiro mandato, FHC surfou numa bela onda de popularidade com um câmbio valorizado que foi essencial para domar a inflação, mas que se prolongou por tempo demais e gerou uma crise (desvalorização de 1999). Depois, vieram ainda o apagão de energia de 2001 e mais uma crise cambial no finalzinho do mandato, na transição para o petista Luiz Inácio Lula da Silva.
Lula teve um começo de governo difícil. Não havia levado a eleição no primeiro turno e pairavam muitas dúvidas sobre a capacidade de tocar a economia. O presidente fez um duro ajuste fiscal e monetário. Apertou os cintos e ganhou fôlego. Ao mesmo tempo, os programas sociais tipo &amp;quot;amostra grátis&amp;quot; de FHC ganharam uma dinheirama nunca antes vista neste país.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/kennedyalencar/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/kennedyalencar/ult511u414263.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/06/2008 - 00h12)</description>
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<title>Lula e o PFL</title>
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Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reclamou da lei eleitoral que o ajudou a chegar ao poder, o PFL... opa!, o DEM discutiu punição a um vice-governador do partido que denunciou corrupção no governo da aliada Yeda Crusius (PSDB-RS).
Lula e o DEM deram contra-exemplos que, além de pegar muito mal para eles, contribuíram para sedimentar a incorreta opinião de que a política é uma atividade suja. Não é papel de presidente da República criticar a lei --ainda mais uma lei que teve o apoio do PT nos tempos de oposição.
No poder, Lula acha ruim as restrições a liberações de verbas e a assinaturas de convênios oficiais. Na oposição, ele e o PT viviam se queixando de supostos abusos dos manda-chuvas de então. Se Lula acha que a lei é hipócrita, que defenda que o seu partido apresente um projeto no Congresso para alterá-la. No entanto, seria conveniente fazer antes uma autocrítica.
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<title>Flertando com o perigo</title>
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Dilma Rousseff possui mais poder do que tiveram, juntos, Antonio Palocci Filho e José Dirceu --respectivamente ex-ministros da Fazenda e da Casa Civil. A atual chefe da Casa Civil tem o gerenciamento do governo na mão e influencia bastante as decisões da política econômica.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comete com Dilma o mesmo erro que cometeu com Dirceu. Poder demais a um ministro dificilmente dá em boa coisa. Mas Lula gosta dos resultados de Dilma. Ela obedece cegamente aos pedidos do presidente. Essas solicitações são apenas parte da rotina administrativa da ministra, que lida com uma variedade imensa de outras decisões que não passam pelo gabinete presidencial. Exemplo: arbitrar disputas de segundo escalão entre diferentes pastas. A confusão só chega a Lula quando é coisa do primeiro escalão.
Na operação para salvar a Varig, o governo agiu de forma voluntariosa. Não quis sofrer o desgaste político de deixar falir a mais tradicional marca de nossa aviação. No mundo dos negócios, diz-se que uma operação na bacia das almas é uma excelente oportunidade. Aí entrou em cena o advogado Roberto Teixeira, compadre e amigo de Lula. Teixeira lida na área de direito aeronáutico há uns 20 anos. A amizade com Lula abriu portas no mundo privado e na Esplanada dos Ministérios. Se Teixeira atuou à margem da lei, só o tempo e uma investigação poderão responder. Ele se escuda num argumento razoável: a Justiça aprovou a operação de salvamento.
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<title>Dá-lhe, Celso de Mello!</title>
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O título desta &amp;quot;Pensata&amp;quot; estava pronto desde a véspera. Seria &amp;quot;Supremo conservadorismo&amp;quot;.
No entanto, poucas vezes o jornalismo nos permite ver a História ser escrita com grandeza. O ministro Celso de Mello proporcionou um desses raros e deliciosos momentos.
Foram históricas as palavras de Celso de Mello ao final do julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) a respeito da constitucionalidade do artigo da Lei de Biossegurança que autoriza pesquisas com células-tronco de embriões humanos. O novo título deste artigo é uma singela homenagem ao ministro.
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<title>Minc, pragmático e marqueteiro</title>
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Quem conhece de perto Carlos Minc diz que ele é muito mais pragmático do que Marina Silva. No cargo de secretário do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro, ele viabilizou grandes projetos econômicos exigindo compensações ambientais, como replantio de árvores, recuperação de áreas devastadas, de lagoas e por aí foi. Ganhou a simpatia de grandes empresas. Em troca, ele obteve investimentos privados em projetos ambientais.
Beleza pura.
Pode ser uma boa política para o Estado do Rio de Janeiro.
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<title>Inflação volta a assustar Lula</title>
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O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) perdeu para o risco de inflação o primeiro lugar entre as preocupações principais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente continua suas viagens para &amp;quot;inaugurar&amp;quot; ordens de serviço do PAC, telefona para ministros quando é informado de que algum projeto anda mal das pernas e fala todo dia com Dilma sobre &amp;quot;a menina de ouro&amp;quot; de seus olhos, como disse na sexta-feira (09/05), na Bahia.
No entanto, nas últimas semanas, Lula teve de dar o braço a torcer ao presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. A turma do BC já vinha dizendo fazia tempo que havia risco de alta dos preços e que essa ameaça não era nada desprezível. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, rebatia a tese do BC. Minimizava tal risco. Pois bem.
A inflação acumulada nos últimos dozes meses pelo IPCA ficou acima de 5%. O IPCA, Índice de Preços ao Consumidor Amplo, é a taxa usada como referência no sistema de metas de inflação. O centro da meta é de 4,5% ao ano. O índice real, portanto, está se afastando do centro.
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<title>Mala sem alça</title>
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Parcela importante do Congresso Nacional e caciques políticos com ambições presidenciais estão interessados em nova mudança das regras eleitorais. A idéia é acabar com a reeleição e instituir um mandato presidencial de cinco anos.
Mas há uns penduricalhos nessa articulação. Alguns congressistas falam em alterar a duração do mandato dos deputados federais, governadores e prefeitos, que passariam a ficar cinco anos no cargo e não os atuais quatro anos. Outros propõem reduzir o mandato dos senadores de oito para cinco anos. Uns poucos falam em estender o mandato dos senadores para dez anos! Tem até quem defenda eleições gerais a cada cinco anos. Objetivo: coincidência total entre o mandato dos políticos.
Há muita queixa de governantes e parlamentares em relação ao atual modelo, com eleições a cada dois anos. Agora em outubro ocorrerão as eleições municipais (prefeitos e vereadores). Dali a dois anos, em 2010, haverá disputas para presidente, governadores de Estado, deputados federais, senadores (dois terços das 81 vagas), deputados estaduais e deputados distritais de Brasília.
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<title>As novas trapalhadas do PT</title>
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Essa direção nacional do PT não decepciona mesmo. Não perde dinheiro quem aposta que ela não resiste a dar tiro no pé.
O veto da Executiva Nacional do partido a uma aliança com o PSDB na eleição municipal de Belo Horizonte é &amp;quot;burrice&amp;quot; pura e simples, como disse em conversa reservada o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo a cúpula petista, o governador Aécio Neves (PSDB) faz uma &amp;quot;administração comprometida com políticas frontalmente distintas daquelas que compõem nosso programa de governo&amp;quot;. E também alegou que a decisão tem a ver com a estratégia eleitoral do PT para 2010.
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<title>Padim Lula</title>
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Em conversas reservadas, o governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), explica por que seria um candidato &amp;quot;pós-Lula&amp;quot;, caso viabilize a sua candidatura à Presidência em 2010. Para o tucano, se a economia mantiver um ritmo de crescimento anual na casa dos 5%, Luiz Inácio Lula da Silva vai terminar o mandato superpopular. &amp;quot;Vai virar Padim Lula&amp;quot;, disse Aécio.
Ou seja, será inútil para um candidato da oposição atacar ferozmente Lula na campanha eleitoral de 2010. O crescimento da economia e a ampliação inédita na nossa história recente de programas sociais para os mais pobres tendem a &amp;quot;canonizar&amp;quot; Lula em vida. Se o Nordeste já tem o Padim Ciço, o Brasil poderá ganhar o Padim Lula.
Exagero?
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<title>Dilma, a ministra que encolheu</title>
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A seguinte avaliação é de um importante aliado do governo Lula no Congresso. Obviamente, ele pede a reserva do seu nome. &amp;quot;Se a Dilma não consegue enfrentar o Arthur Virgílio numa CPI, não dá para ser candidata a presidente. Isso é fichinha perto dos desafios que ela terá de enfrentar para disputar a Presidência. O presidente Lula pode e ainda vai insistir na candidatura dela, mas acho que ficou difícil.&amp;quot;
A ministra da Casa Civil encolheu com o Dilmagate. A tendência é sua sobrevivência no cargo, com apoio de Lula, mas sem o poder e a expectativa de poder de outrora. No Palácio do Planalto, diz-se que a culpa é da imprensa. Fala-se que a mídia inventou um escândalo e quis derrubar Dilma.
Ora, o dossiê com gastos sigilosos foi feito dentro da Casa Civil. A número 2 de Dilma, Erenice Guerra, confirmou que deu a ordem para elaboração dos dados. O governo quer encontrar um culpado para o vazamento a fim de esconder o culpado pela confecção de um peça política que seria usada, sim, contra adversários políticos.
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<title>O terceiro mandato de Lula</title>
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Uma regra de ouro do jornalismo recomenda ser crítico em relação às autoridades, desconfiar do que dizem, checar os números que divulgam, duvidar das versões que apresentam como fatos consumados. Isso é salutar, mas, levado ao exagero, funciona ao contrário, e informa mal os leitores.
No caso da tese de um terceiro mandato consecutivo para Lula, a imprensa tem cometido o pecado do excesso de ceticismo em relação às palavras do presidente da República. Inúmeras vezes, Lula reiterou publicamente que não pretende patrocinar uma articulação para mudar a Constituição a fim de ser candidato em 2010.
Lula já desautorizou o PT a levar a proposta adiante. No entanto, parlamentares da base de apoio do governo insistem em apresentar uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) para permitir a re-reeleição. Eles estão em busca de seus 15 minutos de fama. Alguns são neófitos em Brasília. Outros foram poderosos em governos passados e tentam recuperar o prestígio perdido.
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<title>Dilmagate</title>
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Um traço constante do governo Luiz Inácio Lula da Silva tem sido a sua enorme capacidade de tropeçar nas próprias pernas. Possuem DNA petista os fios que detonaram os mais graves casos de corrupção e escândalos políticos desde que o PT chegou ao poder central.
Quando tudo vai bem para Lula, com notícias seguidas de popularidade alta, a oposição precisa apenas esperar que alguém do governo ou do PT resolva dar um tiro no pé. Foi assim com Waldomiro Diniz, José Dirceu, Antonio Palocci, Delúbio Soares...
Agora, o problema apareceu na Casa Civil da poderosa Dilma Rousseff. Por ora, estacionado na secretaria executiva, ocupada por Erenice Guerra, a número 2 de Dilma.
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