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<title>Folha Online - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Podcasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>22/03/2009 - Ronco aumenta risco de problemas do coração; ouça médica</title>
<pubDate>22 Mar 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Problemas de sono estão relacionados ao estresse físico e mental, má alimentação e falta de horário fixo para dormir. Uma prova disso é que a maioria dos pacientes que procuram o Instituto do Sono da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) com insônia ou ronco apresenta algumas dessas características.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Anaflávia de Oliveira Freire, médica e pesquisadora do Instituto. De acordo com ela, esses dois sintomas podem gerar outros sérios danos à saúde. &amp;quot;O ronco é grande causador de problemas do coração, principalmente hipertensão arterial&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2009/01/14/problemas_de_sono.mp3&quot;&gt;Problemas de sono&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a médica, isso ocorre porque durante uma boa noite de sono as pessoas liberam hormônios que renovam as células. O indivíduo que dorme mal não passa por esse ciclo e envelhece mais cedo, é preciso estar atento ao cansaço excessivo durante o dia
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A insônia é mais comum em mulheres com idade entre 40 e 60 anos. &amp;quot;Muitas mulheres roncam na menopausa por causa da diminuição dos hormônios. Isso reduz a elasticidade da pele e da musculatura da garganta que influencia no ronco&amp;quot;, afirma Freire.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>15/02/2009 - Bebês devem usar protetor solar específico</title>
<pubDate>15 Feb 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Sol, calor e mar. Apesar de ser o cenário ideal para quem quer passar as férias na praia com os filhos, o ambiente apresenta perigo para a pele das crianças, principalmente para os bebês com menos de seis meses.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O dermatologista, Carlos Eduardo Nunes, do Hospital Nove de Julho, alerta sobre irritações na pele e os cuidados que os pais devem tomar nessa época do ano. Segundo ele, os bebês devem usar somente protetor solar físico, ou seja, que não contém nenhuma química.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2009/01/05/bebes_devem_usar_protetor_solar_especifico.mp3&quot;&gt;Bebês devem usar protetor solar específico&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nunes diz que esses protetores são difíceis de serem encontrados e que para saber se o produto é o ideal, basta olhar na embalagem se está escrito físico ou 100% mineral. &amp;quot;Isso é para minimizar o risco de irritação na pele do bebê que é muito frágil, muito delicada&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o dermatologista, também é importante reaplicar o filtro solar a cada duas horas, pois diversos fatores interferem na eficácia do produto. &amp;quot;Uma criança que joga bola ou que corre muito precisa reaplicar o protetor solar.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Em relação aos protetores solares coloridos, Nunes destaca que eles aumentam o risco de alergias porque contém perfume e corante na composição. &amp;quot;A única vantagem é que você sabe onde aplicou&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para amenizar a irritação causada pelo protetor ou pelo calor, o médico diz que os pais devem fazer compressas geladas de chá de camomila e procurarem um dermatologista em seguida.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>04/08/2008 - Fibromialgia provoca dor crônica em todas as partes do corpo; ouça especialista</title>
<pubDate>04 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A Fibromialgia é uma síndrome reumática que se caracteriza por dor crônica que persiste por mais de três meses. As dores atingem o corpo inteiro, acima e abaixo da cintura, do lado esquerdo e direito. Outros sintomas também podem estar relacionados, como dificuldades para dormir, fadiga e depressão.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Amélia Pasqual Marques, fisioterapeuta, professora do curso de fisioterapia da Faculdade de Medicina da USP e especialista em fibromialgia.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ciencia/2008/08/04/amelia_marques-fibromialgia.mp3&quot;&gt;Amélia Pasqual Marques&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Marques diz que, segundo a literatura médica, as pessoas mais predispostas a desenvolverem o problema são mulheres na faixa etária entre 35 e 65 anos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A fisioterapeuta explica que para tratar a síndrome, além da medicação indicada pelo reumatologista, são indicados exercícios de alongamento e fortalecimento, não muito intensos, caminhadas e hidroterapia, feitos de maneira programada e com regularidade.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A especialista afirma que a pessoa que tem fibromialgia não apresenta limitação nas articulações --como causada pela artrite reumatóide e artrose--, mas o paciente realiza tarefas com dificuldade, o que acaba comprometendo a sua qualidade de vida.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Alguém que fica: &apos;será que eu tenho fibromialgia&apos;? A primeira coisa que deve fazer é uma boa avaliação. Nós fazemos uma avaliação da intensidade desses pontos dolorosos que se espalham pelo corpo inteiro&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>24/07/2008 - Como saber se uma empresa é de fato sustentável?; ouça coordenadora do Idec</title>
<pubDate>24 Jul 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Identificar se empresas, produtos e serviços que dizem ser sustentáveis agem realmente desta maneira não é uma tarefa fácil.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Lisa Gunn, coordenadora executiva do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), diz que existe diferença entre autodeclarações e certificações de sustentabilidade.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a coordenadora, a certificação é uma afirmação atestada por alguma organização que defina critérios estabelecidos e que verifique o cumprimento desses padrões. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/07/23/lisa_gunn-como_saber_se_uma_empresa_e_sustentavel.mp3&quot;&gt;Lisa Gunn&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre ações ecológicas está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio&quot;&gt;Equilíbrio&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira (24).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Uma certificação, no nosso entender, é mais consistente, tem uma credibilidade a mais do que uma autodeclaração que, como o nome mesmo diz, é uma declaração que a própria empresa faz sobre um determinado atributo do produto&amp;quot;, explica Gunn.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com a representante do Idec, as pessoas devem fazer um esforço e questionar os órgãos que se autodeclaram sustentáveis para saberem se a empresa tem normas estipuladas e se monitora a realização deste procedimento.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Para o consumidor saber justamente se o que a empresa está declarando é de fato um atributo verificável ou se é apenas uma estratégia de marketing&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Gunn afirma que o comprador deve sair de uma posição &amp;quot;passiva&amp;quot;, de receber informações sem questioná-las, e se tornar um &amp;quot;consumidor cidadão&amp;quot;, que se preocupa, além do preço e da qualidade, com os impactos sociais e ambientais de seu consumo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Empresa&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O respeito pelo ambiente, a eficiência econômica e a eqüidade social são critérios normalmente tratados simultaneamente em um projeto de desenvolvimento sustentável.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Uma empresa deve minimizar sua dependência de recursos esgotáveis ou sujeitos a escassez; desenvolver produtos ou serviços que contribuem para o que é percebido pela sociedade com um benefício social ou ambiental; reduzir os resíduos e reciclar os materiais que descarta e relaciona-se com demandas de ordem global e local, simultaneamente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>10/07/2008 - &quot;Países deveriam proibir o fumo em ambientes fechados&quot;; ouça especialista</title>
<pubDate>10 Jul 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O tabagismo é uma doença crônica, já que se trata de uma dependência da nicotina. Ele também pode causar cerca de 50 doenças graves e fatais como câncer, derrame, infarto e enfisema. Mas aqueles que não fumam também podem ser afetados por este mal.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O alerta é feito pela médica Tânia Cavalcante, coordenadora do programa nacional de controle do tabagismo do Inca (Instituto Nacional do Câncer), órgão do Ministério da Saúde. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/07/09/tania_cavalcante-riscos_para_fumantes_passivos.mp3&quot;&gt;Tânia Cavalcante&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre tabagismo está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio&quot;&gt;Equilíbrio&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira (10).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Cavalcante conta que os fumantes, por serem dependentes, são obrigados a se expor a cerca de 4.000 substâncias tóxicas. &amp;quot;Mas o mais grave desta situação, ou tão grave quanto, é que o tabagismo atinge também pessoas que não fumam, porque elas se expõem passivamente à fumaça ambiental&amp;quot;, afirma a médica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ela, ao inalarem o ar contaminado, os que não são dependentes correm o risco de desenvolver as mesmas doenças geradas pelo cigarro. A coordenadora conta que diversos estudos científicos mostram que a fumaça derivada de tabaco causa danos nas células dos seres humanos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A concentração de alcatrão na fumaça dos produtos de tabaco, que polui os ambientes fechados, chega a ser cinco vezes maior do que o alcatrão encontrado na fumaça que o fumante traga&amp;quot;, relata Cavalcante.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A especialista afirma que a situação é grave. &amp;quot;Por isto, a necessidade dos países adotarem medidas para proibir totalmente o ato de fumar em ambientes fechados&amp;quot;, conclui a coordenadora do Inca.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>26/06/2008 - Falta de proteínas na alimentação vegetariana é mito; ouça nutricionista</title>
<pubDate>26 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
É bastante difundido que o vegetariano não consegue obter proteínas de fontes vegetais, o que não é verdade.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do nutricionista George Guimarães, especialista em nutrição vegetariana, que diz que isto não passa de mito. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/06/25/george_guimaraes-falta_proteinas_alimentacao_vegetariana_mito.mp3&quot;&gt;George Guimarães&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre alimentação vegetariana está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio&quot;&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o nutricionista, boas fontes de proteínas são encontradas em alimentos vegetais, em especial na família das leguminosas, como o feijão, a ervilha, a lentilha, o grão-de-bico e todos os derivados da soja --o próprio grão, a carne e o queijo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Guimarães diz que outro grupo vegetal rico em proteínas é o das oleaginosas, do qual fazem parte a avelã, as castanhas, as nozes, as amêndoas, as macadâmias, as sementes de girassol e de gergelim. &amp;quot;Todos os grãos e sementes mais gordurosos são desse grupo das oleaginosas&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O especialista comenta que os cereais integrais contém aminoácidos que completam os outros dois grupos e garantem ao vegetariano o que é necessário para uma boa nutrição.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Esses mesmos alimentos também são fontes de ferro, o que faz deles alimentos importantes de estarem presentes na dieta do vegetariano, se possível a cada refeição&amp;quot;, afirma o nutricionista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>24/06/2008 - Aumento de peso pode ocasionar diabetes; ouça cirurgião de obesidade</title>
<pubDate>24 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A obesidade é uma epidemia que cresce no mundo inteiro. Além de fatores genéticos, a falta de atividades físicas e de uma dieta adequada contribuem para o aumento da doença.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do doutor em cirurgia pela USP e cirurgião de obesidade Ricardo Cohen, autor de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135819&quot;&gt;&amp;quot;Folha Explica A Obesidade&amp;quot;&lt;/a&gt;, da Publifolha. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/livros&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da série &amp;quot;Livros&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ciencia/2008/06/24/ricardo_cohen-aumento_de_peso.mp3&quot;&gt;Ricardo Cohen&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O médico explica que a obesidade é detectada por meio de um cálculo. &amp;quot;A gente baseia essa classificação no IMC (índice de massa corpórea), que é o peso divido pelo quadrado da altura.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Se o resultado dessa conta ficar entre 20 e 25, o indivíduo é considerado normal; entre 26 e 30, há sobrepeso; de 30 a 35, a doença é considerada leve; acima de 35, obesidade mórbida --desde que acompanhada de algumas doenças associadas, como diabetes, hipertensão, apnéia do sono.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O IMC acima de 40 também é denominado obesidade mórbida. Nesse caso, porém, não está associada a outras doenças, conforme definiu a OMS (Organização Mundial de Saúde) em 1991, acrescenta o escritor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Cohen, os doentes que têm sobrepeso ou obesidade leve são passíveis de tratamento clínico --administração de remédios, orientação alimentar, comportamental e prática de atividades físicas. Para os obesos mórbidos, a gastroplastia (cirurgia para redução do tamanho do estômago), com perda de excesso do peso entre 80% e 90%, é a solução mais indicada.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para o médico, a perda de peso associada à operação previne ou cura diversas doenças ligadas a obesidade. &amp;quot;A melhora do diabetes se dá por volta dos 70% a 80% dos pacientes, da hipertensão, o mesmo número, e da apnéia do sono, próximo a 100%. Sem contar com a melhoria das doenças articulares por sobrepeso --artroses e artrites--, que também melhoram muito seus sintomas.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Atualmente, o diabetes é uma das maiores preocupações dos médicos, diz Cohen. &amp;quot;O aumento do peso --mesmo em pesos mais baixos que os índices chamados de obesidade mórbida-- leva ao diabetes e nós temos que intervir rapidamente, ou seja, para controlar o peso e o diabetes.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/598/&quot;&gt;Ricardo Cohen&lt;/a&gt; é um dos autores do livro &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135819/&quot;&gt;&amp;quot;A Obesidade&amp;quot;&lt;/a&gt;, da &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/categorias/48/&quot;&gt;&amp;quot; Série Folha Explica&amp;quot;&lt;/a&gt;, editada pela &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135819&quot;&gt;&amp;quot;&lt;b&gt;Folha Explica A Obesidade&lt;/b&gt;&amp;quot;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Autor&lt;/b&gt;: Ricardo Cohen e Maria Rosária Cunha&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Editora&lt;/b&gt;: Publifolha&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Páginas&lt;/b&gt;: 96 páginas&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: De R$ 18,90
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts da série &amp;quot;Livros&amp;quot;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/olharliterario/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>19/06/2008 - Gafes cometidas por quem não conhece etiqueta japonesa; ouça professor</title>
<pubDate>19 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Os ocidentais, que apreciam a gastronomia japonesa, precisam ficar atentos à etiqueta desta culinária. Não se deve, por exemplo, enfiar os palitos dentro do prato ou da tigela de arroz. Isso representa que a comida está ruim ou que a pessoa não gostou do que foi servido, o que pode ofender os japoneses.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Marcio Seiji, professor de culinária asiática do Centro Universitário do Senac São Paulo. Ele diz que a má utilização dos hashis, os pauzinhos usados para comer, é responsável por algumas gafes à mesa. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/comida/2008/06/04/marcio_seiji-ocidentais_cometem_gafes.mp3&quot;&gt;Marcio Seiji&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Seiji explica que os japoneses têm o hábito de tomar sopa fazendo barulho e isso não é considerado falta de educação. Também é permitido que alguns alimentos sejam saboreados sem o uso de utensílios. &amp;quot;Sushimans mais experientes do Brasil e do Japão aceitam que você coma com a mão para não desfazer o sushi na hora que se pega com o hashi&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Outra questão, abordada pelo professor do Senac, é a dosagem de shoyu, que deve ser usado moderadamente para não atrapalhar o sabor do peixe.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O sushiman acaba colocando a porção ideal de shoyu. Os ocidentais têm o costume de comer o molho de soja com o sashimi, em vez de o sushiman dar esse toque em todos os sushis&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
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<item>
<title>19/06/2008 - Pessoa com pele sensível deve reduzir número de peelings no inverno; ouça médica</title>
<pubDate>19 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A pele sensível reage mais aos tratamentos estéticos e fica mais avermelhada. Quem realiza tratamentos à base de ácidos e tem este tipo de pele deve reduzir a sua freqüência no período do inverno.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são da dermatologista Denise Steiner, responsável pelo departamento de cosmiatria da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia). &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/06/18/denise_steiner-pele_sensivel.mp3&quot;&gt;Denise Steiner&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre como manter a pele sensível saudável está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio&quot;&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A especialista explica que a pele desidrata e tende a ficar mais sensibilizada com o frio, porém, nesta época, os procedimentos dermatológicos podem ser realizados com mais facilidade, devido a menor quantidade de exposição ao sol.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Steiner, quem tem pele sensível deve submeter-se a sessões de peeling a cada quinze dias ou três semanas, diferentemente das pessoas com pele normal, que podem realizar o tratamento semanalmente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A médica comenta que, após o peeling, o tempo de recuperação é maior para quem possui pele sensível, que permanece avermelhada por mais tempo. Por isso, é necessário que se mantenha o uso do filtro solar e que se hidrate constantemente a pele.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A dermatologista afirma que a hidratação é a questão mais revelante na época do inverno. Steiner diz que a aplicação do protetor solar pela manhã e do hidratante adequado ao tipo de pele, à noite, irá garantir uma menor sensibilização.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/06/18/denise_steiner-pele_sensivel.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>15/05/2008 - Especialista ensina como cantores devem cuidar da voz</title>
<pubDate>15 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Quem usa a voz como instrumento de trabalho deve ter muito cuidado para que sua carreira seja duradoura. Além de praticar alguns exercícios para aquecimento vocal, é necessário conhecer as recomendações de fonoaudiólogos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Cláudia Maria de Souza Basbaum, presidente do Conselho Regional de Fonoaudiologia (6ª Região), atua há nove anos no grupo &lt;a href=&quot;http://www.exerser.com.br/menu2.html&quot;&gt;Exerser&lt;/a&gt; - Núcleo de Atenção Integral à Saúde do Músico, onde presta assistência. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/equilibrio/2008/05/14/claudia_basbaum-cantores_devem_cuidar_voz.mp3&quot;&gt;Cláudia Maria de Souza Basbaum&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre lesões e desgaste físico de músicos está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio&quot;&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ela, muitos deles chegam ao consultório com problemas graves, como cistos e nódulos, que vão se acumulando pela falta de informação.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O músico tem que ter um aquecimento de voz, um padrão respiratório muito bem colocado. O fonoaudiólogo presta atenção na parte orgânico-funcional, ou seja, se ele não tiver uma boa saúde vocal, essa vida como profissional da área de música está fadada a terminar cedo&amp;quot;, alerta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A fonoaudióloga orienta que tomar bastante água é de extrema importância para a hidratação das mucosas. Além disso, não usar roupas apertadas, ter um bom sono, evitar comidas gordurosas antes da apresentação, derivados do leite, chocolate e café pode melhorar muito a vida desses profissionais.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do caderno Equilíbrio? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>08/05/2008 - Técnicas de preparo dos alimentos ajudam a &quot;agarrar&quot; nutrientes</title>
<pubDate>08 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Técnicas de preparo culinário, como o branqueamento e a selagem, podem aumentar a disponibilidade dos nutrientes nos alimentos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Andréa Esquivel, nutricionista e especialista em gastronomia, explica que o branqueamento é usado principalmente para vegetais. Neste processo, o cozimento, em água ou no vapor, é interrompido com água fria, sofrendo um choque térmico. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/05/07/andrea_esquivel-tecnicas_preparacao_alimentos.mp3&quot;&gt;Andréa Esquivel&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre como preparar alimentos aproveitando os seus benefícios está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio&quot;&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a nutricionista, uma maneira conhecida para se manter os nutrientes é a que se mergulha os vegetais em água gelada, mas isto pode fazer com que os nutrientes migrem para a água. Para quem utiliza este método, a especialista indica que os alimentos sejam inseridos em sacos plásticos apropriados e fechados antes de serem colocados no gelo, para que suas propriedades não se percam.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Outra técnica é a da selagem. Este processo permite que o líquido de carnes e peixes não saiam. A selagem deve ser feita em uma frigideira quente, que possua resistência térmica, ou em panelas de cerâmica, de ferro ou de inox, com fundo triplo, para que a temperatura seja preservada.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/05/07/andrea_esquivel-tecnicas_preparacao_alimentos.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>07/05/2008 - Técnicas de preparo ajudam manter os nutrientes dos alimentos</title>
<pubDate>07 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Técnicas de preparo culinário, como o branqueamento e a selagem, podem aumentar a disponibilidade dos nutrientes nos alimentos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Andréa Esquivel, nutricionista e especialista em gastronomia, explica que o branqueamento é usado principalmente para vegetais, onde o cozimento, em água ou no vapor, é interrompido com água fria, sofrendo um choque térmico para que o alimento não continue aquecido internamente depois que o contato com o calor termine. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/05/07/andrea_esquivel-tecnicas_preparacao_alimentos.mp3&quot;&gt;Andréa Esquivel&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre como preparar alimentos aproveitando os seus benefícios está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio&quot;&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a nutricionista, uma maneira conhecida para se manter os nutrientes é a que se mergulha os vegetais em água gelada, mas isto pode fazer com que os nutrientes migrem para a água. Para quem utiliza este método, a especialista indica que os alimentos sejam inseridos em sacos plásticos apropriados e fechados antes de serem colocados no gelo, para que suas propriedades não se percam.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Outra técnica explicada pela nutricionista é a da selagem. Este processo, permite que o líquido de carnes e peixes não saiam. A selagem deve ser feita em uma frigideira quente que possua resistência térmica ou panelas de cerâmica, de ferro ou de inox com fundo triplo, para que a temperatura seja preservada.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Acho que todo mundo já reparou que quando a gente frita muito bife na frigideira começa a aguar, a gente deixa de fazer um cozimento quente e a seco, que é o caso da selagem&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>01/05/2008 - Adolescentes podem regular sono com disciplina</title>
<pubDate>01 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Dormir tarde e levantar tarde. O sono dos adolescentes é motivo de preocupação e conflito na maioria das famílias.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Márcia Pradella, neuropediatra e coordenadora do setor de pediatria do Instituto do Sono, diz que o jovem apresenta um atraso em seu relógio biológico, o que faz com ele sinta vontade de dormir uma hora a mais por dia. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno Equilíbrio.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/equilibrio/2008/04/30/marcia_pradella-disturbios_sono_adolescentes.mp3&quot;&gt;Márcia Pradella&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre distúrbios do sono está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio&quot;&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com a neuropediatra, nesta fase da vida o adolescente está crescendo e apresenta necessidade de dormir cerca de uma hora a mais em relação ao período anterior ao início da puberdade.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Quando a gente junta essas duas mudanças que ocorrem no organismo do adolescente, a gente vê que ele pode, de alguma maneira, ter certos problemas por não conseguir acordar no horário habitual como ele vinha fazendo, porque ele ainda está com sono&amp;quot;, diz Pradella.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a doutora, o importante é ter uma disciplina adequada para que o jovem ajude seu relógio interno a não se atrasar ainda mais. Para isso, é recomendável não se expor à luminosidade intensa no início da noite para que o seu organismo tenha o estímulo necessário para conseguir dormir.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Pradella diz ainda que receber a luz natural do dia e praticar atividade física ajuda a ter um sono mais adequado.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do caderno Equilíbrio? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>24/04/2008 - Sucesso no tratamento depende de boa relação entre médico e paciente</title>
<pubDate>24 Apr 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Numa consulta médica, a relação médico-paciente é fundamental para que se possa chegar a uma conclusão e a um tratamento adequado.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre relação médico-paciente está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/&quot;&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Antônio Carlos Lopes, professor titular de clínica médica da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, diz que o médico deve dar toda atenção possível ao paciente, ouvindo-o atentamente, e procurar interpretar seus problemas não apenas clínicos, mas também sociais e econômicos, que, muitas vezes, são as causas das doenças. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/04/23/antonio_carlos_lopes-.relacao_medico-paciente.mp3&quot;&gt;Antônio Carlos Lopes&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O médico deve explicar devidamente para o paciente a sua doença, o seu prognóstico, o seu tratamento e quais são as complicações que podem advir desse tratamento. A consulta clínica não termina no momento em que o paciente sai do consultório&amp;quot;, explica Lopes.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ele, é fundamental que todo indivíduo que procure um médico encontre no profissional um ser humano que está interessado em resolver o problema do paciente, interagir com ele da maneira mais harmoniosa possível.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Lopes afirma, porém, que o paciente não deve testar conhecimento do médico, procurando informações na internet em sites não confiáveis. &amp;quot;Isso não quer dizer absolutamente nada, porque, muitas vezes, um médico super atualizado não resolve um problema simples.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do caderno Equilíbrio? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/04/23/antonio_carlos_lopes-.relacao_medico-paciente.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>17/04/2008 - Excesso de gordura no fígado pode ocasionar cirrose</title>
<pubDate>17 Apr 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O excesso de gordura subcutânea, visceral e hepática no corpo pode levar ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, ao diabetes e até mesmo ao câncer.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre o excesso de gordura no corpo está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/inde17042008.htm&quot;&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/equilibrio/2008/04/16/ana_damaso-excesso_de_gordura_no_corpo.mp3&quot;&gt;Ana Dâmaso&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Ana Dâmaso, professora do departamento de biociências da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), o excesso de gordura no fígado, quando não tratado, pode levar a uma cirrose. &amp;quot;Mesmo pessoas que não são usuárias de álcool ou bebidas alcoólicas podem apresentar esta doença hepática.&amp;quot; &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com ela, ao menos três fatores poderiam desencadear essas doenças ligadas ao excesso de gordura. &amp;quot;O hábito de comer de forma inadequada, fazer pouco exercício e abusar da bebida alcoólica na sua rotina favorece ao que nós chamamos de um estilo de vida alterado, o qual pode estar associado a várias doenças.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A professora explica que essas patologias também já são identificadas em alta proporção em crianças e adolescentes.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.com.br/equilibrio/2008/04/16/ana_damaso-excesso_de_gordura_no_corpo.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>

</channel>
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