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<title>Folha Online - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Podcasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>17/04/2009 - Igor Gielow: Medidas são ofensa ao eleitor</title>
<pubDate>17 Apr 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
As Mesas Diretoras da Câmara e do Senado anunciaram nesta quinta-feira (16) uma série de medidas para regulamentar o uso da &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u551598.shtml&quot;&gt;cota de passagem aérea&lt;/a&gt; dos parlamentares. Para Igor Gielow, secretário de Redação da Sucursal de Brasília da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, essas &amp;quot;supostas ações moralizantes&amp;quot; são uma ofensa ao eleitor e ao contribuinte.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Primeiro, há uma ligação básica ridícula de que todos esses escândalos, que são divulgados agora, eram permitidos porque a regra era omissa. Então, você vai botar dinheiro no bolso só porque a regra dizia que você não devia fazer isso? As desculpas esfarrapadas são caso de cassação de mandato&amp;quot;, diz. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/brasil/2009/04/16/igor_gielow.mp3&quot;&gt;Igor Gielow&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O Congresso volta a fazer um desfavor para a democracia, segundo Gielow. &amp;quot;É um escárnio completo que só desmoraliza um dos poderes fundamentais. Essa gente não tem autoridade moral para ditar leis, enquanto não conseguir nem regular a si próprios. Para os otimistas, resta um consolo: ano que vem tem eleição&amp;quot;, conclui.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Igor Gielow? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>27/03/2009 - Igor Gielow: Lula erra o tom</title>
<pubDate>27 Mar 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Durante visita do premiê Gordon Brown a Brasília nesta quinta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na frente do britânico que a culpa da crise é dos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u540949.shtml&quot;&gt;&amp;quot;brancos de olhos azuis&amp;quot;&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para Igor Gielow, secretário de Redação da Sucursal de Brasília da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, a fala é um prenúncio do que está por vir na reunião do G20 (grupo que reúne representantes de países ricos e dos principais emergentes), no dia 2 de abril (quinta-feira), em Londres.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2009/03/26/igor_gielow.mp3&quot;&gt;Igor Gielow&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Gielow, Lula insistirá em jogar a &amp;quot;conta da crise global&amp;quot; na irresponsabilidade das sociedades capitalistas mais desenvolvidas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Há outro jeito de contar a mesma história, mas tampouco será uma coleção de grosserias ditas com tom de piada autocongratulatória que ajudarão o país a ser uma voz ouvida, justamente agora, no momento mais delicado da economia mundial, desde o anos 30 do século passado&amp;quot;, diz o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>20/03/2009 - Igor Gielow: Hipocrisia sem fim no Senado</title>
<pubDate>20 Mar 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A reação padrão às irregularidades no Senado que surgiram na recente onda de denúncias revela um pouco como funciona a política no Brasil, diz Igor Gielow, secretário de Redação da Sucursal de Brasília da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A cada revelação, um responsável se diz surpreso, diz que vai devolver o dinheiro ou que vai resolver a picaretagem desse jeito ou daquele outro. Isso é uma hipocrisia sem fim&amp;quot;, declara Gielow. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/brasil/2009/03/19/igor_gielow.mp3&quot;&gt;Igor Gielow&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O presidente do Senado, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u536951.shtml&quot;&gt;José Sarney&lt;/a&gt;, anunciou nesta quarta-feira (18) a redução pela metade do número de diretores da Casa, atualmente 136 --são quase dois diretores para cada um dos 81 senadores. Ficariam 68 diretorias. Alguns diretores chegam a receber salários de R$ 18 mil, além de gratificações de R$ 2.000 pelos cargos de chefia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Reportagem da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; também mostrou que mais de 3.000 funcionários da Casa receberam horas extras durante o recesso parlamentar de janeiro. O Ministério Público Federal cobrou explicações da Casa sobre o pagamento das horas extras trabalhadas no recesso.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ainda vai aparecer muita coisa e a Câmara dos Deputados que se prepare, porque tem todo motivo do mundo para ficar no silêncio temeroso de agora. Enfim, resta saber se algo realmente vai acontecer, do ponto de vista moralizador, ou se será apenas mais uma questão de tempo para tudo voltar a ser como antes apenas com novos personagens&amp;quot;, conclui Gielow.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>01/02/2009 - Igor Gielow: PMDB é favorito no Congresso, mas há riscos</title>
<pubDate>01 Feb 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Na segunda-feira (2), será realizada a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/eleicoesnocongresso/&quot;&gt;eleição&lt;/a&gt; para presidente e cargos dirigentes das duas Casas do Congresso Nacional. O PMDB, que não vence desde a década de 90, caminha para ser o partido dominante. Porém, há algumas pedras no caminho.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Acompanhe análise de Igor Gielow, secretário de Redação da Sucursal de Brasília da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/brasil/2009/01/31/pmdb_e_favorito_no_congresso_mas_ha_riscos.mp3&quot;&gt;PMDB é favorito no Congresso mas há riscos&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/eleicoesnocongresso/&quot;&gt;Leia cobertura completa sobre eleições no Congresso&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u490436.shtml&quot;&gt;Saiba quem são os candidatos às presidências da Câmara e do Senado&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista explica que, na Câmara, o deputado Michel Temer (PMDB-SP) enfrenta o risco de ir para um segundo turno, especialmente se o seu companheiro de partido José Sarney (PMDB-AP) ganhar a disputa no Senado.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Pode, então, haver traições entre aqueles que declaram apoio a Temer, e o fantasma da repetição da eleição do azarão Severino Cavalcanti ronda na pessoa agora do deputado Ciro Nogueira (PP-PI)&amp;quot;&amp;quot;, diz Gielow.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
No Senado, o risco para Sarney é que a divisão do PSDB, insatisfeito com a divisão de cargos proposta pelo peemedebista, acabe contaminando seu favoritismo, de acordo com o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;De todo modo, esses são os cenários de exceção. A tendência é que os presidentes das duas Casas do Congresso sejam do PMDB&amp;quot;, conclui Gielow.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Eleições&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As presidências da Câmara e do Senado Federal são os cargos mais cobiçados pelos parlamentares. Além da garantia de exposição na mídia --que pode facilitar futuras campanhas--, os ocupantes dos dois cargos têm poder e influência sobre a pauta de votação dos projetos que tramitam no Congresso.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O presidente da Câmara é o terceiro na linha de sucessão, atrás do presidente e do vice. O presidente do Senado é o quarto dessa lista. Além da possibilidade de ocuparem interinamente a Presidência da República, os dois têm direito a algumas regalias, como residência oficial.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Igor Gielow? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>14/01/2009 - Igor Gielow: Refúgio a Battisti é político</title>
<pubDate>14 Jan 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A decisão do governo brasileiro de considerar &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u133124.shtml&quot;&gt;Cesare Battisti&lt;/a&gt;, 52, um refugiado político está provocando uma série de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u489961.shtml&quot;&gt;protestos na Itália&lt;/a&gt;. O ministro &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u489941.shtml&quot;&gt;Tarso Genro&lt;/a&gt; (Justiça) justificou nesta quarta-feira que não houve influência política em sua decisão.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Igor Gielow, secretário de Redação da Sucursal de Brasília da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, a decisão do governo brasileiro tomada pelo ministro contrariou pareceres técnicos da Procuradoria Geral da República e do &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u472923.shtml&quot;&gt;Conare&lt;/a&gt; (Comitê Nacional para Refugiados). &amp;quot;Logo, é uma decisão política, por mais que ele negue&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/brasil/2009/01/14/asilo_a_battisti_e_politico.mp3&quot;&gt;Asilo a Battisti é político&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Gielow relembra o episódio dos boxeadores cubanos que desertaram durante os Jogos Pan-Americanos, realizados em junho de 2008, no Rio de Janeiro.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O ministro Tarso Genro os mandou de volta rapidinho. Bastou só um pedido da ditadura de lá. Já a Itália, que deixou de ser uma ditadura na segunda Guerra Mundial, tem lá na opinião de Tarso um sistema judicial persecutório. Talvez seja melhor sugerir o nome do notório jurista internacional Tarso Genro para a Suprema Corte Italiana. Muitos teriam a ganhar, eu posso apostar, a começar pelos brasileiros&amp;quot;, declara Gielow.
&lt;/p&gt;

&lt;table class=&quot;fd220&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;18.dez.08/Folha Imagem&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/brasil/images/0900839.jpg&quot; alt=&quot;&amp;quot;Se pesasse o meu passado político eu não daria o refúgio&amp;quot;, diz ministro Tarso Genro&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&amp;quot;Se pesasse o meu passado político eu não daria o refúgio&amp;quot;, diz ministro Tarso Genro&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Defesa&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ex-militante de um grupo chamado PAC (Proletários Armados para o Comunismo), Battisti foi condenado à prisão perpétua na Itália --em 1978 e 1979-- como autor ou coautor de quatro homicídios. Ele nega que tenha cometido os assassinatos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ao conceder o refúgio a Battisti, o ministro aceitou o argumento de defesa do italiano. Ele alega que não pôde exercer em sua plenitude o direito de defesa. &amp;quot;Um dos fundamentos muito próximos do deferimento do refúgio político é de que se o condenado teve direito a defesa. O Estado italiano alega que sim. Na avaliação que nós fizemos do processo, ele não teve direito a ampla defesa&amp;quot;, afirma Tarso.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Reação&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Após a concessão do refúgio a Battisti, o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u489865.shtml&quot;&gt;governo italiano&lt;/a&gt; tenta reverter a decisão de Tarso. Nesta quarta-feira, o Ministério de Relações Exteriores da Itália divulgou nota informando ter sido surpreendido com a decisão brasileira e pede que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva &amp;quot;reconsidere&amp;quot; a deliberação de Tarso.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Tarso afirma que avisou Lula a respeito da decisão que iria tomar. Segundo ele, Lula não entrou no mérito da questão, delegando a ele todas as responsabilidades sobre a decisão ministerial.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>17/12/2008 - Igor Gielow: Brasil embarca no antiamericanismo</title>
<pubDate>17 Dec 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
É inacreditável que, passado seis anos do governo &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u480027.shtml&quot;&gt;Lula&lt;/a&gt;, o Itamaraty ainda embarque na &amp;quot;canoa furada&amp;quot; do antiamericanismo como desculpa para os problemas do Brasil e de seus vizinhos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A avaliação é de Igor Gielow, secretário de Redação da Sucursal de Brasília da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. Segundo ele, o tom de indignação adotado pelo Brasil na &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u479164.shtml&quot;&gt;reunião&lt;/a&gt; de chefes de Estado realizada na Bahia, ao que o chanceler &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u479870.shtml&quot;&gt;Celso Amorim&lt;/a&gt; chamou de poderes externos na América Latina, seria apenas folclórico se não tivesse suas conseqüências.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/brasil/2008/12/16/brasil_embarca_no_antiamericanismo.mp3&quot;&gt;Brasil embarca no anti-americanismo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ora, é lógico que temos todos os motivos para desconfiar de grandes potências e há um histórico de envolvimento delas por essas terras. Mas, tratar isso como uma cláusula pétrea, ainda mais em um momento em que os Estados Unidos em tese terão a chance de mudar o jeito com que se relacionam com o mundo, me parece mais um jeito de tentar jogar para debaixo do tapete as próprias deficiências do que exercícios de diplomacia moderna&amp;quot;, diz Gielow.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para o jornalista, o discurso de Celso Amorim transparece como um modelo diplomático da &amp;quot;era Geisel&amp;quot;, quando o Brasil precisava mostrar que era uma potência.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O Brasil é importante, amadureceu, ganhou peso em algumas discussões mundiais, mas não é a potência rebelde que vai liderar os bugres contra os conquistadores malvados&amp;quot;, conclui Gielow.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Igor Gielow? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>18/11/2008 - Mulher que pratica aborto deve ser presa?; ouça Igor Gielow</title>
<pubDate>18 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga cerca de 1.250 mulheres suspeitas de praticar aborto em uma clínica em Campo Grande (MS), que funcionava há mais de 20 anos. De julho até o início deste mês, 150 já foram indiciadas, 37 foram julgadas e 26 condenadas a penas alternativas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Igor Gielow, secretário de Redação da Sucursal de Brasília da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, não há nenhum argumento legalista que responda a pergunta: &amp;quot;Uma mulher deve ser presa por praticar o aborto?&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/11/18/igor_gielow_questiona_se_mulheres_que_praticam_o_aborto_devem_ser_presas.mp3&quot;&gt;Mulher que pratica aborto deve ser presa?&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;É o que manda a lei. Eu não concordo. Acho que o direito da mulher se sobrepõe ao dos fetos, embora naturalmente isso seja objeto de uma longa discussão ética com bons argumentos de lado a lado. Que se discuta isso então&amp;quot;, diz Gielow. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com ele, a legalização do aborto teria de vir com uma estrutura de acompanhamento das pacientes, por exemplo, aconselhamento e apoio psicológico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Estamos longe de tudo isso. Nem acho que a descriminalização seja uma solução fácil, mas fechar os olhos para o fato de que os abortos irão continuar a serem feitos é estúpido. Agora, prender mulheres? O que mais falta? Queimá-las em praça pública? Jogá-las aos jacarés do Pantanal?&amp;quot;, questiona o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>03/11/2008 - Fusão inicia reorganização do sistema financeiro; ouça Igor Gielow</title>
<pubDate>03 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O anúncio da &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u463386.shtml&quot;&gt;fusão&lt;/a&gt; do Itaú com o Unibanco, além de criar o maior banco do Brasil, deu largada à temporada de reorganização do sistema financeiro do país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Igor Gielow, secretário de Redação da Sucursal de Brasília da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/11/03/igor_gielow-fusao_inicia_reorganizacao_sistema.mp3&quot;&gt;Igor Gielow&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nos últimos anos, Bradesco e Itaú vinham ganhando espaço na competição interna. Segundo Gielow, a MP (medida provisória) que deu poder ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal para comprar controle de instituições financeiras deve gerar um movimento de competição mais agressivo no mercado.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Fica claro, como já havia sido dito pelo presidente do Banco do Brasil [Antonio Francisco Lima Neto], que a MP antecipava esse movimento de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u463448.shtml&quot;&gt;fusões&lt;/a&gt; bancárias e visava favorecer os bancos públicos&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para o jornalista, o que resta agora é saber quem será, além dos bancos cuja venda já está na praça há algum tempo, o &amp;quot;próximo da fila&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Fusão&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A Itaúsa --empresa de participações do grupo Itaú-- e o Unibanco anunciaram nesta segunda-feira que irão fundir suas operações financeiras. Em comunicado, as instituições informaram que a fusão é resultado de 15 meses de negociação e de &amp;quot;uma forte identidade de valores e visão convergente de futuro&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para ser concretizada, a fusão ainda terá que ser aprovada pelo Banco Central e por órgãos reguladores como a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O Unibanco e o Itaú informaram que &amp;quot;nada muda operacionalmente neste momento para os clientes e que todos continuarão a utilizar normalmente os diferentes canais de atendimento, cheques, cartões e demais produtos e serviços.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Igor Gielow? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/11/03/igor_gielow-fusao_inicia_reorganizacao_sistema.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>23/10/2008 - Governo pode ter criado caixa-preta; ouça Igor Gielow</title>
<pubDate>23 Oct 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira uma &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u458866.shtml&quot;&gt;MP (medida provisória)&lt;/a&gt; que autoriza os bancos públicos brasileiros, a Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, a adquirirem participações em instituições financeiras no pais sem passar por um processo de licitação.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Igor Gielow, secretário de Redação da Sucursal de Brasília da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, diz que a MP, editada pelo governo, traz várias notícias intrigantes. &amp;quot;No que toca aos bancos, se o ministro Guido Mantega (Fazenda) diz que não há bancos quebrando, por que o dinheiro público está sendo utilizado?&amp;quot;, questiona.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/10/22/igor_gielow-governo_pode_ter_criado_caixa_preta.mp3&quot;&gt;Igor Gielow&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Gielow afirma que o mais preocupante é a criação da Caixa Participações, que permitirá a este banco estatal entrar, praticamente, em qualquer negócio.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ora, se o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] já pode fazer isso, por que precisamos de uma nova empresa? Tudo indica que é, na verdade, uma nova forma de salvar as operações imobiliárias da Caixa, já que as construtoras parecem estar em dificuldades e a Caixa é a maior financiadora do mercado de imóveis no Brasil&amp;quot;, analisa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u454749.shtml&quot;&gt;Ouça as opiniões dos especialistas sobre a crise financeira&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u455981.shtml&quot;&gt;Entenda como a crise dos EUA afeta o Brasil&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u455919.shtml&quot;&gt;Veja as medidas já anunciadas no Brasil para combater a crise&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o jornalista, o problema é que nada será feito de maneira transparente. &amp;quot;No criticado Proer --programa de socorro a instituições financeiras realizado em 1995-- havia regras bem claras sobre a utilização dos recursos e da gestão. O caso da Caixa é mais grave, porque, ao contrário do Banco do Brasil, ela é um banco totalmente estatal. Logo, não deve explicações aos acionistas&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Gielow acredita que a Caixa Participações pode virar uma grande caixa-preta, cujo conteúdo só será conhecido caso aconteça alguma desgraça ou quando o governo mudar de mãos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Igor Gielow? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>17/10/2008 - Paulinho da Força deve explicações sobre confronto em SP; ouça Igor Gielow</title>
<pubDate>17 Oct 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O deputado federal Paulo Pereira da Silva, o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u456450.shtml&quot;&gt;Paulinho da Força&lt;/a&gt; (PDT), deve algumas explicações a população de São Paulo que assistiu as suas polícias entrarem em &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u457107.shtml&quot;&gt;guerra&lt;/a&gt;. Sua posição de incitação ao movimento, que terminou com o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u456991.shtml&quot;&gt;confronto&lt;/a&gt; entre policiais civis e PMs na tarde desta quinta-feira em frente ao Palácio dos Bandeirantes, é inadmissível para alguém que foi eleito pelo povo. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u457107.shtml&quot;&gt;Veja vídeo.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Igor Gielow, secretário de Redação da Sucursal de Brasília da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/brasil/2008/10/17/igor-gielow-paulinho_deve_explicacoes_sobre_confronto_policiais.mp3&quot;&gt;Igor Gielow&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Uma coisa é apoiar o movimento, que pode ou não ter reivindicações justas. Outra é estimular que polícias em greve, algo que na minha opinião é inconcebível por definição, façam um protesto em local que, sabe-se, haverá confronto&amp;quot;, diz Gielow.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o jornalista, Paulinho pode até alegar que não mandou ninguém ir armado ao protesto. &amp;quot;Pode ser, mas vamos aos fatos. Toda greve é detida em frente ao Palácio dos Bandeirantes pela PM (Polícia Militar), isso é notório. Policiais civis andam armados, estando em greve ou não. Não é preciso ser então exatamente um gênio para deduzir.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Gielow afirma que não se refere à &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u457150.shtml&quot;&gt;motivação eleitoral&lt;/a&gt; ou não, mas das responsabilidades de um representante eleito pelos cidadãos. &amp;quot;O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados poderia sair da sua tradicional letargia e chamar Paulinho para uma conversa&amp;quot;, declara o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Os policiais civis de São Paulo mantêm nesta sexta-feira a greve iniciada no dia 16 do mês passado. Ontem, ao menos ao menos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u457005.shtml&quot;&gt;29 pessoas ficaram feridas&lt;/a&gt; no confronto.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>25/09/2008 - Banco Central admite que a crise chegou ao país; Igor Gielow</title>
<pubDate>25 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
As &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u448278.shtml&quot;&gt;medidas&lt;/a&gt; anunciadas pelo BC (Banco Central), para aumentar a liquidez disponível para as instituições bancárias do país, são o primeiro sinal claro de que, enfim, o Brasil sentiu que há uma crise descomunal acontecendo no mundo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Igor Gielow, secretário de Redação da Sucursal de Brasília da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/09/24/igor_gielow-banco_central_admite_crise.mp3&quot;&gt;Igor Gielow&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Gielow explica que as empresas precisam de empréstimos para manter o seu investimento produtivo e o bom ritmo de crescimento da economia. &amp;quot;Se o crédito lá fora, onde muitas delas [empresas] se financiam, acaba, resta buscar dinheiro no mercado interno.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista diz que é neste momento que entra o BC, reduzindo as exigências que faz dos bancos brasileiros, para evitar que circule muito &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u448413.shtml&quot;&gt;dinheiro na economia&lt;/a&gt;, o que gera risco de inflação. &amp;quot;Com isso, os bancos têm mais para emprestar aqui dentro do Brasil&amp;quot;, diz Gielow.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ele afirma que o governo prepara medidas para que o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u448273.shtml&quot;&gt;BNDES&lt;/a&gt; (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) também possa financiar as empresas brasileiras. &amp;quot;A crise, a despeito de todas aquelas platitudes que o presidente Lula gosta de falar em seus discursos, está aqui para ficar&amp;quot;, conclui Gielow.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Igor Gielow? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>16/09/2008 - Crise evidencia influência de Chávez; ouça Igor Gielow</title>
<pubDate>16 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Um aspecto da crise boliviana que deve preocupar o Brasil é a confirmação do status de Evo Morales como um chefe de Estado subserviente a outro, no caso, o caudilho da Venezuela, Hugo Chávez.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Igor Gielow, secretário de Redação da Sucursal de Brasília da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/09/15/igor_gielow-crise_evidencia_influencia_chavez.mp3&quot;&gt;Igor Gielow&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Gielow diz que é impressionante a retórica de Chávez, que ordena, passa recados contra os militares bolivianos e defende com ameaças de intervenção militar a legitimidade do governo de Morales.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Se o presidente da Bolívia tem um governo legítimo, não o é por causa de Chávez, mas pode deixar de ser, especialmente se houver uma cisão militar no país por conta do alinhamento do seu presidente com o seu colega mais ao norte&amp;quot;, explica o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ele, independentemente do resultado das negociações para tentar acabar com a crise atual, está claro que os limites da &amp;quot;tal revolução bolivariana de Hugo Chávez&amp;quot; são elásticos e podem ter efeitos bem nefastos em seus vizinhos mais fracos. &amp;quot;É aí que o Brasil precisa se preocupar&amp;quot;, conclui Gielow.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>03/09/2008 - Descobrir quem fez o grampo é prioridade; ouça Igor Gielow</title>
<pubDate>03 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Devido à atuação de arapongas, ou suposta atuação, novamente o governo se vê enrolado, pois ninguém sabe ao certo quem grampeou a conversa entre o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Igor Gielow, secretário de Redação da Sucursal de Brasília da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/brasil/2008/09/02/igor_gielow-caso_do_grampo.mp3&quot;&gt;Igor Gielow&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Dessa vez, a coisa foi feia. Gilmar Mendes, com todo o Judiciário atrás de si e com o apoio do Senado, foi até o presidente Lula e praticamente exigiu a saída de toda a cúpula da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), que substituiu o antigo SNI na gestão, por assim dizer, dos arapongas oficiais do Brasil&amp;quot;, explica Gielow.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista diz que Lula aceitou a proposta com a ressalva de que se nada for provado, em tese, os afastados voltam aos seus cargos. &amp;quot;A questão primordial da crise, agora, é exatamente outra: descobrir quem foi e de quem é a digital do grampo que atingiu o Senado e o Supremo Tribunal Federal&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Gielow, a partir daí, será possível tirar um pouco da cortina de fumaça que encobre essa confusão e ver a extensão mais precisa da &amp;quot;arapongagem&amp;quot; no país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>18/08/2008 - Musharraf sai, mas instabilidade fica; ouça ex-correspondente</title>
<pubDate>18 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A queda do presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, era esperada desde que seu partido foi derrotado nas eleições parlamentares no início deste ano. O fato de o ditador renunciar antes de sofrer um certo processo de impeachment talvez garanta um pouco menos de turbulência em um país islâmico equipado com a bomba atômica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Igor Gielow, secretário de Redação da Sucursal de Brasília da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/08/18/igor_gielow-risco_instabilidade_paquistao.mp3&quot;&gt;Igor Gielow&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O que não quer dizer muito, já que há tantos problemas para resolver que a tradicional convulsão política paquistanesa deverá continuar&amp;quot;, afirma o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Gielow, agora é o momento do principal patrocinador de Musharraf, os EUA, tomarem uma decisão sobre qual tipo de política irão aplicar ao país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o jornalista, além da bomba atômica, que por ora está segura e sob o controle dos militares, o Paquistão é um celeiro de radicais fundamentalistas que não vem sendo reprimido pelo atual governo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Só que como haverá mudança de comando em Washington no ano que vem, teremos alguns meses de perigoso vácuo nesse relacionamento. O risco de instabilidade é maior do que nunca&amp;quot;, declara Gielow.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>15/08/2008 - Vitória de Moscou esconde riscos; ouça Igor Gielow</title>
<pubDate>15 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A Rússia saiu vitoriosa da crise no Cáucaso, mas não contra a fraca Geórgia. A verdadeira vitória de Moscou é contra o Ocidente e ela embute tantas más notícias para os EUA e a Europa, quanto para a própria Rússia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Igor Gielow, secretário de Redação da Sucursal de Brasília da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/igorgielow/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/08/14/igor_gielow-vitoria_de_moscou_esconde_riscos.mp3&quot;&gt;Igor Gielow&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Agora, o Ocidente sabe que não pode mais se aproximar daquilo que a Rússia considera seu interesse geopolítico de forma impune, como fazia nos anos após o fim da União Soviética.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o jornalista, o recado é claro. Se a minúscula Geórgia não pode ser assediada, imagine países maiores, como a Ucrânia. Gielow diz que para Moscou o risco também é grande.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Primeiro, um maior isolamento internacional pode não significar uma nova Guerra Fria, mas, claramente, transformou o mundo em um lugar bem mais tensionado do que estava; segundo, o crescente autoritarismo do Estado Russo só fará recrudescer com um governo confiante no seu poderio, e isso não é boa notícia pra ninguém&amp;quot;, explica o ex-correspondente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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