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<title>Folha Online - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Podcasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>06/06/2009 - Pintor paulistano retrata &quot;grades urbanas&quot; em exposição</title>
<pubDate>06 Jun 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Pinturas de grande formato inspiradas nas grades existentes na paisagem urbana. Este é foco da exposição individual &amp;quot;Contraluz&amp;quot; do pintor paulistano Marco Giannotti, em cartaz no Gabinete de Arte Raquel Arnaud até o dia 27 deste mês.
&lt;/p&gt;

&lt;table class=&quot;fe220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/videocast/images/09156506.jpg&quot; alt=&quot;Exposição mostra pinturas de grande formato inspiradas nas grades espalhadas na cidade&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Exposição mostra pinturas de grande formato inspiradas nas grades espalhadas na cidade&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;

&lt;p&gt;
Giannoti, que é professor pintura, estética e história da arte na ECA (Escola de Comunicação e Artes) da USP (Universidade de São Paulo), diz que o trabalho é uma reflexão sobre a questão da luz em uma cidade que hoje vive mais com as janelas fechadas. É também uma maneira de pensar a situação da pintura contemporânea.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2009/06/05/marco_giannotti.mp3&quot;&gt;Marco Giannotti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Eu acho que ainda é possível que o pintor consiga mostrar, indagar sobre a natureza da imagem e do lugar onde vivemos. Se eu recorro muitas vezes a utilização de grades não só por uma temática clara, urbana e paulista, mas também porque ela faz parte de toda uma tradição da pintura de pensar o espaço todo ele passível de ser mensurado.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Giannoti explica que a exposição é divida em duas salas. Em uma delas há 12 pinturas. Em outra, estão pequenos formatos que dão ao observador uma variação de escala, bem como uma variação cromática.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;&amp;quot;Contraluz&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde:&lt;/b&gt; Gabinete de Arte Raquel Arnaud - r. Arthur Azevedo, 401, Pinheiros, São Paulo, tel.: 0/xx/11/3083-6322&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando:&lt;/b&gt; Seg. a sex., das 10h às 19h. Sáb., das 12h às 16h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; Grátis
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>06/06/2009 - Banda inglesa The Sisters of Mercy se apresenta hoje em SP</title>
<pubDate>06 Jun 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Formada em 1980, a banda inglesa de vocais cavernosos The Sisters of Mercy, com referências sombrias a rituais e símbolos esotéricos, faz um apanhado de sua carreira em apresentação única neste sábado no Via Funchal.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2009/06/05/acontece_em_sp.mp3&quot;&gt;Acontece em SP&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
No cinema, uma das estreias da semana é a comédia brasileira &amp;quot;A Mulher Invisível&amp;quot;, de Cláudio Torres (&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u575783.shtml&quot;&gt;veja trailer&lt;/a&gt;). Após uma desilusão amorosa, homem fica deprimido, até que encontra a mulher perfeita. O problema é que ela só existe em sua imaginação. O elenco conta com Selton Mello, Luana Piovani, Vladimir Brichta e Maria Manoella.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para quem gosta de visitar exposição, a primeira edição do projeto Cultura Esportiva faz homenagem a João do Pulo, com mostra de materiais pessoais, fotografias e medalhas conquistadas pelo atleta especializado no salto triplo. Em exibição no Sesc Pompeia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;&amp;quot;The Sisters of Mercy&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde:&lt;/b&gt; Via Funchal - r. Funchal, 65, Vila Olímpia, região oeste, tel.: 0/xx/11/2198-7718&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando:&lt;/b&gt; Sáb., às 22h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; Ingr.: R$ 120 a R$ 200
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;&amp;quot;Cultura Esportiva&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde:&lt;/b&gt; Sesc Pompeia - r. Clélia, 93, Água Branca, região oeste, tel.: 0/xx/11/3871-7700&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando:&lt;/b&gt; Ter. a sex.: 9h às 21h20. Sáb., dom. e dia 11: 9h às 17h30. Até 2/8&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; Grátis
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do do Acontece em SP? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/aconteceemsp/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>04/06/2009 - Orquestra toca Villa-Lobos com instrumentos rústicos em SP</title>
<pubDate>04 Jun 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O músico brasileiro Di Freitas e sua Orquestra de Rabecas Cego Oliveira se apresentam hoje e amanhã no Sesc Ipiranga (região central de São Paulo). O repertório é composto por temas folclóricos, composições de Luiz Gonzaga, Villa-Lobos e de Hermeto Pascoal.
&lt;/p&gt;

&lt;table class=&quot;fd230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/guia/shows/images/09153269.jpg&quot; alt=&quot;Orquestra de Rabecas 230&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://guia1.folha.com.br/guia/shows/instrumental/387736/di_freitas_e_a_orquestra_de_rabecas&quot;&gt;Di Freitas e Orquestra de Rabecas levam sonoridades nordestinas ao Sesc Ipiranga&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;

&lt;p&gt;
Di Freitas criou o grupo há sete anos no Sesc de Juazeiro do Norte, no Ceará. No início, a rabeca era o principal instrumento utilizado pela formação. Ela é parecida com um violino rústico. Aos poucos foram incluídos os pífanos e a zabumba.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2009/06/03/orquestra_de_rabecas.mp3&quot;&gt;Orquestra de Rabecas&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Sempre fui ligado ao movimento. Tocava em orquestra. Em Juazeiro, conheci o mestre Zé Oliveira e me envolvi com a cultura popular da região. Como a rabeca estava desaparecendo, fizemos um projeto para levar o instrumento para as escolas. A partir daí comecei a pesquisar e construir&amp;quot;, conta o músico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O projeto de musicalização teve forte aceitação entre crianças porque fazia parte do repertório cantigas de reisado, banda cabaçal e músicas de Luiz Gonzaga que tocavam diariamente na rádio local, lembra Di Freitas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Com formação erudita em violoncelo e violão clássico, o músico cearense que traz a orquestra a São Paulo lança também seu CD, &amp;quot;O Alumioso&amp;quot; (selo Sesc).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nas duas noites, a cantora Juliana Amaral participa do show.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;&amp;quot;Di Freitas e a Orquestra de Rabecas&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde:&lt;/b&gt; Sesc Ipiranga - r. Bom Pastor, 822, Ipiranga, região sul, tel.: 0/xx/11/3340-2000&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando:&lt;/b&gt; Qui. e sex, às 21h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; Ingr.: R$ 4 a R$ 16
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>29/05/2009 - Renato Teixeira canta ao lado de Sérgio Reis e Zé Geraldo neste fim de semana</title>
<pubDate>29 May 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O músico Renato Teixeira, que tem 40 anos de carreira, se apresenta neste fim de semana no Teatro Fecap, onde interpretará canções próprias inéditas e também antigas, como &amp;quot;Romaria&amp;quot; --eternizada pela cantora Elis Regina.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Na sexta-feira (29), o convidado é o baterista Dudu Portes; no sábado (30), Renato Teixeira divide o palco com Zé Geraldo, e no domingo (31), Sérgio Reis faz sua participação. Renato Teixeira, que também é autor de &amp;quot;Tocando em Frente&amp;quot; com Almir Sater, diz que compor é algo natural e que não existe método que sirva de inspiração.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2009/05/27/renato_teixeira.mp3&quot;&gt;Renato Teixeira&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sobre a música &amp;quot;Romaria&amp;quot;, Teixeira relata que não acreditava que a canção seria o sucesso que se transformou. &amp;quot;Só com o fato de a Elis Regina ter gravado a música eu já fiquei feliz. Essa bola de cristal ninguém tem. Bom é a surpresa. Você grava alguma coisa e de repente faz sucesso. É algo muito agradável&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Show de Renato Teixeira&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Teatro Fecap (av. Liberdade, 532, região central, São Paulo, tel.: 0/xx/11 2198-7719)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: De 29/05 a 31/05. Sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>08/05/2009 - Denise Stoklos fala sobre reestreia de &quot;Calendário da Pedra&quot;; ouça</title>
<pubDate>08 May 2009</pubDate>
<description>&lt;table class=&quot;fd175&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Antônio Guadério/Folha Imagem&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u562273.shtml&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/videocast/images/08340274.jpg&quot; alt=&quot;Denise Stoklos se apresenta hoje&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u562273.shtml&quot;&gt;Denise Stoklos se apresenta hoje&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;

&lt;p&gt;
O espetáculo &amp;quot;Calendário da Pedra&amp;quot; reestreia hoje na Funarte (Fundação Nacional de Artes). O solo de Denise Stoklos --que assina também a direção, o texto e a coreografia da montagem-- mostra, por meio de um aparente diário anual, pensamentos, emoções e ações próprias, mais relativas ao interior da personagem do que ao tempo cronológico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A peça é um clamor que eu sei que todos nós fazemos para ter mais tempo para a criatividade, para a mudança dos sistemas, para mais justiça entre todos os homens e, portanto, para mais criatividade pessoal e melhor uso de nosso tempo&amp;quot;, diz diretora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2009/05/07/denise_stoklos.mp3&quot;&gt;Denise Stoklos&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O espetáculo está alinhado aos princípios do &amp;quot;teatro essencial&amp;quot;, concepção de Denise Stoklos que deixa para segundo plano os recursos materiais e prioriza os meios do ator: o corpo, a voz e o pensamento.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;&amp;quot;Calendário da Pedra&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde:&lt;/b&gt; Funarte - sala 2 - al. Nothmann, 1.058, Campos Elíseos, região central, tel.: 0/xx/11/3662-5177&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando:&lt;/b&gt; Sex. e sab, às 21; dom., às 20h. Até 7/6&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; Ingr.: R$ 10
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>26/04/2009 - Humorista fez público rir com poema de Pablo Neruda; ouça Marcelo Mansfield</title>
<pubDate>26 Apr 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
&amp;quot;Fui fazer uma leitura de um poema de Pablo Neruda e quando chegou na segunda linha, a plateia veio abaixo de tanto dar risada. Fui obrigado a continuar na comédia&amp;quot;. Foi assim que Marcelo Mansfield descobriu sua veia cômica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O ator diz que desde a ocasião em que leu um texto sério e o público achou graça, se manteve na área do humor. Mansfield contabiliza mais de 500 comercias, participações em filmes, novelas, seriados e em programas de TV. Todos com papéis vertendo para o lado da comédia.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2009/04/21/mansfield_fala_sobre_sua_carreira.mp3&quot;&gt;Mansfield fala sobre sua carreira&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O humorista, criador do grupo &lt;a href=&quot;http://www.clubedacomedia.com.br/&quot;&gt;Clube da Comédia&lt;/a&gt;, conta que já fez um estágio em sitcom, comédia de situação, no estúdio da Columbia Pictures, em Hollywood.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Eu fiquei lá uns 60 dias. Aproveitei para ver muito stand-up e acompanhei as gravações da &apos;The Nany&apos; e do &apos;The Naked Truth&apos;. Na época eu escrevia para a &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e entrevistei o ator que fazia o papel do Mr. Sheffield, do &apos;The Nanny&apos;. Matei dois coelhos com uma cajadada só&amp;quot;, relata.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O público pode conferir se Mansfield é realmente engraçado no stand-up &amp;quot;Nocaute&amp;quot;, com a comédia musical &amp;quot;Pó de Mico&amp;quot; --que encerra a temporada neste fim de semana-- e com &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=dkfuG-rvf4w&amp;amp;feature=relatedv=4y5ApTBr4ks&quot;&gt;vídeos&lt;/a&gt; seus disponibilizados no Youtube.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Nocaute&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Shopping Frei Caneca - Teatro Nair Bello (r. Frei Caneca, 569, 3º piso, Consolação, região central, tel. 3472-2414)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: Sáb., 23h59. Até 6/6.&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: R$ 40
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Pó de Mico&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Espaço Parlapatões (pça. Roosevelt, 158, região central, - Tel: 3258-4449)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: Ter., às 21h. Até 28/04&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: R$ 30 (meia-entrada R$ 15)
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>19/04/2009 - Design brasileiro está em alta no cenário internacional, diz curadora</title>
<pubDate>19 Apr 2009</pubDate>
<description>&lt;table class=&quot;fd230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/videocast/images/09107164.jpg&quot; alt=&quot;sergio rodrigues poltrona diz 230&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Poltrona de Sérgio Rodrigues exposta na mostra &amp;quot;Design Brasileiro Hoje: Fronteiras&amp;quot;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;

&lt;p&gt;
Se a fama internacional da música brasileira começou com a Bossa Nova e o destaque para a arquitetura veio por meio da consagração de Oscar Niemeyer com as obras de Brasília, esta é a hora e a vez do design do país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quem afirma é Adélia Borges, jornalista e curadora da exposição &amp;quot;Design Brasileiro Hoje: Fronteiras&amp;quot;, em cartaz no MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo).
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2009/04/16/exposicao_mostra_o_design_brasileiro.mp3&quot;&gt;Exposição mostra o design brasileiro&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Nós éramos considerados por outros países meros copiadores das soluções de design e, agora, se reconhece no Brasil uma grande criatividade. Todo esse trabalho que os designers brasileiros vêm fazendo tem sido saudado com muito aplauso por parte da comunidade internacional de design&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a curadora, a exposição é ilustrada por projetos variados apresentados desde o ano 2000, que incluem o design na moda, nos móveis, na marca das empresas, nos utensílios domésticos, nas aberturas de programas de televisão e até na capa de livros.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;É ver dentro de um museu objetos que estão no seu dia-a-dia e passar a compreender qual é o alcance dessa atividade que o Brasil está se saindo tão bem recentemente&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;&amp;quot;Design Brasileiro Hoje: Fronteiras&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: MAM-SP (Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portão 3, São Paulo, tel.: 0/xx/11 5085-1300)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: Ter. a dom., das 10h às 17h30. Até 28/6&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: R$ 5,50; grátis (dom.)
&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>07/04/2009 - Nelson Rodrigues era romântico e condenava a traição, diz diretora teatral</title>
<pubDate>07 Apr 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Nelson Rodrigues passava os fins de semana em casa, vestido de pijama e comendo mingau para cuidar de sua úlcera. Apesar de ser considerado pervertido pelo conteúdo que abordava em suas obras, o jornalista e escritor era um homem romântico que usava a dramaturgia para mostrar justamente o que criticava: a traição e os incestos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Bia Curado, diretora do espetáculo &amp;quot;Myrna, Ou Salve a Sua Alma Todos Os Dias&amp;quot;, com os atores Renato Musa e Ana Paula Cassettari. Ela conta que Myrna foi um pseudônimo usado por Nelson Rodrigues em 1949 para assinar uma coluna diária no jornal Diário da Noite.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2009/04/01/peca_sobre_nelson_rodrigues.mp3&quot;&gt;Bia Curado&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A diretora teatral, cuja tese de mestrado pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica) foi dedicada a Nelson Rodrigues, diz que o espetáculo mostra o lado do autor que muitos não conhecem. Segundo Curado, por meio de um personagem, Nelson colocou no papel tudo aquilo em que acreditava sem correr o risco de ser execrado pela sociedade.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Myrna, Ou Salve a Sua Alma Todos os Dias&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Espaço dos Sátyros Um (Pça. Franklin Roosevelt, 214, Consolação, tel.: 0/xx/11 3258-6345)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: Quartas-feiras, às 21h. De 01/04 a 29/04&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: R$ 20
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>27/03/2009 - Encontro discute a participação de rappers mulheres no hip hop</title>
<pubDate>27 Mar 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O 3º Encontro da Cultura Hip Hop será realizado neste sábado em São Miguel Paulista, na zona leste da cidade. O evento tem como objetivo valorizar a cultura da região e debater a presença feminina no movimento. Na programação, há apresentações de rap e break e exibição do documentário &amp;quot;Guerreiras do Brasil&amp;quot;, de Cacau Amaral, entre outras atrações.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2009/03/27/acontece_em_sp.mp3&quot;&gt;Acontece em SP&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Em comemoração ao primeiro ano do teatro Cosipa Cultura, localizado na região sul de São Paulo, o grupo Tapa apresenta neste sábado (28), às 21h, e domingo (29), às 19h, o espetáculo &amp;quot;Amargo Siciliano&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O &amp;quot;engenheiro de pipas&amp;quot; Ken Yamazato orienta os participantes na confecção do brinquedo, além de dar dicas sobre segurança e condições climáticas apropriadas para a brincadeira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O &lt;b&gt;Acontece em SP&lt;/b&gt; também destaca a série &amp;quot;Concertos Matinais&amp;quot;, da Sala São Paulo, a peça infantil &amp;quot;Draguinho - Diferente de Todos, Parecido com Ninguém&amp;quot;, e o show de Zeca Pagodinho neste sábado e no próximo fim de semana.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;3º Encontro da Cultura Hip Hop&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: CDC Tide Setubal (r. Mário Dallari, 170, Jardim São Vicente, região leste, tel. 3168-3655)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: Sáb.: 17h às 23h. Até 28/3&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: Grátis
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;&amp;quot;Amargo Siciliano&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Teatro Cosipa Cultura (Av. do Café, 277 - Vila Guarani - Sul. tel.: 5070-7018)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: sex. 21h30, sáb.: 21h, dom.: 19h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: R$ 30
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Pipamodelismo&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Sesc Itaquera (pça. de eventos - av. Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos,1.000, Parque do Carmo, região leste, tel. 2523-9200)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: Sáb. e dom.: 12h às 13h. Até 29/3&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: R$ 2 a R$ 6
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>01/03/2009 - Chef australiano cria sorvete de cerveja Guinness sem teor alcoólico</title>
<pubDate>01 Mar 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O chef australiano Greigor Caisley queria convencer seus clientes a apreciarem cerveja. O jeito que ele encontrou foi acrescentar a bebida amarga nos ingredientes de algumas receitas do cardápio do Drake&apos;s Bar &amp;amp; Deck, na zona oeste de São Paulo, como o filé mignon ao molho de cerveja e até um sorvete feito com Guiness.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O interessante é que o cliente não precisa se preocupar com o teste do bafômetro: durante a preparação dos alimentos o álcool contido na bebida é diluído.
&lt;/p&gt;

&lt;table class=&quot;fe175&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/videocast/images/09058229.jpg&quot; alt=&quot;Sorvete de cerveja&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Sorvete de cerveja do Drake&apos;s Bar &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Não fica teor alcoólico nenhum, porque é cozido e o álcool evapora. Eu já vi gente misturar sorvete de nata com Guinness, aí fica com álcool mesmo. O meu processo de fazer sorvete é de usar uma porção reduzida de cerveja Guinness, misturar com creme inglês e depois bater na máquina de sorvete&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/guiadafolhaonline/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do &lt;b&gt;Guia da Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/comida/2009/02/27/chef_australiano_cria_sorvete_de_cerveja_guinness.mp3&quot;&gt;Chef australiano cria sorvete de cerveja Guinness&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Uma das especialidades do espaço é o pão feito com bagaço da cerveja, que dá uma consistência peculiar à massa, segundo o proprietário do restaurante. &amp;quot;O bagaço é o que sobra do primeiro cozimento da cerveja. É a cevada que é cozida para fazer a fermentação da cerveja. Essa água de cozimento é coada e é o bagaço que a gente usa para fazer pão&amp;quot;, descreve.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ele, a cerveja como ingrediente culinário propicia maior variedade de utilização do que outra bebida muito apreciada: o vinho. &amp;quot;Tem várias receitas que levam cerveja no prato. Comecei a experimentar cerveja nos molhos, dá uma cremosidade e o sabor diferentes&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Caisley ressalta que as receitas são exclusivas, frutos de descobertas após incansáveis testes para obter o melhor resultado. &amp;quot;Quando abri o bar, eu nem conhecia cerveja direito. A maior parte das minhas experiências foi colocando estes itens no cardápio, acrescentando as cervejas e experimentando nos pratos. As receitas foram a base de experimentação, testando, errando e acertando&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Drake&apos;s Bar &amp;amp; Deck&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: r. Tucambira, 163 - Pinheiros, São Paulo, tel.: 0/xx/11 3812-4477&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: Das 12h às 2h, de ter. a sáb. Dom., das 12h à 0h (fechado às segundas).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do &lt;b&gt;Guia da Folha Online&lt;/b&gt;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/guiadafolhaonline/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>01/03/2009 - Exposição revela Carnaval sem passista, sambista ou baianas</title>
<pubDate>01 Mar 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Em 2006, um fotógrafo paulistano começou um ritual que se repetiria nos anos seguintes. Depois do Carnaval, ele se deslocava até um terreno próximo ao Sambódromo de São Paulo, na zona norte da cidade, onde eram guardados os carros alegóricos. Neste local, registrava o que havia restado dos desfiles: carcaças e partes das fantasias e adereços dos sambistas.
&lt;/p&gt;

&lt;table class=&quot;fd230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Alexandre Wittboldt&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u509728.shtml&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/videocast/images/09057225.jpg&quot; alt=&quot;Mostra &amp;quot;Quarta-feira Ingrata&amp;quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u509728.shtml&quot;&gt;Mostra &amp;quot;Quarta-feira Ingrata: uma crônica do Carnaval que passou&amp;quot;, no Sesc Vila Mariana&amp;quot;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;

&lt;p&gt;
Essas imagens resultaram na mostra de Alexandre Wittboldt &amp;quot;Quarta-feira ingrata: uma crônica do Carnaval que passou&amp;quot;, em cartaz no Sesc Vila Mariana. &amp;quot;Minha intenção é mostrar que o Carnaval tem toda uma euforia, uma coisa muito forte e, de repente, passa. Aquilo lá [os destroços], fica. É uma coisa meio descartável e vai se degradando&amp;quot;, relata.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/guiadafolhaonline/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do &lt;b&gt;Guia da Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2009/02/26/exposicao_mostra_o_que_resta_do_carnaval.mp3&quot;&gt;Exposição&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Personagens que se destacaram durante os desfiles, como passistas, baianas e sambistas não são retratados nas 15 fotografias expostas. &amp;quot;Quando eu tiro o elemento humano, eu tiro muita coisa do que é o Carnaval, diferente de se mostrar e fora do contexto dos quatro dias de loucura&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O fotógrafo diz que o objetivo da exposição é apresentar imagens do pós-Carnaval para provocar uma reflexão sobre o que os integrantes das agremiações sentem nesta época e sobre o que fica quando acaba este período. &amp;quot;Muito do que as pessoas veem do Carnaval fica na lembrança e no futuro, porque elas já estão pensando o que vão fazer no ano que vem e se esquecem do que passou&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Quarta-feira Ingrata&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Sesc Vila Mariana - Atrium (r. Pelotas, 141, Vila Mariana, São Paulo, tel.: 0/xx/11 5080-3000)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: Ter. a sex., das 9h às 21h30. Sáb., dom. e feriados, das 10h às 18h30. Até 22/03&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: Grátis
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do &lt;b&gt;Guia da Folha Online&lt;/b&gt;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/guiadafolhaonline/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>26/02/2009 - Web impulsiona novos humoristas na esteira do stand-up comedy</title>
<pubDate>26 Feb 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A comédia &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u490729.shtml&quot;&gt;stand-up&lt;/a&gt; caiu no gosto popular. Até mesmo quem não teve a oportunidade de assistir pessoalmente a alguma apresentação já conhece os principais comediantes do gênero no Brasil por meio de vídeos (muitas vezes amadores) disponibilizados na internet.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
No dia em que a &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt; esteve no Memphis Rock Bar, onde é apresentado às quintas-feiras o stand-up &amp;quot;Divina Comédia&amp;quot;, a maioria do público tentava obter o melhor &amp;quot;ângulo&amp;quot; para registrar em câmeras e em celulares trechos das apresentações.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Rogério Morgado, um dos integrantes do show cujo elenco é formado por Maurício Meirelles, Felipe Hamachi e Danilo Gentili, diz que a web ajudou a divulgar o formato, mas que o fato de o estilo ter se popularizado no país se deve também a uma nova geração dos humoristas.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/informatica/2009/02/26/videos_na_internet_popularizam_stand-up.mp3&quot;&gt;Rogério Morgado&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Estava tudo muito igual. Começaram a utilizar o nome de stand-up, porque era feito há muito tempo no Brasil pelo Jô Soares e pelo José Vasconcelos, mas não era usado esse nome. O Clube da Comédia que começou a usar. Quando as pessoas viram a renovação do humor, com a ajuda da internet para divulgar tudo isso, houve essa grande explosão&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A fórmula parece simples. O comediante sobe ao palco e conta piadas, sem ter que representar nenhum personagem e deixa de fora os recursos cenográficos. Mas fazer as pessoas acharem graça sobre situações que envolvem o seu próprio estilo de vida --nem sempre tão divertido quanto nas histórias-- não é tão simples assim. Morgado fala que para elaborar uma piada de três minutos precisa em média de três dias, ou seja, 24 horas para cada 60 segundos de texto.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ralamos bastante para conseguir extrair graça de alguns temas. Pensamos tudo de um jeito que não vá entregar a piada, porque a gente trabalha muito com a surpresa. Às vezes, você coloca uma palavra antes de outra e já perde a piada. Eu diria que é 70% transpiração e o resto é que vem de inspiração&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Mas por que é engraçado ouvir alguém falando do trânsito caótico de São Paulo, da incredulidade sobre o que é prometido em certas propagandas publicitárias, de fracassos em relacionamentos e da rotina no escritório? &amp;quot;A identificação é o fator que leva as pessoas a rirem bastante. Quando as pessoas riem a gente fala: acertei a piada. Rola uma identificação do que a pessoa enxerga no dia-a-dia, mas a gente consegue contar de uma maneira engraçada&amp;quot;, responde Morgado.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Poucas mulheres aderiram a este estilo de comédia, em que predomina a participação masculina. O humorista diz que a mulher ainda tem receio de se expor neste formato. &amp;quot;Nos Estados Unidos, tem muita mulher fazendo stand-up. Agora, aqui no Brasil, a maioria dos comediantes usa o autoflagelo, e falta a mulher perder um pouco o pudor para falar de si mesmo&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Divina Comédia&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Memphis Rock Bar (av. Dos Imarés, 295, Moema, São Paulo, tel.:0/xx/11 5542-9767 ou 5535-8890)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: Às 21h30. Todas as quintas-feiras por tempo indeterminado&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: R$ 20
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>16/12/2008 - Cigana Bar oferece consultas gratuitas de leitura de mãos</title>
<pubDate>16 Dec 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O Cigana Bar oferece no último mês do ano consultas gratuitas de leitura de mãos, realizadas às terças-feiras pelo quirólogo Marcello Meneses. O atendimento, feito entre 20h e 23h, dura aproximadamente 15 minutos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Meneses explica que a quirologia é o estudo das mãos. Segundo ele, a mão foi a primeira parte do corpo do homem codificada, em 1803, na Áustria, por um médico chamado Purking.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Por isso, quando tiramos a identidade deixamos as digitais, que é uma forma de diferenciar qualquer um de nós do restante da humanidade&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/guiadafolhaonline/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do &lt;b&gt;Guia da Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/12/15/cigana_bar_oferece_consulta_de_leitura_de_maos.mp3&quot;&gt;Cigana Bar oferece consulta de leitura de mãos&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O quirólogo conta que os proprietários do Cigana Bar se consultaram com ele, quando estavam planejando abrir o espaço. Assim que a casa inaugurou, em novembro de 2007, Meneses foi convidado para atender os clientes do bar durante as programações especiais do estabelecimento.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ele relata que na última semana chegou a ler as mãos de 24 clientes. Meneses diz que faz uma avaliação da constituição de pele, de osso, de temperatura, do tamanho dos dedos, do estilo das unhas e das digitais.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Eu atendo no mezanino. Eles sobem acompanhado pelo gerente do restaurante, e sempre chegam um pouquinho apreensivos, mas depois, quando eu começo a falar da essência, do potencial de cada um, eles mudam&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Cigana Bar (r. Coropés, 87, Pinheiros, São Paulo, tel: 0/xx/11 3816-3843)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: Dias 16/12 e 23/12, das 20h às 23h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: Grátis
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do &lt;b&gt;Guia da Folha Online&lt;/b&gt;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/guiadafolhaonline/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>12/12/2008 - Vencedora do Jabuti realiza oficina para crianças neste sábado</title>
<pubDate>12 Dec 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Renata Meirelles, vencedora do prêmio Jabuti 2008 na categoria Educação, Psicologia e Psicanálise, irá ministrar uma oficina baseada em seu livro &amp;quot;Giramundo e Outros Brinquedos e Brincadeiras dos Meninos do Brasil&amp;quot; (ed. Terceiro Nome). A atividade é dedicada às crianças e será realizada neste sábado na Livraria Sobrado.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Por meio de uma pesquisa, iniciada há mais de doze anos, a autora pôde descobrir quais brinquedos e brincadeiras estão presentes na vida de crianças de regiões diferentes do país.&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/guiadafolhaonline/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do &lt;b&gt;Guia da Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/12/12/vencedora_do_jabuti_realiza_oficina_para_criancas.mp3&quot;&gt;Renata Meirelles&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Na oficina, as crianças vão conhecer alguns brinquedos que eu selecionei para elas jogarem e construírem. Mas, mais do que levar um brinquedo para cara, a idéia e que elas entendam que existem crianças que não compram brinquedos. Elas têm a possibilidade de fazer da sua própria maneira&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A autora comenta que em suas viagens constatou que existe um brinquedo em comum entre meninos de diversas regiões do país: o pião. &amp;quot;Cada um do seu jeito, com os materiais disponíveis ao redor, eles têm a mesma vontade de ver um pião rodando na frente&amp;quot;, relata.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A escritora diz que na Amazônia, os meninos usam facões para entrar na mata e escolher a madeira ideal para fazer o seu pião. &amp;quot;Eles também precisam pegar uma língua de um peixe chamado pirarucu. Eles usam a língua para lixar o pião para que fique bem redondinho e consiga girar na mão deles.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a educadora, nas comunidades indígenas, o pião é feito com a semente do tucumã. &amp;quot;Ela é dura, mas os meninos fazem um furinho em cima e quando ele roda, canta e ele faz um zunido maravilhoso&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: 13/12, às 15h e às 17h.&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Livraria Sobrado (Av. Moema, 493, Moema, São Paulo, tel.: 0/xx/11 5052-3540)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: Grátis. É necessário confirmar a presença pelo telefone.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do &lt;b&gt;Guia da Folha Online&lt;/b&gt;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/guiadafolhaonline/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>06/12/2008 - Cantora Fortuna faz espetáculo infantil inspirado nos livros de Ruth Rocha</title>
<pubDate>06 Dec 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A cantora e compositora Fortuna desenvolveu o projeto &amp;quot;Na Casa da Ruth&amp;quot;, voltado para crianças. O show com as músicas do espetáculo --lançado em CD no último fim de semana-- segue com apresentações em unidades do Sesc.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A artista conta que fazia tempo que desejava realizar um trabalho para o público infantil com o compositor Hélio Ziskind, responsável pelas canções do programa &amp;quot;Cocoricó&amp;quot;, da TV Cultura.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/12/04/cantora_fortuna_faz_espetaculo_infantil_inspirado_nos_livros_de_ruth_rocha.mp3&quot;&gt;Cantora Fortuna faz espetáculo infantil inspirado nos livros de Ruth Rocha&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Fortuna diz que houve uma primeira tentativa de musicar textos de Cecília Meireles, mas não deu certo. Depois de ler um livro da escritora Ruth Rocha, a cantora procurou novamente Ziskind. Dessa vez, a tentativa funcionou.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Tanto o Hélio Ziskind como a Ruth Rocha e eu escolhemos o Naum [Alves de Sousa, diretor], que trouxe à tona esse espetáculo encantador. As crianças ficam absolutamente vidradas. É interessante ver a reação&amp;quot;, relata.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Fortuna comenta que a cenografia do espetáculo é inspirada nas ilustrações de Mariana Massarani feitas para o livro &amp;quot;Toda Criança do Mundo Mora no Meu Coração&amp;quot;, de Ruth Rocha (ed. Ática).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A compositora fala que participam do musical 24 crianças do Coral Cênico do Sesc Vila Mariana, sob direção e regência da maestrina Gisele Cruz. &amp;quot;Elas dão uma super vida ao espetáculo, que tem também canções tradicionais, como &apos;Trem Maluco&apos;, &apos;Alecrim&apos;, &apos;Caranguejo Não é Peixe&apos; e &apos;Borboletinha&apos;&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ela afirma que o retorno das crianças sobre seu trabalho é muito diferente do dos adultos, e que este mercado não está saturado. &amp;quot;Eu acho que posso trazer uma contribuição para esse universo. Eu continuo como o meu trabalho em torno da música do mundo e da música judaica, mas o que está me norteando para o futuro é esse universo da criança&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;&lt;b&gt;Na casa da Ruth&lt;/b&gt;&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Sesc Santos (r. Conselheiro Ribas 136, bairro Aparecida, Santos, tel.: 0/xx/13 3278-9857)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: 06/12, às 17h30&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: de R$ 5 a R$ 20
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Sesc Interlagos (av. Manuel Alves Soares 1100, Parque Colonial, tel.: 0/xx/11 5662-9500)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: 07/12, às 16h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: de R$ 5 a R$ 20
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Sesc Santo André (r. Tamarutaca 302, Vila Guiomar, Santo André, tel.: 0/xx/11 4469-1200)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: 20/12, às 20h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: de R$ 5 a R$ 20
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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