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<title>Folha Online - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Podcasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>28/03/2009 - Heloísa Noronha ensina como usar corretamente o protetor solar</title>
<pubDate>28 Mar 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/846/&quot;&gt;Heloísa Noronha&lt;/a&gt;, jornalista especializada em beleza, orienta como aproveitar o verão sem descuidar da aparência.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ela explica como passar corretamente o protetor solar e diz que determinadas partes do corpo exigem fatores distintos de proteção. A jornalista também revela como prolongar a cor do bronzeado por meio da utilização de cosméticos e da ingestão de alimentos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Heloísa Noronha, juntamente com Lilian Rossetti, é autora dos livros &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136126/&quot;&gt;&amp;quot;Beleza&amp;quot;&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136127/&quot;&gt;&amp;quot;Saúde&amp;quot;&lt;/a&gt;, ambos da série &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/categorias/127/&quot;&gt;&amp;quot;Bem-Estar&amp;quot;&lt;/a&gt;, editada pela &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/publifolha/2007/12/25/heloisa_noronha-protetor_solar.mp3&quot;&gt;Heloísa Noronha - 25/12/07&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>13/01/2009 - Livro esclarece o uso do hífen em novo acordo ortográfico; ouça</title>
<pubDate>13 Jan 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Firmado entre Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Brasil, o novo Acordo Ortográfico passou a valer a partir de janeiro de 2009 para documentos oficiais e para a mídia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O livro &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136286/&quot;&gt;&amp;quot;Escrevendo Pela Nova Ortografia&amp;quot;&lt;/a&gt;, feito pelo &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/1067/&quot;&gt;Instituto Houaiss&lt;/a&gt; em parceria com a &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;, apresenta o acordo na íntegra, com observações e explicações sobre o que mudou.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/10/28/jose_azeredo-livro_esclarece_novo_acordo_ortografico.mp3&quot;&gt;José Carlos de Azeredo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/1068/&quot;&gt;José Carlos de Azeredo&lt;/a&gt;, doutor em letras e coordenador do livro, diz que a publicação traz informações essenciais para as pessoas que usam qualquer forma escrita da língua portuguesa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O interesse maior nesse livro é que ele não só apresenta de maneira didática as regras, mas também oferece uma tabela com instruções muito didáticas sobre o ponto que, talvez, é o mais complexo da reforma que é uso do hífen&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u441414.shtml&quot;&gt;Conheça regras de acentuação do novo acordo ortográfico&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u443383.shtml&quot;&gt;Saiba o que muda com o novo acordo ortográfico da língua portuguesa&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
José Carlos Santos de Azeredo também é autor de &amp;quot;Iniciação à Sintaxe do Português&amp;quot; (1990), &amp;quot;Fundamentos de Gramática do Português&amp;quot; (2000) e de &amp;quot;Ensino de Português: Fundamentos, Percursos e Objetos&amp;quot; (2007), todos publicados por J.Zahar Editor.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>18/11/2008 - Evidências genéticas negam existência de &quot;raças humanas&quot;; ouça especialista</title>
<pubDate>18 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O conceito de raça, um produto da imaginação cultural, precisa desaparecer da sociedade. Não há nenhuma razão em mantê-lo, principalmente por ter sido usado no passado como motivação para exploração do homem pelo homem, tanto no tráfico de escravos quanto no Holocausto nazista, no qual 6 milhões de judeus e ciganos foram dizimados na Europa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são doutor em genética humana &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/1096/&quot;&gt;Sérgio D. J. Pena&lt;/a&gt;, professor titular do Departamento de Bioquímica e Imunologia da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). Ele também é autor do livro &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136298/&quot;&gt;&amp;quot;Humanidade Sem Raças?&amp;quot;&lt;/a&gt;, da &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/livros/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da série &amp;quot;Livros&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ciencia/2008/11/18/ideia_de_raca_precisa_desaparecer.mp3&quot;&gt;Sérgio Pena&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Pena, existem várias linhas de evidências que demonstram que não existem raças humanas. &amp;quot;A primeira é que a espécie humana é jovem --só tem 200 mil anos-- e tem padrões migratórios amplos demais para permitir que houvesse a separação em raças diferentes&amp;quot;, analisa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O professor diz que, talvez, o indício genético mais forte contra a existência de raças é a demonstração de que mais de 90% da diversidade humana está dentro das populações, e não entre elas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Por exemplo, se houvesse um cataclisma nuclear e toda humanidade desaparecesse e ficasse apenas a América do Sul, nós teríamos aqui 93% da variabilidade genômica de todo o mundo. Se desse cataclisma ficasse apenas uma cidade, como Belo Horizonte, nós teríamos pelo menos 90% da variabilidade genômica humana&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o pesquisador, um brasileiro de pele branca é tão diferente de qualquer brasileiro como de um indivíduo nascido em Nairóbi, na África, ou de outro que vive em Beijing, na China.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O doutor acredita que o feriado do Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro, é uma data em que se deve refletir sobre o quanto de mal a noção de raça já criou anteriormente ao ser usada como justificativa para atos inumanos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Cada um de nós tem um genoma único. Por que não valorizar essa individualidade que vem da nossa história de vida e, ao invés de dividir em um punhado de raças, dividir a humanidade em 6 bilhões de pessoas?&amp;quot;, questiona o professor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136298/&quot;&gt;&amp;quot;Humanidade Sem Raças?&amp;quot;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Autor&lt;/b&gt;: Sérgio D. J. Pena&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Editora&lt;/b&gt;: Publifolha&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Páginas&lt;/b&gt;: 72&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: R$ 12,90&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde comprar&lt;/b&gt;: Nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou no site da &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts da série &amp;quot;Livros&amp;quot;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/kennedyalencar/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>30/09/2008 - Autor recria obra machadiana a partir do ponto de vista de Capitu; ouça</title>
<pubDate>30 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A arte de condensar a original filosofia de vida em uma obra que se passa sempre no mesmo ambiente, a cidade do Rio de Janeiro, é o que fez os livros de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/machadocemanosdepois/&quot;&gt;Machado de Assis&lt;/a&gt; serem geniais.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do escritor carioca Alberto Mussa Machado, autor de &amp;quot;Elegbara&amp;quot;, &amp;quot;O trono da rainha Jinga&amp;quot;, &amp;quot;O enigma de Qaf&amp;quot; e &amp;quot;O movimento pendular&amp;quot;. Mussa explica que Machado de Assis é o maior do escritor de todo o século 19. &amp;quot;Não é uma afirmação de cunho nacionalista&amp;quot;, garante.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/livros/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da série &amp;quot;Livros&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/09/29/alberto_mussa-autor_recria_obra_machadiana.mp3&quot;&gt;Alberto Mussa&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Mussa Machado, o primeiro contato dele com a literatura machadiana foi em casa, antes de ter a obrigação de ler suas obras para a escola. &amp;quot;Eu acho que o grande encanto da literatura é esse: você ler para se divertir e não porque precisa conhecer ou fazer uma prova&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o escritor, um dos desafios da sua carreira foi recriar a obra machadiana, &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145069/&quot;&gt;Dom Casmurro&lt;/a&gt;, a partir do ponto de vista da &amp;quot;grande vítima da história&amp;quot;, a personagem Capitu.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Este texto de Mussa faz parte de uma seleção de contos, peças e desenhos de Machado de Assis que compõem o livro &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136261/&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;Um Homem Célebre - Machado Recriado&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, da &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;&lt;b&gt;Publifolha&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, que apresenta nove contos e uma peça inspirados na obra de Machado de Assis e recriados por dez autores brasileiros.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136261/&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;Um Homem Célebre - Machado Recriado&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Autores:&lt;/b&gt; Vários&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Editora:&lt;/b&gt; Publifolha&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Páginas:&lt;/b&gt; 192&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; R$ 32&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde comprar:&lt;/b&gt; nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136261/&quot;&gt;site da Publifolha&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts da série &amp;quot;Livros&amp;quot;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/kennedyalencar/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>26/09/2008 - Machado de Assis soube tirar o que essência humana tem de melhor; ouça Moacyr Scliar</title>
<pubDate>26 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No dia 29 de setembro, completa-se o centenário da morte do escritor Machado de Assis (1839-1908). Os fatos de ter nascido em um morro carioca, em uma família humilde, ser mulato e ter perdido a mãe cedo, poderiam fazer de Machado apenas mais um cidadão que passava pelo preconceito típico dos meados do século 19. No entanto, ele venceu todos os obstáculos, para se tornar, o que é por consenso, o maior escritor do Brasil.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do escritor Moacyr Scliar, médico, especialista em saúde pública, colaborador dos jornais &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e do &amp;quot;Zero Hora&amp;quot;, de Porto Alegre (RS). Ele também é autor de cerca de 80 livros, de vários gêneros e membro da ABL (Academia Brasileira de Letras).
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/09/26/moacyr_scliar-machado_de_assis.mp3&quot;&gt;Moacyr Scliar&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Scliar, integrante do que ele denomina de &amp;quot;a casa de Machado de Assis&amp;quot; (a Academia Brasileira de Letras), ressalta que, além da obra de Machado, a história de vida dele é um exemplo. &amp;quot;Em primeiro lugar, porque ele tem um esplêndido domínio da língua portuguesa, mas também porque ele mergulha fundo na alma brasileira.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O escritor destaca que Assis soube tirar o melhor da essência humana e retratou o período em que viveu em um formato universal, lidando com temas do cotidiano que não envelhecem como: amor, traição e ciúmes.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O Rio de Janeiro em que ele [Machado de Assis] viveu era a capital federal e, mais do que a capital federal, era a caixa de ressonância dos dramas brasileiros. Ele soube abordá-los mostrando personagens que vivem situações, as mais diversas, como o ciúme em Dom Casmurro, que é um livro verdadeiramente exemplar e foi tão bem escrito que, até hoje, os brasileiros debatem se a personagem Capitu traiu Bentinho ou não&amp;quot;, explica Scliar.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Moacyr Scliar escreveu o conto &amp;quot;O Alienista no Divã&amp;quot; para o livro &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136261/&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;Um Homem Célebre - Machado Recriado&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, da &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;&lt;b&gt;Publifolha&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;. Ele também é autor de &amp;quot;Contos Reunidos&amp;quot; (Cia das Letras, 1995) e &amp;quot;Na Noite do Ventre, o Diamante&amp;quot; (Ed. Objetiva, 2005).
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>23/09/2008 - Tributação brasileira é equivalente à de países ricos da Europa; ouça</title>
<pubDate>23 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Os governos federal, estaduais e municipais arrecadam 36% de toda a renda dos brasileiros. Nesse número estão inclusos salários, lucros das empresas, aluguéis e juros das aplicações bancárias.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/573/&quot;&gt;Gustavo Patu&lt;/a&gt;, jornalista de economia da Sucursal de Brasília da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. De acordo com ele, esse nível de tributação só se compara à de países ricos da Europa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/livros/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da série &amp;quot;Livros&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/09/16/gustavo_patu-governo_toma_renda_impostos.mp3&quot;&gt;Gustavo Patu&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista diz que na Argentina e no México, lugares com renda semelhante ao Brasil, a carga tributária fica em torno de 20%. Nos EUA, a arrecadação corresponde a aproximadamente 25% da renda.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ele, o valor razoável que deve ser cobrado dos cidadãos pelos serviços públicos é atualmente uma questão discutida no mundo todo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Patu afirma que o PT, o PSDB e o PMDB foram os responsáveis pelo aumento contínuo dos impostos. Com a promessa de tornar o país desenvolvido, os três partidos mais importantes do Brasil promoveram, cada um ao seu tempo, a elevação dos gastos do governo, principalmente na área social.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Por isso, é muito comum ver os políticos discursando contra a carga tributária. Mas ela não cai, porque quase ninguém tem coragem de defender o corte dos gastos. Todo mundo também adora falar em reforma tributária, mas a mudança não sai, porque ninguém quer perder receita também&amp;quot;, explica o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Gustavo Patu é autor de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136241/&quot;&gt;&amp;quot;A Escalada da Carga Tributária&amp;quot;&lt;/a&gt; e de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135511/&quot;&gt;&amp;quot;A Especulação Financeira&amp;quot;&lt;/a&gt;, ambos editados pela &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136241/&quot;&gt;&amp;quot;A Escalada da Carga Tributária&amp;quot;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Autores&lt;/b&gt;: Gustavo Patu&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Editora&lt;/b&gt;: Publifolha&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Páginas&lt;/b&gt;: 72&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: R$ 12,90
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts da série &amp;quot;Livros&amp;quot;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/kennedyalencar/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>09/09/2008 - Amuletos usados no Japão já são populares no Brasil; ouça jornalista</title>
<pubDate>09 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Cada tipo de cultura tem seus amuletos. Os dos japoneses, por exemplo, já estão disseminados por São Paulo e por vários lugares do Brasil. O Manekineko, aquele gato branco e vermelho de pata levantada, é colocado perto da entrada da casa ou na porta das lojas para atrair dinheiro.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quem comenta o assunto é a jornalista &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/416/&quot;&gt;Gabriela Erbetta&lt;/a&gt;, uma das autora de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135818/&quot;&gt;O Livro dos Amuletos&lt;/a&gt;, da &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135845/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/livros/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da série &amp;quot;Livros&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/09/09/gabriela_erbetta-amuletos_japoneses.mp3&quot;&gt;Gabriela Erbetta&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A jornalista diz que certos amuletos também são usados como bijuteria, como as cruzes, os balangandãs e o olho grego. &amp;quot;Se um olho grego quebrar, está na hora de jogar fora, porque ficou cheio de energias negativas&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a autora, outro amuleto de purificação é o sal grosso. &amp;quot;Basta um pratinho com sal na porta de casa, ou um banho gostoso, para renovar as energias&amp;quot;, declara a escritora.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Erbetta afirma que existem pessoas que acreditam tanto na força de objetos, que prometem &amp;quot;proteção&amp;quot;, como trevo de quatro folhas e o pé de coelho, que não saem de casa sem eles.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Gabriela Erbetta também é autora de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135845/&quot;&gt;&amp;quot;O Livro das Ervas, Especiarias e Pimentas&amp;quot;&lt;/a&gt;, da &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135845/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135818/&quot;&gt;&amp;quot;O Livro dos Amuletos&amp;quot;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Autores&lt;/b&gt;: Gabriela Erbetta e Michelle Seddig Jorge&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Editora&lt;/b&gt;: Publifolha&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Páginas&lt;/b&gt;: 96&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: R$ 26,90&lt;br/&gt;
Onde comprar: nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Publifolha
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts da série &amp;quot;Livros&amp;quot;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/kennedyalencar/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/09/09/gabriela_erbetta-amuletos_japoneses.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>02/09/2008 - Jovens estão sonhando pequeno; ouça Contardo Calligaris</title>
<pubDate>02 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O ideal de &amp;quot;jovem rebelde&amp;quot; que existia no passado deu lugar àquele que procura, em primeiro lugar, a realização profissional e estabilidade. A mudança de comportamento do adolescente foi levantada recentemente por uma pesquisa realizada pelo &lt;a href=&quot;http://datafolha.folha.uol.com.br/&quot;&gt;Datafolha&lt;/a&gt;, que entrevistou 1.541 jovens em 168 cidades do país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/531/&quot;&gt;Contardo Calligaris&lt;/a&gt;, psicanalista, doutor em psicologia clínica (Université de Provence) e colunista da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/livros/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da série &amp;quot;Livros&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/equilibrio/2008/09/02/contardo_calligaris-adolescente.mp3&quot;&gt;Contardo Calligaris&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/fj2707200801.htm&quot;&gt;levantamento&lt;/a&gt; indica que um terço dos jovens tem a realização profissional como o maior sonho da vida deles. Hoje, o Brasil tem 35 milhões de pessoas entre 16 e 25 anos, o que representa 19% da população.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;De alguma forma, os jovens estão sonhando cada vez menos, sonhando pequeno. Eles têm sonhos cada vez mais parecidos com a trivialidade da vida dos adultos&amp;quot;, afirma Calligaris.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para o psicanalista, as pessoas estão mais realistas e menos idealistas. A surpresa do adulto com essa mudança de comportamento, segundo Contardo, é que suas expectativas em relação aos mais novos era de que eles teriam que realizar aquilo que os mais velhos não puderam ou foram privados por alguma razão.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Os adultos imaginariam facilmente que os adolescentes pudessem sonhar com aquelas coisas que estão além do que a gente sonha habitualmente. Sonhassem com aventuras, experiências extraordinárias e possibilidades de vida diferentes do que parece oferecer o mercado de trabalho. É como se, cada vez menos, os jovens fossem encarregados de encenar os sonhos frustrados dos adultos&amp;quot;, explica Calligaris.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Contardo Calligaris é autor de Folha Explica-Adolescência, &amp;quot;Crônicas do Individualismo Cotidiano&amp;quot; (Ática, 1996), &amp;quot;Hello Brasil!&amp;quot; (Escuta, 2000 [6a ed.]). Tem também vários textos publicados em revistas e antologias, entre elas &amp;quot;Ilha Deserta - Livros&amp;quot; (Publifolha, 2003).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135432/&quot;&gt;&amp;quot;Folha Explica- Adolescência&amp;quot;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Autor:&lt;/b&gt; Contardo Calligaris&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Editora:&lt;/b&gt; &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Páginas:&lt;/b&gt; 88 páginas&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; R$ 18,90
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts da série &amp;quot;Livros&amp;quot;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/kennedyalencar/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>26/08/2008 - Vinicius de Moraes adotou poesia metrificada e criou versos livres; ouça escritor</title>
<pubDate>26 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Em 1956, Vinicius de Moraes conheceu Tom Jobim. O poeta convidou o músico para fazer com ele as canções da peça &amp;quot;Orfeu da Conceição&amp;quot;, uma montagem feita só com a participação de atores negros. Os compositores não imaginavam que estavam dando o pontapé inicial para o surgimento da &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/50anosdabossanova/&quot;&gt;Bossa Nova&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/703/&quot;&gt;Eucanaã Ferraz&lt;/a&gt;, poeta e professor de literatura da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/livros/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da série &amp;quot;Livros&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/08/25/eucanaa_ferraz-criacao_da_bossa_nova.mp3&quot;&gt;Eucanaã Ferraz&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Ferraz, neste momento foi formada uma parceria fundamental para a música brasileira. Em seguida, foi decisiva a gravação histórica de Elizeth Cardoso no disco &amp;quot;Canção do Amor Demais&amp;quot;, somente com canções de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Aparece ali, como todo mundo sabe, o violão de João Gilberto, que em 1958 se transforma em marco inicial da Bossa Nova&amp;quot;, conta o escritor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Eucanaã Ferraz diz que o poeta e compositor Vinicius de Moraes começou como um autor convencional e pouco a pouco se tornou um poeta moderno. Curiosamente, Vinicius adotou a poesia metrificada, o contrário do que se esperavam desses escritores, que faziam versos livres.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ele tem um ritmo nos seus poemas --mesmo os de versos livres no início da obra. Ele tem o domínio do metro, do ritmo, da melodia. Isso provavelmente facilitou ao Vinicius trabalhar como letrista&amp;quot;, explica o professor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ferraz comenta que, no início, Vinicius trabalhava com seus parceiros recebendo a melodia e criando a letra. &amp;quot;Pra ele, foi muito fácil. Ele tinha uma noção muita clara disso, porque vinha dessa tradição da metrificação&amp;quot;, explica o professor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Eucanaã Ferraz é autor de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136031/&quot;&gt;Folha Explica-Vinicius de Moraes&lt;/a&gt;, &amp;quot;Martelo&amp;quot; (1997), &amp;quot;Desassombro&amp;quot; (2002), &amp;quot;Rua do Mundo&amp;quot; (2004), entre outros livros de poesia. Organizou &amp;quot;Letra Só&amp;quot;, livro de letras de Caetano Veloso (2002), e &amp;quot;Poesia Completa e Prosa&amp;quot;, de Vinicius de Moraes (2003).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136031/&quot;&gt;&amp;quot;Folha Explica- Vinicius de Moraes&amp;quot;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Autor&lt;/b&gt;: Eucanaã Ferraz&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Editora&lt;/b&gt;: Publifolha&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Páginas&lt;/b&gt;: 104 páginas&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: R$ 18,90
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts da série &amp;quot;Livros&amp;quot;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/olharliterario/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>20/08/2008 - Livro analisa a importância do jornalismo no processo democrático; ouça autora</title>
<pubDate>20 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A contribuição da imprensa brasileira para o avanço do processo democrático, desde as Diretas Já até as eleições de 2002, e a subida do PT ao poder são temas abordados pela jornalista &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/1016/&quot;&gt;Carolina Matos&lt;/a&gt; no livro &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136262/&quot;&gt;&amp;quot;Jornalismo e Política Democrática no Brasil&amp;quot;&lt;/a&gt;, editado pela &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A escritora, que também é professora universitária e doutora em Mídia e Comunicação pela Universidade de Londres, conta que a obra é parte de sua tese publicada com o mesmo nome na Inglaterra, em março deste ano. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/livros/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da série &amp;quot;Livros&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/brasil/2008/08/20/carolina_matos-importancia_do_jornalismo.mp3&quot;&gt;Carolina Matos&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Eu faço uma análise sofisticada e complexa que avalia a transformação da mídia através de quatro esferas de tensões, quer dizer, quatro relações de incidência sobre a mídia e como elas influíram para a sua transformação. E aí está a relação da mídia com a sociedade civil, a mídia como poder político, o mercado e o jornalismo propriamente dito&amp;quot;, explica a escritora.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A jornalista diz que para a elaboração da tese realizou estudos de caso. Cada um contou com uma análise textual de aproximadamente 900 reportagens. Também foram entrevistados 40 jornalistas dos principais veículos de comunicação do Brasil e assessores de imprensa, que participaram da cobertura política durante todo este período.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ela, o estudo está fazendo sucesso na Europa, por ser multidisciplinar, e está indo para a sua segunda edição.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Eu acho que é um trabalho bastante interessante não só para estudantes de comunicação, pelo fato de que ele enfoca as áreas de política, sociologia, história contemporânea do Brasil e da América Latina&amp;quot;, declara Carolina Matos.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>05/08/2008 - Artistas caminham em direção aos espaços alternativos; ouça autor</title>
<pubDate>05 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A arte contemporânea no Brasil vai muito bem. Procuradores, diretores de museu e colecionadores estrangeiros já perceberam que casos como o de Hélio Oiticica e Lygia Clark não eram fenômenos isolados, muito pelo contrário.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A opinião é de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/busca?q=agnaldo&amp;amp;x=0&amp;amp;y=0&quot;&gt;Agnaldo Farias&lt;/a&gt;, professor da FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/livros/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da série &amp;quot;Livros&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/07/24/agnaldo_farias-artistas_caminham_em_direcao_espacos_alternativos.mp3&quot;&gt;Agnaldo Farias&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O autor conta que, até os anos 50 do século 20, as expressões artísticas se limitavam a quatro linguagens: pintura, escultura, gravura e desenho. A partir de então ocorre o que ele chama de um &amp;quot;transbordamento&amp;quot; destas expressões, ou seja, as diferentes formas de arte começam a dialogar entre si e com o espaço em que são realizadas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;É o caso dos &apos;happenings&apos;, das performances, das instalações, e os artistas não param aí. A sede pela experimentação e a contestação também contra as formas clássicas de expressão e os espaços clássicos faz com que os artistas caminhem em direção aos espaços alternativos, saiam de galerias e museus, vão para o espaço da cidade&amp;quot;, explica Farias.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O professor tenta desfazer o mito do que é ou não contemporâneo. Segundo ele, obras de artistas como Goya, por exemplo, podem ser consideradas contemporâneas, já que ainda hoje são relevantes. Ou seja, a contemporaneidade independe de quando a obra foi feita e de o artista estar vivo ou não.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Neste sentido, nem tudo que foi feito está morto, muito pelo contrário, tem muitas obras cuja qualidade reside na capacidade dela falar ao nosso tempo&amp;quot;, afirma o escritor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sobre arte contemporânea brasileira, o professor afirma que não há grande exposição hoje que não incorpore artistas brasileiros. Os estrangeiros ficam admirados com a diversidade da arte feita no país, ele diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Outro aspecto que prova a força da arte nacional é o debate que acontece no Brasil, as exposições, grupos, coletivos, publicações e galerias alternativas. &amp;quot;É uma pulsação muito forte&amp;quot;, resume Farias.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O escritor diz que esta cena se dá dentro e fora das escolas e nas mais variadas cidades do país. Ele cita como exemplo Fortaleza, Recife e Porto Alegre. A capital gaúcha abriga a Bienal do Mercosul. &amp;quot;E a cidade ainda foi recentemente contemplada com mais uma outra instituição, que é o prédio magnífico do Álvaro Siza, para a Fundação Iberê Camargo&amp;quot;, ressalta Farias.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Agnaldo Farias também é autor de &amp;quot;Daniel Senise&amp;quot; (ed. Códex), &amp;quot;Amelia Toledo: as Naturezas do Artifício&amp;quot; (ed. W11 Editores), e &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/busca?q=Arte+Brasileira+Hoje&quot;&gt;&amp;quot;Arte Brasileira Hoje&amp;quot;&lt;/a&gt;, editado pela &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/busca?q=arte+brasileira+hoje&amp;amp;x=0&amp;amp;y=0&quot;&gt;&amp;quot;Arte Brasileira Hoje&amp;quot;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Autor:&lt;/b&gt; Agnaldo Farias&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Editora:&lt;/b&gt; Publifolha&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Páginas:&lt;/b&gt; 128 páginas&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; esgotado
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts da série &amp;quot;Livros&amp;quot;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/olharliterario/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>29/07/2008 - Fotógrafo deve unir técnica, informação e instinto; ouça Alan Marques</title>
<pubDate>29 Jul 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Como se fosse uma lupa. É assim que agem os fotojornalistas, deixando mais claros os fatos para o leitor. Para isso, não basta registrar os acontecimentos, é preciso unir informação e a beleza da cena.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O fotografo da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Brasília &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/967/&quot;&gt;Alan Marques&lt;/a&gt; cresceu observando o Congresso Nacional e as mudanças políticas, como a abertura democrática. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/livros/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da série &amp;quot;Livros&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/07/29/noticiario-fotografo_deve_unir_tecnica_informacao_instinto.mp3&quot;&gt;Alan Marques&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ele, a rotina de Brasília é bem elétrica. Quando o profissional perde um pouco desta &amp;quot;eletricidade&amp;quot;, acaba perdendo também um pouco do ritmo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Quando acontece um escândalo, uma grande cobertura, como uma posse, ou então uma CPI, que a gente tem que ir lá e fotografar. O sangue sempre corre mais rápido. A sensação, neste momento, é de você estar mais vivo&amp;quot;, conta o fotógrafo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para ilustrar a idéia de como é importante para o repórter fotográfico estar atento a tudo o que acontece à sua volta, Marques conta uma história vivida por ele em um dia chuvoso no Distrito Federal.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Eu estava voltando de uma pauta, tinha estourado o escândalo dos sanguessugas, e alguns parlamentares tinham sido indiciados, só que não tinha foto. E eu estava ali na praça dos Três Poderes durante uma chuva, ilhado em uma edificação, sem nenhuma foto&amp;quot;, relata.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Marques se deu conta de que estava em meio a uma tempestade elétrica. &amp;quot;E no momento que desenhou uma seqüência de veias brancas no Congresso, eu disparei minha máquina&amp;quot;, lembra o fotógrafo. O resultado é que ele registrou um raio que atingiu exatamente o Anexo I da Câmara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O grande incentivador de Alan foi seu irmão mais velho, Paulo, que faleceu há mais de vinte anos, e era editor de fotografia do Correio Braziliense. Paulo acabou por influenciar Alan e seus irmãos, Sérgio e Lula, também fotojornalistas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Trabalhar com o Sérgio e com o Lula é um prazer enorme, porque além de serem belíssimos fotógrafos, eles são grandes adversários, porque eu tenho que concorrer com eles, e eles são excepcionais&amp;quot;, conta Alan Marques.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Alan Marques é autor, ao lado de seus irmãos Lula e Sérgio, de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136210/&quot;&gt;&amp;quot;Caçadores de Luz&amp;quot;&lt;/a&gt;, editado pela &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136210/&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;Caçadores de Luz&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Autor:&lt;/b&gt; Alan Marques, Lula Marques e Sérgio Marques&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Editora:&lt;/b&gt; Publifolha&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Páginas:&lt;/b&gt; 240 páginas&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; R$ 39,90
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts da série &amp;quot;Livros&amp;quot;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/olharliterario/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>15/07/2008 - Negros são mais propícios a desenvolver câncer de próstata; ouça médico</title>
<pubDate>15 Jul 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No Brasil, não existem dados precisos sobre a incidência de câncer de próstata. Estima-se, usando como parâmetro estatísticas da população masculina dos EUA e nos países da Europa, que de cada seis homens, um terá a doença.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do urologista &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/638/&quot;&gt;Miguel Srougi&lt;/a&gt;, pós-graduado em urologia na Harvard Medical School, em Boston (EUA), e professor titular de urologia na Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/livros/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da série &amp;quot;Livros&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ciencia/2008/07/15/miguel_srougi-negros_mais_propicios_cancer_prostata.mp3&quot;&gt;Miguel Srougi&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com ele, os médicos brasileiros não têm onde registrar os casos novos de câncer, por isso não se sabe a quantidade de pessoas que sofrem com o problema.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Srougi diz que não existe como prevenir a doença e também não há um estudo sobre suas causas. Ele explica, contudo, que há dois grupos mais propícios a desenvolver o problema: pessoas com histórico familiar de câncer de próstata e homens negros.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Quando um homem tem um parente de primeiro grau com câncer de próstata, as chances de desenvolver a doença aumentam de duas a cinco vezes, dependendo do número de parentes. Nos negros, a incidência desse tumor é 70% maior do que em brancos ocidentais&amp;quot;, afirma o doutor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Srougi diz que estes grupos de risco têm que ficar atentos para a possibilidade da doença surgir. &amp;quot;Como não temos nenhuma maneira de prevenir com eficiência o câncer, o que a ciência médica tenta fazer a todo o momento é identificar o câncer precocemente&amp;quot;, declara o doutor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Exames preventivos&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O urologista fala que só é possível identificar o câncer na fase inicial, quando há até 90% de chance de cura, se o paciente realiza exames preventivos para verificar como anda sua saúde.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Se houver um pouco de displicência do homem e ele não procura o seu médico para identificar a doença na fase inicial, o tumor, se por azar existir, vai progredir. Ele sai para fora da próstata e, mesmo que não se espalhe, só o fato de ele atingir os tecidos vizinhos já faz a chance de cura cair de para 35%&amp;quot;, alerta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Srougi afirma que o exame de toque é um instrumento importante para localizar o problema. Segundo o urologista, há diversos mitos em relação ao exame, mas ele é feito em até 10 segundos e não causa nenhum desconforto.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ele falha em alguns casos, mas, com uma elevada freqüência, os doentes com o tumor ainda inicial apresentam áreas endurecidas na próstata. O toque pode identificar e isso nos permite diagnosticar a doença precocemente&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o doutor, o preconceito cultural de que o toque compromete a masculinidade e que o exame dói são infindáveis.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O médico conta que outra maneira de se diagnosticar a doença é por meio do exame PSA. O PSA é uma proteína que se eleva no sangue e que é produzida pela próstata e em grande quantidade pelos tumores.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quando há o aumento dessa proteína no sangue, pode ser que exista câncer de próstata, mas o fato do PSA estar alto não quer dizer que a pessoa está com a doença, por isso, o resultado deve ser avaliado pelo médico, que irá verificar se o paciente precisa ou não de uma biópsia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Miguel Srougi também é autor de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135725/&quot;&gt;&amp;quot;Próstata - Isso É com Você&amp;quot;&lt;/a&gt;, editado pela &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135725/&quot;&gt;&amp;quot;Próstata - Isso É com Você&amp;quot;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Autor&lt;/b&gt;: Miguel Srougi&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Editora&lt;/b&gt;: Publifolha&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Páginas&lt;/b&gt;: 128 páginas&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: R$ 29,90
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts da série &amp;quot;Livros&amp;quot;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/olharliterario/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>27/06/2008 - Desocupação de conjunto habitacional em SP inspira livro; ouça autor</title>
<pubDate>27 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Em maio de 1997, ocorreu a desocupação do conjunto habitacional da Fazenda da Juta, na zona leste de São Paulo, pela Polícia Militar. Este episódio motivou Fernando Marques, jornalista, compositor e doutor em literatura pela UnB (Universidade de Brasília), a escrever o livro &amp;quot;Últimos: Comédia Musical em Dois Atos&amp;quot;&lt;br/&gt;
(ed. Perspectiva).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/guiadafolhaonline/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do &lt;b&gt;Guia da Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/06/27/fernando_marques-desocupacao_de_conjunto_habitacional.mp3&quot;&gt;Fernando Marques&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Marques fala que a obra foi uma maneira de recontar um confronto doloroso com um tom de fábula, resgatando os valores musicais, poéticos e teatrais que pertencem a uma tradição recente de montagens deste tipo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Essa peça se filia ao musical político que se fez nos anos 60 e 70, feito por nomes como Vianinha, [Gianfrancesco] Guarnieri, Dias Gomes, Ferreira Gullar, Chico Buarque, Paulo Pontes. São esses os nossos mestres e a gente procurou, aprendendo um pouco com eles e pretendendo ser originais, trazer essas práticas artísticas para o momento que a gente vive&amp;quot;, explica o autor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O escritor diz que a obra, uma peça teatral escrita em versos metrificados e rimados, aborda a história de um grupo de sem-teto que se reúne por acaso e pretende reivindicar maneiras dignas de se viver, após ficarem desabrigados.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Essa marcha vai passar por um campeonato de dor, um torneio de sofrimento armado pelos sem-teto para saber quem tem condições morais de liderar. Há também uma trama secundária que envolve a rivalidade de dois homens em torno do amor de uma mulher&amp;quot;, declara Marques.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O livro traz um um artigo publicado em 2003 na revista &amp;quot;Folhetim&amp;quot;, do Rio de Janeiro, sobre o uso do verso em cena, apresenta as partituras das canções que integram a peça e um encarte com o CD dessas músicas, de autoria de Marques e arranjos de José Cabrera. O prefácio foi escrito por Ilka Marinho Zanotto, crítica de teatro e ensaísta, e as ilustrações são de Sergio Kon.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do &lt;b&gt;Guia da Folha Online&lt;/b&gt;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/guiadafolhaonline/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>24/06/2008 - Aumento de peso pode ocasionar diabetes; ouça cirurgião de obesidade</title>
<pubDate>24 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A obesidade é uma epidemia que cresce no mundo inteiro. Além de fatores genéticos, a falta de atividades físicas e de uma dieta adequada contribuem para o aumento da doença.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do doutor em cirurgia pela USP e cirurgião de obesidade Ricardo Cohen, autor de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135819&quot;&gt;&amp;quot;Folha Explica A Obesidade&amp;quot;&lt;/a&gt;, da Publifolha. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/livros&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da série &amp;quot;Livros&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ciencia/2008/06/24/ricardo_cohen-aumento_de_peso.mp3&quot;&gt;Ricardo Cohen&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O médico explica que a obesidade é detectada por meio de um cálculo. &amp;quot;A gente baseia essa classificação no IMC (índice de massa corpórea), que é o peso divido pelo quadrado da altura.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Se o resultado dessa conta ficar entre 20 e 25, o indivíduo é considerado normal; entre 26 e 30, há sobrepeso; de 30 a 35, a doença é considerada leve; acima de 35, obesidade mórbida --desde que acompanhada de algumas doenças associadas, como diabetes, hipertensão, apnéia do sono.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O IMC acima de 40 também é denominado obesidade mórbida. Nesse caso, porém, não está associada a outras doenças, conforme definiu a OMS (Organização Mundial de Saúde) em 1991, acrescenta o escritor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Cohen, os doentes que têm sobrepeso ou obesidade leve são passíveis de tratamento clínico --administração de remédios, orientação alimentar, comportamental e prática de atividades físicas. Para os obesos mórbidos, a gastroplastia (cirurgia para redução do tamanho do estômago), com perda de excesso do peso entre 80% e 90%, é a solução mais indicada.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para o médico, a perda de peso associada à operação previne ou cura diversas doenças ligadas a obesidade. &amp;quot;A melhora do diabetes se dá por volta dos 70% a 80% dos pacientes, da hipertensão, o mesmo número, e da apnéia do sono, próximo a 100%. Sem contar com a melhoria das doenças articulares por sobrepeso --artroses e artrites--, que também melhoram muito seus sintomas.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Atualmente, o diabetes é uma das maiores preocupações dos médicos, diz Cohen. &amp;quot;O aumento do peso --mesmo em pesos mais baixos que os índices chamados de obesidade mórbida-- leva ao diabetes e nós temos que intervir rapidamente, ou seja, para controlar o peso e o diabetes.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/598/&quot;&gt;Ricardo Cohen&lt;/a&gt; é um dos autores do livro &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135819/&quot;&gt;&amp;quot;A Obesidade&amp;quot;&lt;/a&gt;, da &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/categorias/48/&quot;&gt;&amp;quot; Série Folha Explica&amp;quot;&lt;/a&gt;, editada pela &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135819&quot;&gt;&amp;quot;&lt;b&gt;Folha Explica A Obesidade&lt;/b&gt;&amp;quot;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Autor&lt;/b&gt;: Ricardo Cohen e Maria Rosária Cunha&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Editora&lt;/b&gt;: Publifolha&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Páginas&lt;/b&gt;: 96 páginas&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: De R$ 18,90
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts da série &amp;quot;Livros&amp;quot;? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/olharliterario/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/ciencia/2008/06/24/ricardo_cohen-aumento_de_peso.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
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