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<title>Folha Online - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Podcasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>01/07/2008 - Vices de Obama e McCain podem ajudar na conquista de votos; ouça Gilberto Sarfati</title>
<pubDate>01 Jul 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
As pesquisas americanas revelam que o senador &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; tem até 55% das preferências eleitorais nos EUA. No entanto, a disputa das eleições ainda está distante de qualquer definição.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são Gilberto Sarfati, mestre em relações internacionais pela Universidade de Jerusalém, doutor em Relações Internacionais pela USP (Universidade de São Paulo) e professor de relações internacionais na ESPM (Escola Superior de Propaganda em Marketing).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/30/gilberto_sarfati-vices_podem_ajudar_na_conquista_de_votos.mp3&quot;&gt;Gilberto Sarfati&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ele, o que conta nos EUA não é o voto popular e sim vencer em cada um dos Estados norte-americanos. &amp;quot;O que a gente consegue observar é que o Obama ganha em tradicionais Estados democratas, como, por exemplo, a Califórnia, que conta muito no resultado final da eleição. Mas o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412094.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt; é bastante popular nos Estados centrais dos EUA, como, por exemplo, o Texas, o Kansas, Oklahoma, Nebraska, Dakota do Norte e Dakota do Sul.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O professor afirma que a competição mais difícil será nos Estados onde ainda não está definida a preferência pelos candidatos, como em Virgínia, Missouri, Michigan e na Flórida, o mais importante dentre esses.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O que é bastante interessante é que exatamente a Flórida definiu a eleição entre o George W. Bush e o Al Gore e, de novo, ele deve ser um Estado bastante importante nessa disputa&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Sarfati, os dois candidatos vão ficar muito atentos quando escolherem seus candidatos a vice para tentarem identificar quem pode ajudar a ganhar os votos necessários nos locais onde não está decidida a preferência da população.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O professor diz que uma das estratégias fundamentais dos candidatos é conseguir votos entre a população latina.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O McCain leva vantagem, sempre teve popularidade entre os latinos. O Obama tem uma popularidade baixa entre os latinos e vai precisar de um candidato que ajude a rebanhar esses votos em especial&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>25/06/2008 - McCain é favorável ao álcool de cana-de-açúcar do Brasil; ouça Daniel Bergamasco</title>
<pubDate>25 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No Brasil, há um grande interesse sobre as eleições americanas, pois existe a possibilidade de que seja eleito pela primeira vez um presidente negro nos EUA e também pela expectativa de que George W. Bush saia da Casa Branca.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/25/daniel_bergamasco-eleicoes_nos_eua.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Bergamasco, também é discutido sobre qual candidato seria melhor para o Brasil, o democrata &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;, 46, ou o republicano &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412094.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt;, 71.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O que pode ser melhor para São Paulo, pode não ser para o Paraná. Tem sempre várias discussões envolvidas&amp;quot;, explica o correspondente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista diz que nesta semana ficou claro que, no que se refere a questão da importação do álcool brasileiro de cana-de-açúcar, a vitória de McCain seria melhor para o Brasil.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ele é contra dar subsídios, como o governo Bush já faz hoje, para a produção de etanol de milho. Ele disse que seria muito melhor importar o álcool de cana-de-açúcar brasileiro, que é muito mais eficiente e a produção gasta muito menos energia do que a produção de álcool de milho&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Bergamasco fala que o provável candidato democrata Barack Obama tem uma posição exatamente oposta, pois é a favor da ampliação aos subsídios para o álcool de milho dos EUA e contra a importação. O senador questiona a troca da dependência externa do petróleo pela do álcool brasileiro.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nesta semana, uma reportagem no jornal &amp;quot;The New York Times&amp;quot; divulgou que dois dos principais assessores do Barack Obama são ligados à industria de álcool de milho.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ou seja, ele está muito próximo do lobby de álcool de milho. Então, foi colocado em xeque se esta defesa veemente que ele faz do álcool de milho americano não passa também por essa proximidade com lobistas das usinas&amp;quot;, afirma o jornalista.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>11/06/2008 - &quot;Nem sempre ganha quem tem mais votos&quot;; ouça correspondente em NY</title>
<pubDate>11 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No dia em 4 de novembro de 2008, os eleitores dos Estados Unidos vão escolher seu novo presidente. O sistema de voto no país, chamado de colégio eleitoral, é dividido com base em sua população. Quanto mais habitantes um Estado tem, mais poderoso ele é na hora de dar seus votos a um determinado candidato.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York, explica que a cada Estado é atribuído um peso em número de delegados. &amp;quot;O candidato que tiver mais votos naquele Estado, mesmo que seja só um, soma todo aquele peso na conta final na tabulação das eleições.&amp;quot; &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/10/daniel_bergamasco-funcionamento_colegio_eleitoral_eua.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para o jornalista isso significa que nem sempre ganha quem tem mais votos. &amp;quot;Um caso emblemático foi o de 2000, quando o Al Gore teve mais votos que o George W. Bush, mas perdeu a eleição na soma dos delegados do colégio eleitoral. É o que vale!&amp;quot;, conta Bergamasco.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O repórter lembra ainda que o voto nos Estados Unidos não é obrigatório nem nas primárias, nem na eleição geral de 4 de novembro.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>10/06/2008 - Obama leva vantagem sobre McCain, caso não aconteça um ataque terrorista; ouça professor</title>
<pubDate>10 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O candidato democrata &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378185.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; e o republicano &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378236.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt; entraram na última fase da escolha do 44º presidente dos Estados Unidos, que termina em 4 de novembro, dia da eleição.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Gunther Rudzit, doutor em ciência política pela USP (Universidade de São Paulo) e professor do curso de Relações Internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco, diz que vários fatores influenciarão nos resultados das eleições e que Obama tende a fazer uma campanha focada na economia.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/10/gunther_rudzit-eleicoes_nos_eua.mp3&quot;&gt;Gunther Rudzit&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Vai ser o calcanhar-de-aquiles dos republicanos, que têm agora um peso extra, além da rejeição ao governo W. Bush, uma desaceleração da economia e um aumento conseqüentemente do desemprego. A população americana é bastante fundamentada na importância da economia&amp;quot;, avalia o professor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para Rudzit, o candidato democrata tem uma ligeira vantagem na corrida à Casa Branca devido a grande rejeição que o governo do republicano George W. Bush tem ao final de praticamente oito anos. &amp;quot;Esse deve ser o quadro, desde que não haja um novo ataque terrorista. Se isso acontecer, muda completamente e aí a candidatura de McCain passa a ter uma vantagem muito grande.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Rudzit, McCain deve reforçar os ataques à inexperiência política (principalmente em matéria de segurança) de seu oponente. O republicano ressaltará o conhecimento adquirido na época em que serviu às Forças Armadas americanas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o professor, antes das convenções --em agosto e setembro--, Obama e McCain terão que escolher seus candidatos a vice-presidente. O cientista político acredita que McCain deverá se preocupar com sua idade avançada e escolher alguém mais jovem. Já no caso de Obama, pode ser cogitado alguém com experiência em política externa, o seu ponto fraco.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>04/06/2008 - Eleições nos EUA deixam reality shows americanos &quot;no chinelo&quot;</title>
<pubDate>04 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378189.shtml&quot;&gt;Hillary Cilnton&lt;/a&gt; sempre mantém o alto-astral em seus pronunciamentos, onde aproveita cada interrupção de aplauso do público para falar. Nesta terça-feira (3), contudo, foi diferente. A ex-primeira-dama falava mais rápido e retomava a fala enquanto a aplaudiam.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Daniel Bergamasco, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York, que acompanhou o discurso da senadora na noite de terça-feira. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/04/daniel_bergamasco-discurso_hillary_clinton.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Bergamasco diz que na platéia estavam alguns dos doadores de campanha. &amp;quot;Um pessoal bem arrumado, com roupa de grife. Alguns homens de terno, algumas mulheres, até de vestido de festa, tomando vinho tinto e branco que era vendido na ante-sala do evento&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Daniel narra que, enquanto isso, Hillary estava no palco &amp;quot;desmoronando dentro do terninho azul&amp;quot;. Ela agradeceu a todos pela campanha, pelos Estados conquistados e chamando &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378185.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; de &amp;quot;meu amigo&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;E todo mundo esperando que ela fosse declarar a desistência da campanha, já que agora não tem mais jeito&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista conta que ela deixou em aberto a decisão, disse que não tinha nada definido e que iria ouvir eleitores e líderes do partido para saber o que fazer.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Bergamasco, Hillary não tem mais como continuar na disputa, pois não existe sentido político e matemático pra isso. Ele informa que agora o que restam são especulações sobre o que a senadora irá fazer.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Enfim, aguardemos as cenas dos próximos capítulos dessa novela que, em matéria de mistério e conflito, tem deixado os reality shows americanos no chinelo&amp;quot;, conclui o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>04/06/2008 - Obama areja a política norte-americana; ouça professor da PUC</title>
<pubDate>04 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378185.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; conseguiu o almejado número de delegados que lhe garantiria a candidatura democrata. Comparado ao que ocorreu com o governo de George W. Bush, o senador abre perspectivas de &amp;quot;arejar&amp;quot; a política norte-americana, já que é um candidato jovem e tem o apoio de eleitores mais novos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do cientista político Paulo Edgar Resende, professor do programa de pós-graduação da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica) e coordenador do Naci (Núcleo de Análise de Conjuntura Internacional). Ele também é membro do Gacint (Grupo de Análise da Conjuntura Internacional), da USP (Universidade de São Paulo).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/04/paulo_edgar-professor_da_puc_comenta_barack_obama.mp3&quot;&gt;TEXTO&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A eleição nos EUA não envolve apenas a opinião pública, sua projeção mundial envolve o ponto de vista econômico, militar e cultural. A imprensa de diversas localidades tem acompanhado a corrida.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Resende fala que a possibilidade de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378189.shtml&quot;&gt;Hillary Cilnton&lt;/a&gt; ser a vice de Obama é classificada pela imprensa americana como a &amp;quot;chapa dos sonhos&amp;quot;. Ele diz que não se deve desvalorizar o fato da vitória de Obama, nas primárias realizadas nesta terça-feira, não ser contundente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Hillary Clinton teve também um desempenho muito próximo, a ponto de realmente parecer que Barack Obama, uma vez confirmado pela convenção em agosto, deverá tê-la em um posto importante, não apenas em sua campanha, mas em seu governo&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O cientista político fala que nos moldes de uma democracia liberal, os Estados Unidos se mostram fiel ao modelo, pois, por meio das eleições primárias em cada Estado, o partido pôde verificar o peso de alguns de seus nomes.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O professor diz que, embora o país tenha um regime presidencialista, o candidato eleito está longe de considerar-se com as &amp;quot;mãos livres&amp;quot; em sua política interna e externa, já que o Congresso se faz presente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Nós também julgaríamos que a governabilidade de Obama será mais tranqüila, quanto mais ele puder contar com uma maioria no Congresso, seja na Câmara dos representantes, seja no Senado&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>03/06/2008 - Hillary pode sair da corrida, mas não do caminho; ouça Sérgio Dávila</title>
<pubDate>03 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Mesmo que a senadora &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378189.shtml&quot;&gt;Hillary Clinton&lt;/a&gt; anuncie que está deixando a disputa democrata para a candidatura à presidência dos EUA, isso não irá representar nada. A ex-primeira-dama pode sair da corrida, mas não sair do caminho.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Sérgio Dávila, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Washington. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/03/sergio_davila-hilary_clinton.mp3&quot;&gt;Sérgio Dávila&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista diz que Hillary poderia boicotar a candidatura do parceiro de partido, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378185.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;, para que o republicano &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378236.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt; ganhe e ela volte por cima em 2012. Dávila, contudo, conta que ninguém sabe o que a senadora irá fazer, nem seu marido Bill Clinton.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;No comício, na segunda-feira, ele deu uma escorregadela e disse que aquele provavelmente era o último evento do tipo que ele fazia&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista questiona se a informação do ex-presidente seria um ato falho, uma mensagem cifrada ou simplesmente uma constatação de que as primárias acabaram e agora começa uma nova fase.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O pior é que já se passaram 56 prévias, 36 milhões de pessoas votaram, 0,5 bilhão de dólares foi arrecadado. O mundo inteiro já aprendeu o que são delegados, superdelegados, caucus, primárias simples e primárias compostas, e ninguém sabe de nada. Nem eu&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>03/06/2008 - &quot;Estilo cowboy cabe bem em McCain, não em Obama&quot;; ouça Eliane Cantanhêde</title>
<pubDate>03 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Estados como Novo México, Nevada e Colorado terão peso decisivo nas eleições americanas devido à forte presença hispânica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Eliane Cantanhêde, colunista da Folha e da Folha Online e enviada especial ao Novo México (EUA). &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/02/eliane_cantanhede-clima_eleicoes_novo_mexico.mp3&quot;&gt;Eliane Cantanhêde&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a colunista, os hispânicos representam 43,3% da população do Novo México (nos EUA, eles são 15% da população). &amp;quot;Aqui também tem muito pouco afro-americano, muito menos que qualquer outro Estado, apenas 1,8%. Você praticamente não vê afro-americano.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Isto significa que a disputa entre o provável candidato democrata &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378185.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; e o republicano &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378236.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt; será muito apertada, diz a jornalista, que visitou os comitês republicano e democrata no Novo México.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Obama tem a vantagem de ter a simpatia democrata, mas não vai encontrar o apoio afro-americano e também não tem a ligação que McCain tem com a região. McCain é do Arizona. Uma bota, um cinturão de cowboy e um chapelão texano cabem muito bem no McCain, mas não cabem no Obama&amp;quot;, explica a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Cantanhêde diz que a disputa será decidida por pequena diferença de votos. &amp;quot;Tanto em 2000 quanto em 2004, as eleições foram decididas pró-Bush e depois anti-Bush, por menos de 1% dos votos. É uma eleição apertada e se o Estado pender para um candidato, todo o Estado será a favor desse candidato. O vencedor leva tudo.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts da Eliane Cantanhêde? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/elianecantanhede/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/02/eliane_cantanhede-clima_eleicoes_novo_mexico.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>03/06/2008 - Barack Obama quer evitar racha entre democratas; ouça cientista político</title>
<pubDate>03 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378185.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; inaugurou uma nova frente de trabalho. A sua tentativa agora é de apaziguar os ânimos dentro de seu partido e selar algum tipo de pacto que possa evitar o racha definitivo entre os democratas, que entrarão combalidos, ainda que confiantes na disputa com &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378236.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do cientista político Luiz Renato Ribeiro Ferreira, professor das Faculdades Integradas Rio Branco, de São Paulo. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/06/02/luiz_renato_ribeiro-barack_obama_evitar_racha.mp3&quot;&gt;Luiz Renato&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Luiz Renato, Obama está certo de sua vitória, exemplo disso é que o candidato telefonou para &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378189.shtml&quot;&gt;Hillary Clinton&lt;/a&gt; cumprimentando-a antes mesmo da contagem dos votos das primárias realizadas em Porto Rico, no domingo, onde a ex-primeira-dama venceu.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O professor destaca dados do instituto Gallup que demonstram que, apesar da equilibrada divisão entre republicanos e democratas, existe uma fatia de eleitores independentes, que somam entre 7% e 10%.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O cientista político diz que, considerando que o republicano, ao menos por enquanto, possui maior penetração entre os independentes, Hillary acredita que McCain terá obtido maior parte dessa parcela de eleitores.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O professor conta que pesquisas do mesmo instituto mediram o grau de lealdade dos eleitores. Os números mostraram que boa parte das pessoas que escolheram Hillary votariam em McCain e não em Barack Obama.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A disputa interna dessa vez deve ter deixado algumas marcas indeléveis entre ambos os lados&amp;quot;, afirma Luiz Renato.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>31/05/2008 - &quot;Obama aprendendo espanhol e McCain dançando merengue&quot;; ouça Eliane Cantanhêde</title>
<pubDate>31 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O candidato republicano &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378236.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt; e o democrata &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378185.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; disputarão o voto latino nas primárias deste domingo (1º), em Porto Rico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Eliane Cantanhêde, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/elianecantanhede&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt; e enviada especial a Washington, diz que os votos hispânicos têm um peso importante na eleição americana. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/05/30/eliane_cantanhede-obama_aprendendo_espanhol_mccain_dancano_merengue.mp3&quot;&gt;Eliane Cantanhêde&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;São 44,3 milhões de latinos que vivem nos Estados Unidos. Isso é mais ou menos 15% da população americana que chega perto dos 300 milhões. Desse total de latinos, você tem 18,2 milhões inscritos para votar em novembro nas eleições. A expectativa é que pelo menos 9 milhões realmente compareçam às urnas&amp;quot;, conta a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ela, os números resultarão entre 7% a 8 % do eleitorado americano, o que faz a diferença numa eleição que é sempre apertada. &amp;quot;É por isso que a gente vai ver agora o Obama aprendendo espanhol, o McCain dançando merengue, porque o voto latino ganha muito importância.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Cantanhêde explica que os votos latinos são divididos por todo o país, mas tanto na Califórnia, que é democrata, quanto no Texas, republicano, a situação não mudará muito. &amp;quot;Mas você tem cinco Estados em que há uma presença forte de voto latino e que podem ir para um lado e ir para um outro, por exemplo, o Novo México&amp;quot;, conclui a jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts da Eliane Cantanhêde? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/elianecantanhede/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>30/05/2008 - Hillary se mantém em campanha &quot;virtualmente perdida&quot;; ouça Eliane Cantanhêde</title>
<pubDate>30 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A grande expectativa em Washington é sobre o que a pré-candidata democrata &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378189.shtml&quot;&gt;Hillary Clinton&lt;/a&gt; irá fazer. Até mesmo os aliados políticos desejam saber por que a senadora está determinada em continuar uma campanha &amp;quot;virtualmente perdida&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Eliane Cantanhêde, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/elianecantanhede&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt; e enviada especial a Washington. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/05/29/eliane_cantanhede-persistencia_hillary_clinton.mp3&quot;&gt;Eliane Cantanhêde&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a colunista, a maior análise que se faz desta situação é que Hillary está pensando no futuro. &amp;quot;Na hipótese um, de Obama perder para &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378236.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt;, ela pode dizer: &apos;Puxa vida, eu insisti tanto, eu disse tanto que tinha mais condições. Está vendo, entregamos uma vitória garantida&amp;quot;, afirma a jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Cantanhêde diz que a segunda opção é a de que &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378185.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; se eleja, não tenha uma boa administração e Hillary possa voltar.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;No meio dessas hipóteses, o que se espera é que se possa ter novidades na semana que vem, depois de três primárias muito decisivas, inclusive em Porto Rico&amp;quot;, afirma a jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A colunista lembra a declaração que Hillary fez dizendo que poderia acontecer um fato novo, fazendo analogia ao assassinato de Robert Kennedy, um político popular como Barack Obama. &amp;quot;Foi um ato falho dela, demonstra que ela está cansada, apesar de se manter na disputa&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts da Eliane Cantanhêde? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/elianecantanhede/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>29/05/2008 - Republicanos cada vez mais fortalecidos nos EUA; ouça cientista político</title>
<pubDate>29 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O senador &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378185.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; vem conquistando um número maior de delegados, mas ainda não conseguiu uma vitória expressiva sobre a ex-primeira-dama e senadora &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378189.shtml&quot;&gt;Hillary Clinton&lt;/a&gt;, que se nega a deixar a disputa do partido democrata.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do cientista político Flávio Rocha de Oliveira, professor do curso de relações internacionais das Faculdade Santa Marcelina, de São Paulo. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/05/28/flavio_rocha-atitude_anti_politica_vitoria_republicanos.mp3&quot;&gt;Flávio Rocha de Oliveira&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o cientista político, Hillary ainda tem uma grande capacidade de mobilizar os superdelegados dentro da convenção democrata.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A partir do momento que Obama vai consolidando a sua vitória, para a senadora Hillary Clinton só resta tentar virar o jogo tecnicamente, recorrendo aos superdelegados e especificamente esperando pelos resultados que vai acontecer dentro do partido democrata, a respeito dos delegados de Michigan e da Flórida&amp;quot;, explica o professor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Oliveira diz que os dois Estados, eleitoralmente importantes, anteciparam as suas votações e quebraram a regra interna do partido, por isso foram inicialmente excluídos da contagem dos delegados. &amp;quot;Se esses Estados forem contabilizados na disputa, a balança volta a pender para a senadora Hillary Clinton&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O professor fala que no próximo final de semana será realizada uma reunião final entre a direção do Partido Democrata e os representes de Michigan e da Flórida para tentar solucionar o problema de suas eleições.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o cientista político, essa possível solução tem que levar em conta os interesses do senador Barack Obama, que não quer ver os resultados das prévias desses Estados favorecendo a senadora, e os interesses de Hillary, que gostaria de utilizar esses resultados a seu favor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O professor diz que as regras de funcionamento do Partido Democrata também devem ser consideradas, pois a falha destes Estados não pode ser simplesmente perdoada.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Flávio Rocha Oliveira afirma ainda que os democratas estão tendo uma atitude anti-política, pois se restringem a falar sobre a disputa entre Hillary e Obama. Ele explica que não foram estabelecidas estratégias de ação partidária para fortalecer um candidato que possa enfrentar os republicanos, especificamente o senador &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378236.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Se as negociações entre o grupo do Obama e o grupo de Hillary Clinton não avançarem com a mediatização da burocracia do partido democrata, a possibilidade dos republicanos serem reeleitos vai ficar cada vez mais forte&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>20/05/2008 - Jogo político justifica permanência de Hillary; ouça professor</title>
<pubDate>20 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A campanha para a candidatura democrata à presidência dos Estados Unidos pode estar chegando ao fim para ex-primeira-dama e senadora &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378189.shtml&quot;&gt;Hillary Clinton&lt;/a&gt;. Nesta terça-feira, estão sendo realizadas primárias em Kentucky e Oregon, local onde pode ser definida a vitória do senador &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378185.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Carlos Melo, professor do Ibmec São Paulo e cientista político doutor pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/05/20/carlos_melo-previas_kentuchy_oregon.mp3&quot;&gt;Carlos Melo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A pergunta que pode se fazer é porque que Hillary, que tem perdido de goleada de Barack Obama, não desiste logo?&amp;quot; questiona. Segundo Melo, a crença na vitória pode ser um fator, mas é o jogo político para as eleições de 2012 que justifica a lógica nesta disputa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A candidata não tende a renunciar ou a desistir apenas por uma pressão do partido. Efetivamente ela assim o fará quando chegar o seu momento diante dos seus interesses em relação a agora e à 2012&amp;quot;, explica o professor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O cientista político diz que a campanha vai chegando perto de um ponto de exaustão e afirma que os democratas não podem continuar dando o espaço de tranqüilidade que estão oferecendo ao candidato republicano &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378236.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o professor, para Barack Obama existem os desafios de como vencer as primárias, unificar o seu partido e anular aqueles que torcerão pelo seu fracasso.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>22/04/2008 - Caso Pensilvânia fosse uma pessoa, ela seria Hillary; ouça Sérgio Dávila</title>
<pubDate>22 Apr 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Pesquisas nos Estados Unidos indicam que Hillary Clinton é favorita no Estado da Pensilvânia, local onde será realizada mais uma primária democrata nesta terça-feira. No entanto, uma possível vitória da ex-primeira-dama não representa a definição do resultado, já que Barack Obama tem mais votos populares, ganhou em um maior número de Estados e conquistou mais delegados eleitorais do que a concorrente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Sérgio Dávila. O correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Washington está na Filadélfia para cobrir as eleições da região. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/04/22/sergio_davila-vitoria_hillary_clinton_na_pensilvania.mp3&quot;&gt;TEXTO&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista diz que a colunista americana Nora Ephron, roteirista de &amp;quot;Harry e Sally&amp;quot; e ex-mulher de Carl Bernstein, um dos jornalistas responsáveis por desvendar o caso Watergate, conseguiu resumir as prévias de hoje em um texto publicado em seu site pessoal.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ela escreve em seu blog que o embate desta terça-feira é significativo, porque se a Pensilvânia fosse uma pessoa seria Hillary Clinton, pois o Estado é mais velho, mais branco e tem mais mulheres do que a média do país. Mas se a Filadélfia fosse um candidato, a principal cidade da Pensilvânia seria Obama, afinal é mais negra, mais rica, mais bem-educada do que o resto do Estado&amp;quot;, explica Dávila.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o correspondente, devido ao &amp;quot;complicado&amp;quot; sistema eleitoral americano, não é improvável que na quarta-feira o mundo ainda não saiba quem enfrentará o senador republicano John McCain nas urnas em novembro.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Se isso acontecer, eu tenho um plano: começar o meu tratamento para fadiga eleitoral. É uma doença nova que atinge eleitores e jornalista no mundo inteiro&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>21/04/2008 - Primária na Pensilvânia não definirá candidato democrata; ouça professor</title>
<pubDate>21 Apr 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Nesta terça-feira, será realizada a primária democrata no Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Mesmo sendo considerada importante para o partido, esta prévia não irá definir a candidatura à presidência entre a ex-primeira-dama Hillary Clinton e o senador Barack Obama.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de David Fleischer, cientista político e professor da UnB (Universidade de Brasília). Segundo ele, apesar da previsão de que Hillary ganhe com 3 ou 4 pontos porcentuais, os democratas dividem os delegados proporcional aos votos que cada um receber. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/04/21/david_fleischer-ataques_entre_hillary_e_obama.mp3&quot;&gt;David Fleischer&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o professor, ainda serão realizadas dez prévias, até 3 de junho, e o processo eleitoral não será decidido amanhã.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Fleischer, norte-americano naturalizado brasileiro há 13 anos e eleitor nos Estados Unidos e no Brasil, diz que a campanha endureceu e os candidatos democratas intensificaram os ataques.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Muita gente no partido democrata preocupa-se que isso possa inviabilizar o partido para a disputa final em setembro e outubro, entre o candidato democrata e o republicano, porque Hillary e Obama estão se destruindo e atacando muito um ao outro durante as prévias&amp;quot;, explica o cientista político.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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