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<title>Folha Online - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Podcasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>14/12/2009 - Thaís Nicoleti: Crase não é bicho de sete cabeças</title>
<pubDate>14 Dec 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Um dos temas que mais oferecem dúvida aos usuários da língua portuguesa é a crase. Para muitos, é um verdadeiro bicho de sete cabeças, mas a verdade é que se trata de um assunto, em si, muito simples - afinal a crase é apenas a fusão de dois sons vocálicos idênticos, segundo &lt;b&gt;Thaís Nicoleti&lt;/b&gt;, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Com um pouquinho de atenção, fica fácil não errar&amp;quot;, afirma a consultora de língua portuguesa neste podcast.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/12/11/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thais Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>16/11/2009 - Thaís Nicoleti: Nem todo pleonasmo é condenável</title>
<pubDate>16 Nov 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Toda construção marcada pelo emprego de um termo com sentido óbvio é chamada de pleonasmo. O emprego desse termo é desnecessário, mas há casos em que eles contribuem para a beleza do texto, diz a consultora de língua portuguesa &lt;b&gt;Thaís Nicoleti&lt;/b&gt;, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras/&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Há muitos pleonasmos já comuns na linguagem, geralmente fruto de distração. &amp;quot;Teto máximo ou piso mínimo, na designação de salário de alguma categoria profissional, estão entre eles&amp;quot;, explica a colunista no podcast abaixo.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/11/12/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thais Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>22/10/2009 - Bom emprego dos pronomes garante coesão do texto; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>22 Oct 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Algumas construções sintáticas requerem o conhecimento do emprego dos pronomes. Muito comum é o uso de pronomes do caso reto depois da conjunção &amp;quot;entre&amp;quot;, coisa que a tradição da língua não abona, segundo a consultora de língua portuguesa &lt;b&gt;Thaís Nicoleti&lt;/b&gt;, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Um exemplo do dia a dia ajudará a compreender a questão, diz Nicoleti. &amp;quot;É relativamente comum ouvirmos frases como &apos;Nada houve entre ele e eu&apos; ou &apos;entre eu e ele&apos;, mas, quando usamos outras preposições, como para, com, a, por etc., não repetimos esse comportamento&amp;quot;. Ouça a explicação da professora no podcast abaixo.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/10/20/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti?Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>31/08/2009 - Thaís Nicoleti: Termos que não precisam ser ditos</title>
<pubDate>31 Aug 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Há termos na língua que naturalmente foram perdendo a sua neutralidade. É como se tivessem incorporado a seu significado o matiz positivo, prescindindo, portanto, do adjetivo &amp;quot;bom&amp;quot;, explica a consultora de língua portuguesa &lt;b&gt;Thaís Nicoleti&lt;/b&gt;, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Quantas vezes já não ouvimos dizer que &apos;uma estratégia está dando resultado&apos;. Ao pé da letra, resultado sempre há --bom, excelente, ruim ou desastroso. Mas uma frase como essa prescinde de qualquer adjetivo para exprimir a ideia positiva&amp;quot;, explica Nicoleti.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/08/28/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a colunista, se a estratégia está dando resultado, entende-se que esse resultado seja positivo. Ouça o comentário da professora neste podcast.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>21/08/2009 - Verbo &quot;assistir&quot; nem sempre admite voz passiva; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>21 Aug 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Frases como &amp;quot;o jogo foi assistido por centenas de espectadores&amp;quot; ou &amp;quot;o filme foi assistido pelos alunos do colégio&amp;quot; são frequentes na linguagem falada, mas, do ponto de vista da norma culta, são problemáticas, segundo a consultora de língua portuguesa &lt;b&gt;Thaís Nicoleti&lt;/b&gt;, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste podcast, Nicoleti explica que o verbo &amp;quot;assistir&amp;quot;, quando ganha o sentido de &amp;quot;ver&amp;quot; ou &amp;quot;presenciar&amp;quot;, é o que a gramática tradicional chama de transitivo indireto, pois seu complemento é encabeçado por uma preposição. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/08/19/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thais Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Dizemos que fulano assistiu ao jogo ou assistiu ao filme, por exemplo. Ora, verbos transitivos indiretos, esses cujos complementos são iniciados por preposição, não admitem a voz passiva. E é aí que está o problema de dizer que o jogo foi assistido&amp;quot;, diz a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>10/07/2009 - Thaís Nicoleti: Hífen continua sendo assunto para professor de português</title>
<pubDate>10 Jul 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
As mudanças na acentuação gráfica das palavras parece já terem sido suficientemente absorvidas pela maioria das pessoas que têm por ofício redigir. Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, diz que por estranho que parecesse retirar o acento de &amp;quot;ideia&amp;quot; e o trema de &amp;quot;tranquilidade&amp;quot;, por exemplo, a adaptação foi realizada até mesmo com relativa facilidade.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A consultora de língua portuguesa explica que o hífen, entretanto, é um caso à parte. &amp;quot;Como muita gente nunca soube usar esse sinal com segurança, a aparente simplificação proposta pelo Acordo não conseguiu disseminar esse conhecimento, que continua sendo assunto para professor de português&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/07/13/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nicoleti avisa que quem quiser acertar as grafias deve estudar e ter à mão o Volp (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa). &amp;quot;Aliás, [o VOLP] já poderia estar disponível no site da ABL. A versão que está lá, gratuita, ainda é a antiga, anterior ao Acordo, portanto&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ouça, neste podcast, exemplos de palavras que continuam com hífen e saiba mais sobre as regras para estabelecer a grafia de termos prefixados.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>13/05/2009 - Thaís Nicoleti: Emprego correto de preposição garante coesão ao texto</title>
<pubDate>13 May 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
As preposições são elementos de ligação, que fazem a conexão sintático-semântica entre os termos da oração e entre orações de um período, diz a consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Um caso comum de uso impróprio da preposição é o que se vê em &amp;quot;acusar alguém por alguma coisa&amp;quot;. A regência padrão é &amp;quot;acusar alguém de alguma coisa&amp;quot;, explica Nicoleti neste podcast. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/05/12/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;É muito importante estar atento ao emprego das preposições. Embora pareça um pormenor, esse é um dos elementos que asseguram a coesão do texto&amp;quot;, afirma a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>14/04/2009 - Entenda as mudanças do novo vocabulário oficial</title>
<pubDate>14 Apr 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A publicação do &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/146157/&quot;&gt;Volp&lt;/a&gt; (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa) parece não ter trazido o esperado esclarecimento dos pontos ambíguos do texto oficial do Acordo de Unificação Ortográfica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
É o que afirma a consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &amp;quot;Se em alguns momentos chega a contradizer o texto oficial, em outros hesita entre as formas antigas e as novas, registrando as duas&amp;quot;, explica. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/04/13/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/reformaortografica&quot;&gt;Leia a cobertura sobre a reforma ortográfica&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste podcast, Thaís Nicoleti esclarece em quais casos o hífen deve ser empregado e quando ocorre a supressão dos hífens dos substantivos compostos ligados por preposição. &amp;quot;O ideal é memorizar as exceções e retirar os hífens das demais palavras. Parece fácil, mas ainda há muita confusão por aí&amp;quot;, afirma a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>06/03/2009 - Thaís Nicoleti: Hífen sobreviveu à reforma ortográfica</title>
<pubDate>06 Mar 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Com o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, em vigor no Brasil desde 1º de janeiro deste ano, o emprego do hífen tem gerado dúvidas. Há quem pense que o sinal foi abolido e que agora se escreve tudo com dois &amp;quot;erres&amp;quot; e dois &amp;quot;esses&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Não é bem assim, de acordo com a consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras/&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/reformaortografica&quot;&gt;Leia a cobertura sobre a reforma ortográfica&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A colunista explica que algumas regras mudaram, como ocorreu com a palavra &amp;quot;micro-ondas&amp;quot;, que antes não tinha hífen. &amp;quot;O prefixo &apos;micro-&apos; acaba com a letra &apos;o&apos; e o substantivo &apos;ondas&apos; começa com a letra &apos;o&apos;. Para evitar essa colisão de duas letras iguais, usamos o hífen.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/03/05/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A mesma regra vale para o prefixo &amp;quot;mega-&amp;quot;: se a palavra seguinte começar com a vogal &amp;quot;a&amp;quot;, haverá hífen, como em &amp;quot;mega-apagão. Se as palavras subsequentes começarem com &amp;quot;r&amp;quot; ou &amp;quot;s&amp;quot;, ocorrerá a duplicação da letra, como em &amp;quot;megarreforma&amp;quot; e em &amp;quot;megassena&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Nicoleti, o nome da loteria deveria ter sido registrado com dois &amp;quot;esses&amp;quot;, pois essa grafia já era válida no sistema ortográfico anterior. Fica, então, a pergunta: por que o nome da loteria é grafado com hífen?
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Essa é realmente uma boa pergunta, afinal essa grafia nunca foi certa, nem antes, nem depois da reforma ortográfica. Será que este não é um bom momento para a Caixa Econômica fazer a correção?&amp;quot;, questiona a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>25/01/2009 - Thaís Nicoleti: São Paulo desperta sentimento de amor e ódio</title>
<pubDate>25 Jan 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Diminuiu o número de paulistanos que &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u493208.shtml&quot;&gt;sairiam da cidade&lt;/a&gt; para viver em outro município, segundo pesquisa do Ibope realizada a pedido do Movimento Nossa São Paulo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, esses dados revelam o fascínio que a cidade exerce sobre os moradores. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/01/23/thais_nicoleti_-_aniversario_de_sp.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti - Aniversário de SP&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Esse sentimento misto, de admiração, espanto, amor e ódio, aquela sensação que Caetano Veloso tão bem exprimiu quando imortalizou a esquina da Ipiranga com a avenida São João, já era, de certa forma, cantado por aquele que foi o grande poeta da cidade, Mário de Andrade&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a colunista, o escritor Mário de Andrade sabia mostrar a visão ambivalente da cidade, que, na sua época, nas primeiras décadas do século 20, começava a passar por grandes transformações.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>15/12/2008 - Adaptação às regras do acordo ortográfico deve ser feita o quanto antes</title>
<pubDate>15 Dec 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A reforma ortográfica já é realidade. A partir de 1º de janeiro de 2009, serão incorporadas algumas alterações na grafia de uma parte das palavras da língua portuguesa. As pessoas terão de fazer um pequeno esforço para reaprender a escrever algumas palavras. O melhor é fazer o quanto antes, embora haja um prazo de três anos para que essa readaptação ocorra.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são da consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/12/11/thais_nicoleti_fala_sobre_reforma_ortografica.mp3&quot;&gt;Thais Nicoleti fala sobre reforma ortográfica&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A colunista diz que, com o Novo Acordo Ortográfico desaparecem, por exemplo, os sinais gráficos dos grupos gue, gui, que e qui. Assim, palavras como &amp;quot;agüentar, sagüi, pingüim, conseqüência, seqüestro, qüinqüênio ou qüiproquó deixam de receber o trema, sinal que hoje indica a pronúncia fraca da letra &amp;quot;u&amp;quot; nessas seqüências.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ela, não é só o trema que é suprimido nesses grupos de letras. &amp;quot;O acento agudo que marca a presença de um &apos;u&apos; pronunciado de maneira forte também é eliminado. Assim, formas verbais como averigúe, apazigúe ou argúi, perdem o acento agudo que hoje têm na letra &apos;u&amp;quot;&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A consultora de língua portuguesa ressalta que, em nomes estrangeiros ou deles derivados, o trema permanece inalterado. &amp;quot;Müller&amp;quot; e o seu derivado &amp;quot;mülleriano&amp;quot; continuam acentuados da mesma forma, comenta a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A pronúncia das palavras sofrerá alguma alteração por causa da reforma? Nicoleti responde que não. &amp;quot;O objetivo da reforma é apenas unificar a grafia da língua no território da lusofonia, ou seja, nos países em que o português é a língua oficial&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>20/09/2008 - Conheça o significado da palavra &quot;telefone&quot;; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>20 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A palavra telefone é formada de dois elementos gregos: &amp;quot;tele-&amp;quot;, que quer dizer &amp;quot;distância&amp;quot;, e &amp;quot;-fone&amp;quot;, que quer dizer &amp;quot;som&amp;quot;, &amp;quot;som vocal&amp;quot; ou &amp;quot;voz&amp;quot;, portanto dispositivo que transmite som a distância.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são da consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/09/19/thais_nicoleti-significado_telefone.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A invenção do telefone, tal qual o conhecemos, feito realizado pelo escocês Alexander Graham Bell, deu-se em 1876, diz Nicoleti. Assim, o vocábulo &amp;quot;telefone&amp;quot;, que já existia em inglês (&amp;quot;telephone&amp;quot;), passou a designar esse aparelho de comunicação a distância.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Hoje temos o telefone móvel, que, no Brasil, é conhecido como &amp;quot;telefone celular&amp;quot; ou apenas &amp;quot;celular&amp;quot;, explica a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Em Portugal, é chamado de &apos;telemóvel&apos;, termo que toma o radical &apos;tele-&apos; como redução de &apos;telefone&apos;, não mais como &apos;distância&apos;, que é o seu significado original, e o elemento de composição latino &apos;-móvel&apos;. Esse tipo de formação, em que se juntam elementos de diferentes línguas, chama-se hibridismo&amp;quot;, afirma Nicoleti.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste podcast, a professora ainda explica qual é a forma correta: falar no telefone ou ao telefone.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>11/09/2008 - &quot;Entre eu e você&quot; ou &quot;Entre mim e você&quot;?; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>11 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Segundo a norma culta da língua portuguesa, depois das preposições, empregamos as formas tônicas dos pronomes pessoais do caso oblíquo, ou seja, usa-se &amp;quot;mim&amp;quot; no lugar de &amp;quot;eu&amp;quot; e &amp;quot;ti&amp;quot; no lugar de &amp;quot;tu&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são da consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/09/10/thais_nicoleti-pronomes_pessoais_caso_obliquo.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A colunista explica que é por isso que se diz &amp;quot;contra mim&amp;quot; (e não &amp;quot;contra eu&amp;quot;), &amp;quot;sem mim&amp;quot; (e não &amp;quot;sem eu&amp;quot;), &amp;quot;para mim&amp;quot; (e não &amp;quot;para eu&amp;quot;), &amp;quot;de mim&amp;quot; (e não &amp;quot;de eu&amp;quot;), &amp;quot;a mim&amp;quot; (e não &amp;quot;a eu&amp;quot;), &amp;quot;por mim&amp;quot; (e não &amp;quot;por eu&amp;quot;) etc.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nicoleti diz que a confusão, quando é freqüente, tem uma causa explicável. &amp;quot;Nesse caso, o que leva muita gente a empregar o pronome do caso reto depois da preposição pode ser o fato de que os pronomes tônicos são, quase todos, idênticos aos do caso reto --exceção feita aos da primeira e da segunda pessoa do singular: mim e ti&amp;quot;, analisa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com a professora, com as duas primeiras pessoas, entretanto, a situação é outra. &amp;quot;No caso reto, temos as formas &apos;eu&apos; e &apos;tu&apos; e, no caso oblíquo, as formas tônicas são &apos;mim&apos; e &apos;ti&apos;. Daí serem corretas as construções &apos;entre mim e você&apos;, &apos;entre mim e ti&apos; ou &apos;entre mim e ele&apos;&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Portanto não se dizem, respeitando a norma culta, frases como &amp;quot;para mim fazer&amp;quot;, &amp;quot;para mim experimentar&amp;quot; e &amp;quot;para mim viajar&amp;quot;, afirma a consultora.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Havendo o infinitivo, emprega-se o pronome &apos;eu&apos;, do caso reto. Na segunda pessoa, teríamos, &apos;para tu fazeres&apos;, &apos;para tu beberes&apos;, &apos;para tu dispores&apos; etc.&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>29/08/2008 - &quot;Aficcionado&quot; ou &quot;aficionado&quot;?; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>29 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Algumas palavras freqüentemente são alvo de confusão: aficcionado ou aficionado? Xipófago ou xifópago? O nome da embalagem de inseticidas, desodorantes e tintas, por exemplo, é aerossol, com dois &amp;quot;esses&amp;quot;, não &amp;quot;aerosol&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são da consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/08/28/thais_nicoleti-aficcionado_ou_aficionado.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nicoleti explica que aerossol é o termo com que se designa qualquer suspensão de partículas sólidas ou líquidas num meio gasoso. &amp;quot;A palavra forma-se do elemento &apos;aero-&apos;, de &apos;ar&apos;, &apos;atmosfera&apos;, e de &apos;sol&apos;, no caso, forma abreviada de solução.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Já em &amp;quot;aficionado&amp;quot;, lembra a colunista, a língua portuguesa segue a mesma grafia usada no espanhol. &amp;quot;Quem é entusiasta de alguma coisa é aficionado por ela, que quer dizer &apos;afeiçoado&apos;. Não tem relação com a idéia de &apos;ficção&apos;, portanto nada justifica a grafia &apos;aficcionado&apos;&amp;quot;, afirma Nicoleti.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Por fim, a colunista conta que os gêmeos que nascem ligados na região do tórax e da cabeça, acima do apêndice xifóide, chamam-se &amp;quot;xifópagos&amp;quot; --e não &amp;quot;xipófagos&amp;quot;--, também conhecidos como gêmeos siameses.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>14/08/2008 - O emprego correto da construção &quot;previsto para&quot;; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>14 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A imprensa nem sempre trabalha com o fato consumado. Muitas vezes, é preciso anunciar aquilo que está para acontecer: um espetáculo que vai estrear, uma obra que deverá ou não terminar dentro do prazo estipulado, um livro que deverá ser lançado em determinada data.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são da consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/08/13/thais_nicoleti-o_emprego_correto_da_construcao_previsto_para.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nicoleti lembra que nem sempre é possível afiançar que aquilo vá realmente ser realizado na data prometida, o que leva ao uso reiterado de frases em que se emprega a construção &amp;quot;previsto para&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a colunista, o problema começa quando se escrevem frases como &amp;quot;O espetáculo está previsto para estrear amanhã&amp;quot; ou &amp;quot;A obra está prevista para terminar até setembro&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Não é o espetáculo em si que está previsto, nem ele vai estrear amanhã. É a estréia do espetáculo que está prevista para amanhã. Depois da expressão &apos;previsto para&apos;, deve aparecer uma idéia de tempo --afinal, perguntamos &apos;para quando&apos; algo está previsto, não &apos;para que&apos; está previsto&amp;quot;, explica a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nicoleti afirma que a construção &amp;quot;previsto para acontecer&amp;quot;, relativamente comum, também é problemática.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Vemos frases como &apos;A entrega do prêmio está prevista para acontecer amanhã&apos;. Nesse caso, a pessoa usou corretamente o abstrato no sujeito (é a palavra &apos;entrega&apos;), mas entendeu que faltava um verbo depois do &apos;previsto para&apos; e construiu uma frase redundante. Nesse caso, basta suprimir o verbo &apos;acontecer&apos;&amp;quot;, analisa Thaís Nicoleti.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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