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<title>Folha Online - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Podcasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>04/07/2008 - Personagens mestiços homenageiam imigração japonesa; ouça Mauricio de Sousa</title>
<pubDate>04 Jul 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
As mascotes oficiais do &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa/&quot;&gt;centenário da Imigração japonesa&lt;/a&gt; no Brasil, Keika e Tikara, podem ser vistos a partir deste sábado (5), no Parque da Mônica, em São Paulo.
&lt;/p&gt;

&lt;table class=&quot;fe230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/videocast/images/08186115.jpg&quot; alt=&quot;Tikara e Keika são os mascotes de Maurício de Sousa para o centenário da imigração japonesa&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Tikara e Keika são os mascotes de Maurício de Sousa para o centenário da imigração japonesa&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;

&lt;p&gt;
O desenhista Mauricio de Sousa foi o responsável pela criação dos personagens. Ele diz que sente um &amp;quot;pouco japonês&amp;quot;, por ser casado com a nissei Alice Takeda e ter três filhos mestiços. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/07/04/mauricio_sousa-mascotes_do_centenario_da_imigracao_japonesa.mp3&quot;&gt;Mauricio de Sousa&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o empresário, Keika e Tikara passaram a integrar as histórias dos gibis abordando informações sobre a cultura japonesa e provavelmente serão apresentados nos desenho animados da Tuma da Mônica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As mascotes encenam o espetáculo &amp;quot;Japão, País Irmão&amp;quot;, que fala do encontro das culturas japonesa e brasileira. &amp;quot;Uma história bonitinha falando da imigração, cheio de músicas, muito bem compostas, escolhidas e bem cantadas para alegrar a criançada toda&amp;quot;, declara o desenhista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Mauricio de Sousa anuncia, neste podcast, que, a partir de agosto, personagens clássicos de seus desenhos terão nova roupagem e surgirão em forma de mangá.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Parque da Mônica - Shopping Eldorado (Avenida Rebouças, 3.970 - Pinheiros)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: De seg. a sex. às 14h30 e aos sáb. e dom. às 14h30 e às 18h10. Até outubro.&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: R$ 39 para crianças de 2 a 10 anos e R$ 27 para crianças com mais de 11 anos e adultos. Pessoas com 60 a 64 anos têm desconto de 50% no preço para adultos. Crianças com menos de 2 anos e idosos com mais de 65 não pagam.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre o centenário da imigração japonesa? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>01/07/2008 - Japão na visão dos brasileiros é foco de debate; ouça professor</title>
<pubDate>01 Jul 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
&amp;quot;Vários Japões&amp;quot; encerra nesta quarta-feira (2) o ciclo de debates &amp;quot;Meu Japão Brasileiro&amp;quot;, que a Caixa Cultural promove desde fevereiro para discutir a cultura oriental no Brasil. O evento faz parte das comemorações do &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Almir Almas, professor doutor da ECA/USP, é o convidado da noite. &amp;quot;Eu trabalho com a cultura japonesa há muito tempo. Pesquiso, sobretudo, cinema, vídeoarte e tenho um trabalho de recriação de poesia japonesa com arte eletrônica&amp;quot;, conta Almas. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/06/30/almir_almas-japao_sob_olhar_brasileiro.mp3&quot;&gt;Almir Almas&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
No evento, ele vai abordar a visão que os brasileiros têm em relação ao Japão. &amp;quot;Cada um tem sua particularidade a partir da visão do estrangeiro. Mesmo o nissei, aqui no Brasil, tem uma visão diferente de quem mora e de quem é japonês e vive no Japão.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O professor mostrará ainda um vídeo produzido para o programa &amp;quot;Metrópolis&amp;quot;, da TV Cultura. &amp;quot;É uma releitura, uma brincadeira com o filme chamado &apos;Meu Japão Brasileiro&apos;, de Mazzaropi.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando:&lt;/b&gt; Quarta-feira, 2 de julho, das 19h às 21h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde:&lt;/b&gt; Caixa Cultural - pça. da Sé, 111, Centro, São Paulo, tel. 00/xx/11/ 3321-4400&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; grátis
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre o centenário da imigração japonesa? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>20/06/2008 - Chocolates ganham sabores especiais com saquê, gengibre e gergelim</title>
<pubDate>20 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Saquê, gengibre e gergelim combinados com chocolate ganham um sabor diferenciado. Intitulada Kaiseki, a &lt;a href=&quot;http://www.chocolatdujour.com.br/lojadujour/default.asp&quot;&gt;Chocolat du Jour&lt;/a&gt; lançou uma coleção especial em comemoração ao &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Patricia Landmann, responsável pelo marketing da empresa, conta que a idéia foi inspirada após uma visita da proprietária da loja, Claudia Landmann, ao Japão.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/06/06/patricia_landamann-chocolates_inspirados_cultura_japonesa.mp3&quot;&gt;Patricia Landmann&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Os sabores também são feitos com ingredientes da culinária japonesa. É uma verdadeira viagem gastronômica&amp;quot;, diz ela.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Patricia Landmann, algumas embalagens apresentam decorações feitas com origamis e papel washi.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As lojas também foram ambientadas com música e iluminação tradicionais, retratando o clima da cidade de Kyoto. &amp;quot;É uma experiência sensorial mesmo&amp;quot;, conta Landmann.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre o centenário da imigração japonesa? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>20/06/2008 - Exposição traz karaokê com músicas brasileiras traduzidas em japonês</title>
<pubDate>20 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Com cabines temáticas interativas, a exposição &amp;quot;Japão Daqui&amp;quot; apresenta o reflexo da cultura do Japão no comportamento brasileiro, desde a chegada dos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa&quot;&gt;imigrantes japoneses&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O designer Marcello Dantas, um dos curadores do evento, ao lado de Hélio Hara, diz que o tema surgiu com o objetivo de divulgar o resultado da junção das duas culturas, e não o que o Japão trouxe para o Brasil. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/06/11/marcello_dantas-exposicao_karaoke.mp3&quot;&gt;Marcello Dantas&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Dantas, a &amp;quot;cabeça&amp;quot; da exposição está no Museu da Língua Portuguesa, que oferece cilindros onde o público pode visualizar as diferentes influências da cultura japonesa. O espaço tem um karaokê de músicas brasileiras traduzidas em japonês e o visitante também pode escrever palavras em português e vê-las na grafia japonesa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o curador, na estação Clínicas do metrô é apresentada uma cronologia da saga dos 100 anos da imigração japonesa. &amp;quot;Na estação Sé, a gente fez uma coisa diferente: um labirinto de portas que você vai passando e vai sendo questionado sobre o que sabe ou não a respeito do Japão. Quando você vira a porta, ela oferece a resposta certa&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O designer conta que a exposição é uma iniciativa de mostrar o Japão que floresceu no Brasil. &amp;quot;É um lugar longe, de uma cultura e língua muito diferente, mas de alguma forma deixou um traço e um vínculo muito forte pra gente&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Onde:&lt;/b&gt; Museu da Língua Portuguesa (pça da Luz, s/ nº, Bom Retiro, região central, tel.: 00/xx/11 3326-0775)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando:&lt;/b&gt; Até 29/06. Ter a dom.: 10h às 17h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; Entrada gratuita
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>03/06/2008 - Mostra traz reflexão sobre rituais do cotidiano japonês no Brasil</title>
<pubDate>03 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Começa hoje a exposição &amp;quot;Ilhas &amp;amp; Outros Habitats&amp;quot; na Galeria Deco. O evento faz parte das comemorações do &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Marcio Shimabukuro, artista plástico, conhecido como Shima, apresenta dez performances e desenhos itinerantes. &amp;quot;Eu trago uma reflexão sobre rituais do cotidiano dentro do universo no qual estou inserido.&amp;quot; &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/06/03/marcio_shimabukuro-exposicao_em_sp.mp3&quot;&gt;Marcio Shimabukuro&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Shimabukuro, na mostra são abordadas as influências que os seus pais trouxeram de Okinawa, no Japão, em 1958, para cotidiano brasileiro. &amp;quot;A minha formação, a minha vida, a minha infância foi marcada por essas duas culturas&amp;quot;, conta o artista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A performance foi desenvolvida durante três anos. Shimabukuro já se apresentou na Argentina, Alemanha, Holanda; no Brasil, em Recife, Goiânia, Curitiba e em São Paulo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde:&lt;/b&gt; Galeria Deco (rua dos Franceses, 153 - Bela Vista)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando:&lt;/b&gt; Terça, das 19h às 21h; quarta, quinta e sexta, das 10h às 20h; sábado e domingo, das 10h às 18h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; Entrada gratuita
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>29/05/2008 - &quot;Vinda para Brasil foi oportunidade para voltar a ser feliz&quot;; ouça escritor</title>
<pubDate>29 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A cantora japonesa Mariko Nakahira fez uma canção em homenagem ao &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt;. A música participou do concurso brasileiro que escolheu a canção oficial das comemorações e ficou em segundo lugar.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do arquiteto e escritor Silvio Sano, 57, que fez uma versão em português da música chamada &amp;quot;Pra Voltar a Ser Feliz&amp;quot;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/05/29/silvio_sano-brasileiro_adapta_musica_centenario_imigracao.mp3&quot;&gt;Silvio Sano&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sano, filho de imigrantes japoneses e autor de cinco livros, usou a melodia para abordar o momento em que os japoneses tiveram que deixar o seu país em busca de oportunidades em terras brasileiras.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Eu sei que eles vieram justamente porque viviam em uma pobreza extrema no Japão. A vida estava muito difícil lá. Considerei que a vinda para o Brasil foi uma nova oportunidade para voltar a ser feliz&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O escritor diz que a cantora Mariko Nakahira autorizou a adaptação da letra e também a interpretação do cantor Nobuhiro Hirata, campeão do Concurso Brasileiro da Canção Japonesa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sano conta que a cantora japonesa e o cantor brasileiro irão se apresentar em um show beneficente neste sábado (31), no auditório do Bunkyo de São Paulo. O evento também contará com a participação do balé Yuba e do grupo de taikô Yukyo Gumi.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: Sábado, 31 de maio, a partir das 15h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Auditório do Bunkyo - Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa- (r. São Joaquim, 381, Liberdade - São Paulo ( tel. 00/xx/11/ 3277-8433)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: R$ 10
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>27/05/2008 - Fascínio pela &quot;pequena Japão&quot; é retratado em exposição</title>
<pubDate>27 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O MCB (Museu da Casa Brasileira), entre os dias 28 de maio e 6 de julho, abre a exposição &amp;quot;Viagem à Liberdade: em busca da alma japonesa de um bairro&amp;quot;, em comemoração ao &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt;. Um livro homônimo será lançando nesta terça-feira (27), também no MCB.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Marcio Scavone, fotógrafo, idealizador do projeto e autor da obra, diz que o nome da exposição foi inspirado tanto no significado da palavra &amp;quot;liberdade&amp;quot; como no nome do bairro de São Paulo onde se concentra uma grande camada da comunidade japonesa no Brasil. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/05/26/marcio_scavone-fascinio_pela_pequena_japao.mp3&quot;&gt;Marcio Scavone&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Eu como fotógrafo gosto de contar histórias. Faço muitos retratos de pessoas ou ensaios, porque o ensaio nada mais é do que o retrato de uma coisa ou de uma situação. Eu gosto de pensar que eu fiz um retrato do bairro, passando pelas coisas, pelas pessoas&amp;quot;, conta Scavone.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o fotógrafo, o que o levou a realizar esse ensaio foi o fascínio desta &amp;quot;pequena Japão&amp;quot; dentro da cidade. Para Scavone, a Liberdade não é um local que reúne somente imigrantes japoneses, mas sim outros povos de origem asiática, como os coreanos e os chineses. &amp;quot;Eu sinto que esse bairro vai se diluindo, vai desaparecendo dentro das etnias ou do próprio oriente.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Scavone diz que ficou aproximadamente um ano fotografando. Os registros foram feitos na forma horizontal. &amp;quot;Eu tenho a impressão que quando o fotógrafo faz fotos na horizontal, ele está contemplando mais do que perguntando&amp;quot;, explica o autor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Quando:&lt;/b&gt; 28 de maio a 6 de julho, de terça a domingo, das 10h às 18h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde:&lt;/b&gt; Museu da Casa Brasileira (av. Faria Lima, 2.705, tel.: 00/xx/11/3032-3727)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; R$ 4 (estudantes R$ 2) e grátis aos domingos&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Visitas monitoradas:&lt;/b&gt; 0/xx/11/3032-2564
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre o centenário da imigração japonesa? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>22/05/2008 - Cosplay é considerado o Carnaval da cultura pop</title>
<pubDate>22 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O cosplay é a fantasia inspirada em um personagem de desenho. A palavra é uma junção dos termos em inglês &amp;quot;costume&amp;quot; e &amp;quot;play&amp;quot;, em tradução literal, &amp;quot;brincadeira de se vestir&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Edi Carlos Rodrigues, um dos coordenadores da edição brasileira do WCS (World Cosplay Summit), realizada pela editora JBC, diz que o cosplay está incorporado à cultura do Japão, mas não foi criado no país. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre o centenário da imigração japonesa.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/05/22/ed_carlos_rodrigues-etapa_brasileira_cosplay.mp3&quot;&gt;Ed Carlos Rodrigues&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Rodrigues, o movimento faz parte da cultura pop americana e foi iniciado com fãs das produções &amp;quot;Star Trek&amp;quot; e &amp;quot;Star Wars&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Isso foi importado pelo Japão e lá eles deram uma nova cara. Com isso, os japoneses abraçaram a causa tão bem que criaram o campeonato mundial, que já acontece no arquipélago desde 2003, que é o World Cosplay Summit&amp;quot;, declara o coordenador.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Rodrigues conta que a competição elege a melhor caracterização e o cosplayer (termo que designa as pessoas que se dedicam a imitar personagens) deve incorporar as características de quem representa e não apenas se fantasiar. De acordo com ele, este público é freqüentador assíduo de eventos de animê e mangá e a sua faixa etária é entre 15 e 25 anos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Eles trabalham, estudam, namoram, são pessoas normais, mas têm como hobby se vestir como os personagens. A gente costuma dizer que é o Carnaval de quem curte a cultura pop&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Edi Carlos conta que a etapa do WCS no Brasil, que escolherá a melhor dupla finalista para representar o país no Japão, será realizada, neste ano, como parte das comemorações do &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa/&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: 21 de junho, às 17h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Palácio das Convenções do Anhembi - Auditório Elis Regina (av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana - São Paulo)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: Grátis (retirar o ingresso antecipadamente)
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre o centenário da imigração japonesa? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>20/05/2008 - Evento contempla música japonesa com seis espetáculos em SP</title>
<pubDate>20 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Entre os dias 20 de maio e 24 de junho, o CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) apresentará a série &amp;quot;Crisantemúsica! Reflexos da Imigração Japonesa&amp;quot;. Serão seis espetáculos que reunirão cerca de 40 músicos, com curadoria de Arrigo Barnabé.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Camilo Carrara, violonista, compositor e produtor, conta que a série vai contemplar músicos do Japão e brasileiros que produzem a música japonesa no Brasil. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/05/19/camilo_carrara-musica_japonesa.mp3&quot;&gt;Camilo Carrara&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Na verdade, quando se fala em música japonesa a gente está falando de música histórica, milenar. Eu conheço um estilo chamado gagaku, música feita para ser tocada para os imperadores, que se você tiver curiosidade de ouvir vai ficar absolutamente encantado com o quão contemporânea essa música é&amp;quot;&amp;quot;, diz Carrara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ele, a música japonesa apresenta uma diversidade grande de estilos elaborados, a partir do século 8, e que até hoje são admirados. &amp;quot;A música feita no sul do Japão é bem diferente da feita no centro e norte do Japão, cada uma tem sua característica.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o músico, as diferenças também se estendem a representação dessas canções. &amp;quot;A gente tem a música folclórica, a canção infantil, a música de concerto, ou seja, o panorama musical no Japão é muito interessante.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Na terça-feira (27), Carrara interpretará composições japonesas especialmente transcritas para o violão, entre elas clássicos como Aka Tombo (A libélula vermelha) e Sakura (A cerejeira).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O evento contará ainda com a participação do compositor Livio Tragtenberg, do guitarrista Mário Manga, entre outros.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Quando:&lt;/b&gt; 20 de maio a 24 de junho, às 20h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde:&lt;/b&gt; Centro Cultural Banco do Brasil (r. Álvares Penteado, 112, Centro, São Paulo, tel. 0/xx/11 3113-3651)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; R$ 6,00 e R$ 3,00 (meia-entrada)
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre o centenário da imigração japonesa? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>15/05/2008 - Sabrina Sato será uma das apresentadoras do Miss Centenário Brasil-Japão</title>
<pubDate>15 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Há um ano estão sendo realizadas eliminatórias para o concurso Miss Centenário Brasil-Japão em todo o país. Neste sábado, a etapa final definirá, entre 20 candidatas, a vencedora da disputa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Kendi Yamai, organizador do evento, diz que o Estado de São Paulo passou por várias fases e tem cinco representantes, já que concentra a maior comunidade japonesa no Brasil. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa&quot;&gt;Ouça outros programas&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/05/15/kendi_yamai-miss_centenario_brasil_japao.mp3&quot;&gt;Kendi Yamai&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Temos mais de 1,5 milhão de descendentes de japoneses de primeira até sexta geração. Mais da metade desta população está no Estado de São Paulo, em seguida vem o Estado do Paraná. A terceira maior concentração está em Mato Grosso do Sul, e em quarto [lugar], o Estado do Pará&amp;quot;, explica o produtor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Yamai, nas demais regiões a população é mais fragmentada e, em alguns locais, não foi possível produzir a competição, pois não havia participantes suficientes.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Além de Kendi Yamai, os apresentadores Sabrina Sato e Amaury Jr., ambos da Rede TV!, também serão os mestres de cerimônia do evento.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O organizador do concurso diz que as moças, entre 15 e 30 anos, desfilarão com roupa de gala e também com trajes inspirados em mangá, quadrinho japonês. Os quesitos analisados serão beleza física, elegância, desenvoltura, carisma e simpatia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Kendi, o concurso contará com apresentação de danças e músicas típicas do Japão e a participação do grupo KLB.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: Dia 17, sábado, às 20h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Ginásio do Ibirapuera (rua Manoel da Nóbrega, 1361 - Ibirapuera)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: Uma lata de leite em pó e um agasalho infantil em bom estado
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre o centenário da imigração japonesa? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>06/05/2008 - Grupo japonês apresentará dança dos deuses no Brasil</title>
<pubDate>06 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O Grupo de Dança Manjushaka se apresentará pela primeira vez no Brasil em comemoração ao &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt;. Nobuko Kojo, assistente da diretoria do jornal São Paulo Shimbun, conta neste podcast que os brasileiros vão conhecer a dança dos deuses.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa&quot;&gt;Ouça outros programas&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/cotidiano/2008/05/05/imigracao_japonesa-grupo_danca_nobuko_kojo.mp3&quot;&gt;Nobuko Kojo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O grupo de dança do Japão foi fundado em 1995 por uma japonesa que adotou o nome artístico de Mama Rosa e atualmente é formado por 25 integrantes.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O Manjushaka --que segundo uma antiga lenda que dizer flor branca que cresce no paraíso e que tem poder de afastar maus espíritos-- faz apresentações beneficentes em países como Mianmar, Mongólia, Filipinas, Armênia, Sri Lanka, entre outros. Recentemente mostrou o seu trabalho para as crianças de Chernobyl. &amp;quot;É um espetáculo realmente muito bonito, muito visual, muito alegre&amp;quot;, afirma Kojo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
No Brasil, as apresentações começam na quinta-feira (8), em Belém (PA). No domingo (11), o grupo vem a São Paulo (Bunkyo), na segunda-feira (12) visita São José dos Campos (91 km de SP), no dia 13 (terça) Suzano (Grande SP), no dia 14 (quarta) o Sesi (Vila Leopoldina) e no sábado (17) viaja para a cidade paranaense de Maringá.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre o centenário da imigração japonesa? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>01/05/2008 - Pesquisadora analisa arte da caligrafia japonesa</title>
<pubDate>01 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O shodô é a arte da caligrafia japonesa que emprega o Kanji, escrita chinesa, ou o Kana, escrita simplificada. Para este estilo de escrita são utilizados tinta a base de carvão e um pincel específico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são da pesquisadora Cecilia Saito, doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo, que realiza palestras sobre a prática do shodô, como parte das comemorações do &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt; no Brasil. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/04/30/cecilia_saito-analise_arte_caligrafia_japonesa.mp3&quot;&gt;Cecilia Saito&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Saito, esta arte foi trazida ao Brasil por meio da imigração japonesa e ainda é muito significativa para o Japão que realiza, todo início de ano, o festival Kakizome nas escolas. Durante o evento, as crianças escrevem em papéis os desejos que querem realizar durante o novo ciclo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Cecilia Saito diz que existem 5 estilos de shodô: tensho e reisho, os mais antigos, e as modificações desses estilos, o kaisho, o gyosho e sôsho.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com a pesquisadora, alguns professores afirmam que todos estes tipos são shodô, já outros consideram somente o sôsho como a verdadeira arte da caligrafia, pois neste o ideograma sofre uma modificação e o artista pode se expressar livremente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>29/04/2008 - Exposição &quot;transforma&quot; personagens de Monteiro Lobato em mangá</title>
<pubDate>29 Apr 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Misturar personagens da literatura infantil brasileira, como Narizinho, Emília e Dona Benta, com os traços característicos do típico desenho japonês: o mangá. Assim nasceu a exposição &amp;quot;Sítio do Pica-Pau Amarelo em Mangá - Homenagem a Monteiro Lobato e ao Centenário da Imigração Japonesa&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;table class=&quot;fd230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Fábio Shin/Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/guia/exposicoes/images/08108201.jpg&quot; alt=&quot;Personagens do &amp;quot;Sítio do Pica-Pau Amarelo&amp;quot;, de Monteiro Lobato, em versão mangá&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Personagens do &amp;quot;Sítio do Pica-Pau Amarelo&amp;quot;, de Monteiro Lobato, em versão mangá&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;

&lt;p&gt;
Idealizado por Fabio Shin, professor do Mangá Studio Japan Sunset (localizado na capital paulista), o projeto pode ser conferido na Biblioteca Municipal de Osasco (região metropolitana de São Paulo). &amp;quot;Começou com cinco desenhos e vai terminar com 20 trabalhos, 30 desenhos de alunos e mais de 60 caricaturas, além de uma mangateca com mais de 400 títulos&amp;quot;, conta Shin. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/cotidiano/2008/04/28/fabio_shin-exposicao_monteiro_lobato_manga.mp3&quot;&gt;Fabio Shin&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ele, o objetivo é incentivar as crianças a se aproximarem dos personagens clássicos de Monteiro Lobato. &amp;quot;Hoje em dia, elas não têm tanto acesso à essa cultura, e os personagens são muito ricos em aspectos físicos e até em questão da personalidade. Só que o visual é um pouco ultrapassado pelo tempo que tem este trabalho. A gente fez essa releitura para tentar aproximar mais a garotada e reviver as histórias&amp;quot;, explica o professor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A mostra fica em cartaz até 18 de junho, dia em que se comemora o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt; no Brasil. Durante o tempo da exposição, haverá algumas oficinas de mangá. A programação completa está no &lt;a href=&quot;www.fabioshin.com&quot;&gt;site&lt;/a&gt; de Shin.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Quando:&lt;/b&gt; Até 18 de junho, de seg. a sex., das 9h às 19h, e sáb., das 9h às 16h30.&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde:&lt;/b&gt; Biblioteca Municipal de Osasco (r. Marechal Rondon, 260, região central, Osasco, SP, tel.: 00/xx/11/2225-0681)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; Grátis
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>24/04/2008 - Japão fotografado por Pierre Verger chega a São Paulo</title>
<pubDate>24 Apr 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
As primeiras fotografias profissionais de Pierre Verger (1902-1996) podem ser apreciadas pelo público de São Paulo. A mostra &amp;quot;O Japão de Pierre Verger - Anos 30&amp;quot;, inaugurada dia 19 de abril, é promovida pela Caixa Cultural Sé em parceria com a Fundação Pierre Verger, em homenagem ao &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Alex Baradel, curador da exposição e responsável pelo acervo fotográfico da Fundação Pierre Verger, diz que a mostra apresenta os registros do fotógrafo francês feitos em 1934, ano que quando viajou pelo mundo e ficou durante um mês no Japão. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/04/24/alex_baradel-japao_fotografado.mp3&quot;&gt;Alex Baradel&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;É uma exposição interessante porque mostra um trabalho que o fotógrafo fez bem no início da carreira. Pierre Verger começou sua carreira em 1932 e essas fotos são as primeiras que ele fez como fotógrafo profissional&amp;quot;, conta o curador.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O curador afirma que os visitantes irão conhecer o lado do trabalho de Verger desenvolvido antes de sua chegada ao Brasil, na década de 40, onde se fixou em Salvador --local em que faleceu.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Baradel conta que se dedica há aproximadamente 5 anos ao projeto para conseguir realizá-lo em 2008, ano em que se comemora os 100 anos da vinda dos japoneses ao Brasil.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Outra exposição, &amp;quot;O Japão de Descamps e Desprez - Anos 90&amp;quot;, também é apresentada no espaço para representar a homenagem da França à imigração japonesa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: Até 25 de maio, de ter. a dom., das 9h às 21h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Caixa Cultural (Praça da Sé, 111, tel. 0/xx/11/3321-4400)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: Grátis
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts sobre o centenário da imigração japonesa? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/04/24/alex_baradel-japao_fotografado.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>17/04/2008 - Espada de samurai do século 12 é exposta na Pinacoteca</title>
<pubDate>17 Apr 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Em comemoração ao &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt; no Brasil, a Pinacoteca do Estado de São Paulo inaugura nesta sexta-feira (18) a exposição &amp;quot;O Florescer das Cores&amp;quot;, sobre artes tradicionais japonesas no período Edo (1603-1868).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Marcelo Araújo, diretor da Pinacoteca, diz que a mostra foi organizada pela Agência de Cultura do Japão e apresenta cerca de 160 peças, provenientes de 18 instituições culturais e museus japoneses. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/imigracaojaponesa&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/04/17/marcelo_araujo-espada_samurai.mp3&quot;&gt;Marcelo Araújo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ela engloba, inclusive, algumas peças que são consideradas importantes bens culturais japoneses, algo próximo aos bens tombados aqui no Brasil&amp;quot;, explica o diretor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o representante da Pinacoteca, o estilo dos objetos expostos compreendem dois séculos e meio em que o Japão se fechou para outras culturas do mundo. Nesta época, eles tinham o objetivo de buscar a consolidação de suas tradições e práticas artísticas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Em função disso, há uma produção durante esse período todo que se caracteriza com uma altíssima qualidade&amp;quot;, declara Araújo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O diretor conta que os visitantes poderão apreciar tipos de quimonos (incluindo as peças criadas para o teatro), artefatos em laca, cerâmicas e indumentárias de samurais, como espadas, capas e armaduras desta época
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Uma das espadas dos samurais do século 12, considerada um tesouro cultural do Japão, é apresentada pela primeira vez na América Latina&amp;quot;, revela Marcelo Araújo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt; : Pinacoteca do Estado ( pça da Luz, 2 - região central - São Paulo, tel. 00/xx/11 3324 1000)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: Em cartaz de 18 de abril à 22 de junho, de ter. a dom., das 10 às 18h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: R$ 4 e R$ 2 (meia). Grátis aos sábados
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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