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<title>Folha Online - Podcasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Podcasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>19/11/2009 - Toni Sciarretta: Política monetária do BC não muda com novo diretor</title>
<pubDate>19 Nov 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Aldo Luiz Mendes, novo diretor de Política Monetária do BC (Banco Central), é uma pessoa séria, de perfil técnico e que entende a lógica e a linguagem dos mercados. Mas é improvável que sua indicação mude algo na política da instituição, diz &lt;b&gt;Toni Sciarretta&lt;/b&gt;, repórter do caderno &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Se fosse para mudar, não seria ele o indicado e o mercado entendeu bem isso. A maior prova é que os juros negociados na BM&amp;amp;F se mexeram muito pouco para uma troca tão sensível como essa&amp;quot;, comenta o jornalista neste podcast.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2009/11/19/toni_sciarretta.mp3&quot;&gt;Toni Sciarretta&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>13/11/2009 - Brasil precisa dos bancos públicos; ouça Toni Sciarretta</title>
<pubDate>13 Nov 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
O balanço do terceiro trimestre do setor financeiro revela que os bancos públicos mantiveram as torneiras abertas para o crédito enquanto as instituições privadas permaneceram mais conservadoras com as carteiras praticamente estagnadas, informa &lt;b&gt;Toni Sciarretta&lt;/b&gt;, repórter do caderno &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o jornalista, há muita discussão sobre as vantagens competitivas dos bancos públicos em relação aos privados, como a captação mais barata de recursos e a segurança oferecida pelo governo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Sem bancos públicos, talvez o país estivesse em uma situação mais difícil com menos consumo, menos impostos [recolhidos] e sobre a sombra da crise&amp;quot;, afirma Sciarretta.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2009/11/12/toni_sciarretta.mp3&quot;&gt;Toni Sciarreta&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>03/09/2009 - Toni Sciarretta: Não dá para planejar 2050 olhando para 2010</title>
<pubDate>03 Sep 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Para permitir que o país se beneficie de um recurso natural que era escasso e se tornou abundante, é esperado que o governo mude o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u618882.shtml&quot;&gt;marco regulatório&lt;/a&gt; do setor de petróleo. Toni Sciarretta, repórter do caderno Dinheiro da Folha, diz que hoje quase todos concordam que esta prerrogativa é viável, pela simples razão de que mudou a equação de risco de se explorar o ouro negro.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;No passado, quem saia à caça de petróleo a maior chance era de não encontrar nada; no pré-sal, a chance é de encontrar sim. Pode ser que o formato de partilha da produção não seja o mais indicado para um país como o Brasil, mas isso é outra história&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2009/09/02/toni_sciarretta.mp3&quot;&gt;Toni Sciarretta&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do Toni Sciarretta? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/tonisciarretta/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>29/06/2009 - Mecanismos brasileiros previnem país de fraudes; ouça Toni Sciarretta</title>
<pubDate>29 Jun 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No Brasil, o BC ( Banco Central), a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e as entidades representativas do mercado de capitais são unânimes em afirmar que uma fraude como a praticada pelo financista americano &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u587940.shtml&quot;&gt;Bernard Madoff&lt;/a&gt; jamais ocorreria no país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/multimidia/images/icn-videocast.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u587996.shtml&quot;&gt;Veja imagens de Bernard Madoff, condenado a 150 anos de prisão por fraude&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Toni Sciarretta, repórter do caderno &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; explica que o mercado brasileiro tem uma série de mecanismo de controles, prestação de contas ao cotista e uma marcação a mercado diária muito rígida de valores de ativos. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/tonisciarretta&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2009/06/29/toni_sciarretta.mp3&quot;&gt;Toni Sciarretta&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Se é verdade que a fraude de Bernard Madoff não aconteceria no Brasil, também é verdade que dificilmente teria uma condenação como essa e fosse parar na cadeia. Uma parte importante das condenações da CVM em processos administrativos acabam revertidos no chamado &apos;conselhinho&apos;, conselho do sistema financeiro em Brasília&amp;quot;, diz Sciarretta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
No Brasil, é difícil reunir provas que permitam constituir uma denúncia formal na Justiça por crime contra o sistema financeiro, segundo o jornalista. Ele diz que a situação melhorou depois que a CVM fez um convênio com o Ministério Público. Por esse convênio, a comissão conseguiu bloquear os ganhos que dois investidores teriam tido a partir do uso de informação privilegiada na época da venda do grupo Ipiranga à Petrobras.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A Justiça brasileira tem a tradição de se apoiar no que alguns juristas chamam de &apos;letra da lei&apos;, que analisa pormenores e vírgulas do texto jurídico, enquanto a Justiça de países anglo-saxões estão mais preocupado com o que chamam de &apos;espírito da lei&apos;, que é uma interpretação também subjetiva do objetivo pelo qual a regra foi criada&amp;quot;, afirma Sciarretta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do Toni Sciarretta? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/tonisciarretta/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>22/05/2009 - Subida da Bolsa gera otimismo nos mercados; ouça análise</title>
<pubDate>22 May 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Depois que a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) subiu dois meses seguidos, analistas já começam a afirmar que o pior da crise já passou. Há muita incerteza pela frente, mas dias como aqueles de setembro último, em que o mundo parecia que iria acabar, ficaram para a história, segundo Toni Sciarretta, repórter do caderno &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2009/05/21/toni_sciarretta.mp3&quot;&gt;Toni Sciarretta&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa da crise nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u498060.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u498780.shtml&quot;&gt;Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o jornalista, os indicadores da economia real já sinalizam alguma melhora, mas longe de apontar para uma saída concreta da recessão. No Brasil, os bancos esperam o pico do desemprego para o meio do ano. A previsão é que a inadimplência cresça quase até o fim de 2009.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Isso porque há um atraso natural das coisas acontecerem. Primeiro, o sujeito perde o emprego, depois recebe um bom dinheiro, continua pagando as contas e só vai inadimplir nos bancos em média seis meses depois de perder o trabalho&amp;quot;, explica Sciarretta neste podcast.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do resumo de notícias? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/resumodiario/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>28/04/2009 - Toni Sciarretta: Brasil não está preparado para juro baixo</title>
<pubDate>28 Apr 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Finalmente o Brasil caminha para ter juros civilizados, com a taxa Selic possivelmente terminando o ano em 9,25%. Economistas se perguntam se o país, com suas imensas contradições, gastos públicos e endividamentos altos, já teria condições de sustentar taxas de juros como essas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Toni Sciarretta, repórter do caderno &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. Ele diz que o governo é o maior &amp;quot;tomador&amp;quot; de empréstimo do Brasil. &amp;quot;Se falta crédito, é porque ele esgota grande parte do dinheiro disponível.&amp;quot; &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/tonisciarretta&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2009/04/27/toni_sciarretta.mp3&quot;&gt;Toni Sciarretta&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Sciarretta, até o presidente do BC (Banco Central), Henrique Meirelles, sugeriu que ainda é cedo para comemorar vitória sobre as taxas de juros. &amp;quot;O fato é que toda a economia brasileira está montada para funcionar em meio a juros altos. A crise colocou o problema na ordem do dia. Mas bancos e governo precisarão ter coragem para enfrentá-lo&amp;quot;, declara o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do Toni Sciarretta? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/resumodiario/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>15/04/2009 - É cedo para ver sinais de recuperação; ouça análise sobre a crise</title>
<pubDate>15 Apr 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Quem ouve os economistas mais otimistas tem a impressão de que, em alguns meses, ninguém mais vai se lembrar de crise econômica. As Bolsas começam a oscilar menos e retomam um ritmo moderado de alta. Medidas de estímulo ao consumo, como redução de impostos, tem efeitos palpáveis no Brasil.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Toni Sciarretta, repórter do caderno &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, diz que os mais pessimistas têm outra visão. Para eles, vem por aí a temporada de balanços de bancos e de empresas norte-americanas no primeiro trimestre deste ano e já se sabe que os números não serão bons. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/tonisciarretta&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2009/04/15/toni_sciarrretta_fala_sobre_crise.mp3&quot;&gt;Toni Sciarrretta fala sobre crise&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Houve avanços inegáveis e é possível que o pior já tenha passado. Mas ainda é cedo para afirmar que o otimismo visto nos últimos dias seja o início definitivo de uma recuperação que, diante das dificuldades vistas pela frente, pode demorar alguns anos&amp;quot;, avalia Sciarretta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa da crise nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u498060.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u498780.shtml&quot;&gt;Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do Toni Sciarretta? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/resumodiario/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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<item>
<title>24/03/2009 - Há uma luz no fim do túnel da crise, avalia jornalista; ouça análise</title>
<pubDate>24 Mar 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Os otimistas de plantão se mantiveram um tanto calados desde o final do ano passado, quando fracassaram todas as últimas tentativas de recuperação dos mercados. Após uma semana de alta, esse quadro começa a mudar, diz Toni Sciarretta, repórter do caderno &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O Tesouro dos Estados Unidos divulgou um plano material para a compra dos tais ativos tóxicos dos bancos. &amp;quot;A proposta é, em linhas gerais, a seguinte: o mercado dá preço aos tais papéis sem preço --e isso livra crítica do governo ter formado preços irreais-- e o Tesouro entra com o financiamento e ainda vira sócio para comprar esses papéis. Uma conta em que o Tesouro banca 93% e a iniciativa privada só 7%&amp;quot;, explica Sciarretta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/tonisciarretta&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2009/03/23/toni_sciarretta.mp3&quot;&gt;Toni Sciarretta&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o jornalista, há uma série de dúvidas operacionais sobre a implementação do plano. Uma delas é levantada por José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator, que questiona quando bancos em dificuldades vão querer aderir a esse programa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para Sergio Vale, economista da MB Associados, há outros problemas: o programa supõe que haverá muitos interessados do setor privado e não deixa claro o que acontecerá com os ativos mais difíceis de serem precificados.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do Toni Sciarretta? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/resumodiario/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>12/03/2009 - Toni Sciarretta: Crise traz &quot;juro civilizado&quot; para o Brasil</title>
<pubDate>12 Mar 2009</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Economistas de diferentes tendências são unânimes em defender que o país aproveite a crise econômica para reduzir as taxas de juros reais brasileiras, que sempre estiveram entre as maiores do mundo, afirma Toni Sciarretta, repórter do caderno &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o jornalista, o primeiro a defender a medida foi o ex-diretor de política monetária do BC (Banco Central) Luiz Fernando Figueiredo. &amp;quot;Ele afirma que essas crises têm o efeito colateral de segurar a inflação e obrigar o Banco Central a reduzir os juros para estimular a atividade econômica&amp;quot;, diz. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/tonisciarretta&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2009/03/12/toni.mp3&quot;&gt;Toni&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sciarretta ressalta que, caso os juros cheguem a 9,5% até o final de 2009, a taxa real será de 5%. Com a redução nos juros reais, o país conseguiria diminuir o custo da rolagem da dívida pública e estimularia investimentos de longo prazo tanto de empresas quanto de pessoas físicas, que dependem de prazos longos e taxas baixas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Investimentos de longo prazo é a grande diferença do Brasil e dos países emergentes mais avançados como o Chile, o próprio México e alguns asiáticos. Investimento em longo prazo é investimento em infraestrutura, portos, estradas, ferrovias&amp;quot;, completa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do Toni Sciarretta? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/tonisciarretta/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>11/12/2008 - Toni Sciarretta: Onde colocar o dinheiro em 2009?</title>
<pubDate>11 Dec 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Vários leitores que viram recentemente alguns dias de alta na Bolsa se perguntam se está na hora de voltar a aplicar dinheiro em ações. Analistas de mercado --otimistas e pessimistas-- se mostram bastante céticos com as perspectivas para a Bolsa brasileira pelo menos em médio prazo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Toni Sciarretta, repórter do caderno &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/tonisciarretta&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa da crise nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u454948.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u463841.shtml&quot;&gt;Veja os países e instituições financeiras afetados pela crise&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/12/10/onde_colocar_o_dinheiro_em_2009.mp3&quot;&gt;Onde colocar o dinheiro em 2009&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;É verdade que o preço das ações brasileiras está muito baixo, perto do que atingiu em maio e no ano passado. Mas também é incerto que ele volte para o patamar anterior tão rápido. Se isso acontecesse, não precisaríamos enfrentar hoje a maior crise de confiança dos mercados desde a Depressão dos anos 30&amp;quot;, avalia o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sciarretta diz que os analistas têm vários argumentos para desacreditarem na retomada da Bolsa brasileira. Um deles é que a Bovespa é movida por dinheiro estrangeiro, que parece ter secado. Quando esse dinheiro sobrar, vai encontrar outras oportunidades de menor risco, como a renda fixa do setor corporativo. Só quando essas opções se esgotarem é que virá dinheiro forte para países emergentes, como o Brasil. Dificilmente, isso acontecerá em 2009, segundo esses analistas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Claro que sempre tem oportunidade na Bolsa. Quem entrar agora faz melhor investimento do que teria feito cinco meses atrás quando a Bolsa estava com 70 mil pontos no Ibovespa. O investimento depende das perspectivas de empresa para empresa. Esse pessimismo atual, que foi exacerbado, pode e deve ser revisto. A gente pode ter muitos movimentos de alta, mas uma guinada como vimos até meados deste ano está fora do radar&amp;quot;, declara Sciarretta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista conversou com Juliana Braga, diretora da área de gestão de fortunas do UBS Pactual. Ela recomenda cautela e lembra que, no Brasil, há taxa de juros altíssimas da dívida do governo, que tem baixo risco e alto retorno.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Não compensa o brasileiro correr tanto risco na Bolsa se pode investir em fundos de renda fixa, no Tesouro Direto, e em CDBs dos bancos com retorno bruto na casa de 14% ao ano&amp;quot;, afirma Toni Sciarretta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para os que podem tolerar alguma volatilidade, Juliana Braga recomenda a compra de ações de setores defensivos, como empresas de saúde e de serviços públicos como saneamento, energia e telecomunicações, que são menos sensíveis à queda nas vendas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do Toni Sciarretta? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/tonisciarretta/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>03/11/2008 - Crise e competição interna influenciaram fusão entre bancos; ouça Toni Sciarretta</title>
<pubDate>03 Nov 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A Itaúsa --empresa de participações do grupo Itaú-- e o Unibanco anunciaram nesta segunda-feira que irão fundir as operações financeiras entre ambas. Em comunicado, as instituições informaram que a fusão é resultado de 15 meses de negociação e de &amp;quot;uma forte identidade de valores e visão convergente de futuro&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Toni Sciarretta, repórter de &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, diz que a crise financeira e a competição interna influenciaram a fusão entre as instituições bancárias. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/tonisciarretta&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/11/03/toni_sciarretta-fusao_itau_unibanco.mp3&quot;&gt;Toni Sciarretta&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;No ano passado, apareceu um novo &apos;player&apos; nesse país, que de certa forma assusta os bancos brasileiros. O Santander comprou o Real, não pagou pouco, fez a mesma coisa com o Banespa. É um banco de experiência global, que está acostumado a brigar nesse mundo globalizado, de juro baixio, e que quer pegar uma parte desse mercado brasileiro&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista comenta que o Banco do Brasil, maior banco brasileiro, está se associando à Nossa Caixa, o que mostra que também está surgindo um grande banco estatal.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Sciarretta, o Itaú e o Unibanco conseguiam concorrer sozinhos, mas a situação ficou complicada com a crise. &amp;quot;Junto, eles têm uma chance maior de competição&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>06/10/2008 - A eleição e a economia nos EUA e no Brasil; ouça Toni Sciarretta</title>
<pubDate>06 Oct 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No ano passado, muita gente previa que a crise americana não estouraria durante as &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;eleições EUA&lt;/a&gt; com chance real da oposição democrata chegar ao poder. A crise não só veio, como veio também a conta que será paga pelo próximo governo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Toni Sciarretta, repórter do caderno &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/brasil/2008/10/05/toni_sciarretta-eleicao_e_economia.mp3&quot;&gt;Toni Sciarretta&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Insisto que essa perspectiva, de que a eleição coloca em banho-maria a crise econômica, vem do Brasil e de democracias mais novas, porque essa lógica não costuma funcionar nos EUA. Fiz essa pergunta a vários analistas americanos e muitos deles nem entendiam esse raciocínio de que eleição atrasa a crise econômica&amp;quot;, afirma o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para os americanos, diz Sciarretta, a opinião pública, os jornais e mesmo os políticos não aceitam essa lógica de aumento de gasto público, &amp;quot;distribuição de benesses, dentadura e leite em ano eleitoral&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Uma justificativa para isso é que não é a primeira eleição americana que atinge a economia e os mercados, em geral desorganizados, explica o jornalista. Segundo ele, a eleição do presidente George W. Bush, em 2000, coincidiu com o início do estouro da bolha da internet, que depois emendou com os atentados do &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/119cincoanosdepois/&quot;&gt;11 de Setembro&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O repórter fala que isso sempre foi aceito como uma verdade, até que foi possível presenciar o trabalho que o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u451790.shtml&quot;&gt;pacote de socorro aos bancos&lt;/a&gt; deu para ser aprovado no Congresso no ano de eleição.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O pacote, que tinha duas páginas e meia, terminou com quase 450. Para ser aprovado, foram aceitas emendas absurdas e socorros para setores como o de arco e flecha, voltado para os escoteiros americanos. Pois é, como os analistas brasileiros dizem: não da para dizer que a eleição tem um peso na economia tão diferentes lá nos EUA do que aqui nos trópicos brasileiros&amp;quot;, conclui.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do Toni Sciarretta? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/tonisciarretta/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>29/09/2008 - Frágil, pacote empaca de novo e derruba mercados; ouça Toni Sciarretta</title>
<pubDate>29 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
No domingo (28), o acordo político parecia definitivo entre democratas e republicanos para aprovar o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u447017.shtml&quot;&gt;pacote&lt;/a&gt; de ajuda aos bancos. Mas a medida se mostrou tão frágil, nesta segunda-feira, que a Câmara dos representantes &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u450106.shtml&quot;&gt;rejeitou&lt;/a&gt; o plano em primeira votação.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Toni Sciarretta, repórter do caderno &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/tonisciarretta&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/09/29/toni_sciarretta-pacote_empaca_derruba_mercados.mp3&quot;&gt;Toni Sciarretta&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Nada no mundo é mais impopular do que ajuda a bancos e, a menos de 40 dias das eleições, o &apos;timing&apos; para isso não poderia ser pior&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u447052.shtml&quot;&gt;Entenda a crise financeira que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Sciarretta, alguns analistas ponderam que a rejeição foi uma forma de os deputados americanos dizerem que não aprovam dar o dinheiro do contribuinte para os bancos. Depois, pensando melhor, não havia outra alternativa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Para retomar a votação, o projeto tem de ser reapresentado, possivelmente, com uma outra cara&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista diz que, como era esperado, a notícia derrubou os mercados no mundo todo, sendo que a Bovespa, mais uma vez, liderou as perdas no planeta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Pela primeira vez, desde 1999, foi acionado o &apos;circuit break&apos; da Bovespa, o sistema que interrompe automaticamente, por meia hora, o processamento das ordens de compra e de venda&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o repórter, a idéia é que os investidores respirem um pouco, parem para entender o que está acontecendo, e retomem os negócios. &amp;quot;Se na volta a queda bater em 15%, aí os negócios são suspensos por uma hora&amp;quot;, informa o jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts do Toni Sciarretta? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/tonisciarretta/podcast.xml&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt;. Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>18/09/2008 - &quot;Juízo final em Wall Street?&quot;; ouça Toni Sciarretta</title>
<pubDate>18 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
A crise dos mercados nessa semana levou para a ruína três instituições centenárias de Wall Street: &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u444969.shtml&quot;&gt;Lehman Brothers, Merrill Lynch e a seguradora AIG&lt;/a&gt;. Todas elas sobreviventes da depressão de 1929.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Toni Sciarretta, repórter do caderno &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/tonisciarretta&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/09/18/toni_sciarretta-crise_mercados.mp3&quot;&gt;Toni Sciarretta&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista diz que desde 1997 o mercado financeiro brasileiro não via uma crise de confiança tão grande. &amp;quot;Depois que o Lehman Brothers quebrou e a Merrill Lynch foi vendida, alguns analistas se perguntam quem será o próximo. As apostas eram &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u445396.shtml&quot;&gt;Goldman Sachs&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u446246.shtml&quot;&gt;Morgan Stanley&lt;/a&gt;. Os dois últimos sobreviventes entre os bancos puramente de investimento seriam a bola da vez&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o repórter, esse tipo de desconfiança é a matéria-prima do pânico, que motiva negócios sem qualquer racionalidade econômica como a negociação de dívida com juro negativo nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O que é isso? É o fundo de pensão que decidiu, digamos, pegar US$ 1.001 nessa semana e comprar um título para receber US$ 1.000 daqui três meses. Ele rasgou dinheiro, que teria perdido menos valor se ficasse debaixo do colchão. Só que esse fundo não pode deixar dinheiro parado, muitos deles são obrigados pelo estatuto a colocar o dinheiro em algum lugar&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o jornalista, esse é apenas um exemplo de conta que não fecha. Até terça-feira (16), o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u445684.shtml&quot;&gt;Federal Reserve&lt;/a&gt; (Fed, o BC americano) era criticado porque iria deixar a AIG, a maior seguradora do mundo, quebrar.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Pois bem, o Fed foi lá e socorreu da pior maneira possível, que foi estatizando a empresa. E, no dia seguinte, quanto todos pensavam que acalmaria o mercado, o pessimismo era ainda maior. Isso porque, na cabeça de muita gente, a idéia era que se o Fed colocou US$ 85 bilhões na AIG, é que a coisa é realmente feia mesmo e tem outros bancos para quebrar&amp;quot;, analisa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para Sciarretta isto cria um ciclo vicioso. &amp;quot;Se não ajuda, piora a situação. Mas se ajuda, coloca mais lenha na fogueira&amp;quot;, conclui o repórter.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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</item>
<item>
<title>11/09/2008 - PIB mostra expansão consistente da economia sem afetar inflação; ouça</title>
<pubDate>11 Sep 2008</pubDate>
<description>&lt;p&gt;
Superando todas as previsões, o resultado do PIB no segundo trimestre mostrou que o crescimento da economia brasileira é vigoroso, mesmo em um ambiente de desaceleração do crescimento mundial, queda no preço das commodities e aumento dos juros brasileiros.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As informações são de Toni Sciarretta, repórter do caderno &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/tonisciarretta&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;audioPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/dinheiro/2008/09/11/toni_sciarretta-pib_mostra_expansao.mp3&quot;&gt;Toni Sciarretta&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Nas palavras do ex-ministro Delfim Netto, com quem eu falei depois do resultado do PIB, &apos;o maior estímulo do crescimento é o próprio crescimento&apos;&amp;quot;, relata.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o jornalista, economistas procuravam entender os fatores micro e macroeconômicos que explicavam esse crescimento acima do esperado, sem um estímulo desmedido à inflação, que já começa a recuar.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Entre os fatores citados estão o alto nível de investimento, ganhos de eficiência e de produtividade e uma dependência menor da contribuição do setor externo&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A avaliação é que a economia cresce, sem solavancos, no mesmo ritmo acelerado do terceiro trimestre do ano passado e sem criar pressões adicionais por excesso de demanda. &amp;quot;Ou seja, os investimentos estão conseguindo se transformar em oferta a tempo de atender o consumo&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Sciarretta, para o economista Sérgio Werlang, ex-diretor do BC e vice-presidente-executivo do Itaú, os recentes ganhos de produtividade e de eficiência permitiram ao país aumentar o que chamam de PIB potencial, conceito teórico pelo qual a economia encontra seu limite de crescimento usando toda a sua capacidade sem causar inflação. (O conteúdo &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi1109200822.htm&quot;&gt;completo&lt;/a&gt; desta entrevista está disponível para assinantes do UOL e do jornal).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O repórter informa que o ex-ministro Delfim Netto minimiza essa discussão do PIB potencial, afirmando que se trata de um dado difícil de se calcular. &amp;quot;Ele faz até uma brincadeira. Diz que se perguntarmos a um bom econometrista qual é o PIB potencial, ele vai dizer que é de 5%. E se perguntar qual a margem de erro, ele vai dizer que vai variar entre 3% e 9%. Segundo Delfim, isso mostra que é uma invenção&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;</description>
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