<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1" ?>
<rss version="2.0">
<channel>

<title>Folha Online - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

<image>
<title>Folha Online - Podcasts</title>
<url>http://www1.folha.uol.com.br/folha/images/logo-folha_online-88x31.gif</url>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<width>88</width>
<height>31</height>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
</image>


<item>
<title>10/11/2009 - Novo carro elétrico chinês pode ser carregado na tomada de casa</title>
<pubDate>10 Nov 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Uma desconhecida montadora chinesa, a BYD, conseguiu lançar um carro elétrico dois anos antes que grandes montadoras japonesas e americanas, informa &lt;b&gt;Raul Juste Lores&lt;/b&gt;, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Pequim e responsável por um &lt;a href=&quot;http://raulnachina.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;blog&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista viajou até a cidade de Shenzhen para conhecer a inovação produzida pela fábrica. O modelo F3DM pode percorrer 100 km sem depender de gasolina. Quando sua bateria acaba, o motor que utiliza gasolina pode ser acionado. O veículo pode ser carregado em tomadas comuns de 220 volts.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Parte do sucesso até agora da BYD é por se colocar na ponta de uma pesquisa que provoca grande expectativa em mundo que não pode bancar os preços cada vez mais altos do petróleo&amp;quot;, relata Lores neste podcast.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/11/10/raul_juste_lores.mp3&quot;&gt;Raul Juste Lores&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/11/10/raul_juste_lores.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>07/10/2009 - China mantém inquietude quanto ao futuro do país; ouça o correspondente</title>
<pubDate>07 Oct 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Passada a celebração dos 60 anos da chegada dos comunistas ao poder na China, a população se pergunta agora o que vem por aí, informa informa &lt;b&gt;Raul Juste Lores&lt;/b&gt;, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Pequim e responsável por um &lt;a href=&quot;http://raulnachina.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;blog&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O governo pretende transformar o país em um grande pólo de produção industrial para que tenha uma economia mais sustentável, segundo o jornalista. &amp;quot;Para isso vai ser necessário colocar mais dinheiro no bolso dos chineses. A principal crítica que ainda se faz ao atual modelo é que China tem um governo muito rico, empresas estatais bastante ricas, mas uma sociedade ainda pobre&amp;quot;, diz Lores. Ouça o relato do correspondente.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/10/06/raul_juste_lores.mp3&quot;&gt;Raul Juste Lores&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Raul Juste Lores? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/10/06/raul_juste_lores.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>16/09/2009 - Pequim vive dias de paranoia; ouça correspondente da Folha</title>
<pubDate>16 Sep 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A cidade de Pequim se prepara para celebrar os 60 anos da chegada dos comunistas ao poder. A fim de evitar qualquer tipo de protesto ou manifestação, o governo tem adotado algumas medidas de prevenção, informa &lt;b&gt;Raul Juste Lores&lt;/b&gt;, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; na China e responsável por um &lt;a href=&quot;http://raulnachina.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;blog&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Até 1º de outubro, data da comemoração que contará com uma parada militar, está proibido até empinar pipas nos céus de Pequim. Nos elevadores dos condomínios, avisos pedem aos moradores que vigiem a segurança do prédio e denunciem à polícia qualquer tipo de atividade suspeita.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/09/16/raul_juste_lores.mp3&quot;&gt;Raul Juste Lores&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Na prática, pede-se aos vizinhos que espionem uns aos outros para evitar qualquer risco de protesto ou de qualquer atividade que possa contrariar o aniversário do Partido Comunista&amp;quot;, relata Juste Lores. Ouça o comentário do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Raul Juste Lores? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/09/16/raul_juste_lores.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>23/06/2009 - Irã quer manter jornalistas estrangeiros longe do país; ouça correspondente</title>
<pubDate>23 Jun 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Na semana passada, o Ministério de Guia e Orientação Islâmica iraniano anulou as permissões de trabalho que havia concedido aos jornalistas e agências de notícias estrangeiras e advertiu que está proibida a cobertura de qualquer ato público sem autorização do órgão. O governo do Irã não quer que as pessoas vejam e entendam a repressão que ocorre no país nos últimos dias.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Raul Juste Lores, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; enviado a Teerã, diz que, apesar de a contagem dos votos das eleições no Irã levar normalmente de dois a três dias, poucas horas depois do início da apuração, foi colocado um comunicado sobre as eleições na porta do hotel em que ele estava hospedado. O cartaz informava que não haveria segundo turno e que por isso os vistos para os jornalistas estrangeiros não seriam renovados.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/06/22/raul_juste_lores.mp3&quot;&gt;Raul Juste Lores&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do jornalista, que também responsável por um &lt;a href=&quot;http://raulnachina.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;blog&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O Irã vive dias de intensos protestos, desde que os resultados das eleições presidenciais deram um segundo mandato para o Mahmoud Ahmadinejad. O principal adversário do presidente, Mir Hossein Mousavi, classificou o pleito de fraude e insiste ser o verdadeiro vencedor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Os jovens iranianos parecem querer um país mais aberto e liberal, algo que entra em choque com as lideranças conservadoras. Além dos protestos contra a crise, querem um país com direitos mais parecidos ao de outros vizinhos, diz Lores.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista afirma que, ao contrário do que muita gente pensa, o Irã é uma região extremamente urbana, uma vez que 70% da população mora em cidades. O país possui uma grande classe média com renda percapita em torno de US$ 11 mil dólares, melhor que a brasileira. Nas universidades, 65% dos alunos são mulheres.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Raul Juste Lores? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/06/22/raul_juste_lores.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>04/06/2009 - Após 20 anos, China ainda mantém censura sobre história do massacre</title>
<pubDate>04 Jun 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O massacre de estudantes e trabalhadores que protestavam pela democracia na China, em 4 de junho de 1989, é um tabu para o governo do país. Após 20 anos, a cena de um único estudante tentando impedir o avanço de uma coluna de tanques na Avenida da Paz Eterna (Chang&apos;An) é totalmente desconhecida pelos chineses.
&lt;/p&gt;

&lt;table class=&quot;fe230&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Jeff Widener/AP&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/mundo/images/08344201.jpg&quot; alt=&quot;Imagem de bloqueio contra tanques imortalizou protestos na praça da Paz Celestial, em Pequim&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;Imagem de bloqueio contra tanques imortalizou protestos na praça da Paz Celestial, em Pequim &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Raul Juste Lores, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Pequim e responsável por um &lt;a href=&quot;http://raulnachina.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;blog&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. Ele diz que, desde a ocasião, o governo chinês tem censurado qualquer assunto que remeta ao massacre. O tema não é citado em escolas e livros didáticos e na internet há um bloqueio para qualquer referência ao caso. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/06/03/raul_juste_lores.mp3&quot;&gt;Raul Juste Lores&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Hoje, vários sites estão bloqueados: YouTube, Twitter, Blogger, Flickr. Inclusive, quando a BBC e a CNN provavelmente passam reportagens alusivas aos 20 anos, o que eu vejo na minha TV é uma tela escura&amp;quot;, relata o colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Lores, isso ocorre porque as emissoras internacionais mantêm um acordo com o governo chinês. O conteúdo da programação que entra no país sofre &amp;quot;delay&amp;quot; (atraso) de um minuto. Com isso, os órgãos censores assistem antes e decidem o que pode ou não ser exibido. Quando alguma reportagem sobre o massacre é veiculada, a transmissão desaparece, segundo o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do Raul Juste Lores? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/06/03/raul_juste_lores.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>20/05/2009 - Raul Juste Lores: Lula discorda que saiu da China de mãos vazias</title>
<pubDate>20 May 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Ao final da visita de três dias à China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira em Pequim que, ao contrário do que a imprensa brasileira tem divulgado, ele não saiu de mãos vazias do país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Raul Juste Lores, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Pequim e responsável por um &lt;a href=&quot;http://raulnachina.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;blog&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. Em uma conversa com o presidente, Lula disse ao jornalista que o grande país asiático já é o maior parceiro comercial do Brasil.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/05/20/raul_juste_lores.mp3&quot;&gt;Raul Juste Lores&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ele acha que o Brasil tem que investir pesado nessa relação. Segundo Lula, aqui há um bilhão de pessoas querendo comer frango, comer carne, comprar geladeira, e o Brasil pode participar desse crescimento chinês. O que ele não respondeu é como ocorrerá essa promoção comercial&amp;quot;, relata Lores.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A visita reforçou vários pontos entre os dois países principalmente políticos, afirma o jornalista. O principal acordo no campo comercial anunciado como uma vitória pelo governo brasileiro foi em relação à exportação de carnes de aves à China. A &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u568232.shtml&quot;&gt;Petrobras&lt;/a&gt; também foi beneficiada e assinou na última terça-feira (19) um acordo para um financiamento chinês de US$ 10 bilhões.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Raul Juste Lores? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/05/20/raul_juste_lores.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>18/05/2009 - Raul Juste Lores: Viagem de Lula à China quer derrubar barreiras comerciais</title>
<pubDate>18 May 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou em Pequim nesta segunda-feira e participou de um jantar privado com o presidente da China, Hu Jintao. A visita de Lula quer atrair investimentos para o Brasil e derrubar as várias barreiras que impedem a entrada de produtos brasileiros no país chinês.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Raul Juste Lores, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Pequim e responsável por um &lt;a href=&quot;http://raulnachina.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;blog&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. Ele diz que nos últimos cinco anos, apesar da explosão do comércio que fez a China se tornar o maior parceiro comercial do Brasil, poucas outras áreas da relação bilateral avançaram. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/05/18/raul_juste_lores.mp3&quot;&gt;Raul Juste Lores&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A China compra muita soja e ferro do Brasil, mas os investimentos prometidos pelo país desde 2004 nunca aconteceram. O presidente Lula vai tentar mostrar aos chineses que o Brasil está querendo alguns passos a mais. Cabe agora a China progredir nessa relação.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Raul Juste Lores? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/05/18/raul_juste_lores.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>05/05/2009 - Brasil tem dificuldade em conseguir bons acordos com a China; ouça análise</title>
<pubDate>05 May 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Segundo dados da &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u560360.shtml&quot;&gt;balança comercial brasileira&lt;/a&gt; de abril, a China se tornou o principal parceiro comercial do Brasil. A soma das exportações e importações para o país asiático chegou a US$ 3,2 bilhões em abril.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Raul Juste Lores, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Pequim e responsável por um &lt;a href=&quot;http://raulnachina.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;blog&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, diz que a nova constatação deve ser analisada com cautela. &amp;quot;Alguns empresários costumam falar, com bastante razão, que é mais a China que compra do Brasil do que o Brasil exporta para a China&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2009/05/05/raul_juste_lores_fala_sobre_balanca_comercial.mp3&quot;&gt;Raul Juste Lores fala sobre balança comercial&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para Lores, deve-se comemorar o fato de a China estar comprando tanto em período de crise, mas existe uma queixa comum sobre o Brasil não conseguir emplacar produtos manufaturados e carnes para a o país asiático. &amp;quot;Muitos empresários brasileiros reclamam que o Brasil não consegue arrancar bons acordos comerciais da China&amp;quot;, avalia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o jornalista, mais de 80% das exportações brasileiras são de matérias-primas, como soja e ferro, que a China necessita por causa do seu crescimento acelerado. &amp;quot;É uma pauta comercial bastante pouco variada, enquanto isso, a China exporta para o Brasil produtos manufaturados de todo o tipo, celulares, TVs de plasma, produtos de R$ 1,99 e calçados&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2009/05/05/raul_juste_lores_fala_sobre_balanca_comercial.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>05/03/2009 - Raul Juste Lores: Pacote chinês decepciona mercado financeiro</title>
<pubDate>05 Mar 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u529882.shtml&quot;&gt;decepcionou&lt;/a&gt; o mercado quando confirmou o orçamento de US$ 585 bilhões do pacote econômico destinado a reestimular a economia do país, que começou a desacelerar no ano passado.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Raul Juste Lores, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Pequim e responsável por um &lt;a href=&quot;http://raulnachina.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;blog&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, havia muita expectativa de que o governo aumentasse os recursos destinados ao pacote ou desse mais detalhes sobre como os investimentos seriam direcionados. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2009/03/05/raul_lores.mp3&quot;&gt;Raul Lores&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa da crise nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u498060.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u498780.shtml&quot;&gt;Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O Congresso chinês não deu detalhes e nem anunciou maiores recursos. O anúncio do pacote acabou sendo um &apos;déjà vu&apos; ou um banho de água fria para quem esperava grandes transformações&amp;quot;, diz o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ele, em tempos de crise, a China sofre por causa da capacidade excessiva de produção. Lores explica que enquanto os Estados Unidos se endividaram por conceder muito crédito, o governo chinês destinou investimentos para a produção.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para ele, o problema é que o país não quer, pelo menos nesse momento, sacrificar o setor exportador, o que deixaria milhões de desempregados. &amp;quot;A China pretende continuar inundando o mundo com seus produtos baratos, o que pode provocar uma grande guerra comercial&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Lores ressalta que, para driblar a crise econômica, o governo chinês vai ter que estimular o consumo interno e que será um trabalho difícil, uma vez que grande parte da população tem salários baixos. &amp;quot;Por não ter educação, saúde, previdência social gratuitas, o chinês economiza o pouco que ganha. As pessoas temem muito pelo futuro&amp;quot;, completa.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2009/03/05/raul_lores.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>15/02/2009 - Raul Juste Lores: Inflação deixa classe média perdida no Irã</title>
<pubDate>15 Feb 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A economia é uma questão que pode ter peso importante na decisão das eleições no Irã, que serão realizadas em junho. Com a queda do preço do petróleo, a inflação é hoje o grande drama vivido pela população do país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são do correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; Raul Juste Lores, enviado especial a Teerã. Segundo ele, com o número oficial da inflação de quase 25%, os preços ao consumidor aumentaram de 45% a 50% no ano passado. Há um crescente aumento no valor dos imóveis, mas a população está cada vez mais sem poder de compra devido ao desemprego.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/02/13/inflacao_deixa_classe_media_perdida_no_ira.mp3&quot;&gt;Inflação deixa classe média perdida no Irã&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O país tem uma capacidade produtiva bastante reduzida. A economia, antes da Revolução Islâmica e durante, continua dependente do petróleo. Nos últimos anos, o presidente Mahmoud Ahmadinejad gastou muito em obras faraônicas, em projetos populistas, e a inflação está afetando principalmente a classe média, que não sabe bem o que fazer&amp;quot;, diz o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A decisão de Ahmadinejad anunciada na última semana de tentar um diálogo direto com os Estados Unidos tem a ver com a crise econômica. Segundo Lores, muita gente acha que o governante está se transformando em um presidente mais &amp;quot;paz e amor&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O Irã é um dos países mais fechados do mundo, não só na economia, mas principalmente na política. Com a Revolução Islâmica, rompeu tanto com o bloco comunista como com os Estados Unidos e a União Europeia, e tem uma relação bastante difícil com a maioria dos países muçulmanos&amp;quot;, explica Lores.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Em Teerã, o jornalista tem conversado com conservadores da linha mais radical que estão no poder --como o presidente Mahmoud Ahmadinejad-- até os dissidentes e reformistas. Os dois lados irão se enfrentar nas eleições e o vencedor terá um poder limitado, de acordo com o correspondente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;No país, o supremo líder é um líder religioso, ou seja, o Irã mistura uma república democrática com uma teocracia. O poder da religião está acima das leis e do Estado. E o supremo líder, o aiatolá Khamenei, tem o poder acima do Exército e acima da Justiça. É uma situação que transforma a política em algo importante, mas, por outro lado, secundário em relação ao poder da religião&amp;quot;, conclui o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Raul Juste Lores? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2009/02/13/inflacao_deixa_classe_media_perdida_no_ira.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>12/11/2008 - Política industrial protecionista da China afeta exportação brasileira; ouça</title>
<pubDate>12 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O governo chinês anunciou nesta semana um &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u465798.shtml&quot;&gt;pacote de investimentos&lt;/a&gt; de 4 trilhões de yuans (o equivalente a R$ 1,23 trilhão -US$ 586 bilhões) para os próximos dois anos, com o objetivo de estimular a economia, ameaçada pela desaceleração interna e pela queda nos mercados que importam produtos chineses.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Raul Juste Lores, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Pequim e responsável por um &lt;a href=&quot;http://raulnachina.folha.blog.uol.com.br&quot;&gt;blog&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, diz que a China é um país que está em estágio inicial de desenvolvimento, apesar do crescimento veloz e do sucesso nos últimos 30 anos. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/11/12/raul_juste_lores-politica_industrial_chinesa_afeta_exportacao_brasileira.mp3&quot;&gt;Raul Juste Lores&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u458650.shtml&quot;&gt;10 questões para entender o tremor na economia&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u461050.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u463841.shtml&quot;&gt;Veja os países e instituições financeiras afetados diretamente&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Qual é a preocupação do governo? O país &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u466356.shtml&quot;&gt;cresce&lt;/a&gt; 9% este ano e deve crescer 7% em 2009. Mas até o ano passado crescia entre 10% e 11% ao ano. A China precisa criar de 10 a 20 milhões de empregos por ano para conseguir acompanhar e dar emprego a seus camponeses que migram para as cidades grandes para tentar uma vida melhor&amp;quot;, explica Lores.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o jornalista, há uma &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u466388.shtml&quot;&gt;expectativa&lt;/a&gt; no Brasil em saber se o pacote chinês trará algum benefício para o mercado brasileiro. &amp;quot;A resposta é que: pode ser. Mas, infelizmente, poderia ser muito mais se o Brasil conseguisse derrotar as enormes barreiras que o governo chinês coloca a boa parte dos produtos que o Brasil exporta.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Lores, o país chinês tem uma política industrial protecionista que acaba afetando o Brasil. &amp;quot;Então, mesmo carne, frango, porco e vários outros produtos, como nosso álcool e o etanol, acabam não sendo exportados para a China. Ou pelas alíquotas muito altas, ou por conta de barreiras extratarifárias, aquelas desculpas que o governo cria para barrar a competição externa&amp;quot;, relata o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ele entrevistou diversos empresários brasileiros e eles reclamaram dessa chamada &amp;quot;relação colonial&amp;quot; entre ambos os países. &amp;quot;Um exemplo é que o Brasil exporta ferro e importa trilhos daquele país. A gente vende uma tonelada por US$ 110. Os chineses produzem trilhos com esse ferro e nos vendem por US$ 850 dólares a tonelada de trilhos&amp;quot; declara Lores.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para o jornalista, o Brasil pode até continuar exportando para China, mas o pacote chinês irá impulsionar mais o consumo interno do que a balança comercial entre os dois países.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Raul Juste Lores? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/11/12/raul_juste_lores-politica_industrial_chinesa_afeta_exportacao_brasileira.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>15/09/2008 - Leite em pó adulterado causa a morte de duas crianças na China; ouça</title>
<pubDate>15 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Dois bebês morreram na China depois de consumirem leite em pó adulterado e mais de 1.250 crianças, de até 11 meses, desenvolveram pedras nos rins por causa da ingestão do alimento.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Raul Juste Lores, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Pequim e responsável por um &lt;a href=&quot;http://raulnachina.folha.blog.uol.com.br/&quot;&gt;blog&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. Segundo o jornalista, informações preliminares do Ministério da Saúde da China apontam que o leite recebia água para que a quantidade fosse aumentada e a falta de proteína do produto era disfarçada com a adição de melamina, substancia química utilizada na produção de plástico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/09/15/raul_juste_lores-leite_adulterado_china.mp3&quot;&gt;Raul Juste Lores&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O correspondente diz que a empresa estatal Sanlu, produtora do leite, comunicou que já recolheu 6 mil toneladas do alimento e anunciou um recall de 700 toneladas de leite em pó na semana passada. O produto, consumido entre março e agosto deste ano, também foi exportado para Taiwan.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o jornalista, o episódio se agravou com uma acusação da acionista minoritária da Sanlu na Nova Zelândia. A fábrica afirma que a central na China adiou o anúncio de adulteração para não atrapalhar a Olimpíada de Pequim.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Parece que no dia 6 de agosto a Sanlu descobriu que o leite estava adulterado, mas não quis divulgar o recall dois dias antes do inicio Olimpíada. Deixou para anunciar que havia esse verdadeiro crime contra a saúde pública agora, em setembro&amp;quot;, informa Lores.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista informa que, neste final de semana, 200 pais tentaram invadir a fábrica da Sanlu. Lores ressalta que a maioria das crianças vítimas do problema mora em regiões pobres da China.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Raul Juste Lores? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/09/15/raul_juste_lores-leite_adulterado_china.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>30/07/2008 - Pequim radicaliza e cria novo rodízio para combater poluição; ouça correspondente</title>
<pubDate>30 Jul 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A última medida para tentar despoluir a cidade de Pequim, que sediará os Jogos Olímpicos-2008, deve ser anunciada nos próximos dias. O sistema irá permitir que somente os carros com a placa que coincida com o número do dia possam transitar.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Raul Juste Lores, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Pequim. Ele afirma que 90% da frota seria retirada das ruas com a implantação deste rodízio. &amp;quot;Exemplo: no dia 8 de agosto só placas com final 8 poderiam circular; no dia 9, só placas com final 9&amp;quot;, explica o correspondente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/07/29/raul_juste_lores-pequim_deve_criar_novo_rodizio.mp3&quot;&gt;Raul Juste Lores&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o jornalista, já existe um rodízio que divide em 50% a frota da veículos. &amp;quot;Em um dia só podem circular as placas pares e em outro dia as placas ímpares. E 60% dos carros estatais estão fora das ruas&amp;quot;, comenta. Esta é uma das diversas ações que já foram realizadas na China nos últimos sete anos na tentativa de despoluir o ar de Pequim, uma das cidades mais poluídas do mundo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ele fala que, apesar destas medidas, a qualidade do ar continua ruim. &amp;quot;O Comitê Olímpico Internacional até havia alertado que algumas provas, como a maratona, podiam ser adiadas se a poluição em Pequim estivesse muito forte, então há um pânico da organização&amp;quot;, conta o correspondente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Lores diz que a &amp;quot;última cartada&amp;quot; levará milhões de pessoas a utilizarem o transporte público da cidade. &amp;quot;Os turistas vão enfrentar algo que nós moradores de Pequim já conhecemos, que é a falta de táxis. Como milhares de pequineses não podem usar seu carro pelo rodízio, todo mundo está andando de táxi&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Raul Juste Lores? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/rauljustelores/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/07/29/raul_juste_lores-pequim_deve_criar_novo_rodizio.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>12/05/2008 - Correspondente viu multidão deixando prédio em Pequim; ouça relato sobre tremor</title>
<pubDate>12 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Um terremoto de 7,8 graus na escala Richter atingiu a China nesta segunda-feira, o pior em 30 anos na história do país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Raul Juste Lores, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Pequim, diz que estima-se que mais de 8.500 pessoas morreram. Segundo o jornalista, o tremor ocorreu por volta das 14h30 do horário local, com epicentro na Província de Sichuam, sudoeste do país.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/mundo/2008/05/12/raul_juste-terremoto_china.mp3&quot;&gt;Raul Juste Lores&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o correspondente, uma escola desabou e foi soterrada com 900 estudantes em aula no momento do tremor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista conta que estava sentado em frente ao computador, quando sentiu a cadeira e a mesa balançar. Olhou pela janela, achando que o tremor estava relacionado a alguma construção da região, quando viu a multidão deixando prédios e deixou o apartamento também.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O terremoto foi sentido em várias regiões da Ásia, como Tailândia e Vietnã. Lores conta que mídia estatal chinesa noticiou de forma superficial o tremor e que o jornal das 19h destinou apenas dois minutos para as informações. Jornalistas estrangeiros perceberam a gravidade da situação quando o primeiro ministro Wen Jiabao foi para Sichuan.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O que é incomum. O governo chinês é acusado de dar respostas lentas a grandes tragédias que acontecem no país e, às vezes, de esconder doenças, como aconteceu com a epidemia Sars que afetou a China em 2003&amp;quot;, diz Raul Juste Lores.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.com.br/mundo/2008/05/12/raul_juste-terremoto_china.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>
<item>
<title>17/03/2008 - China proíbe entrada de jornalistas estrangeiros no Tibete</title>
<pubDate>17 Mar 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Pelo menos 16 pessoas morreram em manifestações na China desde a semana passada. Os protestos começaram como uma reação à notícia de que monges budistas teriam sido presos depois de realizar uma passeata para marcar os 49 anos de um levante tibetano contra o domínio chinês.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Raul Juste Lores, correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Pequim, conta que o governo chinês informou a morte de 16 civis inocentes, enquanto autoridades do governo tibetano no exílio afirmam que foram 100 pessoas assassinadas pela polícia chinesa.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/03/17/raul_lores-tensao_no_tibete.mp3&quot;&gt;TEXTO&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O problema é que realmente dá para desconfiar da China por não permitir o menor acesso da imprensa estrangeira ao Tibete. Até os turistas foram retirados de Lhasa e os jornalistas estrangeiros são proibidos de irem para lá e para outras Províncias onde há protestos de tibetanos&amp;quot;, diz o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Lores explica que as pessoas em Pequim estão sem acesso ao YouTube e a sites de notícias como o &amp;quot;The Guardian&amp;quot;, &amp;quot;The Economist&amp;quot;, &amp;quot;The Times&amp;quot;, bloqueados por citarem o Tibete em seus conteúdos. &amp;quot;É um sinal de que os chineses não querem que a gente saiba o que de fato aconteceu lá.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o correspondente, a China quer passar uma imagem positiva e de uma potência emergente ao resto do mundo, mas o que se vê é um país que não consegue dialogar com uma província que tem vários problemas como o Tibete. &amp;quot;Ao tentar esconder algo da imprensa e do resto do mundo, faz com que a imaginação de qualquer espectador desses fatos comece a pensar o que de fato aconteceu no Tibete&amp;quot;, conclui.
&lt;/p&gt;</description>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/mundo/2008/03/17/raul_lores-tensao_no_tibete.mp3" length="" type="audio/mpeg" />
</item>

</channel>
</rss>
