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<title>Folha Online - Videocasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Videocasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>28/01/2009 - Governo Obama corre risco de descrédito com novo pacote; veja repórter</title>
<description>&lt;p&gt;
Crescem as expectativas em relação ao &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente/&quot;&gt;governo Obama&lt;/a&gt;. Como o novo presidente vai lidar com a crise nos EUA? O mercado mantém um misto de esperança e de ceticismo em relação ao novo presidente americano.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O desejo é de que o presidente norte-americano venha com um &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u495115.shtml&quot;&gt;novo pacote&lt;/a&gt; de socorro aos bancos --que se somaria àqueles US$ 700 bilhões injetados nas instituições financeiras. Possivelmente, fala-se na criação de um banco ou agência estatal para comprar os tais ativos tóxicos, como informa o repórter de &lt;b&gt;Dinheiro&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; Toni Sciarretta. Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/tonisciarretta/&quot;&gt;outros vídeos&lt;/a&gt; com a participação do jornalista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://storage.mais.uol.com.br/player.swf?path=/5/16/CC/&amp;amp;id=143261&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=162109&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;p=mais&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Crescem as expectativas em relação ao governo Obama&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia a cobertura completa sobre a crise dos EUA&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u445011.shtml&quot;&gt;Entenda a crise financeira que atinge a economia dos EUA&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o repórter, essa ideia lembra o primeiro plano do então secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, e que depois perdeu espaço para a proposta europeia de simples injeção de capital nos bancos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sciarreta explica que a situação de Barack Obama --e do novo secretário do Tesouro, Tim Geithner-- é bastante delicada. &amp;quot;Politicamente, Obama enfrenta pressões de socorro de todos os setores, financeiro e não financeiro&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Por outro lado, o repórter explica que o mercado tem pressionado para que Obama traga uma carta na manga, que se torne um divisor de águas e que sinalize o início da recuperação.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Se essa carta na manga for considerada insuficiente, o novo governo corre o risco de descrédito. Se for um grande socorro, pode ser visto como um prêmio à imprudência e à irresponsabilidade financeira&amp;quot;, explica o repórter.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Após mais de uma semana da posse de Obama, o mercado teme que, diante da gravidade da crise, o presidente permaneça &amp;quot;travado&amp;quot;, por algum tempo, por conta do excesso de expectativas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Tim Geithner&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sciarretta explica que o novo secretário do Tesouro norte-americano é jovem, fez carreira no serviço público e coordenou o resgate ao Citigroup, à seguradora AIG e do banco Bear Sterns.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Geithner também foi uma das principais figuras, como presidente do Fed de Nova York, daquele final de semana fatídico de setembro em que as autoridades americanas e os bancos deixaram &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u444893.shtml&quot;&gt;quebrar&lt;/a&gt; o Lehman Brothers. A quebra do Lehman foi vista como catalisador da atual crise de confiança. Caberá agora a ele trazer a confiança de volta&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u495241.shtml</link>
<pubDate>28 Jan 2009</pubDate>
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</item>
<item>
<title>21/01/2009 - Eliane Cantanhêde: Foi um dia histórico, mas Obama ainda é só uma promessa</title>
<description>&lt;p&gt;
Dia 20 de janeiro de 2009 foi um dia histórico. Barack Obama tomou posse como o 44º presidente dos Estados Unidos. Aos 47 anos, é o quarto mais jovem e o primeiro negro. E com um sobrenome muito especial: Hussein.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Eliane Cantanhêde, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/elianecantanhede&quot;&gt;colunista&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; e da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;, diz que a cerimônia de posse foi emocionante. &amp;quot;Foi um dia histórico, mas tranquilo com milhões de rostos claros e escuros, com olhos puxados amendoados invadindo Washington e as telas do mundo inteiro. Talvez tenha sido o show mais assistido do planeta.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/elianecantanhede&quot;&gt;Ouça outros podcasts&lt;/a&gt; com a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://storage.mais.uol.com.br/player.swf?path=/D/17/CD/&amp;amp;id=140091&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=158523&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;p=mais&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Foi um dia histórico, mas Obama ainda é só uma promessa&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Cantanhêde, em seu discurso genérico como tinha que ser, Obama pediu confiança, otimismo e esperança no momento de crise. Pediu ainda a reconstrução da América e clamou: &amp;quot;O mundo mudou, nós precisamos mudar&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para a colunista, apesar de genérica, a mensagem é contundente e foi bem recebida em Brasília. &amp;quot;De fato, os Estados Unidos precisam mudar&amp;quot;, avalia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Cantanhêde afirma que por enquanto Obama é apenas um símbolo e a promessa de mudança. O discurso que realmente interessa é o que fará no Congresso. &amp;quot;Depois da posse, vem a realidade e também as pressões e as críticas. Obama é uma enorme promessa, mas por enquanto continua sendo só isso: uma promessa&amp;quot;, conclui a colunista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Quer ser avisado dos podcasts de Eliane Cantanhêde? Basta utilizar seu canal em &lt;a href=&quot;http://feeds.folha.uol.com.br/folha/podcasts/elianecantanhede/podcast.xml&quot;&gt;RSS.&lt;/a&gt; Para aprender a mexer no RSS, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u327210.shtml&quot;&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u492498.shtml</link>
<pubDate>21 Jan 2009</pubDate>
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</item>
<item>
<title>21/01/2009 - Para cônsul, posse de Obama representou vitalidade da democracia americana</title>
<description>&lt;p&gt;
Com olhares bem atentos ao televisor, norte-americanos e descendentes que residem no Brasil puderam acompanhar a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u492416.shtml&quot;&gt;posse&lt;/a&gt; do 44º presidente dos Estados Unidos da América. A chegada de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente/&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; à Casa Branca foi festejada durante festa realizada no Consulado Geral do país em São Paulo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast, cônsul geral dos Estados Unidos em São Paulo, Thomas White, fala sobre a importância de Obama aos Estados Unidos. Já a presidente do Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Elisa Lucas Rodrigues, disse que essa data histórica serve para que os negros brasileiros se conscientizem e possam, no futuro, &amp;quot;eleger os nossos obamas&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://storage.mais.uol.com.br/player.swf?path=/7/51/A9/&amp;amp;id=139849&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=158273&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;p=mais&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para White, a posse de Obama representa um momento histórico para o país. &amp;quot;É uma indicação da vitalidade da democracia americana&amp;quot;, disse.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O cônsul também falou sobre o apoio que Obama terá do Congresso. &amp;quot;Acho que temos um presidente que vai ter a possibilidade de melhorar certos aspectos da população americana que, no passado, ficaram de fora da vida política. Para isso, ele terá o apoio no Congresso, com a maioria do Partido Democrático.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Thomas White também diz acreditar que Obama vai querer trabalhar muito com os parceiros internacionais, &amp;quot;especialmente com países importantes como o Brasil&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Presidente negro&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para a presidente do Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, o primeiro presidente negro dos Estados Unidos sintetiza todo o sentido da diversidade. &amp;quot;A chegada do Obama significa exatamente aquilo que ele disse: a mudança.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Elisa diz esperar que a população negra brasileira esteja conscientizada do que a posse de Obama representa. &amp;quot;Que nós também possamos, daqui a alguns anos, eleger os nossos &apos;Obamas&apos;.&amp;quot;
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u492490.shtml</link>
<pubDate>21 Jan 2009</pubDate>
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</item>
<item>
<title>20/01/2009 - Daniel Bergamasco: Americanos apostam todas as fichas em Obama</title>
<description>&lt;p&gt;
O frio congelante de 4 ºC negativos não intimidou a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u492366.shtml&quot;&gt;multidão&lt;/a&gt; de mais de 2 milhões de pessoas que cercava a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u492248.shtml&quot;&gt;cerimônia&lt;/a&gt; realizada no Capitólio, em Washington, no dia 20 de janeiro, uma terça-feira histórica. Era possível observar a devoção quase religiosa da população, com todos dizendo &amp;quot;maravilhas&amp;quot; de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u492269.shtml&quot;&gt;Barack Hussein Obama&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; em Washington Daniel Bergamasco acompanhou a cerimônia de posse do presidente americano e traz as informações neste videocast.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://storage.mais.uol.com.br/player.swf?path=/4/7E/2C/&amp;amp;id=139790&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=158204&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;p=mais&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente&quot;&gt;Leia mais sobre a posse de Obama&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;
O repórter diz que os americanos não vão sentir falta do ex-presidente George W. Bush. &amp;quot;Ele deixou a Casa Branca com a aprovação de 22%, a pior da história, guerras patéticas no Iraque e no Afeganistão, a pior crise econômica desde a Grande Depressão dos anos 30 e muitas reformas por fazer.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Bergamasco explica que não há sinais de que o país melhore a curto ou a médio prazo, e também não existem pistas de quando e de que forma isso vai acontecer. &amp;quot;Ainda assim, todas as fichas estão no novo presidente.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O correspondente entrevistou dezenas de pessoas e são raras as opiniões mais céticas. Bergamasco diz que tem gente que comparou a vitória de Obama, no ano passado, a um clima de Copa do Mundo, em que as pessoas correm para as ruas para chorar e se emocionar.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O repórter fala que mesmo quando viu o Brasil ser campeão do mundo, lembra dos torcedores fazendo ressalvas. &amp;quot;A formação do governo de Obama pode estar sendo questionada da mídia, na imprensa. Mas, nas ruas, com a história sendo escrita diante dos olhos de todo mundo, o clima realmente de uma paixão que parecia ser 100% entregue. Uma energia da qual, certamente, não dá pra ficar indiferente.&amp;quot;
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u492430.shtml</link>
<pubDate>20 Jan 2009</pubDate>
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</item>
<item>
<title>20/01/2009 - Conheça a trajetória de vitória de Obama; veja biografia</title>
<description>&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente/&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; será empossado presidente dos Estados Unidos, nesta terça feira. Há dois anos, ele estava no início de sua campanha eleitoral e poucas pessoas apostavam em sua candidatura. Em seu primeiro mandato, como senador por Illinois, ele era um desconhecido diante da ex-primeira-dama Hillary Clinton.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Com uma estratégia bem definida e a percepção de que os eleitores buscam uma mudança na administração do país, Obama conquistou a nomeação democrata com o apoio em massa dos superdelegados. Veja a biografia do novo presidente dos Estados Unidos.
&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente/&quot;&gt;Leia mais sobre a eleição de Obama&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://storage.mais.uol.com.br/player.swf?path=/5/5F/7A/&amp;amp;id=139749&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=158165&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;p=mais&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A questão racial, mesmo que de forma velada, pontuou a campanha do senador. Após a descoberta dos sermões controversos de Jeremiah Wright, seu ex-pastor por 20 anos com quem teve que romper, Obama fez um discurso sobre a temática que ficou marcado como exemplo do poder de sua retórica que atrai milhares aos seus comícios.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Mesmo sem anunciar constantemente o fato de poder ser o primeiro presidente negro dos EUA, foi entre eleitores negros que Obama teve maiores índices de votação. Outro grande eleitorado está na camada mais jovem da população.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Família&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Filho de Barack Hussein Obama, um homem negro do Quênia e de uma mulher branca de Wichita, no Estado do Kansas, Obama nasceu em Honolulu, no Havaí, em 4 de agosto de 1961, e seus pais se separaram quando tinha dois anos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Obama formou-se em direito na tradicional Universidade Harvard e trabalhou como professor e defensor dos direitos civis em Chicago antes de ser eleito senador por Illinois, em 2004.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Foi em Harvard que Obama conheceu sua mulher, Michelle, com quem se casou em 1992. Michelle é um dos triunfos de Obama. Negra e com formação universitária, ela é um cabo eleitoral importante de Obama entre mulheres. O casal tem duas filhas. Malia, de 10 anos, e Sasha, 7 anos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Com carisma e retórica refinada, Obama ganhou popularidade ao longo da campanha e foi o candidato que melhor soube utilizar as &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u464020.shtml&quot;&gt;ferramentas&lt;/a&gt; da internet.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u490824.shtml</link>
<pubDate>20 Jan 2009</pubDate>
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</item>
<item>
<title>07/01/2009 - Veja imagens da Bíblia que será usada por Obama em sua posse</title>
<description>&lt;p&gt;
Barack Obama pronunciará o juramento que o tornará o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos sobre a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u482784.shtmlque&quot;&gt;mesma Bíblia&lt;/a&gt; foi usada na cerimônia de posse do presidente Abraham Lincoln (1861-1865), que aboliu a escravidão no país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Veja, neste videocast, imagens do exemplar que fará parte do evento no próximo dia 20 de janeiro.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://st1.mais.uol.com.br/player.swf?path=/A/4F/6E/&amp;amp;id=134848&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=153103&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Veja Bíblia que será usada por Obama em sua posse&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Esse exemplar da Bíblia é um dos maiores tesouros da Biblioteca do Congresso dos EUA, e Obama ficou &amp;quot;muito honrado&amp;quot; em ser autorizado a usá-lo, disse o diretor-executivo do Comitê Presidencial de Posse dos EUA, Emmett Beliveau.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Obama será o primeiro a utilizar a Bíblia de Lincoln na cerimônia de posse desde a original, em 4 de março de 1861. Lincoln foi o 16º presidente americano, Obama será o 44º.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O volume tem 15 centímetros de altura por 10 centímetros de largura e 4,5 de profundidade, é encadernado em veludo púrpura e suas bordas são reforçadas com um metal banhado em ouro. No centro da capa há uma placa metálica, também banhada em ouro, na qual foi gravado o título &amp;quot;Bíblia Sagrada&amp;quot;.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u486807.shtml</link>
<pubDate>07 Jan 2009</pubDate>
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</item>
<item>
<title>16/12/2008 - Posse de Obama terá público recorde e celebridades; assista</title>
<description>&lt;p&gt;
Em 20 de janeiro de 2009, as atenções por todo o mundo estarão voltadas para a posse de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u466893.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;. A disputa para ver de perto o discurso do primeiro presidente negro eleito nos Estados Unidos é grande, inclusive entre as &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u473617.shtml&quot;&gt;celebridades&lt;/a&gt;. Ao todo, 4 milhões de pessoas devem ir ao evento no National Mall, em Washington.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Atores e cantores querem fazer parte das apresentações programadas para a cerimônia. No vídeo a seguir, veja quem deve participar do evento.
&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente/&quot;&gt;Leia mais sobre a eleição de Obama&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://st0.mais.uol.com.br/player.swf?path=/C/52/21/&amp;amp;id=127962&amp;amp;host=http://st0.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=145954&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Posse de Obama&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A cantora Beyoncé se ofereceu para cantar, assim como seu marido, Jay-Z. Entre outros artistas estarão a atriz Jennifer Hudson e os cantores britânicos Elvis Costello e Leona Lewis.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Apesar disso, a participação dos famosos nem sempre foi bem-vinda na campanha do democrata. Na festa da vitória, em Chicago, Obama evitou convidar artistas, após receber críticas e ser comparado com Paris Hilton. Mesmo assim, para o dia da posse, os assessores do presidente eleito defendem a participação de astros.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u479815.shtml</link>
<pubDate>16 Dec 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>02/12/2008 - Hillary poderá frustrar cenário internacional; veja comentário</title>
<description>&lt;p&gt;
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u473707.shtml&quot;&gt;anunciou&lt;/a&gt;, nesta segunda-feira (1º), que a ex-rival democrata &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u473712.shtml&quot;&gt;Hillary Clinton&lt;/a&gt; será sua secretária de Estado, um dos principais cargos diplomáticos da administração americana.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast, Rodrigo Cintra, doutor em relações internacionais pela Universidade de Brasília e professor do curso de relações internacionais da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), diz que Hillary terá que mostrar um lado midiático, já que estará à frente da diplomacia norte-americana. Ele diz também que ela poderá frustrar o cenário internacional com um discurso mais aberto, mas com ações bilaterais.
&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/obamapresidente/&quot;&gt;Leia o que já foi publicado sobre Obama presidente&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://st1.mais.uol.com.br/player.swf?path=/8/10/FD/&amp;amp;id=122747&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=140168&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;start_loading=true&amp;amp;embed=false&amp;amp;start_paused=false&amp;amp;debug=true&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Hillary Clinton&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O nome da senadora por Nova York já era cogitado para o cargo há semanas e sua escolha marca um esforço final para mostrar a união do Partido Democrata, deixando as duras críticas mútuas das acirradas primárias para trás.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para Cintra, Hillary terá que mostrar um lado mais &amp;quot;midiático&amp;quot;, enquanto o governo de Obama atua de forma mais complexa, com base nas outras pessoas que estarão no governo. &amp;quot;Ela vai ser a coordenadora de toda a diplomacia americana&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o cientista político, a nomeação da senadora para o cargo servirá para &amp;quot;destensionar, para que o mundo respire um pouco&amp;quot;. Para ele, todos alimentam a expectativa de que Obama resolverá os problemas e acalmará a crise financeira. &amp;quot;A Hillary ajuda neste processo. Agora, se ela vai, efetivamente, atender às expectativas já é uma outra conversa. Talvez ela não consiga e acabe frustrando.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Na área de segurança, para Cintra, os outros cargos estão sendo ocupados por indivíduos pouco conservadores, que não caminham da mesma forma que Hillary caminhava. &amp;quot;Há uma chance de se ter um discurso mais aberto e as ações mais bilaterais.&amp;quot;
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u473966.shtml</link>
<pubDate>02 Dec 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>05/11/2008 - Após vitória, Obama deverá ter segurança reforçada; assista</title>
<description>&lt;p&gt;
O palco preparado para o discurso de &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u462327.shtml&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;, no Grant Park, em Chicago, no Estado de Illinois, foi protegido por um vidro à prova de balas. O democrata é o primeiro presidente negro eleito nos Estados Unidos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O correspondente da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; Daniel Bergamasco diz que foi a primeira vez que presenciou a adoção desta medida de segurança durante um discurso do democrata. Para ele, a ação demonstra que a segurança de Obama deverá ser reforçada.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Veja relatos do repórter, via webcam, no videocast a seguir.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://st0.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/1/43/77/&amp;amp;id=111613&amp;amp;host=http://st0.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=128363&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;hash=americanos-se-emocionam-com-vitoria-democrata-0402336CCCC12326&amp;amp;start_loading=false&amp;amp;start_paused=true&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Eleições EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u464217.shtml&quot;&gt;ÁUDIO: Obama discursa protegido por blindado e leva negros às lágrimas; ouça Daniel Bergamasco&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A multidão presente no Grant Park, segundo Bergamasco, se emocionava a cada anúncio de vitória do democrata em algum Estado, divulgado pelo canal de televisão CNN, por meio de um telão instalado no local.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Muita gente aplaudiu e chorou ao ouvir a notícia da vitória de Obama. Chicago é umas das poucas cidades norte-americanas onde a população negra se equivale à população branca. Segundo o repórter, até um grupo de jornalistas se demonstrava emocionado com o novo presidente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;b&gt;Congratulações&lt;/b&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Barack Obama será o 44º presidente dos Estados Unidos. A vitória, divulgada na madrugada desta quarta-feira, confirma o resultados das últimas pesquisas, divulgadas após o estouro da crise financeira norte-americana.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://st1.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/C/3B/F1/&amp;amp;id=111614&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=128367&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;hash=eua-elegem-obama-0402376CCCC12326&amp;amp;start_loading=false&amp;amp;start_paused=true&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Barack Obama&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Após o anúncio da vitória democrata, o republicano John McCain telefonou para Obama parabenizando-o pela vitória e fez seu &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u464225.shtml&quot;&gt;primeiro discurso&lt;/a&gt; após a derrota. O ex-rival classificou a eleição de Obama como histórica, afirmando que ela tem um significado especial para os negros dos Estados Unidos, que viveram anos de segregação racial.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O atual presidente do país, o também republicano George W. Bush, também telefonou para o democrata para dar os parabéns.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O voto popular, porém, ainda precisa ser &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u463667.shtml&quot;&gt;confirmado&lt;/a&gt; pelos colégios eleitorais, no processo de votação indireta americano. Como nos EUA a eleição presidencial é indireta, quem efetivamente define o novo presidente são os representantes dos colégios eleitorais. Cada Estado tem um número de representantes proporcional à sua população e o colégio tende a endossar o candidato escolhido pelo voto popular.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u464245.shtml</link>
<pubDate>05 Nov 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>05/11/2008 - Para cônsul em SP, &quot;um afro-americano e uma mulher&quot; levaram eleitores às urnas, assista</title>
<description>&lt;p&gt;
Uma festa promovida pelo Consulado dos Estados Unidos no Brasil reuniu democratas e republicanos na noite desta terça-feira (4), em São Paulo, em uma celebração pela democracia norte-americana.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo Thomas J. White, cônsul-geral dos Estados Unidos em São Paulo, o diferencial nas eleições deste ano foi o aumento no número de pessoas que optaram por votar. Segundo ele, a participação de um afro-americano, o presidente eleito Barack Obama, e de uma mulher, Sarah Palin, candidata republicana derrotada à vice-presidência, levaram às urnas eleitores que normalmente não participam do pleito.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Veja a seguir imagens do evento no videocast.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;uolVideoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://st1.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/A/70/55/&amp;amp;id=111579&amp;amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;amp;mediaId=128330&amp;amp;codProfile=e0qbgxid79uv&amp;amp;hash=aumento-de-eleitores-foi-o-diferencial-destas-eleicoes-04023066CCC12326&amp;amp;start_loading=false&amp;amp;start_paused=true&amp;amp;embed=false&quot;&gt;Eleições EUA&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Assista aos outros vídeos sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Ouça as análises sobre eleições EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa das eleições nos EUA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/crisenoseua/&quot;&gt;Leia cobertura completa da crise mundial&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Apesar de bipartidária, a festa contou com um número maior de eleitores que apoiavam o &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u463502.shtml&quot;&gt;Obama&lt;/a&gt;, candidato vencedor das eleições.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Durante o evento, houve ainda uma apresentação sobre o processo eleitoral americano. Segundo David Brooks, cônsul para Assuntos políticos do Consulado Geral dos EUA em São Paulo, a descentralização das eleições entre os Estados americanos asseguram a democracia no país.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u464203.shtml</link>
<pubDate>05 Nov 2008</pubDate>
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