<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1" ?>
<rss version="2.0">
<channel>

<title>Folha Online - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

<image>
<title>Folha Online - Podcasts</title>
<url>http://www1.folha.uol.com.br/folha/images/logo-folha_online-88x31.gif</url>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<width>88</width>
<height>31</height>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
</image>


<item>
<title>18/01/2009 - Americanos enfrentam frio e multidão para acompanhar posse de Obama</title>
<pubDate>18 Jan 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Na próxima terça-feira (20), Barack Obama colocará sua mão direita sobre a mesma &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u486807.shtml&quot;&gt;Bíblia&lt;/a&gt; que foi usada na cerimônia de posse do presidente Abraham Lincoln (1861-1865), que aboliu a escravidão nos Estados Unidos. Obama pronunciará o juramento de defender o país nos próximos quatro anos e, após o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u491418.shtml&quot;&gt;discurso inaugural&lt;/a&gt;, se tornará oficialmente o primeiro presidente negro da história.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Daniel Bergamasco, enviado especial da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; a Washington. Ele diz que a cerimônia de posse não será diferente dos recordes alcançados por Obama durante as eleições, que contou com forte participação popular.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/01/16/daniel_bergamasco_fala_sobrre_a_posse_de_obama.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco fala sobre a posse de Obama&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo as autoridades, o dispositivo de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u491396.shtml&quot;&gt;segurança&lt;/a&gt;, coordenado pelo Serviço Secreto dos EUA, contará com mais de 40 mil agentes e funcionários de quase cem entidades federais e locais para proteger a cerimônia --e o presidente-- de qualquer ataque terrorista. A expectativa é que mais de 2 milhões de pessoas compareçam ao evento.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Eu conversei com alguns americanos na cidade e eles disseram que mesmo com a multidão toda, com o frio, com o temor de que haja algum atentado terrorista, temor de que grupos racistas decidam se manifestar, ainda assim é importante vir para a capital acompanhar a eleição mais comentada das últimas décadas&amp;quot;, relata o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As emissoras brasileiras Globo, Record, SBT e Band prometem flashes ao vivo de Washington durante a programação de terça, a partir das 13h, com o presidente eleito Barack Obama dando início à longa lista de eventos do dia.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>14/11/2008 - Como será a &quot;cara&quot; do governo Barack Obama?; ouça correspondente</title>
<pubDate>14 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Em um país rico em celebridade, mas um pouco carente de líderes carismáticos atualmente, a família Obama imprimiu de fato as mãos na calçada da fama em definitivo na história dos Estados Unidos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York. Ele diz que, passada a euforia da eleição, as pessoas agora estão ansiosas em saber como será a &amp;quot;cara&amp;quot; do governo &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u464247.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;. Esta expectativa aumenta conforme vão surgindo alguns nomes da equipe de transição.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/11/13/daniel_bergamasco_-_todos_querem_saber_como_sera_decoracao_da_casa_branca.mp3&quot;&gt;Todos querem saber como será decoração da Casa Branca&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Tem algo que já dá para dizer: ele deverá ser o governo mais pop desde ex-presidente John Kennedy. Você tem um líder carismático jovem e uma primeira-dama charmosa, bonita, que já gera comentários sobre cada vestido que usa&amp;quot;, afirma o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Isso não é surpresa, já que na campanha a família Obama esteve em evidência mesmo durante a campanha, de acordo com Bergamasco. Michelle Obama que o diga. A atual primeira-dama foi capa de muitas revistas sobre a raça negra, revistas de moda, de comportamento. &amp;quot;Mesmo que tivesse perdido a eleição, a família Obama já teria se tornado celebridade&amp;quot;, diz Bergamasco.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ele, é normal que essa fase de transição de famílias desperte o voyerismo das pessoas. &amp;quot;Todos querem saber como será a decoração da Casa Branca, a vida da nova família presidencial em Washington. Faz muito tempo que não se via uma família recebendo tanto destaque&amp;quot;, declara o jornalista.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/11/13/daniel_bergamasco<i>-</i>todos_querem_saber_como_sera_decoracao_da_casa_branca.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>01/11/2008 - Sarah Palin é caso de vida ou morte nas eleições americanas; ouça</title>
<pubDate>01 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Desde o início das prévias americanas, no mês de janeiro, diversos nomes de políticos foram envolvidos na disputa presidencial nos EUA. A etapa final das eleições, no entanto, está focada em duas pessoas. O mais óbvio seria que fossem &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378236.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt;, mas na verdade trata-se do candidato democrata e da vice republicana, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u439282.shtml&quot;&gt;Sarah Palin&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York. Ele afirma que quem se contrapõe a Obama é a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u462563.shtml&quot;&gt;governadora do Alasca&lt;/a&gt;, que, em princípio, parecia uma figura menos importante e atualmente é vista como um caso de vida ou morte nas eleições.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/10/31/daniel_bergamasco-eleicoes_eua.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista diz que &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u438487.shtml&quot;&gt;Joe Biden&lt;/a&gt;, vice de Obama, não teve o mesmo impacto na chapa democrata. &amp;quot;Ele deu um ar de experiência política que faltava ao Obama, mas nada suficiente para virar o jogo&amp;quot;, analisa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Bergamasco, a base republicana mais conservadora aprecia a defesa moral sólida de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u462317.shtml&quot;&gt;Palin&lt;/a&gt;. O fato de ela ser vista como uma mulher do povo e como uma pessoa preocupada com a realidade do americano médio é uma vantagem para sua candidatura.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O correspondente explica que, por outro lado, o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u462479.shtml&quot;&gt;despreparo&lt;/a&gt; que a republicana demonstra quando fala sobre economia e sobre questões internacionais é um fator preocupante para muitos eleitores. Bergamasco relata que alguns republicanos importantes não gostam de Palin e já declararam apoio a Obama, como Colin Powell --ex-secretário de Estado do presidente George W. Bush.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Com esse amor e ódio em torno de Palin, ela consegue mobilizar as atenções. E, por causa dela, o debate dos vices, por exemplo, foi super assistido e comentado, coisa que não acontece com freqüência&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/10/31/daniel_bergamasco-eleicoes_eua.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>29/09/2008 - Pacote anticrise deve ser votado de novo; ouça Daniel Bergamasco</title>
<pubDate>29 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u447017.shtml&quot;&gt;pacote&lt;/a&gt; de ajuda ao setor financeiro dos Estados Unidos deve ser votado novamente. A decisão da proposta, feita pelo governo no último dia 20 e &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u450106.shtml&quot;&gt;rejeitada&lt;/a&gt; nesta segunda-feira na Casa dos Representantes (Câmara dos Deputados), deve gerar expectativa também entre os brasileiros.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/danielbergamasco/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/09/29/daniel_bergamasco-pacote_deve_ser_votado_de_novo.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u447052.shtml&quot;&gt;Entenda a crise financeira que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Bergamasco, a rejeição ao pacote se deve ao fato de se tratar de um plano de US$ 700 bilhões. &amp;quot;O valor pesaria sobre os ombros dos contribuintes americanos, que pagariam mais imposto.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O correspondente diz que a desaprovação surpreendeu muita gente. Ele explica que existe um certo consenso nos Estados Unidos de que alguma coisa precisa ser feita para não deixar Wall Street incendiar o resto do país, e do planeta. &amp;quot;Por mais que também haja um consenso de que os bancos foram promíscuos na liberação de crédito sob taxas muito altas, na sede de lucro fácil&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o jornalista, os rumos sobre a votação do pacote deverão ser acompanhados com bastante atenção pelo Brasil nos próximos dias.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do Daniel Bergamasco? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/danielbergamasco/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/09/29/daniel_bergamasco-pacote_deve_ser_votado_de_novo.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>11/09/2008 - Vice de McCain eleva apoio de mulheres brancas a republicanos; ouça</title>
<pubDate>11 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Mesmo com excesso de exposição, a candidata republicana à vice-Presidência dos Estados Unidos, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u439282.shtml&quot;&gt;Sarah Palin&lt;/a&gt;, tem provado que se tornou um trunfo na campanha de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412094.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt;. Desde a nomeação da governadora do Alasca para o cargo, o apoio das mulheres brancas ao partido republicano cresceu em 20 pontos percentuais.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/09/10/danie_bergamasco-sarah_palin_celebridade_politica.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Desde que a escolha de Palin foi feita, ela não saiu mais do noticiário. Ela foi envolvida em várias acusações, que vêm à tona sobre a atuação dela como governadora do Alasca. Ela também se tornou uma celebridade, devido, especialmente, à gravidez de sua filha adolescente de 17 anos&amp;quot;, afirma Bergamasco.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O correspondente explica que o crescimento expressivo nas pesquisas chamou bastante a atenção e trouxe a suspeita de que Palin pode estar conquistando os votos de eleitores que escolheram &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378189.shtml&quot;&gt;Hillary Clinton&lt;/a&gt; nas primárias democratas, e que sentem falta de uma mulher concorrendo para presidente, especialmente eleitoras.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Bergamasco destaca que o senador Joe Biden, vice da chapa &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;, não tem recebido a mesma atenção dada pela imprensa à vice de McCain, apesar de ele ter sido candidato às primárias e ter uma carreira política mais longa do que a de sua adversária.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/09/10/danie_bergamasco-sarah_palin_celebridade_politica.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>01/09/2008 - Bush cancela discurso por causa do furacão Gustav; ouça correspondente</title>
<pubDate>01 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A ameaça do furacão Gustav, no sul dos EUA, afetou a programação da Convenção Republicana, onde será oficializada a candidatura presidencial de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412094.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt; e de sua vice, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u439342.shtml&quot;&gt;Sarah Palin&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York e enviado especial à Minnesota (EUA). &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/09/01/daniel_bergamasco-convencao_partido_republicano.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o jornalista, já se esperava uma festa mais reservada do que a promovida pelo Partido Democrata na última semana, em que foi divulgada a nomeação de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; como candidato à presidência dos EUA. O correspondente conta que em Denver o clima era de Carnaval.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Até seria natural que o Partido Republicano, com simpatizantes mais conservadores, mais velhos e mais contidos, fizesse uma festa mais discreta. O que ninguém esperava é esse deserto que está acontecendo aqui, fruto do esvaziamento da convenção devido à ameaça do furacão Gustav&amp;quot;, explica o jornalista que está em St. Paul, no Estado de Minnesota.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Bergamasco diz que o presidente George W. Bush foi o primeiro a cancelar o seu discurso. &amp;quot;Afinal, não ficaria bem para ele, presidente da República que foi acusado de negligente no Furacão Katrina --que deixou mais de 1.800 mortos em 2005--, vir para uma festa de seu partido&amp;quot;, declara o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/09/01/daniel_bergamasco-convencao_partido_republicano.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>11/07/2008 - Campanha de Obama tem &quot;enchido o papo&quot; de dólares e de votos; ouça Daniel Bergamasco</title>
<pubDate>11 Jul 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Nos últimos dia 9 e 10, o senador &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; esteve em Nova York para &amp;quot;passar o chapéu&amp;quot; entre a elite poderosa da cidade. Para participar, o cidadão tinha que fazer uma doação de pelo menos US$ 250 e no máximo de US$ 2.300 dólares.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/07/10/daniel_bergamasco-obama_arrecadou_trezentos_milhoes.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Aqui nos EUA, a doação de campanha é super controlada. Só pode ser feita por pessoa física e em valor máximo de US$ 2.300 dólares para as primárias e mais US$ 2.300 para a segunda fase da disputa, quando cada partido já definiu seu candidato&amp;quot;, explica o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Bergamasco, empresas não podem doar diretamente, apenas por meio de uma brecha chamada de PAC (comitês de arrecadação), meio pelo qual muitos candidatos, como o Barack Obama, são críticos por dizerem que isto pode favorecer a criação de lobby.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;E ainda assim a arrecadação de Obama está na casa dos US$ 300 milhões de dólares até agora. É mais ou menos como se cada um dos americanos, pobre, rico, miserável, criança, adulto, tivesse contribuído com uma nota de dólar para a campanha&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista conta que quase metade dos doadores do Obama contribuíram com menos de US$ 200 dólares para a campanha, enquanto para o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412094.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt;, que não arrecadou nem a metade, 25% cederam menos de US$ 200 dólares.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Até o final do ano, a fantástica máquina de fazer dinheiro do Obama pode atingir o meio bilhão de dólares. E a fantástica máquina de gastar dinheiro também do candidato continua bem azeitada, já que com US$ 300 milhões, tendo entrado na conta corrente da campanha, ele ainda tem saldo negativo&amp;quot;, explica Bergamasco,.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o jornalista, este dinheiro é muito bem utilizado, a julgar pelo evento do qual participou no Hotel Hyatt. Ele conta que o encontro parecia lançamento das produções cinematográficas de Hollywood.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Em um clipe de Obama, que pareceria filme, abriu a noite, em um saguão com lustre de cristal. No evento, regado a vinho, com bandejas servindo carpaccio de salmão, o público estava vestido como se fosse para um casamento.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O vinho, a entrada no evento, claro, tudo era vendido para conseguir mais fundos para essa campanha quase bilionária de Obama, que, de salmão em salmão, de eleitor em eleitor, tem enchido o papo de dólares e de votos&amp;quot;, afirma Bergamasco.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/07/10/daniel_bergamasco-obama_arrecadou_trezentos_milhoes.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>25/06/2008 - McCain é favorável ao álcool de cana-de-açúcar do Brasil; ouça Daniel Bergamasco</title>
<pubDate>25 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No Brasil, há um grande interesse sobre as eleições americanas, pois existe a possibilidade de que seja eleito pela primeira vez um presidente negro nos EUA e também pela expectativa de que George W. Bush saia da Casa Branca.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/25/daniel_bergamasco-eleicoes_nos_eua.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Bergamasco, também é discutido sobre qual candidato seria melhor para o Brasil, o democrata &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;, 46, ou o republicano &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412094.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt;, 71.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O que pode ser melhor para São Paulo, pode não ser para o Paraná. Tem sempre várias discussões envolvidas&amp;quot;, explica o correspondente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista diz que nesta semana ficou claro que, no que se refere a questão da importação do álcool brasileiro de cana-de-açúcar, a vitória de McCain seria melhor para o Brasil.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ele é contra dar subsídios, como o governo Bush já faz hoje, para a produção de etanol de milho. Ele disse que seria muito melhor importar o álcool de cana-de-açúcar brasileiro, que é muito mais eficiente e a produção gasta muito menos energia do que a produção de álcool de milho&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Bergamasco fala que o provável candidato democrata Barack Obama tem uma posição exatamente oposta, pois é a favor da ampliação aos subsídios para o álcool de milho dos EUA e contra a importação. O senador questiona a troca da dependência externa do petróleo pela do álcool brasileiro.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nesta semana, uma reportagem no jornal &amp;quot;The New York Times&amp;quot; divulgou que dois dos principais assessores do Barack Obama são ligados à industria de álcool de milho.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ou seja, ele está muito próximo do lobby de álcool de milho. Então, foi colocado em xeque se esta defesa veemente que ele faz do álcool de milho americano não passa também por essa proximidade com lobistas das usinas&amp;quot;, afirma o jornalista.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/25/daniel_bergamasco-eleicoes_nos_eua.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>11/06/2008 - &quot;Nem sempre ganha quem tem mais votos&quot;; ouça correspondente em NY</title>
<pubDate>11 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No dia em 4 de novembro de 2008, os eleitores dos Estados Unidos vão escolher seu novo presidente. O sistema de voto no país, chamado de colégio eleitoral, é dividido com base em sua população. Quanto mais habitantes um Estado tem, mais poderoso ele é na hora de dar seus votos a um determinado candidato.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York, explica que a cada Estado é atribuído um peso em número de delegados. &amp;quot;O candidato que tiver mais votos naquele Estado, mesmo que seja só um, soma todo aquele peso na conta final na tabulação das eleições.&amp;quot; &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/10/daniel_bergamasco-funcionamento_colegio_eleitoral_eua.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para o jornalista isso significa que nem sempre ganha quem tem mais votos. &amp;quot;Um caso emblemático foi o de 2000, quando o Al Gore teve mais votos que o George W. Bush, mas perdeu a eleição na soma dos delegados do colégio eleitoral. É o que vale!&amp;quot;, conta Bergamasco.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O repórter lembra ainda que o voto nos Estados Unidos não é obrigatório nem nas primárias, nem na eleição geral de 4 de novembro.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/10/daniel_bergamasco-funcionamento_colegio_eleitoral_eua.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>04/06/2008 - Eleições nos EUA deixam reality shows americanos &quot;no chinelo&quot;</title>
<pubDate>04 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378189.shtml&quot;&gt;Hillary Cilnton&lt;/a&gt; sempre mantém o alto-astral em seus pronunciamentos, onde aproveita cada interrupção de aplauso do público para falar. Nesta terça-feira (3), contudo, foi diferente. A ex-primeira-dama falava mais rápido e retomava a fala enquanto a aplaudiam.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York, que acompanhou o discurso da senadora na noite de terça-feira. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/04/daniel_bergamasco-discurso_hillary_clinton.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Bergamasco diz que na platéia estavam alguns dos doadores de campanha. &amp;quot;Um pessoal bem arrumado, com roupa de grife. Alguns homens de terno, algumas mulheres, até de vestido de festa, tomando vinho tinto e branco que era vendido na ante-sala do evento&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Daniel narra que, enquanto isso, Hillary estava no palco &amp;quot;desmoronando dentro do terninho azul&amp;quot;. Ela agradeceu a todos pela campanha, pelos Estados conquistados e chamando &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378185.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; de &amp;quot;meu amigo&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;E todo mundo esperando que ela fosse declarar a desistência da campanha, já que agora não tem mais jeito&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista conta que ela deixou em aberto a decisão, disse que não tinha nada definido e que iria ouvir eleitores e líderes do partido para saber o que fazer.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Bergamasco, Hillary não tem mais como continuar na disputa, pois não existe sentido político e matemático pra isso. Ele informa que agora o que restam são especulações sobre o que a senadora irá fazer.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Enfim, aguardemos as cenas dos próximos capítulos dessa novela que, em matéria de mistério e conflito, tem deixado os reality shows americanos no chinelo&amp;quot;, conclui o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/04/daniel_bergamasco-discurso_hillary_clinton.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>14/05/2008 - &quot;Hillary está devendo até os terninhos na campanha&quot;; ouça Daniel Bergamasco</title>
<pubDate>14 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No final de semana foi realizado em Nova York um evento de Dia das Mães em torno de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378189.shtml&quot;&gt;Hillary Clinton&lt;/a&gt;, com a participação de Chelsea, a filha única da candidata e de Bill Clinton.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York, conta que ficou intrigado pelo fato da senadora fazer um evento e ainda precisar promover as eleições. &amp;quot;Fui para lá pensando que talvez, quem sabe, ela teria resolvido, enfim, desistir de sua candidatura a presidente e coroar de vez o rival &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378185.shtml&quot;&gt;Barack Obama&amp;quot;.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/mundo/2008/05/14/daniel_bergamasco-hillary_motivos_presidente.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Bergamasco, motivo para ela desistir não falta e a pressão da oposição e mesmo dos colegas tem sido grande, com o argumento de que, se ela sair de cena, Obama pode focar energia e dinheiro na campanha para eleição geral de novembro, no qual ele enfrentará o republicano John McCain, que também foi escolhido por primárias.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Quem tem acompanhado o noticiário sobre as eleições já sabe que Obama venceu em maior número de Estados do que Hillary. É praticamente irreversível a vitória de Obama no número de delegados, que são conquistados de acordo com o bom desempenho das votações. Obama passou Hillary na preferência dos superdelegados. Em volume de dinheiro arrecadado, Obama deu um show em Hillary. Hillary está devendo até os terninhos na campanha. O rombo é de mais de 22 milhões de dólares&amp;quot;, conta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para o jornalista, Hillary é uma candidata obstinada e ela não desiste porque, se Obama for eleito, ele provavelmente vai tentar a reeleição em 2012. Ela só poderá ser candidata de novo em 2016. &amp;quot;Além do mais, a derrota de Hillary, por enquanto, não chega a ser nenhum vexame. Eu não vou falar de número aqui no podcast, mas é como se os dois tivesse corrido uma maratona de dez quilômetros e Obama estivesse a 100 metros da vitória, enquanto Hillary está a 300 metros&amp;quot;, compara o repórter.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Bergamasco, como nas corridas de verdade, é claro que Obama pode tropeçar perto da linha chegada. &amp;quot;A avaliação que eu faço, depois de conversar sobre isso com analistas, com muitos americanos e ver o noticiário daqui, é de que Hillary tem esperança de verdade. Eu ainda acho que ela pode demorar um pouco para anunciar a desistência da candidatura ou pelo menos a suspensão da campanha&amp;quot;, avalia o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.com.br/mundo/2008/05/14/daniel_bergamasco-hillary_motivos_presidente.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>15/04/2008 - Fracasso de Bush não destrói força republicana na eleição</title>
<pubDate>15 Apr 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O índice de aprovação da gestão do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, foi de 26%, segundo Pesquisa do instituto Zogby International divulgada no mês passado.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York, conta que, desde o início das prévias, muitos colegas no Brasil têm feito a seguinte pergunta: &amp;quot;Será mesmo que, depois de oito anos de Bush, com guerra no Iraque, com crise econômica, os americanos podem eleger de novo um republicano?&amp;quot; &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/mundo/2008/04/14/daniel_bergamasco-forca_do_partido_republicano_nos_eua.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o jornalista, os americanos se ressentem muito de não terem vencido a guerra no Iraque e por Bush ter ajudado a piorar a imagem do país no resto do mundo. &amp;quot;O americano não se tornou contra guerras em geral, ele é contra essa guerra específica do Iraque, porque acha que está perdendo dinheiro e vidas nessa batalha.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Bergamasco diz que enquanto os candidatos Barack Obama e Hillary Clinton ainda estão na disputa para serem a opção democrata na eleição de 4 de novembro, as pesquisas mostram que John McCain, candidato republicano já escolhido pelo partido, tem grande chance nessa briga.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O que é preciso entender é que o Partido Republicano é o mais antigo e muito forte no país, emplacou a maioria dos presidentes americanos e dentro dele há correntes ideológicas diversas, o que fica muito claro em um país com apenas dois partidos políticos de expressão&amp;quot;, diz repórter.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Bergamasco, Hillary e Obama defendem assistência médica para todos, mas, ao contrário do Brasil, isso é muito controverso nos EUA, pois muitos acham que a tendência é de o Estado cobrar mais imposto. Já aqueles que são contra a medida tendem a concordar com John McCain, que não está disposto a conceder tal benefício.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Por isso, sempre digo que o Bush talvez não ganhe eleição para síndico de prédio, mas o Partido Republicano continua firme e forte no país&amp;quot;, conclui o jornalista.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.com.br/mundo/2008/04/14/daniel_bergamasco-forca_do_partido_republicano_nos_eua.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>08/04/2008 - Hillary e Obama têm chances de vencer disputa pela presidência</title>
<pubDate>08 Apr 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A situação do Partido Democrata ainda está indefinida. Pela primeira vez na história, dois candidatos --Hillary Clinton e Barack Obama-- têm reais chances de vencer a disputa para concorrer à presidência dos Estados Unidos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Rubens Antonio Barbosa, consultor de negócios e embaixador do Brasil em Washington de 1999 até 2004. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/04/08/rubens_barbosa-ex_embaixador_fala_sobre_eleicoes_nos_eua.mp3&quot;&gt;Rubens Antonio Barbosa&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o ex-embaixador, que acompanhou de perto a eleição americana anterior, a campanha atual tem focalizado a guerra no Iraque, o terrorismo e a questão econômica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A dificuldade é que nenhum dos dois candidatos conseguiu obter a maioria para o apoio dos delegados na convenção, que vai se realizar em agosto&amp;quot;, explica Barbosa
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o representante da Fiesp, a ex-primeira-dama Hillary Clinton não tem mais a possibilidade de ultrapassar o senador Obama em número de delegados. O resultado será definido na convenção pelos superdelegados, pessoas da estrutura do partido que decidirão a eleição.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Rubens Barbosa afirma que independentemente de quem for o vencedor, seja do lado democrata ou republicano, pouca coisa irá mudar para a o Brasil do ponto de vista econômico-comercial.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A prioridade da política externa americana continuará sendo a Guerra do Iraque e o combate ao terrorismo. Prioridades que não passam pela América Latina&amp;quot;, diz o consultor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Barbosa, nos EUA também não serão realizadas grandes mudanças, pois quem assumir terá dificuldade em extinguir o sentimento protecionista espalhado no Congresso americano.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/04/08/rubens_barbosa-ex_embaixador_fala_sobre_eleicoes_nos_eua.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>25/03/2008 - Hillary Clinton é franca favorita na Pensilvânia</title>
<pubDate>25 Mar 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Os pré-candidatos democratas Barack Obama e Hillary Clinton focam seus esforços nas próximas primárias, em 22 de abril, na Pensilvânia. O pleito é fundamental para Hillary, que está atrás de Obama em número de delegados.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York, diz que a Pensilvânia é um Estado rico em delegados, com 188 cadeiras para a convenção do partido. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua&quot;&gt;Confira cobertura completa&lt;/a&gt; sobre a corrida presidencial nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/03/24/daniel_bergamasco-balanco_das_eleicoes_eua.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Conforme são realizadas as prévias, os candidatos com mais votos conseguem mais cadeiras para acomodar seus delegados. Quem tiver o maior número deles presentes na convenção, ganha a candidatura do partido para concorrer contra o republicano Jonh McCain na eleição geral no dia 4 de novembro&amp;quot;, explica o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Bergamasco, Obama já conquistou 1.413 cadeiras contra 1.242 de Hillary. &amp;quot;A boa notícia para a ex-primeira dama é que as pesquisas a apontam como franca favorita com até 26 pontos percentuais de vantagem sobre o rival. Além disso, a mídia americana começa a desconstruir o mito do jovem carismático com seus discursos inspirados, questionando um pouco mais a substância do programa de governo do Obama&amp;quot;, conta o correspondente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o repórter, enquanto Obama e Hillary disputam os delegados e não param de falar mal um do outro na televisão, John McCain trabalha para as eleições gerais. Na semana passada, ele fez viagens a países como Iraque e França para reforçar suas qualidades de ser mais experiente com problemas internacionais, especialmente militares.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/03/24/daniel_bergamasco-balanco_das_eleicoes_eua.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>03/03/2008 - Ohio é esperança para Hillary; ouça correspondente da Folha em NY</title>
<pubDate>03 Mar 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O Estado de Ohio, um dos que realizará as votações prévias nesta terça-feira, está na expectativa sobre quem representará o Partido Democrata nas eleições presidenciais dos EUA, por ser considerado a &amp;quot;última fronteira de esperança&amp;quot; para Hillary Clinton.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York e enviado especial a Ohio. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/03/03/daniel_bergamasco-voto_nao_obrigatorio_dificulta_disputa.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Bergamasco, em comício na manhã deste domingo, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u363392.shtml&quot;&gt;Hillary Clinton&lt;/a&gt; afirmou que seu rival &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u363384.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; faz discursos sem consistências e que é necessário experiência para governar.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Se ela não ganhar em Ohio e nem no Texas, é dado como certo que será o fim da candidatura da ex-primeira-dama&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o jornalista, como o voto não é obrigatório, é difícil fazer uma previsão sobre quem vai vencer as prévias de amanhã, apesar de pesquisas indicarem favoritismo de Hillary em Ohio e de Obama no Texas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Barack Obama tem mostrado grande poder de mobilização, com eleitores que tentam convencer os amigos com um empenho quase evangelizador&amp;quot;, revela.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/03/03/daniel_bergamasco-voto_nao_obrigatorio_dificulta_disputa.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>

</channel>
</rss>
