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<title>Folha Online - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Podcasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>13/05/2009 - Thaís Nicoleti: Emprego correto de preposição garante coesão ao texto</title>
<pubDate>13 May 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
As preposições são elementos de ligação, que fazem a conexão sintático-semântica entre os termos da oração e entre orações de um período, diz a consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Um caso comum de uso impróprio da preposição é o que se vê em &amp;quot;acusar alguém por alguma coisa&amp;quot;. A regência padrão é &amp;quot;acusar alguém de alguma coisa&amp;quot;, explica Nicoleti neste podcast. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/05/12/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;É muito importante estar atento ao emprego das preposições. Embora pareça um pormenor, esse é um dos elementos que asseguram a coesão do texto&amp;quot;, afirma a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>14/04/2009 - Entenda as mudanças do novo vocabulário oficial</title>
<pubDate>14 Apr 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A publicação do &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/146157/&quot;&gt;Volp&lt;/a&gt; (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa) parece não ter trazido o esperado esclarecimento dos pontos ambíguos do texto oficial do Acordo de Unificação Ortográfica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
É o que afirma a consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &amp;quot;Se em alguns momentos chega a contradizer o texto oficial, em outros hesita entre as formas antigas e as novas, registrando as duas&amp;quot;, explica. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/04/13/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/reformaortografica&quot;&gt;Leia a cobertura sobre a reforma ortográfica&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste podcast, Thaís Nicoleti esclarece em quais casos o hífen deve ser empregado e quando ocorre a supressão dos hífens dos substantivos compostos ligados por preposição. &amp;quot;O ideal é memorizar as exceções e retirar os hífens das demais palavras. Parece fácil, mas ainda há muita confusão por aí&amp;quot;, afirma a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>06/03/2009 - Thaís Nicoleti: Hífen sobreviveu à reforma ortográfica</title>
<pubDate>06 Mar 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Com o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, em vigor no Brasil desde 1º de janeiro deste ano, o emprego do hífen tem gerado dúvidas. Há quem pense que o sinal foi abolido e que agora se escreve tudo com dois &amp;quot;erres&amp;quot; e dois &amp;quot;esses&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Não é bem assim, de acordo com a consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras/&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/reformaortografica&quot;&gt;Leia a cobertura sobre a reforma ortográfica&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A colunista explica que algumas regras mudaram, como ocorreu com a palavra &amp;quot;micro-ondas&amp;quot;, que antes não tinha hífen. &amp;quot;O prefixo &apos;micro-&apos; acaba com a letra &apos;o&apos; e o substantivo &apos;ondas&apos; começa com a letra &apos;o&apos;. Para evitar essa colisão de duas letras iguais, usamos o hífen.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/03/05/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A mesma regra vale para o prefixo &amp;quot;mega-&amp;quot;: se a palavra seguinte começar com a vogal &amp;quot;a&amp;quot;, haverá hífen, como em &amp;quot;mega-apagão. Se as palavras subsequentes começarem com &amp;quot;r&amp;quot; ou &amp;quot;s&amp;quot;, ocorrerá a duplicação da letra, como em &amp;quot;megarreforma&amp;quot; e em &amp;quot;megassena&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Nicoleti, o nome da loteria deveria ter sido registrado com dois &amp;quot;esses&amp;quot;, pois essa grafia já era válida no sistema ortográfico anterior. Fica, então, a pergunta: por que o nome da loteria é grafado com hífen?
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Essa é realmente uma boa pergunta, afinal essa grafia nunca foi certa, nem antes, nem depois da reforma ortográfica. Será que este não é um bom momento para a Caixa Econômica fazer a correção?&amp;quot;, questiona a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>25/01/2009 - Thaís Nicoleti: São Paulo desperta sentimento de amor e ódio</title>
<pubDate>25 Jan 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Diminuiu o número de paulistanos que &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u493208.shtml&quot;&gt;sairiam da cidade&lt;/a&gt; para viver em outro município, segundo pesquisa do Ibope realizada a pedido do Movimento Nossa São Paulo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, esses dados revelam o fascínio que a cidade exerce sobre os moradores. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/01/23/thais_nicoleti_-_aniversario_de_sp.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti - Aniversário de SP&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Esse sentimento misto, de admiração, espanto, amor e ódio, aquela sensação que Caetano Veloso tão bem exprimiu quando imortalizou a esquina da Ipiranga com a avenida São João, já era, de certa forma, cantado por aquele que foi o grande poeta da cidade, Mário de Andrade&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a colunista, o escritor Mário de Andrade sabia mostrar a visão ambivalente da cidade, que, na sua época, nas primeiras décadas do século 20, começava a passar por grandes transformações.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>15/12/2008 - Adaptação às regras do acordo ortográfico deve ser feita o quanto antes</title>
<pubDate>15 Dec 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A reforma ortográfica já é realidade. A partir de 1º de janeiro de 2009, serão incorporadas algumas alterações na grafia de uma parte das palavras da língua portuguesa. As pessoas terão de fazer um pequeno esforço para reaprender a escrever algumas palavras. O melhor é fazer o quanto antes, embora haja um prazo de três anos para que essa readaptação ocorra.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são da consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/12/11/thais_nicoleti_fala_sobre_reforma_ortografica.mp3&quot;&gt;Thais Nicoleti fala sobre reforma ortográfica&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A colunista diz que, com o Novo Acordo Ortográfico desaparecem, por exemplo, os sinais gráficos dos grupos gue, gui, que e qui. Assim, palavras como &amp;quot;agüentar, sagüi, pingüim, conseqüência, seqüestro, qüinqüênio ou qüiproquó deixam de receber o trema, sinal que hoje indica a pronúncia fraca da letra &amp;quot;u&amp;quot; nessas seqüências.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ela, não é só o trema que é suprimido nesses grupos de letras. &amp;quot;O acento agudo que marca a presença de um &apos;u&apos; pronunciado de maneira forte também é eliminado. Assim, formas verbais como averigúe, apazigúe ou argúi, perdem o acento agudo que hoje têm na letra &apos;u&amp;quot;&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A consultora de língua portuguesa ressalta que, em nomes estrangeiros ou deles derivados, o trema permanece inalterado. &amp;quot;Müller&amp;quot; e o seu derivado &amp;quot;mülleriano&amp;quot; continuam acentuados da mesma forma, comenta a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A pronúncia das palavras sofrerá alguma alteração por causa da reforma? Nicoleti responde que não. &amp;quot;O objetivo da reforma é apenas unificar a grafia da língua no território da lusofonia, ou seja, nos países em que o português é a língua oficial&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>20/09/2008 - Conheça o significado da palavra &quot;telefone&quot;; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>20 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A palavra telefone é formada de dois elementos gregos: &amp;quot;tele-&amp;quot;, que quer dizer &amp;quot;distância&amp;quot;, e &amp;quot;-fone&amp;quot;, que quer dizer &amp;quot;som&amp;quot;, &amp;quot;som vocal&amp;quot; ou &amp;quot;voz&amp;quot;, portanto dispositivo que transmite som a distância.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são da consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/09/19/thais_nicoleti-significado_telefone.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A invenção do telefone, tal qual o conhecemos, feito realizado pelo escocês Alexander Graham Bell, deu-se em 1876, diz Nicoleti. Assim, o vocábulo &amp;quot;telefone&amp;quot;, que já existia em inglês (&amp;quot;telephone&amp;quot;), passou a designar esse aparelho de comunicação a distância.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Hoje temos o telefone móvel, que, no Brasil, é conhecido como &amp;quot;telefone celular&amp;quot; ou apenas &amp;quot;celular&amp;quot;, explica a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Em Portugal, é chamado de &apos;telemóvel&apos;, termo que toma o radical &apos;tele-&apos; como redução de &apos;telefone&apos;, não mais como &apos;distância&apos;, que é o seu significado original, e o elemento de composição latino &apos;-móvel&apos;. Esse tipo de formação, em que se juntam elementos de diferentes línguas, chama-se hibridismo&amp;quot;, afirma Nicoleti.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste podcast, a professora ainda explica qual é a forma correta: falar no telefone ou ao telefone.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>11/09/2008 - &quot;Entre eu e você&quot; ou &quot;Entre mim e você&quot;?; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>11 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Segundo a norma culta da língua portuguesa, depois das preposições, empregamos as formas tônicas dos pronomes pessoais do caso oblíquo, ou seja, usa-se &amp;quot;mim&amp;quot; no lugar de &amp;quot;eu&amp;quot; e &amp;quot;ti&amp;quot; no lugar de &amp;quot;tu&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são da consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/09/10/thais_nicoleti-pronomes_pessoais_caso_obliquo.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A colunista explica que é por isso que se diz &amp;quot;contra mim&amp;quot; (e não &amp;quot;contra eu&amp;quot;), &amp;quot;sem mim&amp;quot; (e não &amp;quot;sem eu&amp;quot;), &amp;quot;para mim&amp;quot; (e não &amp;quot;para eu&amp;quot;), &amp;quot;de mim&amp;quot; (e não &amp;quot;de eu&amp;quot;), &amp;quot;a mim&amp;quot; (e não &amp;quot;a eu&amp;quot;), &amp;quot;por mim&amp;quot; (e não &amp;quot;por eu&amp;quot;) etc.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nicoleti diz que a confusão, quando é freqüente, tem uma causa explicável. &amp;quot;Nesse caso, o que leva muita gente a empregar o pronome do caso reto depois da preposição pode ser o fato de que os pronomes tônicos são, quase todos, idênticos aos do caso reto --exceção feita aos da primeira e da segunda pessoa do singular: mim e ti&amp;quot;, analisa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com a professora, com as duas primeiras pessoas, entretanto, a situação é outra. &amp;quot;No caso reto, temos as formas &apos;eu&apos; e &apos;tu&apos; e, no caso oblíquo, as formas tônicas são &apos;mim&apos; e &apos;ti&apos;. Daí serem corretas as construções &apos;entre mim e você&apos;, &apos;entre mim e ti&apos; ou &apos;entre mim e ele&apos;&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Portanto não se dizem, respeitando a norma culta, frases como &amp;quot;para mim fazer&amp;quot;, &amp;quot;para mim experimentar&amp;quot; e &amp;quot;para mim viajar&amp;quot;, afirma a consultora.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Havendo o infinitivo, emprega-se o pronome &apos;eu&apos;, do caso reto. Na segunda pessoa, teríamos, &apos;para tu fazeres&apos;, &apos;para tu beberes&apos;, &apos;para tu dispores&apos; etc.&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>29/08/2008 - &quot;Aficcionado&quot; ou &quot;aficionado&quot;?; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>29 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Algumas palavras freqüentemente são alvo de confusão: aficcionado ou aficionado? Xipófago ou xifópago? O nome da embalagem de inseticidas, desodorantes e tintas, por exemplo, é aerossol, com dois &amp;quot;esses&amp;quot;, não &amp;quot;aerosol&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são da consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/08/28/thais_nicoleti-aficcionado_ou_aficionado.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nicoleti explica que aerossol é o termo com que se designa qualquer suspensão de partículas sólidas ou líquidas num meio gasoso. &amp;quot;A palavra forma-se do elemento &apos;aero-&apos;, de &apos;ar&apos;, &apos;atmosfera&apos;, e de &apos;sol&apos;, no caso, forma abreviada de solução.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Já em &amp;quot;aficionado&amp;quot;, lembra a colunista, a língua portuguesa segue a mesma grafia usada no espanhol. &amp;quot;Quem é entusiasta de alguma coisa é aficionado por ela, que quer dizer &apos;afeiçoado&apos;. Não tem relação com a idéia de &apos;ficção&apos;, portanto nada justifica a grafia &apos;aficcionado&apos;&amp;quot;, afirma Nicoleti.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Por fim, a colunista conta que os gêmeos que nascem ligados na região do tórax e da cabeça, acima do apêndice xifóide, chamam-se &amp;quot;xifópagos&amp;quot; --e não &amp;quot;xipófagos&amp;quot;--, também conhecidos como gêmeos siameses.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>14/08/2008 - O emprego correto da construção &quot;previsto para&quot;; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>14 Aug 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A imprensa nem sempre trabalha com o fato consumado. Muitas vezes, é preciso anunciar aquilo que está para acontecer: um espetáculo que vai estrear, uma obra que deverá ou não terminar dentro do prazo estipulado, um livro que deverá ser lançado em determinada data.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são da consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/08/13/thais_nicoleti-o_emprego_correto_da_construcao_previsto_para.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nicoleti lembra que nem sempre é possível afiançar que aquilo vá realmente ser realizado na data prometida, o que leva ao uso reiterado de frases em que se emprega a construção &amp;quot;previsto para&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a colunista, o problema começa quando se escrevem frases como &amp;quot;O espetáculo está previsto para estrear amanhã&amp;quot; ou &amp;quot;A obra está prevista para terminar até setembro&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Não é o espetáculo em si que está previsto, nem ele vai estrear amanhã. É a estréia do espetáculo que está prevista para amanhã. Depois da expressão &apos;previsto para&apos;, deve aparecer uma idéia de tempo --afinal, perguntamos &apos;para quando&apos; algo está previsto, não &apos;para que&apos; está previsto&amp;quot;, explica a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nicoleti afirma que a construção &amp;quot;previsto para acontecer&amp;quot;, relativamente comum, também é problemática.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Vemos frases como &apos;A entrega do prêmio está prevista para acontecer amanhã&apos;. Nesse caso, a pessoa usou corretamente o abstrato no sujeito (é a palavra &apos;entrega&apos;), mas entendeu que faltava um verbo depois do &apos;previsto para&apos; e construiu uma frase redundante. Nesse caso, basta suprimir o verbo &apos;acontecer&apos;&amp;quot;, analisa Thaís Nicoleti.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>31/07/2008 - Concordância verbal nem sempre é camisa-de-força; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>31 Jul 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A concordância verbal pode ser flexível. Em alguns casos, há mais de uma opção de construção e, às vezes, é o bom senso que determina o melhor uso.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são da consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/07/30/noutras_palavras-maioria_escolheu_ou_escolheram_candidatos.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ela cita como exemplo as frases &amp;quot;A maioria das pessoas escolheu o mesmo candidato&amp;quot; e &amp;quot;A maioria das pessoas escolheram o mesmo candidato&amp;quot;, ambas corretas. Embora o verbo deva, por princípio, concordar com o núcleo do sujeito, há casos em que se verifica outro tipo de concordância.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Ocorre que, nos casos em que o núcleo do sujeito é uma expressão partitiva seguida de um substantivo no plural, pode haver a concordância com o elemento mais próximo do verbo, que, na ordem direta, é o substantivo que está no plural. Isso é o que chamamos concordância atrativa&amp;quot;, explica Nicoleti.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a consultora, esse tipo de concordância também se dá quando o núcleo do sujeito é um coletivo seguido de um substantivo no plural. Desse modo, exemplifica Nicoleti, as formas &apos;Um bando de pássaros sobrevoava o jardim&apos; e &apos;Um bando de pássaros sobrevoavam o jardim&apos; estão conformes com a norma culta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Em alguns casos, a opção pelo singular ou pelo plural, pela concordância lógica ou pela atrativa, depende mesmo é do bom senso, que é intuitivo nas pessoas. Veja-se o caso de uma frase como &apos;A maioria dos homens presentes é casada&apos;. Embora esteja gramaticalmente &apos;correta&apos;, essa frase não soa muito bem, como se diz por aí&amp;quot;, afirma a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O estranhamento vem do fato de o predicativo do sujeito, &apos;casada&apos;, ser uma palavra feminina e o sujeito ser referente a um elemento masculino. Nicoleti aponta a segunda maneira de construção, &amp;quot;A maioria dos homens presentes são casados&amp;quot;, como mais natural.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Em suma, valem as duas construções, mas cada contexto conduz a uma opção mais adequada&amp;quot;, conclui a consultora.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/527/&quot;&gt;Thaís Nicoleti de Camargo&lt;/a&gt; é também autora de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135785/&quot;&gt;&amp;quot;Redação Linha a Linha&amp;quot;&lt;/a&gt;, da &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;, &amp;quot;Uso da Vírgula&amp;quot; (ed. Manole) e &amp;quot;Manual Graciliano Ramos de Uso do Português&amp;quot; (Secom - Alagoas).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>25/07/2008 - Advérbio &quot;sequer&quot; é mal utilizado; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>25 Jul 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A palavra &amp;quot;sequer&amp;quot; nem sempre é bem utilizada. Parece que boa parte das pessoas tem a impressão de que essa palavra tem sentido negativo, o que é um equívoco. &amp;quot;Sequer&amp;quot; é um sinônimo de &amp;quot;ao menos&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, explica o uso correto da palavra. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/07/24/thais_nicoleti-uso_correto_do_sequer.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Em uma frase como &apos;Tudo teria sido diferente se eles tivessem demonstrado sequer um pouco de compreensão&apos;, não há sentido negativo e o &apos;sequer&apos; está bem empregado&amp;quot;, exemplifica Nicoleti.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O problema surge, segundo a consultora, em construções como &amp;quot;Ele passou por mim e sequer me cumprimentou&amp;quot;. O sujeito da frase tem a intenção de dizer que alguém não o cumprimentou, mas o que acaba dizendo é que alguém, ao menos, o cumprimentou, ou seja, exatamente o oposto do que pretendia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Numa frase como essa, o ideal seria a anteposição de uma partícula negativa ao advérbio &apos;sequer&apos;. &apos;Ele passou por mim e nem sequer me cumprimentou&apos;&amp;quot;, afirma a colunista. Ela observa ainda que o uso do &amp;quot;sequer&amp;quot; neste caso poderia ser dispensado, já que apenas enfatiza a idéia negativa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Dessa forma, de acordo com Nicoleti, a frase ficaria &amp;quot;Ele passou por mim e nem me cumprimentou&amp;quot;. &amp;quot;O que não pode faltar é a negativa&amp;quot;, ela diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;É muito simples: basta, mentalmente, substituir o &apos;sequer&apos; por &apos;ao menos&apos; e será fácil perceber a necessidade - ou não - de acrescentar uma partícula negativa à frase&amp;quot;, soluciona Nicoleti.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/527/&quot;&gt;Thaís Nicoleti de Camargo&lt;/a&gt; é também autora de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135785/&quot;&gt;&amp;quot;Redação Linha a Linha&amp;quot;&lt;/a&gt;, da &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;, &amp;quot;Uso da Vírgula&amp;quot; (ed. Manole) e &amp;quot;Manual Graciliano Ramos de Uso do Português&amp;quot; (Secom - Alagoas).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>17/07/2008 - Competência e atribuição; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>17 Jul 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Desde que a Operação Satiagraha foi deflagrada pela Polícia Federal, o banqueiro Daniel Dantas foi preso e solto mais de uma vez. Em meio a essas circunstâncias, o ministro da Justiça, Tarso Genro, disse, em entrevista à &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, que considerava difícil Dantas provar ser inocente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, descontente com a declaração do ministro, disse que Genro não tinha &amp;quot;competência para decidir inquéritos, muito menos prisão preventiva&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, diz que a questão possui, além de importância política, interesse do ponto de vista lingüístico. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/07/17/noutras_palavras-significado_das_palavras_competencia_atribuicao.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ela conta que, após se reunirem com o presidente da República, tanto o presidente do STF como o ministro da Justiça negaram ter havido alguma divergência entre ambos. &amp;quot;Nessa circunstância, Gilmar Mendes declarou que havia dito apenas que Tarso Genro não tinha como &apos;atribuição&apos; decidir inquéritos ou prisão preventiva&amp;quot;, relata Nicoleti.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Afinal, competência e atribuição são sinônimos? Sim e não. Do ponto de vista jurídico, sim. Competência é a &apos;faculdade concedida por lei a um funcionário, juiz ou tribunal para apreciar e julgar certos pleitos ou questões&apos;, ou seja, um sinônimo de &apos;atribuição&apos;&amp;quot;, afirma a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nicoleti explica que na linguagem corrente, entretanto, a palavra tem sentido mais amplo e está ligada à capacidade de fazer alguma coisa, à habilidade, à aptidão e até à idoneidade.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Prova disso, lembra a jornalista, é que a palavra &amp;quot;incompetente&amp;quot; é usada como insulto. O fato é que Mendes explicou que usou o termo no sentido jurídico e que apenas pretendeu dizer que não era atribuição legal de Genro decidir inquéritos ou prisão preventiva, diz a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Então, está explicado. Não houve intenção de ofender e, mesmo que tenha havido em algum momento, o incidente se desfez graças à troca da &apos;competência&apos; pela &apos;atribuição&apos;&amp;quot;, conclui Nicoleti.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>09/07/2008 - Muita atenção ao uso do advérbio &quot;onde&quot;; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>09 Jul 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A palavra &amp;quot;onde&amp;quot; é um advérbio e sempre está associada a uma expressão de lugar. &amp;quot;Onde você esteve ontem?&amp;quot;, ou seja, &amp;quot;Em que lugar você esteve ontem?&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, diz que muitas pessoas usam esse advérbio de forma errada, como na seguinte frase: &amp;quot;O consumismo pode se tornar um doença onde a pessoa não consegue conter seus impulsos&amp;quot;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/07/01/thais_nicoleti-muita_atencao_uso_adverbio_onde.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Observe que a palavra que antecede o &apos;onde&apos; deveria exprimir uma idéia de lugar, mas não é o que se vê. A pessoa diz &apos;a doença onde a pessoa não consegue conter seus impulsos&apos;. &apos;Doença&apos; não é lugar, portanto o &apos;onde&apos; está inadequado nessa frase&amp;quot;, explica Nicoleti.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ela, nessa sentença caberia a expressão &amp;quot;em que&amp;quot;, de sentido amplo, em vez de &amp;quot;onde&amp;quot;, de sentido específico. &amp;quot;Muita gente pensa que &apos;em que&apos; sempre equivale a &apos;onde&apos;, mas isso não é verdade. &apos;Onde&apos;, sim, sempre pode ser substituído por &apos;em que&apos;, mas a recíproca não é verdadeira&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Além de outros exemplos, Nicoleti explica neste podcast que as formas &amp;quot;onde&amp;quot; e &amp;quot;aonde&amp;quot; são empregadas segundo as regras de regência. &amp;quot;Perguntamos &apos;Aonde você vai?&apos;, porque o verbo &apos;ir&apos; pede complemento de direção iniciado pela preposição &apos;a&apos;. Se, todavia, o verbo da frase exigir complemento iniciado com o &apos;em&apos;, aí sim usamos a forma &apos;onde&apos;&amp;quot;, conclui a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>01/07/2008 - &quot;Vamos desaprender regras antigas&quot;; Thaís Nicoleti fala sobre reforma ortográfica</title>
<pubDate>01 Jul 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O acordo de unificação ortográfica da língua portuguesa nos países integrantes da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) tem como principal argumento, em favor da reforma, a possibilidade de produzir documentos oficiais em uma só versão, que até então eram duplicados em virtude das diferenças ortográficas entre o português do Brasil e o português lusitano.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, diz que parece desproporcional a energia e dinheiro empregados para esse fim. &amp;quot;Há quem acredite que a reforma favoreceria um maior intercâmbio cultural entre os países de língua portuguesa, o que parece muito duvidoso&amp;quot;, comenta. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação da colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/05/30/noutras_palavras-desaprender_regras_antigas.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A colunista apresenta como exemplo o caso do escritor português e Nobel de literatura José Saramago, cujas obras são editadas no Brasil respeitando a ortografia portuguesa, conforme exigência do autor. &amp;quot;É certamente o escritor português mais lido no Brasil, e nunca se soube de nenhuma dificuldade de compreender seus livros por esse motivo&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A consultora conta que em Portugal não se pronuncia uma palavra como &amp;quot;assembléia&amp;quot; com o &amp;quot;e&amp;quot; tão aberto como se ouve na pronúncia brasileira. &amp;quot;Pronunciam &apos;facto&apos;, com &apos;c&apos;, quando nós pronunciamos &apos;fato&apos;, sem o c, por exemplo. Já a palavra &apos;aspecto&apos; tem o &apos;c&apos; no Brasil, mas não o tem em Portugal, onde se diz &apos;aspeto&apos;&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Nicoleti, com a reforma, no caso do ditongo aberto de &amp;quot;assembléia&amp;quot;, os brasileiros deixam de usar o acento, mas a mesma acentuação irá permanecer nas oxítonas, como &amp;quot;chapéu&amp;quot; ou &amp;quot;herói&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Nos demais casos, António, facto e aspeto coexistirão com Antônio, fato e aspecto. As duas grafias passam a ser oficiais em todo o território da lusofonia, mas, como parece óbvio, cada um vai continuar usando o que sempre usou&amp;quot;, declara.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Thaís Nicoleti diz que a demora para que Portugal assine o protocolo modificativo chegou a ser atribuída a um lobby das editoras portuguesas, que atendem com exclusividade o mercado do livro didático nos países africanos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Deixando de lado o aspecto (ou aspeto) comercial da questão, nós vamos desaprender as regras antigas e aprender as novas&amp;quot;, conclui a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/527/&quot;&gt;Thaís Nicoleti de Camargo&amp;quot;&lt;/a&gt; é também autora de &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135785/&quot;&gt;&amp;quot;Redação Linha a Linha&amp;quot;&lt;/a&gt;, da &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/&quot;&gt;Publifolha&lt;/a&gt;, &amp;quot;Uso da Vírgula&amp;quot; (ed. Manole) e &amp;quot;Manual Graciliano Ramos de Uso do Português&amp;quot; (ed. Secom - Alagoas).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>25/06/2008 - Não confunda &quot;bisonho&quot; com &quot;bizarro&quot;; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>25 Jun 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Compreender o significado das palavras é importante para que deslizes não sejam cometidos na hora de se expressar, nesse momento um erro pequeno pode trazer um grande desconforto.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Este é o tema que será abordado por Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras/&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2008/06/24/thais_nicoleti-nao_confunda_bizonho_com_bizarro.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Recentemente, um jornalista escreveu que certo deputado foi questionado por responder a ações no STJ (Supremo Tribunal Federal). Uma delas o redator classificou como &amp;quot;bisonha&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Nicoleti, &amp;quot;bisonho&amp;quot; é o nome dado ao recruta, o soldado inexperiente numa tropa. &amp;quot;O significado do termo abrange ainda a sinonímia de tímido, acanhado, assustadiço ou inseguro.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com a colunista, ao que tudo indica, o jornalista cometeu um equívoco ao escolher esse termo para adjetivar uma ação judicial. &amp;quot;É bem provável que sua intenção fosse dizer que a tal ação é &amp;quot;bizarra&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Bizarro&amp;quot;, explica Nicoleti, no uso informal, quer dizer &amp;quot;excêntrico&amp;quot;, &amp;quot;estranho&amp;quot;, &amp;quot;esquisito&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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