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<title>Folha Online - Videocasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Videocasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>02/07/2008 - Karaokê é diversão para japoneses e competição para descendentes</title>
<description>&lt;p&gt;
Diversão para muitos e uma competição para os mais aplicados. Assim pode ser definido o karaokê. Originário do Japão, o significado do termo é uma combinação de duas palavras abreviadas em japonês. São elas &amp;quot;kara&amp;quot;, que significa &amp;quot;vazio&amp;quot;, e &amp;quot;oke&amp;quot;, abreviação de &amp;quot;orquestra&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast especial sobre o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa/&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt;, o presidente da UPK (União Paulista de Karaokê), Luiz Yuki, conta a história do karaokê. Segundo ele, os brasileiros descendentes levam a atividade mais a sério, treinando e participando de campeonatos, do que os próprios japoneses.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/imigracaojaponesa/&quot;&gt;outros programas&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/07/02/noticiario-imigracao_karaoke_japones.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Antigamente no Japão era comum que as pessoas mostrassem suas aptidões para o canto em apresentações. No entanto, o acompanhamento musical para o calouro era regido por uma orquestra. Certa vez, um dos músicos adoeceu, obrigando ao dono do estabelecimento a reproduzir o som dos músicos com um cartucho, no qual havia sido gravado outras apresentações. A partir de então, surge o karaokê, segundo Yuki.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O uso do playback, no lugar da orquestra, deu certo pois barateou a atividade. Sustentar um karaokê tendo que remunerar diversos músicos tornava o lazer muito caro.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
No Brasil, o karaokê foi introduzido em 1975. Popularizado, principalmente nos anos 80, incentivou a realização de concursos realizados até hoje. Yuki diz que muitas das pessoas que se destacaram nas eliminatórias estaduais foram ao Japão e ganharam diversos prêmios.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u410880.shtml</link>
<pubDate>02 Jul 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>25/06/2008 - Método de ensino japonês transforma alunos em autodidatas; veja imagens</title>
<description>&lt;p&gt;
O método kumon é uma forma de orientação educacional individualizada, desenvolvida no Japão há cerca de 50 anos. O objetivo é formar alunos autodidatas, por meio de cursos, como: português, inglês e matemática.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast especial sobre o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa/&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt;, a orientadora do método Joanice Nakagawa Komura explica como funciona essa maneira oriental de estudo e que para fazer o Kumon não há idade mínima. Veja &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/imigracaojaponesa/&quot;&gt;outros vídeos&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/06/10/noticiario-imigracao_kumon.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O kumon foi idealizado pelo professor de matemática Toru Kumon. Ele desejava que seu filho desenvolvesse ao máximo seu potencial. Para isso, ele criou um material didático auto-instrutivo, para que o filho estudasse, em seu ritmo de aprendizagem, sem depender dos ensinamentos de outras pessoas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Os alunos freqüentam as aulas extra-curriculares, duas vezes por semana e, também, fazem atividades em casa. O resultado do curso depende do empenho do próprio estudante. Muitos, inclusive, conseguem avançar além das séries que estão matriculados.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u401021.shtml</link>
<pubDate>25 Jun 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>21/06/2008 - Naruhito visita cais que recebeu o primeiro navio de imigrantes; veja vídeo</title>
<description>&lt;p&gt;
A agenda de compromissos deste sábado do príncipe herdeiro do Japão Naruhito começou em Santos, no litoral paulista, debaixo de chuva. Mesmo assim, a população permaneceu no local para ver de perto o príncipe, que chegou escoltado sob um forte esquema de segurança.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Assista, neste videocast especial do &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa/&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt;, todo o percurso do príncipe em sua ida a Santos. Um dos lugares visitados por Naruhito foi o atracadouro por onde desembarcaram os primeiros imigrantes japoneses.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/06/21/noticiario-principe_japones_visita_santos.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A primeira parada da comitiva foi na Escola Japonesa de Santos. Naruhito participou da entrega da reforma do prédio que abrigará a nova sede da Associação Japonesa da cidade.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Depois da cerimônia, o príncipe japonês seguiu para a plataforma do emissário submarino, localizada na Praia do José Menino. No lugar, foi inaugurada uma escultura em homenagem ao centenário da imigração japonesa. De autoria da artista plástica Tomie Ohtake, a peça tem 20 m de altura por 20 de largura.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Naruhito encerrou a visita à cidade ao passar pelo terminal 14 do porto. Ele chegou próximo à beira do cais para contemplar o ponto de atracação do navio Kasato Maru, embarcação que trouxe, há cem anos, os primeiros imigrantes japoneses ao Brasil.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u414800.shtml</link>
<pubDate>21 Jun 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>21/06/2008 - Príncipe japonês ajuda a plantar em monumento da imigração; veja imagens</title>
<description>&lt;p&gt;
A tarde desta sexta-feira foi de festa no Parque do Carmo, na zona leste da capital paulista. Japoneses, descendentes e brasileiros aguardavam a chegada do príncipe herdeiro do Japão Naruhito, que chegou por volta das 14h40.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ele foi ao local para participar da cerimônia de inauguração do monumento que homenageia os laços entre o Brasil e o Japão. No final, o príncipe acenou para o público e ajudou a plantar uma muda de Ipê. Confira as imagens do encontro neste videocast.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/06/20/noticiario-principe_participa_de_evento_parque_do_carmo.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Participaram do evento, cem alunos de colégios da região, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab e o autor das obras que compõem o monumento, o escultor Kota Kinutani. Ao todo, são sete peças que representam o coração generoso dos brasileiros e o espírito do povo japonês. Após a inauguração, o príncipe andou por entre as peças e acenou para o público presente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
No encerramento, Naruhito ainda ajudou a plantar uma muda de Ipê. Esse foi o quarto dia de visita do príncipe no Brasil.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u414597.shtml</link>
<pubDate>21 Jun 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>20/06/2008 - Príncipe assiste a concerto ao lado de FHC; veja imagens</title>
<description>&lt;p&gt;
Casa cheia na Sala São Paulo para assistir a uma apresentação da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Na platéia, o príncipe herdeiro do Japão Naruhito, acompanhado de representantes do país no Brasil e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que hoje preside o Conselho de Administração da Fundação Osesp, e da ex-primeira dama, Ruth Cardoso.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O concerto, que faz parte de uma série que celebra o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/imigracaojaponesa/&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt;, foi regido pelo maestro John Neschling. Veja imagens do espetáculo neste videocast.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/06/20/noticiario-principe_japones_assiste_a_concerto_da_osesp.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A orquestra abriu a apresentação da noite desta quinta-feira com a execução dos hinos nacionais do Brasil e do Japão.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O príncipe Naruhito é um apreciador da música erudita. Ele já se apresentou em concertos de câmara, quando estudava na Inglaterra. O compromisso fechou a agenda do príncipe, em seu terceiro dia de visita ao Brasil.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u414274.shtml</link>
<pubDate>20 Jun 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>18/06/2008 - Príncipe quer manter intercâmbio entre Brasil e Japão; veja imagens</title>
<description>&lt;p&gt;
Ao chegar ao Palácio do Planalto, o príncipe do Japão, Naruhito, foi o primeiro a quebrar o rígido protocolo estabelecido para sua visita. O herdeiro do trono ignorou as próprias regras estendeu a mão direita e cumprimentou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama, Marisa Letícia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Veja imagens da cerimônia e do encontro de Lula com o príncipe.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/brasil/2008/06/18/imigracao_japonesa-principe_japao_brasilia.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Durante o encontro, o presidente lembrou a importância da vinda do navio Kasato Maru e disse que o Brasil formou sua identidade com os imigrantes de diferentes partes do mundo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As comemorações que estreitaram as relações entre Brasil e Japão e as novas frentes de atuação que serão criadas como, por exemplo, o biocombustível e a TV digital, foram outros pontos destacados por Lula, durante o discurso.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Naruhito citou ainda a presença dos cerca de 300 mil dekasseguis que vivem no Japão e de 1,5 milhão de descendentes japoneses que vivem no Brasil. Como Lula, o príncipe disse que o ideal é trabalhar para manter o intercâmbio entre Brasil e Japão.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Lula e Naruhito lançaram um bloco de selos e uma moeda em homenagem ao &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa/&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt; no Brasil. Também durante a solenidade no Palácio do Planalto, algumas personalidades, que contribuíram para a integração entre brasileiros e japoneses, receberam medalhas criadas por Tomie Otake. O príncipe chegou ao país na terça-feira (17), para uma visita de nove dias.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Após cerimônia, o presidente Lula falou sobre o incidente ocorrido no morro da Providência, classificou o episódio como &amp;quot;abominável&amp;quot; e disse que o Estado tem de reparar as famílias dos rapazes.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u413704.shtml</link>
<pubDate>18 Jun 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>18/06/2008 - Finalistas de cosplay disputam viagem ao Japão; veja vídeo</title>
<description>&lt;p&gt;
Surgido na metade dos anos 80 em revistas de ficção científica no Japão, o termo &amp;quot;cosplay&amp;quot; vem de duas palavras do inglês: costume (fantasia) e play (brincar). A idéia da brincadeira é se caracterizar e interpretar as personagens.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste sábado (21) será realizada, em São Paulo, a grande final da etapa Brasil do World Cosplay Summit. Um dos finalistas que participará da competição Jeffrey Haiduk mostra neste programa parte da série sobre o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa/&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt; qual será sua fantasia e o organizador do torneio Douglas Eiji Matsunaga explica como é o concurso.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/imigracaojaponesa/&quot;&gt;outros programas&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/06/17/imigracao_japonesa-campeonato_cosplay.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Além da fantasia, que deve ser confeccionada pelo próprio cosplayer --praticante do cosplay-- é preciso incorporar a personagem, reproduzindo em público todas suas manias e frases características.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Os vencedores do torneio ganham uma viagem ao Japão para competir na etapa mundial. Ao todo, 15 duplas disputam este prêmio. O World Cosplay Summit ocorrerá nos próximos dias 2 e 3 de agosto, na cidade japonesa de Nagóia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O evento, que será realizado no próximo dia 21, em São Paulo, faz parte das Comemorações Oficiais do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, começa às 17h, no Auditório Elis Regina, no Anhembi.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Os ingressos para a grande final da etapa Brasil do World Cosplay Summit são gratuitos e limitados. Informações sobre a distribuição do ingresso serão divulgadas no site &lt;a href=&quot;http://henshin.uol.com.br/wcs/&quot;&gt;wcsbr.com.br&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u412971.shtml</link>
<pubDate>18 Jun 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>05/06/2008 - Com experiência adquirida no Japão, dekassegui abre temakeria</title>
<description>&lt;p&gt;
O termo dekassegui serve para denominar uma pessoa que deixa sua terra natal para trabalhar temporariamente em outro local. Entre muitos que buscam essa experiência está Sérgio Kobashigawa. Descendente de japonês, ele escolheu o Japão para conseguir um emprego.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sérgio passou nove anos no país e, quando voltou, abriu seu próprio negócio. A sua escolha foi a criação de uma temakeria, local especializado em temaki. Veja neste videocast especial sobre o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa/&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt; como Kobashigaw aproveitou sua vivência no exterior para montar seu restaurante.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/imigracaojaponesa/&quot;&gt;outros programas&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/06/02/noticiario-temakeria_em_sp.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A temakeria recém-inaugurada na zona leste de São Paulo foi idéia do descendente para tentar inovar na área de restaurantes.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sérgio tem 32 anos e foi ao Japão quando tinha 18. No local, ele trabalhou em três fábricas. O empresário diz que, para conseguir juntar dinheiro suficiente para realizar seu sonho, trabalhou em média 17 horas por dia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ele afirma que os japoneses são muito educados e que isso chamou muito sua atenção. Apesar de querer voltar para rever parentes e locais que não conheceu, Sérgio diz que seu lugar é o Brasil e, por isso, decidiu investir suas finanças aqui.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O temaki faz parte da culinária japonesa. É um prato rápido, em formato de cone, e tem como base o arroz e uma folha de alga. Os recheios podem ser de diversos tipos, desde peixes crus até especiarias.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço:&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;&amp;quot;Temakeria Paulista&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde:&lt;/b&gt; r. Serra do Japi, 1216, tatuapé, região leste, São Paulo, tel.: 0/xx/11/2268-0889&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando:&lt;/b&gt; todos os dias, exceto domingo, a partir das 18h.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u408362.shtml</link>
<pubDate>05 Jun 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>28/05/2008 - Budistas têm compromisso no templo todo dia 28; veja imagens da cerimônia</title>
<description>&lt;p&gt;
Diferente de outras religiões, os seguidores do budismo [da escola Terra Pura] não precisam freqüentar o templo uma vez por semana. As pessoas têm um encontro por mês, considerado sagrado, que acontece no local. O compromisso é todo dia 28.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o monge Atsunori Imai, existem três linhas do budismo: o esotérico, o meditativo e o terra pura. Este é um segmento que surgiu no Japão e o videocast especial sobre o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa/&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt;, desta semana, mostra como é o ritual e quais suas características.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/imigracaojaponesa/&quot;&gt;outros programas&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/05/27/noticiario-templo_budista.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Cada cerimônia dura cerca de uma hora e varia em relação ao canto e a forma de realizar o rito. Todo dia 28, por exemplo, os monges ficam na parte interna do altar, mas há celebrações nas quais os fiéis realizam o ritual.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As principais etapas das cerimônias são: apresentação [do rito], celebração--momento que cantam hinos, sutras, acendem incensos e recitam o nome de Buda &amp;quot;Namu Amida Butsu&amp;quot; e, por último, é realizada a palestra ou pregação do monge.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O gongo e o rosário são elementos muito utilizados pelos seguidores do budismo. O gongo, significa popularmente a prosperidade. Já o rosário--original com 108 contas-- significa que todas as pessoas estão ligadas por um &amp;quot;fio&amp;quot;, no mesmo universo com Buda.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O budismo é originário da Índia, mas depois foi disseminado em outros lugares como, por exemplo, China, Mianmar, Coréia e Japão. Hoje a religião se encontra em diversos países do mundo, divulgada pelas diferentes escolas budistas.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u404546.shtml</link>
<pubDate>28 May 2008</pubDate>
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<item>
<title>17/05/2008 - Terapias orientais curam doenças e servem como tratamento estético</title>
<description>&lt;p&gt;
Além do esporte, da culinária e do artesanato, os japoneses têm tradições que contribuem para a área da saúde. As terapias orientais são utilizadas tanto para o tratamento de doenças quanto para obter uma qualidade de vida melhor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Shiatsu, akassuri, seitai, acupuntura e ofurô, são apenas algumas dessas opções. A especialista em terapias orientais Alice Keiko explica, neste videocast, sobre o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa/&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt;, como é feito cada um desses tratamentos e quais são os benefícios. Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/imigracaojaponesa/&quot;&gt;outros programas&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/ciencia/2008/05/13/imigracao_japonesa-terapias_curam_tratamento_estetico.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O shiatsu é uma massagem manual, desenvolvida no Japão, embora originária na China. Ela consiste em técnicas de pressão para equilibrar o fluxo de energia do paciente. O tratamento é recomendado para pessoas com estresse, insônia, depressão, entre outros problemas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O akassuri é uma técnica de esfoliação corporal, com o objetivo de retirar as células mortas e, assim, renovar a pele.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O seitai é uma técnica de realinhamento da coluna vertebral e das articulações. O terapeuta usa martelos e outros equipamentos de madeira para melhorar a dor e a postura do paciente. Este tratamento surgiu com os samurais, que depois das lutas tinham muitos problemas nas costas e precisavam de técnicas para amenizar a dor.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Acupuntura provoca o estímulo dos pontos específicos do corpo, por meio de agulhas. Teve origem na China, mas sofreu algumas modificações e adaptações no Japão, como a utilização de agulhas mais finas para aplicação nos pacientes
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ofurô é usado para quem deseja melhorar a circulação do organismo, hidratar a pele e aliviar dores.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u401357.shtml</link>
<pubDate>17 May 2008</pubDate>
<enclosure url="http://media.folha.com.br/ciencia/2008/05/13/imigracao_japonesa-terapias_curam_tratamento_estetico.wmv" length="" type="video/quicktime" />
</item>
<item>
<title>07/05/2008 - Arquitetura e caligrafia fazem parte da cerimônia do chá</title>
<description>&lt;p&gt;
A cerimônia do chá, conhecida como &amp;quot;chanoyu&amp;quot;, é uma tradição oriental, que dura cerca de quatro horas. Durante o evento, os convidados não só experimentam a bebida como precisam passar por diversos rituais, que evolvem desde a arquitetura até a caligrafia japonesa.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Esse passatempo se caracteriza por servir e beber o &amp;quot;matcha&amp;quot;, um chá verde pulverizado. Os participantes da cerimônia precisam de paz e tranqüilidade para bebê-lo. A professora da cerimônia do chá Darcy Hamaoka orienta como as pessoas devem proceder no ritual. Veja as imagens da cerimônia neste videocast sobre o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa/&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt;. Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/imigracaojaponesa/&quot;&gt;outros programas&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/05/06/noticiario-cerimonia_do_cha.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A cerimônia é procedente da China, mas foi expandida pelo monges no Japão. Os participantes, durante o ritual, procuram alcançar os quatro princípios: harmonia, pureza, respeito e tranqüilidade.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O convidado entra em uma sala com decoração especial e é presenteado com um doce. Em seguida, o anfitrião traz os objetos necessários, purifica-os, prepara o chá e depois serve.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u399194.shtml</link>
<pubDate>07 May 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>01/05/2008 - Japoneses precisam de técnica e curso para usar kimono</title>
<description>&lt;p&gt;
O kimono, uma vestimenta de origem japonesa, significa &amp;quot;coisa de vestir&amp;quot;. Feita em tamanho único, a peça se adapta a qualquer corpo. No entanto, para colocar a peça é preciso fazer um curso, pois é muito difícil vesti-la. Com prática, a pessoa leva em torno de meia hora para ficar pronta. Mesmo assim, é preciso ter técnicas para caminhar, ir ao banheiro e até mesmo lavar as mãos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Um kimono simples chega a custar R$ 5.000 e, por isso, quem geralmente usa é a elite do Japão, em ocasiões especiais. No videocast especial sobre &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa/&quot;&gt;o centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt; a artista têxtil especialista em moda oriental Roseli Bizari explica que esta roupa não é confortável e que não é fácil de usar. Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/imigracaojaponesa/&quot;&gt;outros programas&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/04/30/noticiario-exposicao_kimonos.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para cada época do ano existem três tipos de tecidos e a cada estação mudam as texturas, as cores e as estampas. No outono, por exemplo, são usados kimonos com temas de flores outonais. Há kimonos, também, para cada tipo de ocasião, como: casamentos, festas de ano-novo e budistas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quem não segue essas regras é chamado de deselegante, pois fica fora da moda. Além disso, por ser considerada uma roupa cara, é tradição os pais doarem seus kimonos para os filhos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O videocast é mais um produto gratuito que a &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt; oferece para seus leitores.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;&amp;quot;O Florescer das Cores: A Arte do período EDO&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Onde:&lt;/b&gt; Pinacoteca do Estado, praça da Luz, região central, tel 0/xx/11/3324-1000&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quando:&lt;/b&gt; De ter.: a dom.: das 10h às 18h&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; R$4,00 (inteira) e R$2,00 (meia). Grátis aos sábados.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u396616.shtml</link>
<pubDate>01 May 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>23/04/2008 - Ikebana é uma arte milenar que se tornou popular; veja como montar arranjo</title>
<description>&lt;p&gt;
O ikebana é uma arte floral milenar que pertence a cultura nipônica. No início, era uma prática exclusiva de monges budistas, depois foi adotada por samurais e pelo restante da população. Essa arte, também conhecida como &amp;quot;kado&amp;quot;, que significa caminho das flores, é usada para meditação.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para conhecer um pouco mais sobre essa tradição oriental, esta semana o videocast especial sobre o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa/&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt; entrevistou a presidente da Associação de Ikebana do Brasil, Emília Ryoca Tanaka, que ensina como montar o arranjo. Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/imigracaojaponesa/&quot;&gt;outros programas&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/cotidiano/2008/04/22/noticiario-professora_ensina_ikebana.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
No ikebana podem ser usados galhos, folhas, flores, sementes, enfim qualquer substância natural. De acordo com Tanaka, é preciso prestar atenção em alguns detalhes para fazer o arranjo, como, por exemplo, a cor e o tamanho do vaso, o tipo de flor e a posição entre cada elemento.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Os materiais utilizados são: tesoura, toalha pequena, vaso, recipiente com água e uma base (kenzan), para manter firme o arranjo. Já a escolha das flores, folhas e galhos, para os elementos, dependem do tipo de ikebana a ser escolhida. Tanaka alerta que é preciso silêncio, concentração e bons pensamentos no momento da montagem.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u394175.shtml</link>
<pubDate>23 Apr 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>17/04/2008 - Arte marcial foi desenvolvida com técnicas samurais</title>
<description>&lt;p&gt;
O kendo é uma arte marcial japonesa praticada com espadas de samurais e desenvolvida a partir de técnicas de combate em defesa dos senhores feudais do Japão, por volta do século 7 e 8.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O mestre de Kendo Yoshiaki Kishikawa explica, na série especial sobre o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa/&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt;, as regras desse esporte e também faz uma demonstração da luta. Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/imigracaojaponesa/&quot;&gt;outros programas&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/cotidiano/2008/04/16/imigracao_japonesa-arte_marcial_foi_desenvolvida_com_tecnicas_samurais.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O objetivo dessa arte não é ensinar a defesa pessoal, mas desenvolver, com muita disciplina, a personalidade e o caráter dos praticantes.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Durante o treino ou nas competições, os lutadores de kendo são protegidos por uma armadura e utilizam uma espada feita de bambu (shinai). A espada de aço (katana) é utilizada apenas em demonstrações e em mudanças de graduações.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Outros equipamentos de segurança também fazem parte da luta como, por exemplo, o quimono, a calça (hakama), a luva (kote), o protetor do tronco (do) e o lenço para cabeça (tenugui).
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u392789.shtml</link>
<pubDate>17 Apr 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>09/04/2008 - Imigrante japonês deixa registro de sua chegada ao Brasil</title>
<description>&lt;p&gt;
&amp;quot;Travessia Solitária à Estrada da Mata&amp;quot; é um dos livros escritos por Yoshio Oka em homenagem a sua família. Imigrante Japonês, Yoshio chegou ao Brasil com 19 anos, casou e teve 6 filhos. Antes de morrer, ele decidiu registrar em três livros todos os fatos importantes de sua trajetória como, por exemplo, a chegada ao país, trabalho em fazendas de café e dificuldades financeiras.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O quadro &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/imigracaojaponesa/&quot;&gt;centenário da imigração japonesa&lt;/a&gt; dessa semana mostra depoimentos de familiares do autor da obra. Teresa Ogata, 76, e Anelisa Lopes, 27, filha e bisneta de Yoshio, contam algumas passagens do livro. Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/imigracaojaponesa/&quot;&gt;outros programas&lt;/a&gt; sobre o centenário.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2008/04/09/imigracao_japonesa-imigrante_faz_registro_de_sua_historia.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Yoshio faleceu aos 96 anos, mas, antes, deixou um exemplar de cada livro para seus familiares. Ele explicou que ao conhecer a namorada de um amigo, se apaixonou por ela. Eles casaram e, quando ela morreu, Yoshio resolveu contar suas histórias e registrá-las para seus descendentes. A obra tem duas versões: em japonês e português. O autor também fez questão de colocar fotos para ilustrar os momentos que marcaram sua vida.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u390444.shtml</link>
<pubDate>09 Apr 2008</pubDate>
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<media:credit role="author">Folha Online</media:credit><media:rating>news</media:rating><media:description type="plain">Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</media:description></channel>
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