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<title>Folha Online - Videocasts</title>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/</link>
<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>webmaster@folha.com.br (Webmaster Folha Online)</webMaster>

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<title>Folha Online - Videocasts</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<item>
<title>26/08/2008 - Aos 32 anos, Maurren faz planos para a próxima Olimpíada; veja vídeo</title>
<description>&lt;p&gt;
Maurren Maggi chegou nesta terça-feira ao Brasil e desfilou em carro aberto pelas ruas de São Paulo. A &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u437273.shtml&quot;&gt;primeira mulher&lt;/a&gt; a conquistar uma medalha de ouro para o Brasil em uma prova de atletismo em Olimpíadas, reencontrou a família e faz uma avaliação da sua carreira.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Maurren conquistou o ouro na China depois de saltar 7,04 m, melhor marca de sua carreira desde junho de 2003, pouco antes de ser pega no exame &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u436634.shtml&quot;&gt;antidoping&lt;/a&gt; e ficar afastada das competições por mais de dois anos. Por conta destes contratempos, a atleta havia pensado, até, em aposentadoria. Agora ela tem novos planos. Veja entrevista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u436693.shtml&quot;&gt;outros vídeos&lt;/a&gt; sobre os Jogos de Pequim-2008.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/08/26/noticiario-chegada_maurren_maggi_brasil.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A saltadora pensa agora em treinar para disputar a próxima Olimpíada e, quem sabe, garantir mais um ouro. &amp;quot;Por eu ter voltado a saltar 7 m com 32 anos, acho que não posso parar por aqui. Tenho muito a fazer, ainda&amp;quot;, afirma.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Já o técnico de Maurren, Nélio Moura, diz que as responsabilidades aumentam para os futuros competidores depois da conquista. &amp;quot;A partir de agora, o nível de exigência por parte da imprensa e da parte técnica aumentará&amp;quot;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Maurren Maggi desfilou em carro aberto pelas ruas de São Paulo. A atleta também será homenageada em sua cidade natal, São Carlos, com a construção de um monumento com o salto que lhe rendeu o título de campeã em Pequim.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u438187.shtml</link>
<pubDate>26 Aug 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>22/08/2008 - Maurren conquista ouro inédito para o Brasil; veja</title>
<description>&lt;p&gt;
A saltadora brasileira Maurren Maggi, 32, ganhou nesta sexta-feira (22) a segunda medalha de ouro do Brasil nos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/olimpiada/&quot;&gt;Jogos Olímpicos de Pequim&lt;/a&gt;. Ela também entra para a história ao se tornar a primeira mulher do país a conquistar uma medalha de ouro individual em Olimpíadas em todos os tempos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Na prova, a atleta cravou 7,04 m, na primeira tentativa na final do salto em distância e garantiu o primeiro lugar do pódio. Em segundo lugar ficou a russa Tatyana Lebedeva, que no último salto conseguiu atingir 7,03 m, um centímetro a menos da marca da brasileira. Veja, neste videocast, as imagens da conquista da medalha.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/olimpiada/&quot;&gt;outros vídeos&lt;/a&gt; sobre os Jogos de Pequim-2008.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/08/22/noticiario-maurren_e_campea.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O último ouro do atletismo nacional havia sido conquistado há 24 anos, em Los Angeles, quando Joaquim Cruz venceu os 800 m.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Apesar do triunfo, a medalhista de ouro ainda ficou longe do melhor salto de sua carreira: 7,26 m, obtido em Bogotá, na Colômbia, em 1999.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Em 2003, Maurren era a estrela do atletismo nacional, ela chegava ao Pan de Santo Domingo como favorita, mas um &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u436634.shtml&quot;&gt;antidoping&lt;/a&gt; positivo alterou seus planos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A saltadora alegou que foi contaminada por um creme para cicatrização, utilizado durante uma sessão de depilação, mas acabou suspensa por dois anos e chegou a abandonar o esporte.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Maurren só retornou às pistas em 2006. No ano seguinte, ganhou os Jogos Pan-Americanos e voltou a figurar entre os maiores nomes da prova.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u436693.shtml</link>
<pubDate>22 Aug 2008</pubDate>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/08/22/noticiario-maurren_e_campea.wmv" length="" type="video/quicktime" />
</item>
<item>
<title>19/08/2008 - Cielo chega ao Brasil e desfila em carro aberto por SP; veja imagens</title>
<description>&lt;p&gt;
Depois de 23 horas de vôo, chega ao Brasil o único medalhista de ouro do país nos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/olimpiada/&quot;&gt;Jogos Olímpicos de Pequim&lt;/a&gt; até o momento. O nadador César Cielo desembarcou nesta terça-feira (19) no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, por volta de 11h45.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Antes da entrevista coletiva, o atleta recebeu da família a notícia do falecimento de seu avô Alcides, 84, que morreu há cerca de um mês em conseqüência do Mal de Alzheimer. Desde então, os pais vinham escondendo a informação do nadador para não atrapalhar o seu desempenho na competição. Veja o vídeo com a entrevista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/olimpiada/&quot;&gt;outros vídeos&lt;/a&gt; sobre os Jogos de Pequim-2008.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/08/19/noticiario-cielo_desfila_em_sp.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O brasileiro, que levou a medalha de ouro nos 50 m livre com o tempo de 21s30, transformou-se no recordista olímpico da prova. Apesar do empate com o americano Jason Lezak nos 100m livre, Cielo também garantiu a medalha de bronze na disputa. Os dois concluíram a prova em 47s67.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Recém chegado ao Brasil, Cielo afirma que ainda não sabe quais serão seus planos. &amp;quot;Há possibilidade de voltar a treinar no Brasil. Vou analisar propostas, mas agora é hora de descansar&amp;quot;, diz.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Após a entrevista, o campeão olímpico desfilou em carro aberto do Corpo de Bombeiros pelas ruas de São Paulo. Ainda nesta terça-feira, o nadador viaja para Santa Bárbara d&apos;Oeste (interior de São Paulo), sua cidade natal, onde receberá mais homenagens.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u435382.shtml</link>
<pubDate>19 Aug 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>12/08/2008 - Judô se torna esporte que mais deu pódios ao Brasil; veja</title>
<description>&lt;p&gt;
Desde a Olimpíada de Los Angeles, em 1984, o judô brasileiro sempre esteve representado no pódio. Em Pequim não foi diferente. Ketleyn Quadros, Leandro Guilheiro e Tiago Camilo faturaram o bronze, fazendo do esporte, até então, o que mais contribuiu com medalhas para o Brasil em todas as edições dos Jogos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Acompanhe neste videocast a trajetória do esporte que mais deu pódios ao Brasil na história. Assista aos outros vídeos sobre os &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/olimpiada/&quot;&gt;Jogos de Pequim-2008&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/08/12/noticiario-tiago_camilo_chora_felicidade_pelo_bronze.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ao todo, são 15 conquistas no tatame, contra 14 da vela e 13 do atletismo. Em 1972, em Munique, Chiaki Ishii conquistou a primeira medalha de bronze. Doze anos depois, em Los Angeles, o esporte engrenou com a prata de Douglas Vieira e os bronzes de Luís Onmura e Walter Carmona.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Na Olimpíada seguinte, em Seul, Aurélio Miguel garantiu a premiação ao subir no ponto mais alto do pódio e Rogério Sampaio, em Barcelona repetiu o feito ao ganhar o ouro.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Em Atlanta, Aurélio Miguel torna-se o primeiro judoca do país duas vezes premiado, ao conquistar o bronze, mesmo resultado obtido por Henrique Guimarães. Em Sydney, Tiago Camilo e Carlos Honorato foram vice-campeões em suas categorias e em Atenas, Leandro Guilheiro conquistou seu primeiro bronze, mesma colocação obtida por Flávio Canto.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Vale lembrar que a vela pode superar o judô em número de medalhas. Robert Scheidt, medalhista em 96, 2000 e 2004, e seu parceiro Bruno Prada ainda não começaram a competir, mas são favoritos na classe a star.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u432515.shtml</link>
<pubDate>12 Aug 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>07/08/2008 - Sem ídolos, pugilistas querem acabar com jejum de medalhas; assista</title>
<description>&lt;p&gt;
A única medalha olímpica do boxe brasileiro foi conquistada há 40 anos. Na Cidade do México, em 1968, Servílio de Oliveira conquistou o bronze na categoria peso mosca. Mesmo sem resultados expressivos nos últimos anos, os pugilistas nacionais projetam o fim deste tabu nos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/olimpiada/&quot;&gt;Jogos Olímpicos de Pequim&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Além da conquista do ouro, os atletas, Myke Carvalho, que defenderá o país na categoria até 64 kg, e Washington Silva, pugilista com peso limite de 81 kg, afirmam que também faltam ídolos no boxe nacional. Acompanhe a entrevista neste videocast.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Assista aos outros vídeos sobre os &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/olimpiada/&quot;&gt;Jogos de Pequim-2008&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/08/06/noticiario-boxe_brasileiro_busca_medalha_pequim.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O último grande nome do boxe brasileiro, Acelino Freitas, o Popó, viveu o auge de sua carreira entre 1999 e 2004. Nesse período, conquistou os cinturões da Organização Mundial (pesos super pena e leve) e da Associação Mundial de Boxe (peso leve).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Após Popó, o Brasil teve ainda um outro campeão mundial, mas que não conseguiu a mesma popularidade do baiano. Valdemir Pereira, o Sertão, ganhou o cinturão dos penas da Federação Internacional de Boxe após vencer Fahprakorb Rakkiatgymem, em janeiro de 2006. No entanto, caiu diante o norte-americano Eric Aiken, logo na sua primeira defesa do título.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Depois de ter participado da Olimpíada de Atenas, a expectativa agora é de buscar um ótimo resultado. Neste ciclo, estou com muito mais experiência e vivência de competições. Pretendo chegar aos Jogos Olímpicos e acabar com o jejum de medalhas&amp;quot;, afirma Washington Silva, da categoria até 81 kg.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Estamos com uma expectativa boa, das melhores. Já disputei dois Mundiais, dois Sul-Americanos e vou para buscar medalha&amp;quot;, promete Myke Carvalho, que compete entre os atletas com peso máximo de 64 kg.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u429774.shtml</link>
<pubDate>07 Aug 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>05/08/2008 - Cartilha do COB não protege atletas da poluição em Pequim; ouça médico</title>
<description>&lt;p&gt;
A &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u426169.shtml&quot;&gt;cartilha&lt;/a&gt; distribuída pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro) aos atletas que defenderão o país nos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/olimpiada/&quot;&gt;Jogos de Pequim&lt;/a&gt; não será suficiente para protegê-los dos riscos da poluição da capital chinesa, segundo afirma o chefe do laboratório de patologia neuromuscular da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Beny Schmidt.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast, acompanhe a opinião do médico, que vê pouca eficiência em esforços para driblar a poluição do país sede da Olimpíada.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/olimpiada/&quot;&gt;outros vídeos&lt;/a&gt; sobre os Jogos de Pequim-2008.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/07/31/noticiario-medico_fala_sobre_poluicao_pequim.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Segundo o médico, que trabalhou com alguns integrantes da delegação paraolímpica do país, os esforços da entidade são ineficientes para preservar a saúde dos atletas, que serão expostos a um ar com 80 microgramas/m3. O índice de poluição é considerado alto quando está acima de 50 microgramas/m3.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;O que os médicos podem fazer é muito pouco. Hidratar os atletas, mudar o tipo de alimentação, evitar que eles treinem em condições inadequadas. Mas a medicina não tem uma atitude medicamentosa específica para um determinado momento. A cartilha é paliativa, cuida dos possíveis sintomas que os atletas podem enfrentar&amp;quot;, diz Schmidt.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O médico contestou a escolha de Pequim como sede da Olimpíada e disse que a decisão do COI &amp;quot;manchou a carta olímpica&amp;quot; ao colocar a saúde dos atletas abaixo dos interesses financeiros.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Pequim é uma cidade poluída de tal forma que sua poluição é cerca de 2,5 vezes superior ao pior dia da pior região da cidade de São Paulo. O atleta novamente está sendo tratado como uma mercadoria&amp;quot;, afirma o médico.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O manual de orientações, elaborado pelo Cenesp (Centro de Excelência Esportiva) da Unifesp em parceria com o COB, faz uma série de recomendações aos competidores olímpicos, como suplementação alimentar com ômega-3, treinamento muscular inspiratório e monitoração da rotina das vias respiratórias, que servirão de referência para detecção de eventuais alterações provocadas pela qualidade do ar.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u428158.shtml</link>
<pubDate>05 Aug 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>25/07/2008 - Brasileiros recebem cartilha para enfrentar poluição de Pequim; veja entrevista</title>
<description>&lt;p&gt;
Os atletas brasileiros que vão participar dos Jogos Olímpicos de Pequim-2008 vão receber uma cartilha de orientação para evitar problemas de saúde relacionados à qualidade do ar da capital chinesa, considerada um dos principais problemas da Olimpíada.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O manual de orientações, elaborado pelo Cenesp (Centro de Excelência Esportiva) da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), também vai dar dicas para enfrentar as particularidades ambientais da cidade, a longa viagem de avião até o país asiático e a adaptação ao fuso horário --11 horas de diferença.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/07/25/noticiario-atletas_devem_se_prevenir_antes_de_pequim.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
De acordo com a Unifesp, mais de 170 atletas já passaram por avaliações de características individuais de sono e sensibilidade das vias aéreas respiratórias.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Sabe-se que o rendimento esportivo é fortemente dependente do sono. Há uma perda de rendimento em torno de 10% após uma noite de sono de menos de três horas, que pode facilmente ocorrer após uma mudança de fusos horários. Em pessoas com queixas de sono, esta diminuição no rendimento esportivo pode ser ainda maior&amp;quot;, afirma o fisiologista e diretor do Cenesp, Antonio Carlos da Silva, um dos coordenadores do trabalho.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Uma das orientações do manual é para os atletas dormirem de cortinas abertas durante os três primeiros dias em pequim, aumentar gradativamente o horário de acordar e ir dormir, alternar os horários de treino e exposição solar, além de seguir uma dieta especial.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Outra preocupação é com a umidade relativa do ar e as altas temperaturas. &amp;quot;Estão previstas para Pequim, durante os Jogos Olímpicos, temperaturas entre 17º e 34 º C e umidade relativa do ar média de 78%&amp;quot;, diz Silva. &amp;quot;Em um ambiente quente e úmido, o principal mecanismo termorregulatório, a evaporação do suor, encontra-se prejudicado.&amp;quot;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Os principais cuidados são uma correta hidratação e alimentação antes, durante e após treinos e competições.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Uma equipe do programa, composta por especialistas, acompanhará os atletas diariamente em Pequim.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u426169.shtml</link>
<pubDate>25 Jul 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>23/07/2008 - Novatos do judô recebem apoio dos experientes; veja especial sobre Olimpíada</title>
<description>&lt;p&gt;
A gaúcha Mayra Aguiar tem apenas 16 anos, mas já é a esperança da Seleção Feminina de Judô na luta por uma medalha. Já Eduardo Santos desbancou seu &amp;quot;mentor&amp;quot; Carlos Honorato, prata nos Jogos de Sydney-2000, e hoje recebe o apoio dos mais experientes para encarar o desafio de Pequim.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Acompanhe, neste videocast, as entrevistas com estes dois atletas que, às vésperas do início dos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/olimpiada/&quot;&gt;Jogos Olímpicos&lt;/a&gt;, vivem a expectativa de disputar pela primeira vez a mais importante competição da modalidade. Assista aos outros vídeos sobre os &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/olimpiada/&quot;&gt;Jogos de Pequim-2008&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/07/22/noticiario-iniciantes_ansiosos_pela_olimpiada.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Apesar da pouca idade, Mayra Aguiar segue a rotina dos experientes atletas, com muito treino e pouco tempo para diversão. No entanto, ela diz que teve que largar os estudos para se dedicar ao judô. Mesmo assim, ela promete retomá-los após a maratona de treinos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Mayra conquistou a vaga em Pequim ao ser campeã, neste ano, da Copa do Mundo de Varsóvia, na Polônia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Também inexperiente em competições internacionais, aos 25 anos de idade, Eduardo Santos recebe o apoio dos mais experientes. Ele diz estar otimista em relação ao desempenho dos brasileiros e espera ser a surpresa nestes Jogos Olímpicos de Pequim. Ele competirá na categoria até 90 kg.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u422385.shtml</link>
<pubDate>23 Jul 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>23/07/2008 - Desempenho do judô brasileiro no Mundial aumenta expectativa em Pequim; assista</title>
<description>&lt;p&gt;
Embalados pelo bom desempenho no campeonato Mundial do ano passado, os judocas brasileiros que irão para os &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/olimpiada/&quot;&gt;Jogos Olímpicos de Pequim&lt;/a&gt; estão confiantes. Os estreantes, por exemplo, apostam no desconhecimento dos outros atletas sobre suas técnicas de luta.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast, confira as entrevistas com dois dos judocas que representarão o país na China: Leandro Guilheiro e João Gabriel Schlittler. Assista aos outros vídeos sobre os &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/olimpiada/&quot;&gt;Jogos de Pequim-2008.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/07/22/noticiario-equipe_judo_vai_para_pequim.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Ao todo, foram quatro medalhas, três de ouro e uma de bronze, obtidas pelo judô brasileiro no último Mundial. O resultado fez com que o Brasil ganhasse o status de grande no cenário internacional da modalidade. Para Guilheiro, o país é um dos melhores no judô masculino. No entanto, ele reconhece que o Mundial foi uma competição e em Pequim tudo pode ser diferente por conta da condição dos atletas, que pode mudar.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Schlittler explica que os investimentos feitos pelos clubes, possibilitando que os atletas viajem com mais freqüência para fora do país, contribuíram para uma melhor preparação dos atletas que disputarão os Jogos Olímpicos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para se ter uma idéia do quanto que a imagem dos judocas brasileiros está engrandecida no cenário internacional, Schlittler diz que, anteriormente, era comum pedir para atletas estrangeiros virem treinar no Brasil. Hoje, são os atletas de fora que pedem para vir. Porém, essa também é uma forma de visar e estudar os atletas daqui, explica Guilheiro.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u421644.shtml</link>
<pubDate>23 Jul 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>17/07/2008 - Robert Scheidt e Bruno Prada a caminho de Pequim; assista</title>
<description>&lt;p&gt;
Robert Scheidt e Bruno Prada embarcam no próximo domingo (20) para China, onde farão a adaptação à mudança de fuso horário. Os velejadores estão entre os favoritos na classe star na Olimpíada de Pequim.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Veja neste videocast especial sobre a &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/olimpiada/&quot;&gt;Olimpíada&lt;/a&gt; a entrevista com os dois atletas sobre a expectativa para a competição de agosto. Assista aos outros vídeos sobre os &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/olimpiada/&quot;&gt;Jogos de Pequim-2008.&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/07/17/noticiario-velejadores_vao_pra_pequim.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Após 12 anos do seu primeiro ouro na competição, obtido em Atlanta-1996, Robert Scheidt voltará a vivenciar o sentimento de ser um estreante em Olimpíada. Pela primeira vez, o velejador disputará os Jogos fora da classe laser, onde conseguiu seus principais títulos. Scheidt competirá agora na star, classe de embarcações para duas pessoas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u423385.shtml&quot;&gt;Bruno Prada&lt;/a&gt;, parceiro do bicampeão olímpico, disse que três embarcações do país vão à China em posição privilegiada para conquistar uma medalha.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A vela brasileira já ganhou 14 medalhas olímpicas, três delas com Robert Scheidt, ouro em Atlanta-1996 e Atenas-2004 e prata em Sydney-2000. Devido a esse retrospecto, Scheidt ganhou o direito de carregar a bandeira do país na cerimônia de abertura dos Jogos de Pequim, feito que coube a outro velejador, Torben Grael, quatro anos atrás.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u423441.shtml</link>
<pubDate>17 Jul 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>25/06/2008 - Representante do salto com vara quer superar marca em Pequim; veja entrevista</title>
<description>&lt;p&gt;
Fabiana Murer é uma das maiores esperanças de medalha em Pequim. A representante brasileira do salto com vara vai disputar sua primeira Olimpíada, em agosto. Ela diz que há chances de conquistar uma boa colocação para o país, apesar de ter que enfrentar fortes rivais.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast especial sobre &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/olimpiada/&quot;&gt;Olimpíada&lt;/a&gt;, a atleta mostra um pouco sobre seu treino e fala sobre a expectativa para a competição. Assista aos outros vídeos sobre os &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/olimpiada/&quot;&gt;Jogos de Pequim-2008&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/06/24/noticiario-representante_brasileira_salto.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Para Fabiana Murer, a hegemonia da russa Yelena Isinbayeva tem boas chances de acabar na China. A atleta russa é dona da melhor marca da história e atual campeã olímpica e bi mundial da modalidade.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O perigo ao domínio imposto pela musa russa no salto com vara dos últimos anos é a norte-americana Jennifer Stuczynski, 26, vice-campeã do Mundial indoor de Valencia, no início deste ano.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Stuczynski é a dona da melhor marca do ano --saltou 4,90 m em maio, na Califórnia-- e fez o que poucas ousaram, tentou superar o recorde de 5,01 m obtido por Isinbayeva no Mundial de Helsinque, na Finlândia, há três anos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Fabiana Murer é a atual campeã pan-americana da prova. Ela tem como melhor marca pessoal 4,66 m, obtida duas vezes em 2006. Neste ano, ela chegou a conseguir 4,70 m, mas o salto foi realizado durante o Mundial indoor, ou seja, sem ação do vento e com um piso diferente.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Acho que é possível conquistar uma medalha, mas para isso preciso melhorar minha marca. Acho que com 4,80 m ganho medalha. Mas também não quero parar nessa marca, quero saltar mais alto&amp;quot;, disse a brasileira.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u415595.shtml</link>
<pubDate>25 Jun 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>11/06/2008 - Medalha em Pequim pode mudar futuro do taekwondo no Brasil; veja entrevista</title>
<description>&lt;p&gt;
Muita dedicação, treino e resultados ainda não garantiram aos atletas do taekwondo o retorno merecido. Eles não tinham o auxílio de um patrocinador e nem o respaldo necessário da CBTKD (Confederação Brasileira de Taekwondo), até a participação da equipe nos Jogos Pan-Americanos.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast, especial sobre &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/olimpiada/&quot;&gt;Olimpíada&lt;/a&gt;, veja entrevista com os atletas da equipe de taekwondo brasileira. Assista aos outros vídeos sobre os &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/olimpiada/&quot;&gt;Jogos de Pequim-2008&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/06/09/noticiario-equipe_taekwondo_vai_para_pequim.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A história do taekwondo brasileiro pode mudar de figura com a conquista de uma medalha Olímpica. Esse objetivo move a seleção e, conseqüentemente, deve proporcionar uma vida melhor para as pessoas envolvidas com o esporte.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Os atletas reclamam de salários baixos, que não cobrem os custos. &amp;quot;A gente leva uma rotina muito diferente da dos atletas dos outros países. A gente precisa treinar e correr atrás do dinheiro para poder se manter&amp;quot;, conta o lutador Márcio Wenceslau.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Débora Nunes, outra integrante da equipe, vive uma situação um pouco melhor do que a do seu companheiro de seleção, já que tem contrato com um clube para disputar. &amp;quot;É bem complicado conseguir se manter com o taekwondo, mas a gente acredita que uma medalha pode mudar isso. Todo esporte é assim&amp;quot;, conclui a atleta.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u410415.shtml</link>
<pubDate>11 Jun 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>02/06/2008 - Romênia tem dificuldades para encontrar novas ginastas; veja imagens</title>
<description>&lt;p&gt;
Romênia é considerada &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u406752.shtml&quot;&gt;a pátria da ginástica artística&lt;/a&gt;. O país foi o único a figurar no pódio olímpico ininterruptamente, desde 1976, e o que mais conquistou medalhas desde essa época. Apesar de manterem vivo o mito de Nadia Comaneci, primeira atleta a tirar 10 na história do esporte, a Romênia tem dificuldades para encontrar novas ginastas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast, veja imagens das atletas romenas. A reportagem é do jornalista da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; Cristiano Cipriano Pombo, enviado a Deva e Bucareste. Assista aos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/esporte/&quot;&gt;outros vídeos&lt;/a&gt; de &lt;b&gt;Esporte&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/05/30/noticiario-equipe_sem_patrocinio.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
As 13 atletas da seleção juvenil e 15 ginastas da equipe adulta cumprem rotina no CT de Deva, um lugar apelidado de &amp;quot;fortaleza&amp;quot;, onde as meninas comem, estudam, treinam sete horas por dia, exceto aos domingos, e dormem.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Chegar a Deva não é tarefa fácil. O centro faz seleções três vezes por ano e tem sofrido para atrair crianças, a partir dos quatro anos, apesar de o esporte ainda ser visto como a chance de melhorar de vida. Os patrocinadores chegam a oferecer carro e 100 mil euros a quem obtiver ouro em &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/olimpiada/&quot;&gt;Pequim&lt;/a&gt;. Os olheiros ajudam a alimentar seleções e CTs, que contam hoje com cerca de 300 ginastas.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O treinador da seleção romena de ginástica, Nicolae Forminte, diz que o país tem condições de ser campeão nas Olimpíadas. Desde 1989, a ginástica deixou de ser obrigatória na escola e hoje paga-se de 30 a 80 euros por mês para praticá-la num país que, anteriormente, se respirava ginástica 24 horas por dia.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O videocast é mais um produto gratuito que a &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt; oferece para seus leitores. O programa é apresentado por &lt;b&gt;Vivian Retz&lt;/b&gt;.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u407215.shtml</link>
<pubDate>02 Jun 2008</pubDate>
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</item>
<item>
<title>27/05/2008 - Ex-limpador de baia vai disputar hipismo em Pequim; veja entrevista com o cavaleiro</title>
<description>&lt;p&gt;
Um intruso no elitista mundo do hipismo. Primeiro cavaleiro negro da história do Brasil a se classificar para os &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/olimpiada/&quot;&gt;Jogos Olímpicos&lt;/a&gt;, Rogério Clementino, tem uma origem bem diferente da maioria dos seus colegas de modalidade.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Neste videocast, o cavaleiro natural de Ivinhema (MS), conta sua história e fala sobre suas expectativas para Olimpíada.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/05/22/noticiario-preparacao_rogerio_clementino.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Clementino nasceu em uma fazenda e foi peão de rodeio. Anteriormente, ele trabalhou como tratador de cavalos e limpador de baias, época em que teve contato com o adestramento. Quando pequeno, o cavaleiro sonhava em entrar na arena da Festa de Peão de Barretos montando um touro bravo.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O ex-peão foi o primeiro cavaleiro brasileiro a conquistar o índice necessário para integrar a equipe que vai participar dos Jogos de Pequim. A vaga, aliás, fez dele o único atleta negro de hipismo do país classificado para uma Olimpíada.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
&amp;quot;Quando estou montando, tenho que ser o mais discreto possível e mostrar para o público que o cavalo está me dirigindo&amp;quot;, afirma Clementino.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u403853.shtml</link>
<pubDate>27 May 2008</pubDate>
<enclosure url="http://media.folha.uol.com.br/esporte/2008/05/22/noticiario-preparacao_rogerio_clementino.wmv" length="" type="video/quicktime" />
</item>
<item>
<title>06/05/2008 - Nadadores têm opiniões diferentes sobre maiô LZR; veja vídeo</title>
<description>&lt;p&gt;
O maiô LZR Racer tem produzido um verdadeiro turbilhão no mundo da natação, desde que foi lançado, no início deste ano. Às vésperas dos &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/olimpiada/&quot;&gt;Jogos Olímpicos de Pequim&lt;/a&gt;, a modalidade vê uma incessante quebra de recordes mundiais, a maioria delas tendo o traje &amp;quot;high-tech&amp;quot; como protagonista.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
A equipe do videocast conversou com o técnico da seleção brasileira de natação, Alberto Silva, sobre esse novo uniforme e com dois atletas do time, Guilherme Guido e Lucas Salatta, que falam sobre o traje e a expectativa para a competição.
&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;videoPlayer&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://media.folha.com.br/esporte/2008/05/05/noticiario-natacao_olimpiadas.wmv&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/furniture/4/images/lgo-videocast-320x260.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Das 19 melhores marcas da história obtidas em 2008, em piscina olímpica (de 50m), 18 foram conquistadas por atletas que vestiam o maiô, que promete melhora na flutuabilidade e na velocidade dos nadadores que o utilizam.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O técnico admite que o maiô pode ajudar na obtenção de bons resultados, mas considera que a maior parte do efeito do LZR é psicológica e que os atletas que o utilizam se favorecem da aura de &amp;quot;super traje&amp;quot; criada pelos recordes.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O traje polêmico, que chegou a ser vetado nas seletivas olímpicas de alguns países para não &amp;quot;desequilibrar&amp;quot; as competições, será o uniforme oficial da delegação brasileira de natação.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Os atletas já tiveram, inclusive, a primeira experiência com o maiô. Lucas Salatta, por exemplo, acha que o traje especial contribuiu para melhorar sua principal marca.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
Sobre a Olimpíada, Guilherme Guido acredita que a expectativa é trazer uma medalha para casa ou, pelo menos, participar da final do campeonato.
&lt;/p&gt;</description>
<link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u398850.shtml</link>
<pubDate>06 May 2008</pubDate>
<enclosure url="http://media.folha.com.br/esporte/2008/05/05/noticiario-natacao_olimpiadas.wmv" length="" type="video/quicktime" />
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