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<title>Folha Online - Colunas - Luiz Caversan        </title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>
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<title>Folha Online - Colunas - Luiz Caversan        </title>
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<title>Medo de viver</title>
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Passei uns dias da semana no Rio e foi de lá que postei no meu Facebook o seguinte texto: &amp;quot;Rio ou Rios? Na TV, 33 mortos, barbárie, desespero. Na zona sul, gente bonita, descontraía, jogando vôlei na praia ou jogando conversa fora em bares e calçadas... Só os restaurantes mais chiques, com público acima dos 40, estão meio caídos. É lei seca + proibição do cigarro + violência, dizem...&amp;quot;
Como sempre, houve reações a favor e contra, mas todas concordando com os muitos Rios que coexistem, como a vida teima em ir em frente apesar dos percalços e como o Rio ainda se mantém com cara de cidade civilizada, apesar de nos surpreender a cada dia.
Na manhã seguinte ao post a surpresa vem muito desagradável, com a notícia da morte rapaz do AfroReggae, que faz um trabalho lindo de inclusão social.
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<title>Facebook versus estilo</title>
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Não é possível, pelo menos por enquanto, saber no que vai dar essa fantástica onda de comunicação imediata por intermédio das redes sociais no que diz respeito ao meio mesmo da comunicação, que são as palavras, o texto.
Muito já se tem dito, contra e a favor, sobre os tais 140 caracteres obrigatórios do Twitter e sua fulminância, que pode até chegar a ser momentaneamente literária, mas que em geral é apenas banal.
Eu, por exemplo, perdi logo o interesse, justamente por conta da banalidade. Minha banalidade, que fique claro, uma vez que estava me pegando frequentemente postando informações que no fundo não eram relevante nem mesmo para mim. Como já se vai longe o tempo em que me permitia jogar muita conversa fora, quem caiu fora fui eu. Twitter agora só de vez em quando e quando neste quando houver o que dizer...
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/pensata/luizcaversan/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/luizcaversan/ult513u636416.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (10/10/2009 - 15h19)</description>
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<title>Última chance para o Rio</title>
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Estive no Rio de Janeiro a trabalho duas vezes nesta semana e, como das inúmeras outras ocasiões em que ali me encontrei (na década de 90 morei nove anos na cidade), não cansava de me deleitar com as paisagens urbanas mais lindas do mundo.
O contorno sensual de suas colinas e escarpas, as românticas intervenções como o bondinho do Pão de Açúcar, a estampa dos seus calçadões acolhedores e democráticos, o desenho sinuoso do Aterro e seus maravilhosos jardins engendrados por Burle Marx, tudo encanta.
Tenho muitos e excelentes amigos cariocas, cheguei a me sentir um pouco &amp;quot;da gema&amp;quot; quando vivia o dia-a-dia da cidade e não tenho dúvidas nem ilusões quanto a seus problemas, muitos e graves.
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<title>Amazônia no século 21</title>
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Acabo de voltar de uma viagem que todo brasileiro deveria ser obrigado a fazer. Fui ver de perto a Amazônia, quer dizer, um pedacinho da Amazônia, que é um superlativo em si, um trecho lindo e importante sob vários aspectos.
Já tinha ido a Manaus, Belém, Parintins, sempre em viagens meio de trabalho, rápidas e sem profundidade. Desta vez não, foram 10 dias em contato direto com o a floresta e o rio, no caso o Tapajós, com sua água verde esmeralda e suas intermináveis praias de areia branca.
Na verdade fui conhecer in loco o trabalho desenvolvido naquela região há 20 anos pelos irmãos Caetano e Eugênio Scanavino frente ao Projeto Saúde e Alegria, que, como o nome já revela, cuida da saúde e da cultura-alegria de comunidades ribeirinhas no Tapajós e também no rio Arapiuns, ambos compondo uma extensa baía hidrográfica com o Amazonas nas vizinhanças de Santarém, Pará.
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<title>Você é triste e não sabia...</title>
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Nada menos que 47% dos casos de depressão ainda não são diagnosticados, diz pesquisa revelada esta semana.
Tem gente que é triste e não sabe
Ou melhor, sabe, mas quem não vê ou não quer ver é o médico, o clínico geral.
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<title>Muito prazer?</title>
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Nunca entendi direito, desde criança, a finalidade da expressão &amp;quot;muito prazer&amp;quot; dita quando a gente acaba de conhecer alguém. Como assim, muito prazer, se você, em geral, não sabe nada da pessoa que se encontra à sua frente?
Não se trata, é claro, de uma prerrogativa brasileira, porque o &amp;quot;nice to meet you&amp;quot; obriga o anglófono a gostar de cara que está conhecendo, da mesma forma que o italiano é obrigado a sentir &amp;quot;piacere&amp;quot;...
Hipocrisia das formalidades sociais, porque prazer prazer mesmo a gente sente nas internas, nos cantinhos reservados ao que em geral não queremos compartilhar, egoístas que somos todos, menos os mentirosos.
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<title>Concretismo, Twitter e gritaria digital</title>
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O homem passa na vitrine, do lado de fora da vitrine, como num filme. Para, olha a fachada do café onde estou, murmura alguma coisa e segue seu caminho, na praça Vilaboin, São Paulo. A praça, no fim da tarde, ainda é agradável, sem engarrafamentos nem buzinas, assim como boa parte desse canto de São Paulo, que é Higienópolis.
É o bairro das senhorinhas, elegantes senhorinhas paulistanas a quem não se deve chamar de idosas porque estão todas muito catitas, desfilando modelitos de inverno encimados por seus indefectíveis cabelos azulados, peruca ou não.
&lt;table class=&quot;fe230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Reprodução&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/colunas/images/0920625.jpg&quot; alt=&quot;&amp;quot;Beba Coca Cola&amp;quot;(Décio Pignatari, 1957)&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&amp;quot;Beba Coca Cola&amp;quot;(Décio Pignatari, 1957)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
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<title>Aviso</title>
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O colunista está em férias e volta a escrever no dia 25/07.
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<title>A verdadeira passarela da moda</title>
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Que Fashion Week, que nada. Oscar Freire? Rua Augusta? Shoppings chiques e très chics?
Nada disso.
A verdadeira passarela da moda está longe dos endereços hype da cidade de São Paulo, esta cidade em que os dias frios e ensolarados estimulam o &amp;quot;povo&amp;quot; a tirar do closet suas pashminas, couros e peles e mandar ver na street fashion.
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<title>Fernanda e Francisco</title>
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Os aplausos não cessam. Ela já se curvou uma, duas, diversas vezes, e as pessoas não se cansam, aplaudem cada vez mais forte e emocionadamente.
Emoção pouca, se comparada com a dos olhos da mulher no palco, olhos negros que, sobretudo no trecho final da peça, emitiram um fulgor absurdamente cativante e enternecedor.
Finalmente, abraçando a si mesma como se abraçasse cada um dos espectadores que a aplaudem freneticamente na plateia do tradicional Teatro Anchieta, de São Paulo, Fernanda Montenegro deixa a cena.
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<title>Mãe, a rainha do lar?</title>
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Minha mãe nunca acreditou muito nisso, de que era a rainha do lar, como apregoava a propaganda do rádio e aquela música melosa, autoria de David Nasser e Herivelto Martins, cantada pela Ângela Maria e João Dias nos anos 50/60 (veja a letra abaixo).
Não, a &amp;quot;rainha&amp;quot; tinha que pagar no batente também fora do lar, para ajudar a manter o próprio, uma vez que a vida era dura e a grana do pai, curta.
Portanto ela conheceu logo cedo o que era a tal da dupla jornada de trabalho. Quer dizer, tripla jornada, porque tinha ainda que cuidar de mim, que dava um trabalhão...
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<title>A ansiedade é pior do que a crise</title>
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Você conhece alguém que perdeu o emprego por causa da crise?
Não? Ok.
E alguém que está morrendo de medo de perder o emprego por causa da crise?
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<title>&quot;Trabalho faz mal à saúde&quot;</title>
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Trabalhar, trabalhar mesmo, o começo foi com 14 anos, quando me tornei office-boy de um escritório de contabilidade na Vila Esperança. Mas antes disso, ainda com 10, 11 anos de idade, já procurava dar um sentido material à existência, além de descolar uns trocados para o cinema e o sorvete, vendendo revistas usadas num movimentando ponto de ônibus no centro da Penha, zona leste de São Paulo.
Depois disso, enveredei pelo caminho dos sabores, oferecendo de porta em porta, no meu bairro e adjacências, orégano, pimenta-do-reino, louro, pimenta calabresa, cominho e outros temperos que minha mãe comprava a granel no Mercado Municipal, eu embalava em saquinhos de celofane, ajeitava sobre um tabuleiro e ia à luta.
Vender cocada na Praia Grande foi aventura, aliás malsucedida, de apenas um verão. Mas o trabalho de office-boy surgiu como coisa séria, e bater perna pelas ruas do centro de São Paulo ensinaram muito, inclusive, anos depois, a entender melhor a cidade que iria retratar como repórter.
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<title>Jovens velhos e nem tanto</title>
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Jovens velhos e nem tanto
Encontro uma leitora-que-virou-amiga, dois anos depois. Mudou de curso na faculdade (caiu na armadilha do jornalismo...), estudou cinema um tempo no exterior, descobriu as pontes do Monet, permanece fiel às baladas, amores consistentes, aí vem a revelação:
- Estou ficando velha...
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<title>A privacidade que nunca teremos</title>
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Duas notícias recentes trazem de volta (como se ela tivesse ido embora...) a questão da privacidade.
A primeira notícia poderia se chamar &amp;quot;a vingança do olho grande&amp;quot;: uma inglesa foi xeretar a vida de uma amiga por meio dessa nova ferramenta do Google que permite ver uma cidade, um bairro, uma rua, uma casa da rua, os carros que estão na rua e até quem está atravessando a rua como se a gente estivesse ali, bisbilhotando in loco.
Pois bem, a curiosidade que já matou vários gatos quase matou de susto a tal inglesa quando ela viu, estacionado na frente da casa da muy-amiga, nada menos que o carro do marido, que deveria estar longe dali, em viagem de &amp;quot;negócios&amp;quot;.
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