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<title>Folha Online - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Podcasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>26/06/2008 - Falta de proteínas na alimentação vegetariana é mito; ouça nutricionista</title>
<pubDate>26 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
É bastante difundido que o vegetariano não consegue obter proteínas de fontes vegetais, o que não é verdade.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do nutricionista George Guimarães, especialista em nutrição vegetariana, que diz que isto não passa de mito. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/06/25/george_guimaraes-falta_proteinas_alimentacao_vegetariana_mito.mp3&quot;&gt;George Guimarães&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre alimentação vegetariana está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio&quot;&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o nutricionista, boas fontes de proteínas são encontradas em alimentos vegetais, em especial na família das leguminosas, como o feijão, a ervilha, a lentilha, o grão-de-bico e todos os derivados da soja --o próprio grão, a carne e o queijo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Guimarães diz que outro grupo vegetal rico em proteínas é o das oleaginosas, do qual fazem parte a avelã, as castanhas, as nozes, as amêndoas, as macadâmias, as sementes de girassol e de gergelim. &amp;quot;Todos os grãos e sementes mais gordurosos são desse grupo das oleaginosas&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O especialista comenta que os cereais integrais contém aminoácidos que completam os outros dois grupos e garantem ao vegetariano o que é necessário para uma boa nutrição.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Esses mesmos alimentos também são fontes de ferro, o que faz deles alimentos importantes de estarem presentes na dieta do vegetariano, se possível a cada refeição&amp;quot;, afirma o nutricionista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>24/06/2008 - Aumento de peso pode ocasionar diabetes; ouça cirurgião de obesidade</title>
<pubDate>24 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A obesidade é uma epidemia que cresce no mundo inteiro. Além de fatores genéticos, a falta de atividades físicas e de uma dieta adequada contribuem para o aumento da doença.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do doutor em cirurgia pela USP e cirurgião de obesidade Ricardo Cohen. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/livros&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da série &amp;quot;Livros&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ciencia/2008/06/24/ricardo_cohen-aumento_de_peso.mp3&quot;&gt;Ricardo Cohen&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O médico explica que a obesidade é detectada por meio de um cálculo. &amp;quot;A gente baseia essa classificação no IMC (índice de massa corpórea), que é o peso divido pelo quadrado da altura.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Se o resultado dessa conta ficar entre 20 e 25, o indivíduo é considerado normal; entre 26 e 30, há sobrepeso; de 30 a 35, a doença é considerada leve; acima de 35, obesidade mórbida --desde que acompanhada de algumas doenças associadas, como diabetes, hipertensão, apnéia do sono.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O IMC acima de 40 também é denominado obesidade mórbida. Nesse caso, porém, não está associada a outras doenças, conforme definiu a OMS (Organização Mundial de Saúde) em 1991, acrescenta o escritor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Cohen, os doentes que têm sobrepeso ou obesidade leve são passíveis de tratamento clínico --administração de remédios, orientação alimentar, comportamental e prática de atividades físicas. Para os obesos mórbidos, a gastroplastia (cirurgia para redução do tamanho do estômago), com perda de excesso do peso entre 80% e 90%, é a solução mais indicada.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para o médico, a perda de peso associada à operação previne ou cura diversas doenças ligadas a obesidade. &amp;quot;A melhora do diabetes se dá por volta dos 70% a 80% dos pacientes, da hipertensão, o mesmo número, e da apnéia do sono, próximo a 100%. Sem contar com a melhoria das doenças articulares por sobrepeso --artroses e artrites--, que também melhoram muito seus sintomas.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Atualmente, o diabetes é uma das maiores preocupações dos médicos, diz Cohen. &amp;quot;O aumento do peso --mesmo em pesos mais baixos que os índices chamados de obesidade mórbida-- leva ao diabetes e nós temos que intervir rapidamente, ou seja, para controlar o peso e o diabetes.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/598/&quot;&gt;Ricardo Cohen&lt;/a&gt; é um dos autores do livro &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135819/&quot;&gt;&amp;quot;A Obesidade&amp;quot;&lt;/a&gt;, da &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/categorias/48/&quot;&gt;&amp;quot; Série Folha Explica&amp;quot;&lt;/a&gt;, editada pela &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135819&quot;&gt;&amp;quot;&lt;b&gt;Folha Explica A Obesidade&lt;/b&gt;&amp;quot;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Autor&lt;/b&gt;: Ricardo Cohen e Maria Rosária Cunha&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Editora&lt;/b&gt;: Publifolha&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Páginas&lt;/b&gt;: 96 páginas&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: De R$ 17,90 por R$ 9,90
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts da série &amp;quot;Livros&amp;quot;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/olharliterario/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>19/06/2008 - Gafes cometidas por quem não conhece etiqueta japonesa; ouça professor</title>
<pubDate>19 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Os ocidentais, que apreciam a gastronomia japonesa, precisam ficar atentos à etiqueta desta culinária. Não se deve, por exemplo, enfiar os palitos dentro do prato ou da tigela de arroz. Isso representa que a comida está ruim ou que a pessoa não gostou do que foi servido, o que pode ofender os japoneses.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Marcio Seiji, professor de culinária asiática do Centro Universitário do Senac São Paulo. Ele diz que a má utilização dos hashis, os pauzinhos usados para comer, é responsável por algumas gafes à mesa. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/comida/2008/06/04/marcio_seiji-ocidentais_cometem_gafes.mp3&quot;&gt;Marcio Seiji&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Seiji explica que os japoneses têm o hábito de tomar sopa fazendo barulho e isso não é considerado falta de educação. Também é permitido que alguns alimentos sejam saboreados sem o uso de utensílios. &amp;quot;Sushimans mais experientes do Brasil e do Japão aceitam que você coma com a mão para não desfazer o sushi na hora que se pega com o hashi&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Outra questão, abordada pelo professor do Senac, é a dosagem de shoyu, que deve ser usado moderadamente para não atrapalhar o sabor do peixe.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O sushiman acaba colocando a porção ideal de shoyu. Os ocidentais têm o costume de comer o molho de soja com o sashimi, em vez de o sushiman dar esse toque em todos os sushis&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>19/06/2008 - Pessoa com pele sensível deve reduzir número de peelings no inverno; ouça médica</title>
<pubDate>19 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A pele sensível reage mais aos tratamentos estéticos e fica mais avermelhada. Quem realiza tratamentos à base de ácidos e tem este tipo de pele deve reduzir a sua freqüência no período do inverno.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são da dermatologista Denise Steiner, responsável pelo departamento de cosmiatria da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia). &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/06/18/denise_steiner-pele_sensivel.mp3&quot;&gt;Denise Steiner&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre como manter a pele sensível saudável está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio&quot;&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A especialista explica que a pele desidrata e tende a ficar mais sensibilizada com o frio, porém, nesta época, os procedimentos dermatológicos podem ser realizados com mais facilidade, devido a menor quantidade de exposição ao sol.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Steiner, quem tem pele sensível deve submeter-se a sessões de peeling a cada quinze dias ou três semanas, diferentemente das pessoas com pele normal, que podem realizar o tratamento semanalmente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A médica comenta que, após o peeling, o tempo de recuperação é maior para quem possui pele sensível, que permanece avermelhada por mais tempo. Por isso, é necessário que se mantenha o uso do filtro solar e que se hidrate constantemente a pele.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A dermatologista afirma que a hidratação é a questão mais revelante na época do inverno. Steiner diz que a aplicação do protetor solar pela manhã e do hidratante adequado ao tipo de pele, à noite, irá garantir uma menor sensibilização.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>15/05/2008 - Especialista ensina como cantores devem cuidar da voz</title>
<pubDate>15 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Quem usa a voz como instrumento de trabalho deve ter muito cuidado para que sua carreira seja duradoura. Além de praticar alguns exercícios para aquecimento vocal, é necessário conhecer as recomendações de fonoaudiólogos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Cláudia Maria de Souza Basbaum, presidente do Conselho Regional de Fonoaudiologia (6ª Região), atua há nove anos no grupo &lt;a href=&quot;http://www.exerser.com.br/menu2.html&quot;&gt;Exerser&lt;/a&gt; - Núcleo de Atenção Integral à Saúde do Músico, onde presta assistência. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/equilibrio/2008/05/14/claudia_basbaum-cantores_devem_cuidar_voz.mp3&quot;&gt;Cláudia Maria de Souza Basbaum&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre lesões e desgaste físico de músicos está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio&quot;&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ela, muitos deles chegam ao consultório com problemas graves, como cistos e nódulos, que vão se acumulando pela falta de informação.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O músico tem que ter um aquecimento de voz, um padrão respiratório muito bem colocado. O fonoaudiólogo presta atenção na parte orgânico-funcional, ou seja, se ele não tiver uma boa saúde vocal, essa vida como profissional da área de música está fadada a terminar cedo&amp;quot;, alerta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A fonoaudióloga orienta que tomar bastante água é de extrema importância para a hidratação das mucosas. Além disso, não usar roupas apertadas, ter um bom sono, evitar comidas gordurosas antes da apresentação, derivados do leite, chocolate e café pode melhorar muito a vida desses profissionais.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do caderno Equilíbrio? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>08/05/2008 - Técnicas de preparo dos alimentos ajudam a &quot;agarrar&quot; nutrientes</title>
<pubDate>08 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Técnicas de preparo culinário, como o branqueamento e a selagem, podem aumentar a disponibilidade dos nutrientes nos alimentos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Andréa Esquivel, nutricionista e especialista em gastronomia, explica que o branqueamento é usado principalmente para vegetais. Neste processo, o cozimento, em água ou no vapor, é interrompido com água fria, sofrendo um choque térmico. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/05/07/andrea_esquivel-tecnicas_preparacao_alimentos.mp3&quot;&gt;Andréa Esquivel&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre como preparar alimentos aproveitando os seus benefícios está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio&quot;&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a nutricionista, uma maneira conhecida para se manter os nutrientes é a que se mergulha os vegetais em água gelada, mas isto pode fazer com que os nutrientes migrem para a água. Para quem utiliza este método, a especialista indica que os alimentos sejam inseridos em sacos plásticos apropriados e fechados antes de serem colocados no gelo, para que suas propriedades não se percam.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Outra técnica é a da selagem. Este processo permite que o líquido de carnes e peixes não saiam. A selagem deve ser feita em uma frigideira quente, que possua resistência térmica, ou em panelas de cerâmica, de ferro ou de inox, com fundo triplo, para que a temperatura seja preservada.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>01/05/2008 - Adolescentes podem regular sono com disciplina</title>
<pubDate>01 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Dormir tarde e levantar tarde. O sono dos adolescentes é motivo de preocupação e conflito na maioria das famílias.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Márcia Pradella, neuropediatra e coordenadora do setor de pediatria do Instituto do Sono, diz que o jovem apresenta um atraso em seu relógio biológico, o que faz com ele sinta vontade de dormir uma hora a mais por dia. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno Equilíbrio.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/equilibrio/2008/04/30/marcia_pradella-disturbios_sono_adolescentes.mp3&quot;&gt;Márcia Pradella&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre distúrbios do sono está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio&quot;&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com a neuropediatra, nesta fase da vida o adolescente está crescendo e apresenta necessidade de dormir cerca de uma hora a mais em relação ao período anterior ao início da puberdade.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Quando a gente junta essas duas mudanças que ocorrem no organismo do adolescente, a gente vê que ele pode, de alguma maneira, ter certos problemas por não conseguir acordar no horário habitual como ele vinha fazendo, porque ele ainda está com sono&amp;quot;, diz Pradella.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a doutora, o importante é ter uma disciplina adequada para que o jovem ajude seu relógio interno a não se atrasar ainda mais. Para isso, é recomendável não se expor à luminosidade intensa no início da noite para que o seu organismo tenha o estímulo necessário para conseguir dormir.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Pradella diz ainda que receber a luz natural do dia e praticar atividade física ajuda a ter um sono mais adequado.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>24/04/2008 - Sucesso no tratamento depende de boa relação entre médico e paciente</title>
<pubDate>24 Apr 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Numa consulta médica, a relação médico-paciente é fundamental para que se possa chegar a uma conclusão e a um tratamento adequado.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre relação médico-paciente está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/&quot;&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Antônio Carlos Lopes, professor titular de clínica médica da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, diz que o médico deve dar toda atenção possível ao paciente, ouvindo-o atentamente, e procurar interpretar seus problemas não apenas clínicos, mas também sociais e econômicos, que, muitas vezes, são as causas das doenças. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/04/23/antonio_carlos_lopes-.relacao_medico-paciente.mp3&quot;&gt;Antônio Carlos Lopes&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O médico deve explicar devidamente para o paciente a sua doença, o seu prognóstico, o seu tratamento e quais são as complicações que podem advir desse tratamento. A consulta clínica não termina no momento em que o paciente sai do consultório&amp;quot;, explica Lopes.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ele, é fundamental que todo indivíduo que procure um médico encontre no profissional um ser humano que está interessado em resolver o problema do paciente, interagir com ele da maneira mais harmoniosa possível.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Lopes afirma, porém, que o paciente não deve testar conhecimento do médico, procurando informações na internet em sites não confiáveis. &amp;quot;Isso não quer dizer absolutamente nada, porque, muitas vezes, um médico super atualizado não resolve um problema simples.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>17/04/2008 - Excesso de gordura no fígado pode ocasionar cirrose</title>
<pubDate>17 Apr 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O excesso de gordura subcutânea, visceral e hepática no corpo pode levar ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, ao diabetes e até mesmo ao câncer.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre o excesso de gordura no corpo está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/inde17042008.htm&quot;&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/equilibrio/2008/04/16/ana_damaso-excesso_de_gordura_no_corpo.mp3&quot;&gt;Ana Dâmaso&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Ana Dâmaso, professora do departamento de biociências da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), o excesso de gordura no fígado, quando não tratado, pode levar a uma cirrose. &amp;quot;Mesmo pessoas que não são usuárias de álcool ou bebidas alcoólicas podem apresentar esta doença hepática.&amp;quot; &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com ela, ao menos três fatores poderiam desencadear essas doenças ligadas ao excesso de gordura. &amp;quot;O hábito de comer de forma inadequada, fazer pouco exercício e abusar da bebida alcoólica na sua rotina favorece ao que nós chamamos de um estilo de vida alterado, o qual pode estar associado a várias doenças.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A professora explica que essas patologias também já são identificadas em alta proporção em crianças e adolescentes.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do caderno Equilíbrio? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>03/04/2008 - Aposentados devem trabalhar em horários reduzidos</title>
<pubDate>03 Apr 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Pesquisas comprovam que preditores sociais, como a divisão do tempo para o lazer, espiritualidade, família e amigos, são decisivos para o resultado da qualidade de vida do aposentado, e não só a maneira como ele planeja o futuro.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre aposentadoria está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/inde03042008.htm&quot;&gt;&lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/equilibrio/2008/04/02/lucia_franca-aposentados_devem_trabalhar_em_horarios_reduzidos.mp3&quot;&gt;Lucia França&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A informação é de Lucia França, psicóloga, professora titular do programa de pós-graduação em psicologia da Universidade Salgado de Oliveira, do Rio de Janeiro, e consultora em programas de aposentadoria. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Atualmente, a aposentadoria por tempo de serviço tem um novo conceito, pois nesta fase da vida as pessoas podem continuar trabalhando. Segundo a consultora, contudo, o trabalho deve ser realizado em horários reduzidos, pois o período só será benéfico para quem souber diversificar as atividades e aproveitar o tempo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A psicóloga, que está lançando o livro &amp;quot;O Desafio da Aposentadoria&amp;quot; (ed. Rocco), fala que o &amp;quot;pré-aposentado&amp;quot; deve se envolver com questões de responsabilidade social e voluntariado, porque não adianta tomar uma série de providencias para garantir o bem-estar no futuro e não se preocupar com o coletivo, que está diretamente relacionado à vida de cada um.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do caderno &lt;b&gt;Equilíbrio&lt;/b&gt;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/equilibrio/&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>27/03/2008 - Prematuros têm maior risco de contrair doenças respiratórias</title>
<pubDate>27 Mar 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Quando deixam a UTI neonatal, os bebês prematuros precisam receber uma atenção especial em relação à prevenção de doenças.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, doutor Renato Kfouri, pediatra e neonatologista, diz que as doenças respiratórias são o grande problema que o prematuro enfrenta ao ir pra casa, pois o bebê acaba convivendo com outras pessoas da família, freqüenta creche ou berçário e muitas vezes tem que lidar com o tabagismo dos pais, o que eleva o risco de problemas pulmonares.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A reportagem completa sobre bebês prematuros está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/inde27032008.htm&quot;&gt;Equilíbrio&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/03/26/renato_kfouri-prematuros_maior_risco_de_contrair_doencas.mp3&quot;&gt;Renato Kfouri&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Esse prematuro, que já apresenta uma condição imunológica de defesa e até de resistência um pouco inferior a uma criança que nasceu de nove meses, ainda por cima é exposto a outros vírus e bactérias, o que aumentam as chances de infecção&amp;quot;, explica o pediatra.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O doutor alerta que existem imunizações específicas para crianças que nascem antes do tempo, como a que previne o vírus sincicial respiratório (VSR), que circula entre os meses de março e setembro. De acordo com o pediatra, este vírus é o responsável pelas crises de chiado pulmonar, falta de ar e pode resultar em internações.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Kfouri informa que os prematuros devem receber todas a vacinas, como os bebês que completaram o período gestacional. Segundo o neonatologista, a amamentação também é um importante fator de proteção da criança, que pode acabar perdendo a lactação materna devido ao tempo em que permaneceu internada após o nascimento.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>20/03/2008 - Chocolate amargo pode evitar problema cardiovascular</title>
<pubDate>20 Mar 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O chocolate foi descoberto pelos mexicanos e introduzido na Europa por meio dos espanhóis. Rico em caloria e em gorduras saturadas, quando é consumido em grande quantidade pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, os níveis de colesterol e o peso corporal.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Danielli Botture, nutricionista da RG Nutri, diz que a boa notícia é que o chocolate amargo é composto por uma alta concentração de cacau, que possui flavonóides. Estas substâncias têm função antioxidante, que diminuem os radicais livres --responsáveis pelo envelhecimento das células. A reportagem completa sobre os usos do chocolate amargo está no caderno &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/inde20032008.htm&quot;&gt;Equilíbrio&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/03/19/danielli_botture-chocolate_amargo_pode_evitar_problema_cardiovascular.mp3&quot;&gt;Danielli Botture&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Os flavonóides colaboram para a diminuição de placa de gordura nas artérias. A gente consegue evitar que ocorra algum tipo de doença cardiovascular ou então algum tipo de parada cardíaca&amp;quot;, explica a nutricionista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Botture, porém, a versão amarga do alimento deve ser ingerida de maneira moderada, pois contém muito açúcar e gordura saturada.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Botture, os tipos do produto apresentam diferença de valor calórico. Para cada cem gramas de chocolate amargo, a média de calorias fica entre 550 e 570. Já o chocolate branco pode chegar à 700 calorias para a mesma quantidade do alimento.
&lt;/p&gt;</description>
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