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<title>Folha de S.Paulo - Ilustríssima - Principal</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Folha de S.Paulo. Todos os direitos reservados.</copyright>
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<webMaster>webmaster@grupofolha.com.br (Webmaster Folha de S.Paulo)</webMaster>

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<title>Folha de S.Paulo - Ilustríssima - Principal</title>
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<description>Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa</description>
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<title>Como a sífilis varreu o mundo</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1282609-como-a-sifilis-varreu-o-mundo.shtml</link>
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A história não revela quem transmitiu sífilis a Cesare Borgia, mas sabemos quando e onde ele contraiu a doença. No verão de 1497, ele era um cardeal de 22 anos enviado por seu pai, o papa Alexandre 6º, como representante do pontífice à coroação do rei de Nápoles, e a fim de negociar um casamento real para sua irmã, Lucrezia. Nápoles era uma cidade rica em conventos e bordéis (uma justaposição fértil para o imaginário masculino da renascença), mas também estava enfrentando uma crise de saúde.
Dois anos antes, um exército invasor francês que incluía soldados mercenários retornados do novo mundo havia passado algum tempo na cidade para celebrar sua vitória, e ao partir carregou de volta ao seu país algo de inesperado e letal.
Depois de concluir suas tarefas, Cesare foi conhecer a cidade. Maquiavel, seu contemporâneo e um homem cujo humor era tão aguçado quanto sua sabedoria política, nos deixou um relato assustador sobre uma cópula com uma prostituta que, ao acender a luz mais tarde, ele descobriu ser uma mulher horrenda, careca e desdentada, feia a ponto de levá-lo a vomitar em cima dela.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1282609-como-a-sifilis-varreu-o-mundo.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (21/05/2013 - 15h43)</description>
<pubDate>21 May 2013 15:43:00 -0300</pubDate>
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<title>Leia resenha de &quot;A Informação&quot;, de James Gleick</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1281826-leia-resenha-de-a-informacao-de-james-gleick.shtml</link>
<description>
Esta é a &amp;quot;era da informação&amp;quot;, como todos nós sabemos. Laptops e smartphones transportam incalculáveis volumes de informações entre nós, por ondas etéreas e através de cabos e fibras ópticas. Transações bancárias, boletins meteorológicos, notícias, casos de amor e rompimentos estão sendo comunicados por meio da onipresente capacidade de processamento de informações das máquinas ao nosso redor.
Mas por que devemos chamar esta época de &amp;quot;era da informação&amp;quot;, e não, digamos, as décadas posteriores à invenção dos tipos móveis por Johannes Gutenberg, em 1450, que deu início à revolução da imprensa? Ou então quando os primeiros fragmentos de papel foram produzidos, há mais de 2.000 anos, permitindo a partilha (relativamente) fácil de histórias e registros administrativos?
E o que dizer dos primeiros registros escritos conhecidos, tabletes de argila sumérios entalhados com a escrita cuneiforme? Ou da invenção da linguagem em algum momento da pré-história da nossa espécie? Em cada um desses estágios, os humanos quiseram comunicar algo. Em cada um desses estágios houve informação, e a informação impulsionou a evolução da nossa sociedade.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1281826-leia-resenha-de-a-informacao-de-james-gleick.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/05/2013 - 16h32)</description>
<pubDate>20 May 2013 16:32:00 -0300</pubDate>
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<title>Sociedade quer ir e vir sem riscos, diz leitor sobre punição a &quot;menores infratores&quot;</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2013/05/1281486-sociedade-quer-ir-e-vir-sem-riscos-diz-leitor-sobre-punicao-a-menores-infratores.shtml</link>
<description>
Enganam-se Maria Rita Kehl e Paulo Fernando Pereira de Souza ao afirmarem que a sociedade pede o encarceramento de &amp;quot;menores infratores&amp;quot; como forma de punição ou vingança (&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280567-a-ineficiencia-do-estado-perante-a-barbarie.shtml&quot;&gt;&amp;quot;Infelicidades ordinárias&amp;quot;&lt;/a&gt;, &amp;quot;Ilustríssima&amp;quot;).
&lt;a href=&quot;http://www.facebook.com/FolhaLeitor&quot;&gt;&lt;b&gt;Curta o Painel do Leitor no Facebook&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href=&quot;https://twitter.com/FolhaLeitor&quot;&gt;&lt;b&gt;Siga o Painel do Leitor no Twitter&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
A sociedade pede esse encarceramento simplesmente para poder ir e vir sem o risco de ser assaltada ou estuprada. É inadmissível que para &amp;quot;ressocializar&amp;quot; um punhado de desajustados exponha-se toda uma nação à dor e ao sofrimento.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2013/05/1281486-sociedade-quer-ir-e-vir-sem-riscos-diz-leitor-sobre-punicao-a-menores-infratores.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/05/2013 - 07h00)</description>
<pubDate>20 May 2013 07:00:00 -0300</pubDate>
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<item>
<title>Leitor elogia cartum &quot;Deus, essa gostosa&quot;, de Rafael Campos Rocha</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2013/05/1281474-leitor-elogia-cartum-deus-essa-gostosa-de-rafeal-campos-rocha.shtml</link>
<description>
A ilustração de Rafael Campos Rocha publicada na &amp;quot;Ilustríssima&amp;quot; no domingo (19) (&amp;quot;Deus, essa gostosa&amp;quot;) foi uma das mais inteligentes publicadas pela &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; na última década.
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&lt;a href=&quot;https://twitter.com/FolhaLeitor&quot;&gt;&lt;b&gt;Siga o Painel do Leitor no Twitter&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
Parabéns ao ilustrador!
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2013/05/1281474-leitor-elogia-cartum-deus-essa-gostosa-de-rafeal-campos-rocha.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (20/05/2013 - 06h00)</description>
<pubDate>20 May 2013 06:00:00 -0300</pubDate>
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<title>Dois sonetos e outros versos de amor e humor</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280648-dois-sonetos-e-outros-versos-de-amor-e-humor.shtml</link>
<description>
&lt;b&gt;SOBRE O TEXTO&lt;/b&gt; Os poemas e trechos aqui reproduzidos foram traduzidos para o programa do balé ªPor Vos Mueroº, coreografia do espanhol Nacho Duato com que a São Paulo Companhia de Dança abre sua temporada 2013, em 6 de junho, no teatro Sérgio Cardoso.
&lt;p class=&quot;star&quot;&gt;
*
Estou sem pausa em lágrimas banhado,&lt;br/&gt;
Rompendo sempre com suspiros o ar,&lt;br/&gt;
E o pior é que não ouso vos contar&lt;br/&gt;
Que é por vós que me encontro nesse estado;&lt;br/&gt;
(&lt;i&gt;Estrofe inicial do soneto n. 38&lt;/i&gt;)
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280648-dois-sonetos-e-outros-versos-de-amor-e-humor.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/05/2013 - 02h06)</description>
<pubDate>19 May 2013 02:06:00 -0300</pubDate>
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<item>
<title>A rixa que cortou o barato da Feira do Livro de Buenos Aires</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280595-a-rixa-que-cortou-o-barato-da-feira-do-livro-de-buenos-aires.shtml</link>
<description>
A 39ª edição da Feira do Livro de Buenos Aires terminou na última semana, reunindo mais de 1 milhão de visitantes e marcando aumento de 45% do faturamento, um recorde. As palestras internacionais, principalmente as de J.M. Coetzee, Cees Nooteboom e Laura Esquivel, ocorreram com salas superlotadas. O espanhol Arturo Pérez-Reverte conquistou o público evocando a Buenos Aires do começo do século 20, tema de seu livro mais recente, &amp;quot;Tango de la Guardia Vieja&amp;quot;.
A edição homenageou a cidade de Amsterdã, trazendo um exército de escritores holandeses e criando um agradável espaço de palestras e convívio no centro da feira, onde falou, entre outros, o brasileiro Milton Hatoum.
No ano que vem, após esforços notáveis da embaixada do Brasil e considerando um crescente aumento de interesse pela literatura brasileira, a homenageada será São Paulo. Entre os nomes veiculados como possíveis convidados estão Ferréz, Arnaldo Antunes, Nuno Ramos e Lourenço Mutarelli.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280595-a-rixa-que-cortou-o-barato-da-feira-do-livro-de-buenos-aires.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/05/2013 - 02h05)</description>
<pubDate>19 May 2013 02:05:00 -0300</pubDate>
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<title>Os motivos do fascínio de Michel Foucault pela doutrina neoliberal</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280593-os-motivos-do-fascinio-de-michel-foucault-pela-doutrina-neoliberal.shtml</link>
<description>
&lt;b&gt;RESUMO&lt;/b&gt; A série em que a &amp;quot;Ilustríssima&amp;quot; adianta os principais lançamentos do ano traz capítulo de &amp;quot;A Última Lição de Michel Foucault&amp;quot;, em que o sociólogo Geoffroy de Lagasnerie explica o interesse do filósofo francês (1926-84) pela corrente, considerada conservadora. O livro sai em junho pela Três Estrelas.
&lt;p class=&quot;star&quot;&gt;
*
Só é possível compreender o interesse, que às vezes beira o fascínio, de Foucault pelo neoliberalismo com uma condição: romper com o hábito que consiste em vê-lo como uma ideologia conservadora ou reacionária. Com efeito, existe uma tendência mais do que notória na literatura midiática, política ou intelectual a descrever o neoliberalismo sob os traços de uma doutrina que tem como uma de suas características essenciais estar associada à perpetuação da ordem. Tratar-se-ia de uma concepção que se oporia permanentemente à mudança. Que trabalharia, fundamentalmente, para preservar a situação vigente.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280593-os-motivos-do-fascinio-de-michel-foucault-pela-doutrina-neoliberal.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/05/2013 - 02h04)</description>
<pubDate>19 May 2013 02:04:00 -0300</pubDate>
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<item>
<title>&quot;Jamón&quot; real</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280606-jamon-real.shtml</link>
<description>
Esta história, a história das minhas relações protocolares com dom Juan Carlos de Bourbon, rei da Espanha, é a história de um olhar e de um pisão separados por 6.104 dias. Isto é: quase 17 anos.
A primeira data é 4 de agosto de 1989, em Lagos de Moreno, no oeste do México. Tenho 15 anos e faltam dez minutos para a uma da tarde; eu me encontro de pé do lado de fora da igreja da Merced. Faz um calor típico dos anos 80 e, apesar disso, visto camisa de manga longa, gravata e uns mocassins que me torturam. Essa é a ideia de elegância do vilarejo onde cresci: o sofrimento.
Nesse dia, terão lugar duas coisas extravagantes; uma de caráter privado, outra de domínio público.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280606-jamon-real.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/05/2013 - 02h03)</description>
<pubDate>19 May 2013 02:03:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Por que o inferno é aqui, e o paraíso, também</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280589-por-que-o-inferno-e-aqui-e-o-paraiso-tambem.shtml</link>
<description>
&lt;b&gt;RESUMO&lt;/b&gt; O estudo de sistemas complexos, tão caro à ciência atual, está na origem de dois livros que tecem prognósticos opostos sobre o futuro da humanidade. Enquanto para John Casti os avanços tecnológicos podem nos levar ao descontrole e ao fim, para Peter Diamandis e Steven Kotler, eles nos aproximam de uma era de abundância.
&lt;p class=&quot;star&quot;&gt;
*
O fenômeno é o mesmo --a complexidade--, mas, para um autor, ela trará a redenção da humanidade, na forma de energia e recursos inesgotáveis, enquanto, para o outro, implicará o colapso geral da sociedade. Para tornar as coisas um pouco mais complexas, é perfeitamente razoável sustentar que ambos estão certos.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280589-por-que-o-inferno-e-aqui-e-o-paraiso-tambem.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/05/2013 - 02h02)</description>
<pubDate>19 May 2013 02:02:00 -0300</pubDate>
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<item>
<title>A ineficiência do Estado perante a barbárie</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280567-a-ineficiencia-do-estado-perante-a-barbarie.shtml</link>
<description>
&lt;b&gt;RESUMO&lt;/b&gt; Apesar de a dor oriunda da violência independer de classe, a percepção de crimes e empatia para com vítimas reproduz padrões de desigualdade social. Ao privilegiar o aspecto punitivo para responder ao clamor público, como na proposta de reduzir a maioridade penal, o Estado erra e desconsidera sua função reguladora.
&lt;p class=&quot;star&quot;&gt;
*
&amp;quot;Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira.&amp;quot; A conhecida abertura de &amp;quot;Anna Kariênina&amp;quot; já se integrou ao senso comum entre os leitores de romances. A felicidade é um clichê; só a infelicidade é singular.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280567-a-ineficiencia-do-estado-perante-a-barbarie.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/05/2013 - 02h01)</description>
<pubDate>19 May 2013 02:01:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>A literatura &quot;maldita&quot; desde o barroco e outras 8 indicações</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280412-a-literatura-maldita-desde-o-barroco-e-outras-8-indicacoes.shtml</link>
<description>
&lt;b&gt;COLÓQUIO | MALDITOS NOS TRÓPICOS&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
Fruto de parceria entre a USP e a Universidade Paris Oeste -Nanterre La Défense, o encontro, organizado pelos professores Eliane Robert Moraes e Camille Dumoulié, abordará a obra de autores, do barroco até a contemporaneidade, que podem ser considerados &amp;quot;malditos&amp;quot;, na acepção cunhada por Verlaine em 1883. João Adolfo Hansen faz a conferência inaugural do encontro, &amp;quot;Norma e obscenidade em Gregório de Matos, Hilda Hilst e Glauco Mattoso&amp;quot;, que terá também fala da poeta e ensaísta Annie Le Brun, sob o título &amp;quot;Poesia e subversão&amp;quot;, e cinco mesas-redondas.&lt;br/&gt;
*Quarta (22) e quinta (23) | Auditório 8 da Ciências Sociais (FFLCH - USP) | grátis (não é necessário se inscrever)&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Clique &lt;a href=&quot;http://www.bit.ly/13jouTl&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; para mais informações&lt;/b&gt;
&lt;p class=&quot;star&quot;&gt;
*
&lt;b&gt;LIVRO | FERREIRA GULLAR&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;
Premiado com o Jabuti pelas ilustrações de &lt;a href=&quot;http://livraria.folha.com.br/catalogo/1174197/bananas-podres&quot;&gt;&amp;quot;Bananas Podres&amp;quot;&lt;/a&gt; (2011), o poeta e colunista da Folha publica novas colagens e poemas no colorido volume &lt;a href=&quot;http://livraria.folha.com.br/catalogo/1202699/bichos-do-lixo&quot;&gt;&amp;quot;Bichos do Lixo&amp;quot;&lt;/a&gt;. A ilustrações são feitas com material que &amp;quot;iria certamente para a lixeira, não fosse esta minha mania de brincar com restos de envelopes, convites, propagandas, revistas, calendários, catálogos&amp;quot;, conta o autor.&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;Casa da Palavra | 88 págs. | R$ 49,90&lt;/b&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280412-a-literatura-maldita-desde-o-barroco-e-outras-8-indicacoes.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (19/05/2013 - 02h00)</description>
<pubDate>19 May 2013 02:00:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Gilberto Freyre explicou o descobrimento do Brasil em texto para a 'Folhinha'</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2013/05/1280450-gilberto-freyre-explicou-o-descobrimento-do-brasil-em-texto-para-a-folhinha.shtml</link>
<description>
Gilberto Freyre foi um dos principais escritores e sociólogos do Brasil e escreveu livros importantes, como &amp;quot;Casa Grande e Senzala&amp;quot;.
Mas ele também escreveu para crianças. Há 30 anos, em 1983, Freyre publicou um texto na &amp;quot;Folhinha&amp;quot; em que explicava com uma linguagem simples como aconteceu o descobrimento do Brasil.
Na época, ele planejava escrever um livro infantil, com temas relacionados à história do país.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2013/05/1280450-gilberto-freyre-explicou-o-descobrimento-do-brasil-em-texto-para-a-folhinha.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (17/05/2013 - 17h07)</description>
<pubDate>17 May 2013 17:07:00 -0300</pubDate>
</item>
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<title>James Salter: o herói esquecido da literatura norte-americana</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280448-james-salter-o-heroi-esquecido-da-literatura-norte-americana.shtml</link>
<description>
Oito anos atrás, o escritor James Salter recebeu, do nada, um telefonema de um admirador: um general norte-americano que havia adorado seu romance &amp;quot;The Hunters&amp;quot; - a ponto de encomendar cópias para presentear todos os comandantes de grupos que lhe eram subordinados. O general perguntou a Salter, ex-piloto da força aérea norte-americana, se ele estaria interessado em um voo em um F-16, caça 10 vezes mais poderoso do que o F-86 que o escritor pilotou na Coreia. (&amp;quot;The Hunters&amp;quot; se baseia nas experiências de Salter durante a guerra da Coreia, na qual ele voou mais de 100 missões de combate.)
Salter, um homem consideravelmente esquivo, parou para pensar. Fazia 44 anos que havia sentado pela última vez em uma cabine de pilotagem. Mas, por outro lado, por que não fazer o voo? &amp;quot;Acho que sim&amp;quot;, respondeu. Uma data foi agendada. Ele viajaria a Fort Worth, Texas, antes do final daquele mês.
&lt;table class=&quot;fe330&quot;&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/publifolha/images/0918169.jpg&quot; alt=&quot;James Salter, autor de &amp;quot;Última Noite e Outros Contos&amp;quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;James Salter, autor de &amp;quot;Última Noite e Outros Contos&amp;quot;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1280448-james-salter-o-heroi-esquecido-da-literatura-norte-americana.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (17/05/2013 - 17h02)</description>
<pubDate>17 May 2013 17:02:00 -0300</pubDate>
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<title>Doenças mentais realmente existem?</title>
<link>http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1279080-doencas-mentais-realmente-existem.shtml</link>
<description>
O título abreviado é DSM-5, e o livro nada tem de charmoso e é desconhecido fora do ramo da saúde mental.
Mas antes mesmo de sua publicação, que acontecerá em 22 de maio, o &amp;quot;Diagnostic and Statistical Manual&amp;quot;, um dicionário de distúrbios psiquiátricos, provocou uma feroz controvérsia que se estendeu aos dois lados do Atlântico e está alimentando um debate sério sobre como a sociedade moderna deveria tratar os distúrbios mentais.
Os críticos alegam que o manual da Associação Psiquiátrica Americana, cujo número de páginas não para de crescer, verá milhões de pessoas categorizadas desnecessariamente como portadoras de distúrbios psiquiátricos. Por exemplo, timidez infantil, acessos de mau humor, e depressão depois da perda de um ente querido podem passar a ser definidos como problemas médicos, tratáveis por medicamentos. E o vício em Internet também.
&lt;a href=&quot;http://redir.folha.com.br/redir/online/ilustrissima/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2013/05/1279080-doencas-mentais-realmente-existem.shtml&quot;&gt;Leia mais&lt;/a&gt; (15/05/2013 - 13h00)</description>
<pubDate>15 May 2013 13:00:00 -0300</pubDate>
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<title>Henry Molaison e a amnésia inesquecível</title>
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Em 1953, um jovem chamado Henry Gustav Molaison, de Hartford, Connecticut, perdeu a memória e ajudou a inventar a neurociência. A amnésia de Molaison resultou de uma operação &amp;quot;psicocirúrgica&amp;quot; de alto risco cujo objetivo era tentar curar a debilitante epilepsia de que ele sofria desde a infância. Em uma tentativa de remover a parte do cérebro que causava ataques epilépticos a Molaison, dois buracos foram perfurados na parte frontal de seu crânio, e uma porção de seu cérebro --a metade da frente de seu hipocampo, dos dois lados, e a amígdala cerebral, uma formação em forma de amêndoa - foi sugada para fora do crânio.
A cirurgia, bastante arriscada, teve péssimo resultado, e Molaison, então com 27 anos, perdeu a capacidade de registrar ou consultar novas experiências em sua memória. Ele viveu os 55 anos subsequentes de sua vida, até morrer em 2008, sempre parado no momento presente.
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<pubDate>14 May 2013 14:30:00 -0300</pubDate>
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