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<title>Folha Online - Videocasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Videocasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>24/03/2009 - Eliane Cantanhêde: Greve dos petroleiros deve refletir na sucessão de Lula</title>
<description>&lt;p&gt;
Com altos e baixos, a semana no Brasil começou refletindo o clima de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u445011.shtml&quot;&gt;crise&lt;/a&gt;. Os pontos positivos para o país são a alta da &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u539087.shtml&quot;&gt;Bovespa&lt;/a&gt; (Bolsa de Valores de São Paulo) e o superávit de US$ 1,04 bilhão da balança comercial brasileira. Já entre os negativos estão a queda do nível de emprego formal, a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u539022.shtml&quot;&gt;greve dos petroleiros&lt;/a&gt; da Petrobrás e a previsão de pouco crescimento da &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u538942.shtml&quot;&gt;economia brasileira&lt;/a&gt; para este ano --de 0,59% para 0,01%, de acordo com a pesquisa semanal Focus, do Banco Central.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
No vídeo a seguir, Eliane Cantanhêde, colunista da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, diz que a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u537920.shtml&quot;&gt;queda&lt;/a&gt; na popularidade do presidente Lula, desemprego e greve podem refletir na candidatura de Dilma Rousseff em 2010.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=186964&amp;amp;start_loading=false&amp;amp;start_paused=true&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Veja vídeo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa sobre a crise dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u445011.shtml&quot;&gt;Entenda a crise financeira que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u539172.shtml</link>
<pubDate>24 Mar 2009</pubDate>
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</item>
<item>
<title>18/03/2009 - Desempregados aproveitam a Páscoa para escapar da crise; veja</title>
<description>&lt;p&gt;
Os números de uma fábrica de ovos de chocolate de São Paulo revelam que a crise não atrapalhou os planos de produção e venda para a Páscoa. As estatísticas apontam um crescimento de 2%, em relação ao mesmo período do ano passado, e a contratação de 1.700 funcionários.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A gerente de Marketing da Top Cau, Alais Fonseca, diz que o Brasil é principal fabricante do mundo em ovos de Páscoa e isso contribui para que não haja uma queda na produção, mesmo em ano de crise mundial. Veja, neste videocast, a opinião de duas funcionárias contratadas para a temporada.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://storage.mais.uol.com.br/player.swf?path=/5/5D/48/&amp;amp;id=164362&amp;amp;host=http://st0.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=184238&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;p=mais&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Desempregados aproveitam a Páscoa para escapar da crise&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa sobre a crise dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u445011.shtml&quot;&gt;Entenda a crise financeira que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u536019.shtml</link>
<pubDate>18 Mar 2009</pubDate>
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</item>
<item>
<title>28/01/2009 - Governo Obama corre risco de descrédito com novo pacote; veja repórter</title>
<description>&lt;p&gt;
Crescem as expectativas em relação ao &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente/&quot;&gt;governo Obama&lt;/a&gt;. Como o novo presidente vai lidar com a crise nos EUA? O mercado mantém um misto de esperança e de ceticismo em relação ao novo presidente americano.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O desejo é de que o presidente norte-americano venha com um &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u495115.shtml&quot;&gt;novo pacote&lt;/a&gt; de socorro aos bancos --que se somaria àqueles US$ 700 bilhões injetados nas instituições financeiras. Possivelmente, fala-se na criação de um banco ou agência estatal para comprar os tais ativos tóxicos, como informa o repórter de &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; Toni Sciarretta. Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/tonisciarretta/&quot;&gt;outros vídeos&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://storage.mais.uol.com.br/player.swf?path=/5/16/CC/&amp;amp;id=143261&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=162109&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;p=mais&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Crescem as expectativas em relação ao governo Obama&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa sobre a crise dos EUA&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u445011.shtml&quot;&gt;Entenda a crise financeira que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o repórter, essa ideia lembra o primeiro plano do então secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, e que depois perdeu espaço para a proposta europeia de simples injeção de capital nos bancos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sciarreta explica que a situação de Barack Obama --e do novo secretário do Tesouro, Tim Geithner-- é bastante delicada. &amp;quot;Politicamente, Obama enfrenta pressões de socorro de todos os setores, financeiro e não financeiro&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Por outro lado, o repórter explica que o mercado tem pressionado para que Obama traga uma carta na manga, que se torne um divisor de águas e que sinalize o início da recuperação.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Se essa carta na manga for considerada insuficiente, o novo governo corre o risco de descrédito. Se for um grande socorro, pode ser visto como um prêmio à imprudência e à irresponsabilidade financeira&amp;quot;, explica o repórter.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Após mais de uma semana da posse de Obama, o mercado teme que, diante da gravidade da crise, o presidente permaneça &amp;quot;travado&amp;quot;, por algum tempo, por conta do excesso de expectativas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Tim Geithner&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sciarretta explica que o novo secretário do Tesouro norte-americano é jovem, fez carreira no serviço público e coordenou o resgate ao Citigroup, à seguradora AIG e do banco Bear Sterns.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Geithner também foi uma das principais figuras, como presidente do Fed de Nova York, daquele final de semana fatídico de setembro em que as autoridades americanas e os bancos deixaram &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u444893.shtml&quot;&gt;quebrar&lt;/a&gt; o Lehman Brothers. A quebra do Lehman foi vista como catalisador da atual crise de confiança. Caberá agora a ele trazer a confiança de volta&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u495241.shtml</link>
<pubDate>28 Jan 2009</pubDate>
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</item>
<item>
<title>03/12/2008 - Especialistas prevêem melhora na economia no segundo semestre de 2009; veja</title>
<description>&lt;p&gt;
Dezembro mal começou e o assunto principal entre os economistas é 2009. No entanto, as perspectivas para o próximo ano são bastante ruins. A expectativa é de um &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u474588.shtml&quot;&gt;crescimento&lt;/a&gt; de menos de 3% no &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u464961.shtml&quot;&gt;Brasil&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast, o repórter de &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; Toni Sciarretta diz que essa expectativa para a economia brasileira é a boa notícia. Isso porque será um dos maiores crescimentos do mundo em 2009. Já nos Estados Unidos, Europa e Japão o desenvolvimento será negativo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Veja &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/tonisciarretta/&quot;&gt;outros vídeos&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://st1.mais.uol.com.br/player.swf?path=/3/0E/83/&amp;amp;id=123160&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=140629&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Toni Sciarretta&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u458650.shtml&quot;&gt;10 questões para entender o tremor na economia&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u461050.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa sobre a crise dos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Constrangidos por errar grande parte das previsões --afinal, ninguém imaginava que a crise seria tão grande e que o dólar estaria hoje perto de R$ 2,40--, os economistas prevêem uma melhora só a partir do segundo semestre do próximo ano. &amp;quot;Até lá, vamos ver uma desaceleração forte no crédito. Neste ano, o crescimento foi de 30% e no próximo deve ficar em 15%&amp;quot;, diz Sciarretta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O repórter explica que, no setor externo, o que poderá ser visto é a continuidade dos preços baixos de commodities agrícolas e de energia, pelo menos até setembro e outubro. &amp;quot;Isso vai significar um ambiente de negócios mais complicado para Petrobrás e Vale, as duas maiores empresas brasileiras&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A forte volatilidade nas moedas também está prevista, sobretudo a de países emergentes, como o Brasil. No país, segundo Sciarretta, essa inconstância pode significar que o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u474696.shtml&quot;&gt;dólar&lt;/a&gt; volte a ficar abaixo de R$ 2 ou bater em R$ 3. &amp;quot;Dependerá do comportamento dos fluxos internacionais de dinheiro, que de toda forma não devem se restabelecer, como vimos em 2007 e 2008.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O repórter da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; diz que não há nenhum consenso sobre o câmbio. &amp;quot;Para os juros, os economistas vêem a taxa voltando a cair também no segundo semestre, talvez para a casa de 12,5%, dependendo da confirmação de uma melhora de cenário.&amp;quot;
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u474372.shtml</link>
<pubDate>03 Dec 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>14/11/2008 - Encontro do G20 não deve trazer respostas concretas sobre crise; veja</title>
<description>&lt;p&gt;
No próximo fim de semana, em Washington, será realizado o encontro do &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u465626.shtml&quot;&gt;G20&lt;/a&gt; (grupo integrado por países desenvolvidos e emergentes). Entre os assuntos, de interesse político internacional, a cúpula dos chefes de Estado deve ter como meta a reformulação do sistema financeiro atual em meio à crise.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast, o repórter de &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; Toni Sciarretta, fala sobre as reuniões do&lt;br/&gt;
G-20 em relação aos efeitos da crise financeira nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Veja &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/tonisciarretta/&quot;&gt;outros vídeos&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.folha.com.br/083185&quot;&gt;Toni Sciarretta /economia&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u458650.shtml&quot;&gt;10 questões para entender o tremor na economia&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u461050.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa sobre a crise dos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sciarretta diz que a reunião do G20, em Washington, não deve trazer respostas concretas sobre a crise. &amp;quot;É uma reunião política. Dificilmente vamos ter medidas técnicas de como reformar o sistema, de como instituir regras, e transparência no setor bancário.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A reunião [do G20], em São Paulo, foi uma preparação e deveria ter avançado mais na questão de regulação. O que a gente viu foi uma tentativa de articulação dos países emergentes, de vender o que o mundo precisa: juros menores&amp;quot;, comenta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O repórter diz acreditar que a reunião de Washington seja &amp;quot;mais focada, menos superficial e com menos bandeira ideológica&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Pós-eleição&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Uma semana depois da eleição nos EUA, Sciarretta diz que o mercado não sofreu mudanças significativas. &amp;quot;Esperava que tivesse um pouco mais de ânimo, com mais determinação dos mercados após a eleição de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente/&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;, mas o que todo mundo quer saber é quem são os homens do lado econômico do novo presidente americano, e a definição desse quadro talvez tenha potencial de trazer mais calma ao mercado.&amp;quot;
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u467325.shtml</link>
<pubDate>14 Nov 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>06/11/2008 - Vitória de Obama resulta em confiança para mercado; veja Toni Sciarretta</title>
<description>&lt;p&gt;
O presidente &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente/&quot;&gt;eleito&lt;/a&gt; dos EUA, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;, deixou as celebrações da vitória histórica para os americanos e o mundo. Ele já articula sua equipe de governo e, diante da mais grave crise econômica desde a Grande Depressão (1929), &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u464747.shtml&quot;&gt;deve anunciar&lt;/a&gt; ainda hoje o nome do seu secretário do &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u464747.shtml&quot;&gt;Tesouro&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Toni Sciarretta, repórter de &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, diz, neste videocast, que a vitória de Obama tem efeitos positivos sobre a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u454948.shtml&quot;&gt;crise financeira&lt;/a&gt; nos EUA.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.folha.com.br/0831013&quot;&gt;Toni&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa da crise financeira&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u453003.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u453971.shtml&quot;&gt;Veja a lista de medidas já anunciadas no Brasil para combater a crise&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u454749.shtml&quot;&gt;Ouça análise de especialistas sobre colapsos nas Bolsas&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Equipe&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Na lista de especulações do novo governo estão: Timothy Geithner, presidente do Federal Reserve (Banco Central) em Nova York, Lawrence Summers, ex-secretário do Tesouro e Paul Volcker, ex-presidente do FED (Banco Central americano).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Barack Obama já mostrou quem são seus homens na área de economia e ele está muito bem assessorado&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para Sciarretta, a vitória do democrata é um poder que se renova, e, conseqüentemente, uma notícia positiva para a crise financeira, pois, segundo o repórter, um dos fatores que contribuiu para piorar a crise foi o governo Bush.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista comenta também a situação do mercado brasileiro. &amp;quot;A alta nas bolsas nos últimos dias melhorou o cenário, mas não está garantido que não venha a cair de novo. Esta é uma crise de altos e baixos&amp;quot;, alerta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Fusão&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A Itaúsa --empresa de participações do grupo Itaú-- e o Unibanco &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u463386.shtml&quot;&gt;anunciaram&lt;/a&gt; nesta segunda-feira (3) que irão fundir suas operações financeiras, o que formará o maior banco do país e o maior grupo financeiro do Hemisfério Sul, segundo comunicado divulgado pelos bancos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com Sciarretta, a fusão é uma boa notícia para o mercado bancário brasileiro. &amp;quot;Aparece um &apos;player&apos; muito maior e acirra a disputa, o que é muito interessante para o consumidor.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Mas, por outro lado, os clientes também podem perder com essa junção. &amp;quot;É um banco a menos. Se fizerem algum tipo de acordo podem manter tarifa alta&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o repórter, outra questão que deve ser levada em consideração é o desemprego de funcionários desses bancos. &amp;quot;Todo tipo de fusão tem demissão e isso vai ter que ser administrado.&amp;quot;
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u464647.shtml</link>
<pubDate>06 Nov 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>22/10/2008 - Setores de turismo e luxo são mais afetados com a crise; veja</title>
<description>&lt;p&gt;
Na última semana, os mercados parecem ter melhorado em relação à crise financeira mundial. A Bolsa continua oscilando e nos últimos dias foi visto um aumento de cerca de 8%, entretanto, no dia seguinte começou cair.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O Ibovespa, indicador de referência da Bolsa de Valores de São Paulo (&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u458615.shtml&quot;&gt;Bovespa&lt;/a&gt;), diminuiu o ritmo de perdas e operava em baixa de 0,98%, a 39.053,49 pontos, por volta das 15h45 de ontem (acompanhe &lt;a href=&quot;http://economia.uol.com.br/cotacoes/bolsas.jhtm&quot;&gt;gráfico&lt;/a&gt; da Bolsa com atualização constante).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Mais cedo, a Bolsa chegou a cair mais de 3%. Na sessão anterior, a forte alta das ações da Vale e da Petrobras contribuíram para que a Bovespa disparasse 8,36% no fechamento. Toni Sciarretta, repórter de &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, diz que, só será possível ter certeza do fim da crise quando houver uma oscilação menor no mercado. Veja o comentário neste videocast.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.folha.com.br/082956&quot;&gt;crise&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa da crise financeira&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u453003.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u453971.shtml&quot;&gt;Veja a lista de medidas já anunciadas no Brasil para combater a crise&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u454749.shtml&quot;&gt;Ouça análise de especialistas sobre colapsos nas Bolsas&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sciarretta diz que as pessoas só vão perceber que as coisas estão voltando ao normal quando a Bolsa &amp;quot;subir um pouquinho e cair outro pouquinho&amp;quot; e as &amp;quot;oscilações não forem tão gritantes&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ele explica que, neste momento, a situação está mais calma e que o indicador é a taxa Libor -- juro interbancário no mercado internacional. &amp;quot;Ela [taxa] deu uma acalmada. Isso mostra que um banco está emprestando pro outro&amp;quot;, diz Sciarretta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para ele, setores, como o de turismo e luxo, são mais sensíveis à crise, pois a &amp;quot;primeira coisa a se cortar é o supérfluo&amp;quot;, como viagens e equipamentos de ostentação.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A construção civil também é afetada no mundo inteiro. Sciarretta diz que não é recomendado entrar em financiamentos longos, agora. Já que daqui a 20 anos, por exemplo, ninguém sabe como estará a situação da crise financeira.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u458681.shtml</link>
<pubDate>22 Oct 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>16/10/2008 - Brasil fica fora do &quot;olho do furacão&quot; mas terá seqüelas com crise, dizem colunistas da Folha</title>
<description>&lt;p&gt;
A crise financeira global terá efeitos preocupantes sobre a economia brasileira, em especial sobre a confiança do sistema de crédito, mas deixará menos estragos no Brasil devido à &apos;blindagem&apos; que o país possui devido à sua regulação mais conservadora e à falta de instrumentos sofisticados de títulos imobiliários. Essa foi uma das conclusões do debate promovido pela &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; entre alguns de seus principais colunistas de economia na noite de hoje.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Participaram da discussão os economistas Antonio Delfim Netto, ex-ministro da Fazenda; Marcos Lisboa, diretor-executivo do Unibanco; Marcos Cintra, professor titular e vice-presidente da Fundação Getulio Vargas; e Luiz Gonzaga Belluzzo, professor titular da Unicamp. A mediação foi de Vinicius Torres Freire, colunista do jornal.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Os colunistas mostraram especial preocupação com a falta de confiança que está assolando o mercado de crédito. Esse problema atinge principalmente o setor exportador, uma vez que elas precisam de recursos em dólar e os bancos estrangeiros estão evitando ao máximo realizar novos empréstimos.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.folha.com.br/082911&quot;&gt;Debate na &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;É um problema de confiança, que é o fator catalítico do mercado. E será retomado em alguns meses, mas não poucos&amp;quot;, explica Delfim Netto. Já para Lisboa, é normal que haja &amp;quot;exageros emocionais&amp;quot; devido aos desdobramentos da crise, tornando empresários e banqueiros mais conservadores, mas que com o tempo &amp;quot;a vida volta ao normal.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sobre o que o governo brasileiro deve fazer para que o país passe pela crise com o menor prejuízo possível, os colunistas da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; destacaram a necessidade de reduzir o gasto público, mas sem mexer nos investimentos e nos programas sociais.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;É importante manter o investimento e as políticas sociais, além de ao menos manter estável os gastos de custeio&amp;quot;, receita Lisboa. A taxa básica de juros também precisa ser freada, disse o executivo do Unibanco.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;[O crescimento de] 2009 vai depender muito da política fiscal, monetária, das posições do BC diante da inflação. Reduzir gastos de custeio é fundamental&amp;quot;, sentenciou Delfim, que criticou os bancos brasileiros porque eles foram beneficiados com a liberação de parte do depósito compulsório mas não retransmitiram isso para o mercado de crédito. &amp;quot;Vamos produzir uma desaceleração muito maior do que a necessária. Não temos as restrições que os outros [países] têm. Claro que precisa de cuidado, mas sem essa mania de grandeza de querer fazer o mesmo que os grandes bancos de lá.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Apesar de concordar com a necessidade da redução de gastos, Cintra não mostrou otimismo que isso irá ocorrer. &amp;quot;Não acredito em redução de gasto de custeio pelo governo. E vai aumentar a carga tributária, não por aumento de alíquotas e sim pela maior fiscalização e pelo avanço da tecnologia.&amp;quot; Ele ainda lembrou que um caminho que o governo poderia usar para reativar o mercado de crédito é reforçar o papel dos bancos públicos no setor, fazendo com que eles cedam mais empréstimos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Erros dos EUA, acertos do Brasil&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para os colunistas da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, a falta de sinergia entre os órgãos reguladores dos mercados financeiros e a má atuação das agências de classificação de risco fizeram com que a atual crise financeira eclodisse nos Estados Unidos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;A crise ocorreu porque houve falta de regulação e aumento de práticas financeiras perigosas, que nasceram da tentativa de passar por cima de Basiléia 2&amp;quot;, disse Belluzzo, se referindo ao acordo assinado em 2004 que fixa princípios básicos sobre contabilidade e supervisão bancária.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para Lisboa, a falta de uma boa regulação nos Estados Unidos ocorreu essencialmente porque os diversos sub-setores dentro do mercado financeiro possuem órgãos reguladores diferentes e que não conversam entre si.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Também houve críticas sobre a condução das medidas para resolver a crise de confiança no mercado acionário e dos empréstimos interbancários --em especial deixar o banco Lehman Brothers quebrar, o que desencadeou a crise de confiança entre os bancos-- e com a falta de medidas voltadas para as famílias americanas, que se encontram fortemente endividadas. &amp;quot;O Fed [Federal Reserve, o BC americano] precisa reestruturar as dívidas dessas famílias&amp;quot;, disse Belluzzo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Essa falta de regulação não é o problema do Brasil, segundo os colunistas. Para Lisboa, o Brasil acabou tirando &amp;quot;vantagem do atraso&amp;quot; --ou seja, o forte conservadorismo regulatório e o mercado imobiliário incipiente acabaram fazendo o país não estar no olho do furacão.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O compromisso de fiscalização [do BC brasileiro] foi seguido à risca. As vezes o BC até prejudica algumas iniciativas&amp;quot;, disse Delfim.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u457106.shtml</link>
<pubDate>16 Oct 2008</pubDate>
<enclosure url="" length="" type="video/quicktime" />
</item>
<item>
<title>16/10/2008 - BC tem ação correta diante de crise; veja Maílson da Nóbrega</title>
<description>&lt;p&gt;
O Banco Central vêm atuando de forma correta diante dos desafios impostos pela crise financeira global, analisou Maílson da Nóbrega. Segundo ele, o governo fez o certo em deixar que a autoridade monetária brasileira ficasse na linha de frente no combate aos efeitos negativos da crise.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo ele, a ação dos governos americano e dos países europeus também foi na direção certa ao evitar ao máximo a quebra do setor bancário, o que causaria um colapso no crédito. Ele ainda criticou a possibilidade do uso do depósito compulsório para financiar empresas que tiveram perdas com apostas erradas sobre o câmbio no mercado financeiro.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast, veja a entrevista de Maílson da Nóbrega, sócio da Consultoria Tendências e ex-ministro da Fazenda.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.folha.com.br/0829010&quot;&gt;Maílson da Nóbrega&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O Banco Central vem agindo de forma muito competente, adotando os instrumentos adequados, conversando com os mercados, e provavelmente vai adotar novas medidas, particularmente na irrigação do mercado cambial. Assim cria as condições para o restabelecimento mínimo do comércio exterior&amp;quot;, disse Nóbrega.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa da crise nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u455981.shtml&quot;&gt;Entenda como a crise dos EUA afeta o Brasil&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u454948.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u454749.shtml&quot;&gt;Ouça as opiniões dos especialistas sobre a crise financeira&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Mas Nóbrega acredita que o governo ainda pode agir em outras frentes que não a financeira. Um exemplo seria anunciar medidas para sinalizar uma maior austeridade fiscal. &amp;quot;É razoável não manter o mesmo nível de gastos&amp;quot;, analisa. O ex-ministro também cita que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderia mobilizar a sociedade brasileira no sentido de adotar medidas para reforçar os alicerces da economia brasileira, como a aprovação do cadastro positivo e da reforma tributária.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;EUA e Europa&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Assim como por aqui, Nóbrega considerou corretas as ações tomadas pelo governo dos Estados Unidos e dos países que compõem a União Européia (UE), que injetaram recursos tanto nos empréstimos interbancários --o que garante a liquidez do sistema-- e nas próprias empresas financeiras, o que ajuda a dar confiança nestas companhias. &amp;quot;Nenhum governo responsável aceita a quebra de seu sistema financeiro&amp;quot;, disse o economista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Por isso, ele avalia que o único erro importante até o momento foi a negativa do governo americano em ajudar o banco de investimento Lehman Brothers, que acabou quebrando e gerou o estopim de desconfiança no mercado financeiro. &amp;quot;Ele errou na ação do Lehman Brothers porque acentuou a percepção de crise&amp;quot;, explica. No dia seguinte, o governo americano se viu obrigado a injetar cerca de US$ 80 bilhões na AIG, a maior seguradora do mundo, o que abriu o caminho para as outras nacionalizações parciais que virão.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Apesar do processo de entrada dos governos no mercado financeiro, Nóbrega disse que isso não significa que a situação permanecerá. &amp;quot;Assim que retomar a normalidade, [os papéis dos bancos] serão vendidos&amp;quot;, disse. Inclusive o ex-ministro acredita que ao final do processo o contribuinte ainda sairá ganhando, porque o governo comprou as participações a um preço abaixo do de mercado e venderá por bem mais quando o mercado acionário estiver normalizado --o que demorará, segundo ele, de três a quatro anos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Compulsório&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sobre as perdas que diversas empresas exportadoras terão por terem realizado apostas erradas sobre o câmbio, o economista critica a hipótese do uso do depósito compulsório para financiá-las.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;É uma atitude absolutamente equivocada. Essas empresas assumiram riscos, algumas de forma consciente e outras por desinformação, e não cabe agora socializar esses gastos&amp;quot;, analisou. &amp;quot;Evidentemente que o governo pode ajudar essas empresas em termos de capital de giro. Mas eu diria que a melhor ajuda que o governo pode dar a essas empresas não é fazer caridade com os compulsórios, mas atuando para restabelecer as condições de normalidade no mercado de câmbio&amp;quot;.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u457066.shtml</link>
<pubDate>16 Oct 2008</pubDate>
<enclosure url="" length="" type="video/quicktime" />
</item>
<item>
<title>16/10/2008 - Crise mostra que as pessoas caminham sobre abismo; veja Eduardo Giannetti</title>
<description>&lt;p&gt;
O mercado financeiro, que parecia seguro, se desequilibrou. Quem se acostumou a ganhar sempre, passou a vender desesperadamente seus ativos. O mundo vinha caminhando em cima de uma tábua estreita, avançando, e todos acreditavam que enriqueciam cada vez mais. De repente, as pessoas se deram conta de que a tábua está suspensa no abismo, e elas se sentiram inseguras, incertas e perderam o equilíbrio.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast, veja a entrevista de Eduardo Giannetti da Fonseca, economista, filósofo e professor do Ibmec São Paulo.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.folha.com.br/082901&quot;&gt;Eduardo Giannetti&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa da crise nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u455981.shtml&quot;&gt;Entenda como a crise dos EUA afeta o Brasil&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u454948.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u454749.shtml&quot;&gt;Ouça as opiniões dos especialistas sobre a crise financeira&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Giannetti cita Avicena, um filósofo árabe do século 11 que, segundo o professor, traçou um bom cenário que pode servir como exemplo para que se compreenda o momento de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;crise financeira&lt;/a&gt; vivido no planeta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Uma pessoa caminha sem dificuldade por uma tábua estreita, enquanto acredita que ela está suspensa no solo. No momento que essa pessoa se dá conta de que esta tábua está sobre o abismo, ela vacila e despenca&amp;quot;, exemplifica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A intervenção do governo por meio dos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u456865.shtml&quot;&gt;pacotes&lt;/a&gt; de socorro está tentando dar limites à crise. &amp;quot;O que o Estado está fazendo agora é colocar uma espécie de rede de proteção pra impedir que esta queda no abismo leve ao desastre&amp;quot;, explica o economista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Realização pessoal&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Giannetti faz uma comparação da sociedade atual com outras épocas da história da humanidade. Para ele, o mundo avançou em termos de tecnologia e prosperidade, mas ao invés das pessoas se libertarem, elas se tornaram escravas de suas realizações financeiras.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Se nós tivéssemos realmente avançado com o objetivo de prosperar, estaríamos mais preocupados com outras questões da vida. É como se toda a nossa realização humana dependesse do sucesso nessa métrica muito questionável que é a métrica da riqueza. &amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Preocupação Ambiental&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para o professor, este é o momento de refletir sobre a responsabilidade ambiental e que uma certa redução do nível de crescimento econômico no mundo pode ser bem-vinda.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Até mesmo os países que assinaram o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u448597.shtml&quot;&gt;Protocolo de Kyoto&lt;/a&gt; não estão cumprindo os termos do acordo. Um mundo um pouco menos agressivo no uso de recursos naturais pode nos dar uma pausa necessária para que as novas tecnologias venham a substituir essa atitude muito inconseqüente que a humanidade vem tendo, desde a Revolução Industrial, de jogar todo o resíduo e toda a poluição de sua atividade econômica na atmosfera&amp;quot;, conclui Giannetti.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u456913.shtml</link>
<pubDate>16 Oct 2008</pubDate>
<enclosure url="" length="" type="video/quicktime" />
</item>
<item>
<title>15/10/2008 - Oscilação menor das Bolsas indicará fim da crise; veja comentário</title>
<description>&lt;p&gt;
No início da semana, a crise financeira que afeta diversos países no mundo parecia ter dado uma trégua, após a divulgação de planos de oferta de ajuda por parte de governos europeus que, juntos, passam de US$ 2 trilhões. No entanto, novas quedas sucederam este ânimo do mercado.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nesta quarta-feira, o mercado teve mais um dia turbulento no Brasil. A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u456510.shtml&quot;&gt;interrompeu suas operações&lt;/a&gt;, às 14h24, quando o índice Ibovespa caiu 10%, e encerrou o pregão com queda de 13,16%.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Toni Sciarretta, repórter de &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, diz que, apesar do sobe e desce nas Bolsas, só se poderá ter certeza do fim da crise assim que houver uma oscilação menor no mercado financeiro.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.folha.com.br/082893&quot;&gt;Crise econômica&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa da crise financeira&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u453003.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u453971.shtml&quot;&gt;Veja a lista de medidas já anunciadas no Brasil para combater a crise&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u454749.shtml&quot;&gt;Ouça análise de especialistas sobre colapsos nas Bolsas&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast, Sciarretta diz que existe uma segunda parte da crise, que é a economia real, mesmo depois do socorro aos bancos e dos títulos podres saírem dos balanços. O repórter toma como exemplo as recentes quedas no preço dos imóveis nos Estados Unidos. Ele também cita a queda de consumo. Com a aproximação do Natal, a expectativa é que a data não seja tão boa para os norte-americanos quanto no ano passado. &amp;quot;O consumidor se retraiu, a confiança na economia já é muito menor.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
No Brasil, as comemorações natalinas não serão tão terríveis. Para Sciarretta, 2009 é a grande preocupação. &amp;quot;Talvez o champanhe no Natal fique mais caro, o vinho também, mas tem outras coisas que vão ficar mais baratas e, então, uma coisa equilibrará a outra.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Cotação do dólar&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O Banco Central está agindo para segurar a cotação da moeda norte-americana ao vender dólares das reservas à vista --fato que não acontecia há cinco anos-- e ao vender o dólar no mercado futuro. Se as medidas serão eficazes, Sciarretta diz que é um pouco cedo para concluir. No entanto, estão mostrando resultados.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o repórter, banco só vai emprestar para banco na hora que souber que não vai precisar do dinheiro no curto prazo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Turismo&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Já quem pensa em ir para o exterior deve analisar as condições por conta do preço do dólar. &amp;quot;Tem gente que já se comprometeu e está indo, mas pensa em gastar menos&amp;quot;, afirma Sciarretta.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u456602.shtml</link>
<pubDate>15 Oct 2008</pubDate>
<enclosure url="" length="" type="video/quicktime" />
</item>
<item>
<title>10/10/2008 - Investidores da Bolsa devem pensar em rendimento a longo prazo; veja</title>
<description>&lt;p&gt;
A crise financeira originada nos EUA resultou em uma das piores semanas nos mercados. Na segunda-feira (6), o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u453017.shtml&quot;&gt;&amp;quot;circuit breaker&amp;quot;&lt;/a&gt; foi acionado por duas vezes na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo). No dia seguinte, houve uma ação coordenada dos bancos centrais para reduzir os juros.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
No Brasil, o governo mexeu nos compulsórios para ajudar os bancos menores. Ontem, mais empresas tiveram prejuízos com queda de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u454537.shtml&quot;&gt;11% na Bolsa de Tóquio&lt;/a&gt;. Em São Paulo, as negociações na &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u454664.shtml&quot;&gt;Bovespa&lt;/a&gt; foram interrompidas novamente na manhã desta sexta-feira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Toni Sciarretta, repórter do caderno &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, diz que foram tomadas ações de resgates aos bancos nos EUA e na Europa, mas o pânico está disseminado e a economia financeira não encontra uma maneira de retomar confiança.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.folha.com.br/082845&quot;&gt;Toni Sciarretta&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa da crise financeira&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u453003.shtml&quot;&gt;Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u453971.shtml&quot;&gt;Veja a lista de medidas já anunciadas no Brasil para combater a crise&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u454749.shtml&quot;&gt;Ouça análise de especialistas sobre colapsos nas Bolsas&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Na vida dos brasileiros, explica o jornalista, a primeira reação é achar que as pessoas que têm dinheiro na Bolsa tiveram prejuízos. &amp;quot;Fala-se que todo mundo, agora, virou investidor de &apos;longuíssimo&apos; prazo. Quem achava que podia recuperar em 2009 o dinheiro que tinha na Bolsa, agora já ficou para 2010, 2011. Tudo pode acontecer.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Sciarretta, nesse momento, o mundo vai consumir em menores proporções e é provável que empresas precisem de menos profissionais. As montadoras estão diminuindo seus turnos, o que pode gerar desemprego.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O jornalista diz que efetuar empréstimos para financiamento de casa não é recomendável no momento, uma vez que os bancos estão cobrando taxas elevadas. &amp;quot;O maior risco para quem tem dívida a longo prazo é perder o emprego. Os juros vão subir muito? Vão subir, mas no empréstimo imobiliário tem uma parte que é fixa, que varia de acordo com os CDBs (Certificados de Depósito Bancário), que vai subir, mas depois recupera.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com o repórter, quem tem investimento na Bolsa deve esquecê-lo e pensar em um rendimento a longo prazo. Já quem tem até R$ 60 mil na poupança, não precisa se preocupar. &amp;quot;Até esse limite está todo mundo protegido, o próprio sistema financeiro contribui com um fundo que garante esses créditos&amp;quot;, explica o jornalista.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u454832.shtml</link>
<pubDate>10 Oct 2008</pubDate>
<enclosure url="" length="" type="video/quicktime" />
</item>

</channel>
</rss>
