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<title>Folha Online - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Podcasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>29/10/2008 - Argentina obriga fundos de pensão a repatriar recursos investidos no Brasil; ouça</title>
<pubDate>29 Oct 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A medida radical do governo argentino de propor a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u458763.shtml&quot;&gt;estatização da previdência privada&lt;/a&gt;, diante da &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua&quot;&gt;crise financeira internacional&lt;/a&gt;, não afeta só o país, mas também o seu principal parceiro comercial na região, o Brasil.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Adriana Küchler, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; na Argentina e responsável pelo blog &lt;a href=&quot;http://tangosetragedias.folha.blog.uol.com.br/&quot;&gt;Tangos e Tragédias&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/adrianakuchler/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação da jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/10/28/adriana_kuchler-argentina_obriga_fundos_repatriar_recursos.mp3&quot;&gt;Adriana Küchler&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa da crise nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u455981.shtml&quot;&gt;Entenda como a crise dos EUA afeta o Brasil&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u455919.shtml&quot;&gt;Veja as medidas já anunciadas no Brasil para combater a crise&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Küchler, antes mesmo de a estatização ser aprovada pelo Congresso, o governo já começou a intervir nos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u461328.shtml&quot;&gt;fundos de pensão privados&lt;/a&gt; e determinou que eles devem repatriar cerca de US$ 500 milhões que têm investidos no Brasil.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Os investimentos no Brasil foram responsáveis por grande parte dos lucros que a previdência privada teve nos últimos dois anos. Mas, agora, a Argentina precisa de dinheiro. Todos esses dólares que podem desaparecer do Brasil até o fim dessa semana visam trazer mais divisas para os argentinos, que também enfrentam uma fuga de dólares e uma rápida valorização da moeda americana frente ao peso&amp;quot;, explica a jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com ela, o governo também determinou que as administradoras de previdência privadas não podem comprar dólares nem vender títulos da dívida pública argentina, para não criar mais especulação no mercado. Com isso, colocou observadores em cada um dos fundos de previdência para assegurar que eles estão cumprindo bem essas ordens.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A medida começou a ser discutida nesta terça pelo Congresso argentino e grande parte da oposição já anunciou que votará contra o projeto, afirma a jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Para a oposição, o governo não está interessado no futuro de seus aposentados. Quer apenas garantir fundos para pagar a dívida externa, diante da falta de financiamento internacional&amp;quot;, diz Küchler.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Adriana Küchler? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/adrianakuchler/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>22/10/2008 - Argentina lança medida radical para conter crise; ouça Adriana Küchler</title>
<pubDate>22 Oct 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O governo argentino anunciou nesta terça-feira sua medida mais radical até agora para conter os efeitos da &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua&quot;&gt;crise financeira internacional&lt;/a&gt; : pôs fim ao atual sistema de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u458517.shtml&quot;&gt;previdência privada&lt;/a&gt;, criando um regime estatal único.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Adriana Küchler, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; na Argentina e responsável pelo blog &lt;a href=&quot;http://tangosetragedias.folha.blog.uol.com.br/&quot;&gt;Tangos e Tragédias&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/adrianakuchler&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação da jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/10/21/adriana_kuchler-argentina_lanca_media_radical_crise.mp3&quot;&gt;Adriana Küchler&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa da crise nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u455981.shtml&quot;&gt;Entenda como a crise dos EUA afeta o Brasil&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u455919.shtml&quot;&gt;Veja as medidas já anunciadas no Brasil para combater a crise&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O governo argumenta que os fundos de pensão privados têm seus recursos investidos em bônus e ações, e perderam muito dinheiro com a volatilidade dos mercados devido à crise internacional. E a aposentadoria dos argentinos não poderia estar à mercê das flutuações financeiras&amp;quot;, diz Küchler.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com a jornalista, o projeto deve ser aprovado pelo Congresso, mas a oposição já promete problemas ao governo. Com a medida, todos os fundos da previdência privada serão obrigatoriamente transferidos ao Estado.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Membros da oposição dizem que essa medida é um roubo aos aposentados e que serviria para garantir caixa ao governo para pagar suas dívidas em um momento de crise. Segundo críticos da reforma, essa seria uma forma de o governo garantir uma maior arrecadação em 2009 sem cortar os gastos públicos em um ano eleitoral&amp;quot;, declara a repórter.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Küchler afirma que o anúncio da estatização da Previdência provocou uma forte queda na Bolsa de Buenos Aires: o índice Merval caiu 11% nesta terça-feira. Diante dessa movimentação, a Justiça argentina proibiu os fundos de pensão privados de operar no mercado, porque estariam liquidando títulos e ações às vésperas de pararem de funcionar.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Adriana Küchler? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/adrianakuchler/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>15/10/2008 - Crise afeta turismo brasileiro na Argentina; Adriana Küchler</title>
<pubDate>15 Oct 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O turismo na Argentina registra uma queda de 15% nas reservas de estrangeiros em hotéis e em restaurantes de sua capital, Buenos Aires, segundo representantes dos setor. A &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u453003.shtml&quot;&gt;crise financeira&lt;/a&gt; internacional começa a afetar um dos principais fenômenos recentes registrados em Buenos Aires: a invasão de turistas &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u454309.shtml&quot;&gt;brasileiros&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Adriana Küchler, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; na Argentina e responsável pelo blog &lt;a href=&quot;http://tangosetragedias.folha.blog.uol.com.br/&quot;&gt;Tangos e Tragédias&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/adrianakuchler&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação da jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/10/14/adriana_kuchler-crise_afeta_turismo_brasileiro_argentina.mp3&quot;&gt;Adriana Küchler&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u455981.shtml&quot;&gt;Veja os efeitos da crise financeira no Brasil&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u450640.shtml&quot;&gt;Veja os efeitos sobre a Europa da crise financeira nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u453003.shtml&quot;&gt;Entenda a crise financeira que atinge os EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A primeira baixa foi de turistas brasileiros, que, com espanhóis e americanos, formam o maior contingente de visitantes estrangeiros por aqui&amp;quot;, diz Küchler.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Em julho, com o dólar ainda barato, 40% dos passageiros que chegaram ao aeroporto internacional na Grande Buenos Aires vinham do Brasil, afirma a jornalista. Os turistas brasileiros também estão entre os que mais gastam no país, segundo estatísticas oficiais.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Küchler explica que, com o real desvalorizado e com o temor pela crise, os agentes de turismo sentem que os brasileiros não visitarão a Argentina com a mesma freqüência de antes e que Buenos Aires já está ficando cara para &amp;quot;seus vizinhos&amp;quot;. Eles também estimam que a queda e o cancelamento de reservas chegará a 25% em todo o país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Na Argentina, o medo não é só de uma forte queda no fluxo de turistas estrangeiros ao país, mas também de uma debandada dos argentinos para o Brasil no próximo verão. Com o real forte, as praias brasileiras haviam ficado caras para os &apos;hermanos&apos;, mas agora elas podem voltar a caber no orçamento&amp;quot;, relata a jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Küchler, a secretaria de Turismo da Província de Buenos Aires espera que a política interna de controle de preços ajude a manter os veranistas argentinos no país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Adriana Küchler? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/adrianakuchler/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>08/10/2008 - Argentina vai criar comitê para acompanhar crise mundial; ouça</title>
<pubDate>08 Oct 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A presidente argentina, Cristina Kirchner, insistiu nas últimas semanas que a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u453003.shtml&quot;&gt;crise financeira mundial&lt;/a&gt; não vai atingir o país. Ela afirmou que a economia da Argentina está sólida e segura e até deu conselhos para que os Estados Unidos resolvam os seus problemas. &amp;quot;Mas, os sinais do governo, mostram outra coisa.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Adriana Küchler, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; na Argentina e responsável pelo blog &lt;a href=&quot;http://tangosetragedias.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;Tangos e Tragédias&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/adrianakuchler&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação da jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u453003.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u450701.shtml&quot;&gt;Veja os efeitos da crise financeira no Brasil&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/10/07/adriana_kuchler-argentina_busca_investimento_estrangeiro.mp3&quot;&gt;Adriana Küchler&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Küchler, a Argentina estréia nesta semana um comitê de crise formado pelos responsáveis por organismos como Ministério de Economia, Banco Central e a Secretaria de Finanças. &amp;quot;O objetivo desse grupo é acompanhar com detalhes a crise mundial e os efeitos que ela pode ter por aqui.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Uma das maneiras como a economia argentina pode ser afetada mais diretamente pela crise é com a queda do preço internacional das commodities, principalmente a soja, afirma a jornalista. Ela explica que a queda no preço desse grão representa uma menor arrecadação e também um menor superávit do governo argentino, que tem nos impostos sobre a exportação de grãos umas das suas principais fontes de renda.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Para resolver esse problema, o governo argentino estaria estudando um pacote de medidas para conter os gastos, aumentar o caixa e assim tentar garantir um futuro mais tranqüilo. Entre as medidas estariam a redução de subsídios e o aumento de tarifas públicas&amp;quot;, diz a correspondente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A jornalista relata que os empresários argentinos estão muito preocupados. Eles pediram uma reunião de emergência com o governo para discutir medidas para enfrentar a crise e não perder a competitividade, principalmente em relação ao Brasil. &amp;quot;É que a desvalorização do real pode facilitar uma maior entrada de produtos brasileiros no país. Há também uma preocupação regional em relação à crise.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Na segunda-feira, Cristina Kirchner discutiu o tema com a presidente do Chile, Michelle Bachelet. Segundo Bachelet, a Unasul (União de Nações Sul-Americanas) deve criar mecanismos de resposta a crises como essa, conclui a correspondente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>24/09/2008 - Argentina busca investimento estrangeiro para quitar dívidas; ouça Adriana Küchler</title>
<pubDate>24 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, aproveitou a visita a Nova York, esta semana, para dar vários recados. O primeiro foi feito na última segunda-feira (22). Na ocasião, ela anunciou que o país vai analisar a proposta de três bancos internacionais para reabrir a negociação com os chamados &amp;quot;holdouts&amp;quot;, donos de cerca de US$ 20 bilhões em títulos do país e que não aceitaram negociar a dívida em 2005.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Adriana Küchler, correspondente da Folha na Argentina e responsável pelo blog &lt;a href=&quot;http://tangosetragedias.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;Tangos e Tragédias&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/adrianakuchler&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação da jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/09/24/adriana_kuchler-argentina_busca_investimento.mp3&quot;&gt;Adriana Küchler&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Küchler, o início das conversas com o Clube de Paris, para o pagamento da dívida de cerca de US$ 6 bilhões que o país mantém com o grupo, era o grande passo que faltava para que a Argentina saia da situação de calote, decretada após a grave crise econômica de 2001.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O que a Argentina pretende, com essas medidas, é atrair investimentos estrangeiros para o país. Depois da moratória de 2001, o Brasil é um dos poucos países que investe por aqui [Argentina]&amp;quot;, diz a jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com a correspondente, Cristina repetiu na terça-feira (23) o seu anúncio no discurso na abertura da Assembléia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas). &amp;quot;A presidente aproveitou para criticar a crise americana e dizer que agora o mundo não sofre mais &apos;do efeito caipirinha ou tequila&apos;, mas &apos;do efeito jazz&apos;, que partiu da maior potência mundial.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A jornalista diz que Cristina também pediu que os países do mundo inteiro se unam a uma iniciativa argentina de criar um banco de dados genético mundial de pessoas desaparecidas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>16/09/2008 - Julgamento do caso da mala atinge Argentina; ouça correspondente</title>
<pubDate>16 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No dia 4 de agosto do ano passado, o empresário venezuelano-americano Guido Antonini Wilson tentou entrar na Argentina, vindo de Caracas, com uma mala que continha US$ 800 mil. Em dezembro, dias após a posse de Cristina Kirchner como presidente, o FBI indicou que o dinheiro da mala seria uma contribuição do governo do venezuelano Hugo Chávez à campanha presidencial de Cristina Kirchner.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Adriana Küchler, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; na Argentina e responsável pelo blog &lt;a href=&quot;http://tangosetragedias.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;Tangos e Tragédias&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, diz que a acusação gerou um atrito entre os governos da Argentina e dos Estados Unidos, que tinha se acalmado nos últimos meses.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/adrianakuchler&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação da jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/09/16/adriana_kuchler-caso_mala_atinge_argentina.mp3&quot;&gt;Adriana Küchler&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Küchler explica que a complicada trama voltou à tona com o julgamento do empresário Franklin Durán, ocorrido na semana passada. Ele é acusado de formar parte de um grupo de supostos agentes venezuelanos encarregados de pressionar o empresário Guido Antonini Wilson a não revelar a origem e o destino do dinheiro da mala.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Segundo o promotor do caso, o destino seria mesmo a campanha de Cristina. No julgamento, outros depoimentos apontaram que diferentes funcionários, tanto do governo da Argentina quanto da Venezuela, também tiveram responsabilidade de tentar encobrir esse dinheiro. Denúncias da imprensa local dizem até que no mesmo avião haveria outra mala com mais US$ 4 milhões&amp;quot;, afirma a jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A correspondente diz que após Bolívia e Venezuela terem expulsado os embaixadores americanos de seu território, a Argentina também mostra que a relação com os EUA anda tensa na região e emitiu um comunicado dizendo que seus vínculos com o país foram afetados depois dessas acusações.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Adriana Küchler? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/adrianakuchler/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>10/09/2008 - Visita de Kirchner ao Brasil ajuda a relançar seu governo; ouça correspondente</title>
<pubDate>10 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Nesta segunda-feira, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Kirchner (Argentina) confirmaram o início do comércio em moeda local entre os dois países. A operação deve começar de forma experimental, a partir de 6 outubro, e vai possibilitar que exportadores brasileiros e argentinos comercializem seus produtos não só em dólar, mas em pesos e em reais.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Adriana Küchler, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; na Argentina e responsável pelo blog &lt;a href=&quot;http://tangosetragedias.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;Tangos e Tragédias&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. Ela diz que o sistema deve reduzir custos de operações principalmente para pequenas e médias empresas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/adrianakuchler&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação da jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/09/09/adriana_kuchler-acordo_lula_cristina_kirchner.mp3&quot;&gt;Adriana Küchler&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Segundo jornais argentinos, a medida não provoca nenhuma mudança radical na relação dos dois países, já que vai beneficiar poucas empresas. As grandes companhias preferem usar o dólar&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A jornalista avalia que esta foi a única medida realmente palpável e com data marcada que resultou do encontro bilateral que Lula e Kirchner pretendem realizar a cada semestre.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Entre os projetos que foram discutidos entre os dois presidentes, ainda estão a construção da hidrelétrica de Garabi, a compra de aviões da Embraer pela Aerolíneas Argentinas, a fabricação de partes de aviões da Embraer, na Argentina, a compra de barcos argentinos pela Petrobras, além da discussão de um padrão comum para a TV digital nos dois países&amp;quot;, afirma a correspondente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Küchler, Lula ainda defendeu que a Argentina participe da construção da infra-estrutura necessária para a exploração do petróleo da camada pré-sal.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Apesar de não trazer muitos resultados concretos, a primeira visita de Cristina Kirchner como presidente ao Brasil é importante, porque ajuda a mandatária relançar seu governo, depois de uma crise de quatro meses com o setor agropecuário e de uma significativa queda em sua popularidade&amp;quot;, explica a jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Adriana Küchler? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/adrianakuchler/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>02/09/2008 - Visita de Kirchner ao Brasil sinaliza aproximação entre os dois países; ouça</title>
<pubDate>02 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A presidente argentina Cristina Kirchner será convidada de honra do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assistir às comemorações do 7 de Setembro no Brasil.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Adriana Küchler, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; na Argentina e responsável pelo blog &lt;a href=&quot;http://tangosetragedias.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;Tangos e Tragédias&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, diz que a viagem de Cristina Kirchner no próximo fim de semana é mais um sinal de aproximação entre os dois países depois dos desentendimentos na Rodada Doha da OMC (Organização Mundial do Comércio). &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/adrianakuchler&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação da jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/09/01/adriana_kuchler-visita_kirchner_brasil_sinaliza_aproximacao.mp3&quot;&gt;Adriana Küchler&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;É também mais um gesto de Cristina para provar que seu governo já superou a crise com o setor agropecuário e que começa agora, enfim, a cumprir uma de suas principais promessas de campanha: reinserir a Argentina no cenário internacional&amp;quot;, conta a repórter.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ela, no mês que vem, a presidente argentina ainda deve viajar à Espanha, com quem a relação também ficou abalada após a decisão de reestatizar a Aerolíneas Argentinas, que estava sob controle de um grupo espanhol.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
No Brasil, adianta Küchler, os dois presidentes e seus funcionários devem ainda abordar vários assuntos como a venda de aviões da Embraer para Aerolíneas Argentinas, o fim do uso do dólar nas operações comerciais bilaterais e temas de cooperação energética e nuclear.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>26/08/2008 - Julgamento do caso de incêndio em boate argentina deve durar 7 meses; ouça correspondente</title>
<pubDate>26 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A Argentina parou nos últimos dias para acompanhar de perto o julgamento dos acusados do incêndio da boate República Cromañon. Na tragédia, ocorrida em 30 de dezembro de 2004, morreram 194 pessoas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Adriana Küchler, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; na Argentina e responsável pelo blog &lt;a href=&quot;http://tangosetragedias.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;Tangos e Tragédias&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/adrianakuchler/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação da jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/08/25/adriana_kuchler-julgamento_comove_argentina.mp3&quot;&gt;Adriana Küchler&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a jornalista, entre os 15 acusados estão o gerente da discoteca incendiada, os ex-funcionários da área de fiscalização do governo de Buenos Aires, os ex-chefes de polícia e os integrantes da banda Callejeros, um grupo muito popular na Argentina que tocava naquele dia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A tragédia abalou o país às vésperas do Ano Novo, quando todos os bares e casas noturnas foram fechados. Também provocou, naquela época, a destituição do então prefeito de Buenos Aires, Aníbal Ibarra&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Küchler diz que no julgamento, que começou há uma semana, os acusados foram isolados por vidros blindados para evitar confrontos com os pais das vítimas. &amp;quot;Em frente ao tribunal, familiares têm entrado em conflito com fãs da banda, que acreditam que os músicos não devem ser responsabilizados. Os pais, por sua vez, pensam que os fãs desrespeitam a memória dos seus filhos&amp;quot;, declara a jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A repórter conta que o incêndio na boate começou quando um dos jovens presentes soltou fogos de artifício que atingiram o teto de lona do local.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A República Cromañon tinha capacidade para 1.000 pessoas, mas, naquele dia, recebeu mais de 3.000 e a porta de emergência estava trancada. &amp;quot;O julgamento, que comove toda a Argentina, deve durar sete meses&amp;quot;, conclui a jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>19/08/2008 - Economia argentina sofre crise de credibilidade; ouça repórter</title>
<pubDate>19 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A economia argentina está sofrendo uma crise de credibilidade, ao menos no panorama internacional. Duas agências classificadoras de risco, que recentemente vêm dando boas avaliações ao Brasil, agora rebaixaram as notas da Argentina.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Adriana Küchler, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; na Argentina e responsável pelo blog &lt;a href=&quot;http://tangosetragedias.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;Tangos e Tragédias&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/adrianakuchler/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação da jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/08/18/adriana_kuchler-agencias_rebaixam_notas_da_argentina.mp3&quot;&gt;TEXTO&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a jornalista, para a Standard and Poor&apos;s, a nota caiu de B+ a B, cinco níveis abaixo do Brasil e no mesmo nível do Paraguai, bem distante do desejado grau de investimento. Já a agência Moody&apos;s, baixou a perspectiva da economia argentina de positiva a estável.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Küchler diz que vários fatores influenciaram essas avaliações. Segundo alguns economistas, o calote que a Argentina deu em sua dívida durante a grave crise política e econômica de 2001 e 2002 ainda assusta e assombra o país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Fora isso, o governo não negocia a dívida de 6,5 bilhões de dólares que tem com o Clube de Paris e que impede que o país consiga financiamento externo. E a suspeita de que o governo manipula os índices de inflação também não ajuda em nada a criar uma boa imagem externa da sua economia. Nesse cenário, o impressionante crescimento da economia de cerca de 8% ao ano nos últimos cinco anos acaba perdendo o seu impacto&amp;quot;, explica a jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ela comenta que na semana passada o presidente venezuelano, Hugo Chávez, quase &amp;quot;passou a perna&amp;quot; na Argentina. &amp;quot;Vendeu US$ 1 bilhão em bônus que tinha acabado de comprar para os bancos venezuelanos que acabaram liquidando esses títulos&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Küchler, para os especialistas a diferença é que se o Brasil precisa de milhares de dólares de crédito no mercado externo ele consegue. &amp;quot;Se a Argentina precisa de um só dólar, só tem a Venezuela para emprestar.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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</item>
<item>
<title>13/08/2008 - Índices de inflação na Argentina estão sob suspeitas de manipulação; ouça Adriana Küchler</title>
<pubDate>13 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A alta dos preços é apontada em diversas pesquisas locais como a principal preocupação dos argentinos. A população reclama dos aumentos constantes nos preços de alimentação, moradia, educação e saúde, só citar alguns exemplos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Adriana Küchler, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; na Argentina e responsável pelo blog &lt;a href=&quot;http://tangosetragedias.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;Tangos e Tragédias&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u427365.shtml&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação da jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/08/12/adriana_kuchler-indices_inflacao_argentina_suspeitas_manipulacao.mp3&quot;&gt;Adriana Küchler&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Na segunda-feira (11), o Indec (Instituto Nacional de Estatísticas e Censos) anunciou que a inflação de julho na Argentina foi de 0,4% e que o acumulado do ano seria de 5%. Segundo o governo, diz Küchler, o preço dos alimentos teria até baixado 0,8% nesse mês.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Acontece que esses índices do Indec estão sob suspeita de manipulação desde o começo do ano passado, quando o governo começou a intervir diretamente nesse órgão. Consultorias econômicas estimam que a inflação real seria o dobro ou até o triplo da oficial&amp;quot;, conta a jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com ela, o problema é tão grave que as críticas ao índice de inflação vêm não só da população e da oposição ao governo, mas também da imprensa estrangeira, de empresários ligados ao governo e de agências classificadoras de riscos, como Standard &amp;amp; Poor&apos;s (S&amp;amp;P), que na segunda-feira rebaixou a nota da Argentina de &amp;quot;B+&amp;quot; para &amp;quot;B&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A correspondente lembra que o novo chefe-de-gabinete do governo argentino, Sérgio Massa, chegou a afirmar recentemente que era preciso recuperar a credibilidade das estatísticas oficiais. Küchler diz que até os trabalhadores do Indec denunciam a manipulação dos índices de inflação e nesta segunda-feira promoveram uma espécie de abraço simbólico à sede do órgão como forma de protesto.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Segundo analistas, a manipulação dos índices de inflação provoca suspeitas também sobre outros índices, como os dados de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e os índices de pobreza locais. Para os especialistas, apesar das críticas, o governo não parece muito disposto a corrigir os problemas no Indec&amp;quot;, conclui a jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>06/08/2008 - Nem tudo &quot;foram flores&quot; em visita de Lula à Argentina; ouça Adriana Küchler</title>
<pubDate>06 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No último domingo (3), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na Argentina com cerca de 300 empresários para analisar as condições de investimento no país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Adriana Küchler, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; na Argentina e responsável pelo blog &lt;a href=&quot;http://tangosetragedias.folha.blog.uol.com.br/&quot;&gt;Tangos e Tragédias&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, conta que, em um café na manhã de segunda-feira (4), Lula afirmou que não sai mais do Brasil sem levar junto com ele uma missão empresarial. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u427365.shtml&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação da jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/08/06/adriana_kuchler-visita_lula_argentina.mp3&quot;&gt;Adriana Küchler&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Küchler, ao abrir um seminário com esses empresários, o presidente fez um discurso ressaltando a integração dos dois países e também do Mercosul, depois do fracasso da Rodada Doha de liberalização do comércio da OMC (Organização Mundial do Comércio). &amp;quot;A viagem, pelo menos na aparência, desfez o mal-estar entre os dois países, que tomaram posições diferentes em Genebra&amp;quot;, diz a correspondente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com a repórter, o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, anunciou que Brasil e Argentina coordenarão viagens conjuntas de empresários a outras nações. Neste mesmo dia foi confirmado o interesse dos argentinos em comprar aviões da Embraer para a companhia Aerolíneas Argentinas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Küchler afirma que nem tudo foram flores nesta visita de Lula. A Argentina reclamou do déficit no comércio entre os dois países, que neste primeiro semestre chegou a US$ 2,8 bilhões a favor dos brasileiros.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O encontro entre Lula e a chefe de Estado argentina, Cristina Fernández de Kirchner, contou ainda com a presença do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Os três mandatários discutiram vários temas, entre eles a possibilidade de ampliar a produção de fertilizantes na região. Essa medida poderia ajudar a reduzir os preços dos alimentos e, portanto, também a inflação, que são hoje uma preocupação mundial&amp;quot;, conclui a jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>29/07/2008 - Overbooking e falta de aviões afetam vôos argentinos; ouça depoimento</title>
<pubDate>29 Jul 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Nestes últimos dias, argentinos, brasileiros e turistas de outras nacionalidades têm sofrido com os constantes adiamentos e cancelamentos de vôos da companhia aérea Aerolíneas Argentinas, que controla 80% dos vôos domésticos da Argentina e 50% dos internacionais. Segundo o gerente-geral da companhia, Julio Alak, os atrasos são causados pelo overbooking e por falta de aviões, problemas que teriam sido herdados do grupo espanhol Marsans.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Adriana Küchler, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; na Argentina e responsável pelo blog &lt;a href=&quot;http://tangosetragedias.folha.blog.uol.com.br/&quot;&gt;Tangos e Tragédias&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/07/29/adriana_kuchler-brasileiros_sofrem_com_cancelamentos_de_voos.mp3&quot;&gt;Adriana Küchler&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A jornalista conta que esteve na segunda-feira (28) no aeroporto internacional de Ezeiza, onde centenas de brasileiros estavam &amp;quot;presos&amp;quot;. Eles reclamavam do overbooking, da falta de informações e de sofrer maus tratos pela empresa. &amp;quot;Indignados, alguns prometiam bloquear o embarque de outros passageiros. Outros extravasaram a raiva passeando pelo aeroporto gritando &apos;Pelé&apos;&amp;quot;, relata a correspondente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Küchler conversou com o seminarista de Fortaleza Fernando Custódio, que foi participar de um encontro com o papa Bento 16 em Sydney (Austrália) e teve que fazer uma peregrinação com um grupo de 117 pessoas devido aos problemas enfrentados com a companhia. &amp;quot;A gente já está com três dias de atraso, daquilo que era a expectativa para chegar ao Brasil. As informações são muito espalhadas e muito vagas&amp;quot;, diz Custódio em depoimento que pode ser ouvido neste podcast.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A repórter explica que, segundo o Consulado do Brasil em Buenos Aires, os brasileiros que se sentirem prejudicados pelos problemas da empresa aérea devem procura entidades de defesa do consumidor, como o Procon.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>22/07/2008 - Governo Kirchner sofre primeira grande derrota política em cinco anos; ouça jornalista</title>
<pubDate>22 Jul 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O Governo Kirchner, primeiro com o ex-presidente Néstor, e agora com a sua mulher, Cristina, sofreu na última quinta-feira a sua primeira grande derrota política em cinco anos na Argentina.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Adriana Küchler, correspondente da Folha na Argentina e responsável pelo blog &lt;a href=&quot;http://tangosetragedias.folha.blog.uol.com.br/&quot;&gt;Tangos e Tragédias&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/07/21/adriana_kuchler-governo_kirchner_primeira_derrota.mp3&quot;&gt;Adriana Küchler&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a jornalista, no dia 11 de março o governo aumentou, por meio de uma resolução, os impostos sobre as exportações de grãos. A medida provocou uma grande revolta do setor agropecuário. Os ruralistas consideraram estas novas taxas &amp;quot;confiscatórias&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Os impostos sobre a soja, que é o principal produto de exportação argentino, passaram de 35% para 44%, de um dia para o outro. Como reação, os produtores rurais bloquearam estradas, ouve desabastecimento de alimentos e panelaços nas cidades. A inflação, que já estava alta, aumentou ainda mais, e a popularidade da presidente Cristina despencou de 56% para 20%&amp;quot;, explica a correspondente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Küchler diz que, para tentar resolver este problema, Cristina mandou este projeto de lei dos impostos para o Congresso, pensando que conseguiria uma vitória fácil.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Só que ela não contava que muitos deputados e senadores, que antes faziam parte da sua grande base de apoio, iriam ceder às pressões das suas províncias, no interior do país, que também ficaram contra o aumento de impostos. O governo também perdeu muitos aliados nesta briga, pelos duros discursos nestes quatro meses de confronto com o campo&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com ela, o projeto de lei teve uma vitória apertada na Câmara dos Deputados, e no Senado, na madrugada da última quinta-feira, a votação empatou.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;E aí o que que aconteceu? Na Argentina, o vice-presidente é também presidente do Senado e responsável por resolver estes desempates. É ele quem tem o voto de minerva. E na hora de votar, depois de uma sessão &apos;maratônica&apos; de 18 horas, às 4h25, o vice Julio Cobos, votou contra o projeto do governo e conseqüentemente também contra a presidente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A jornalista explica que o &amp;quot;não&amp;quot; de Cobos foi visto quase como um escândalo. Até então, a maioria dos argentinos acreditava que o Congresso não tinha muita função, que só servia para aprovar as decisões dos Kirchner.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;E na prática, agora com esse não do Cobos, foi uma grande surpresa, para os argentinos. Os ruralistas, e os membros da oposição, comemoraram o veto ao projeto do governo, como se fosse uma final de Copa do Mundo. Já os políticos de movimentos sociais mais próximos ao governo, começaram a chamar o Julio Cobos de traidor&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Küchler fala que, depois de quatro meses em que a disputa com o setor agropecuário foi o único tema da agenda nacional, o governo agora promete tentar se focar em outros assuntos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Nesta segunda-feira, foi assinada a reestatização da companhia Aerolíneas Argentinas, 17 anos depois da sua privatização. O governo está tentando salvar a principal empresa de aviação do país, que tem uma dívida de cerca de US$ 900 milhões e faz sofrer diariamente os seus passageiros, com atrasos e cancelamentos&amp;quot;, conclui.
&lt;/p&gt;</description>
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