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<title>Folha Online - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Podcasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>25/06/2008 - McCain é favorável ao álcool de cana-de-açúcar do Brasil; ouça Daniel Bergamasco</title>
<pubDate>25 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No Brasil, há um grande interesse sobre as eleições americanas, pois existe a possibilidade de que seja eleito pela primeira vez um presidente negro nos EUA e também pela expectativa de que George W. Bush saia da Casa Branca.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/25/daniel_bergamasco-eleicoes_nos_eua.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Bergamasco, também é discutido sobre qual candidato seria melhor para o Brasil, o democrata &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;, 46, ou o republicano &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412094.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt;, 71.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O que pode ser melhor para São Paulo, pode não ser para o Paraná. Tem sempre várias discussões envolvidas&amp;quot;, explica o correspondente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista diz que nesta semana ficou claro que, no que se refere a questão da importação do álcool brasileiro de cana-de-açúcar, a vitória de McCain seria melhor para o Brasil.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ele é contra dar subsídios, como o governo Bush já faz hoje, para a produção de etanol de milho. Ele disse que seria muito melhor importar o álcool de cana-de-açúcar brasileiro, que é muito mais eficiente e a produção gasta muito menos energia do que a produção de álcool de milho&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Bergamasco fala que o provável candidato democrata Barack Obama tem uma posição exatamente oposta, pois é a favor da ampliação aos subsídios para o álcool de milho dos EUA e contra a importação. O senador questiona a troca da dependência externa do petróleo pela do álcool brasileiro.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nesta semana, uma reportagem no jornal &amp;quot;The New York Times&amp;quot; divulgou que dois dos principais assessores do Barack Obama são ligados à industria de álcool de milho.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ou seja, ele está muito próximo do lobby de álcool de milho. Então, foi colocado em xeque se esta defesa veemente que ele faz do álcool de milho americano não passa também por essa proximidade com lobistas das usinas&amp;quot;, afirma o jornalista.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>11/06/2008 - &quot;Nem sempre ganha quem tem mais votos&quot;; ouça correspondente em NY</title>
<pubDate>11 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No dia em 4 de novembro de 2008, os eleitores dos Estados Unidos vão escolher seu novo presidente. O sistema de voto no país, chamado de colégio eleitoral, é dividido com base em sua população. Quanto mais habitantes um Estado tem, mais poderoso ele é na hora de dar seus votos a um determinado candidato.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York, explica que a cada Estado é atribuído um peso em número de delegados. &amp;quot;O candidato que tiver mais votos naquele Estado, mesmo que seja só um, soma todo aquele peso na conta final na tabulação das eleições.&amp;quot; &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/10/daniel_bergamasco-funcionamento_colegio_eleitoral_eua.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para o jornalista isso significa que nem sempre ganha quem tem mais votos. &amp;quot;Um caso emblemático foi o de 2000, quando o Al Gore teve mais votos que o George W. Bush, mas perdeu a eleição na soma dos delegados do colégio eleitoral. É o que vale!&amp;quot;, conta Bergamasco.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O repórter lembra ainda que o voto nos Estados Unidos não é obrigatório nem nas primárias, nem na eleição geral de 4 de novembro.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>04/06/2008 - Eleições nos EUA deixam reality shows americanos &quot;no chinelo&quot;</title>
<pubDate>04 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378189.shtml&quot;&gt;Hillary Cilnton&lt;/a&gt; sempre mantém o alto-astral em seus pronunciamentos, onde aproveita cada interrupção de aplauso do público para falar. Nesta terça-feira (3), contudo, foi diferente. A ex-primeira-dama falava mais rápido e retomava a fala enquanto a aplaudiam.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York, que acompanhou o discurso da senadora na noite de terça-feira. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/04/daniel_bergamasco-discurso_hillary_clinton.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Bergamasco diz que na platéia estavam alguns dos doadores de campanha. &amp;quot;Um pessoal bem arrumado, com roupa de grife. Alguns homens de terno, algumas mulheres, até de vestido de festa, tomando vinho tinto e branco que era vendido na ante-sala do evento&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Daniel narra que, enquanto isso, Hillary estava no palco &amp;quot;desmoronando dentro do terninho azul&amp;quot;. Ela agradeceu a todos pela campanha, pelos Estados conquistados e chamando &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378185.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; de &amp;quot;meu amigo&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;E todo mundo esperando que ela fosse declarar a desistência da campanha, já que agora não tem mais jeito&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista conta que ela deixou em aberto a decisão, disse que não tinha nada definido e que iria ouvir eleitores e líderes do partido para saber o que fazer.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Bergamasco, Hillary não tem mais como continuar na disputa, pois não existe sentido político e matemático pra isso. Ele informa que agora o que restam são especulações sobre o que a senadora irá fazer.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Enfim, aguardemos as cenas dos próximos capítulos dessa novela que, em matéria de mistério e conflito, tem deixado os reality shows americanos no chinelo&amp;quot;, conclui o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>14/05/2008 - &quot;Hillary está devendo até os terninhos na campanha&quot;; ouça Daniel Bergamasco</title>
<pubDate>14 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No final de semana foi realizado em Nova York um evento de Dia das Mães em torno de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378189.shtml&quot;&gt;Hillary Clinton&lt;/a&gt;, com a participação de Chelsea, a filha única da candidata e de Bill Clinton.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York, conta que ficou intrigado pelo fato da senadora fazer um evento e ainda precisar promover as eleições. &amp;quot;Fui para lá pensando que talvez, quem sabe, ela teria resolvido, enfim, desistir de sua candidatura a presidente e coroar de vez o rival &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378185.shtml&quot;&gt;Barack Obama&amp;quot;.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/mundo/2008/05/14/daniel_bergamasco-hillary_motivos_presidente.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Bergamasco, motivo para ela desistir não falta e a pressão da oposição e mesmo dos colegas tem sido grande, com o argumento de que, se ela sair de cena, Obama pode focar energia e dinheiro na campanha para eleição geral de novembro, no qual ele enfrentará o republicano John McCain, que também foi escolhido por primárias.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Quem tem acompanhado o noticiário sobre as eleições já sabe que Obama venceu em maior número de Estados do que Hillary. É praticamente irreversível a vitória de Obama no número de delegados, que são conquistados de acordo com o bom desempenho das votações. Obama passou Hillary na preferência dos superdelegados. Em volume de dinheiro arrecadado, Obama deu um show em Hillary. Hillary está devendo até os terninhos na campanha. O rombo é de mais de 22 milhões de dólares&amp;quot;, conta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para o jornalista, Hillary é uma candidata obstinada e ela não desiste porque, se Obama for eleito, ele provavelmente vai tentar a reeleição em 2012. Ela só poderá ser candidata de novo em 2016. &amp;quot;Além do mais, a derrota de Hillary, por enquanto, não chega a ser nenhum vexame. Eu não vou falar de número aqui no podcast, mas é como se os dois tivesse corrido uma maratona de dez quilômetros e Obama estivesse a 100 metros da vitória, enquanto Hillary está a 300 metros&amp;quot;, compara o repórter.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Bergamasco, como nas corridas de verdade, é claro que Obama pode tropeçar perto da linha chegada. &amp;quot;A avaliação que eu faço, depois de conversar sobre isso com analistas, com muitos americanos e ver o noticiário daqui, é de que Hillary tem esperança de verdade. Eu ainda acho que ela pode demorar um pouco para anunciar a desistência da candidatura ou pelo menos a suspensão da campanha&amp;quot;, avalia o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>15/04/2008 - Fracasso de Bush não destrói força republicana na eleição</title>
<pubDate>15 Apr 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O índice de aprovação da gestão do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, foi de 26%, segundo Pesquisa do instituto Zogby International divulgada no mês passado.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York, conta que, desde o início das prévias, muitos colegas no Brasil têm feito a seguinte pergunta: &amp;quot;Será mesmo que, depois de oito anos de Bush, com guerra no Iraque, com crise econômica, os americanos podem eleger de novo um republicano?&amp;quot; &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/mundo/2008/04/14/daniel_bergamasco-forca_do_partido_republicano_nos_eua.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o jornalista, os americanos se ressentem muito de não terem vencido a guerra no Iraque e por Bush ter ajudado a piorar a imagem do país no resto do mundo. &amp;quot;O americano não se tornou contra guerras em geral, ele é contra essa guerra específica do Iraque, porque acha que está perdendo dinheiro e vidas nessa batalha.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Bergamasco diz que enquanto os candidatos Barack Obama e Hillary Clinton ainda estão na disputa para serem a opção democrata na eleição de 4 de novembro, as pesquisas mostram que John McCain, candidato republicano já escolhido pelo partido, tem grande chance nessa briga.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O que é preciso entender é que o Partido Republicano é o mais antigo e muito forte no país, emplacou a maioria dos presidentes americanos e dentro dele há correntes ideológicas diversas, o que fica muito claro em um país com apenas dois partidos políticos de expressão&amp;quot;, diz repórter.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Bergamasco, Hillary e Obama defendem assistência médica para todos, mas, ao contrário do Brasil, isso é muito controverso nos EUA, pois muitos acham que a tendência é de o Estado cobrar mais imposto. Já aqueles que são contra a medida tendem a concordar com John McCain, que não está disposto a conceder tal benefício.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Por isso, sempre digo que o Bush talvez não ganhe eleição para síndico de prédio, mas o Partido Republicano continua firme e forte no país&amp;quot;, conclui o jornalista.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>08/04/2008 - Hillary e Obama têm chances de vencer disputa pela presidência</title>
<pubDate>08 Apr 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A situação do Partido Democrata ainda está indefinida. Pela primeira vez na história, dois candidatos --Hillary Clinton e Barack Obama-- têm reais chances de vencer a disputa para concorrer à presidência dos Estados Unidos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Rubens Antonio Barbosa, consultor de negócios e embaixador do Brasil em Washington de 1999 até 2004. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/04/08/rubens_barbosa-ex_embaixador_fala_sobre_eleicoes_nos_eua.mp3&quot;&gt;Rubens Antonio Barbosa&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o ex-embaixador, que acompanhou de perto a eleição americana anterior, a campanha atual tem focalizado a guerra no Iraque, o terrorismo e a questão econômica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A dificuldade é que nenhum dos dois candidatos conseguiu obter a maioria para o apoio dos delegados na convenção, que vai se realizar em agosto&amp;quot;, explica Barbosa
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o representante da Fiesp, a ex-primeira-dama Hillary Clinton não tem mais a possibilidade de ultrapassar o senador Obama em número de delegados. O resultado será definido na convenção pelos superdelegados, pessoas da estrutura do partido que decidirão a eleição.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Rubens Barbosa afirma que independentemente de quem for o vencedor, seja do lado democrata ou republicano, pouca coisa irá mudar para a o Brasil do ponto de vista econômico-comercial.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A prioridade da política externa americana continuará sendo a Guerra do Iraque e o combate ao terrorismo. Prioridades que não passam pela América Latina&amp;quot;, diz o consultor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Barbosa, nos EUA também não serão realizadas grandes mudanças, pois quem assumir terá dificuldade em extinguir o sentimento protecionista espalhado no Congresso americano.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>25/03/2008 - Hillary Clinton é franca favorita na Pensilvânia</title>
<pubDate>25 Mar 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Os pré-candidatos democratas Barack Obama e Hillary Clinton focam seus esforços nas próximas primárias, em 22 de abril, na Pensilvânia. O pleito é fundamental para Hillary, que está atrás de Obama em número de delegados.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York, diz que a Pensilvânia é um Estado rico em delegados, com 188 cadeiras para a convenção do partido. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua&quot;&gt;Confira cobertura completa&lt;/a&gt; sobre a corrida presidencial nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/03/24/daniel_bergamasco-balanco_das_eleicoes_eua.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Conforme são realizadas as prévias, os candidatos com mais votos conseguem mais cadeiras para acomodar seus delegados. Quem tiver o maior número deles presentes na convenção, ganha a candidatura do partido para concorrer contra o republicano Jonh McCain na eleição geral no dia 4 de novembro&amp;quot;, explica o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Bergamasco, Obama já conquistou 1.413 cadeiras contra 1.242 de Hillary. &amp;quot;A boa notícia para a ex-primeira dama é que as pesquisas a apontam como franca favorita com até 26 pontos percentuais de vantagem sobre o rival. Além disso, a mídia americana começa a desconstruir o mito do jovem carismático com seus discursos inspirados, questionando um pouco mais a substância do programa de governo do Obama&amp;quot;, conta o correspondente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o repórter, enquanto Obama e Hillary disputam os delegados e não param de falar mal um do outro na televisão, John McCain trabalha para as eleições gerais. Na semana passada, ele fez viagens a países como Iraque e França para reforçar suas qualidades de ser mais experiente com problemas internacionais, especialmente militares.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>03/03/2008 - Ohio é esperança para Hillary; ouça correspondente da Folha em NY</title>
<pubDate>03 Mar 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O Estado de Ohio, um dos que realizará as votações prévias nesta terça-feira, está na expectativa sobre quem representará o Partido Democrata nas eleições presidenciais dos EUA, por ser considerado a &amp;quot;última fronteira de esperança&amp;quot; para Hillary Clinton.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York e enviado especial a Ohio. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/03/03/daniel_bergamasco-voto_nao_obrigatorio_dificulta_disputa.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Bergamasco, em comício na manhã deste domingo, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u363392.shtml&quot;&gt;Hillary Clinton&lt;/a&gt; afirmou que seu rival &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u363384.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; faz discursos sem consistências e que é necessário experiência para governar.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Se ela não ganhar em Ohio e nem no Texas, é dado como certo que será o fim da candidatura da ex-primeira-dama&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o jornalista, como o voto não é obrigatório, é difícil fazer uma previsão sobre quem vai vencer as prévias de amanhã, apesar de pesquisas indicarem favoritismo de Hillary em Ohio e de Obama no Texas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Barack Obama tem mostrado grande poder de mobilização, com eleitores que tentam convencer os amigos com um empenho quase evangelizador&amp;quot;, revela.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>06/02/2008 - Nova-iorquinos preferem Super Bowl às eleições; ouça Daniel Bergamasco</title>
<pubDate>06 Feb 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A cidade de Nova York tem dado mais importância à final do Super Bowl, campeonato de futebol americano, do último domingo, do que para os resultados das apurações das eleições realizadas nesta terça-feira (5).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York, fala sobre como a cidade está reagindo depois de conceder boa parte dos votos à candidata democrata Hillary Clinton nas eleições da Superterça. Confira &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;cobertura completa&lt;/a&gt; das eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/02/06/daniel_bergamasco-comite_hillary_clinton_nao_aberto_publico.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Bergamasco, a vitória de um candidato é mais perceptível em cidades pequenas, pois a cidade de Nova York não demonstra visivelmente que participou de uma eleição tão recentemente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O correspondente também diz que as pessoas desconhecem onde fica o comitê de Hillary Clinton, &amp;quot;um prédio de luxo em Manhattan&amp;quot;. De acordo com ele, nem mesmo os voluntários da campanha têm acesso ao local, diferentemente de outras organizações, que mantêm suas portas abertas ao público.
&lt;/p&gt;</description>
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<title>03/02/2008 - Entenda como funcionam as eleições nos EUA; ouça correspondente em NY</title>
<pubDate>03 Feb 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No próximo dia 5 será realizada a Superterça, dia em que mais de 20 Estados irão escolher seus candidatos para presidente dos Estados Unidos. Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York, explica como funciona a votação no país. Confira &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;cobertura completa&lt;/a&gt; sobre a corrida presidencial nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/02/01/daniel_bergamasco-como_funcionam_as_eleicoes_nos_eua.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O repórter diz que a eleição geral ocorre somente em 4 de novembro de 2008, mas, desde o início do ano, a população participa das chamadas &amp;quot;prévias&amp;quot;. Os partidos Democrata e Republicano realizam eleições primárias e, diferentemente do Brasil, contam com os cidadãos para selecionar os representantes que irão concorrer à presidência.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Bergamasco fala que a vitória do candidato em cada Estado lhe concede o direito a um número de delegados que irão votar nele na convenção do partido, onde será indicado o nome de quem disputará as eleições gerais.
&lt;/p&gt;</description>
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<title>09/01/2008 - População escolhe candidatos nos EUA; ouça Daniel Bergamasco</title>
<pubDate>09 Jan 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York, fala diretamente da cidade de Manchester, no Estado de New Hampshire, onde foram realizadas as primeiras prévias da eleição presidencial dos Estados Unidos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Bergamasco comenta a vitória da senadora e ex-primeira-dama democrata Hillary Clinton sobre Barack Obama, até então favorito na disputa. O repórter também explica como funciona este tipo de pleito que, diferentemente do Brasil, conta com a população para selecionar os indicados que irão concorrer à presidência.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/01/09/daniel_bergamasco-como_funciona_eleicoes_nos_eua.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco-09/01/08&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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