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<title>Folha.com - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@grupofolha.com.br (Webmaster Folha.com)</webMaster>

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<title>Folha.com - Podcasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>

<title>27/07/2010 - Thaís Nicoleti: &quot;Deixe-os ver&quot; ou &quot;Deixe eles verem&quot;?</title>
<pubDate>27 Jul 2010</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
&amp;quot;Mandou ele sair&amp;quot; ou &amp;quot;mandou-o sair&amp;quot;? Na linguagem falada, as pessoas costumam usar a primeira construção. Entretanto, se a situação exigir o emprego da norma culta, o ideal é dizer: &amp;quot;mandou-o sair&amp;quot;.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
No podcast abaixo, a consultora de língua portuguesa da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Thaís Nicoleti&lt;/b&gt;, diz que quando os pronomes átonos são usados corretamente, não ocorre a flexão do verbo no infinitivo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Nada de &apos;Deixe eu ver&apos; - o certo, no caso, segundo a norma culta, é &apos;Deixe-me ver&apos; e o infinitivo dessa construção não se flexiona: &apos;Deixe-o ver&apos;, &apos;Deixe-nos ver&apos;, &apos;Deixe-os ver&apos;&amp;quot;, explica Nicoleti.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2010/07/26/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>28/06/2010 - Por que, porquê, porque e por quê: saiba como escolher a grafia adequada</title>
<pubDate>28 Jun 2010</pubDate>

<description>&lt;p&gt;
Apesar de parecer fácil, muita gente ainda se confunde na hora de escrever a palavra &amp;quot;porque&amp;quot;. E o motivo da hesitação é o fato de haver quatro grafias possíveis para o mesmo som, como afirma &lt;b&gt;Thaís Nicoleti&lt;/b&gt;, consultora de língua portuguesa da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;

No áudio abaixo, com o auxílio das músicas &amp;quot;Porque Eu Sei que É Amor&amp;quot;, dos Titãs, &amp;quot;Sozinho&amp;quot;, de Peninha (gravada pelo Caetano Veloso), &amp;quot;Lenha&amp;quot;, de Zeca Baleiro, &amp;quot;Esquinas&amp;quot;, de Djavan e &amp;quot;Olhos nos Olhos&amp;quot;, de Chico Buarque, a especialista explica as diferenças entre &amp;quot;por que&amp;quot;, &amp;quot;porquê&amp;quot;, &amp;quot;porque&amp;quot; e &amp;quot;por quê&amp;quot;; ouça.

&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2010/06/22/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thais Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>06/06/2010 - Thaís Nicoleti: Na língua portuguesa nem tudo é o que parece</title>

<pubDate>06 Jun 2010</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Na nossa língua, existem palavras parecidas, às vezes da mesma família, que, entretanto, têm significados e usos bastante diversos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Algumas delas mudam radicalmente de significado, outras assumem usos distintos dos originais&amp;quot;, como explica &lt;b&gt;Thaís Nicoleti&lt;/b&gt; consultora de língua portuguesa da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Um exemplo é a palavra &amp;quot;gênio&amp;quot;, que pode significar a aptidão para alguma coisa ou o conjunto dos traços psicológicos que moldam o comportamento de alguém, de modo que a um &amp;quot;gênio pacato&amp;quot; se opõe um &amp;quot;gênio irascível&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;

No áudio abaixo, a consultora explica outros casos em que há o emprego dessas palavras de forma errada.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2010/05/31/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>

<title>03/05/2010 - Thaís Nicoleti: Nem tudo na língua obedece a padrões lógicos</title>
<pubDate>03 May 2010</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Quase todo o mundo sabe o que é ou, pelo menos, já ouviu falar em &amp;quot;pleonasmo&amp;quot;. A palavra é de origem grega e quer dizer &amp;quot;excesso&amp;quot;, &amp;quot;superabundância&amp;quot;. Ela pode nomear um defeito de escrita ou um recurso expressivo a linha que separa a redação redundante da construção expressiva, às vezes, pode não ser muito óbvia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;

&amp;quot;Isso é normal&amp;quot;, segundo &lt;b&gt;Thaís Nicoleti&lt;/b&gt;, consultora de língua portuguesa da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &amp;quot;Não estamos tratando de nenhuma ciência exata e é bobagem imaginar que tudo na língua obedece a padrões lógicos&amp;quot;, diz.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste podcast, a consultora traz exemplos de construções condenáveis e casos em que ela é bem-vinda.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2010/05/30/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thais Nicoleti&lt;/a&gt;

&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>29/03/2010 - Thaís Nicoleti: Dicionários não resolvem todos os problemas</title>
<pubDate>29 Mar 2010</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Quem escreve no dia a dia acaba se defrontando com certas questões capciosas - e, na pressa, nem sempre a melhor opção é a que vai para o texto final.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;

Para &lt;b&gt;Thaís Nicoleti&lt;/b&gt;, consultora de língua portuguesa do Grupo Folha-UOL, embora sejam grandes auxiliares na labuta diária, os dicionários não resolvem todos os problemas. &amp;quot;Alguns erros de grafia, por exemplo, estão ligados à memória de uma pronúncia incorreta muitas vezes ouvida&amp;quot;, ressalta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quem já não ouviu, disse ou escreveu que nasceram gêmeos &amp;quot;xipófagos&amp;quot;, que fulano é &amp;quot;aficcionado&amp;quot; por cinema ou que sicrano prefere o desodorante em embalagem &amp;quot;aerosol&amp;quot;?

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Em todos os casos as pronuncias estão incorretas. Os gêmeos que nascem presos na altura do tórax não são &amp;quot;xipófagos&amp;quot;, mas &amp;quot;xifópagos&amp;quot;. Quem gosta muito de alguma coisa, nutre por ela verdadeira paixão ou afeição, é &amp;quot;aficionado&amp;quot; por ela (o termo vem do espanhol e tem apenas um &amp;quot;c&amp;quot;).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste podcast, a consultora de língua portuguesa traz mais exemplos de erros comuns.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2010/03/23/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thais Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>14/12/2009 - Thaís Nicoleti: Crase não é bicho de sete cabeças</title>
<pubDate>14 Dec 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Um dos temas que mais oferecem dúvida aos usuários da língua portuguesa é a crase. Para muitos, é um verdadeiro bicho de sete cabeças, mas a verdade é que se trata de um assunto, em si, muito simples - afinal a crase é apenas a fusão de dois sons vocálicos idênticos, segundo &lt;b&gt;Thaís Nicoleti&lt;/b&gt;, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Com um pouquinho de atenção, fica fácil não errar&amp;quot;, afirma a consultora de língua portuguesa neste podcast.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/12/11/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thais Nicoleti&lt;/a&gt;

&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>16/11/2009 - Thaís Nicoleti: Nem todo pleonasmo é condenável</title>
<pubDate>16 Nov 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Toda construção marcada pelo emprego de um termo com sentido óbvio é chamada de pleonasmo. O emprego desse termo é desnecessário, mas há casos em que eles contribuem para a beleza do texto, diz a consultora de língua portuguesa &lt;b&gt;Thaís Nicoleti&lt;/b&gt;, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras/&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Há muitos pleonasmos já comuns na linguagem, geralmente fruto de distração. &amp;quot;Teto máximo ou piso mínimo, na designação de salário de alguma categoria profissional, estão entre eles&amp;quot;, explica a colunista no podcast abaixo.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/11/12/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thais Nicoleti&lt;/a&gt;

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;

&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>22/10/2009 - Bom emprego dos pronomes garante coesão do texto; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>22 Oct 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Algumas construções sintáticas requerem o conhecimento do emprego dos pronomes. Muito comum é o uso de pronomes do caso reto depois da conjunção &amp;quot;entre&amp;quot;, coisa que a tradição da língua não abona, segundo a consultora de língua portuguesa &lt;b&gt;Thaís Nicoleti&lt;/b&gt;, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Um exemplo do dia a dia ajudará a compreender a questão, diz Nicoleti. &amp;quot;É relativamente comum ouvirmos frases como &apos;Nada houve entre ele e eu&apos; ou &apos;entre eu e ele&apos;, mas, quando usamos outras preposições, como para, com, a, por etc., não repetimos esse comportamento&amp;quot;. Ouça a explicação da professora no podcast abaixo.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;

&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/10/20/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti?Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;

&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>31/08/2009 - Thaís Nicoleti: Termos que não precisam ser ditos</title>
<pubDate>31 Aug 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Há termos na língua que naturalmente foram perdendo a sua neutralidade. É como se tivessem incorporado a seu significado o matiz positivo, prescindindo, portanto, do adjetivo &amp;quot;bom&amp;quot;, explica a consultora de língua portuguesa &lt;b&gt;Thaís Nicoleti&lt;/b&gt;, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Quantas vezes já não ouvimos dizer que &apos;uma estratégia está dando resultado&apos;. Ao pé da letra, resultado sempre há --bom, excelente, ruim ou desastroso. Mas uma frase como essa prescinde de qualquer adjetivo para exprimir a ideia positiva&amp;quot;, explica Nicoleti.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/08/28/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a colunista, se a estratégia está dando resultado, entende-se que esse resultado seja positivo. Ouça o comentário da professora neste podcast.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;

&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>21/08/2009 - Verbo &quot;assistir&quot; nem sempre admite voz passiva; ouça Thaís Nicoleti</title>
<pubDate>21 Aug 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Frases como &amp;quot;o jogo foi assistido por centenas de espectadores&amp;quot; ou &amp;quot;o filme foi assistido pelos alunos do colégio&amp;quot; são frequentes na linguagem falada, mas, do ponto de vista da norma culta, são problemáticas, segundo a consultora de língua portuguesa &lt;b&gt;Thaís Nicoleti&lt;/b&gt;, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste podcast, Nicoleti explica que o verbo &amp;quot;assistir&amp;quot;, quando ganha o sentido de &amp;quot;ver&amp;quot; ou &amp;quot;presenciar&amp;quot;, é o que a gramática tradicional chama de transitivo indireto, pois seu complemento é encabeçado por uma preposição. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.

&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/08/19/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thais Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Dizemos que fulano assistiu ao jogo ou assistiu ao filme, por exemplo. Ora, verbos transitivos indiretos, esses cujos complementos são iniciados por preposição, não admitem a voz passiva. E é aí que está o problema de dizer que o jogo foi assistido&amp;quot;, diz a colunista.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;

&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>10/07/2009 - Thaís Nicoleti: Hífen continua sendo assunto para professor de português</title>
<pubDate>10 Jul 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
As mudanças na acentuação gráfica das palavras parece já terem sido suficientemente absorvidas pela maioria das pessoas que têm por ofício redigir. Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, diz que por estranho que parecesse retirar o acento de &amp;quot;ideia&amp;quot; e o trema de &amp;quot;tranquilidade&amp;quot;, por exemplo, a adaptação foi realizada até mesmo com relativa facilidade.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A consultora de língua portuguesa explica que o hífen, entretanto, é um caso à parte. &amp;quot;Como muita gente nunca soube usar esse sinal com segurança, a aparente simplificação proposta pelo Acordo não conseguiu disseminar esse conhecimento, que continua sendo assunto para professor de português&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.

&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/07/13/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nicoleti avisa que quem quiser acertar as grafias deve estudar e ter à mão o Volp (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa). &amp;quot;Aliás, [o VOLP] já poderia estar disponível no site da ABL. A versão que está lá, gratuita, ainda é a antiga, anterior ao Acordo, portanto&amp;quot;, comenta.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ouça, neste podcast, exemplos de palavras que continuam com hífen e saiba mais sobre as regras para estabelecer a grafia de termos prefixados.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;

&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>13/05/2009 - Thaís Nicoleti: Emprego correto de preposição garante coesão ao texto</title>
<pubDate>13 May 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
As preposições são elementos de ligação, que fazem a conexão sintático-semântica entre os termos da oração e entre orações de um período, diz a consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Um caso comum de uso impróprio da preposição é o que se vê em &amp;quot;acusar alguém por alguma coisa&amp;quot;. A regência padrão é &amp;quot;acusar alguém de alguma coisa&amp;quot;, explica Nicoleti neste podcast. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/05/12/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;É muito importante estar atento ao emprego das preposições. Embora pareça um pormenor, esse é um dos elementos que asseguram a coesão do texto&amp;quot;, afirma a colunista.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;

&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>14/04/2009 - Entenda as mudanças do novo vocabulário oficial</title>
<pubDate>14 Apr 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A publicação do &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/146157/&quot;&gt;Volp&lt;/a&gt; (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa) parece não ter trazido o esperado esclarecimento dos pontos ambíguos do texto oficial do Acordo de Unificação Ortográfica.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
É o que afirma a consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &amp;quot;Se em alguns momentos chega a contradizer o texto oficial, em outros hesita entre as formas antigas e as novas, registrando as duas&amp;quot;, explica. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.

&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/04/13/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/reformaortografica&quot;&gt;Leia a cobertura sobre a reforma ortográfica&lt;/a&gt;.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste podcast, Thaís Nicoleti esclarece em quais casos o hífen deve ser empregado e quando ocorre a supressão dos hífens dos substantivos compostos ligados por preposição. &amp;quot;O ideal é memorizar as exceções e retirar os hífens das demais palavras. Parece fácil, mas ainda há muita confusão por aí&amp;quot;, afirma a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;

&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>06/03/2009 - Thaís Nicoleti: Hífen sobreviveu à reforma ortográfica</title>
<pubDate>06 Mar 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Com o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, em vigor no Brasil desde 1º de janeiro deste ano, o emprego do hífen tem gerado dúvidas. Há quem pense que o sinal foi abolido e que agora se escreve tudo com dois &amp;quot;erres&amp;quot; e dois &amp;quot;esses&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Não é bem assim, de acordo com a consultora de língua portuguesa Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras/&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; da professora.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/reformaortografica&quot;&gt;Leia a cobertura sobre a reforma ortográfica&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A colunista explica que algumas regras mudaram, como ocorreu com a palavra &amp;quot;micro-ondas&amp;quot;, que antes não tinha hífen. &amp;quot;O prefixo &apos;micro-&apos; acaba com a letra &apos;o&apos; e o substantivo &apos;ondas&apos; começa com a letra &apos;o&apos;. Para evitar essa colisão de duas letras iguais, usamos o hífen.&amp;quot;

&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/03/05/thais_nicoleti.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A mesma regra vale para o prefixo &amp;quot;mega-&amp;quot;: se a palavra seguinte começar com a vogal &amp;quot;a&amp;quot;, haverá hífen, como em &amp;quot;mega-apagão. Se as palavras subsequentes começarem com &amp;quot;r&amp;quot; ou &amp;quot;s&amp;quot;, ocorrerá a duplicação da letra, como em &amp;quot;megarreforma&amp;quot; e em &amp;quot;megassena&amp;quot;.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Nicoleti, o nome da loteria deveria ter sido registrado com dois &amp;quot;esses&amp;quot;, pois essa grafia já era válida no sistema ortográfico anterior. Fica, então, a pergunta: por que o nome da loteria é grafado com hífen?
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Essa é realmente uma boa pergunta, afinal essa grafia nunca foi certa, nem antes, nem depois da reforma ortográfica. Será que este não é um bom momento para a Caixa Econômica fazer a correção?&amp;quot;, questiona a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>

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<item>
<title>25/01/2009 - Thaís Nicoleti: São Paulo desperta sentimento de amor e ódio</title>
<pubDate>25 Jan 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Diminuiu o número de paulistanos que &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u493208.shtml&quot;&gt;sairiam da cidade&lt;/a&gt; para viver em outro município, segundo pesquisa do Ibope realizada a pedido do Movimento Nossa São Paulo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para Thaís Nicoleti, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/noutraspalavras&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, esses dados revelam o fascínio que a cidade exerce sobre os moradores. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação da professora.

&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/01/23/thais_nicoleti_-_aniversario_de_sp.mp3&quot;&gt;Thaís Nicoleti - Aniversário de SP&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Esse sentimento misto, de admiração, espanto, amor e ódio, aquela sensação que Caetano Veloso tão bem exprimiu quando imortalizou a esquina da Ipiranga com a avenida São João, já era, de certa forma, cantado por aquele que foi o grande poeta da cidade, Mário de Andrade&amp;quot;, diz.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo a colunista, o escritor Mário de Andrade sabia mostrar a visão ambivalente da cidade, que, na sua época, nas primeiras décadas do século 20, começava a passar por grandes transformações.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Thaís Nicoleti? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/thaisnicoleti/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;

&lt;/p&gt;</description>
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