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<title>Folha Online - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Podcasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>30/04/2009 - Obama mudou a expectativa do povo americano, diz especialista</title>
<pubDate>30 Apr 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chegou aos cem dias de governo com alta popularidade e taxas de aprovação superiores a 60%. Desde que venceu as eleições, o presidente americano mudou a expectativa não só do povo americano, mas do mundo de modo geral, diz Vera Chaia, doutora em ciência política pela USP (Universidade de São Paulo) e professora na PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a professora, a vitória de Obama à presidência dos EUA significou uma mudança radical na vida do povo americano com reflexos em sua autoestima. &amp;quot;Havia uma resistência muito grande em se reconhecer como americano durante o final do governo George W. Bush&amp;quot;, declara Chaia.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/04/29/vera_chaia.mp3&quot;&gt;Vera Chaia&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para a cientista política, nesses cem dias, Obama deu outra expectativa em relação ao mundo no relacionamento com países que mantinham relações tensas e comprometidas com o governo americano, como Cuba, Venezuela e Irã.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Na minha avaliação, é um governo que entrou com tudo no sentido de tentar mudar o significado conservador tradicional de Bush. Tanto que ele abriu novas perspectivas em relação à pesquisa das células-tronco, a questão do aborto, ou seja, problemas que antes não eram tratados pelo governo Bush. Obama abriu alternativas para o mundo de uma liberdade individual&amp;quot;, conclui a professora.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>12/02/2009 - Internet é a mídia com maior espaço para campanha eleitoral</title>
<pubDate>12 Feb 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Usada pelo presidente &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u494508.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; para arrecadar dinheiro para sua campanha, divulgar suas propostas e adquirir notoriedade, a internet também está sendo utilizada por partidos políticos brasileiros que já começam a colocar na web &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u497402.shtml&quot;&gt;conteúdo &amp;quot;não-oficial&amp;quot;&lt;/a&gt; para as eleições de 2010.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Carolina Vigna-Marú, consultora e especialista em multimídia e internet, diz que a popularidade deste tipo de comunicação deve-se a três fatores. O primeiro aspecto desta mídia é interação. &amp;quot;O relacionamento é a palavra chave na &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u492279.shtml&quot;&gt;web 2.0&lt;/a&gt; [termo utilizado para descrever o movimento que enfatiza o conteúdo colaborativo gerado entre internautas em sites e redes sociais]&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/informatica/2009/02/10/internet_e_usada_para_campanha_eleitoral.mp3&quot;&gt;Carolina Vigna-Marú&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente/&quot;&gt;Leia cobertura completa sobre o governo Obama&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ela fala que o segundo fator é a possibilidade de se ter um canal de comunicação sem limitação de espaço e tempo, em que os políticos podem explorar mais do que 30 segundos no rádio ou na TV para apresentarem suas propostas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a consultora, o terceiro ponto que favorece a utilização da internet na campanha eleitoral é o marketing viral, divulgação feita pelos próprios internautas de algum conteúdo de que gostaram para outros usuários.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Você coloca um vídeo legal na internet falando das suas ideias e seu eleitor fala: puxa, queria falar sobre isso para meu amigo que está em outra cidade!&apos;. Pronto, na hora que o usuário reproduz e divulga seu conteúdo você está fazendo um viral&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A especialista lembra que durante a campanha para a Presidência dos Estados Unidos Barack Obama, que assume ser &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u493265.shtml&quot;&gt;viciado no aparelho BlackBerry&lt;/a&gt;, utilizou extensivamente diversas ferramentas da internet, entre elas, o Facebook, o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u496168.shtml&quot;&gt;Twitter&lt;/a&gt;, e mapas para localizar eleitores simpatizantes.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Esse tipo de resposta rápida e precisa é algo que a internet é capaz de fornecer melhor hoje em dia do que as mídias antigas&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Vigna-Marú fala que Obama conseguiu arrecadar mais da metade dos fundos para sua campanha eleitoral em 2008 por meio da internet.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Os números são impressionantes. Dos US$ 750 milhões que ele conseguiu arrecadar, mais de US$ 500 milhões foram conseguidos online, com doações pequenas, em média de US$ 80, mas começando com US$ 5. Isso é uma estratégia brilhante porque, entre outros benefícios, valoriza o cidadão comum, que agora percebe que faz diferença&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>16/12/2008 - Obama tem sinalizado que vai manter algumas políticas de Bush</title>
<pubDate>16 Dec 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Desde sua vitória como presidente eleito dos Estados Unidos, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u464247.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; tem procurado ampliar sua base dentro do país. Ele tem indicado que vai manter algumas políticas do governo de George W. Bush, especialmente em relação ao livre comércio e à política externa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Flávio Rocha, doutor em ciência política pela USP (Universidade de São Paulo) e professor do curso de relações internacionais da Faculdade Santa Marcelina.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/12/16/flavio_rocha_fala_sobre_os_desafios_de_obama.mp3&quot;&gt;Flavio Rocha fala sobre os desafios de Obama&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o cientista político, o democrata terá dois grandes problemas iniciais para enfrentar na sua gestão, que irão gerar um forte impacto na política doméstica norte-americana. O primeiro, é o problema iraquiano.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Durante a eleição, o presidente Obama havia se comprometido a retirar todas as tropas americanas até 2010. Só que no processo final da eleição, o governo de Bush chegou a um acordo com o governo do Iraque, segundo o qual as forças americanas só sairiam em 2011&amp;quot;, relata.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O professor diz que com isso, Obama terá o desafio de manter presença --ainda que &amp;quot;mínima&amp;quot;--no Iraque, ao mesmo tempo em que tenta estabelecer negociações com o Irã, a potência dominante no golfo Pérsico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Em meio a isso, ele também deverá sinalizar para seus dois maiores aliados na região, a Arábia Saudita e Israel, que eles, os EUA, não vão deixar esses aliados vulneráveis frente a pressão constante que o Irã está construindo na região&amp;quot;, acrescenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O segundo fator que Barack Obama terá que lidar é em relação ao Afeganistão, comenta o professor. Durante a campanha eleitoral, Obama tinha declarado que o foco da guerra tinha que se transferir do Iraque para o Afeganistão, devido às presenças do Talebã e da Al Qaeda.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Essa situação só fez ficar agravada no último mês por conta dos ataques terroristas em Mumbai, na Índia. Então, a Índia vê, com certa razão, a presença de membros da Inteligência paquistanesa na instrumentalização desses ataques&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Rocha, a situação no Paquistão ficou ainda mais delicada, pois rotas paquistanesas são usadas para passar todo o apoio logístico que os EUA e a Otan (Organização do Tratado Atlântico Norte) usam para suas operações no Afeganistão.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Se o Paquistão se tornar um país cada vez mais instável, toda a estratégia americana voltada para o Afeganistão fica em perigo. Ou seja, o custo político para operar dentro de território afegão sobe enormemente. O que pode lançar o governo Obama em uma situação similar a do governo Bush.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O professor afirma que o Iraque foi o momento negativo que marcou toda a gestão de George W. Bush, e o Paquistão pode se tornar a fase negativa do governo Obama.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>03/12/2008 - Hillary pode ofuscar Obama no cenário internacional, diz cientista político</title>
<pubDate>03 Dec 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A escolha de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u473707.shtml&quot;&gt;Hillary Clinton&lt;/a&gt; como secretária de Estado anunciada por &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u473754.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; na segunda-feira (1º) é uma jogada audaciosa, pois será necessário que se esqueçam as mútuas acusações feitas durante o período eleitoral entre ambos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de João Paulo Peixoto, cientista político e professor da UnB (Universidade de Brasília). Ouça outros podcasts sobre &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Obama presidente&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/12/02/hillary_pode_se_tornar_mais_conhecida_do_que_obama_no_cena_internacional.mp3&quot;&gt;João Paulo Peixoto&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Sem dúvida nenhuma Hillary tem atributos para ocupar o cargo, mas resta saber como ela controlará sua personalidade para que não se torne uma figura mais conhecida e mais proeminente na cena internacional do que o próprio Barack Obama&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Peixoto diz que o anúncio dos nomes que vão integrar a equipe econômica do governo de Obama demonstram que haverá equilíbrio entre maturidade e jovialidade, e entre conhecimento profissional e acadêmico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A escolha do presidente do Fed, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u470693.shtml&quot;&gt;Timothy Geithner&lt;/a&gt;, foi muito apropriada, uma vez que ele está exatamente no chamado &apos;olho do furacão&apos;. Por outro lado, uma acadêmica de porte da Universidade da Califórnia, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u471486.shtml&quot;&gt;Christina Romer&lt;/a&gt;, e a escolha do ex-presidente do Fed &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u471890.shtml&quot;&gt;Paul Volcker&lt;/a&gt;, darão o balanço necessário para que os mercados e a opinião pública norte-americanos respirem com certo otimismo&amp;quot;, analisa o professor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o cientista político, a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;crise financeira&lt;/a&gt; tem uma dimensão enorme e todos os dias revela um lado surpreendente, por isso não é possível avaliar se ela será combatida na gestão do próximo presidente dos Estados Unidos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Nós vivemos um momento de muitas expectativas. É difícil prever medidas corretas que tenham garantias de sucesso. Mas, ao menos, a experiência de uns aliada ao conhecimento cientifico de outros são um bom indicador para que possamos entrar em um caminho melhor&amp;quot;, acredita.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>01/12/2008 - Obama tende a privilegiar minorias em governo, diz cientista política</title>
<pubDate>01 Dec 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou em entrevista coletiva nesta segunda-feira que a ex-rival democrata Hillary Clinton será sua secretária de Estado. Obama também confirmou hoje que Eric Holder, 57, ex-secretário do presidente Bill Clinton (1993-2001) será o procurador-geral em seu governo. Holder será o primeiro negro a ocupar o cargo na história do país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nanci Valadares, cientista política e PHD em política internacional pela New York University, analisa que há uma tendência de estar dentro do &amp;quot;politicamente correto&amp;quot; na composição do gabinete, o que faz com que mulheres e negros sejam nomeados.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/12/01/naci_valadares_fala_sobre_o_anuncio_de_hillary_clinton_como_secretaria_de_estado_dos_eua.mp3&quot;&gt;Nanci Valadares&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Por exemplo, o novo procurador-geral da Justiça, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u473719.shtml&quot;&gt;Eric Holder&lt;/a&gt;, cargo correspondente ao ministro da Justiça, é um negro. É de uma importância extraordinária na composição do gabinete de Barack Obama&amp;quot;, avalia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Valadares diz que durante toda a campanha presidencial Hillary foi ridicularizada porque contou um caso, considerado exagerado e até mentiroso, dizendo que quando esteve na Bósnia, na época no conflito com a Iugoslávia, ficou entre fogo cerrado.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;De fato, ela se atribuía a um papel na política internacional que cabia exclusivamente ao seu marido, o ex-presidente Bill Clinton&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a cientista política, para que Hillary assumisse este cargo, que corresponde no Brasil ao de ministro de relações exteriores, Bill Clinton teve que aceitar imposições para o limite da ação de sua ONG de política internacional, que atua em vários países do mundo.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>20/11/2008 - Vitória de Obama mostra que EUA evoluíram em relação ao racismo; ouça análise</title>
<pubDate>20 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No século 19, os Estados Unidos tiveram uma guerra civil baseada na escravidão. O país também foi palco de diversos conflitos centrados na questão racial ao longo do século 20. Na sociedade americana ainda existe uma instituição legalizada que persegue os negros, a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u464766.shtml&quot;&gt;Ku Klux Klan&lt;/a&gt;. Estes fatores racistas tornam histórica a vitória de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u464450.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do cientista político Cláudio Couto, professor da PUC (Pontifícia Universidade Católica) e da FGV (Fundação Getúlio Vargas).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/11/18/claudio_couto-eleicao_de_obama_mostra_amadurecimento.mp3&quot;&gt;Cláudio Couto&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o professor, o fato de um candidato negro ganhar as eleições americanas se deve ao amadurecimento dos EUA como democracia e ao avanço do país em relação à tolerância e à pluralidade de posições.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Podemos dizer que pelo menos a maioria da população já não leva tão a sério a questão racial no que diz respeito à discriminar candidato em função da cor da sua pele ou da sua origem&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O cientista político diz que o Partido Democrata, voltado a intervir nos mercados e que mantém uma postura negociadoras com outras potências, é um alento para o mundo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Não é porque o Obama ganhou, mas porque foi um democrata que, ao que tudo indica, está disposto a travar um discurso mais efetivo&amp;quot;, analisa.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>06/11/2008 - Ouça íntegra do discurso da vitória de Obama</title>
<pubDate>06 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O democrata &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;, 47, marcou um novo capítulo na história política americana ao ser eleito o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, nesta quarta-feira (5). &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u464299.shtml&quot;&gt;Leia íntegra do discurso da vitória.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste podcast, ouça o discurso de Obama na íntegra em inglês. Ouça outros áudios sobre as &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;eleições nos EUA.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/11/06/barack_obama-discurso_de_vitoria.mp3&quot;&gt;discurso&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u454749.shtml&quot;&gt;Ouça análise de especialistas sobre colapsos nas Bolsas&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Obama dedicou a vitória nas urnas para os eleitores que &amp;quot;acreditaram na mudança real&amp;quot;. &amp;quot;Se pessoas ainda têm dúvidas de que a América é o lugar onde as coisas são possíveis, que ainda acreditam que o sonhos dos nossos fundadores ainda estão vivos, se ainda questionam o poder da nossa democracia, esta noite é a sua resposta&amp;quot;, afirmou em seu discurso, a milhares de partidários, em Chicago, Illinois --Estado pelo qual Obama é senador.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O novo presidente afirmou ter recebido uma ligação do adversário &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412094.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt; para parabenizá-lo e agradeceu a mulher, Michelle, toda a dedicação dada durante a campanha. &amp;quot;Eu não estaria aqui se não fosse pela rocha da minha família, o amor da minha vida, a próxima primeira-dama dessa nação, Michelle&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>06/11/2008 - Plano de Obama para enfrentar crise não será positivo para Brasil; ouça</title>
<pubDate>06 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Pessoas em todo o mundo &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u464563.shtml&quot;&gt;manifestam&lt;/a&gt; entusiasmo sobre a vitória de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u464450.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; como presidente dos Estados Unidos. Não resta dúvida de que a maioria dos brasileiros também gosta do nome de Obama. A ação econômica do democrata diante da crise financeira, entretanto, não deverá ser extremamente positiva para o Brasil.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são Gilberto Sarfati, mestre em relações internacionais pela Universidade de Jerusalém, doutor em Relações Internacionais pela USP (Universidade de São Paulo) e professor do curso de relações internacionais na ESPM (Escola Superior de Propaganda em Marketing).
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/11/06/gilberto_sarfati-democratas_tendem_ser_mais_protecionistas.mp3&quot;&gt;Gilberto Sarfati&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A essa altura, sem equipe econômica definida, não há como se aprofundar em como ficará as relações entre o Brasil e os Estados Unidos. Mas, tradicionalmente, os democratas tendem a ser mais protecionistas do que os republicanos&amp;quot;, explica o professor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sarfati diz que perante o problema financeiro pelo qual o mundo está passando, a combinação de democratas com a crise mundial indica o recrudescimento das relações comerciais.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Nós não podemos esperar que a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u463972.shtml&quot;&gt;Rodada Doha&lt;/a&gt; seja retomada. Podemos esperar que as políticas de subsídios sejam mantidas por parte dos EUA. É pouco provável que consigamos algum tipo de avanço em relação ao etanol brasileiro&amp;quot;, avalia o professor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/11/06/gilberto_sarfati-democratas_tendem_ser_mais_protecionistas.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>05/11/2008 - Discurso de Obama comove pessoas ao redor do mundo; ouça análise</title>
<pubDate>05 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Por qual razão a vitória de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; pode comover tanto aos brasileiros? O que existe de tão especial em seu discurso de vitória? O presidente eleito falou que, desta vez, a importância dos EUA no mundo não irá depender da força das armas ou do poder da riqueza, mas dos valores da democracia, da liberdade, da oportunidade e de uma esperança inabalável.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ouça o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/&quot;&gt;podcast&lt;/a&gt; com a participação de Nanci Valadares. Ela é PHD em política internacional e ciência política pela New York University. Ouça outros áudios sobre as &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;eleições nos EUA.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/11/05/nanci_valadares-analise_sobre_entusiasmo_dos_paises.mp3&quot;&gt;Nanci Valadares&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u454749.shtml&quot;&gt;Ouça análise de especialistas sobre colapsos nas Bolsas&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a cientista política, Obama disse que aqueles que querem &amp;quot;rasgar o mundo em dois&amp;quot; terão nele um inimigo, mas que as pessoas que buscam a paz e a segurança podem contar com um aliado.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Valadares diz que Obama é um ser contemporâneo e que sua figura emerge em um momento em que os países vivem uma &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u464512.shtml&quot;&gt;recessão&lt;/a&gt;. &amp;quot;Em meio a uma grande crise econômica, que serve como uma balança do sistema capitalista e que que já atinge o cotidiano dos brasileiros, você encontra o primeiro presidente negro nos EUA.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A cientista política fala que tem motivos para comemorar a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u464147.shtml&quot;&gt;vitória&lt;/a&gt; de Barack Hussein Obama. &amp;quot;Martin Luther King marchou e Obama correu nas eleições, para que as crianças possam um dia voar. Essa mensagem de celebração, de pedido de inclusão na grande festa democrática, de um mundo que está saindo de duas guerras, é o que eu quero celebrar e lembrar.&amp;quot;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>05/11/2008 - Vitória de Obama inaugura nova era para política internacional; ouça</title>
<pubDate>05 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Dia 20 de janeiro de 2009, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u462327.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; toma posse como presidente dos Estados Unidos. Na ocasião, a história vai inaugurar uma nova era para as políticas norte-americana e internacional. Por enquanto, é necessário esperar para conhecer a reação da opinião pública mundial a respeito da vitória do democrata.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do cientista político João Paulo Peixoto, professor da UnB (Universidade de Brasília). Ele falou de Washington (EUA), onde realiza uma pesquisa sobre as eleições americanas.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/11/05/joao_paulo_peixoto-historia_inaugura_nova_era_internacional.mp3&quot;&gt;João Paulo Peixoto&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Nós não podemos esquecer que, imediatamente aos ataques da Al Qaeda, em 2001, houve uma manifestação unânime da comunidade internacional de apoio ao presidente Bush e às ações que os norte-americanos tomaram&amp;quot;, lembra o professor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O cientista político diz, contudo, que ao longo dos sete anos da guerra, esse panorama se modificou completamente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Reverteu, em grande parte, contra o candidato &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412094.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt;, identificado como a continuidade das políticas republicanas&amp;quot;, analisa Peixoto.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>05/11/2008 - Eleições nos EUA despertam mais interesse devido à crise; ouça ex-ministro</title>
<pubDate>05 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O democrata Barack Obama teve uma vitória histórica nesta terça-feira ao chegar à Casa Branca como primeiro presidente negro depois de uma votação que teve comparecimento recorde de americanos às urnas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As eleições nos Estados Unidos são um evento de particular importância, por isso despertam tanto interesse. O que torna a disputa ainda mais significativa é o fato de o país estar enfrentando uma crise econômica. Talvez, a mais forte desde a Depressão de 1929.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do ex-embaixador Sérgio Amaral, diretor do Centro de Estudos Americanos da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) e ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/11/04/sergio_amaral-eleicoes_nos_eua_despertam_mais_interesse.mp3&quot;&gt;Sérgio Amaral&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u454749.shtml&quot;&gt;Ouça as opiniões dos especialistas sobre a crise financeira&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Amaral afirma que, independentemente de quem ganhasse as eleições, a sociedade americana já está modificada.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ela é outra. Ela entra no século 21 como uma sociedade multirracial, multiétnica e multicultural. Esta será a fisionomia de um novo Estados Unidos, que, ao mesmo tempo, será um pouco menos poderoso e uma economia menos importante do que no passado&amp;quot;, analisa o embaixador.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u454749.shtml&quot;&gt;Ouça as opiniões dos especialistas sobre a crise financeira&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Atualmente, os Estados Unidos representa 21% da economia mundial, um desempenho inferior ao que apresentava anteriormente, quando o número correspondia a 51%. &amp;quot;Portanto, uma sociedade e um país que estarão mais abertos à cooperação com o mundo&amp;quot;, avalia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sérgio Amaral foi embaixador do Brasil em Londres (1998-2001), e na França (2003-2005).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre as eleições nos EUA? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>05/11/2008 - Onde você estava quando Obama foi eleito?; ouça Sérgio Dávila</title>
<pubDate>05 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Em 40 anos, os seus filhos e netos vão perguntar onde você estava no dia 4 de novembro de 2008, às 22h de Chicago, quando o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u464220.shtml&quot;&gt;primeiro negro da história&lt;/a&gt; foi eleito para comandar os Estados Unidos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; Sérgio Dávila estava na tenda de imprensa montada no Hyde Park, em Chicago, preparando sua reportagem quando a CNN projetou o triunfo de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u464221.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; na Flórida, e com isso a vitória. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/11/05/sergio_davila-onde_voce_estava_quando_obama_eleito.mp3&quot;&gt;Sérgio Dávila&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Saí no meio da multidão e encontrei colegas brasileiros, portugueses e argentinos. Dei parabéns a eles e comecei a observar a multidão. Muitos se moviam de um lado a outro, num mambo improvisado, como se não soubessem o que fazer. Momentos históricos têm esses caprichos, não trazem som e fúria no momento em que historicamente acontecem&amp;quot;, diz o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ele, nesse momento, alguns dos negros presentes no local foram alvo dos repórteres, que acenderam as luzes de suas câmeras e ligaram seus equipamentos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Era como se a vitória fosse só deles, os eleitores negros do parque, não de todos os norte-americanos que votaram no candidato de sua preferência. Como se os jornalistas dissessem: &apos;É sua vez, pode falar o que sente&apos;&amp;quot;, declara Dávila.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Depois do discurso em que John McCain reconhecia a derrota, o jornalista conta ter visto outros repórteres com os olhos marejados. Muitos choravam abertamente. &amp;quot;Na volta à tenda da imprensa, passei pela senhora que confere as credenciais que podem ou não entrar. Negra, ela secava os olhos e dizia &apos;God is good&apos; (Deus é bom)&amp;quot;, relata Dávila.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>05/11/2008 - Obama discursa protegido por blindado e leva negros às lágrimas; ouça Daniel Bergamasco</title>
<pubDate>05 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A multidão presente no Grant Park, em Chicago, no Estado de Illinois, ficou emocionada quando o canal de televisão CNN anunciou, por meio de um telão instalado no local, que o candidato democrata &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; tinha votos suficientes para conquistar a Presidência dos Estados Unidos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; Daniel Bergamasco diz que muita gente aplaudiu e chorou ao ouvir a notícia. &amp;quot;Foi emocionante. Muita gente gritando, aplaudindo. As pessoas continuam animadas.&amp;quot; &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre as eleições nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/11/05/daniel_bergamasco-eleitores_negros_choram_vitoria_obama.mp3&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o jornalista, a vitória do primeiro presidente negro dos Estados Unidos é motivo de orgulho para muitos afro-americanos. &amp;quot;Os eleitores negros com quem conversei estavam emocionados, chorando. Comentaram que gostariam que seus pais ou avós estivessem vivos para ver esse momento histórico&amp;quot;, relata.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Bergamasco diz que milhares de simpatizantes do democrata se reuniram para o discurso da vitória. O esquema de segurança no local foi reforçado. Os jornalistas foram revistados e farejados por cães da polícia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ainda segundo Bergamasco, o palco preparado para o discurso de Obama foi protegido por um vidro à prova de balas, algo que até então ele não havia presenciado em nenhum comício do candidato durante a corrida presidencial.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>04/11/2008 - Obama terá dificuldades para financiar projetos; ouça Julie Schmied</title>
<pubDate>04 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O candidato democrata &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; será o primeiro presidente americano que levará a sério temas como energia e mudança climática. Porém, ele enfrentará dificuldade no financiamento desses projetos que tanto proclama, uma vez que os Estados Unidos devem sofrer uma recessão.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Julie Schmied, professora de relações internacionais e direito internacional da UnB (Universidade de Brasília). Segundo ela, o programa de desenvolvimento de energias alternativas de Obama desbanca o programa europeu, pois o democrata quer criar 5 milhões de empregos no segmento.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/11/04/julie_schmied-desafio_de_obama_sera_financiar_projetos.mp3&quot;&gt;Julie Schmied&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a professora, Obama tem valores semelhantes aos de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt; se tratando de religião e pena de morte.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Obama pertence à sociedade americana, portanto sabe que a Constituição dos EUA separa Igreja e Estado. Na prática, existe uma relação de religião e vida pública&amp;quot;, explica a cientista política.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Schmied fala que na área de política externa Obama se opõe à guerra do Iraque, porque a considera um erro estratégico. Para o democrata, o esforço deveria ter sido concentrado no Afeganistão, declara a professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A cientista política afirma que a crise econômica é o pano de fundo destas eleições americanas e, provavelmente, será decisiva no resultado entre os senadores.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>04/11/2008 - Brasileiros evangélicos que moram nos EUA apóiam McCain; ouça</title>
<pubDate>04 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Em Framingham, Massachusetts (EUA), está a a maior comunidade brasileira da Nova Inglaterra. A cidade tem cerca de 60 mil habitantes e estima-se que desse número metade seja de brasileiros. Quase todos vivem ilegalmente no país, sendo poucos os que podem votar nestas eleições.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Fabiano Maisonnave, repórter da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; enviado a Boston, que diz que a votação transcorre de maneira tranqüila nesta terça-feira. Ele fala que a participação dos brasileiros nas urnas é dispersa, pois os imigrantes não estão concentrados em uma determinada parte da cidade.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/11/04/fabiano_maisonnave-brasileiros_evangelicos_nos_eua_apoiam_mccain.mp3&quot;&gt;Fabiano Maisonnave&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista diz que a maioria dos brasileiros com quem conversa tende a apoiar &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;, por causa da política migratória.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Muita gente acha que Obama poderia fazer uma anistia aos imigrantes ilegais. Embora as lideranças brasileiras achem que isso não é possível, que no máximo ele pode diminuir um pouco a grande repressão que tem havido contra os imigrantes&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Maisonnave fala que dos brasileiros que apóiam &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt; a maioria é evangélica. O jornalista relata que conversou com pastores, que vivem legalmente na região, e estes são a favor de McCain devido à posição do republicano sobre o aborto e o casamento gay.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</channel>
</rss>
