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<title>Folha Online - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Podcasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>03/10/2008 - Drama &quot;Caos Calmo&quot; retrata a perda e o luto; ouça Sérgio Rizzo</title>
<pubDate>03 Oct 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Chega hoje aos cinemas a produção italiana &amp;quot;Caos Calmo&amp;quot;, de Antonello Grimaldi. Baseado no romance do escritor Sandro Veronesi, o longa é co-escrito e estrelado pelo diretor italiano Nanni Moretti.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Sérgio Rizzo, crítico da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/10/02/sergio_rizzo-drama_caos_calmo_retrata_perda_luto.mp3&quot;&gt;Sérgio Rizzo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O drama narra a história de um executivo bem-sucedido que vê sua vida mudar com a repentina morte da mulher. Devastado pela perda, ele precisa manter a tranqüilidade para cuidar da filha de dez anos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O filme gira em torno dos mecanismos de tentativa de superação da dor por esse personagem. Mas é um bocado irregular em alguns momentos. Antonello Grimaldi obtém ali uma certa poesia, a atuação de Nanni Moretti contribui muito para isso, mas, às vezes, tem-se a impressão de que havia muito assunto para um tempo limitado de filme&amp;quot;, diz Rizzo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o crítico, &amp;quot;Caos Calmo&amp;quot; apresenta semelhanças com o longa &amp;quot;O Quarto do Filho&amp;quot;, drama protagonizado por Moretti, também responsável pelo roteiro e direção, vencedor do Palma de Ouro de Melhor Filme no Festival de Cinema de Cannes em 2001.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ambos tratam dos efeitos de uma perda sobre um núcleo familiar. A diferença mais substancial é que &apos;Caos Calmo&apos; trabalha também com o humor, com pano de fundo romântico no meio de algo que é essencialmente dramático&amp;quot;, declara o crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Sérgio Rizzo? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/resumodiario/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>26/09/2008 - Filme narra dificuldade de casal gay em adotar bebê; ouça Sérgio Rizzo</title>
<pubDate>26 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A comédia dramática francesa &amp;quot;Baby Love&amp;quot;, de Vincent Garenq, chega aos cinemas nesta sexta-feira. O filme narra as dificuldades de um casal homossexual em adotar um bebê.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sérgio Rizzo, crítico da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, diz que o longa aborda o tema com leveza. &amp;quot;Mas, evidentemente, ele envolve uma série de aspectos muito sérios a respeito de temas como o Estado e a sociedade tratam desse assunto.&amp;quot; &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/09/25/sergio_rizzo-estreia_baby_love.mp3&quot;&gt;Sérgio Rizzo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A idéia do filme é defender idéias sobre a igualdade de direitos civis entre héteros e homossexuais. O diretor consegue isto de uma maneira muito simpática&amp;quot;, explica Rizzo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Não se parece com o que habitualmente o espectador entende como um filme gay, ao contrário, está mais próximo do tom de comédias dramáticas voltadas para a família, feitas com muita freqüência nos EUA&amp;quot;, declara o crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Rizzo, uma maneira de entender a repercussão desses temas no Brasil é acompanhar o debate &amp;quot;Dois pais ou Duas mães - Ainda existe Preconceito?&amp;quot;, que será realizado na próxima quinta-feira (2), às 21h30, na Reserva Cultural (av. Paulista, 900, tel. 0/xx/3287-3529).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O evento contará com a participação de Leão Lobo e Paulo Borges, que são pais adotivos. Também farão parte do encontro a psicóloga Vera Moris e o juiz de direito Eduardo Rezende Mello. A mediação será feita por Christian Petermann, crítico e colaborador do &lt;a href=&quot;http://guia.folha.com.br/&quot;&gt;&lt;b&gt;Guia da Folha&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do resumo de Sérgio Rizzo? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/resumodiario/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>19/09/2008 - Refilmagem de &quot;Violência Gratuita&quot; é idêntica ao original; ouça Sérgio Rizzo</title>
<pubDate>19 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Estréia hoje no cinema &amp;quot;Violência Gratuita&amp;quot;, o filme foi escrito e dirigido pelo austríaco Michael Haneke. O longa é uma refilmagem da própria obra do cineasta, criada em 1997.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sérgio Rizzo, crítico da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, diz que um dos casos mais conhecidos de refilmagens é o do diretor Alfred Hitchcock, que fez duas versões de &amp;quot;O Homem que Sabia Demais&amp;quot; --uma em 1934 e outra em 1956. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/09/18/sergio_rizzo-refilmagem_violencia_gratuita.mp3&quot;&gt;Sérgio Rizzo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Violência Gratuita&amp;quot; retrata a história de uma família de classe média que, em férias numa casa de campo, se torna refém de dois jovens que promovem uma série de perversões.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O longa original foi produzido na Áustria e rodado na Europa, diz Rizzo. Já a versão recente é uma co-produção entre EUA, França, Inglaterra, Áustria, Alemanha e Itália.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Os filmes são rigorosamente idênticos, ou seja, o cuidado de repetir todos os enquadramentos do primeiro filme foi tomado por Michael Haneke&amp;quot;, afirma o crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Rizzo, a produção de 11 anos atrás possuía um elenco de atores austríacos e alemães. Nessa refilmagem, falada em inglês e rodada nos EUA, há nomes conhecidos como Naomi Watts, Tim Roth, Michael Pitt e Brady Corbet.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Fica a pergunta: por que Michael Hanecke quis optar por esse tipo de procedimento? Ele não viu motivos para acrescentar nada à obra original? Se não viu motivos, por que fez a refilmagem? A refilmagem se justifica porque ela é ambientada num outro país e, agora, ela talvez queira dizer outras coisas? As especulações ficam todas por conta do espectador&amp;quot;, conclui o crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>12/09/2008 - &quot;Mamma Mia!&quot; usa canções famosas do Abba; ouça Sérgio Rizzo</title>
<pubDate>12 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
&amp;quot;Mamma Mia!&amp;quot;, de Phyllida Lloyd, estréia nesta sexta-feira nos cinemas. O filme é baseado no musical homônimo produzido em 1999, em Londres. Só depois foi para os EUA, onde passou por diversas cidades antes de chegar à Broadway, em outubro de 2001.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sérgio Rizzo, crítico da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, diz que o espetáculo continua em cartaz e que no ano passado havia nove montagens simultâneas pelo mundo. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/09/11/sergio_rizzo-mamma_mia_usa_cancoes_abba.mp3&quot;&gt;Sérgio Rizzo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Uma adaptação cinematográfica desse espetáculo era garantia de sucesso. Isto talvez tenha levado os produtores a adotarem uma postura muito conservadora. Por exemplo, eles contratam para dirigir o filme uma diretora de teatro britânica, que nunca havia trabalhado no cinema, chamada Phyllida Lloyd&amp;quot;, explica o crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Rizzo, os produtores apostaram em um elenco conhecido para cativar o espectador. Nomes como Pierce Brosnan, Meryl Streep, Colin Firth e Stellan Skarsgard integram o longa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O problema é que se fez uma transposição pura e simples do espetáculo com locações na Grécia e uma fidelidade canina da maneira com que todas as músicas do grupo Abba são apresentadas. A história do filme, assim como a do espetáculo, é um mero pretexto para que se possa usar as letras das músicas.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o crítico, o filme rende momentos que são divertidos, quando, por exemplo, Pierce Brosnan abre a boca para cantar.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Na trama, uma jovem de 20 anos está prestes a se casar. Sem saber quem é o pai, ela descobre três candidatos no diário da mãe e, secretamente, convida-os para a cerimônia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>05/09/2008 - Sociedade é tema principal em &quot;Linha de Passe&quot;; ouça Sérgio Rizzo</title>
<pubDate>05 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
&amp;quot;Linha de Passe&amp;quot;, de Walter Salles e Daniela Thomas, chega às telas nesta sexta-feira. Este é o oitavo filme de ficção na carreira do cineasta, que volta a dirigir um longa-metragem no Brasil desde &amp;quot;Abril Despedaçado&amp;quot; (2001).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para Sérgio Rizzo, crítico da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, &amp;quot;Linha de Passe&amp;quot; marca o entrosamento dos diretores, parceiros também em &amp;quot;Terra Estrangeira&amp;quot; (1996) e &amp;quot;O Primeiro Dia&amp;quot; (1999). &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/09/04/sergio_rizzo-estreia_filme_linha_de_passe.mp3&quot;&gt;Sérgio Rizzo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Os três filmes têm diversas características em comum e &apos;Linha de Passe&apos; permite notar como os cineastas amadureceram. Procedimentos de linguagem e modo de trabalhar em a equipe, que envolve todos os colaboradores em áreas criativas para que eles tragam contribuições que serão muito importantes para o resultado final&amp;quot;, afirma Rizzo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O longa conta a história de quatro irmãos que vivem na periferia de São Paulo. Sem o pai, eles precisam lutar por seus sonhos. No centro desta família está Cleuza (Sandra Corveloni), que, aos 42 anos, espera o quinto filho.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Rizzo, o filme mostra ao espectador um jeito um tanto incomum do cinema brasileiro falar da própria sociedade. &amp;quot;&apos;Linha de Passe&apos; apresenta personagens que vivem em determinadas circunstâncias sociais, e a riqueza do filme está no poder de convencimento do elenco de que eles todos, os personagens, vivem&amp;quot;, diz o crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>29/08/2008 - Rodrigo Santoro e Selton Mello estão em &quot;Os Desafinados&quot;; ouça Sérgio Rizzo</title>
<pubDate>29 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O filme &amp;quot;Os Desafinados&amp;quot;, primeiro longa-metragem de ficção para cinema realizado pelo diretor Walter Lima Jr. desde &amp;quot;A Ostra e O Vento&amp;quot; (1987), estréia nesta sexta-feira nos cinemas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sérgio Rizzo, crítico da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, diz que Walter Lima Jr. é um dos principais cineastas brasileiros ainda em atividade. &amp;quot;Pertence à geração do cinema novo e fez filmes importantes nos últimos 40 anos.&amp;quot; &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/08/28/sergio_rizzo-rodrigo_santoro_selton_mello_os_desafinados.mp3&quot;&gt;Sérgio Rizzo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Narrado em formato de flashback, a produção mostra a trajetória de quatro amigos que formam a banda Os Desafinados, cujo sonho era se apresentar no show que revelou a bossa nova ao mundo, realizado em dezembro de 1962, no Carnegie Hall, em Nova York. No elenco estão Rodrigo Santoro, André Moraes, Jair Oliveira, Selton Mello, Ângelo Paes Leme e Cláudia Abreu.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Rizzo, o filme tem todos os ingredientes para se comunicar bem com uma faixa ampla de público no Brasil, porém ele chega ao circuito cinematográfico sob uma forte cobrança.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;As bilheterias de filmes brasileiros estão muito aquém dos últimos anos. Em 2008, a bilheteria conjunta dos filmes brasileiros equivale a mais ou menos 6% do total. Três ou quatro anos atrás esse número chegou a bater em 20%&amp;quot;, compara o crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com ele, não é um longa que irá reverter essa situação. &amp;quot;Mas todo filme brasileiro com algum potencial de público que a partir de agora passa a ser cobrado&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>22/08/2008 - Astro decadente se confronta com o passado em &quot;Reflexos da Inocência&quot;; ouça Sérgio Rizzo</title>
<pubDate>22 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Um ator extremamente antipático está decadente, até o momento em que recebe uma notícia que vai mudar a sua vida. Este é o enredo de &amp;quot;Reflexos da Inocência&amp;quot;, de Baillie Walsh, que estréia nesta sexta-feira. O protagonista é vivido por Daniel Craig, o atual James Bond.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sérgio Rizzo, crítico da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, conta que Craig interpreta um sujeito egocêntrico que gosta de gastar muito dinheiro com mulheres e com drogas. &amp;quot;Mas, quando o filme começa, está profundamente solitário, com a carreira em declínio. Prestes a entrar em depressão.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/08/22/sergio_rizzo-reflexos_da_inocencia.mp3&quot;&gt;Sérgio Rizzo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Rizzo, neste momento surge um fato novo vindo da pequena cidade britânica onde ele cresceu e que não visita desde que saiu de lá ainda jovem. &amp;quot;Começa então um flashback que essencialmente é todo o filme &apos;Reflexo da Inocência&apos;&amp;quot;, diz Rizzo. &amp;quot;Voltamos a essa pequena cidade britânica litorânea na década de 70 para conhecer o personagem de Daniel Craig na adolescência&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O colunista conta que o mais importante é o universo pop dos anos 70 que se descortina a partir daí. &amp;quot;O diretor Baillie Walsh revela um bocado de suas origens.&amp;quot; Neste cenário, o que se destaca é sobretudo a música de David Bowie, Roxy Music, e Scott Walker.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O filme é, portanto, atraente para todos os que como o personagem principal foram adolescentes nos anos 70 e de alguma maneira muito próximos desse registro de cultura pop e de música pop&amp;quot;, diz Rizzo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O crítico, porém, não vê no passado justificativa suficiente para o modo de ser da personagem na vida adulta vivida por Daniel Craig.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>15/08/2008 - Jovem dribla adversidades sociais em &quot;Show de Bola&quot;; ouça Sérgio Rizzo</title>
<pubDate>15 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
&amp;quot;Show de Bola&amp;quot; (Brasil/Alemanha, 2005), de Alexander Pickl, estréia nos cinemas nesta sexta-feira. A produção conta a história de um jovem que mora em uma favela carioca e que enfrenta as adversidades econômicas e sociais em busca de um sonho: torna-se jogador do Fluminense.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sérgio Rizzo, crítico da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, diz que o longa poderá atrair o público que espera por um filme que faça a conexão entre a tradição do futebol e o cinema. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/08/14/sergio_rizzo-jovem_dribla_adversidades_sociais.mp3&quot;&gt;Sérgio Rizzo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Mas ainda não foi dessa vez. &apos;Show de Bola&apos; é um filme muito bem intencionado, que tem preocupações sociais, que procura registrar as difíceis condições de vida de jovens que olham para o futebol como, talvez, a única esperança de melhorar a vida de suas famílias. Não consegue, porém, acrescentar muitas novidades a coisas que todos conhecemos muito bem, principalmente no Brasil&amp;quot;, avalia o crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Rizzo, a produção combina uma série de elementos que já foram vistos em outros filmes, como &amp;quot;Cidade de Deus&amp;quot; (2002), de Fernando Meirelles. &amp;quot;Em relação ao futebol propriamente dito, as cenas são muito breves, mas até que relativamente bem feitas, muito mais convincentes do que na maioria dos filmes de futebol.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>08/08/2008 - Cinema silencioso com trilha ao vivo; ouça Sérgio Rizzo</title>
<pubDate>08 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Um evento cinematográfico raro. Começa nesta sexta-feira (8) e vai até o dia 17 de agosto a 2ª Jornada Brasileira de Cinema Silencioso, na &lt;a href=&quot;http://www.cinemateca.gov.br/jornada/index.html&quot;&gt;Cinemateca Brasileira&lt;/a&gt;. Uma oportunidade para assistir a vinte e nove filmes com acompanhamento musical executado ao vivo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Sérgio Rizzo, crítico da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, que destaca alguns dos filmes da mostra. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/08/07/sergio_rizzo-2_jornada_brasileira_cinema_silencioso.mp3&quot;&gt;Sérgio Rizzo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O nome dos realizadores dos vinte e nove filmes a serem exibidos precisa ser mencionado junto com o dos vinte e dois músicos que vão se revezar em trinta e uma sessões musicadas ao vivo&amp;quot;, informa Rizzo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste sábado (9), por exemplo, o trio formado por Danilo Tomic, Reiko Nagasse e Yuko Ogura fará a trilha de três curtas-metragens japoneses realizados em 1929, &amp;quot;Amigos em Conflito&amp;quot;, e &amp;quot;Um Garoto Sincero&amp;quot;, ambos de Yasujiro Ozu, e &amp;quot;A Marcha de Tóquio&amp;quot;, de Kenji Mizoguchi, mestres absolutos do cinema oriental, na opinião do crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Rizzo lembra que serão exibidos filmes de diversos países, inclusive do Brasil. Ele ressalta a exibição de &amp;quot;Braza Dormida&amp;quot; (1928), de Humberto Mauro, que será exibido no domingo (10), com acompanhamento musical de Laércio de Freitas e de &amp;quot;Limite&amp;quot; (1931), de Mário Peixoto, que será exibido na terça-feira (12). A trilha sonora original deste filme, &amp;quot;muito comentado e pouco visto&amp;quot;, segundo Rizzo, será executada por Adriano Campos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Na mesma terça-feira (12), um programa duplo sensacional. Além de &apos;Limite&apos;, a jornada exibirá &apos;Aurora&apos;, realizado por (Friedrich Wilhelm) Murnau em 1927. Neste caso não com acompanhamento ao vivo, mas com a sonorização original&amp;quot;, comenta o crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;2ª Jornada Brasileira de Cinema Silencioso&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde&lt;/b&gt;: Cinemateca Brasileira - Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino, São Paulo, tel.: 0/xx/11 3512-6111 - ramal 215.&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando&lt;/b&gt;: de 8 a 17 de agosto (abertura ao público a partir de 9 de agosto).&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto&lt;/b&gt;: Entrada franca.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Sérgio Rizzo? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>01/08/2008 - Festival exibe vencedor do Oscar estrangeiro; ouça Sérgio Rizzo</title>
<pubDate>01 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Começa nesta terça-feira (05) o 12º Festival de Cinema Judaico. Serão exibidos ao todo 35 filmes, distribuídos por cinco diferentes salas da cidade de São Paulo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Sérgio Rizzo, crítico da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, que comenta os principais destaques da programação. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/07/31/sergio_rizzo-festival_de_cinema_judaico.mp3&quot;&gt;Sérgio Rizzo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para o crítico, um dos destaques é &amp;quot;Lemon Tree&amp;quot;, uma das 11 produções israelenses que fazem parte do festival. Ele informa que o lançamento do filme em circuito comercial está previsto para sexta-feira (08).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;E com este título, em inglês, que significa &apos;O Limoeiro&apos;. É disso que trata a história, cuja protagonista é uma viúva, que cuida na sua propriedade de limoeiros. Ela tira o seu sustento deles, mas, a partir do momento que se muda para a casa ao lado o ministro da defesa de Israel, ela passa a enfrentar problemas, porque a equipe de segurança do ministro considera que os limoeiros oferecem perigo&amp;quot;, explica Rizzo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O diretor de Lemon Tree, Eran Riklis, é o mesmo de &amp;quot;A Noiva Síria&amp;quot;. Os dois filmes têm um ponto de partida muito parecido, segundo o crítico. &amp;quot;Fala a respeito dos percalços provocados na vida de pessoas comuns, por conta da crise política no Oriente Médio&amp;quot;, resume Rizzo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ele conta que Riklis vem ao Brasil para acompanhar a exibição do filme no festival e o seu lançamento comercial. Outro longa ressaltado pelo crítico é &amp;quot;Os Falsários&amp;quot;, produção alemã vencedora do Oscar de melhor filme estrangeiro, dirigida por Stefan Ruzowitzky.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Se baseia em uma história verídica, a história de Salomon Sorowitsch, um russo, judeu, que morava na Alemanha na década de 30. Foi preso porque falsificava documentos, dinheiro e, mais tarde, durante a 2ª Guerra Mundial, já num campo de concentração, ele é usado pelos nazistas para o maior projeto de falsificação de dinheiro que já houve em toda a história&amp;quot;, conta o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A programação completa do 12º Festival de Cinema Judaico pode ser encontrada no endereço www.fcjsp.com.br.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;12º Festival de Cinema Judaico&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Onde:&lt;/b&gt; A Hebraica - Teatro Arthur Rubinstein e Teatro Anne Frank - r. Hungria, 1.000, Pinheiros, São Paulo, tel.: 0/xx/11 3818-8888&lt;br/&gt;
Centro da Cultura Judaica - r. Oscar Freire, 2500, Sumaré, São Paulo, tel.: 0/xx/11 3065-4333&lt;br/&gt;
CineSesc - r. Augusta, 2.075, Cerqueira César, São Paulo, tel.: 0/xx/11 3087-0500&lt;br/&gt;
Cinemark - Pátio Higienópolis - av. Higienópolis, 618 ou r. Dr. Veiga Filho, 133 - 2º piso, Higienópolis, São Paulo, tel.: 0/xx/11 3823-2875&lt;br/&gt;
Teatro Eva Herz - Livraria Cultura - Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2073, Cerqueira César, São Paulo, tel.: 0/xx/11 3170-4033.&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando:&lt;/b&gt; de 5 a 10 de agosto&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia-entrada) no Teatro Arthur Rubinstein, CineSesc e Cinemark - Pátio Higienópolis; entrada franca no Teatro Anne Frank e Teatro Eva Herz; 1kg de alimento não perecível no Centro da Cultura Judaica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Sérgio Rizzo? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>20/06/2008 - Mostra apresenta perfil do cinema suíço contemporâneo; ouça Sérgio Rizzo</title>
<pubDate>20 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O Centro Cultural São Paulo apresenta até domingo (22) a Mostra de Cinema Suíço. O evento, organizado pelo Consulado da Suíça, percorre desde 2006 diversos países latino-americanos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sérgio Rizzo, crítico da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, diz que no Brasil este estilo de filmes tem se restringido a ser conhecido em festivais e de maneira muito econômica. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/06/13/sergio_rizzo-mostra_cinema_suico.mp3&quot;&gt;Sérgio Rizzo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O país tem uma cultura cinematográfica expressiva. Há uma sala de cinema para cada 13 mil habitantes. No Brasil, há uma sala para cada 90 mil habitantes. Os suíços vão ao cinema quatro vezes mais do que os brasileiros em média&amp;quot;, revela o crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Composta de 12 curtas e 13 longas produzidos entre 2000 e 2005, a mostra exibirá um perfil do cinema contemporâneo feito na Suíça, conta o crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Entre os filmes de ficção, Rizzo destaca &amp;quot;Todo Um Inverno Sem Fogo&amp;quot; de Greg Zglinsky, que narra as dificuldades de um casal que tenta sobreviver a uma perda que afeta suas vidas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Na categoria documentários, o crítico indica &amp;quot;Nem Polícia, Nem Negros, Nem Brancos&amp;quot;, de Ursula Méier. &apos;&amp;quot;Acompanha um projeto ousado desenvolvido pela polícia de Genebra junto com imigrantes, sobretudo de origem africana, para tentar reduzir os índices de violência, os problemas policias entre eles&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>18/06/2008 - Filme de Lumet é impactante e envolvente; ouça Sérgio Rizzo</title>
<pubDate>18 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Estréia nesta sexta-feira &amp;quot;Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto&amp;quot;, o mais recente longa-metragem do diretor norte-americano Sidney Lumet (&amp;quot;Um Dia de Cão&amp;quot;, &amp;quot;Rede de Intrigas&amp;quot;).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sérgio Rizzo, crítico da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, diz que há uma coincidência entre a produção de Lumet e o filme &amp;quot;O Sonho de Cassandra&amp;quot;, de Woody Allen. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo/&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/06/05/sergio_rizzo-antes_que_o_diabo_saiba_que_voce_esta_morto.mp3&quot;&gt;Sérgio Rizzo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Esses dois longas tratam de uma situação inicial muito parecida: dois irmãos, aparentemente pacatos, sem nenhuma espécie de relacionamento com o submundo ou com o crime, que acabam se juntando para cometer um ato que vai lhes custar muito caro&amp;quot;, conta o crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ele, a grande diferença entre ambas as produções é que a narrativa de &amp;quot;O Sonho de Cassandra&amp;quot; se concentra quase que inteiramente nos irmãos interpretados por Ewan McGregor e Colin Farrell.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Já o diretor Sidney Lumet prefere distribuir a tensão para outros personagens. Além dos protagonistas Philip Seymour Hoffman e Ethan Hawke, entram em cena a mulher de um dos irmãos (Marisa Tomei) e o pai dos dois (Albert Finney).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Sidney Lumet me parece também mais feliz do que Woody Allen no desenvolvimento da situação inicial, inclusive no que diz respeito à estrutura narrativa, que é fragmentada, que vai e vem no tempo e no espaço, produzindo no final das contas um filme que me parece mais impactante e mais envolvente&amp;quot;, avalia Rizzo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>30/05/2008 - &quot;As Crônicas de Nárnia&quot; é sucesso fora dos EUA; ouça Sérgio Rizzo</title>
<pubDate>30 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Chega aos cinemas nesta sexta-feira &amp;quot;As Crônicas de Nárnia - Príncipe Caspian&amp;quot;, segundo longa-metragem baseado na obra do escritor irlandês C.S. Lewis.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sérgio Rizzo, crítico da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, conta que o primeiro filme da série foi bem sucedido no mercado cinematográfico global. &amp;quot;Ele se encontra hoje no posto número 26 no ranking de maiores bilheterias de todos os tempos, com US$ 738 milhões.&amp;quot; &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/05/29/sergio_rizzo-narnia_sucesso_fora_eua.mp3&quot;&gt;Sérgio Rizzo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Rizzo explica, entretanto, que a produção teve um desempenho mais positivo fora dos Estados Unidos. Em outros países, ocupa a 22ª posição com US$ 447 milhões; no mercado americano está na 29ª, com US$ 291 milhões.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com os números, a segunda edição do filme manterá o mesmo desequilibro nos EUA. &amp;quot;O filme alcançou a marca dos US$ 100 milhões, mas tudo indica que ele não vai alcançar os números do primeiro longa-metragem. No entanto, no mercado internacional ele tem ido muito bem&amp;quot;, avalia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
No Brasil, &amp;quot;As Crônicas de Nárnia - Príncipe Caspian&amp;quot; é considerada a quarta superprodução da temporada. &amp;quot;Homem de Ferro&amp;quot; já alcançou a marca de 2,5 milhões de espectadores. &amp;quot;Indiana Jones&amp;quot; levou 1 milhão de pessoas na estréia. Speed Racer bateu no último final de semana em cerca de 800 mil, muito abaixo do que se esperava.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>09/05/2008 - Estréia &quot;Speed Racer&quot;, longa dirigido pelos mesmos produtores de &quot;Matrix&quot;</title>
<pubDate>09 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
&amp;quot;Speed Racer&amp;quot; é uma das estréias nos cinemas nesta sexta-feira. Os irmãos diretores Andy e Larry Wachowski, os mesmos produtores da trilogia &amp;quot;Matrix&amp;quot;, assinam a adaptação.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Baseado no célebre mangá e desenho animado japonês criados na década de 1960 por Tatsuo Yoshida (1932-1977), o longa-metragem conta a história do jovem viciado em corridas de automóveis, Speed Racer, herdeiro de uma família com longa tradição no esporte.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Sérgio Rizzo, crítico da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, estima-se que a distribuidora Warner disponibilize em torno de 500 cópias do filme no Brasil. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/ilustrada/2008/05/08/sergio_rizzo-filme_speed_racer.mp3&quot;&gt;Sérgio Rizzo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Na semana passada, com um número semelhante, &amp;quot;Homem de Ferro&amp;quot;, de Jon Favreau, estreou por aqui em 569 salas. De acordo com Rizzo, se &amp;quot;Speed Racer&amp;quot; ocupar uma quantidade equivalente de salas de exibição, cerca da metade dos cinemas brasileiros vão mostrar apenas esses dois filmes.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Esse tipo de situação costuma ser tratado de maneira muito negativa. E de fato há um aspecto de exclusão muito forte. Para todos os outros filmes restam metade do mercado&amp;quot;, explica o crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Rizzo diz que a renda total dos filmes em cartaz no último final de semana no Brasil foi 35% superior ao da semana anterior. &amp;quot;Em seus primeiros cinco dias, &amp;quot;Homem de Ferro&amp;quot; fez 1,070 milhão espectadores. Os demais filmes o acompanharam, gerando um aumento de público&amp;quot;, conta ele.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para o crítico, gêneros como &amp;quot;Homens de Ferro&amp;quot; e &amp;quot;Speed Racer&amp;quot; levam mais gente ao cinema. &amp;quot;De maneira geral, são filmes que contribuem para reviver no espectador o hábito de ir ao cinema, o que acaba sendo bom para o mercado como um todo.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>02/05/2008 - Filme mexicano retrata fragilidade da segurança dos centros urbanos</title>
<pubDate>02 May 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Neste feriado uma das principais estréias nos cinemas é a produção mexicana &amp;quot;Zona do Crime&amp;quot;, o primeiro longa-metragem de ficção do cineasta Rodrigo Plá.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sérgio Rizzo, crítico da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, conta que a ação do filme se ambienta na cidade do México, mas poderia ser vivida em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte (MG) e até em Porto Alegre (RS). &amp;quot;Fala a respeito de desigualdade social e da tentativa de moradores de condomínios de luxo de se isolarem do mundo que os cerca&amp;quot;, diz ele. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/sergiorizzo&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/05/01/sergio_rizzo-fragilidade_da_seguranca_dos_centros_urbanos.mp3&quot;&gt;Sérgio Rizzo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A Zona&amp;quot; é o nome de um condomínio isolado com segurança máxima do restante da cidade, encravado no meio de uma grande favela. Em uma noite de chuva, ocorre no condomínio uma tentativa de roubo que resulta em assassinato.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para Rizzo, &amp;quot;Zona do Crime&amp;quot; trata de desigualdade social sem populismo e sem responsabilizar determinado grupo pelo estado das coisas. &amp;quot;Ele atira o espectador no meio desse estado e provoca nele um inevitável mal-estar&amp;quot;, avalia o crítico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O cineasta Rodrigo Plá disse em entrevistas que gostaria que o espectador não saísse indiferente à situação após assistir o seu filme. &amp;quot;Eu diria que é quase impossível sair indiferente. Se você é um morador de grandes centros urbanos vai enxergar nessa história, que é de ficção, algo que poderia perfeitamente ocorrer cotidianamente conosco.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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