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<title>Folha Online - Videocasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Videocasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>09/02/2009 - Republicanos rejeitam receber presos de Guantánamo</title>
<description>&lt;p&gt;
Além da crise econômica, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, enfrenta atualmente outro &amp;quot;teste de fogo&amp;quot; com os planos de desativar a base militar norte-americana na baia de Guantánamo, em Cuba. Na última sexta-feira (6), ele se reuniu com parentes de vítimas de atentados para explicar que o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u500393.shtml&quot;&gt;fechamento da prisão&lt;/a&gt; &amp;quot;tornará mais seguro&amp;quot; o país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast, a correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Nova York, Andrea Murta, diz que, enquanto há poucas dúvidas de que a existência do local --que abriga hoje 245 suspeitos de terrorismo-- prejudique a imagem dos EUA e também a sua capacidade de angariar cooperação internacional, existe uma forte corrente de críticos que questiona as alternativas da base.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://storage.mais.uol.com.br/player.swf?path=/2/05/7E/&amp;amp;id=147962&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=167200&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;p=mais&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Base militar norte-americana em Guantánamo&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Por um lado, eles temem que os prisioneiros libertados, depois que a prisão fechar, apresentem um perigo à Segurança Nacional, principalmente depois que um ex-detido [o saudita Abd al Rahim al Nashiri] &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u493482.shtml&quot;&gt;virou vice-líder&lt;/a&gt; rede terrorista da Al Qaeda&amp;quot;, relata Murta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Nashiri estava detido acusado de participar do atentado contra o destróier americano USS Cole no porto de Áden, no Iêmen, em 12 de outubro de 2000, que matou 17 marinheiros americanos. Todas as acusações feitas contra o saudita &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u499852.shtml&quot;&gt;foram retiradas&lt;/a&gt; na quinta-feira (5) por ordem da juíza militar Susan Crawford, informou o Pentágono.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Outra questão que Obama terá que resolver é quanto ao destino dos presos. Muitos congressistas do país --principalmente republicanos-- são contra receber suspeitos de terrorismo em prisões federais em seus distritos, o que seria complicado politicamente, de acordo com a jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Na Europa, alguns países sondados para abrigar os detidos --como Áustria e Holanda-- se recusaram a colaborar. Outros estão divididos, como a Alemanha.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O presidente dos Estados Unidos ordenou a suspensão dos julgamentos de detidos em Guantánamo por 120 dias, porém, ainda não criou um quadro legal alternativo às comissões militares do governo de George W. Bush (2001-2009).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Simplesmente transferir julgamentos para tribunais federais pode ser impossível. As formas como as comissões militares lidavam com provas e testemunhas, até aceitando confissões sobre coerção, por exemplo, não serão aceitas em cortes normais&amp;quot;, declara Murta.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u501009.shtml</link>
<pubDate>09 Feb 2009</pubDate>
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</item>
<item>
<title>28/01/2009 - Governo Obama corre risco de descrédito com novo pacote; veja repórter</title>
<description>&lt;p&gt;
Crescem as expectativas em relação ao &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente/&quot;&gt;governo Obama&lt;/a&gt;. Como o novo presidente vai lidar com a crise nos EUA? O mercado mantém um misto de esperança e de ceticismo em relação ao novo presidente americano.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O desejo é de que o presidente norte-americano venha com um &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u495115.shtml&quot;&gt;novo pacote&lt;/a&gt; de socorro aos bancos --que se somaria àqueles US$ 700 bilhões injetados nas instituições financeiras. Possivelmente, fala-se na criação de um banco ou agência estatal para comprar os tais ativos tóxicos, como informa o repórter de &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; Toni Sciarretta. Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/tonisciarretta/&quot;&gt;outros vídeos&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://storage.mais.uol.com.br/player.swf?path=/5/16/CC/&amp;amp;id=143261&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=162109&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;p=mais&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Crescem as expectativas em relação ao governo Obama&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa sobre a crise dos EUA&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u445011.shtml&quot;&gt;Entenda a crise financeira que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o repórter, essa ideia lembra o primeiro plano do então secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, e que depois perdeu espaço para a proposta europeia de simples injeção de capital nos bancos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sciarreta explica que a situação de Barack Obama --e do novo secretário do Tesouro, Tim Geithner-- é bastante delicada. &amp;quot;Politicamente, Obama enfrenta pressões de socorro de todos os setores, financeiro e não financeiro&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Por outro lado, o repórter explica que o mercado tem pressionado para que Obama traga uma carta na manga, que se torne um divisor de águas e que sinalize o início da recuperação.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Se essa carta na manga for considerada insuficiente, o novo governo corre o risco de descrédito. Se for um grande socorro, pode ser visto como um prêmio à imprudência e à irresponsabilidade financeira&amp;quot;, explica o repórter.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Após mais de uma semana da posse de Obama, o mercado teme que, diante da gravidade da crise, o presidente permaneça &amp;quot;travado&amp;quot;, por algum tempo, por conta do excesso de expectativas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Tim Geithner&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sciarretta explica que o novo secretário do Tesouro norte-americano é jovem, fez carreira no serviço público e coordenou o resgate ao Citigroup, à seguradora AIG e do banco Bear Sterns.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Geithner também foi uma das principais figuras, como presidente do Fed de Nova York, daquele final de semana fatídico de setembro em que as autoridades americanas e os bancos deixaram &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u444893.shtml&quot;&gt;quebrar&lt;/a&gt; o Lehman Brothers. A quebra do Lehman foi vista como catalisador da atual crise de confiança. Caberá agora a ele trazer a confiança de volta&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u495241.shtml</link>
<pubDate>28 Jan 2009</pubDate>
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</item>
<item>
<title>21/01/2009 - Eliane Cantanhêde: Foi um dia histórico, mas Obama ainda é só uma promessa</title>
<description>&lt;p&gt;
Dia 20 de janeiro de 2009 foi um dia histórico. Barack Obama tomou posse como o 44º presidente dos Estados Unidos. Aos 47 anos, é o quarto mais jovem e o primeiro negro. E com um sobrenome muito especial: Hussein.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Eliane Cantanhêde, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/elianecantanhede&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, diz que a cerimônia de posse foi emocionante. &amp;quot;Foi um dia histórico, mas tranquilo com milhões de rostos claros e escuros, com olhos puxados amendoados invadindo Washington e as telas do mundo inteiro. Talvez tenha sido o show mais assistido do planeta.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/elianecantanhede&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://storage.mais.uol.com.br/player.swf?path=/D/17/CD/&amp;amp;id=140091&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=158523&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;p=mais&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Foi um dia histórico, mas Obama ainda é só uma promessa&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Cantanhêde, em seu discurso genérico como tinha que ser, Obama pediu confiança, otimismo e esperança no momento de crise. Pediu ainda a reconstrução da América e clamou: &amp;quot;O mundo mudou, nós precisamos mudar&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para a colunista, apesar de genérica, a mensagem é contundente e foi bem recebida em Brasília. &amp;quot;De fato, os Estados Unidos precisam mudar&amp;quot;, avalia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Cantanhêde afirma que por enquanto Obama é apenas um símbolo e a promessa de mudança. O discurso que realmente interessa é o que fará no Congresso. &amp;quot;Depois da posse, vem a realidade e também as pressões e as críticas. Obama é uma enorme promessa, mas por enquanto continua sendo só isso: uma promessa&amp;quot;, conclui a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Eliane Cantanhêde? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/elianecantanhede/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u492498.shtml</link>
<pubDate>21 Jan 2009</pubDate>
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</item>
<item>
<title>21/01/2009 - Para cônsul, posse de Obama representou vitalidade da democracia americana</title>
<description>&lt;p&gt;
Com olhares bem atentos ao televisor, norte-americanos e descendentes que residem no Brasil puderam acompanhar a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u492416.shtml&quot;&gt;posse&lt;/a&gt; do 44º presidente dos Estados Unidos da América. A chegada de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente/&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; à Casa Branca foi festejada durante festa realizada no Consulado Geral do país em São Paulo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast, cônsul geral dos Estados Unidos em São Paulo, Thomas White, fala sobre a importância de Obama aos Estados Unidos. Já a presidente do Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Elisa Lucas Rodrigues, disse que essa data histórica serve para que os negros brasileiros se conscientizem e possam, no futuro, &amp;quot;eleger os nossos obamas&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://storage.mais.uol.com.br/player.swf?path=/7/51/A9/&amp;amp;id=139849&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=158273&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;p=mais&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para White, a posse de Obama representa um momento histórico para o país. &amp;quot;É uma indicação da vitalidade da democracia americana&amp;quot;, disse.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O cônsul também falou sobre o apoio que Obama terá do Congresso. &amp;quot;Acho que temos um presidente que vai ter a possibilidade de melhorar certos aspectos da população americana que, no passado, ficaram de fora da vida política. Para isso, ele terá o apoio no Congresso, com a maioria do Partido Democrático.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Thomas White também diz acreditar que Obama vai querer trabalhar muito com os parceiros internacionais, &amp;quot;especialmente com países importantes como o Brasil&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Presidente negro&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para a presidente do Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, o primeiro presidente negro dos Estados Unidos sintetiza todo o sentido da diversidade. &amp;quot;A chegada do Obama significa exatamente aquilo que ele disse: a mudança.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Elisa diz esperar que a população negra brasileira esteja conscientizada do que a posse de Obama representa. &amp;quot;Que nós também possamos, daqui a alguns anos, eleger os nossos &apos;Obamas&apos;.&amp;quot;
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u492490.shtml</link>
<pubDate>21 Jan 2009</pubDate>
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</item>
<item>
<title>20/01/2009 - Conheça a trajetória de vitória de Obama; veja biografia</title>
<description>&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente/&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; será empossado presidente dos Estados Unidos, nesta terça feira. Há dois anos, ele estava no início de sua campanha eleitoral e poucas pessoas apostavam em sua candidatura. Em seu primeiro mandato, como senador por Illinois, ele era um desconhecido diante da ex-primeira-dama Hillary Clinton.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Com uma estratégia bem definida e a percepção de que os eleitores buscam uma mudança na administração do país, Obama conquistou a nomeação democrata com o apoio em massa dos superdelegados. Veja a biografia do novo presidente dos Estados Unidos.
&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente/&quot;&gt;Leia mais sobre a eleição de Obama&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://storage.mais.uol.com.br/player.swf?path=/5/5F/7A/&amp;amp;id=139749&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=158165&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;p=mais&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A questão racial, mesmo que de forma velada, pontuou a campanha do senador. Após a descoberta dos sermões controversos de Jeremiah Wright, seu ex-pastor por 20 anos com quem teve que romper, Obama fez um discurso sobre a temática que ficou marcado como exemplo do poder de sua retórica que atrai milhares aos seus comícios.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Mesmo sem anunciar constantemente o fato de poder ser o primeiro presidente negro dos EUA, foi entre eleitores negros que Obama teve maiores índices de votação. Outro grande eleitorado está na camada mais jovem da população.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Família&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Filho de Barack Hussein Obama, um homem negro do Quênia e de uma mulher branca de Wichita, no Estado do Kansas, Obama nasceu em Honolulu, no Havaí, em 4 de agosto de 1961, e seus pais se separaram quando tinha dois anos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Obama formou-se em direito na tradicional Universidade Harvard e trabalhou como professor e defensor dos direitos civis em Chicago antes de ser eleito senador por Illinois, em 2004.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Foi em Harvard que Obama conheceu sua mulher, Michelle, com quem se casou em 1992. Michelle é um dos triunfos de Obama. Negra e com formação universitária, ela é um cabo eleitoral importante de Obama entre mulheres. O casal tem duas filhas. Malia, de 10 anos, e Sasha, 7 anos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Com carisma e retórica refinada, Obama ganhou popularidade ao longo da campanha e foi o candidato que melhor soube utilizar as &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u464020.shtml&quot;&gt;ferramentas&lt;/a&gt; da internet.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u490824.shtml</link>
<pubDate>20 Jan 2009</pubDate>
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</item>
<item>
<title>07/01/2009 - Veja imagens da Bíblia que será usada por Obama em sua posse</title>
<description>&lt;p&gt;
Barack Obama pronunciará o juramento que o tornará o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos sobre a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u482784.shtmlque&quot;&gt;mesma Bíblia&lt;/a&gt; foi usada na cerimônia de posse do presidente Abraham Lincoln (1861-1865), que aboliu a escravidão no país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Veja, neste videocast, imagens do exemplar que fará parte do evento no próximo dia 20 de janeiro.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://st1.mais.uol.com.br/player.swf?path=/A/4F/6E/&amp;amp;id=134848&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=153103&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Veja Bíblia que será usada por Obama em sua posse&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Esse exemplar da Bíblia é um dos maiores tesouros da Biblioteca do Congresso dos EUA, e Obama ficou &amp;quot;muito honrado&amp;quot; em ser autorizado a usá-lo, disse o diretor-executivo do Comitê Presidencial de Posse dos EUA, Emmett Beliveau.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Obama será o primeiro a utilizar a Bíblia de Lincoln na cerimônia de posse desde a original, em 4 de março de 1861. Lincoln foi o 16º presidente americano, Obama será o 44º.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O volume tem 15 centímetros de altura por 10 centímetros de largura e 4,5 de profundidade, é encadernado em veludo púrpura e suas bordas são reforçadas com um metal banhado em ouro. No centro da capa há uma placa metálica, também banhada em ouro, na qual foi gravado o título &amp;quot;Bíblia Sagrada&amp;quot;.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u486807.shtml</link>
<pubDate>07 Jan 2009</pubDate>
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</item>
<item>
<title>16/12/2008 - Posse de Obama terá público recorde e celebridades; assista</title>
<description>&lt;p&gt;
Em 20 de janeiro de 2009, as atenções por todo o mundo estarão voltadas para a posse de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u466893.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;. A disputa para ver de perto o discurso do primeiro presidente negro eleito nos Estados Unidos é grande, inclusive entre as &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u473617.shtml&quot;&gt;celebridades&lt;/a&gt;. Ao todo, 4 milhões de pessoas devem ir ao evento no National Mall, em Washington.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Atores e cantores querem fazer parte das apresentações programadas para a cerimônia. No vídeo a seguir, veja quem deve participar do evento.
&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente/&quot;&gt;Leia mais sobre a eleição de Obama&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://st0.mais.uol.com.br/player.swf?path=/C/52/21/&amp;amp;id=127962&amp;amp;host=http://st0.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=145954&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Posse de Obama&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A cantora Beyoncé se ofereceu para cantar, assim como seu marido, Jay-Z. Entre outros artistas estarão a atriz Jennifer Hudson e os cantores britânicos Elvis Costello e Leona Lewis.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Apesar disso, a participação dos famosos nem sempre foi bem-vinda na campanha do democrata. Na festa da vitória, em Chicago, Obama evitou convidar artistas, após receber críticas e ser comparado com Paris Hilton. Mesmo assim, para o dia da posse, os assessores do presidente eleito defendem a participação de astros.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u479815.shtml</link>
<pubDate>16 Dec 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>02/12/2008 - Hillary poderá frustrar cenário internacional; veja comentário</title>
<description>&lt;p&gt;
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u473707.shtml&quot;&gt;anunciou&lt;/a&gt;, nesta segunda-feira (1º), que a ex-rival democrata &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u473712.shtml&quot;&gt;Hillary Clinton&lt;/a&gt; será sua secretária de Estado, um dos principais cargos diplomáticos da administração americana.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast, Rodrigo Cintra, doutor em relações internacionais pela Universidade de Brasília e professor do curso de relações internacionais da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), diz que Hillary terá que mostrar um lado midiático, já que estará à frente da diplomacia norte-americana. Ele diz também que ela poderá frustrar o cenário internacional com um discurso mais aberto, mas com ações bilaterais.
&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente/&quot;&gt;Leia o que já foi publicado sobre Obama presidente&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://st1.mais.uol.com.br/player.swf?path=/8/10/FD/&amp;amp;id=122747&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=140168&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Hillary Clinton&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O nome da senadora por Nova York já era cogitado para o cargo há semanas e sua escolha marca um esforço final para mostrar a união do Partido Democrata, deixando as duras críticas mútuas das acirradas primárias para trás.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para Cintra, Hillary terá que mostrar um lado mais &amp;quot;midiático&amp;quot;, enquanto o governo de Obama atua de forma mais complexa, com base nas outras pessoas que estarão no governo. &amp;quot;Ela vai ser a coordenadora de toda a diplomacia americana&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o cientista político, a nomeação da senadora para o cargo servirá para &amp;quot;destensionar, para que o mundo respire um pouco&amp;quot;. Para ele, todos alimentam a expectativa de que Obama resolverá os problemas e acalmará a crise financeira. &amp;quot;A Hillary ajuda neste processo. Agora, se ela vai, efetivamente, atender às expectativas já é uma outra conversa. Talvez ela não consiga e acabe frustrando.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Na área de segurança, para Cintra, os outros cargos estão sendo ocupados por indivíduos pouco conservadores, que não caminham da mesma forma que Hillary caminhava. &amp;quot;Há uma chance de se ter um discurso mais aberto e as ações mais bilaterais.&amp;quot;
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u473966.shtml</link>
<pubDate>02 Dec 2008</pubDate>
<enclosure url="" length="" type="video/quicktime" />
</item>
<item>
<title>05/11/2008 - Obama soube usar campanha virtual em seu favor; assista</title>
<description>&lt;p&gt;
O democrata &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u463502.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; teve uma vitória histórica nesta terça-feira ao chegar à Casa Branca como primeiro presidente negro depois de uma votação que teve comparecimento recorde de americanos às urnas. Quase 66% dos 153,1 milhões eleitores registrados para as eleições presidenciais americanas enfrentaram longas filas e problemas nas urnas para votar nas eleições gerais, de acordo com o site Real Clear Politics, o que significaria a maior taxa de participação desde 1908.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A internet, uma das principais ferramentas utilizadas durante a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;campanha&lt;/a&gt; dos dois candidatos à Presidência dos Estados Unidos, teve como objetivo atrair o maior número de eleitores americanos para a votação. Segundo o especialista em marketing político digital, Moriael Paiva, um a cada quatro eleitores dos EUA é jovem. &amp;quot;Essas pessoas usam muito mais internet do que assistem televisão. Se a gente fosse considerar só essa massa, da &apos;geração.com&apos;, o Obama ganharia de 62% a 31% do McCain&amp;quot;, afirma. Neste videocast, Paiva comenta a tática de campanha virtual nos Estados Unidos.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.folha.com.br/083101&quot;&gt;Campanha Obama&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Na opinião de Paiva, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u463497.shtml&quot;&gt;McCain&lt;/a&gt; demorou muito para investir na internet, permitindo que Obama tomasse à frente também na divulgação online. &amp;quot;Por meio das ações interativas, o democrata conquistou um verdadeiro exército de eleitores jovens e de admiradores estrangeiros, todos empolgados em militar a favor de sua moderna campanha.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O especialista diz que Barack Obama fez um bom uso das técnicas digitais. &amp;quot;A interatividade é uma das principais vantagens da mídia&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Quando você consegue recrutar pessoas, conversar diariamente, de várias formas, tem uma possibilidade de se relacionar de forma mais afetiva&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ao fazer um paralelo com a campanha do candidato democrata, Paiva fala que Obama usa, em sua campanha virtual, uma conversa mais personalizada. &amp;quot;Existe um cuidado todo especial de falar com cada um [dos eleitores] sem você perceber que é um no meio de um monte de gente.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Da mesma forma que numa campanha o que ganha é um conjunto de ações, Paiva explica que na campanha online o trabalho é o mesmo, pois é necessário ter uma boa plataforma, como um bom site, uma boa comunicação por e-mail, agilidade em blogs, conteúdo mais fácil, como vídeos. &amp;quot;Tudo tem que ter interatividade, é muito importante&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O lado negativo de utilizar a mídia virtual é a velocidade deste meio. &amp;quot;Teve uma vez, por exemplo, que um candidato democrata vez um bom uso da campanha, mas um boato, de forma muito rápida, se espalhou e destruiu a imagem dele&amp;quot;, exemplifica.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u464020.shtml</link>
<pubDate>05 Nov 2008</pubDate>
<enclosure url="" length="" type="video/quicktime" />
</item>
<item>
<title>05/11/2008 - Após vitória, Obama deverá ter segurança reforçada; assista</title>
<description>&lt;p&gt;
O palco preparado para o discurso de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u462327.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;, no Grant Park, em Chicago, no Estado de Illinois, foi protegido por um vidro à prova de balas. O democrata é o primeiro presidente negro eleito nos Estados Unidos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; Daniel Bergamasco diz que foi a primeira vez que presenciou a adoção desta medida de segurança durante um discurso do democrata. Para ele, a ação demonstra que a segurança de Obama deverá ser reforçada.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Veja relatos do repórter, via webcam, no videocast a seguir.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://st0.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/1/43/77/&amp;amp;id=111613&amp;amp;host=http://st0.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=128363&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;hash=americanos-se-emocionam-com-vitoria-democrata-0402336CCCC12326&amp;amp;start_loading=false&amp;amp;start_paused=true&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Eleições EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u464217.shtml&quot;&gt;ÁUDIO: Obama discursa protegido por blindado e leva negros às lágrimas; ouça Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A multidão presente no Grant Park, segundo Bergamasco, se emocionava a cada anúncio de vitória do democrata em algum Estado, divulgado pelo canal de televisão CNN, por meio de um telão instalado no local.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Muita gente aplaudiu e chorou ao ouvir a notícia da vitória de Obama. Chicago é umas das poucas cidades norte-americanas onde a população negra se equivale à população branca. Segundo o repórter, até um grupo de jornalistas se demonstrava emocionado com o novo presidente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Congratulações&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Barack Obama será o 44º presidente dos Estados Unidos. A vitória, divulgada na madrugada desta quarta-feira, confirma o resultados das últimas pesquisas, divulgadas após o estouro da crise financeira norte-americana.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://st1.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/C/3B/F1/&amp;amp;id=111614&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=128367&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;hash=eua-elegem-obama-0402376CCCC12326&amp;amp;start_loading=false&amp;amp;start_paused=true&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Após o anúncio da vitória democrata, o republicano John McCain telefonou para Obama parabenizando-o pela vitória e fez seu &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u464225.shtml&quot;&gt;primeiro discurso&lt;/a&gt; após a derrota. O ex-rival classificou a eleição de Obama como histórica, afirmando que ela tem um significado especial para os negros dos Estados Unidos, que viveram anos de segregação racial.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O atual presidente do país, o também republicano George W. Bush, também telefonou para o democrata para dar os parabéns.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O voto popular, porém, ainda precisa ser &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u463667.shtml&quot;&gt;confirmado&lt;/a&gt; pelos colégios eleitorais, no processo de votação indireta americano. Como nos EUA a eleição presidencial é indireta, quem efetivamente define o novo presidente são os representantes dos colégios eleitorais. Cada Estado tem um número de representantes proporcional à sua população e o colégio tende a endossar o candidato escolhido pelo voto popular.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u464245.shtml</link>
<pubDate>05 Nov 2008</pubDate>
<enclosure url="" length="" type="video/quicktime" />
</item>
<item>
<title>05/11/2008 - Para cônsul em SP, &quot;um afro-americano e uma mulher&quot; levaram eleitores às urnas, assista</title>
<description>&lt;p&gt;
Uma festa promovida pelo Consulado dos Estados Unidos no Brasil reuniu democratas e republicanos na noite desta terça-feira (4), em São Paulo, em uma celebração pela democracia norte-americana.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Thomas J. White, cônsul-geral dos Estados Unidos em São Paulo, o diferencial nas eleições deste ano foi o aumento no número de pessoas que optaram por votar. Segundo ele, a participação de um afro-americano, o presidente eleito Barack Obama, e de uma mulher, Sarah Palin, candidata republicana derrotada à vice-presidência, levaram às urnas eleitores que normalmente não participam do pleito.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Veja a seguir imagens do evento no videocast.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://st1.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/A/70/55/&amp;amp;id=111579&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=128330&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;hash=aumento-de-eleitores-foi-o-diferencial-destas-eleicoes-04023066CCC12326&amp;amp;start_loading=false&amp;amp;start_paused=true&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Eleições EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa da crise mundial&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Apesar de bipartidária, a festa contou com um número maior de eleitores que apoiavam o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u463502.shtml&quot;&gt;Obama&lt;/a&gt;, candidato vencedor das eleições.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Durante o evento, houve ainda uma apresentação sobre o processo eleitoral americano. Segundo David Brooks, cônsul para Assuntos políticos do Consulado Geral dos EUA em São Paulo, a descentralização das eleições entre os Estados americanos asseguram a democracia no país.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u464203.shtml</link>
<pubDate>05 Nov 2008</pubDate>
<enclosure url="" length="" type="video/quicktime" />
</item>
<item>
<title>04/11/2008 - Quem ditará as normas será crise e não futuro presidente; assista</title>
<description>&lt;p&gt;
O mundo vive uma grande expectativa para saber quem vencerá as eleições americanas. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u463502.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; tem sido favorecido pelo momento de profunda &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;crise norte-americana&lt;/a&gt; e mundial que, em contrapartida, desgastou a imagem do candidato republicano, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u463497.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast, o cientista político e professor do Ibmec São Paulo &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u435732.shtml&quot;&gt;Carlos Melo&lt;/a&gt; faz uma análise sobre a crise financeira e as eleições dos Estados Unidos.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://st1.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/E/3E/B0/&amp;amp;id=111424&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=128159&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;hash=quem-ditara-as-normas-sera-a-crise-e-nao-o-candidato-0402396AC4C12326&amp;amp;start_loading=false&amp;amp;start_paused=true&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Eleições nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa da crise mundial&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u454749.shtml&quot;&gt;Ouça as opiniões dos especialistas sobre a crise financeira&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O professor explica que ninguém sabe como o governo fará para controlar a recessão. &amp;quot;Dependerá da liderança política, de ações para contornar a crise e de propor um novo modelo econômico menos vinculado ao mercado financeiro, com menos liberdade.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ele afirma que não será Obama e nem McCain que decidirão sobre o futuro econômico. &amp;quot;Quem ditará as normas será mais a crise do que o candidato.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Melo, os discursos dos concorrentes têm sido vagos a respeito da crise. &amp;quot;Nenhum candidato em meio de um processo como esse gostaria de soltar medidas que tenham que ser impopulares e que lhe tiraria votos.&amp;quot;
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u463898.shtml</link>
<pubDate>04 Nov 2008</pubDate>
<enclosure url="" length="" type="video/quicktime" />
</item>
<item>
<title>04/11/2008 - Repórter relata preparativos para festa de Obama em Chicago; assista</title>
<description>&lt;p&gt;
A cidade de Chicago, berço político do candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, vive uma impressionante mobilização nesta terça-feira (4), informa o correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; Daniel Bergamasco.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De uma webcam, o repórter faz um relato aos internautas direto de um hotel em frente Grant Park, local onde poderá ser realizada a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u464007.shtml&quot;&gt;&amp;quot;festa da vitória&amp;quot;&lt;/a&gt; de Obama, após encerrada a apuração dos votos e caso o candidato vença.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.folha.com.br/083098&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Bergamasco esteve no Grant Park pela manhã e viu estudantes acampados para garantir uma boa posição na chegada do democrata. &amp;quot;No miolo do parque, que é uma área reservada, haverá 65 mil pessoas assistindo Obama de perto.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o repórter, a polícia estima que um milhão de pessoas fiquem no entorno da região à noite. Apesar das &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u463446.shtml&quot;&gt;pesquisas indicarem&lt;/a&gt; uma vitória democrata, Bergamasco explica que o sistema eleitoral nos EUA é muito imprevisível. A polícia também trabalha com a hipótese de que a derrota do democrata cause uma comoção negativa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Chicago é umas das poucas cidades norte-americanas onde a população negra se equivale à população branca. &amp;quot;A eleição do democrata aqui tem um significado não apenas político, mas também racial&amp;quot;, explica o jornalista.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u464066.shtml</link>
<pubDate>04 Nov 2008</pubDate>
<enclosure url="" length="" type="video/quicktime" />
</item>
<item>
<title>04/11/2008 - Jovens brasileiros declaram preferência por Obama; veja entrevistas</title>
<description>&lt;p&gt;
Uma pesquisa feita pelo Datafolha, realizada em 8 e 9 de setembro, exibiu imagens dos candidatos à Presidência dos Estados Unidos, sem mencionar os nomes dos concorrentes. Mesmo não sabendo direito quem eles são, os brasileiros optariam por &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412036.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; em detrimento de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u412094.shtml&quot;&gt;John McCain&lt;/a&gt; na proporção de 66 para 9.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Veja, neste videocast, entrevista com jovens universitários em São Paulo. Todos optariam pelo candidato democrata, Barack Obama.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.folha.com.br/083093&quot;&gt;entrevistajovens&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Em um segundo momento, o instituto mostrou novamente as fotografias, desta vez alternadamente, e perguntou se o entrevistado reconhecia o personagem. O resultado apontou que 60% dos brasileiros não identificam o democrata, enquanto 77% alegam não saber quem é o republicano.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Análise&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para Rodrigo Cintra, doutor em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília e professor do curso de Relações Internacionais da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), muitos brasileiros declaram sua preferência sem uma análise das propostas de cada candidato.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Obama virou uma celebridade. As pessoas não analisam baseadas em programas. Escolhem Obama porque ele é candidato da mudança.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O Datafolha fez 2.982 entrevistas em 213 municípios. A margem de erro é de dois pontos em ambos os sentidos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Onda Obama&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u463164.shtml&quot;&gt;especialistas&lt;/a&gt;, Obama leva vantagem porque uma vitória sua representará o fim da era George W. Bush.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Mundialmente, não apenas no Brasil, Obama é o candidato preferido por representar justamente a mudança e o fim da era Bush. Além disso, o fato de Obama ser jovem e negro --uma novidade na política dos EUA em nível presidencial-- desperta ainda mais a atenção&amp;quot;, diz Cristina Pecequilo, professora de Relações Internacionais da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O professor Antônio Jorge Ramalho, do curso de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB), afirma que o carisma do candidato democrata lhe garante maior aceitação entre a população brasileira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O brasileiro tende a ver McCain como uma figura excessivamente conservadora.&amp;quot;
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u463531.shtml</link>
<pubDate>04 Nov 2008</pubDate>
<enclosure url="" length="" type="video/quicktime" />
</item>
<item>
<title>04/11/2008 - Obama só não vence se houver fraude; veja consultor internacional</title>
<description>&lt;p&gt;
Há uma expectativa grande em todo sistema internacional com a volta dos democratas. A última vez que o partido esteve no poder foi durante os oito anos de governo de Bill Clinton. Duas gestões muito eficientes do ponto de vista econômico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Veja, neste videocast, a análise sobre as eleições americanas do doutor em história social da Universidade de São Paulo (USP) Sidney Ferreira Leite.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.folha.com.br/083081&quot;&gt;Sidney Ferreira Leite&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Estamos na reta final das eleições e há uma tendência relativamente segura de que &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u378489.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; deve se tornar o próximo presidente dos Estados Unidos&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Os dois candidatos estão investindo nos Estados onde a situação eleitoral não está definida, como Ohio, por exemplo. &amp;quot;Eles não vão para Estados como Califórnia e Nova York, porque ali é certa uma grande vitória de Barack Obama&amp;quot;, diz Leite.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o professor, todas as pesquisas apontam a vitória de Obama. &amp;quot;Só se houver uma fraude no processo eleitoral, que não é absolutamente impossível, mas Barack Obama deve ganhar. Inclusive, com relativa facilidade, não só no percentual de votos populares, mas, principalmente, no Colégio Eleitoral, porque tem larga vantagem nos Estados que têm maior número de delegados&amp;quot;, explica.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O próximo presidente vai se deparar com graves problemas no setor financeiro americano e com outras repercussões, como, por exemplo, na área de geração de empregos. Na opinião de Leite, o democrata estaria preparado para enfrentar essas situações. &amp;quot;Tudo indica que ele tem um bom programa de governo, está bem assessorado e tem grande apoio popular&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u463446.shtml</link>
<pubDate>04 Nov 2008</pubDate>
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